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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Irmãos de Jesus Misericordioso - Contemplativos

ESPIRITUALIDADE

A espiritualidade dos Irmãos de Jesus Misericordioso - Contemplativos é a vivência dos valores cristãosiluminada pelo Evangelho e baseada nos escritos espirituais de Santa Faustina Kowalska e do Beato Miguel Sopocko. Tem o objetivo de conduzir o consagrado a intimidade com Jesus Misericordioso e transformá-lo em um ícone de misericórdia para o mundo.



A vida de oração diária é constante, especialmente na Hora da Misericórdia (às 15 horas), momento auge da plena confiança em Deus que nos chama para, com Jesus Misericordioso, tomar parte na obra de Sua redenção.

“Procuro a santidade, porque serei útil à Igreja. Faço contínuos esforços na pratica das virtudes, tentando imitar fielmente a Jesus, a essa série de vitoriosas virtudes diárias, ocultas, quase imperceptíveis, mas cumpridas com grande amor, eu as deposito no tesouro da Igreja de Deus, para o proveito comum das almas. Sinto interiormente como se eu fosse responsável por todas as almas. Sinto muito bem que não vivo só para mim, mas para toda a Igreja...”
(Diário de Santa Faustina n. 1505).

Rezamos todas as horas do Ofício Divino, conforme pede a Mãe Igreja para os que se dedicam à vida contemplativa monástica. Cultivamos a vivência diária da Santa Missa, da prática da Lectio Divina, leitura espiritual, oração do Terço Mariano, Terço da Divina Misericórdia, bem como a Adoração ao Santíssimo Sacramento.                                                                                  


Para vivermos esta espiritualidade, temos como nossos baluartes, isto é, como protetores e modelos:
(Conheça-os, clicando sobre seus nomes)

Nossa Senhora Mãe da Misericórdia
Glorioso São José

Santa Faustina

Beato Miguel Sopocko
São João Paulo II

Santa Teresa de Calcutá
Santos Arcanjos
Gabriel, Rafael e Miguel

“DEUS NOS SALVOU E NOS CHAMOU COM UMA VOCAÇÃO SANTA” (2 TM 1,9A).

AGOSTO 28, 2018

Com alegria, partilho com vocês a graça te der sido chamado por Deus a uma vocação santa, não devido às “minhas” obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que “me” foi dada em Cristo Jesus desde toda a eternidade (cf. 2 Tm 1, 9). Não diferente de muitos, Deus me chamou à vida no seio de uma família, tornou-me seu filho pelas águas do batismo, para que livre do pecado original vivesse no seguimento de Jesus; nutriu-me com os Sacramentos da Eucaristia e da Confirmação, fazendo com que me tornasse templo vivo do Espírito Santo, como todos aqueles que receberam os Sacramentos da iniciação Cristã que, marcados pelo caráter destes sacramentos, “ficam mais perfeitamente unidos à Igreja” e “mais estreitamente obrigados a difundir a fé por palavras e atos, como verdadeiras testemunhas de Cristo” (AG 11).

No entanto, fui sentindo que Deus me chamava a “algo mais”, a uma oferta de vida mais “radical”. Fiz acompanhamento vocacional com os Padres Marianos - pelos quais tenho profunda admiração e gratidão - e fui admitido ao postulantado. Em pouco tempo, discerni que Deus me chamava à vida contemplativa. Foi então que decidi ingressar nos Irmãos de Jesus Misericordioso (Contemplativos), do Mosteiro da Divina Misericórdia, localizado em Lucélia (SP). No mosteiro vivi as etapas formativas: fui aspirante, postulante, noviço, professo simples, e no ano de 2017, em nossa Casa Geral, na Itália, fiz os votos perpétuos.

Neste ano de 2018, no dia 30 de abril, às vésperas do dia de São José Operário, junto a 8 seminaristas diocesanos, na Igreja de São José, da cidade de Osvaldo Cruz (SP), fui ordenado diácono. Dom Luiz Antônio Cipolini, nosso bispo diocesano de Marília (SP), presidiu a Santa Missa de ordenação e, pela imposição de suas mãos e oração consecratória, nos tornamos diáconos.

