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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Bem Aventurado João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média

Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um

Primeiro mito:
Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia. Veja a refutação.

Segundo mito:
Na Idade Média o regime era de opressão. Veja a refutação.

Terceiro mito:
A Igreja é o ópio do povo. Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação.

Quarto mito:
Na Idade Média havia regime de escravidão. Veja a refutação.

Quinto mito:
A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu. Veja a refutação.

Sexto mito:
Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação.

Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados

Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava  os Estados
“Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados.

“Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil.

Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados.

“Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios.

“Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer”.

(Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, "Bonne Presse", Paris, vol. II, p. 39).

João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média

João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média
“Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos”

(Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985)

São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã

São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais  cristã
“A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”.

Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745.

Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora

Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a  Nossa Senhora
“A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras...

“Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas; atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana.

“Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar.

“Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão.

“Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.”

Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957

São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã

São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização  Cristã
“Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”.

Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612.

Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social

Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição  social
Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos; reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações.

“Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele.

“Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana; o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações; em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar.

“Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”.

Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900.

Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente

Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média  ruiu definitivamente
“A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra.

“A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica.

“Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”.

“O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2.

O mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica

O mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à  crítica
“A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a "barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo."

“Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a "Era das Trevas" como um fato histórico.

“Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição.

“Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de "Era das Trevas" como sendo um mito.”

(Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005).

Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria

Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria
A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74).

A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73).

Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior.

A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média.

Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado.

No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie"

No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade  Média tempo de ignorância e barbárie"
“No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”.

“Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal.

“Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante.

“Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...”

(Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo).

De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média

De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra”  sobre a Idade Média
A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa "noite", tenebroso parênteses entre a "luz" do mundo pagão e o "renascimento" da idade moderna; tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII.

Desta forma, como observa Eugénio Garin, "O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo".

Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo.

“A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”.

“O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2.

Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas

Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os  Papas
Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que "o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado".

O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina "Direito novo".

Trata-se de um "inimigo" declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos:

“Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé; a liberdade sem a autoridade; às vezes a autoridade sem a liberdade. É um "inimigo" que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto; e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.)

A França medieval, a anti-França da Revolução de 1789 e a França do porvir


Não foi por acaso que S.S. Pio XI afirmou que a França merece ser chamada “Reino de Maria”.

Mas também não é por acaso que os inimigos da Igreja sabem não ser possível descristianizar a Europa sem descristianizar a França.

É esse o sentido profundo da Revolução Francesa cujo mefítico ideário ficou condensado na Declaração dos Direitos Humanos de 1789.

Com pouco relevantes modificações essa Declaração está contida na moderna Convenção de salvaguarda dos Direitos do Homem.

Ela é usada como plataforma ideológica para tentar arrancar Europa até pelas suas raízes da terra fértil e santa da Igreja Católica e da Civilização Cristã, impingindo projetos monstruosos como o do aborto e do casamento homossexual. A Europa cristã está sofrendo as conseqüências.

Na França, com furor inaudito os sequazes do espírito e das doutrinas da Revolução de 1789, tentaram impedir a difusão da devoção a Nossa Senhora. A distribuição da Medalha Milagrosa, por exemplo, foi de recente objeto de formidáveis ofensivas visando bloqueá-la.

Mas, na França, os autênticos católicos dão continuidade à “gesta Dei per francos”, com a certeza de que as proféticas palavras do Papa São Pio X não estão longe de se tornar feliz realidade:

“Dia virá, e esperamos que não esteja muito distante, em que a Franca, como Saulo no caminho de Damasco, será envolta por uma luz celeste e ouvirá uma voz que lhe dirá novamente: ‘Minha filha, por que me persegues?’

“E à resposta: ‘Quem é tu, Senhor?’, a voz replicará: ‘Sou Jesus, a Quem persegues. Duro te é recalcitrar contra o aguilhão, porque em tua obstinação te arruinas a ti mesma’’. E ela, trêmula e atônita, dirá: ‘Senhor, que queres que eu faça?’

“E Ele: ‘Levanta-te, lava as manchas que te desfiguraram, desperta em teu seio os sentimento adormecidos e o pacto de nossa aliança, e vai, filha primogênita da Igreja, nação predestinada, vaso de eleição, vai levar, como no passado, meu nome diante de todos os povos e de todos os reis da terra”.

fonte:glória da Idade Média

CHIESA CATTOLICA: una lettera pastorale dell’arcivescovo di Colombo



Riportiamo qui di seguito il testo di una lettera pastorale inviata da S. E. Mons. Malcolm Ranjith, arcivescovo di Colombo (Sri Lanka), a tutti i fedeli della sua diocesi il 7 ottobre 2009, festa della Madonna del Rosario.

Cari Fratelli e Sorelle,

ultimamente alcune persone e movimenti di rinnovamento cattolico hanno svolto molteplici esercizi paraliturgici non previsti dal calendario parrocchiale ordinario.

Apprezzando le numerose conversioni, il valore della testimonianza, l’entusiasmo rinnovato per la preghiera, la partecipazione dinamica e la sete della Parola di Dio, in quanto vescovo diocesano e amministratore generale dei misteri di Dio nella Chiesa locale a me affidata, sono il moderatore, il promotore e il custode della vita liturgica dell’arcidiocesi di Colombo. A questo titolo vi invito a soffermarvi sugli aspetti liturgici ed ecclesiologici legati a questa nuova situazione e vi prego insistentemente di rispettare le direttive enunciate nella presente circolare a effetto immediato.

L’Eucaristia è la celebrazione del Mistero pasquale per eccellenza dato alla Chiesa da Gesù Cristo stesso. Gesù Cristo è il principio di ogni liturgia nella Chiesa e per questa ragione ogni liturgia è essenzialmente di origine divina. Essa è l’esercizio della Sua funzione sacerdotale e di conseguenza non è certamente una semplice impresa umana o una pia innovazione. In realtà è inesatto definirla una semplice celebrazione della vita. È molto più di questo. È la fonte e l’apice da cui tutte le grazie divine riempiono la Chiesa.

Questo sacro mistero è stato affidato agli Apostoli dal Signore e la Chiesa ne ha accuratamente preservato la celebrazione nel corso dei secoli, dando vita alla tradizione sacra e a una teologia che non cedono all’interpretazione individuale o privata. Nessun sacerdote, di conseguenza, diocesano o religioso che sia, proveniente da un’altra arcidiocesi o addirittura dall’estero, è autorizzato a modificare, aggiungere o sopprimere nulla nel rito sacro della Messa. Non si tratta di una novità, ma di una decisione presa nel 1963 dalla Costituzione Sacrosanctum Concilium (22.3), la costituzione dogmatica sulla santa liturgia del Concilio Vaticano II, in seguito reiterata a più riprese in documenti quali Sacramentum Caritatis di Sua Santità Benedetto XVI ed Ecclesia de Eucharistia di Giovanni Paolo II, di venerata memoria.

