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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Dom Aldo di Cillo Pagotto, sss, arcebispo Metropolitano da Paraíba, emite Nota Normativa, reforçando o posicionamento da Igreja sobre a participação de padres e religiosos na política partidária.

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Portaria na forma de Nota Normativa da Arquidiocese da Paraíba sobre:
a) Filiação de Clérigos em partidos políticos;
b) Disputas de Clérigos a cargos eletivos;
c) Participação de Clérigos em atividades político-partidárias, vinculados a cargos públicos remunerados, por identificação e por pertença partidária.
1. Considerando os fatos - remotos e recentes - referentes à filiação de Clérigos e de Religiosos a partidos políticos; - Considerando o fato de Clérigos e Religiosos disporem seus nomes para a candidatura e disputa a cargos eletivos; - Considerando o fato da participação efetiva de Clérigos e Religiosos em atividades político-partidárias, vinculadas a cargos públicos remunerados;
2. Considerando alguns Clérigos incardinados na Arquidiocese da Paraíba, ou que nela já exerceram seu ministério, embora hoje afastados, bem como a presença de Religiosos presbíteros que exercem na Arquidiocese da Paraíba o seu ministério, vinculados a Ordens Religiosas; - Considerando os rumores sobre Clérigos que se articulam com coligações partidárias para eventualmente se lançarem como candidatos, disputando cargos políticos na esfera federal, estadual ou municipal;
3. Considerando que, de forma precoce, são lançadas as campanhas eleitorais na esfera federal, estadual ou municipal, provocando questionamentos por parte de políticos, jornalistas, radialistas e fiéis - veiculados e repercutidos pelos meios de comunicação, solicitando respostas do Arcebispo, dando margens a interpretações diversas na opinião pública;
4. Considerando o que dispõe a Tradição e o que ordena o Magistério da Igreja a respeito da identidade sacerdotal, lavradas nas sábias e precisas Normas do Código de Direito Canônico; - Considerando as Diretrizes Pastorais emanadas pessoalmente pelo Papa emérito Bento XVI, por ocasião da “visita ad limina” dos Bispos do Regional NE 2 (Províncias Eclesiásticas de Natal, RN; Paraíba, PB; Olinda e Recife, PE e Maceió, AL) no dia 17 de setembro de 2009, bem como de Carta Normativa emanada aos 12 de dezembro de 2003 pelos Bispos das supracitadas Províncias Eclesiásticas (abaixo resumidas);
5. Preposto à Arquidiocese da Paraíba, tenho conhecimentos sobre a militância direta de padres e religiosos em política partidária - independentemente das observações em tela, eles assumem por conta própria o seu percurso histórico político-partidário. Como parlamentares sufragados, eles se sentem representantes de projetos e bandeiras que correspondem às expectativas de lideranças de movimentos populares.
6. Pela presente Nota Normativa, uma vez mais, de forma caridosa e fraterna, admoesto os Clérigos, esclarecendo o que a própria Igreja define, restringe e proíbe, conforme rezam os Cânones do Código de Direito Canônico:
a) Cânon 285 § 1 do CDC: “Os clérigos se abstenham completamente de tudo o que não convém a seu estado, de acordo com as prescrições do direito particular”.
b) Cânon 285 § 3 do CDC: “Os clérigos são proibidos de assumir cargos públicos que implicam participação no exercício do poder civil”.
c) Cânon 287 § 1º do CDC: Os clérigos promovam sempre e o mais possível a manutenção, entre os homens, da paz e da concórdia fundamentada na justiça. - § 2º. Não tenham parte ativa nos partidos políticos e na direção de associações sindicais (...).
7. O Papa emérito Bento XVI, aos 17 de setembro de 2009, dirigiu-se aos Bispos do Regional NE 2 nos seguintes termos:
“Na diversidade essencial entre sacerdócio ministerial e sacerdócio comum se entende a identidade específica - dos fiéis ordenados e dos leigos. Por essa razão é necessário evitar a secularização dos sacerdotes e a clericalização dos leigos. Nessa perspectiva, os fiéis leigos devem empenhar-se em exprimir nas realidades temporais - inclusive através do empenho político - a visão antropológica cristã e a doutrina social da Igreja. Diversamente, os sacerdotes devem permanecer afastados de um engajamento pessoal na política, a fim de favorecerem a unidade e a comunhão de todos os fiéis. Assim poderão ser uma referência para todos. É importante fazer crescer esta consciência nos sacerdotes, nos religiosos e nos fiéis leigos - encorajando e vigiando, para que cada um possa sentir-se motivado a agir segundo o seu próprio estado”.
8. Em comunhão com os Bispos do Regional NE 2, evoco a Norma emanada aos 12 de dezembro de 2003 (data anterior a minha chegada à Paraíba), tomando posição frontalmente contrária à participação de padres em disputas e cargos políticos e partidários: “Os ministros ordenados em todas as Dioceses do Regional NE 2 estão proibidos de se filiar a partidos políticos, bem como se candidatar a cargos políticos eletivos, e de assumir cargos públicos que implicam participação no poder civil”.
“Aquele que, por decisão pessoal, não aceitar as normas eclesiásticas e decidir pleitear função política ou assumir cargos executivos que implicam participação no poder civil, estará suspenso, por suspensão “latae sententiae”, de acordo com o Cânon 1333 do CDC”.
“Ao se afastar do oficio eclesiástico, o ministro deve deixar em ordem a administração que lhe compete, ficando absolutamente vedado o uso dos meios dos quais a Paróquia ou a Diocese dispõe para atividades de propaganda ou de promoção da própria candidatura”.
“Esta determinação vigorará a partir do registro de sua candidatura na convenção do Partido e será válida em todas das Dioceses do Regional NE 2”.
9. Diante das determinações elencadas em caráter irreformável, na solicitude da missão de pastor, determino que:
a) Por quaisquer razões pessoais ou por motivos particulares, os clérigos já envolvidos em política partidária e que persistem na intenção de disputar e/ ou exercer cargos políticos estarão - “ipso facto” - suspensos do uso de Ordens na Circunscrição Eclesiástica da Arquidiocese da Paraíba.
b) É-lhes vedado o exercício do ministério presbiteral e quaisquer cargos eclesiásticos. São, portanto, impedidos de celebrar os Sacramentos - sobretudo a Celebração (ou a concelebração) da Eucaristia.
c) Eventualmente eleito, o Clérigo (padre ou religioso) continuará suspenso do uso de Ordem e de quaisquer funções eclesiásticas durante todo o período de mandato para o qual tenha sido eleito.
Constata-se que há pessoas ligadas tanto às pastorais quanto a movimentos populares, cuja tendência é agir como cabos eleitorais de alguns partidos políticos. Esses podem assumir projetos que por vezes são contrários aos valores e aos princípios defendidos pelo Direito natural e pela ética e moral cristã, por exemplo na questão do aborto, invasão de terra e casamento gay. Fica a orientação para que essas pessoas não tentem fazer da Igreja cabo eleitoral, confundindo os fieis.
Em profunda comunhão na Caridade com o Santo Padre e com os Bispos do Regional NE 2 da CNBB, no acatamento incondicional ao que determinam as Diretrizes Universais da Igreja, peço a anuência e a compreensão sobre o dever de fazer cumprir o que está determinado na presente Portaria.

