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segunda-feira, 29 de junho de 2015

2015 - Ordinations sacerdotales / Priesterweihen à Lindenberg près de Wigratzbad par Mgr Nicolas Brouwet, évêque de Tarbes et Lourdes.


2015 - Ordinations sacerdotales / Priesterweihen

Notre communauté s'est enrichie ce matin de six nouveaux prêtres, ordonnés à Lindenberg près de Wigratzbad par Mgr Nicolas Brouwet, évêque de Tarbes et Lourdes.

On compte quatre Français, les abbés Joseph de Castelbajac, Louis Le Morvan, Xavier Proust et Côme Rabany, un Colombien : Elvis Ruiz Silva, et un Dominicain : Jean de Léon-Gomez.













L'imposition des mains, matière du sacrement






L'onction des mains


Une vieille tradition française : les mamans des jeunes prêtres délient les mains nouvellement consacrées et gardent pour elles le purificatoire.





Assistés d'un prêtre, les nouveaux ordonnés récitent la messe avec l'évêque

La promesse d'obéissance










L'abbé Rabany bénissant ses parents...

... et son petit frère


TOUTES LES PHOTOS :
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Congratulations Card. Burke: 40 years of priesthood!


Congratulations Card. Burke: 40 years of priesthood!

Today is His Eminence Raymond Card. Burke’s 40th anniversary of ordination to the sacred priesthood.
That was a good day for the Church.
Card. Burke is one of the kindest men alive and a great scholar of Holy Church’s law.
I am sure that all of you will stop, right now, and say a prayer for him.
Tomorrow, in Rome, His Eminence will celebrate Holy Mass at S. M. in Cosmedin, in which church he was ordained. The Mass will start at 4:30 PM: Novus Ordo, in Latin.
Hearty congratulations to Cardinal Burke!
Click for the story!
Ad multos annos!

SAN JOSEMARÍA ESCRIVÁ Y LA SANTA MISA




A continuación reproducimos un breve, pero bello texto de San Josemaría Escrivá sobre la Santa Misa. Lo hemos tomado de un interesante artículo que El buho escrutador ha realizado sobre la orientación común de sacerdotes y fieles, ad Orientem, durante la Santa Misa.

"Primero, oyéndola con mucha veneración, preparándola quizá con un misalito pequeño, aunque sea antiguo, para darte cuenta de que la Santa Misa es la renovación incruenta del Sacrifico divino del Calvario. ¡Nada de cenas ni de comidas! El sacerdote es Cristo. Cuando yo estoy en el altar no soy presidente de nada: soy el mismo Cristo; le presto mi pobre cuerpo y mi voz. Por esto, cogiendo el Pan, digo: esto es mi Cuerpo. Y tomando el Cáliz del vino, digo: esta es mi Sangre. Es muy hermoso que el sacerdote esté de espaldas a los fieles: porque no podemos, con nuestra pobre cara humana, representar la faz divina de Jesucristo".

domingo, 28 de junho de 2015

BENTO XVI: A Igreja e nela Cristo sofre hoje também. Nela Cristo é sempre escarnecido de novo e atingido; sempre de novo se procura pô-lo fora do mundo. Sempre de novo a pequena barca da Igreja é abalada pelo vento das ideologias, que com as suas águas penetram nela e parecem condená-la a afundar.


CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PARA A BÊNÇÃO E IMPOSIÇÃO DOS PÁLIOS
NA SOLENIDADE DOS SANTOS PEDRO E PAULO
HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Quinta-feira, 29 de Junho de 2006

"Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16, 18). O que diz exactamente o Senhor a Pedro com estas palavras? Que promessa lhe faz com elas e que cargo lhe confia? E que diz a nós ao Bispo de Roma, que está na Cátedra de Pedro, e à Igreja de hoje?
Se quisermos compreender o significado das palavras de Jesus, é útil recordar-se de que os Evangelhos nos narram três situações diversas nas quais o Senhor, sempre de maneira diversa, transmite a Pedro a tarefa que lhe competirá. Trata-se sempre da mesma tarefa, mas torna-se mais claro para nós, pela diversidade das situações e das imagens usadas o que nele interessava e interessa o Senhor.
No Evangelho de São Mateus que ouvimos há pouco, Pedro faz sua a confissão a Jesus reconhecendo-o como Messias e Filho de Deus. Com base nisto é-lhe conferida a sua tarefa particular mediante três imagens: a da rocha que se torna pedra de fundamento ou pedra angular, a das chaves e a de ligar e desligar.
Neste momento não pretendo interpretar mais uma vez estas três imagens que a Igreja, ao longo dos séculos, explicou sempre de novo: desejaria ao contrário chamar a atenção para o lugar geográfico e para o contexto cronológico destas palavras. A promessa é feita perto das fontes do Jordão, na fronteira com a terra judaica, no confim com o mundo pagão.
O momento da promessa marca uma viragem decisiva no caminho de Jesus: agora o Senhor encaminha-se para Jerusalém e, pela primeira vez, diz aos discípulos que este caminho para a Cidade Santa é o caminho da Cruz: "A partir desse momento, Jesus Cristo começou a fazer ver aos seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito, da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos doutores da Lei, ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar" (Mt 16, 21).
Os dois aspectos caminham juntos e determinam o lugar interior da Primazia, antes da Igreja em geral: continuamente o Senhor está a caminho da Cruz, da humilhação do servo de Deus sofredor e morto, mas ao mesmo tempo está também sempre a caminho da vastidão do mundo, na qual Ele nos precede como Ressuscitado, para que resplandeça no mundo a luz da sua palavra e a presença do seu amor; está a caminho porque através d'Ele, de Cristo crucificado e ressuscitado, o próprio Deus chegue ao mundo. Neste sentido Pedro, na sua Primeira Carta, qualifica-se como "testemunha dos sofrimentos de Cristo e partícipe da glória que deve manifestar-se" (5, 1).
Para a Igreja a Sexta-Feira Santa e a Páscoa existem sempre juntas; ela é sempre tanto o grão de mostarda como a árvore entre cujos ramos os pássaros do céu fazem o ninho. A Igreja e nela Cristo sofre hoje também. Nela Cristo é sempre escarnecido de novo e atingido; sempre de novo se procura pô-lo fora do mundo. Sempre de novo a pequena barca da Igreja é abalada pelo vento das ideologias, que com as suas águas penetram nela e parecem condená-la a afundar.
E contudo, precisamente na Igreja sofredora Cristo é vitorioso. Apesar de tudo, a fé n'Ele retoma força sempre de novo. Também hoje o Senhor ordena às águas e demonstra-se o Senhor dos elementos. Ele permanece na sua barca, na barca da Igreja. Assim também no ministério de Pedro se revela, por um lado, a debilidade do que é próprio do homem, mas ao mesmo tempo também a força de Deus: precisamente na debilidade dos homens o Senhor manifesta a sua força; demonstra que é Ele mesmo quem constrói, através de homens débeis, a sua Igreja.
Dirijamo-nos agora ao Evangelho de São Lucas que nos narra como o Senhor, durante a Última Ceia, confere de novo uma tarefa especial a Pedro (cf. Lc 22, 31-33). Esta vez as palavras de Jesus dirigidas a Simão encontram-se imediatamente depois da instituição da Santíssima Eucaristia. O Senhor acabou de se oferecer aos seus, sob as espécies do pão e do vinho. Podemos ver na instituição da Eucaristia o verdadeiro e próprio acto fundador da Igreja. Através da Eucaristia o Senhor doa aos seus não só a si mesmo, mas também a realidade de uma nova comunhão entre eles que se prolonga nos tempos "até à Sua vinda" (cf. 1 Cor11, 26).
Mediante a Eucaristia os discípulos tornam-se a sua casa viva que, ao longo da história, cresce como o templo de Deus novo e vivente neste mundo. E assim Jesus, logo após a instituição do Sacramento, fala do que significa ser discípulos, o "ministério" na nova comunidade: diz que ele é um compromisso de serviço, assim como Ele próprio se encontra no meio deles como Aquele que serve. E então dirige-se a Pedro. Diz que Satanás pediu para poder examinar os discípulos como o grão. Isto recorda o trecho doLivro de Job, no qual Satanás pede a Deus a faculdade de atingir Job. O diabo o caluniador de Deus e dos homens quer provar com isto que não existe uma verdadeira religiosidade, mas que no homem tudo tem sempre e unicamente por objectivo a utilidade.
No caso de Job, Deus concede a Satanás a liberdade exigida precisamente para poder com ela defender a sua criatura, o homem e a si mesmo. Acontece assim também com os discípulos de Jesus Deus dá uma certa liberdade a Satanás em todos os tempos. Com frequência parece-nos que Deus conceda demasiada liberdade a Satanás; que lhe conceda a faculdade de nos despertar de maneira demasiado terrível; e que isto supere as nossas forças e nos oprima demasiado.