A tale proposito, bisognerebbe menzionare esplicitamente alcuni elementi:

1. I sacerdoti non sono autorizzati a modificare o a improvvisare la Preghiera eucaristica o altre preghiere immutabili della Messa – anche se si tratta di dare precisazioni su un elemento già presente – cantando ritornelli diversi o spiegazioni differenti. Dobbiamo capire che la liturgia della Chiesa è strettamente legata alla sua fede e alla sua tradizione: “Lex orandi, lex credendi”, la regola della preghiera è la regola della fede! La liturgia ci è stata data solo dal Signore, nessun altro, quindi, ha il diritto di cambiarla.

2. Le manifestazioni del tipo “Praise and Worship” (letteralmente “lode e adorazione”, ma qui si tratta di una corrente musicale di stile gospel, NdT) non sono permesse nel rito della Messa. La musica disordinata e assordante, i battiti di mano, i lunghi interventi e i gesti che perturbano la sobrietà della celebrazione non sono autorizzati. È molto importante che comprendiamo la sensibilità culturale religiosa del popolo dello Sri Lanka. La maggior parte dei nostri compatrioti sono buddisti e per questo motivo sono abituati a un culto profondamente sobrio; da parte loro, né i musulmani né gli indù creano agitazione nella loro preghiera. Nel nostro Paese, inoltre, esiste una forte opposizione alle sette fondamentaliste cristiane e noi, in quanto cattolici, ci battiamo per far comprendere che i cattolici sono diversi da queste sette. Alcuni di questi cosiddetti esercizi di lode e di adorazione assomigliano più a degli esercizi religiosi fondamentalisti che a un culto cattolico romano. Che ci sia permesso di rispettare la nostra diversità culturale e la nostra sensibilità.

3. La Parola di Dio prescritta non può essere cambiata a caso e il salmo responsoriale deve essere cantato e non sostituito da cantici di meditazione. La dimensione contemplativa della Parola di Dio è di importanza capitale. In alcuni servizi paraliturgici la gente oggi ha la tendenza a diventare estremamente verbosa e chiacchierona. Dio parla e noi dobbiamo ascoltarLo; per ascoltare bene, il silenzio e la meditazione sono più necessari dell’esuberanza cacofonica.

4. I sacerdoti devono predicare la Parola di Dio sui misteri liturgici celebrati. È severamente vietato ai laici di predicare durante le celebrazioni liturgiche.

5. La Santissima Eucaristia deve essere amministrata con la massima cura e il massimo rispetto, ed esclusivamente da coloro che sono autorizzati a farlo. Tutti i ministri, ordinari e straordinari, devono essere rivestiti degli ornamenti liturgici appropriati. Raccomando a tutti i fedeli, compresi i religiosi, di ricevere la comunione con rispetto, in ginocchio e sulla lingua. La pratica dell’auto-comunione è vietata e domanderei umilmente a ogni sacerdote che la permette di sospendere immediatamente questa pratica.

6. Tutti i sacerdoti devono seguire il rito della Messa così come è stato stipulato, in modo da non dar luogo di paragonare o opporre le messe celebrate da alcuni sacerdoti alle altre messe dette dal resto dei sacerdoti.

7. Le benedizioni liturgiche sono riservate unicamente ai ministri della liturgia: i vescovi, i sacerdoti e i diaconi. Tutti possono pregare per l’altro. Si raccomanda insistentemente, però, di non utilizzare gesti che possano provocare illusione, confusione o una sbagliata interpretazione.

Fonte:http://www.corrispondenzaromana.it

Satana detta l'agenda politica in Italia. La corruzione, un problema gravissimo. L'Italia sta smarrendo le origini cristiane, una apostasia ...

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Satana detta l'agenda politica in Italia. La corruzione, un  problema gravissimo. L'Italia sta smarrendo le origini cristiane, una  apostasia silenziosa e progressiva"L' Italia ormai non é più un Paese cristiano, queste origini si sono andate perdendo poco alla volta. Una apostasia silenziosa e progressiva che sarà molto difficile risolvere. Un cambio di rotta mi sembra problematico": lo afferma il Priore di Bose, Enzo Bianchi. Priore per quale motivo lei sostiene che Satana sta dettando l'agenda politica in Italia?: " sembra una società apatica e occupata in cose che con il cristianesimo nulla hanno a che vedere e questa mentalità in particolare, mondana ed affarista, ha contagiato gran parte della classe politica. Ora io non condanno questo o qual partito, essendo il tema della corruzione trasversale, penso che sia un dato ormai diffuso e preoccupante. La corruzione é un peccato molto grave che si deve alla fragilità umana per un verso e al desiderio di accumulare denaro e beni, di arrivare sempre più in alto. In sostanza la volontà smisurata di accumulare ricchezze é una ...

... cosa diabolica, causata dalle tentazioni del demonio. Ecco perché credo che l' agenda della politica oggi la stia dettando Satana più che la volontà di servizio". Per quale motivo lei dice che l ' Italia stia abbandonando il cristianesimo?: " ritengo che in parte lo abbia già abbandonato. Vero, si va a messa, si celebrano novene e processioni. Ma l' essenza del cristianesimo che consiste nel vivere secondo i dettami del Vangelo, si é smarrita, succube di un modo di pensare, di una visione della vita pagana, che da alla richhezza, al prestigio, al potere ogni ruolo di primo piano. E quando di queste cose si fanno idoli, vuole dire che si é relegato Dio in un secondo piano. Ecco perché parlo di una silenziosa e progressiva apostasia, perdita della fede". E precisa: " sia la cultura che la società, hanno di fatto allontanato gli occhi e il cuore da Cristo, lo hanno abbandonato di fatto. La cultura di oggi segue le regole dell'effimero e non quello che é invece pane di vita eterna. Quando si segue la frivolità rispetto alla sostanza, quando si coltiva il superfluo al posto del necessario, siamo al collasso etico, dipendente, lo ribadisco, dall'aver tradito la fede in Cristo e nella sua parola". "Non basta andare a messa, quando pure ci andiamo la domenica, se poi si vive come se Dio non esistesse. Occorre richiamare tutti alle proprie responsabilità e ricordare che la politica vera, qualla con la maiuscola, é servizio, volontà di seguire il bene comune e non servirsi della cosa pubblica". Che cosa significa aver smarrito il senso dell'etica?: " é una dimostrazione che il diritto naturale non ci é chiaro, che lo abbiamo gettato alle spalle. Viviamo nella totale incapacità di misurarci con valori cristiani, con la rettitudine. Questa é una società mondana e pagana nella quale la spiritualità ha ceduto il passo alla materialità. Non si guarda alle cose di lassù, ma solo e soltanto a quelle terrene. Ecco il motivo per il quale assimilo la corruzione ad un nuvo paganesimo molto allarmante". Le inchieste dei giudici servono?: " fanno in qualche modo da pannicello caldo.Ma se non si ripristina una visione della vita morale, saremo sempre allo stesso punto". La Chiesa ha appena proclamato il Vangelo della Trasfigurazione di Cristo, che cosa ci ha detto?: " la Trasfigurazione é un evento straordinario nella vita di Cristo che ci proietta verso il clima e la realtà della gloria pasquale. Guardare con fiducia a Cristo, metterlo al centro della nostra vita, é la vera trasfigurazione dell' uomo. Guardare con fede a Cristo ci trasfigura a lui, sperando che la sua parola di vita possa finalmente convertirci ad una vita migliore".