João Pessoa, 21 de julho de 2014

+ Aldo di Cillo Pagotto, sss
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Seminaristas da Arquidiocese da Paraíba escreveram Carta de apoio e solidariedade a Dom Aldo di Cillo Pagotto


Seminaristas da Arquidiocese da Paraíba escreveram Carta de apoio e solidariedade a Dom Aldo di Cillo Pagotto

Veja aqui o texto escrito em decorrência das calúnias deferidas contra o bispo há alguns dias

Arquidiocese da ParaíbaAssessoria de imprensa
Dom Aldo Pagotto

Em face das últimas acusações deferidas contra o Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, por parte daqueles que se arrogam detentores da verdade última, nós, seminaristas desta Arquidiocese, vimos por meio desta externar nosso pleno apoio ao nosso pai na Fé.
Estamos em um País em que qualquer cidadão pode manifestar seu pensamento. Por acaso Dom Aldo não é cidadão desta Pátria, embora o seja mais ainda da Pátria Celeste (cf. Fl 3, 20)? Ou será que aqueles que lutam ou dizem lutar pela diversidade querem calar aquela voz que destoa da ideologia deles?
Dom Aldo não se referiu a dogmas de nossa Fé comum (que não sabemos se é a Fé dos senhores que se rebelaram contra o Arcebispo). Portanto, é um direito seu expressar o que pensa. Sendo assim, do mesmo modo como é lícito àqueles senhores defender o referido Plebiscito, são igualmente justos os questionamentos do nosso Arcebispo.
Acusam o Senhor Arcebispo de ser desrespeitoso em relação aos pobres, aos movimentos e pastorais sociais... Todavia, quantas casas alheias Dom Aldo pichou pedindo a condenação sumária de alguém? Em um País livre como o nosso, reza-se que ninguém seja condenado sem o direito de defesa. No entanto, ao invés de se pedir à Nunciatura Apostólica e à CNBB que escutem nosso Pastor acerca das acusações por ele sofridas, pediram de imediato seu afastamento. E são estes que defendem a justiça, a liberdade?
Mais que agredir, desrespeitar a Lei de nosso Estado, desrespeitam o princípio cristão (cf. Mt 18, 15ss). Mas em não havendo erro ou qualquer outro elemento passível de correção fraterna, como de fato não houve, o que se deu foi a mentira, a calúnia, próprias do Diabo, mentiroso desde todo o sempre (cf. Jo 8, 44). Assim, o desrespeitoso nesse caso não é o Arcebispo, mas seus caluniadores.
Mas eles entendem mesmo de mentira: em sua carta aberta/abaixo-assinado, referem-se a diáconos, presbíteros, religiosos e religiosas da Arquidiocese da Paraíba. No entanto, não os pudemos identificar. Onde estão eles? A não ser que seja o homem do pecado (o Anticristo) que espera o tempo oportuno para se manifestar (cf. 2 Ts 2, 3-4). Primeiro querem a Cátedra do Arcebispo, depois vão querer o Trono de Deus.
Querem, em sua carta, posar de defensores dos pobres. Porém, não aparecem no abaixo-assinado os nomes de sem-terra, sem teto, prostitutas, etc. Não são esses o objeto de seu zelo social? Ou será que os atuais pobres são apenas coordenadores disso ou daquilo, professores e ex-professores de universidades?
O grande pobre é Jesus Cristo, que quer a união dos cristãos: “Pai, que todos sejam um” (cf. Jo 17, 21). Todavia, o que se prega por parte dos pseudo-defensores dos pobres é a divisão de classes. Não têm também os ricos o direito de serem evangelizados? Não são também eles chamados a seguir Jesus Cristo?
É lapidar a frase de Dom Christiano Krapf, Bispo de Jequié (BA), em seu artigo “A Igreja e sua missão em tempos de eleições”: “Quem não luta contra os ricos é acusado de ser contra os pobres”. Portanto, Dom Aldo é criticado não por ser contra os pobres, visto que não o é, mas por, em obediência a Cristo, almejar “que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (cf. 1Tm 2, 4), quer sejam pobres ou ricos.
Disseram que o artigo de Dom Aldo começa com um título capcioso. Mas alegra-nos perceber que suas justas indagações não são mentirosas, não podendo nós ou qualquer um que também ame a verdade dizer o mesmo da carta-acusação deles.
Sem dúvidas, a melhor coisa é o exemplo. Graças a Deus, nosso Arcebispo tem uma vida ilibada. Em não tendo com o que o acusar, mentem. Historicamente, falsas testemunhas sempre se levantaram: foi assim com Cristo (cf. Mt 26, 59-60), dá-se assim com Dom Aldo. Sobre o discípulo recai a mesma sorte do mestre. Mas como Ele disse: “Sed confidite, Ego vici mundum” (cf. Jo 16, 33).
Que a resposta aos seus caluniadores, Dom Aldo, seja a manutenção de seu amor a todos os filhos de Deus, inclusive a eles. Que seu refúgio seja Jesus Eucarístico e o colo da Virgem das Neves. Neste seu calvário, eles estão a seu lado. Assim como nós, sua angústia por causa da injustiça é a nossa angústia. Se estivemos juntos nas alegrias, unidos nos mantemos na tribulação. Conte com o nosso apoio e orações filiais, ao mesmo tempo que contamos com sua benção e orações de Pastor, a nós enviado por Deus.
Seminaristas da Arquidiocese da Paraíba

Dom Aldo Pagotto se manifesta sobre a ideologia de gênero


Dom Aldo Pagotto se manifesta sobre a ideologia de gênero

 Abaixo dois artigos do Arcebispo da Paraíba Dom Aldo di Cillo Pagotto escrito para o Jornal da Paraíba. 

PME: non possumus: 


Na esfera do território nacional, os 5.570 municípios deverão aprovar seus Planos Municipais de Educação (PMEs) de acordo como o Plano Nacional de Educação (PNE 2015-2025), instituído pela Lei 13.005/2014. O PNE votado no Congresso Nacional e já sancionado pela Presidente da República em 2014 resulta de debates democráticos e participativos por parte de várias lideranças, interessadas na promoção da qualidade da Educação no País. A discussão dos PMEs deve seguir a orientação do PNE. Ora, a expressão “igualdade de gênero” foi retirada por ampla rejeição na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.


 Entretanto, grupos de pressão insistem em aprovar tal expressão nos PMEs. Por “igualdade de gênero” entende-se a construção plural do próprio sexo. Nega-se o caráter biológico, atribuindo a isso a pecha de fator cultural. Defendem que cada qual construa sua identidade. As propostas dos que defendem a igualdade de gênero nada mais são do que induções de crianças e de adolescentes às práticas que relativizam a diferença sexual natural. Com isso se desconstroi e se compromete a identidade masculina e feminina.

Com efeito, a ideologia de gênero subverte o fundamento da família que procede da união entre homem e mulher, tendo em vista a geração e a educação dos filhos. A ideologia de gênero pretende que a união entre pessoas do mesmo sexo iguale-se e seja reconhecida como “família”. A família é base fundamental e organizativa da sociedade humana! A ideologia de gênero pretende impor um sistema contrário à lei da natureza, negando ou reduzindo seu fundamento antropológico, humanístico. A dimensão humana está alicerçada na biologia e nas estruturas dos seres humanos. As dimensões científicas e antropológicas são irreformáveis e antecedem às questões culturais e religiosas.

Os representantes da Igreja Católica e demais Igrejas cristãs sentem-se na obrigação de defender a vida e promovê-la na família. Confessamos Cristo, revelador do Pai, que dá sentido à vida, à família e à sociedade humana. A maior missão que o Senhor outorga aos seus filhos e filhas é a graça de gerar uma vida, provinda da união do homem e da mulher que se amam e que formam uma família! Daí nasce o direito inalienável dos pais educarem e formarem seus próprios filhos. Os pais não aceitariam que na escola os seus filhos sofressem a imposição de práticas contrárias às leis da natureza e à educação que recebem em casa! Não aceitamos que se imponha nos PMEs práticas oriundas de ideologia duvidosa, cujas consequências seriam imprevisíveis.