Motivo de grande alegria para nós e, para mim, particularmente, data muito significativa e providencial, recordávamos, naquele dia, os 18 anos da canonização de Santa Faustina Kowalska, por São João Paulo II. Ela, que tanto rezou pelas almas eleitas, certamente intercedeu junto a Deus por este momento. Para mim não há dúvida, pois em minha caminhada muito pedi seu auxílio, me valendo do que disse Jesus a ela: “Faze o que te aprouver, distribui  graças  como quiseres, a quem quiseres e quando quiseres” (Diário n.31).

Aproveito oportunidade para vos pedir orações pela minha ordenação sacerdotal, que se realizará no dia 16 de novembro, dia de Nossa Senhora Mãe da Misericórdia, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Adamantina (SP), minha paróquia de origem.

Rezem sempre pelas vocações religiosas e sacerdotais. Se você conhece algum jovem que está em discernimento vocacional, ajude-o. Ou, se você jovem, solteiro, sente seu coração aquecer somente ao ler um pouco da minha história, sem medo, pergunte a Jesus o que Ele deseja de você. 

Unidos em oração.

Diácono Irmão Gabriel Maria Mãe da Misericórdia, FGMC.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

El monasterio masculino donde crecen las vocaciones


sábado, 10 de novembro de 2018

COMUNIDADE DOS EREMITAS BENEDITINOS DA REPARAÇÃO EUCARÍSTICA


Eremitério São João Batista


Salve Maria Imaculada!
O Eremitério São João Batista é uma fundação recente, por um padre brasileiro na Diocese de Cidade do Leste (Paraguai).
COMUNIDADE DOS EREMITAS BENEDITINOS
DA REPARAÇÃO EUCARÍSTICA
Introdução
Os eremitas beneditinos da reparação eucarísticas são servos do Santíssimo Sacramento. Somos religiosos, que se juntam o “Fiat” de Maria na Anunciação e no Calvário, para serem almas vítimas reparadoras. Escolhemos para viver como contemplativos, mantendo o olhar no amor crucificado como realizamos nossas tarefas diárias na nossa ermida. Assim, unimos os nossos sacrifícios e sofrimentos da vida de Jesus ao Santíssimo Sacramento, rezando para a reparação mundo.
Nós nos esforçamos para viver nossas vidas na caridade, simplicidade, humildade e silêncio interior, à imitação de São Bento e sua Regra Santo.
Nossa vida está centrada na Eucaristia. Portanto, nós nos esforçamos para participar na missa diária e oração diante do Santíssimo Sacramento. Oferecemos todas as nossas orações, sacrifícios, sofrimentos, lágrimas e alegrias, toda a nossa vida para a santificação dos sacerdotes. Formamos na espiritualidade da cruz, como Jesus ensinou. Também formado com os ensinamentos de São Bento, por sua regra direciona nossas vidas.
Os beneditinos eremitas dos reparos eucarísticos são chamados a:
• Ser uma vítima almas correctivas
• Propagar a adoração eucarística
• Promover a adoração perpétua
• Ore e sacrifício pela santificação dos sacerdotes e para a salvação das almas
• Confortando o coração aflito de Jesus
Ser almas vítimas
Os eremitas beneditinos Reparar dar suas almas vítimas fiat eucarísticas de Jesus: um corpo, sangue, sacrifício, sofrimento em Jesus Cristo, por amor e para a salvação das almas. Somos chamados a ser cálices vivos e puro. Nós recebemos o sangue de Jesus no sofrimento e no mundo que nós amamos, humildade e serviço. Absorver cada gota de seu precioso sangue pela paciência em todas as dificuldades, lutas, dores sacrifício, o sofrimento e trabalho diário. As orações, sacrifícios, sofrimentos e lágrimas dos Eremitas, juntamente com o amor crucificado, por meio de Maria, é uma força oculta para santificar, purificar e ajudar na salvação de muitas almas.
Um grande obrigado para o mundo vêm através das almas vítimas eo sofrimento que encha os corações de Jesus e Maria com alegria. O céu está cheio com a doce fragrância das almas das vítimas.
Propagação do culto eucarístico
Os eremitas são chamados a difundir o culto do Santíssimo Sacramento, através testemunio uma vida eucarística, a formação de grupos de leigos de culto e retiros. Esse é o apostolado só de ermida. Isso deve ser feito sem ferir o encerramento e do deserto.
Promover a Adoração Perpétua
Temos a missão, promover a adoração perpétua na nossa diocese, formando os leigos para o ministério. No eremitério, cada irmão tem a responsabilidade de um tempo pessoal de adoração diária.
Oração e sacrifício pela Santificação dos Sacerdotes
Os beneditinos eremitas dos reparos eucarísticos são chamados para aumentar o exército de sacerdotes santos de Deus para promover um novo Pentecostes. Damos a vida pela santificação dos sacerdotes. Nós, os eremitas beneditinos Reparação Eucarística, oferecemos a nós mesmos como vítimas por parte dos sacerdotes. Juntamo-nos Cristo crucificado por isso agradeço-lhe muito para ganhar os filhos amados de nossa Mãe Virgem Maria. As orações, sacrifícios e adoração diária comunhão eucarística é a força oculta que preparou o caminho, abrindo os corações de muitos sacerdotes. Esta vida de oração, juntamente com a simplicidade de nossas vidas e nosso dia a dia vivido com amor, tocar diretamente o coração do Pai. O poder da vida cotidiana de um eremita, viveu em amor e profundo silêncio interior, através do Espírito Santo, irá realizar a santificação dos sacerdotes. Nós participamos da cadeia de vida dos corações perfurados pela santificação dos sacerdotes.
Consolo dos Corações de Jesus e Maria que sofrem
Jesus também quer a reparação eucarística beneditino Hermits ser a sua constante reafirmação, como Maria foi, durante a sua vida na terra.
Jesus continua a sofrer nos sacrários da terra, na Eucaristia. Ele tem sede de amor e quer ser consolada.
Nossas vidas serão abençoados, e entregue através do Espírito Santo (como o sacerdote faz com o host na consagração da Eucaristia), tornando-se assim “hosts de vida” na terra para o conforto do Senhor, a glória do Pai e salvação das almas.
Os beneditinos eremitas da reparação eucarística permanecer com Jesus na Cruz. Praticamos o silêncio logo que possível para manter essa união de amor. Nós mortificar através do silêncio.
Para mais informações: http://www.eremitoriosanjuanbautista.com/carisma/servos-do-santisimo-sacramento

