http://4.bp.blogspot.com/_14vrv7ni7HM/TLYyK0PS85I/AAAAAAAABU8/h4xBT0R8kQU/s1600/20101013225550_D0064009.jpg

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Today is the Ninth Anniversary of death of Michael Davies who has written THE CHURCH SINCE VATICAN II and Works Related to the Holy Eucharist as a great defender and champion of the Faith.

 9th anniversary of death of Michael Davies (R.I.P)



 Fr. Z writes:

Michael Davies was a real gentleman, a dedicated Catholic and lover of the Church, and a zealous advocate of reverent liturgical worship.

He went to God on 25 September 2004.

A reader reminded me:
"Of your charity, please pray for the soul of Michael Davies:

"Author, teacher, lay theologian,
President of Una Voce International,
Loyal son of Wales,
Husband and father,
Faithful son of Holy Church and a great defender and champion of the Faith.
Today is his Ninth Anniversary.

"I have been profoundly touched by the news of the death of Michael Davies. I had the good fortune to meet him several times and I found him as a man of deep faith and ready to embrace suffering. Ever since the Council he put all his energy into the service of the Faith and left us important publications especially about the Sacred Liturgy. Even though he suffered from the Church in many ways in his time, he always truly remained a man of the Church. He knew that the Lord founded His Church on the rock of St Peter and that the Faith can find its fullness and maturity only in union with the successor of St Peter. Therefore we can be confident that the Lord opened wide for him the gates of heaven. We commend his soul to the Lord’s mercy."
- Joseph Cardinal Ratzinger

THE CHURCH SINCE VATICAN II , BY Michael Davies
FROM SELF-CRITICISM TO SELF-DESTRUCTION:
A QUOTE FROM CARDINAL RATZINGER
The text of this pamphlet was delivered as a lecture in Belfast and Dublin in October 1984. No attempt has been made to adapt the Format to the printed word. Two months later L'Osservatore Romano, the official journal of the Holy See, carried a report of an interview given by Cardinal Joseph Ratzinger, Prefect of the Congregation for the Doctrine of the Faith, which endorses the conclusion of Mr. Davies concerning the effects of Vatican Il in a very dramatic manner. We quote:

FROM SELF-CRIIICISM TO SELF-DESTRUCTION

"Certainly, the results [of Vatican II] seem cruelly opposed to the expectations of everyone, beginning with those of Pope John XXIII and then of Paul VI: expected was a new Catholic unity and instead we have been exposed to dissension which---to use the words of Paul VI---seems to have gone from self-criticism to self-destruction. Expected was a new enthusiasm, and many wound up discouraged and bored. Expected was a great step forward, and instead we find ourselves faced with a progressive process of decadence which has developed for the most part precisely under the sign of a calling back to the Council, and has therefore contributed to discrediting for many. The net result therefore seems negative. I am repeating here what I said ten years after the conclusion of the work: it is incontrovertible that this period has definitely been unfavorable for th Catholic Church."

Joseph Cardinal Ratzinger,
L'Osservatore Romano (English edition),
24 December 1984



THE ANGELUS PRESS
1985
Published on the web with permission of the author.

Contents:FROM SELF-CRITICISM TO SELF-DESTRUCTION: A QUOTE FROM CARDINAL RATZINGER
INTRODUCTION
DEFINITION OF THE CATHOLIC CHURCH
DECLINE AND RENEWAL
CITIZENS OF HEAVEN
THE DIVINIZATION OF MAN
RATIONALISM
PROTESTANTISM
MODERNISM
A SAINT INTERVENES
THE ENCYCLICAL HUMANI GENERIS
MARXISM
DEMOCRACY
OCCULT FORCES
THE EVE OF THE COUNCIL
THE SECOND VATICAN COUNCIL
POPE PAUL VI PROTESTS
THE COUNCIL AS AN EVENT
BISHOP ADRIAN'S TESTIMONY
THE SPIRIT OF VATICAN II
FANTASY VERSUS FACT
THE CRANKS TAKE OVER
NINETEEN EIGHTY-FOUR
THE DEIFICATION OF MAN
THE SATANIC CONNECTION
INEVITABILITY?
CATHOLIC RESISTANCE
THE CONSERVATIVE OPTION
THIS SCHISMATIC IMPASSE
THE CATHOLIC WAY
BACK COVER STATEMENT