Bradaremos sempre de novo a Deus: Ai de mim, olha para a miséria dos teus discípulos, protege-nos! De facto Jesus continua: "Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desapareça" (Lc 22, 32). A oração de Jesus é o limite colocado ao poder do maligno. A oração de Jesus é a protecção da Igreja.
Podemos refugiar-nos sob esta protecção, apegar-nos a ela e ter a sua certeza. Mas como nos diz o Evangelho Jesus reza de modo especial por Pedro: "... para que a tua fé nunca desfaleça". Esta oração de Jesus é ao mesmo tempo promessa e tarefa. A Oração de Jesus tutela a fé de Pedro; aquela fé que ele lhe confessou em Cesareia de Filipe: "Tu és Cristo, o Filho do Deus vivo"(Mt 16, 16).
Eis: nunca permitir que esta fé se torne muda, fortalecê-la sempre de novo, precisamente também perante a cruz e todas as contradições do mundo: é esta a tarefa de Pedro. Por isso o Senhor não reza só pela fé pessoal de Pedro, mas pela sua fé como serviço aos outros. É precisamente isto que Ele pretende dizer com as palavras: "E tu, uma vez convertido, fortalece os teus irmãos" (Lc 22, 32).
"E tu, uma vez convertido" estas palavras são ao mesmo tempo profecia e promessa. Elas profetizam a debilidade de Simão que, perante uma serva e um servo, negará que conhece Jesus.
Através desta queda de Pedro e com ele qualquer sucessor seu deve aprender que a própria força sozinha não é suficiente para edificar e guiar a Igreja do Senhor. Ninguém consegue sozinho. Por mais que Pedro pareça ser capaz e bom já no primeiro momento da prova falha. "E tu, uma vez convertido" o Senhor, que lhe prediz a queda, também lhe promete a conversão: "Voltando-se, o Senhor fixou os olhos em Pedro..." (Lc 22, 61).
O olhar de Jesus realiza a transformação e torna-se a salvação de Pedro: Ele, "saindo para fora, chorou amargamente" (22, 62). Queremos implorar sempre de novo este olhar salvador de Jesus: para todos os que, na Igreja, ocupam uma responsabilidade; para todos os que sofrem devido às confusões deste tempo; para os grandes e para os pequenos: Senhor, olha para nós sempre de novo e assim eleva-nos de todas as nossas quedas e toma-nos nas tuas mãos bondosas.
O Senhor confia a Pedro a tarefa pelos irmãos através da promessa da sua oração. O cargo de Pedro está ancorado na oração de Jesus. É isto que lhe dá a segurança da sua perseverança através de todas as misérias humanas. E o Senhor confia-lhe este cargo no contexto da Ceia, em simultâneo com o dom da Santíssima Eucaristia. A Igreja, fundada na instituição da Eucaristia, no seu íntimo é comunidade eucarística e desta forma comunhão com o Corpo do Senhor.
A tarefa de Pedro é presidir a esta comunhão universal; mantê-la presente no mundo como unidade também visível, encarnada. Ele, juntamente com toda a Igreja de Roma, deve como diz Santo Inácio de Antioquia presidir à caridade: presidir à comunidade daquele amor que provém de Cristo e, sempre de novo, ultrapassa os limites do privado para levar o amor de Cristo até aos confins da terra.
A terceira referência à Primazia encontra-se no Evangelho de São João (21, 15-19). O Senhor ressuscitou, e como Ressuscitado confia a Pedro o seu rebanho. Também aqui se compenetram reciprocamente a Cruz e a Ressurreição. Jesus prediz a Pedro que o seu caminho irá em direcção à cruz. Nesta Basílica erigida em cima do túmulo de Pedro um túmulo pobre vemos que o Senhor vence sempre precisamente assim, através da Cruz.
O seu poder não é um poder segundo as modalidades deste mundo. É o poder do bem da verdade e do amor, que é mais forte que a morte. Sim, a sua promessa é verdadeira: os poderes da morte, as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja que Ele edificou sobre Pedro (cf. Mt 16, 18) e que Ele, precisamente desta forma, continua a edificar pessoalmente.
Nesta solenidade dos santos Apóstolos Pedro e Paulo dirijo-me de modo especial a vós, queridos Metropolitanos, que viestes de numerosos Países do mundo para receber do Sucessor de Pedro o Pálio. Saúdo-vos cordialmente juntamente com quantos vos acompanharam. Saúdo também com alegria particular a Delegação do Patriarcado Ecuménico presidida por Sua Eminência Joannis Zizioulas, Metropolitano de Pérgamo, co-Presidente da Comissão Mista Internacional para o diálogo teológico entre católicos e ortodoxos. Estou grato ao Patriarca Bartolomeu I e ao Santo Sínodo por este sinal de fraternidade, que torna evidente o desejo e o compromisso de progredir mais rapidamente pelo caminho da unidade plena que Cristo invocou para todos os seus discípulos.
Nós sentimos que partilhamos o desejo ardente expresso um dia pelo Patriarca Atenágoras e pelo Papa Paulo VI: beber juntos do mesmo Cálice e comer juntos do mesmo pão que é o próprio Senhor. Imploramos de novo, nesta ocasião, que este dom nos seja concedido depressa. E agradecemos ao Senhor que nos encontremos unidos na confissão que Pedro fez em Cesareia de Filipe a todos os discípulos: "Tu és Cristo, o Filho do Deus vivo". Queremos levar juntos esta confissão ao mundo de hoje. Ajude-nos o Senhor a sermos, precisamente nesta hora da nossa história, verdadeiras testemunhas dos seus sofrimentos e partícipes da glória que deve manifestar-se (1 Pd 5, 1). Amém.