Bruno Volpe


Fonte:http://www.pontifex.roma.it/

Pontifical Mass in Copenhagen, Denmark

In late December we reported on a Solemn Pontifical Mass which was to be celebrated in Denmark by the Bishop of Copenhagen, Mgr. Czeslaw Kozon, in the Cathedral of St. Ansgar. (We have previously reported on this Danish bishop here.) One of our readers recently sent in some photos and video of this event.




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fonte:new liturgical movement

EVERY MASS IS EVEN GREATER THAN THE MOUNTAIN TOP EXPERIENCE OF THE TRANSFIGURATION OF JESUS. ARE YOU WIDE AWAKE OR SOUND ASLEEP?

Be sure to view the images and commentary on the Mass as the "Holy Transfiguration" below the artistic renderings of the Transfiguration and my "mini-homily" on it!

Four wonderful artistic renderings of the Transfiguration:





On this Second Sunday of Lent, we hear the Gospel concerning the Transfiguration of Jesus. Jesus takes Peter, James and John up the holy mountain where He is transfigured and these three apostles come to a clearer understanding about the true Identity and true Nature of Jesus. Obviously, they are quite fascinated by the whole occurrence, wide awake and filled with wonder, fear and awe. They want to remain with Jesus on this mountain top. But Jesus insists that they “come down the mountain” and head toward Golgotha.

These very same apostles, Peter, James and John, are a bit mistaken on what it means to take the road that will lead to Jesus’ passion, death and resurrection. After all, they have witnessed the glory of Christ on the mountain top and there is nothing else to fear since Jesus is God.

This might explain why these very same apostles, Peter, James and John cannot remain awake with Jesus in the Garden of Gethsemane. Unlike their wide-awake intrigue, fear, wonder and awe on the Mountain of the Transfiguration, in the Garden where Jesus undergoes His agony, they are sound asleep, indifferent to Jesus’ impending passion and death. He’s God after all, be happy, don’t worry, just sleep in “heavenly peace.”

Our lives as Catholics are intimately bound to not only the glory of the Risen Christ, but also His passion and death. We are not yet in heaven. We will continue to get sick, suffer, sin and die because the work of redemption while complete in heaven is not yet complete in this life on this side of our Lord’s Second Coming. All the suffering, sins and deaths of those who ever have lived, are living or will live, are placed on Jesus during His entire earthly existence in the Flesh, beginning with the Incarnation through His passion, death and resurrection. Yet, not until the last person to be conceived will the Lord return, for He suffered and died for everyone who was ever or will be conceived. So we will continue on this side of life to need to be awake not only for the Glory of Christ in the Sacraments and in our lives, but also for the Passion of Christ in the Sacrament of the Most Holy Eucharist and in our lives and the lives of others.

This has ramifications for the manner in which we celebrate the Ordinary Form of the Holy Mass. Is it a transfiguration experience for us, where we are filled with wonder, fear and awe, wanting to remain with Jesus or is it like the Garden of Gethsemane for us, where like Peter, James and John, we can't stay awake and drift into oblivious sleep? Maybe our eyes are open, but our hearts far from Jesus' passion, death and resurrection.

What is your spiritual attitude toward these images of our Lord's Transfiguration? It should be like that of Peter, James and John at the Transfiguration, not at the Garden of Gethsemane:

Extraordinary Form Requiem Transfiguration (all Masses celebrate the Passion, death and Resurrection of the Risen Lord!)

Awe, wonder, fear, intrigue at this powerful "Transfiguring" Image?

Every Knee Shall Bow! Does yours?

The Great Easter Vigil Eucharistic Prayer: It is similar to the Transfiguration for at every Mass, all who are redeemed or are being redeemed are present at Mass, including the Church Triumphant, with Moses and Elijah in the presence of the Risen Lord!

The newly baptized and confirmed, along with candidates who were received into the full communion of the Catholic Church and confirmed, with godparents, sponsors and the whole assembly of God's Holy People, witnessing yet another Transfiguration, bread and wine becoming the Body, Blood, Soul and Divinity of the Risen Lord, consecrated by Christ Himself as He did at the Last Supper when He instituted the Holy Mass. The Last Supper is where Jesus institutes not only the Mass as the means by which we remember Jesus' Sacrifice on the Cross which He already anticipates on Holy Thursday, but where Jesus ordains the 12 Apostles to be the first priests of the Church who will offer this Sacrifice in "perpetuity" until the Lord returns. Every priest ordained since the Last Supper continues to do this! This Eucharistic Assembly at Easter eagerly awaits receiving Him worthily so that Christ will continue to make them a part of Him whom they receive. The priest, a representative from this congregation, chosen by God, ordained by the Church, is the sacramental sign of Jesus offering Himself as the sacrificial Lamb on the altar of the cross, to His Heavenly Father, who accepts His beloved Son, Jesus Christ, His Sacrifice and all who participate in this Sacrifice at the "Foot of the Cross!" We are there, but in an wonderful, miraculous, unbloody way! The priest at the moment of consecration is the image of Jesus Christ the exclusive High Priest, Good Shepherd and Bridegroom of the Church, all the baptized being Christ's Holy Bride! The ordained priest also represents and offers this Sacrifice on the ordained priest's behalf and all those present who along with the priest offer the sacrifice. Do you have the awe and wonder of these newly baptized in their white robes, washed in the blood of Christ, this image of the heavenly Liturgy portrayed in the Book of Revelation? As newly baptized, they are offering this eternal sacrifice for the first time with their priest who is their visible, priestly mediator and united to them at the Altar of God. Or do you sleep through it?

At Mass, does this sacramental image come to your mind?

The Baltimore Catechism's Imagery, not bad really! How many today realize this?


Do you think that children formed by this type of celebration of a children's Mass view the Mass like Peter James and John at the Transfiguration? NO! Do any of us who take the Mass seriously doubt that this form of celebrating the Mass has diminished or destroyed the faith of more than three generations of Catholics, who as children experience this silliness at Mass and in the classroom? NO!

This is no "fast food meal" folks, this is the Eternal Wedding Banquet of the Lamb! It is the most formal meal imaginable, greater than a White House Dinner, a royal banquet offered by Queen Elizabeth or the first meal of a victim of starvation! This neophyte,with Jesus completing her initiation into the Church by her First Holy Communion at the Easter Vigil approaches in awe and wonder, fear and trepidation, grateful for the experience she is having that is greater than what Peter, James and John experienced on the Mountain of the Transfiguration. Do you realize this good Catholic men and women?