Dom Aldo di Cillo Pagotto, sss
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Aberração: 

Lideranças interessadas na qualificação da Educação debateram as Diretrizes, Metas, Estratégias dos Planos Estaduais e Municipais de Educação 2015-2025, baseada na Lei 13.005/2014. O Plano Nacional de Educação 2014-2024 trazia ambiguidades referentes à expressão “igualdade de gênero”. Ao arrepio da lei natural e da lei divina confunde-se a identidade do homem e da mulher, ora reduzindo à orientação sexual, à livre escolha subjetiva. Confunde-se atração e prazer sexual com orientação ou opção por gênero, construído à livre escolha. 

Eu construo o gênero que eu quero e mudo quando quiser. É uma aberração negar a ordem biológica natural, afirmando que ninguém nasce homem ou mulher e que cada um constrói o gênero que mais lhe convier. Ativistas da ideologia de gênero querem impor isso nas escolas, a partir dos três anos de idade! A estratégia N. 12.6 diz: “garantir condições institucionais para o debate e a promoção da diversidade étnico-racial, de gênero, de diversidade sexual e religiosa, por meio de políticas pedagógicas e de gestão específicas para esse fim”.

Na realidade, o que se pretende é descontruir a família natural, constituída de pai, mãe e filhos. A ideologia de gênero provoca modificações legais que ferem gravemente a dignidade do matrimônio, o respeito ao direito à vida e à identidade da família (cf. Documento de Aparecida, N. 40). A ideologia de gênero nega a natureza pré-constituída do homem e da mulher. A natureza corpórea não seria dada como realidade da criação, fato pré-constituído, e sim uma criação subjetiva. Não havendo homem e mulher como realidade pré-estabelecida pela criação, a família deixa de existir! O filho, de sujeito jurídico e com direito próprio, passa a ser objeto de um direito que se pode adquirir. Ora, a vida do ser humano depende da promoção da vida e da família.

 A dignidade do homem dissolve-se onde Deus, autor da vida, é negado. Diz Bento XVI que quem defende Deus defende o homem. Francisco diz que a educação não pode ser neutra, porque ou enriquece ou empobrece. A escola educa para o que é verdadeiro, para o bem comum e para o que é belo. No entanto, ativistas ideologizados produzem “materiais didáticos” a serem distribuídos nas escolas para desorientar nossas crianças. Nossos filhos não seriam meninos ou meninas, mas inventariam outro gênero qualquer. Que os pais e mestres não aceitem isso, antes que se oponham à aberração. Se aprovadas tais leis, os pais seriam criminalizados caso seus filhos recusem-se a assistir às “aulas de gênero”. Isso já aconteceu em países da América e da Europa. Há gente patrocinando o movimento e muita grana rolando solta. A quem interessa?

Dom Aldo di Cillo Pagotto, sss
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Fonte: PASCOM 

Dom Aldo Pagotto esclarece acusações de sacerdotes “É no silêncio e na esperança que reside a vossa força”, diz o arcebispo paraibano

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Arcebispo é suspenso pelo Vaticano

Arcebispo é suspenso pelo Vaticano
 O Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, está proibido de ordenar padres e diáconos e de receber novos seminaristas até que Vaticano finalize investigações que estão em curso. A informação foi divulgada hoje à noite no JPB 2ª edição e estampa a capa do Jornal da Paraíba deste domingo, 30. O processo que Dom Aldo responde no Vaticano corre em sigilo. A decisão foi tomada pelo Vaticano depois da visita de um representante de Roma à capital. Dom Aldo teria perseguido padres e permitido que seminaristas expulsos de outras dioceses fossem acolhidos aqui na Paraíba. Os padres disseram ainda que o bispo se negaria, também, a discutir casos de pedofilia. A Nunciatura Apostólica, que representa o Vaticano no Brasil, explicou que não presta informações sobre processos envolvendo bispos. A CNBB também não quis falar sobre o assunto. A assessoria de Dom Aldo negou que ele esteja suspenso e disse que Arcebispo só falará sobre o assunto depois de ler a reportagem.

Redação com Jornal da Paraíba

Nota: Dom Aldo Pagotto esclarece acusações de sacerdotes

“É no silêncio e na esperança que reside a vossa força”, diz o arcebispo paraibano


O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, emitiu na manhã desta segunda-feira (31), uma Nota Oficial sobre a decisão do Vaticano, de que ele só poderia realizar missas e casamentos, mas não ordenar diáconos e padres. A informação foi revelada por um grupo de padres, em contato com o Jornal da Paraíba. De acordo com o grupo de sacerdotes, esta determinação está em vigor deste o início do ano.
Na Nota, Dom Aldo esclarece, “o que caluniosamente foi afirmado no ANONIMATO, desprovido de provas documentais, deve ser negado, porquanto não há como responder à série de boatos acusatórios”.

Confira a Nota na íntegra
João Pessoa (PB), 31 de agosto de 2015.
NOTA OFICIAL
A respeito de reportagem publicada num jornal impresso paraibano, nesse fim de semana, esclareço: o que caluniosamente foi afirmado no ANONIMATO, desprovido de provas documentais, deve ser negado, porquanto não há como responder à série de boatos acusatórios.
Informo, todavia, que mantenho comunicação transparente junto à Nunciatura Apostólica, única instância legitimamente constituída e autorizada para encaminhar oportunamente questões eclesiásticas de foro interno.
“É na calma e na conversão que está a vossa salvação. É no silêncio e na esperança que reside a vossa força. Felizes os que esperam no Senhor” (Is. 30, 15-18).
Dom Aldo di Cillo Pagotto
Arcebispo Metropolitano da Paraíba


Os próximos agraciados no Ano da Misericórdia.


Os próximos agraciados no Ano da Misericórdia.