source


Michael Davies Works Related to the Holy Eucharist:THE BARBARIANS HAVE TAKEN OVER
COMMUNION IN THE HANDS AND SIMILAR FRAUDS
CRANMER'S GODLY ORDER: THE DESTRUCTION OF CATHOLICISMTHROUGH LITURGICAL CHANGE
A SHORT HISTORY OF THE ROMAN MASS
THE ORDER OF MELCHISEDECH: A DEFENCE OF THE CATHOLIC PRIESTHOOD
THE LITURGICAL REVOLUTION
THE CATHOLIC SANCTUARY AND THE SECOND VATICAN COUNCIL
LITURGICAL SHIPWRECK
EXCERPTS FROM LITURGICAL TIME-BOMBS IN VATICAN II
IT IS THE MASS THAT MATTERS
A PRIVILEGE OF THE ORDAINED

Michael Davies Works: Tradition and HistoryTHE GOLDFISH BOWL
POPE LEO XIII ON TRUE LIBERTY---An ArticleST. JOHN FISHER, BISHOP AND MARTYR---Book Excerpts

Michael Davies Works: ChristTHE REIGN OF CHRIST THE KING


(Translated from the original German)
9 November 2004
How he – in his earthly life – would have loved Summorum Pontificum.

Cardeal Raymondo Leo Burke nota que é preciso dizer um basta “ao falso sentido de diálogo que se infiltrou também na Igreja. Não é possível reconhecer publicamente aqueles que apoiam violações abertas à lei moral, nem render a eles quaisquer tipos de honras. Isto é um escândalo, uma contradição, um erro”.

Francisco fala em Roma, Burke fala nos EUA.

Por Il Foglio | Tradução: Fratres in Unum.comSe não fosse o longo colóquio do Papa Francisco com a “Civiltà Cattolica”, a entrevista do Cardeal Raymondo Leo Burke, Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, haveria de ficar escondida nas páginas do períodico mensal “Catholic Servant”, impresso em Minneapolis, e seria facilmente esquecida. Principalmente, depois de Francisco ter declarado que algumas questões e certos princípios não-negociáveis não deveriam se tornar prioridades no ministério dos sacerdotes, devendo apenas ser pregados em contextos específicos, pois a posição da Igreja já é bastante conhecida. Palavras que na América, onde está alinhavada a batalha, inclusive política, da ala conversavora do episcopado, hoje guiado por Timothy Dolan, surpreenderam.
Cardeal Burke.
Cardeal Burke.
Por isso publicamos hoje esta entrevista e damos ampla cobertura ao que disse o Cardeal Burke, enquanto a milhares de quilômetros de distância, em sua suíte papal na Casa Santa Maria, Bergoglio lembrava que “uma pastoral missionária não pode estar obcecada com a transmissão desarticulada de uma multiplicidade de doutrinas a serem impostas com insistência”. Além de falar sobre o Summorum Pontiticum e a participação dos fiéis católicos na Missa, o Cardeal Burke dedica amplo espaço à tríade contracepção, aborto e casamento gay. Não tem medo de falar sobre “a alarmante rapidez com que se está implementando a agenda homossexual”, fato que “deve despertar a todos nós e nos deixar alarmados quanto ao futuro da nação” [referindo-se aos EUA]. Sobre isso, acrescenta o Cardeal: “estamos diante de um engano, de uma mentira sobre os aspectos mais fundamentais de nossa natureza humana, da sexualidade humana, que nos define [como tais]”.
Mentiras que só podem “vir de Satanás”, diz o Cardeal e antigo arcebispo de Saint-Louis. “É uma situação diabólica que visa destruir os indivíduos, as famílias e finalmente a nossa nação. É o mal imperante, logo, como resultado de uma cultura de morte, uma cultura contra a vida e contra a família que já existe há tempos”. E a culpa, a responsabilidade máxima do colapso “é dos católicos”, diz Burke.
“Não combatemos adequadamente, porque não nos foi ensinada a nossa fé católica, sobretudo na profundidade necessária para enfrentar esses graves males do nosso tempo. É uma falência da catequese, seja a catequese das crianças, seja a dos jovens, que é realizada nos últimos 50 anos. É necessária uma atenção muito mais radical, e posso dizer isso porque fui bispo de duas diocese diferentes”. O resultado da catequese superficial dos últimos 50 anos “é que muitos eleitores adultos apoiam políticos com posições imorais, porque não conhecem a sua fé católica e o seu ensinamento sobre a questão da atração pelo mesmo sexo e sobre a desordem intrínseca das relações sexuais entre duas pessoas do mesmo sexo. Isso porque – acrescenta – tais pessoas não estão em condições de defender a fé católica”.
O fundamental por determinar a situação corrente foi “a exaltação da virtude da tolerância, falsamente concebida como a virtude que se sobrepõe a todas as outras virtudes”, disse Burke. Em outras palavras, explica, “deveríamos tolerar outras pessoas em suas ações imorais, a ponto até de parecer que apoiamos a moral equivocada. A tolerância é uma virtude, mas certamente não é a principal, que é a caridade. E caridade é falar da verdade, especialmente da verdade sobre a vida humana e a sexualidade humana. Enquanto nós amamos o indivíduo, nós desejamos somente o melhor para aqueles que sofrem de uma inclinação que os leva a se envolverem em relações sexuais com uma pessoa do mesmo sexo. Nós devemos condenar estas ações, porque estão em desacordo com a própria natureza, como Deus nos criou. É preciso dizer, nota o cardeal prefeito, um basta “ao falso sentido de diálogo que se infiltrou também na Igreja. Não é possível reconhecer publicamente aqueles que apoiam violações abertas à lei moral, nem render a eles quaisquer tipos de honras. Isto é um escândalo, uma contradição, um erro”.
 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale». R. GARRIGOU-LAGRANGE, O. P.: SACERDOTE CON CRISTO SACERDOTE E VITTIMA