Don Divo Barsotti, La sacralità di tutte le cose

Amare non è soltanto ricevere ma anche dare. È questo il momento per noi di dare. Per il Signore il momento di darsi sarà l’eternità; in questi pochi anni dobbiamo dargli noi qualcosa: la fede nel suo amore, anche se Lui sembra non esserci.
Credere che Egli viene; credere nell’imminenza della sua Venuta. Vivere come se ogni attimo Egli dovesse venire a noi. Che il mondo si rinnovi e tutta la nostra vita si trasfiguri nella Sua presenza.
Abbiamo questa vivacità di fede? Crediamo davvero che in ogni momento Dio può venire e farci santi? Abbiamo davvero questa speranza?
Attenderlo, credere contro ogni speranza, malgrado il freddo, la solitudine, il buio.
Don Divo Barsotti, La sacralità di tutte le cose




LA SACRALITA' DI TUTTE LE COSE


Attraverso tutte le cose vivere il rapporto con Dio

"Ritornare davvero nel paradiso di DIo, far sì che tutte le cose non siano più impedimento e diaframma, non siano più velo che nasconde il Signore, ma tutte piuttosto rivelino il suo volto, tutte piuttosto ci introducano alla Sua presenza, sicché attraverso tutte le cose l'anima viva costantemente in unione con Lui.
Non - badate - nonostante le cose, ma attraverso di esse l'anima viva l'unione con Dio, perché molto spesso noi viviamo in unione con Dio - anche perennemente - ma nonostante le cose.
L'atteggiamento dell'anima è un atteggiamento adorante.
E' il senso della maestà divina che mi conquista: di fronte alla bellezza e alla fragilità del fiore è l'umiltà di Dio che mi conquista.
Voi siete sempre di fronte al Signore: atteggiamento di umiltà riverente, di rispetto, di silenzioso tremore di fronte a tutte le cose".
(pp. 16-17;19)