o-beijo-de-judasDom Rogelio Livieres ✔
Dom Robert Finn ✔
Dom Mario Oliveri ✔
Dom Antonio Carlos Altieri ✔
Dom Tomé Ferreira da Silva…
Dom Aldo Di Cillo Pagotto…
Não, nosso propósito não é generalizar os casos dos bispos acima citados. Cada um tem suas virtudes e defeitos. Também não são exatamente da mesma “orientação político-eclesiástica”, todavia, são todos mais conservadores que a média do clero pós-conciliar. Grosso modo, representam a Igreja de João Paulo II e Bento XVI, dos apegados mais à letra do Concílio Vaticano II que a seu “espírito”, em contraposição à Igreja dita aberta e reformada de João XXIII e Paulo VI. O crime maior que lhes é atribuído é o de fechar as janelas para os ventos da mudança.
Há alguns meses, escrevíamos:
Em tempos de Francisco, o roteiro é quase sempre o mesmo: um bispo, mais ou menos conservador, que se indisponha com seu clero ultra progressista tem os dias contados. A quadrilha liberal, muito bem articulada, nessas horas torna-se inclusive moralista e, bradando a quatro ventos os supostos pecados (aqueles que nas saletas de confissão eles dizem não existir) do ordinário, pedem sua cabeça… Ao que a Santa Sé, através da Nunciatura Apostólica, mui ciosa da “comunhão” do presbitério da diocese, envia um visitador que elabora um relatório, cujo resultado culminará quase que invariavelmente sugerindo a renúncia do bispo. Se ele se recusar a renunciar, é bem provável que seja removido sem dó nem clemência — e nem audiência de misericórdia com o bispo de Roma, como ocorreu a Dom Rogelio Livieres.
Você, caro leitor, tem um bispo um tiquinho só mais conservador, com um mínimo de piedade e zelo? Pois, então, coloque sua barba de molho.
Pois bem, os próximos agraciados neste Ano da Misericórdia devem ser Dom Tomé Ferreira da Silva e Dom Aldo Di Cillo Pagotto, bispo e arcebispo, respectivamente, de São José do Rio Preto e da Paraíba.
Os erros e desvios de que são acusados podem ser, e às vezes são, reais. A investigação sobre Dom Aldo, a exemplo da visitação desencadeada sobre os Franciscanos da Imaculada, teve seu ponta-pé inicial ainda sob Bento XVI, com o conservador Cardeal Piacenza, então Prefeito da Congregação para o Clero. O visitador da Arquidiocese da Paraíba foi ninguém menos que o também conservador Dom Fernando Guimarães, ordinário dos militares no Brasil.
Os bons não são imunes ao erro, nem impecáveis, e não devem, portanto, estar acima da lei.
O que é questionável é o fato de, nos tempos da misericórdia de Francisco, a lei ser aplicada exclusivamente sobre alguns. E, quase sempre, aplicação movida por questões políticas, como demonstra claramente a matéria abaixo:
paraiba
Em suma: “divisão na Igreja” causada pela “postura do arcebispo”; o clero descontente tem “saudade dos antecessores” — ninguém menos que os ultra-progressistas da Teologia da Libertação; um dos gravíssimos pecados de Dom Aldo é formar rapazes conservadores, que só pensam em liturgia…
Dentre outros erros imperdoáveis, Dom Aldo também falou abertamente contra o PT, por ocasião das eleições de 2010, e recentemente suspendeu um padre de seu clero deputado por esse partido. Para piorar, ousou redigir um opúsculo questionando a tese Kasper, aquele que, segundo Francisco, faz teologia de joelhos e mereceu por ele ser elogiado publicamente mais de uma vez.
Enfim, para defenestrar seus inimigos, os progressistas não abrem mão dos métodos mais sórdidos, o que não é novo. Acusam, inclusive, de pecados contra o sexto mandamento — aquele pecado que o Papa desculpou publicamente no vôo em que proferiu a frase mais célebre de seu pontificado, justificando a manutenção em seu posto de um de seus colaboradores mais próximos.
A novidade consiste em que, agora, em Roma, os modernistas têm quem dispense a seus desafetos o golpe final de misericórdia: a renúncia ou a destituição.

Pontifical en Oklahoma. Pontifical en Minnesota. 402 Cardenales y Obispos han oficiado o asistido a actos litúrgicos con la Forma Extraordinaria del Rito Romano, tras la entrada en vigor del motu proprio Summorum Pontificum.

Pontifical en Oklahoma

Consagración de un altar y celebración de la Santa Misa Pontifical, con la forma extraordinaria del Rito Romano, por Monseñor Edward Slattery, Obispo de Tulsa, Oklahoma, Estados Unidos, el pasado 1 de julio, fiesta de la Preciosísima Sangre. Apostolado de la Fraternidad Sacerdotal de San Pedro.

 



Forma Extraordinaria en Chile

Santa Misa con el Misal de San Juan XXIII celebrada en el Santuario de Nuestra Señora Purísma de Lo Vásquez, Chile.




Obispo Auxiliar de Kalisz con la Liturgia tradicional

Nuestros amigos de Polonia nos informan que Monseñor Łukasz Mirosław Buzun, Obispo titular de Chusira y Auxiliar de Kalisz, en Polonia, confirió el sacramento de la Confirmación, con la forma extraordinaria del Rito Romano, el pasado 28 de junio.


Con Monseñor Buzun se alcanza la importante cifra de 402 obispos que han participado en ceremonias litúrgicas con la forma extraordinaria del Rito Romano desde la entrada en vigor del motu propio Summorum Pontificum del Santo Padre Benedicto XVI.



402 Cardenales y Obispos

Relación de Cardenales y Obispos que han oficiado o asistido a actos litúrgicos con la Forma Extraordinaria del Rito Romano, tras la entrada en vigor del motu proprio Summorum Pontificum.

ALEMANIA: Cardenal Brandmüller (Presidente Emérito del Pontificio Consejo de Ciencias Históricas). Obispos Ackermann (Obispo de Tréveris), Dick (Obispo Auxiliar Emérito de Colonia), Hanke (Obispo de Eichsttät), Ipolt (Obispo de Görlitz), König (Obispo Auxiliar de Paderborn), Mixa (Obispo de Augsburgo), Ostermann (Obispo Auxiliar Emérito de Münster), Overbeck (Obispo de Essen), Zdarsa (Obispo de Augsburgo), y Ziegelbauer (Obispo Auxiliar de Augsburgo) .

ARGENTINA: Obispos Baseotto (Obispo Emérito Castrense de Argentina), Fenoy (Obispo de San Miguel), Laise (Obispo Emérito de San Luis), y Sánchez Sorondo (Canciller de la Pontificia Academia de Ciencias). 

AUSTRALIA: Cardenal Pell (Arzobispo de Sidney). Arzobispos Coleridge (Arzobispo de Brisbane), Hart (Arzobispo de Melbourne), Hickey (Arzobispo de Perth) y Wilson (Arzobispo de Adelaide). Obispos Elliot (Obispo Auxiliar de Melbourne), Grech (Obispo de Sandhurst, +2010), Jarret (Obispo de Lismore), Long (Obispo Auxiliar de Melbourne), Mathys (Obispo de Armidale), Porteus (Obispo Auxiliar de Sidney), Prowse (Obispo de Sale), y Tomlinson (Obispo de Sandhurst).

AUSTRIA: Cardenal Stickler (Archivero Emérito de la Santa Sede, +2007). Obispos Fischer (Obispo Emérito de Feldkirch) y Laun (Obispo Auxiliar de Salzsburgo).

BÉLGICA: Arzobispo Leonard (Arzobispo de Bruselas y Primado de Bélgica). Obispos Delville (Obispo de Lieja) y Harpigny (Obispo de Tournai).

BENIN: Obispo N´Koue (Obispo de Parakou).

BRASIL: Arzobispos Pena (Arzobispo de Niterói, Emérito en 2011), Rezende Dias (Arzobispo de Niterói), Taveira Correa (Arzobispo de Belem do Pará) y Tempesta (Arzobispo de Río de Janeiro, creado cardenal en 2014). Obispos Areas Rifán (Obispo titular de Cedamusa, y administrador de la Administración Apostólica San Juan Marían Vianney), Beloto (Obispo de Franca), Bergamin (Obispo de Nova Iguaçu), Canindé Palhano (Obispo de Senhor do Bomfim), Cordeiro de Lima (Obispo Auxiliar de Fortaleza), Costa Souza (Obispo Auxiliar de Sâo Sebastiâo do Rio de Janeiro), Da Silva (Obispo Auxiliar Emérito de Fortaleza), Da Silva Brito (Obispo Auxiliar de Río de Janeiro), Ferrería Paz (Obispo de Campos dos Goytacazes), De Castro Homem (Obispo Auxiliar de Río de Janeiro), Fontes de Matos (Obispo de Palmira dos Indios), Gomez Guimarâes (Obispo Emérito de Campos dos Goytacazes), Gonçalvez de Almeida (Obispo Auxiliar de Brasilia), Gouvêa Matosso (Obispo de Nova Friburgo), Marchiori (Obispo de Apucarana), Monteiro Guimarâes (Obispo de Garanhuns, nombrado Arzobispo del Ordinariato Militar de Brasil en 2014), Lopes de Faria (Obispo Emérito de Diamantina,+2009), Paixao (Obispo Auxiliar de Salvador-Bahía), Pestana Filho (Obispo Emérito de Anápolis,+2011), Romer (Obispo Auxiliar Emérito de Río de Janeiro), Rossi Keller (Obispo de Frederico Westphalen), Silva Matthes (Obispo Emérito de Franca), Sivieri (Obispo de Propriá-Sergipe), Soares da Costa (Obispo Auxiliar de Aracaju), Stringhini (Obispo de Franca, hoy Obispo de Mogi das Cruzes), Ubiratan Lopez (Obispo de Itaguaí).