CARDEAL Albert Malcolm Ranjith: a prática de receber a Sagrada Comunhão na boca e de joelhos foi recebida e exercitada pela Igreja durante um longo período de tempo.


Mons. Albert Malcolm Ranjith: a prática de receber a Sagrada Comunhão na boca e de joelhos foi recebida e exercitada pela Igreja durante um longo período de tempo. Creio que chegou a hora de avaliar a prática acima mencionada, de reconsiderá-la e, se necessário, abandonar a atual, que de fato não foi indicada nem pela Sacrosanctum Concilium, nem pelos Padres Conciliares, mas foi aceite depois da sua introdução abusiva nalguns países.


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A COMUNHÃO DE JOELHOS É A ADORAÇÃO A DEUS




A Comunhão de joelhos,
é a adoração a Deus.

D. Albert Malcolm Ranjith, Secretário Emérito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos


O Prefácio de D. Malcolm Ranjith, Secretário Emérito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos à obra “Dominus Est - Riflessioni di un Vescovo dell'Asia Centrale sulla sacra Comunione”, escrito por D. Athanasius Schneider, Bispo auxiliar de Karaganda (Cazaquistão)

No livro do Apocalipse, São João narra que tendo visto e ouvido o que lhe havia sido revelado, se prostrava em adoração aos pés do Anjo de Deus (cf. Ap. 22, 8). Prostrar-se ou ajoelhar-se ante a majestade da presença de Deus, em humilde adoração, era um hábito de reverência que Israel manifestava sempre ante a presença do Senhor.

Diz o primeiro livro dos Reis: “Quando Salomão acabou de dirigir a Javé toda essa oração e súplica, levantou-se diante do altar de Javé, no lugar em que estava ajoelhado e de mãos erguidas para o céu. Ficou em pé e abençoou toda a assembléia de Israel” (1 Reis 8, 54-55). A postura da súplica do Rei é clara: ele estava genuflectido perante o altar.

A mesma tradição se encontra também no Novo Testamento onde vemos Pedro ajoelhar-se diante de Jesus (cfr Lc 5, 8); Jairo para Lhe pedir que cure a sua filha (Lc 8, 41); o Samaritano quando volta para agradecer-Lhe e a Maria, irmã de Lázaro, para Lhe pedir a vida em favor de seu irmão (Jo 11, 32). A mesma atitude de se prostrar, devido ao assombro causado pela presença e revelação divinas, nota-se não raramente no livro do Apocalipse (Ap 5, 8, 14 e 19, 4).LER...