The completion of the Sacraments of Initiation for this Neophyte at the Easter Vigil, sins washed away by Christ in the Waters of Baptism, the sweet smell of the Holy Spirit still present who has seeped into this man's flesh, bone, marrow and indelibly into his soul and now sharing in the Paschal Banquet, the "Meal" of the Mass,thus fully Catholic, fully united to Christ's Body the Church by Jesus Himself who is the Head of the Body. It doesn't get any better than this folks. The transfiguration is but a foretaste of what every Catholic who worthily receives the Lamb experiences!

Receiving the Precious Body and Blood of Christ from the Chalice--this is a Communion in the Blood of Christ poured out for our salvation!

Onward Christian Soldier, led by the cross of Christ to the glory of the resurrection and the eternalwedding banquet of the Lamb.O what it is like to be in that number!

These children are on the way to transfigured glory!

Processing to their First Holy Communion and receiving our Lord as Food. Bread that is Jesus, to nourish and sustain us on our procession to glory; Wine that is Jesus, Who brings joy and warmth to the heart that is redeemed by His Precious Blood!

These children have made their First Holy Communion, you can see the joy on their little faces. May it always be that way for them!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

http://www.midbar.it/ Questo sito curato dalla Famiglia Ecclesiale di Vita Evangelica, Opus Matris Verbi Dei, è tutto consacrato a Maria ...

Vi consigliamo di visitare questo bello sito che è una sorpresa...

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Se oggi ascoltate la voce del Signore, non indurite i vostri cuori... .................. Ecco ora il momento favorevole, ecco ora il giorno della salvezza!

Maria nella Bibbia

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Padri della Chiesa

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Lectio Divina

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Cristo  Pantokrator - Duomo di Cefalù



IL VERBO INCARNATO
PIENO DI GRAZIA
E DI VERITA'



"Dio, che aveva già parlato
nei tempi antichi
molte volte
e in diversi modi ai padri
per mezzo dei profeti,
ultimamente, in questi giorni,
ha parlato a noi
per mezzo del Figlio,
che ha costituito erede
di tutte le cose e per mezzo
del quale ha fatto
anche il mondo.
Questo Figlio,
che è irradiazione
della sua gloria e impronta
della sua sostanza e sostiene
tutto con la potenza
della sua parola,
dopo aver compiuto
la purificazione
dei peccati si è assiso alla
destra della maestà
nell
alto dei cieli,
ed è diventato tanto
superiore agli angeli
quanto più eccellente
del loro è il nome
che ha ereditato".

(Ebrei 1,1-4)


"E il Verbo
si è fatto carne
e venne ad abitare
in mezzo a noi".

(Giovanni 1,14)




Questo sito curato dalla Famiglia Ecclesiale di Vita Evangelica,
Opus Matris Verbi Dei,
è tutto consacrato a Maria, Madre della Parola,
che si è fatta serva del Verbo incarnato,
ed è modello di tutti coloro che ascoltano il Signore
nell'obbedienza della fede.


A Lei affidiamo la Chiesa, Madre e Maestra di verità,
che custodisce e annuncia fedelmente la Parola di Dio,
mentre adempie il mandato del Risorto di trasmettere
a tutte le generazioni il messaggio della salvezza.


A Maria affidiamo il Santo Padre Benedetto XVI,
pastore del gregge universale di Cristo,
fondamento visibile dell'unità della Chiesa
nella carità e nella verità.
Al suo solenne magistero e ai suoi insegnamenti
porgiamo l'ossequio filiale e la piena adesione
dell'intelligenza e della volontà,
riconoscendo nel suo ruolo la persona di Cristo,
Maestro di verità,
che custodisce il suo gregge contro ogni menzogna,
pronto a dare la vita.


Affidiamo in questo Anno Sacerdotale
al Cuore Immacolato di Maria,
i vescovi e i presbiteri, perché vivano
con rinnovato impegno ed entusiasmo
il servizio della Parola di Dio, e preghiamo perché
profondamente plasmati dall'insegnamento di Cristo
e dalla comunione con Lui,
manifestino la santità di una vita piena di Dio
e consumata dall'amore per i fratelli.


Affidiamo a Maria tutti i battezzati
che scoprono ogni giorno sempre nuovi segni
dell'amore di Dio,
perché sappiano essere riconoscenti mettendosi
alla sequela di Cristo
con un'apertura docile e vitale allo Spirito Santo,
per divenire anch'essi partecipi
dell'evangelizzazione del mondo.


Via Crucis
Non vedenti



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Cardeal Siri: mimetizzazione morale che consiste nel prendere atteggiamenti di pensiero, di contegno, di simpatia, di consenso di imitazione propri ..





Non mimetizzarsi

Ai miei cari Confratelli,

nel 1958, in occasione del diciassettesimo centenario del Martirio di San Cipriano avevo indirizzata al mio Clero una lettera dal singolare titolo «i complessi di inferiorità». Quella lettera voleva mettere in guardia contro un difetto purtroppo facile e che gli anni seguenti al 1958 hanno dimostrato assai diffuso. La lettera aveva una preoccupazione di fondo: concorrere a stabilire nettamente una linea di distinzione tra noi, uomini votati del tutto a Dio nel servizio dei fratelli e il gran mondo La linea di distinzione c’é perché l’ha inculcata Nostro Signore Gesù Cristo nel più grande dei suoi discorsi «Voi siete nel mondo, non siete del mondo» (Giov. 17) e pertanto non può essere oggetto di dubbio o di discussione. La questione sta nel fatto che le distinzioni o sono fatte con una linea matematica, la quale non ha estensione e dove solo la più assoluta precisione permette di non mescolare quello che non va mescolato, o ammettono, tra le due parti, una zona grigia, la quale può venire invasa e da una parte e dall’altra e dove pertanto possono sorgere con facilità e danno estremi le confusioni.

Ritengo mio dovere fare il possibile per illuminare ai miei cari Confratelli nel sacerdozio questa fondamentale distinzione tra noi e il mondo, perché è solo col rispetto di questa distinzione che saranno sacerdoti puri, onesti, coerenti, rispettabili, efficaci.

Oggi riprendo il discorso del 1958 per rispondere con un argomento diverso alla stessa esigenza di fondo: distinzione dal mondo.

E l’argomento è la debolezza della mimetizzazione, rispetto al mondo.

Parte Prima: LA MIMETIZZAZIONE

1. Che cosa è

Mimetizzarsi è rendersi uguali, od almeno simili, all’ambiente nel quale si sta.

