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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Centenário de falecimento do Papa São Pio X : O glorioso Pontífice da Sagrada Eucaristia, do Catecismo, do Direito canônico e do Canto gregoriano, que combateu destemidamente a heresia modernista


 
Significação essencial de um grande pontificado
A vida de São Pio X foi uma preparação providencial para assumir a Cátedra de São Pedro. Vigário de Riese, cônego em Treviso, bispo de Mântua, Patriarca de Veneza, na Itália, conheceu ele o ministério das almas nos seus vários níveis e aspectos. Assim, adquiriu uma visão de conjunto sumamente adequada para quem exerceria a direção suprema de todos os Pastores e de todos os rebanhos.
 Plinio Corrêa de Oliveira
Catolicismo, nº 47 — novembro de 1954
Padre, José Sarto, recém ordenado sacerdote, 1858 
De há muito se faz sentir no público brasileiro a necessidade de uma apresentação da figura de São Pio X em todos os seus aspectos, e numa perspectiva de conjunto que ponha em evidência a mútua conexão, a devida hierarquia de natureza e fins, e a harmoniosa unidade que entre esses aspectos existe.
Até certo ponto, na retina mental do povo, há "vários" Pio X. Alguns vêm nele tão somente o taumaturgo com as cãs nimbadas por uma auréola de santidade, a distribuir bênçãos milagrosas nas nobres galerias do Vaticano. Outros, ancião cheio de doçura, absorto inteiramente no aprimoramento da instrução catequética e da piedade eucarística das crianças. Os artistas consideram nele exclusivamente o restaurador da música sacra. Certas pessoas piedosas tanto se impressionam com sua vida interior que o imaginam como uma alma unicamente contemplativa, tanto mais que, fora da Itália, seu apostolado pessoal intenso perdeu-se algum tanto na memória das massas. As pessoas mais particularmente chamadas para a luta tendem por vezes a não considerar em Pio X senão o Anjo de espada de fogo, que infligiu ao modernismo a maior derrota que este até hoje sofreu, e opôs um dique vitorioso à arremetida anticlerical na França.
Ora, a maior glória de São Pio X não está em ter sido o Anjo da Guarda da humanidade de seu tempo ou o taumaturgo admirável do Vaticano, ou o Papa da Eucaristia, etc., mas em ter sido tudo isto a um tempo, de modo eminente, realizando em sua pessoa e em sua obra uma variedade de aspectos desconcertante por sua riqueza e contudo sumamente harmoniosa. A consideração detida deste ponto dá-nos o conhecimento exato de quem foi Pio X, e abre vistas para uma noção equilibrada e altamente proveitosa do que seja a santidade, e a própria missão da Igreja.

As grandes linhas biográficas
Bispo de Mântua, 1885 
O futuro Pio X nasceu em de junho de 1835, de pais muito pobres, João Batista Sarto e Margarida Sanson, num lugarejo insignificante denominado Riese, antiga Marca de Treviso (Itália). No dia imediato, foi batizado com o nome de José. Crismado aos 10 anos, foi admitido à Sagrada Comunhão aos 12. Em 1850, entrou no seminário de Pádua, onde foi recebendo sucessivamente as Ordens menores e maiores até 1858, ano em que recebeu o Presbiterato. Nomeado logo depois capelão de Tombolo e em 1867 pároco de Salzano, foi promovido a cônego de Treviso em 1875, acumulando estas funções com as de chanceler da diocese e diretor espiritual do seminário. Em 1884, aos 49 anos pois, foi eleito bispo de Mântua, e nessa sede recebeu em 1893 o cardinalato como prêmio de seus altos méritos. No mesmo ano, viu-se elevado a Patriarca de Veneza. Em 1903, o Conclave reunido para a escolha do sucessor de Leão XIII o elegeu para o Sumo Pontificado. José Sarto tomou então o nome de Pio X. Tinha 68 anos e governou a Igreja até sua morte, ocorrida aos 79 anos, em 20 de agosto de 1914.
Como se vê, foi uma carreira brilhante, que levou José Sarto, por todos os degraus intermediários, da pobre vivenda de Riese aos esplendores do Vaticano.
Esta carreira lhe deu ocasião de exercer o múnus sacerdotal nas mais variadas situações, vendo os problemas de apostolado em todas as perspectivas, tomando contato com eles em todos os níveis da cura de almas, desde coadjutor de aldeia a Pontífice Romano, e passando por funções delicadas, não só como a de chanceler de bispado, mas ainda como a de diretor espiritual de seminário, delicada dentre as mais delicadas.
É, como se vê, uma incomparável preparação para o Papado.
Chegada do novo Patriarca de Veneza em 24/11/1894. Embaixo seu chapéu vardinalício. 