  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», XIII, L'unione negli sforzi d'apostolato..
  •  P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», XII, Il primato dell’amore.
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», XI, La dottrina del Cuore di Gesù. 
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», X, La dottrina della fiducia.
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», IX, Dottrina di misericordia 
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», VIII, La Messa sorgente di santità sacerdotale. 
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», VII, La santità è la sola fecondità. 
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», V, Santità sacerdotale.
  • Don Dolindo Ruotolo, «La transustanziazione».
  • P. Mateo Crawley-Boevey SS.CC., «Ritiro Sacerdotale», VI, La via regale della santità sacerdotale.
  • Preghiera per il sacerdote celebrante. 
  •  
    P. R. Garrigou-Lagrange, O. P., «Sacerdote con Cristo
 Sacerdote e Vittima» (corso di teologia spirituale per sacerdoti
), introduzione e indice
    P. R. Garrigou-Lagrange, O. P., «Sacerdote con Cristo
 Sacerdote e Vittima» (corso di teologia spirituale per sacerdoti
), II P., cap II, “L'unione del sacerdote con Cristo sacerdote”.

    Santa Misa Tridentina en Glastonbury (Reino Unido) , en Dublín (Irlanda) ,en la parroquia del Santo Cura de Ars de Brasilia (Brasil), en la capilla asociada a la televisión católica EWTN en Alabama (EE.UU.) , en San Miguel de Tucumán (Argentina) ,en Manila ( Filipinas). Confirmaciones tradicionales en Missouri (EE.UU.) , en Madrid (España)

    El Secretario de la Nunciatura Apostólica en Manila oficia la Santa Misa Tridentina por el VI Aniversario de "Summorum Pontificum" en Filipinas

    Estas fotografías fueron tomadas durante la celebración de la solemne Santa Misa Tridentina, que en Filipinas se conoce como "Misa de tres" -literalmente, en español-, oficiada por Mons. Seamus Patrick Horgan, Primer Secretario de la Nunciatura Apostólica de la Santa Sede en Manila (Filipinas), el pasado 15 de septiembre, XVII Domingo después de Pentecostés, coincidiendo con el VI Aniversario del motu proprio "Summorum Pontificum", de S. S. Benedicto PP. XVI, en la parroquia de la Sagrada Familia de la diócesis de Cubao (Filipinas), organizada por la Societas Ecclesia Dei Sancti Ioseph-Una Voce Philippinensis. Dei praesidio fultus.