Vi sono molti animali che hanno questa dote e per essa possono persino cambiare colore in modo che riesce difficile distinguerli dalla flora o dal terreno in mezzo ai quali stanno Così si difendono, perché l’eventuale aggressore più facilmente è tratto in inganno sulla loro presenza. In guerra la mimetizzazione viene largamente usata per far fallire il bersaglio del nemico e per nascondergli la propria presenza. Si tratta di due casi, nei quali la mimetizzazione non è affatto una debolezza; è invece, negli animali uno strumento, negli uomini una onesta astuzia per la propria difesa.

Qui non si parla di tale mimetizzazione materiale. Ci si occupa della mimetizzazione morale che consiste nel prendere atteggiamenti di pensiero, di contegno, di simpatia, di consenso, di imitazione propri dell’ambiente generale o di un determinato ambiente allo scopo di ottenere determinati effetti.

La spia, l’evasore, l’ambizioso, il ricattatore, il congiurato, il traditore si mimetizzano in tal senso quanto possono per carpire, per sfuggire, per riuscire a buon mercato

Non intendendo occuparmi di spie, etc.: coloro ai quali è destinato questo scritto non appartengono a tali categorie.

I tipi di mimetizzazione sono tanti quanti gli ambienti ai quali ci si vuole assimilare esternamente. Perché la mimetizzazione è un fatto essenzialmente esterno. Vorrei che si notasse accuratamente questo, perché è della massima importanza in tutto il nostro presente studio.

Non è mia intenzione perdere tempo per parlare della mimetizzazione specifica rispetto a questo o a quell’ambiente: parlo della mimetizzazione generica a TUTTO l’ambiente mondano che ci circonda.

2. Per quale scopo ci si mimetizza

La mimetizzazione, che è sempre un fatto istintivo negli animali, è invece negli uomini un fatto voluto, anche se non si possono escludere piccoli margini in cui opera la suggestione o la imitazione. Ed è un fatto voluto perché ha uno scopo. Vediamo gli scopi più comuni per i quali ci si mimetizza. Gli scopi principali per cui moralmente ci si mimetizza sono tre: la paura, la difesa, la conquista. Si tratta di tre scopi che possono rifrangersi in molti modi. Vediamo di discorrerne partitamente.

La PAURA. Essa fino ad un certo limite fa parte della natura umana, per il solo fatto che la natura umana è sotto taluni aspetti MENO FORTE della natura inanimata od anche solo perché è in determinati individui meno forte di altri individui della stessa specie. E’ comprensibile sempre e, spesso, è irreprensibile. Infatti le carature diverse, i pericoli incombenti, l’istinto di conservazione giustificano il timore, il senso di fuga dei quali è costituita la «paura». Non si può imputare in via generale e fino ad un certo punto, quasi fosse colpa, l’avere naturalmente paura. Tanto più che spessissimo la paura è solo una forma di patologia nervosa.

La questione morale, quella per cui si pone il dovere di reagire alla paura, distruggendone il dettame sorge ad un certo punto. Sorge quando la intelligenza avverte che non è giustificata od è esagerata o non consentanea alla personale dignità, oppure quando avverte che la stessa paura spinge a compiere il male o a fuggire un dovere pur sempre incombente, ad onta della paura. Ricordo la paura che incutevano i bombardamenti aerei; non si trattava davvero di paura colpevole. Ma quando si fosse trattato di un sacerdote obbligato o per giustizia o per carità a soccorrere i morenti, la paura che avesse immobilizzato, in quanto stornava da un sacrosanto dovere, era obiettivamente parlando certa fonte di colpa. Nessuno è obbligato, salvo il caso di carità, di giustizia, di ufficio o di bene comune a notificare le malefatte del prossimo; ma quando la giustizia stretta o il dovere certo obbligassero a parlare e la paura facesse tacere, quella paura diventerebbe colpevole e forse ignominiosa e traditrice. La paura anche quando è scusata in certi limiti dalla umana condizione non è una colpa, ma non è neppure un vanto: è solo una espressione piuttosto umiliante di limiti e di debolezze. Sicché, anche se fino ad un certo punto non è un male, non è mai un onore. La educazione che si dà ai ragazzi, deve tendere tra l’altro a diminuire in loro il margine della naturale paura, attrezzandoli invece alle manifestazioni di coraggio. La paura per cui ci si mimetizza potrà talvolta ed in talune circostanze essere ammessa, ma non sarà mai il motivo per una medaglia al valore. Va considerata come una ipoteca che il coraggio deve decurtare. In molti casi è solo una penosa tentazione da vincere.

La DIFESA può essere spesso mossa o richiesta dalla paura, ma non sempre. Infatti essa è solo un atto contrario ad un altro atto che può venir considerato aggressivo. La difesa purché giusta è lecita. Ma la difesa di fronte al pericolo diventa ingiusta se si spinge — posto che non si tratti di sciocca paura — fino a contenere un coraggio doveroso, una azione di rischio necessaria. Se si dovesse parlare altrimenti della difesa, non sarebbero mai esistiti uomini che hanno tenuto con sacrificio il loro posto, apologisti che hanno sfidato l’errore, intrepidi che si sono opposti ai cattivi eventi, martiri che hanno versato il sangue.

Non c’è dunque alcun dubbio che l’istinto della difesa, oltre un certo limite non autorizza moralmente a mimetizzarsi.

Tanto meno autorizza quando il pericolo in effetti non c’è o non è dal punto di vista del danno, valutabile.

Si tenga presente che «mimetizzarsi» è atto positivo, non è atto meramente negativo, come tacere e non essere presente. Neppure il tacere e l’assenza diventano leciti quando esiste un positivo dovere di parlare e di mostrarsi. Come di fatto molte volte esiste. I pericoli talvolta debbono essere fuggiti, talvolta possono essere fuggiti, talvolta debbono essere affrontati.

La CONQUISTA è in materia il fatto più complesso. Ha molte specie e sottospecie.

Ci si può mimetizzare per pigrizia: in realtà l’«esser diverso» può esporre fastidiosamente agli sguardi altrui, ai commenti malevoli, alle reazioni. Subire tutto questo diventa «fatica» ed allora ci si allinea colla massa, per non avere quei disturbi. La pigrizia è un difetto e tutto quello che si fa per pigrizia, ordinariamente, non diventa virtù. E’ solo la ignobile conquista della altrui benevolenza, se non — meno nobilmente — della altrui tolleranza. Si tratta dell’angolo d’ombra in cui si rifugiano tutti i deboli.

Il conformismo, descritto in quanto s’è detto fin qui, è una vile captatio benevolentiae ed è la forma meno onorevole di risolvere i problemi posti dalla umana convivenza, tanto più che non ha assolutamente alcuna lontana parentela colla obbedienza, col rispetto, colla moderazione e colla pazienza. Esso — il che è caratteristico del mimetizzarsi — cancella la personalità propria per simulare quella altrui.

Ci si mimetizza per ingannare e l’inganno è strumento di una conquista, ottenuta ad indegno prezzo.