Se crediamo, tutto è segno di Dio

"Le nostre opere, la nostra preghiera non sono capaci di rompere la nostra solitudine.
E' così, eppure non è così, perché Dio, pur trascendendoci infinitamente, si è unito a noi.
Nom si sa  qual è la misura della Sua cooperazione alla nostra azione.
Le cose stesse, pur non somigliando a Dio, sono segno della Sua bontà e misericordia.
La nostra preghiera è la parola che rivolge lo Spirito Santo al Padre; nella nostra opera è Cristo che vive in noi.

Tutto può esser un segno di una comunione di Dio con noi.

Qualunque sia la vita che facciamo, sia che sperimentiamo o no l'azione di Dio, dobbiamo aver fiducia nel fatto che Dio è con noi.
Dio ti ama.
Se credi, tutto è segno dell'amore di Dio.

Come in cielo non resta che Dio, così attraverso tutti i segni l'anima non vede che l'amore, non possiede che l'amore.
Amore immenso, infinito, eterno: l'amore stesso di Dio".
(p 36)




quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Don Divo Barsotti, A íntima união com Deus

A íntima união com Deus

Jesus-Cross-crucifix
Antoine Mekary | ALETEIA
 fonte

"Nem todo místico apresenta fenômenos extraordinários"

A mística é um tema que, se por um lado, desperta atenção na vida das pessoas, por outro, pode causar confusão, porque, em parte, é mal compreendido. Parece algo distante, reservado a poucas pessoas especiais com as quais ocorrem fenômenos, à primeira vista, inexplicáveis (levitação, previsão do futuro, bilocação etc.).
Ora, no plano teológico, é a fase da vida espiritual na qual se dá a íntima união do Criador com a criatura de tal modo que esta se esvazia de si mesma a fim de se preencher de Deus, tornando-se uma só com Ele.
Daí, ensinar São Paulo: “Já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20), ou falar o místico italiano Dom Divo Barsotti: “Parece-me viver, de agora em diante, um tempo de união nupcial que me faz Um com Ele. Não tenho mais nada exceto Ele só” (Monaquismo e mística. Juiz de Fora: Subiaco, 2009, p. 8-9).
Tal união, contudo, não é egoísta. Ao contrário, leva o místico a servir, de modo incondicional, a quem precisa; ele quer abarcar o mundo pela caridade, se esquece de si para ajudar ao maior número possível de irmãos e irmãs, conforme lemos na fala de Charles de Foucauld: “Partilhemos, partilhemos, partilhemos tudo com eles (os pobres), vamos dar-lhes a melhor parte e, se não houver o suficiente para dois, vamos dar-lhes tudo. É a Jesus que damos […] (Charles de Foucauld: o caminho rumo a Tamanrasset. São Paulo: Paulinas, 2009, p. 252). Portanto, a essência da vida mística é a união com Deus e a caridade para com o próximo.
Essa íntima união com Deus, embora possa vir acompanhada de fenômenos, como mencionamos, não se caracteriza, é claro, por isso. Ao contrário – e aqui vai um trocadilho – nem todo místico apresenta fenômenos extraordinários e nem todo aquele que exibe prodígios incomuns ao grande público é um místico.
Afinal, um fenômeno de natureza desconhecida para muitos pode ser fruto de estado alterado de consciência, em especial, quando vem acompanhado de mania de grandeza da parte do, erroneamente, chamado de “místico” ou de “santo”. Importa, portanto, que o analista de um suposto fenômeno da área mística tenha noções básicas de Psicologia e/ou de Parapsicologia – ou recorra a quem as tem – a fim de distinguir bem uma e outra área.
O portento místico, diga-se também, de si não é milagre, ainda que possa vir acompanhado dele ou mesmo ser um evento milagroso, se deixar a marca comprobatória. Eis um exemplo: Santa Catarina de Bolonha, na noite de 24 para 25 de dezembro de 1445 (Natal), em êxtase, afirma ter recebido, nos braços, o menino Jesus. Beijou-o por várias vezes e também foi por Ele beijada, ficando, em seu rosto, para o resto da vida, a marca do beijo. Poderia ser mero estigma, no entanto, 5 séculos depois (em 1934), o sinal do beijo continua íntegro sobre o rosto da santa, cujo corpo está incorrupto (cf. Os milagres e a ciência. São Paulo: Loyola, 2000, p. 406).
Eis um pouco do que trata nosso livro A verdadeira mística: Deus em nós e nós n’Ele, recém-publicado por nós, com 64 páginas, a fim de ajudar a leigos/as, padres, consagrados/as, grupos de oração etc.
Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo
Serviço:
Livro: A verdadeira mística: Deus em nós e nós n’Ele
Preço: R$ 15,00
Onde comprar: escrevendo para toppaz1@gmail.com.