CANADÁ: Cardenales Collins (Arzobispo de Toronto), Lacroix (Arzobispo de Quebec y Primado de Canadá) y Ouellet (Prefecto de la Congregación para los Obispos). Arzobispos Roussin (Arzobispo de Vancouver, Emérito en 2009), Miller (Arzobispo de Vancouver), Prendergast (Arzobispo de Ottawa). Obispos Blais (Obispo Auxiliar de Quebec), Boisonneau (Obispo Auxiliar de Toronto), Daniels (Obispo de Grand Falls), Fabbro (Obispo de London, Ontario), LaRocque (Obispo Emérito de Alexandria-Cornwall, Ontario), Lemay (Obispo Auxiliar de Quebec), y McGrattan (Obispo Auxiliar de Toronto, hoy Obispo de Peterborough).

CHILE: Cardenal Medina Estévez (Prefecto Emérito del Culto Divino). Arzobispos Piñera Carvallo (Arzobispo Emérito de La Serena) y Rebolledo Salinas (Arzobispo de La Serena). Obispos Duarte García de Cortázar (Obispo de Valparaíso), Gleisner Wobbe (Obispo Auxiliar de La Serena), González Errázuriz (Obispo de San Bernardo) y Vega Velasco (Obispo Prelado de Illapel).

CHINA: Cardenal Tong Hon (Obispo de Hong-Kong), Cardenal Zen (Obispo Emérito de Hong-Kong).

COLOMBIA: Cardenal Castrillón Hoyos (Presidente Emérito de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei). Obispos Henao del Río (Obispo titular de Casae Medianae y Vicario Episcopal de Mitú), López Hurtado (Obispo de Girardot), y Ramírez Gómez (Obispo Emérito de Garzón, Presidente del Tribunal Eclesiástico).

CROACIA: Obispo Pozaic (Obispo Auxiliar de Zagreb).

DINAMARCA: Obispo Kozon (Obispo de Copenhagen).

ECUADOR: Obispo Castillo Pino (Obispo Auxiliar de Portoviejo).

ESLOVAQUIA: Arzobispo Bezák (Arzobispo de Trnava).

ESLOVENIA: Cardenal Rodé (Prefecto para la Vida Consagrada).

ESPAÑA: Cardenales Cañizares Llovera (Prefecto para el Culto Divino), Martínez Sistach (Arzobispo de Barcelona), Herranz Casado (Presidente Emérito del Consejo de Textos Legislativos), y Navarrete Cortés (Rector Emérito de la Universidad Gregoriana, +2010). Arzobispos Asenjo Pelegrina (Arzobispo de Sevilla), Rodríguez Plaza (Arzobispo de Toledo y Primado de España), y Ureña Pastor (Arzobispo de Zaragoza, emérito en 2014). Obispos: Arrieta Ochoa de Chinchetru (Secretario del Pontificio Consejo de Textos Legislativos), Cases Andreu (Obispo de Canarias), Fernández González (Obispo de Córdoba), Iceta Gavicagogeascoa (Obispo de Bilbao), Martínez Camino (Obispo Auxiliar de Madrid y Secretario de la Conferencia Episcopal Española), y Yanguas Sanz (Obispo de Cuenca).

ESTADOS UNIDOS: Cardenales Baum (Penitenciario Mayor Emérito, +2015), Burke (Patrono de la Orden de Malta), DiNardo (Arzobispo de Galveston-Houston), Egan (Arzobipo Emérito de Nueva York, +2015), Foley (Gran Maestre de la Orden del Santo Sepulcro, +2011), George (Arzobispo de Chicago, +2015), Levada (Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, Emérito en 2012), O' Malley (Arzobispo de Boston) y Wuerl (Arzobispo de Washington). Arzobispos Apuron (Arzobispo de Agaña), Aquila (Arzobispo de Denver), Brown (Arzobispo titular de Aquileia y Nuncio de Su Santidad en Irlanda), Brunett (Arzobispo de Seattle, Emérito en 2010), Carlson (Arzobispo de Saint Louis), Coakley (Arzobispo de Oklahoma), Curtiss (Arzobispo Emérito de Omaha), Di Noia (Vicepresidente de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei), Gullickson (Arzobispo titular de Polymartium y Nuncio de Su Santidad en Ucrania), Hugues (Arzobispo Emérito de Nueva Orleans), Kurtz (Arzobispo de Louisville), Lucas (Arzobispo de Omaha), Myers (Arzobispo de Newark), Nienstedt (Arzobispo de Sain Paul y Minneapolis), Pilarczyk (Arzobispo Emérito de Cicinnati), Sartain (Arzobispo de Seattle), Sheehan (Arzobispo de Santa Fe), Tobin (Arzobispo de Indianápolis), Vigneron (Arzobispo de Detroit) y Wenski (Arzobispo de Miami). Obispos Backer (Obispo de Birmingham), Bambera (Obispo de Scranton), Barber (Obispo de Oakland), Barres (Obispo de Allentown), Bevard (Obispo de Saint Thomas), Blair (Obispo de Toledo, Ohio), Boyea (Obispo de Lansing),  Bruskewitz (Obispo de Lincoln, hoy emérito), Burbidge (Obispo de Raleigh), Caggiano (Obispo de Bridgeport), Callahan (Obispo de LaCrosse), Conley (Obispo Auxiliar de Denver, hoy Obispo de Lincoln), Conlon (Obispo de Jolliet), Cordileone (Obispo de Oakland; nombrado Arzobispo de San Francisco en 2012), Cotta (Obispo Auxiliar de Sacramento), Cozzens (Obispo Auxiliar de Minneapolis), Cummins (Obispo Emérito de Oakland), D´Arcy (Obispo de Fort Wayne-South Bend), Dewane (Obispo de Venice), Di Lorenzo (Obispo de Richmond), DiMarzio (Obispo de Brooklynn), Doran (Obispo de Rockford, Emérito en 2012), Elizondo (Obispo Auxiliar de Seattle), Etienne (Obispo de Cheyenne), Farrell (Obispo de Dallas), Finn (Obispo de Kansas City, Emérito en 2015), Foley (Obispo Emérito de Birmingham), Foys (Obispo de Covington), Gainer (Obispo de Harrisburg), García (Obispo de Monterey), Gelineau (Obispo Emérito de Providence), Gruss (Obispo de Rapid City), Hanchon (Obispo Auxiliar de Detroit), Hermann (Obispo Auxiliar de Saint Louis), Hying (Obispo Auxiliar de Milwaukee), Hurley (Obispo de Grand Rapids), Jugis (Obispo de Charlotte), Keleher (Obispo Emérito de Kansas City), Kicanas (Obispo de Tucson), Libasci (Obispo de Manchester), Loverde (Obispo de Arlington), Madera Uribe (Obispo Emérito de Fresno), Matano (Obispo de Burlington, en 2014 Obispo de Rochester), McFadden (Obispo de Harrisburg, +2013), McManus (Obispo de Worcester), Morlino (Obispo de Madison), Mulvee (Obispo Emérito de Providence), Murphy (Obispo de Rockville Centre), Nevares (Obispo Auxiliar de Phoenix), O´Connell (Obispo de Trenton), O´Hara (Obispo Auxiliar de Nueva York), Olmsted (Obispo de Phoenix), Paprocki (Obispo de Springfield, Illinois), Parkes (Obispo de Pensacola-Tallahassee), Perry (Obispo Auxiliar de Chicago), Provost (Obispo de Lake Charles), Reiss (Obispo Auxiliar de Detroit), Rhoades (Obispo de Harrisburg, hoy de Fort Wayne-South Bend), Rice (Obispo Auxiliar de Saint Louis), Ricken (Obispo de Green Bay), Sample (Obispo de Marquette, hoy Obispo de Portland), Scharfenberger (Obispo de Albany), Serratelli (Obispo de Paterson), Silva (Obispo de Honolulu), Slattery (Obispo de Tulsa), Sullivan (Obispo de Candem), Swain (Obispo de Sioux Falls), Timlin (Obispo Emérito de Scranton), Tobin (Obispo de Providence), Waltersheid (Obispo Auxiliar de Pittsburg), y Van Johnston (Obispo de Springfield, Missouri).