MONS.MARIO OLIVERI: L’aspetto che mi stava e che mi sta particolarmente a cuore di mettere in evidenza è la qualificazione di “soprannaturale” riferita alla vita cristiana, alla natura e all’attività della Chiesa, al ministero sacro


MOS.MARIO OLIVERI: L’aspetto che mi stava e che mi sta particolarmente a cuore di mettere in evidenza è la qualificazione di “soprannaturale” riferita alla vita cristiana, alla natura e all’attività della Chiesa, al ministero sacro

 



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RELAZIONE di S.E. MONS. VESCOVO
per la “TRE GIORNI” del Clero
(25 settembre 1991)
Nel messaggio indirizzato al mio Predecessore, appena nominato
Vescovo di Alberga-Imperia, esprimevo in maniera assai spontanea
il desiderio (e lì la parola stava per volontà) di continuare
con l’intera comunità ecclesiale il cammino soprannaturale di Fede
e di Carità.
Ho adesso occasione di commentare quelle parole, al cui contenuto
do fondamentale importanza, per il mio e per il vostro ministero.
Il “continuare” non era “captatio benevolentiae” del mio Predecessore,
ma corrisponde ad una necessità teologica nella realtà e nell’attività
della Chiesa. Continuità-immutabilità nella Fede, continuitàimmutabilità
di tutto quello che Cristo ha compiuto, voluto, annunziato,
istituito per il compimento del Mistero della Salvezza. Perciò ho
scritto nella Lettera quaresimale: “Noi abbiamo la specifica missione di
riproporre l’annuncio e l’opera di Cristo.
Questo annuncio deve essere presentato con tutta la forza della novità
assoluta che esso comporta, in tutta la verità del suo aspetto soprannaturale,
nella certezza che nulla di più nuovo potrà essere annunciato
e portato agli uomini, senza nessun adattamento nella sostanza alla
realtà che cambia (gli adattamenti, o meglio le variazioni, non possono
che riguardare la forma)”.
È secondo questa profonda convinzione che ho voluto il programma
della prima nostra giornata di incontri.
Per me questa convinzione si basa su argomenti teologici e filosofici,
ma anche su una constatazione di fatto. Ho visto nel mio lavoro in
diversi parti della Chiesa il male che ha fatto e che sta facendo l’avere
abbastanza spesso e da non pochi parlato presentato e argomentato sul
Concilio Vaticano II come se si fosse trattato di un avvenimento di discontinuità,
di radicali cambiamenti, addirittura di rivoluzione, e non
invece di sviluppo omogeneo, di continuità sostanziale, di rinnovato
impegno per “aggiornare” o adattare linguaggi, forme e modi di operare,
in modo da riproporre l’immutabile Verità di Cristo, le immutabili
realtà della Divina Rivelazione e del Mistero di Salvezza.Voi ricorda4
te il “Commonitorium” di San Vincenzo di Lerino che dopo aver
annunciato il grande principio dello sviluppo omogeneo del dogma
(“in eodem sensu eademque sententia”), ammoniva sulla necessità di
fare massima attenzione affinché “cum dicas nove non dicas nova”.
Il continuare “insieme” indica la necessità di radicale comunione in
seno alla Chiesa, in seno particolarmente ai sacri ministeri totalmente
orientati alla comunione della vita divina in Cristo, in seno al
Presbiterio, tra il Presbiterio e il Vescovo: l’unità di origine e di finalità
dei sacri ministeri deve anche guidare l’unità dell’azione pastorale, che
pur si esplica in diversi modi. Il “nihil sine episcopo”, quia “sine episcopo
ecclesia non datur”, che ho richiamato il giorno del mio ingresso
in Diocesi, l’ho visto sostanzialmente e gioiosamente osservato, con
tutti i frutti che ne derivano per l’intera comunità ecclesiale diocesana.
La parola “cammino” sottolinea la nostra dimensione pellegrinante,
ma la rotta non si può cambiare, per fede sappiamo da dove veniamo e
dove siamo diretti, non si tratta di inventare nuove direzioni. La dimensione
pellegrinante sta altresì ad indicare l’incompletezza di realizzazione
di vita soprannaturale, la transitorietà, la non definitività del
nostro stato presente, possediamo solamente in germe, solamente “in
spe”; continuiamo a portare e a sentire le conseguenze del peccato fino
a cadere, anche se siamo stati radicalmente liberati dalla schiavitù e
dall’ignoranza.
L’aspetto che mi stava e che mi sta particolarmente a cuore di mettere
in evidenza è la qualificazione di “soprannaturale” riferita alla vita
cristiana, alla natura e all’attività della Chiesa, al ministero sacro. Nulla
può sconvolgere o stravolgere tanto la comprensione della realtà della
Chiesa e la qualità della sua azione quanto l’offuscamento del senso del
soprannaturale o un errato concetto del soprannaturale. Privata della
sua dimensione soprannaturale, od anche solo della sua chiara connotazione
soprannaturale, la nostra azione di Chiesa, di cristiani, di ministri,
decade, si colloca fuori del suo ordine, del piano di Dio, del piano
della Redenzione e della Grazia. LEGGERE...