The essence of St. Tikhon's thought is particularly evident in the writer Fyodor Dostoevsky

The essence of St. Tikhon's thought is particularly evident in the concept of divine redemption in the soul of the sinner through repentance. The writer Fyodor Dostoevsky was profoundly influenced not only by this interpretation of redemption, but also by the broader image and wisdom of St. Tikhon. As early as 1867 Dostoevsky mentions St. Tikhon as the fullest expression of the "genuine Russian soul."
Deeper connections followed in Dostoevsky's literary work, first in the novel The Possessed, which deals with the sources of political terrorism and the pathology of nihilism. In one of the novel's most challenging parts, "At Tikhon's," the main character, Stavrogin, visits a monk called Tikhon in order to give him a written confession of a repulsive crime. The reader is told that Tikhon is a bishop who has retired to a monastery for reasons of weak health, and that he is known for his compassion and wisdom. These personal details correspond with what is known of the life of St. Tikhon.
The image of St. Tikhon reappears in the form of the elderly monk Zosima in Dostoevsky's final novel, The Brothers Karamazov (1880) Father Zosima is modeled partly on starets Ambrosy, whom Dostoevsky visited at the Optina Pustyn. Yet Dostoevsky also drew upon the wisdom, patience and monastic endurance of St. Tikhon in the creation of Zosima.

St. Tikhon of Zadonsk and the interiorized monasticism

St. Seraphim left the extreme practices of the hermits and stylites and returned to the world. "An earthly angel and a heavenly man," he transcended even monasticism. He was no longer a monk retired from the world nor a man living among people. He was both, and in surpassing both, he was essentially a witness to the Holy Spirit. He said this in his famous conversation with Nicolas Motovilov:
It is not to you alone that it has been given to understand these things, but through you to the whole world, in order that you may be strengthened in the work of God and be useful for many others. As to the fact that you are a lay person and that I am a monk, there is no need to think of that . . . The Lord seeks hearts filled with love for God and their neighbor. This is the throne on which he loves to sit and on which he will appear in the fulness of his heavenly glory. "My child, give me your heart and all the rest I shall likewise give you," because it is in the heart of man that the Kingdom of God exists . . . The Lord hears the prayers of the monk as well as those of a simple lay person, provided both have a faith without error, are truly believers and love God from the depths of their hearts, for even if their faith is only a grain of mustard seed, both of them will move mountains.
[Little Russian Philokalia, vol. I, Platina, CA: St. Herman Press, 1991, pp 116-117.]
Both, the monastic and the lay person, are a sign and a reference to the "wholly Other." St. Tikhon of Zadonsk wrote in the same vein to ecclesiastical authorities: "Do not be in a hurry to multiply monks. The black habit does not save. The one who wears a white habit, the clothing of an ordinary person, and has the spirit of obedience, humility and purity, that one is an untonsured monk, one of interiorized monasticism." [N. Gorodetzky, St. Tikhon of Zadonsk, Crestwood, NY: St. Vladimir's Seminary Press, 1976, 48.]
The monasticism that was entirely centered on the last things formerly changed the face of the world. Today it makes an appeal to all, to the laity as well as to the monastics, and it points out a universal vocation. For each, it is a question of adaptation, of a personal equivalent of the monastic vows.
An extract from Ages of the Spiritual Life: From the Desert Fathers to Our Time, translation by Michael Plekon and Alexis Vinogradov, Crestwood, NY: St. Vladimir's Seminary Press, 1998.