    Bellas imágenes de la celebración de la Santa Misa Tridentina en San Miguel de Tucumán (Argentina)

    Estas bellas imágenes fueron tomadas el pasado lunes 16 de septiembre, fiesta de los SS. Cornelio y Cipriano, y días posteriores, durante la celebración de la Santa Misa Tridentina en la Basílica de Nuestra Señora del Rosario, Convento de Santo Domingo, en San Miguel de Tucumán (Argentina). Desde la página web Dóminus vobíscum recuerdan, además de mostrar estas fotos, que desde el pasado domingo 22 de septiembre el horario de la Misa tridentina en Tucumán será a las 20:00 horas, en la capilla del Buen Pastor, sito en la calle Mendoza, entre Junín y Salta.

    Confirmaciones tradicionales en Missouri (EE.UU.)

    El pasado sábado 17 de agosto, S. E. Mons. Robert Finn, obispo de Kansas City-Saint Joseph, en Missouri (EE.UU.), confirió el sacramento de la Confirmación, en el Rito Romano antiguo, a treinta y dos fieles, en el antiguo Oratorio de San Patricio de dicha ciudad -a cargo del Instituto Cristo Rey Sumo Sacerdote-, asistido por los canónigos P. Talarico, P. Buchholz y P. Avis, así como del diácono D. Ralph Wehner. Fotos: Dña. Delena Soukup. ICRSS.

    Por primera vez en varias décadas un obispo español confiere el sacramento de la Confirmación en la Forma Extraordinaria del Rito Romano en Madrid (España)

    Anteayer, 22 de septiembre, XVIII Domingo después de Pentecostés, S. E. Mons. Juan Antonio Martínez Camino, S.I., obispo auxiliar de Madrid y Secretario General de la Conferencia Episcopal Española, administró el sacramento de la Confirmación a un grupo de jóvenes, según la Forma Extraordinaria del Rito Romano, en el Tercer Monasterio de la Visitación de Madrid (España), donde cada domingo es oficiada la Santa Misa Tridentina por el Instituto Cristo Rey Sumo Sacerdote. Tras la ceremonia en que se confirió el sacramento, Mons. Martínez Camino asistió en coro a la Santa Misa Tridentina oficiada por el canónigo D. Raúl Olazábal, Superior en España del ICRSS. Es la primera vez en varias décadas que un obispo español confiere el sacramento de la Confirmación en el Rito Romano antiguo. Pro Misa Tradicional en Ciudad Real.

    Confirmaciones y Santa Misa Pontifical "ad Orientem" en Tavole (Italia)

    El pasado 15 de septiembre, fiesta del Santísimo Nombre de María, S. E. Mons. Mario Oliveri, obispo de Albenga-Imperia (Italia), confirió el sacramento de la Confirmación a un grupo de jóvenes durante la Santa Misa (Novus Ordo), oficiada "ad orientem", en la parroquia de la Anunciación de María Santísima de la localidad de Tavole, en Imperia, dentro de la visita pastoral que realizó a la misma. A continuación, asistió a la procesión de la Madonna del Piano, patrona de Tavole, cuya imagen hace alusión a la Victoria del nombre de María sobre los turcos. Cabe destacar el uso de ornamentos tradicionales y dalmática pontifical, entre otras cosas. Misa tradicional en Ciudad Real.

    Solemne Santa Misa Tridentina en la capilla asociada a la televisión católica EWTN en Alabama (EE.UU.)

    Recientemente ha sido oficiada la solemne Santa Misa Tridentina en la capilla del Santísimo Sacramento de la ciudad de Hanceville, en Alabama (EE.UU.), asociada a la televisión católica EWTN, de la Madre Angélica. Un lector de la web NLM ha enviado estas fotografías, junto con otras de la celebración de la Liturgia tradicional, tomadas en diferentes momentos en la misma capilla.

    Santa Misa Tridentina de la fiesta de la Exaltación de la Santa Cruz en Brasil

    Estas fotografías fueron tomadas el pasado sábado 14 de septiembre, fiesta de la Exaltación de la Santa Cruz, durante la Santa Misa Tridentina, cantada, oficiada por el P. Daniel Pinheiro, IBP, en la parroquia del Santo Cura de Ars de Brasilia (Brasil), a la que siguió la solemne bendición con el Santísimo y las oraciones de la Novena de Nuestra Señora de los Dolores. Misa Tridentina en Brasilia.