sábado, 27 de junho de 2015

MONS. MARIO OLIVERI : Straordinaria importanza del Motu Proprio Summorum Pontificum di Benedetto XVI


Straordinaria importanza del Motu Proprio Summorum Pontificum di Benedetto XVI
Intervento sull'atto magisteriale e di supremo governo compiuto dal Papa Benedetto XVI con il Motu Proprio ' Summorum Pontificum ', sui contenuti teologici della Liturgia antica

Rev.do e Caro Padre Nuara,



La Sua calorosa proposta, presentatami anche per iscritto, di un mio intervento al III Convegno sul Motu Proprio ' Summorum Pontificum ', che avesse come argomento i contenuti teologici della Liturgia antica, non ha lasciato il mio animo indifferente, ma non ho ' con mio grande rincrescimento ' trovato la forza di superare una grossa difficoltà che proviene dalle condizioni di salute di un mio fratello, grande invalido, al quale mi lega un primario dovere di fraterna assistenza.



         Poiché dovrò assentarmi da mio fratello dal 23 al 27 Maggio, per partecipare questa volta imperativamente all'Assemblea Generale della Conferenza Episcopale Italiana (per le ragioni familiari menzionate, sono già stato assente dall'Assemblea Generale Straordinaria dello Scorso Novembre), creerebbe grave ed insuperabile disagio la mia lontananza da casa anche nei giorni 13-15 Maggio.



         Con tutta sincerità, posso dire che avrei partecipato molto volentieri al III Convegno sul ' Motu Proprio', poiché sarebbe stata per me la felice ' e credo feconda ' occasione per esprimere ad un pubblico qualificato, ed avendo una 'audience' molto ampia, le profonde convinzioni del mio animo di Vescovo circa la straordinaria importanza per la vita della Chiesa dell'atto magisteriale e di supremo governo compiuto dal Papa Benedetto XVI con detto 'Motu Proprio'. Avrei potuto esporre le ragioni che hanno generato e generano in me tale convinzione. Voglia permettermi, caro Padre, di formularle brevemente con questo scritto, e quindi ' se lo riterrà opportuno ' farle risuonare in qualche momento del Convegno.






        

In tutto ciò che tocca la vera essenza della Chiesa è di vitale importanza mostrare in ogni tempo, ma ancor più nei momenti storici in cui si è data l'idea che tutto sia in perenne cambiamento, che non sono possibili mutamenti radicali che intacchino la sostanza degli elementi costitutivi della Chiesa stessa, e cioè la sua Fede, la sua realtà soprannaturale e dunque i suoi Sacramenti e quindi la sua Liturgia, il suo sacro ministero di governo (cioè la sua capacità soprannaturale di trasmettere tutti i doni da Cristo dati alla sua Chiesa per mezzo dei suoi Apostoli e perpetuati mediante la Successione Apostolica).