FILIPINAS: Arzobispos Argüelles (Arzobispo de Lipa), Lagdameo (Arzobispo de Jaro), y Palma (Arzobispo de Cebú). Obispos Escaler (Obispo Emérito de Ipil), De Gregorio (Administrador de la Prelatura de Batanes), Hobayan (Obispo Emérito de Cazarman), Tobias (Obispo de Novaliches), y Vergara (Obispo de Pasig).

FRANCIA: Cardenales Barbarin (Arzobispo de Lyon), Ricard (Arzobispo de Burdeos), y Ving-Trois (Arzobispo de París y Presidente de la Conferencia Episcopal Francesa). Arzobispos Aubertin (Arzobispo de Tours), Bacqué (Nuncio en Holanda), Carré (Arzobispo de Montpellier), Cattenoz (Arzobispo de Avignon), D´Ornellas (Arzobispo de Rennes), Le Gall (Arzobispo de Toulouse), Madec (Arzobispo Emérito de Toulon), Maillard (Arzobispo de Bourges), Thomazeau (Arzobispo de Montpellier, emérito en 2011) y Wintzer (Arzobispo de Poitiers). Obispos Aillet (Obispo de Bayona), Aumonier (Obispo de Versalles), Bagnard (Obispo de Belley-Ars), Batut (Obispo Auxiliar de Lyon), Beau (Obispo auxiliar de París), Benoît-Gonnin (Obispo de Beavois, Noyon y Senlis), Blacquart (Obispo de Orleans), Boivineau (Obispo de Annecy), Bonfils (Obispo Emérito de Niza y Administrador Apostólico de Ajaccio), Brouwet (Obispo Auxiliar de Nanterre, nombrado Obispo de Tarbes-Lourdes en 2012), Castet (Obispo de Luçon), Centène (Obispo de Vannes), De Berranger (Obispo Emérito de Saint-Denis), De Dinechin (Obispo Auxiliar de París), De Germay (Obispo de Ajaccio), De Kerimel (Obispo de Grenoble), De Moulins-Beaufort (Obispo Auxiliar de París), Delmas (Obispo de Angers), Dubost (Obispo de Evry), Dufour (Obispo de Limoges), Fikart (Obispo Auxiliar Emérito de París), Fort (Obispo de Orleans), Gaschignard (Obispo de Aire y Dax), Ginoux (Obispo de Montauban), Fréchard (Obispo Emérito de Auch), Gaidon (Obispo Emérito de Cahors, +2011), Guillaume (Obispo Emérito de Saint-Dié),Herbreteau (Obispo de Agen), Kalist (Obispo de Limoges), Kratz (Obispo Auxiliar de Estrasburgo), Le Bègue de Germiny (Obispo de Blois), Lebrun (Obispo de Saint-Etienne), Mathieu (Obispo de Saint-Dié), Nahmias (Obispo de Meaux), Pansard (Obispo de Chartres), Rey (Obispo de Frejus-Toulon), Riocreux (Obispo de Pontoise), Roland (Obispo de Moulins), Scherrer (Obispo de Laval), y Séguy (Obispo Emérito de Autun).

GABÓN: Arzobispo Mvé Engone (Arzobispo de Libreville). Obispo Madega Lebouankenham (Obispo de Mouila).

GUINEA ECUATORIAL: Obispo Nsué Edjang (Obispo de Ebebiyin). 

HAITÍ: Arzobispo Gayot (Arzobispo Emérito de Cap-Haitien, +2010).

HUNGRÍA: Obispos Farhat (Nuncio en Austria), y Lajos Varga (Obispo titular de Sicca Veneria y Auxiliar de Vác).

ITALIA: Cardenales Antonelli (Arzobispo de Florencia, emérito en 2008), Bagnasco (Arzobispo de Génova), Bartolucci (Maestro de Capilla Emérito de la Capilla Sixtina, +2013), Betori (Arzobispo de Florencia), Caffarra (Arzobispo de Bolonia), De Magistris (Penitenciario Mayor Emérito), De Paolis (Prefecto Emérito de Asuntos Económicos), Piovanelli (Arzobispo Emérito de Florencia), Poggi (Bibliotecario Emérito de la Santa Sede, +2010), Scola (Arzobispo de Venecia). Arzobispos Accerbi (Prelado de la Orden de Malta, emérito en 2015), Appignanesi (Arzobispo Emérito de Potenza), Bassetti (Arzobispo de Perugia, creado cardenal en 2014), Berloco (Nuncio Apostólico de Su Santidad en Bélgica), Boccardo (Arzobispo de Spoleto-Norcia), Brugnaro (Arzobispo de Camerino-San Severino), Crepaldi (Arzobispo de Trieste), Fisichella (Arzobispo titular de Vicohabentia y Presidente del Consejo Pontificio de Promoción de la Nueva Evangelización), Molinari (Arzobispo de L´Aquila), Miglio (Arzobispo de Cagliari), Negri (Arzobispo de Ferrara), Pozzo (Secretario de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei y Arzobispo titular de Bagnoregio) y Tiddia (Arzobispo Emérito de Oristano). Obispos Ambrosio (Obispo de Piacenza), Cancian (Obispo de Città di Castello), Cerrato (Obispo de Ivrea), Giovanetti (Obispo de Fiesole, emérito en 2010), Giusti (Obispo de Livorno), Lambiasi (Obispo de Rimini), Mistrorigo (Obispo Emérito de Treviso), Oliveri (Obispo de Albenga-Imperia), Piseddu (Obispo Emérito de Lanusei), Pizziol (Obispo de Vicenza), Rabitti (Obispo de Ferrara), Raspanti (Obispo de Acireale), Ravignani (Obispo Emérito de Trieste), Reali (Obispo de Porto-Santa Rufina), Scanavino (Obispo de Orvieto), Sciacca (Secretario del Gobierno del Estado Vaticano, ahora Secretario adjunto de la Signatura Apostólica), Sigismondi (Obispo de Foligno), Silvani (Obispo de Volterra), Suetta (Obispo de Ventimiglia-San Remo), Tardelli (Obispo de San Miniato), Zenti (Obispo de Verona) y Zuppi (Obispo Auxiliar de Roma).

IRLANDA: Arzobispo Martin (Arzobispo de Dublin). Obispos Magee (Obispo de Cobh), y Moriarty (Obispo Emérito de Kildare y Leighlin).

KAZAJSTAN: Obispo Schneider (Obispo Auxiliar de Astana).

LIECHTENSTEIN: Arzobispo Haas (Arzobispo de Vaduz).

LITUANIA: Obispo Bartulis (Obispo de Siauliai).

MÉXICO: Cardenal Sandoval Íñiguez (Arzobispo Emérito de Guadalajara). Arzobispo Suárez Inda (Arzobispo de Morelia). Obispos González González (Obispo Auxiliar de Guadalajara), Gutiérrez Valencia (Obispo Auxiliar de Guadalajara) y Ortega Franco (Obispo Auxiliar de México).