    Santa Misa Tridentina de Acción de Gracias por el VI Aniversario del motu proprio "Summorum Pontificum" de Benedicto XVI en Dublín (Irlanda)

    Estas imágenes fueron tomadas el pasado sábado, 14 de septiembre, durante la Santa Misa Tridentina de Acción de Gracias por el VI Aniversario de la entrada en vigor de la Carta Apostólica en forma de motu proprio "Summorum Pontificum", de S.S. Benedicto XVI, oficiada en Dublín (Irlanda). Fotos: Asociación Tradición Católica de San Conleto.

    Santa Misa Tridentina de la fiesta de la Natividad de Bienaventurada Virgen María en Glastonbury (Reino Unido)

    Estas fotos se tomaron el pasado 8 de septiembre, XVI Domingo después de Pentecostés y Conmemoración de la Natividad de la B. V. María, cuando el P. Philip Thomas, párroco de la iglesia de San José y Santa Teresa de la localidad de Wells (Reino Unido), ofició la Missa Cantata, en el Rito Romano antiguo, en la iglesia de Nuestra Señora de la ciudad de Glastonbury, por la festividad patronal, asistido por seis acólitos. La predicación corrió a cargo del Abad de Downside, Dom Aidan Bellenger. El coro interpretó la Missa Ave Maris Stella, de Tomás Luis de Victoria, el Ave Maria, de Robert Parsons, y O Sacrum Convivium, de Thomas Tallis. Tras la ceremonia se impartió la solemne bendición a la congregación, que a continuación disfrutó de un almuerzo en los jardines del presbiterio de la antigua Abadía de Glastonbury, hoy en ruinas. LMS Clifton.

    La fede in Cristo y la Liturgia


    La fede in Cristo e la Liturgia

    Cristo Pantocrator:
    la bellezza dell'arte religiosa non è fine se stessa è tesa a testimoniare la verità della fede

    Si ripete continuamente che i nostri sono tempi di confusione religiosa. Anch'io lo credo, ma dalla confusione non se ne esce se non lo si vuole. Oggi più che mai molti dei cosiddetti “capi” della Cristianità non sono in grado di aiutare le persone, presi come sono da una mentalità sempre più secolarizzata. Dove rivolgersi? Verso la liturgia tradizionale la quale continua a dare la sua perenne testimonianza ed esortazione.

    Uno dei legami più forti che ha la liturgia tradizionale è con la dottrina, una dottrina certa, definita, per nulla ambigua, in grado d'illuminare anche gli animi più confusi e di condannare senza possibilità di appello gli errori.

    La liturgia, infatti, non è altro che la fede celebrata, il dogma divenuto poesia e canto da porgere al cuore dei fedeli. Chi la vive con attenzione non può non venirne illuminato, se è nell'oscurità dell'ignoranza, o abbeverato, se ha sete di verità.

    La cosa fondamentale sulla quale insiste all'infinito la liturgia è l'assoluta centralità di Cristo nella storia della salvezza di tutto il genere umano. Ogni preghiera inizia e termina nel nome di Cristo riconosciuto quale unico mediatore tra il genere umano e Dio. Chi lo rifiuta, come un tempo gli ebrei che lo condannarono in croce, non trova nella liturgia tradizionale tentennamenti o parole dolci: viene esecrato. Un passo tratto dalla settimana santa bizantina c'illustra, con chiara forza, questo concetto:

    “Al posto del bene che hai fatto, o Cristo, alla stirpe degli ebrei, essi ti hanno condannato alla croce, dandoti da bere aceto e fiele. Tu dunque, Signore, rendi loro secondo le loro opere, perché non hanno compreso la tua condiscendenza.
    Non si contentarono del tradimento, o Cristo, i figli degli ebrei, ma scuotevano la testa schernendo e beffeggiando. Tu dunque, Signore, rendi loro secondo le loro opere, perché non hanno compreso la tua condiscendenza.
    Né la terra che si scosse, né le rocce che si spezzarono convinsero gli ebrei, né il velo del tempio né la resurrezione dai morti. Tu dunque, Signore, rendi loro secondo le loro opere, perché non hanno compreso la tua condiscendenza” (Ufficio della santa Passione, Antifona 11).