Ci si mimetizza per euforia, per tifo, per ammirazione, per concorrenza, per stupidità od almeno per errati giudizi sul valore altrui. In tal caso l’obiettivo è la compartecipazione di quanto s’esalta o si ammira, la conquista di un posto al sole, un mettersi sottovento. Spesso è solo vacua imitazione. Non sempre tutto questo comincia da una colpa, ma ben difficilmente potrà salvarsi tra le cose degne e nobili. Ricordo quand’ero bambino un mio compagno che si piccava di imitare quanto poteva una smorfia caratteristica di un personaggio illustre. Non c’era nulla di male in fondo, ma noi si rideva ed anche chi aveva quel vezzo, capì e se lo levò.

Ci si mimetizza per acquistare popolarità. Bisogna dire che la popolarità costituisce uno dei difetti più diffusi e delle debolezze più evidenti del nostro tempo. Il mio scopo non è quello di fare dello spirito, anche se qui lo potrei fare, a spese però altrui.

La popolarità in se stessa è una buona cosa, ma la sua ricerca generalmente deforma, la sua fame ignobilmente contorce. E il pubblico si diverte.

Ci si mimetizza per conquistarsi protezioni, simpatie, spinte di carriera e di affari, allori e preminenze. E’ un modo per farsi portare in braccio anche da grandi.

Si potrebbe continuare.

Concludendo si può affermare che non sempre il mimetizzarsi costituisce una colpa, ma che oltre un certo limite, a seconda della moralità delle cause e degli scopi può diventare tale. Anzi ha estrema facilità a diventare tale. Ed è per questo motivo che ne esce contraffatta la sincerità della convivenza civile.

3. Il contagio della mimetizzazione

La mimetizzazione passa dall’individuo all’ambiente ristretto, da questo alla massa con facilità estrema. Si tratta di un contagio che non è solo spirituale, perché scaturisce anche dalla suggestione, dal fatuo entusiasmo, oltreché da paura, dal calcolo di conquista, dalla difesa, dall’istinto di conservazione e di imitazione, dalla illusione di raggiungere qualche scopo con minore spesa.

L’importante è che dilaga. I più grandi fatti politici trascinatori ed effimeri di questo secolo hanno data la documentazione di questo dilagare: non furono fenomeni di ragione, ma fenomeni di contagio.

Taluni fatti che ancor oggi tengono in sospeso la normalizzazione sociale del mondo in molti paesi, sono pur essi fenomeni del contagio di cui si parla, almeno in parte. Nella Chiesa stessa talune vicende meno brillanti contro le quali si leva la voce del Sommo Pontefice sono fenomeni di contagio dilagante.

Il dilagare ha le sue cause. Eccone alcune

— Il monopolio della intelligenza. La parola monopolio è sempre deteriore, anche quando indica un fatto reso legittimo da necessità pubblica. Ma quando taluni uomini riescono a creare la impressione di detenere essi il lume della ragione, della scienza, possono creare un tale timore in quelli che non siedono a posizioni accademiche da imprimere addirittura i movimenti del panico Nessuno vorrebbe passare per stupido: è solo questione di fargli credere che sarebbe stimato tale, quando non accettasse e professasse una determinata idea

— Il momento della fortuna. Chi ha denaro, può chiederne a chiunque e tutti gliene daranno. La fortuna non ha solo la provincia del danaro: le sue province sono molte. Il convincimento che qualcosa è fortunato scatena ben più che una valanga o una alluvione: tutto frana da quella parte!

— La sistemazione della quiete. Molti prendono le idee di un partito, ne assumono movenze, entusiasmi, modulazioni, furori unicamente per quietare. Questa è certamente la forma più ipocrita della mimetizzazione, ma, intanto, cosa fatta, capo ha.

Nel tempo che segue il Concilio di Rimini qualcuno poté scrivere che il mondo si meravigliò di essere ariano. La quiescenza di parecchi vescovi, la non sempre chiara e lineare condotta di Liberio, assecondò la illusione. Il mondo non era affatto ariano. Ma a disincantarlo occorsero uomini della tempra di Ambrogio e di Ilario. La sintonia colla «massa», questa spaventosa cosa che poco conserva di umano, appare sempre una prima cinta protettiva contro quello che può succedere.

Ecco come dilagano le mimetizzazioni. I pochi che vi resistono non hanno molto da scegliere: o schiantati, o infangati, o soppressi. Nella miglior ipotesi sono ignorati.

C’è una ragione profonda in questa capacità di dilagare della mimetizzazione ed è che il bagliore della intelligenza vera o falsa, l’incanto della fortuna solida od effimera, il condizionamento della propria quiete hanno per sé una tale capacità pubblicitaria, un tale montaggio di ricchezza scenica, una tale tecnica di mezzi di comunicazione da mozzare il respiro alla gente. La quale in gran parte, nella commedia del mondo, fa la parte di spettatore di cui si eccitano, orchestrano e lanciano tutti i sentimenti.

Il guaio grosso si ha quando queste contaminazioni del mondo, compaiono anche nella Chiesa.

C’è tuttavia un motivo di consolazione.

Molti che paiono perversi, sono soltanto mimetizzati. Smontarli diventa più facile; spesso basta cambi temperatura o stagione e tutto è finito. Coi guai umani, in fin dei conti camminano anche e sempre occulte facilitanti risorse!

Parte Seconda: LE MIMETIZZAZIONI

Noi scriviamo per il Clero e pertanto ci occupiamo solo delle mimetizzazioni, che lo potrebbero tentare e che di fatto talvolta lo tentano. Leggendoci, potrà anche accadere che qualcuno trovi un ritratto a sé rassomigliante.

E’ opportuno dire subito con chiarezza quale è il termine, rispetto al quale può sorgere la tentazione di mimetizzarsi. E’ uno solo: il mondo con — naturalmente — i suoi diversi rappresentanti. E ci interessa solo questo, perché mimetizzarsi col mondo, significa almeno qualcosa, allontanarsi da Gesù Cristo. Niente altro.

1. La mimetizzazione intellettuale

Il mondo ostenta un pensiero, anche se questo spesso è solo fantasia. In un pensiero si enunciano principi, criteri, metodi. Sarebbe una impresa pazzesca recensire qui il pensiero del «mondo», anche perché i più se lo creano, badando a diversificarsi dagli altri e non avendo alcuna preoccupazione della verità. Tuttavia in questa sinfonia dissonante e confusa vi sono alcuni punti di convenienza abbastanza generale e, quando uno si mimetizza col pensiero del mondo, in realtà bada a mimetizzarsi con quelli. Essi sono: la propria assoluta libertà di fronte a qualsiasi argomento di autorità e la propria assoluta autonomia di fronte a chiunque, la indipendenza dinnanzi ad ogni realtà interpretata pertanto relativisticamente, il credito fatto a ciò che piace indipendentemente da ogni altra considerazione, la capacità di trasferire a qualunque linea comoda i limiti della morale.