MONACO: Arzobispo Barsi (Arzobispo de Mónaco).

NIGERIA: Cardenal Arinze (Prefecto Emérito de la Congregación para el Culto Divino). Obispos Ochiagha (Obispo Emérito de Orlu), y Tochukwu Ukwuoma (Obispo de Orlu).

NUEVA ZELANDA: Obispo Meeking (Obispo Emérito de Christchurch).

PAÍSES BAJOS: Obispo Punt (Obispo de Haarlem-Amsterdam), y Van Burgsteden (Obispo Emérito de Haarlem-Amsterdam). 

PARAGUAY: Obispo Livieres (Obispo Emérito de Ciudad del Este).

POLONIA: Cardenales Dziwisz (Arzobispo de Cracovia) y Nycz (Arzobispo de Varsovia). Arzobispos Golebiewski (Arzobispo de Wroclaw, Emérito en 2013), y Zycinski (Arzobispo de Lublin, + 2011). Obispos Balcerek (Obispo Auxiliar de Pozna), Buzun (Obispo Auxiliar de Kalisz), Cieslik (Obispo Auxiliar de Koszalin-Kolobrzeg), Czaja (Obispo de Opole), Depo (Obispo de Zamosc-Lubaczow, desde 2012 Arzobispo de Czestochowa), Dziuba (Obispo de Lowicz), Gorny (Obispo de Rzeszów, Emérito en 2013), Malysiak (Obispo Auxiliar Emérito de Cracovia), Mizinski (Obispo Auxiliar de Lublin), Pieronek (Obispo Auxiliar Emérito de Sosnowieck), Rys (Obispo Auxiliar de Cracovia), Stobrawa (Obispo Auxiliar de Opole),  Szkodon (Obispo Auxiliar de Cracovia) y Watroba (Obispo de Rzeszów).

PORTUGAL: Obispo De Faria (Obispo Emérito de Funchal).

PUERTO RICO: Obispos Corrada del Rio (Obispo de Mayagüez), y Torres Oliveira (Obispo Emérito de Ponce, +2012).

REINO UNIDO: Cardenal O´Brien (Arzobispo de Edimburgo y Primado de Escocia, emérito en 2013). Arzobispos Conti (Arzobispo de Glasgow), Longley (Arzobispo de Birmingham), McDonald (Arzobispo Emérito de Southwark) y Stack (Arzobispo de Cardiff). Obispos Arnold (Obispo de Salford), Brain (Obispo de Salford, Emérito en 2014), Brainey (Obispo de Middlesbrough), Campbell (Obispo de Lancaster), Cunnigham (Obispo de Hexham y Newcastle), Davies (Obispo de Shewsbury), Doyle (Obispo de Northampton), Drainey (Obispo de Middlesbrough), Egan (Obispo de Portsmouth), Gilbert (Obispo de Aberdeen), Hopes (Obispo de East Anglia), Jabalé (Obispo Emérito de Menevia), Kenney (Obispo Auxiliar de Birmingham), McGough (Obispo Auxiliar de Birmingham), McMahon (Obispo de Nottigham, hoy Arzobispo de Liverpool), Moran (Obispo de Aberdeen), Pargeter (Obispo Auxiliar Emérito de Birmingham), Robson (Obispo de Dunkeld), Sherrington (Obispo Auxiliar de Westminster, Londres), y Williams (Obispo Auxiliar de Liverpool).

REPÚBLICA CHECA: Obispo Baxant (Obispo de Litomerice).

RUSIA: Arzobispo Pezzi (Arzobispo de la archidiócesis de María Madre de Dios).

SINGAPUR: Arzobispo Goh Seng Chye (Arzobispo de Singapur).

SRI LANKA: Cardenal Ranjith (Arzobispo de Colombo).

SUIZA: Obispos De Raemy (Obispo Auxiliar de Lausana), Farine (Obispo Auxiliar de Lausana), Genoud (Obispo de Lausana y Friburgo, +2010), Huonder (Obispo de Chur), y Perisset (Nuncio en Alemania). 

TAIWAN: Obispo Liu Tan-Kuei (Obispo Emérito de Hsinchu). 

+ los obispos de la FSSPX: De Galarreta, Fellay y Tisier de Mallerais (se incluyen porque están expresamente reconocidos como obispos en el decreto de levantamiento de las excomuniones de la Congregación de Obispos de 21 de enero de 2009).

En el actual Pontificado

Los siguientes prelados han presidido actos litúrgicos con la forma extraordinaria del Rito Romano, durante el pontificado de Su Santidad el Papa Francisco:

- Cardenal Barbarin, de Francia.
- Cardenal Bartolucci, de Italia (+ 2013).
- Cardenal Betori, de Italia.
- Cardenal Brandmüller, de Alemania.
- Cardenal Burke, de Estados Unidos.
- Cardenal Castrillón Hoyos, de Colombia.
- Cardenal Collins, de Canadá.
- Cardenal De Paolis, de Italia.
- Cardenal DiNardo, de Estados Unidos.
- Cardenal Lacroix, Primado de Canadá.
- Cardenal Levada, de Estados Unidos.
- Cardenal Ouellet, de Canadá.
- Cardenal Pell, de Australia.
- Cardenal Ricard, de Francia.
- Cardenal Sandoval, de México.
- Cardenal Zen, de Hong-Kong.
- Arzobispo titular de Bagnoregio y Secretario de Ecclesia Dei (Monseñor Pozzo).
- Arzobispo de Brisbane (Monseñor Coleridge).
- Arzobispo de Cardiff (Monseñor Stack).
- Arzobispo de Denver (Monseñor Aquila).
- Arzobispo de Ferrara (Monseñor Negri).
- Arzobispo titular de Gradisca y Nuncio emérito (Monseñor Bacqué).
- Arzobispo de Indianápolis (Monseñor J.V. Tobin).
- Arzobispo de La Serena (Monseñor Rebolledo Salinas).
- Arzobispo de Libreville (Monseñor Mve Engone).
- Arzobispo de Lipa (Monseñor Argüelles).
- Arzobispo de Louisville (Monseñor Kurtz).
- Arzobispo de Malinas-Bruselas (Monseñor Leonard).
- Arzobispo de Montpellier (Monseñor Carré).
- Arzobispo de Morelia (Monseñor Suárez Inda).
- Arzobispo Latino de Moscú (Monseñor Pezzi).
- Arzobispo de Nottingham (Monseñor Mc-Mahon).
- Arzobispo de Oklahoma (Monseñor Coackley).
- Arzobispo de Omaha (Monseñor Lucas).
- Arzobispo de Ottawa (Monseñor Prendergast).
- Arzobispo de Poitiers (Monseñor Wintzer).
- Arzobispo de Portland (Monseñor Sample).
- Arzobispo de Saint Louis (Monseñor Carlson).
- Arzobispo de San Francisco (Monseñor Cordileone).
- Arzobispo de Santa Fe (Monseñor Sheehan).
- Arzobispo de Sevilla (Monseñor Asenjo Pelegrina).
- Arzobispo de Singapur (Monseñor Goh Seng Chye).
- Arzobispo de Tours (Monseñor Aubertin).
- Arzobispo de Trieste (Monseñor Crepaldi).
- Arzobispo de Vaduz (Monseñor Haas).
- Arzobispo de Vancouver (Monseñor Miller).
- Nuncio de Su Santidad en Irlanda (Monseñor Brown).
- Nuncio de Su Santidad en Holanda (Monseñor Bacqué).
- Nuncio de Su Santidad en Ucrania (Monseñor Gullickson).
- Arzobispo Emérito de Omaha (Monseñor Curtiss).
- Arzobispo Emérito de Wroclaw (Monseñor Gołębiewski).
- Obispo de Aire y Dax (Monseñor Gaschignard).
- Obispo de Agen (Monseñor Herbreteau).
- Obispo de Ajaccio (Monseñor De Germay).
- Obispo de Albany (Monseñor Scharfenberger).
- Obispo de Arlington (Monseñor Loverde).
- Obispo de Augsburgo (Monseñor Zdarsa).
- Obispo de Bayona (Monseñor Aillet).
- Obispo de Beauvois, Noyon y Senlis (Monseñor Benoît-Gonnin).
- Obispo de Bridgeport (Monseñor Caggiano). 
- Obispo de Brisbane (Monseñor Coleridge).
- Obispo de Brooklyn (Monseñor Di Marzio).
- Obispo de Camden (Monseñor Sullivan).
- Obispo de Charlotte (Monseñor Jugis).
- Obispo de Chartres (Monseñor Pansard).
- Obispo de Chur (Monseñor Huonder).
- Obispo de Ciudad del Este (Monseñor Livieres).
- Obispo de Covington (Monseñor Foys).
- Obispo de Dunkeld (Monseñor Robson).
- Obispo de East Anglia (Monseñor Hopes).
- Obispo de Frejus-Toulon (Monseñor Rey).
- Obispo de Görlitz (Monseñor Ipolt).
- Obispo de Harrisburg (Monseñor Gainer).
- Obispo Prelado de Illapel (Monseñor Vega Velasco).
- Obispo de Kansas-City (Monseñor Finn).
- Obispo de Lake-Charles y Louisiana (Monseñor Provost).
- Obispo de Lancaster (Monsepor Campbell).
- Obispo de Lieja (Monseñor Delville).
- Obispo de Limoges (Monseñor Kalist).
- Obispo de Lincoln (Monseñor Conley).
- Obispo de Lismore (Monseñor Jarrett).
- Obispo de London, Ontario (Monseñor Fabbro).
- Obispo de Lowicz (Monseñor Dziuba).
- Obispo de Luçon (Monseñor Castet).
- Obispo de Madison (Monseñor Morlino).
- Obispo de Manchester, NH (Monseñor Libasci).
- Obispo de Montauban (Monseñor Ginoux).
- Obispo de Monterey (Monseñor García).
- Obispo de Mouila (Monseñor Madega).
- Obispo de Nebraska (Monseñor Collin).
- Obispo de Oakland (Monseñor Barber).
- Obispo de Patterson (Monseñor Serratelli).
- Obispo de Pensacola-Tallahassee (Monseñor Parkes).
- Obispo de Phoenix (Monseñor Olmsted).
- Obispo de Portsmouth (Monseñor Egan).
- Obispo de Rapid City (Monseñor Gruss).
- Obispo de  Rzeszów (Monseñor Wątroba).
- Obispo de Saint Etienne (Monseñor Lebrun). 
- Obispo de Salford (Monseñor Arnold).
- Obispo-Admón. San Juan María Vianney (Monseñor Áreas Rifán).
- Obispo de San Miniato (Monseñor Tardelli).
- Obispo de Shrewsbury (Monseñor Davies).
- Obispo de Siauliai (Monseñor Bartulis).
- Obispo de Sioux Falls (Monseñor Swain).
- Obispo de Springfield (Monseñor Paprocki).
- Obispo de Tarbes-Lourdes (Monseñor Brouwet).
- Obispo de Tulsa (Monseñor Slattery).
- Obispo de Ventimiglia-San Remo (Monseñor Suetta).
- Obispo de Verona (Monseñor Zenti).
- Obispo de Versalles (Monseñor Aumonier).
- Obispo de Volterra (Monseñor Silvani).
- Obispo de la Admón. Apostólica San Juan María Vianney (Monseñor Areas Rifán).
- Obispo Auxiliar de Astana (Monseñor Schneider).
- Obispo Auxiliar de Brasilia (Monseñor Gonçalves de Almeida).
- Obispo Auxiliar de Chicago (Monseñor Perry).
- Obispo Auxiliar de Detroit (Monseñor Reiss).
- Obispo Auxiliar de Detroit (Monseñor Hanchon).
- Obispo Auxiliar de Fortaleza (Monseñor Cordeiro de Lima).
- Obispo Auxiliar de Guadalajara (Monseñor Gutiérrez Valencia).
- Obispo Auxiliar de Guadalajara (Monseñor González González).
- Obispo Auxiliar de Kalisz (Monseñor Buzun).
- Obispo Auxiliar de Koszalin-Kołobrzeg (Monseñor Cieślik).
- Obispo Auxiliar de La Serena (Monseñor Gleisner Wobbe).
- Obispo Auxiliar de Madrid (Monseñor Martínez Camino).
- Obispo Auxiliar de Melbourne (Monseñor Elliot).
- Obispo Auxiliar de México (Monseñor Ortega Franco).
- Obispo Auxiliar de Minneapolis (Monseñor Cozzens).
- Obispo Auxiliar de Nueva York (Monseñor O´Hara).
- Obispo Auxiliar de París (Monseñor Beau).
- Obispo Auxiliar de París (Monseñor De Moulins-Beaufort).
- Obispo Auxiliar de Phoenix (Monseñor Nevares).
- Obispo Auxiliar de Portoviejo (Monseñor Castillo Pino).
- Obispo Auxiliar de Río de Janeiro (Monseñor Costa Souza).
- Obispo Auxiliar de Roma (Monseñor Zuppi).
- Obispo Auxiliar de Sacramento (Monseñor Cotta).
- Obispo Auxiliar de Saint Paul y Minneapolis (Monseñor Cozzens).
- Obispo Auxiliar de Seattle (Monseñor Elizondo).
- Obispo Auxiliar de Vác (Monseñor Lajos Varga).
- Obispo Auxiliar de Westminster (Monseñor Arnold).
- Obispo Titular de Fundi y Oficial de la Signatura A. (Monseñor Sciacca).
- Obispo Emérito de Autun (Monseñor Seguy).
- Obispo Emérito Castrense de Argentina (Monseñor Baseotto).
- Obispo Emérito de Christchurch (Monseñor Meeking).
- Obispo Emérito de Colonia (Monseñor Dick).
- Obispo Emérito de Feldkirch (Monseñor Fischer).
- Obispo Emérito de Fiesole (Monseñor Giovannetti).
- Obispo Emérito de Funchal (Monseñor de Faria).
- Obispo Emérito de Hsinchu (Monseñor Liu Tan-Kuei).
- Obispo Emérito de Lincoln (Monseñor Bruskewitz).
- Obispo Emérito de Menevia (Monseñor Jabalé).
- Obispo Emérito de Oakland (Monseñor Cummins).
- Obispo Emérito de Providence (Monseñor Gelineau).
- Obispo Emérito de Providence (Monseñor Mulvee).
- Obispo Emérito de Saint-Denis (Monseñor De Berranger).
- Obispo Emérito de San Luis (Monseñor Laise).
- Obispo Emérito de Scranton (Monseñor Timlin).
- Obispo Auxiliar Emérito de Fortaleza (Monseñor DaSilva).

Pontifical en Minnesota

El pasado 15 de agosto, fiesta de la Asunción de la Santísima Virgen, Monseñor Andrew Cozzens, Obispo Auxiliar de Minneapolis, celebró Santa Misa Pontifical con la forma extraordinaria del Rito Romano, en la iglesia de Todos los Santos, Minneapolis, Minnesota, Estados Unidos. La iglesia es una parroquia dedicada a la Liturgia tradicional, a cargo de la Fraternidad Sacerdotal de San Pedro. A la Misa referida asistió el superior de la fraternidad, reverendo John Berg.