    Il testo non rimprovera un'etnìa in particolare, per quanto si rivolga agli ebrei del tempo di Cristo, ma chiunque non voglia credere in Cristo come unico mediatore tra cielo e terra e si volga ad altro. Ne è prova il fatto che è cantato in un'assemblea di cristiani perché essi intendano e non siano tentati di porsi sul piano di chi, rinnegando Cristo, si volge ad altre credenze.
    La centralità e insostituibilità di Cristo, la sua unità in seno alla Trinità, sono condizioni indispensabili per la salvezza del singolo che, a giusta ragione, può così pregare:

    “Unico Padre dell'Unico Figlio Unigenito, e Unica luce, riflesso dell'Unica luce, e tu che unicamente sei il santo Spirito dell'Unico Dio, essendo veramente Signore dal Signore; o Triade santa Monade salva me che proclamo la tua divinità!” (Doxastikon della nona ode del Mattutino del Giovedì prima della Domenica delle Palme).

    Davanti alla fede in Cristo, ci sono state schiere di martiri che giunsero al disprezzo della propria vita, pur di mantenere intatto il credo della Chiesa. La liturgia bizantina li celebra continuamente. Ecco un esempio:

    “Senza temere né fuoco, né spada né morte, avete mantenuto ferma la confessione che salva rinvigoriti da Cristo, o beati” (Mattutino del sabato della terza settimana di Quaresima).

    In una sola frase si sottolinea che la confessione della vera fede genera la salvezza per la quale, opportunamente o inopportunamente, i martiri hanno dato testimonianza fino alla tragica conseguenza di versare il proprio sangue. Anche questo fatto, celebrato nella liturgia, diviene esortazione, parenesi e ricordo da non dimenticare ma, semmai, da imitare.

    Nella pratica dei santi, all'ascesi si associa un vero e proprio “eros” per l'ortodossia della fede: essi sono nemici giurati di ogni comportamento compromissorio che possa alterare o minimamente corrompere la dottrina. La liturgia, che trasmette questa tradizione vitale, in tal senso, diviene più eloquente che mai:

    “... Gioisci, sapiente Atanasio, tu che trai il nome dall'immortalità, tu che hai cacciato dal gregge di Cristo, come un lupo, Ario vaniloquente, colpendolo con la fionda elastica delle tue dottrine divinamente sapienti. Gioisci astro fulgidissimo, difensore della Sempre-Vergine, tu che con voce stentorea l'hai splendidamente proclamata Madre di Dio in mezzo al sacro sinodo di Efeso, e hai ridotto a nulla le chiacchiere di Nestorio, o beatissimo Cirillo....” (Doxastikon dei santi al Mattutino).

    E ancora, rivolgendosi a san Giovanni Damasceno, polemico verso l'Islam allora nascente, la liturgia insegna che solo la vera fede glorifica Dio, non altre:

    "Hai rovesciato con la tua sapienza le eresie, o beatissimo, o sapientissimo Giovanni, e hai donato alla Chiesa una dottrina ortodossa, perché rettamente definisca e glorifichi la Triade, Monade trisipostatica, in una sola sostanza" (Exapostilarion del santo al Mattutino).

    Questa testimonianza donataci ancor oggi da una liturgia tradizionale (in questo caso quella bizantina) pare essere totalmente oscurata laddove la liturgia è stata appannata, umanisticizzata e manipolata e i pastori si sono corrotti alle dottrine mondane di un umanismo dolcificato e irenistico ma mortalmente letale per la fede. La fortuna di avere ancora oggi queste tradizioni vive, ci pone in mano un'arma con la quale, conoscendo il vero spirito della Chiesa, siamo in grado di proteggerci da quanto Chiesa non è ma la sta invadendo e sovvertendo dal suo interno.

    La dottrina di sempre si staglia nella sua solenne immobilità per insegnare e confermare nella fede chi lo desidera. Nessuna tenebra potrà cancellare tale luce, nessuna confusione delle menti potrà svigorire la forza di questa testimonianza.
    Il mondo può tremare e crollare, gli ecclesiastici potranno inebriarsi al vino della mondanità ma le montagne della fede – trasmesseci dalla tradizione liturgica – sono ancora là. Non resta che raggiungerle.


    fonte

    segunda-feira, 23 de setembro de 2013

    La Santa Misa según San Pío de Pietrelcina. St. Padre Pio and Fr. Stefano Manelli, His Spiritual Child. Las dos formas del Rito Romano .Teología de la liturgia .S. E. Cardenal Ranjith y la reforma de la reforma .El Papa escribió a Mons. Fellay: “Es necesario aceptar el Concilio y el Magisterio post-conciliar”

    La Santa Misa según San Pío de Pietrelcina : Testimonio del P. Derobert, hijo espiritual de san Pío de Pietralcina


     


    La Santa Misa según San Pío de Pietrelcina

    Él me había explicado poco después de mi ordenación sacerdotal que celebrando la Eucaristía había que poner en paralelo la cronología de la Misa y la de la Pasión. Se trataba de comprender y de darse cuenta, en primer lugar, de que el sacerdote en el Altar es Jesucristo. Desde ese momento Jesús en su sacerdote, revive indefinidamente la Pasión.