Questi punti di orientamento intellettuale mondano, a svolgerli, contengono tutte le apostasie possibili e tutte le negazioni più audaci ed empie.

Non sappiamo se per fortuna o per disgrazia, quasi nessuno si prende la briga di svolgere fino in fondo, logicamente, quei punti e così molti possono credere, abbracciandoli e adottandoli in forma più o meno cosciente, di non avere conti gravi, aperti colla propria Fede. E’ questo «ti vedo e non ti vedo» che permette entri di soppiatto il demone della mimetizzazione.

Entra di fatto.

Taluni hanno ridotto tutto il Cristianesimo alla «salvezza» e questo è in un certo senso vero. Ma lo fanno in modo da spingere verso la discussione, la critica, lo svanimento molti altri punti che fanno parte del patrimonio, non meno del concetto della salvezza. E qui siamo fuori della verità e della stessa salvezza. Che è successo? E’ successo questo. Un protestante, con singolare arbitrio, volle ridurre tutto al nucleo della «salvezza» lasciando ad una crociata di demitizzazione se non tutto il resto, buona parte. Trovò chi gli fece eco, ebbe illustri agenti anche in campo cattolico, fece rumore e col rumore occupò la piazza. Più d’uno di quelli che vogliono passare per intelligenti, visti gli affari positivi di Bultmann hanno cominciato a mimarlo. Nelle retrovie, moltissimi che non sanno nulla di Bultmann, si sono messi a demitizzare qualcosa, comechessia, mimando i mimetizzatori dello stesso Bultmann.

Nella interpretazione della Sacra Scrittura, pressoché tutti i giorni, in qualche Rivista o in pubblicazioni specifiche, si sentono opinioni che, chi conosce Tradizione e Magistero, non riesce affatto a conciliare con essi. Si tratta di mimare quelli che stanno sulla stessa sponda di Bultmann.

Una sezione del mondo, del gran mondo, si è spostata in chiave editoriale sulla sponda delle scienze sacre ed in genere delle pubblicazioni religiose, che sono più o meno intinte degli effati sopra ricordati. E’ credere di stare nel plotone degli stupidi, qualora non si segua quello che in tal modo si stampa e si divulga

La operazione che in sede culturale moderna da molti si conduce, con astuta finezza, separando in arte l’elemento formale dalla sostanza delle cose rappresentate o del pensiero espresso, va insinuandosi per una incosciente mimetizzazione in talune manifestazioni di casa nostra e se ne sono sentiti gli echi dovunque.

Il tacere che molti predicatori, catechisti — per non parlare di scrittori — fanno del peccato, della morte, del giudizio, dell’inferno e dello stesso paradiso si riduce ad una mimetizzazione mondana: il mondo infatti di queste cose non vuol sentire parlare. E si arriva per vigliaccheria e stupidità a doversi far veder ridere, quando altri ne parla!

Il punto dove la mimetizazione intellettuale tocca il suo apice è in sede di slogans. Ormai tutti i settori, quello teologico e religioso compresi, ne hanno un buon catalogo; ad usarlo si è dispensati dall’aver approfondito qualunque scienza mentre si può tentare con varia fortuna di far credere che se ne è edotti e profondi. Una parte degli slogans sono equivoci, anche se sono seducenti, purché facciano parte del bagaglio alla moda e costituiscano la tessera necessaria ad essere accolti in taluni ambienti, senza esserne sbranati

Vi preghiamo di osservare bene questa immensa folla che corre dietro agli slogans, li dice, li ripete, li recita persino con compunzione, convinta di dover fare così per salvare la propria reputazione. In verità l’accostamento più grande, gli ordigni intellettuali, non lo fanno né alla scienza né al pensiero, ma solo agli slogans. Ed a livello degli slogans si ha la più miserevole forma della mimetizzazione inteliettuale.

E’ sufficiente che qualche mezzo di comunicazione sociale, di quelli che parlano forte, indichi qualcosa come acquisito alla repubblica della gente fortunata, perché non si resista più alla tentazione di ripetere senza fine, aggiungendovi persino l’aria del convincimento.

Una forma diffusa di mimetizzazione intellettuale sta nel scegliere qualche gruppo, qualche pubblicazione, qualche persona ed attribuire ai medesimi la incontrastata, supina, indiscutibile direzione della propria testa. Così accade la meno costosa, ma anche più ignobile forma di mimetizzazione indiretta: non si guarda agli esemplari, ma solo agli specchi che li riflettono.

Per essa tutto quello che è del mondo, in contrasto con Cristo, colla Chiesa, coi fratelli può essere assorbito, sì da esserne ridotti impoveriti e stanchi su quella sponda dove non si trova più neppure la Fede.

2. La mimetizzazione morale

Le depravazioni morali hanno sempre dei precedenti intellettuali, perché hanno la pretesa di giustificarsi con qualche appropriata formula. Tuttavia può accadere ed accade che ci si adegui ad un determinato costume, senza affatto ricercarne i precedenti filosofici: comodità, conformismo e paura li possono egregiamente sostituire. Pertanto, almeno per qualche tempo, ci si può mimetizzare con un costume improprio ed anche immorale, senza avere la coscienza di fare una scelta di dottrina. In altri termini ci si può mimetizzare moralmente, senza perdere la Fede. Ma ci si mimetizza.

Il mondo ha abolito sostanzialmente la modestia e il pudore. Ne salva alcuni limiti legali e lo fa con aria di sufficienza, coprendo di non sempre benevola compassione chi crede ancora alla modestia e al pudore. Non ha importanza che levi alte grida dinnanzi a fatti sgradevoli di cronaca ed a crimini che sono la conseguenza dell’oltraggio sistematico recato alla modestia ed al pudore. E’ perfettamente illogico, il mondo, e questo dovrebbe bastare per giudicarlo siccome merita; ma esso probabilmente si gloria anche della sua illogicità. Il suo contegno, logico o no, ha presa su coloro che non tollerano bene di essere esclusi dalla gran sala da ballo universale. Essi, per ottenervi un posticino ed una qualche considerazione, cercano di apparire ormai spogli a tre quarti di ogni rispetto alla modestia ed al pudore. Si sporgono, si pavoneggiano di libertà, di superamento delle viete formule, disdegnano i complessi di colpa (così li chiamano), cercano di farsi sorprendere a ridere su cose serie, fanno ogni sforzo possibile per piacere ai libertini, accaparrarne la nobile stima e giungono ad iscrivere tutto questo nei temi di «pastorale moderna».

No! Non è pastorale moderna è solo mimetizzazione.