Il Motu Proprio ' Summorum Pontificum', dichiarando che la Liturgia può essere celebrata nella sua forma antica, cioè nella forma in cui è stata celebrata per secoli sino alla 'riforma' messa in atto dopo il Concilio Vaticano II, ha in maniera solenne sancito:





a)     L'immutabilità del contenuto della Divina Liturgia, e che quindi i cambiamenti che in qualche suo esteriore elemento o forma possono introdursi non possono mai essere tali da mutare la Fede della Chiesa che la Liturgia esprime, o da mutare il suo contenuto divino-sacramentale, il suo contenuto di grazia soprannaturale. Per portare un esempio: le variazioni esteriori nel Rito della Santa Messa,  o della Divina Eucaristia, non possono indurre o spingere ad avere un'altra concezione di fede circa il contenuto di Essa, né possono legittimamente indurre a pensare che nella sua celebrazione diventi superfluo o non necessario il ruolo celebrativo che compete soltanto a chi ha ricevuto sacramentalmente la capacità soprannaturale di agire 'in persona Christi'; non possono soprattutto offuscare il carattere sacrificale della Santa Messa;



b)    Che la 'riforma' post-conciliare non può legittimamente interpretarsi come una mutazione 'in substantialibus': se così è stato ritenuto, se qui o là si celebra nella forma che il Motu Proprio chiama 'ordinaria' in modo da poter indurre in errore circa il vero contenuto della Divina Liturgia, in modo da offuscare anche minimamente la vera fede nel vero contenuto della Santa Messa o di altri Sacramenti, è necessario che avvengano delle correzioni, è quanto mai urgente addivenire ad una 'riforma della riforma',studiando accuratamente quali elementi della 'riforma'post-comciliare siano tali da potersi interpretare non in continuità con la Liturgia antica, quali possono facilitare ' se non indurre ' celebrazioni non corrette; nell'immediato è necessaria una catechesi liturgicache dissipi ogni nebbia; è necessario che tutti gli abusi nella celebrazione non siano tollerati ma chiaramente corretti.



c)     È divenuto particolarmente imperativo rispettare chiarissimamente il legame inscindibile tra Fede e Liturgia, tra Liturgia e Fede; l'offuscamento della fede genera devastazione liturgica, devastazione nella 'lex orandi', e questa devastazione corrompe la fede, o almeno la offusca, la rende incerta.



Queste considerazioni avrebbero potuto essere in concreto mostrate da uno studio comparativo tra l'antica e la nuova forma del conferimento dell'Ordine Sacro, del Sacramento dell'Ordine, ma sono certo che ben saranno esposte e sviluppate con saggezza e competenza dagli Em.mi ed Ecc.mi Relatori del Convegno. Ad essi mi unisco con tutto l'animo e ad Essi dico la mia profonda comunione spirituale.



         Invoco l'assistenza dello Spirito Santo sullo svolgimento del Convegno ed auspico che esso sia apportatore di molto bene alla Chiesa, a noi Vescovi ed a tutti i suoi ministri che debbono operare avendo ben presente che culmine e fonte di tutta la vita e  missione della Chiesa è la Divina Liturgia, la Celebrazione dei Divini Misteri.



         A Lei, caro Padre, la mia distinta e devota stima.







         Albenga, 8 Febbraio 2011                                  Suo aff.mo in Domino

Cardinal Sarah's article for L'Osservatore Romano on the Traditional Missal and the Paul VI Missal

Cardinal Robert Sarah
L'Osservatore Romano
June 12, 2015
[Exclusive Rorate translation by Contributor Francesca Romana]


Fifty years after its promulgation by Pope Paul VI will the Constitution on the Sacred Liturgy from the Second Vatican Council be read? “Sacrosanctum concilium “ is not de facto a simple catalogue of reform “recipes” but a real “magna carta” of every liturgical action.

With it, the ecumenical council gives us a magisterial lesson in method. Indeed, far from being content with a disciplinary and exterior approach, the council wants to make us reflect on what the liturgy is in its essence. The practice of the Church always comes from what She receives and contemplates in Revelation. Pastoral care cannot be disconnected from doctrine.

In the Church, “that which comes from action is ordered to contemplation” (cfr. n. 2). The Council’s Constitution invites us to rediscover the Trinitarian origin of the liturgical action. Indeed, the Council establishes continuity between the mission of Christ the Redeemer and the liturgical mission of the Church. “Just as Christ was sent by His Father, so also He sent the Apostles” so that “by means of sacrifice and sacraments, around which the entire liturgical life revolves” they accomplish ”the work of salvation”. (n.6).READ MORE...