    Desde la señal de la cruz inicial hasta el ofertorio es necesario reunirse con Jesús en Getsemaní, hay que seguir a Jesús en su agonía, sufriendo ante esta "marea negra" de pecado. Hay que unirse a Él en el dolor de ver que la Palabra del Padre, que Él había venido a traernos, no sería recibida o sería recibida muy mal por los hombres. Y desde esta óptica había que escuchar las lecturas de la misa como estando dirigidas personalmente a nosotros.

    El Ofertorio, es el arresto. La Hora ha llegado...

    El Prefacio, es el canto de alabanza y de agradecimiento que Jesús dirige al Padre que le ha permitido llegar por fin a esta "Hora".

    Desde el comienzo de la plegaria Eucarística hasta la consagración nos encontramos ¡rápidamente! con Jesús en la prisión, en su atroz flagelación, su coronación de espinas y su camino de la cruz por las callejuelas de Jerusalén teniendo presente en el "memento" a todos los que están allí y a todos aquellos por los que pedimos especialmente.

    La Consagración nos da el Cuerpo entregado ahora, La Sangre derramada ahora. Es místicamente, la crucifixión del Señor. Y por eso san Pío de Pietrelcina sufría atrozmente en este momento de la Misa.

    Nos reunimos enseguida con Jesús en la Cruz y ofrecemos desde este instante, al Padre, el sacrificio Redentor. Es el sentido de la oración litúrgica que sigue inmediatamente a la Consagración.

    El "Por Él, con Él y en Él" corresponde al grito del Jesús: "Padre, a tus manos encomiendo mi espíritu". Desde ese momento el Sacrificio es consumado y aceptado por el Padre. Los hombres en adelante ya no están separados de Dios y se vuelven a encontrar unidos. Es la razón por la que, en este momento, se recita la oración de todos los hijos: "Padrenuestro...".

    La fracción del Pan marca la muerte de Jesús...

    La intinción, el instante en el que el Padre, habiendo quebrado la Hostia (símbolo de la muerte...) daja caer una partícula del Cuerpo de Cristo en el Cáliz de la preciosa sangre, marca el momento de la resurrección, pues el Cuerpo y la Sangre se reúnen de nuevo y es a Cristo vivo a quien vamos a recibir en la comunión.

    La bendición del sacerdote marca a los fieles con la cruz, como signo distintivo y a la vez como escudo protector contra las astucias del Maligno...

    Se comprenderá que después de haber oído de la boca del P. Pío una tal explicación, sabiendo bien que él vivía dolorosamente esto, me haya pedido seguirle por este camino... lo que hago cada día... ¡y con cuánta alegría!

    Testimonio del P. Derobert, hijo espiritual de san Pío de Pietrelcina.


    http://misatradicionalciudadreal.blogspot.com/2011/09/san-pio-de-pietrelcina.html

    St. Padre Pio and Fr. Stefano Manelli, His Spiritual Child






    Today is the Feast of St. Pio, affectionately known as Padre Pio, a modern miracle worker who had the stigmata of Our Lord's wounds imprinted visibly on his flesh. He was spiritual director of Fr. Stefano Manelli, our founder, and his entire family.



    Mass offered by Fr. Stefano Manelli:

    Fr. Stefano Maria Manelli was born in Fiume/Rijeka (Hrvatska), Italy on May 1, 1933. His parents were Servant of God Settimio Manelli and Servant of God Licia Gualandris, spiritual children of St. Pio of Prietrelcina. He was the sixth of the twenty-one children.

    He received his first communion from Padre Pio himself in 1938.

    Mary, Mother of Jesus Christ, Eternal High Priest, Mother of all priests and our Mother, help us respond generously to the Holy Spirit's request, through the voice of His Church, to offer up to God Eucharistic adoration for priests. Amen.

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