La giustizia sta morendo ed il processo per farla morire in eutanasia è il seguente. Si trasferisce il peso della giustizia alla cosiddetta giustizia sociale (giustizia sociale è in gergo di fatto, non evidentemente di diritto, quella che debbono osservare gli «altri»). Non si parla più di giustizia commutativa, di giustizia distributiva, di giustizia legale, le quali sono troppo minuziose e cogenti ed il cui onere non si può bellamente trasferire tutto e solo agli «altri». Ci si arrangia. Accadono cose talvolta, dalle quali si deve dedurre che la mimetizzazione alligna anche qui.

Canone della azione per il mondo è che bisogna cambiare, cambiare sempre, cambiare tutto. Ciò perché tutto è in trasformazione, perché si va sulla luna, ecc. Questo canone non viene mondanamente soppesato come morale ed immorale: appartiene semplicemente ad un’altra categoria, nella quale la morale non entra più. «Cambiare» ha sapore neutro ed è bene lasciarlo così senza complicarne i ritmi di evoluzione con barbose questioni morali. Ed invece l’errore è proprio qui, perché anche il «cambiare» per quanto concerne gli uomini è un atto umano e pertanto è soggetto alla morale; potrà essere buono, potrà essere cattivo a seconda di ben noti criteri, mai contenuti nel verbo cambiare e che bisogna cercare fuori di esso.

L’effetto psicologico della situazione del mito delle mutazioni è questo: poiché pare che dispensi dalle considerazioni morali (come abbiamo detto sopra), dispensa dai limiti, dai ragionamenti, dal buon senso, dalla misura. E così si è alla rotta di collo.

Le condizioni, offerte dal mito della mutazione continua, sono così tenui e generose ad un tempo, che la mimetizzazione diviene facilissima e può snodarsi fino ad un certo punto fuori di ogni rilevazione di coscienza.

Spesso quando la coscienza riprende a funzionare è troppo tardi. Taluni nostri confratelli (non qui) applicando questo modulo hanno gia eliminati i Santi dalle Chiese, alcuni osano eliminare la Santa Vergine, non si sa che cosa riserberanno a Cristo stesso nella Eucaristia. Non che ce l’abbiano coi Santi, la Vergine e l’Eucaristia, ma bisogna cambiare e mimetizzarsi quanto prima come i camaleonti. E’ difficile dire dove, per taluni di essi, finirà questa storia. Principiis obsta...

Così un margine che pare essere fuori della morale, diventa immoralità.

3. La mimetizzazione del contegno

Avremmo dovuto parlarne per primo, dato che è la porta di tutte le mimetizzazioni Se ne parla in fine perché di tutte le mimetizzazioni questa é la più stupida.

Essa fa adeguarsi nel vestito, nella tenuta, nella parlata, nel gesto, nella disinvoltura.

A questo complesso recitativo il mondo dà una importanza estrema, con esso avvolge tutto, con esso cerca di fissare i lineamenti nel volto di tutto. Poche porte resistono a questo complesso, quando la parte è sostenuta bene. Molte doti inesistenti sono ampiamente sostituite da questo complesso. Se c’è qualche dote fisica da esibire, il complesso diventa addirittura esaltante.

La tentazione di mimetizzarsi diventa consistente, anche perché l’appello fuori posto ad una astratta sostanza delle cose, facilita il libertinaggio di tutte le forme. Così più di una volta si scopre che il punto di riferimento non sono i Santi Apostoli, etc, ma i divi o i fortunati del cinema e della televisione. Si crede anche che questo faccia colpo sui giovani, dal punto di vista «pastorale». I giovani sono più profondi di quanto non si creda!

Il vestito è importante: l’abito in buona parte fa il monaco. Le recenti disposizioni della Conferenza Episcopale Italiana hanno ammesso dei casi nei quali gli ecclesiastici possono usare il clergyman, pur avvertendo che l’abito normale è la talare. Quello che ci interessa è che nessuno metta il clergyman perché vuol mimetizzarsi. Sarebbe una vergogna. Non neghiamo che possano in taluni casi esistere delle buone ragioni per usare il clergyman; neghiamo nella forma più chiara ed aperta che il volere scomparire e mimetizzarsi possa essere ordinariamente una ragione decorosa e pastorale.

Esiste un uso delle finezze mondane accessorie al vestito, alla persona, che può capirsi anche se non sempre scusarsi, della necessità di fare un certo colpo sugli altri. Neghiamo che il fare certo colpo sugli altri entri nella dignità e santità sacerdotale. Pertanto l’uso di certe finezze e comodità serve solo a discriminare i sacerdoti tra loro e a fondare un certo giudizio sulla loro vera consistenza. Tuttavia possono esistere larghe infiltrazioni di mimetizzazione in quel senso e non sono affatto gaudiose. La gente di mondo ha buon fiuto: è spesso felice di trovare un compagno al proprio livello, ma quando trova un compagno al proprio livello non trova mai un sacerdote, buono per l’anima sua. Anche se tutto può servire alla Provvidenza...

La disinvoltura l’abbiamo elencata tra gli strumenti del contegno. Non sarebbe giusto disprezzare a priori la disinvoltura, anche perché ve n’è una sana e ve n’è una malata. La prima consiste nel superare pienamente le impressioni o le inibizioni che vengono indite dal di fuori, in modo da mantenere la propria iniziativa, la propria libertà, la propria scioltezza disincantata, semplice, sincera, conforme alla tipologia del nostro temperamento e agli ordini del proprio dovere. La seconda è una recitazione artificiale, imbastita da qualcuno dei peggiori difetti: superbia, presunzione, irriverenza, esagerazioni... La prima è rigorosamente personale, la seconda può essere corale, di moda, stereotipia di determinati ambienti, codice di compagnie o di branco e magari di peggio. La prima vince veramente la timidezza e generalmente si accoppia al coraggio; la seconda ha maggior parentela colla paura e generalmente fa da schermo ad una timidezza profonda.

La seconda alletta alla mimetizzazione, perché più facile, meno impegnativa e dagli effetti più roboanti.

CONCLUSIONE

Questa Nostra lettera poteva essere assai lunga. L’abbiamo contenuta nei discreti limiti di una segnalazione ragionata. Noi dobbiamo contare sempre e soprattutto sulla grazia di Dio e sui mezzi di questa. Però non dobbiamo dimenticare che sorta di carica psicologica sia per gli altri il fatto di essere veramente, serenamente, intimamente liberi dal mondo, al tutto indipendenti dalle sue pecche, dalle sue debolezze e dalle sue mode. Soprattutto dai suoi miti. Nel momento in cui da taluni si pronuncia la parola blasfema «demitizzazione del cristianesimo», dobbiamo fortemente affermare che è il mondo ad essere coperto di miti. Può essere ne parliamo un’altra volta.

Il resistere a mimetizzarsi col mondo significa, salvare il sacerdozio. La mimetizzazione costituisce il vero contraddittorio della pastorale, la sua morte, magari lenta e per gli incoscienti indolore, ma morte. Salviamo noi, per salvare cose più sacre e più grandi di noi.

+ Giuseppe Card. Siri

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