O sentido profundo de uma vida
Confrontando-se na obra do Padre Dal Gal, as atividades do santo em cada uma destas etapas, nota-se que são substancialmente as mesmas da etapa anterior, transpostas apenas para campo mais vasto. Dir-se-ia uma mesma melodia executada com força e harmonia crescentes, até cobrir com seus acordes toda a superfície da Terra. As notas desta melodia espiritual — isto é, os mais altos conceitos sobre a Igreja, a ação da Providência no governo das almas e na direção dos acontecimentos terrenos, a santidade sacerdotal, a difusão do bem e a repressão do mal como aspectos do grande prélio da Igreja militante — em essência não são muitas. Seu valor vem da incomparável beleza de cada uma, da harmonia que reina entre todas. A verdadeira música não se faz com muitos sons de mero efeito, mas com o desenvolvimento de melodias simples, harmônicas, belas.
Poderíamos talvez enunciar assim as linhas mestras que nos foi dado notar na obra fecunda do grande Papa:
Por sua própria razão de ser, o sacerdote ou o bispo, quer na sua vida pessoal, quer no exercício do seu ministério, deve estar intimamente unido a Nosso Senhor Jesus Cristo e ocupado em Lhe fazer a vontade irrestritamente, incondicionalmente, sem pusilanimidade nem meios termos. Portanto, oração, meditação, mortificação, antes de tudo. Mutatis mutandis, o mesmo se deve dizer dos religiosos, e dos apóstolos que nas fileiras do laicato auxiliam a Sagrada Hierarquia. De onde deve merecer lugar primordial tudo quanto se refere ao afervoramento da piedade, quer entre os fiéis, quer entre religiosos e sacerdotes.
A Sagrada Eucaristia e Nossa Senhora sendo respectivamente fonte e canal das graças necessárias para tal, é da mais alta importância incentivar e desenvolver a devoção que Lhes têm os fiéis. O culto público da Igreja, celebrado com gravidade e decoro é meio indispensável e muito eficaz para a santificação das almas. Convém pois interessar nele os fiéis, para o que é muito importante o incentivo da boa música sacra, e a eliminação das músicas profanas, teatrais, indecorosas, que infelizmente haviam invadido o santuário.
A formação piedosa não pode deixar de se basear sobre uma instrução religiosa séria, embora proporcionada ao grau de cultura de cada fiel. Todas as formas de alta instrução religiosa — estudos de filosofia escolástica, investigações históricas e bíblicas profundas, etc. — são de se aplaudir e desenvolver. Mas devem pressupor o conhecimento exato do catecismo, sem o que todo o edifício cultural católico carece de base. Ademais, sem o conhecimento do catecismo, todo o apostolado e toda a apologética são vãos. Como propagar uma verdade que não se conhece? E como atacar o erro, quando se ignora a verdade? De onde ampla, amplíssima divulgação catequética para crianças e também para adultos.
Com a piedade, a instrução religiosa e a mortificação reinando em seus muros, com membros inteiramente dóceis ao Papa — docilidade que é a pedra de toque de toda formação verdadeira — as falanges católicas, trilhando sempre as vias da perfeição que são as vias da Providência, podem contar com o apoio de Deus. E por isto devem atirar-se animosamente — cada qual segundo sua vocação — às fainas do apostolado. Por entre borrascas, abismos e aparentes desastres talvez, Deus as conduzirá à vitória.
Este apostolado há de ser inteligente e heroico. Inteligente, há de supor em seus planos um conhecimento minucioso da época e do lugar em que atua, um emprego refletido e ágil dos métodos de ação adequados às circunstâncias, grande envergadura e até certo arrojo no formar os desígnios, muita prudência nos meios, penetração religiosa profunda em todos os setores e classes da sociedade. Heroica, há de acarretar a renúncia a todas as vantagens pessoais, e implicará no destemor em face de todas as inimizades e de todos os riscos.
A esmola é um dos graves deveres dos católicos.
— O zelo do apóstolo não pode estar alheio à esfera da política, para proteger os direitos da Igreja. Assim, sempre que haja questões de ordem religiosa ou moral a tratar na política, os católicos ali devem estar, unidos e disciplinados.
— Para que a atividade da Igreja seja livre de tropeços interiores, cumpre que suas leis, sabiamente proporcionadas às necessidades dos tempos, sejam conhecidas, amadas e obedecidas por todos.
— A ação pessoal do apóstolo sobre as pessoas com quem tem contato é do maior proveito. Em São Pio X sua eficácia atingiu frequentemente as raias do milagroso. Tal eficácia, aliás, não resulta de se velar a verdadeira doutrina, nem das concessões impossíveis, mas da atração da verdade, do bem e da graça.
— O combate ao erro e ao mal não compendia em si toda a atividade da Igreja, como a clínica e a cirurgia não são os únicos cuidados que devemos a nosso corpo. Melhor é evitar as doenças por uma vida metódica e sã. Mas quando a doença apesar de tudo se manifesta, cumpre enfrentá-la por todos os modos. Assim, melhor é prevenir o aparecimento do erro e do mal, pregando a verdade, aproximando as almas dos sacramentos, fazendo-as amar a virtude e a mortificação, do que reprimir os desatinos em que por nosso triste descuido possam cair. Mas se o erro e o mal se mostrarem persistentes é preciso agir contra eles. São Pio X deu todos os exemplos da admirável bondade e da energia com que neste combate se deve lutar.
É interessante analisar a continuidade da obra grandiosa de São Pio X em cada cargo que ocupou, à luz destes princípios em que se enfeixam — pelo menos de modo geral — os seus meios para a realização de seu lema admirável: Instaurare omnia in Christo (Restaurar todas as coisas em Cristo).

Importância que São Pio X deu ao catecismo
Audiência no Pátio de São Dâmasco, 1903 
O Pontífice no pavilhão de Pio IV 
Este ponto merece no Brasil relevo especial, pois precisamos de catecismo em todos os graus. Muito tem sido feito, mas muito ainda há que fazer para o desenvolvimento catequético primário. Não menos importante talvez é o desenvolvimento do ensino da Religião no curso secundário. Mas isto não basta. Precisamos trabalhar por que se dissipe o triste preconceito de que o catecismo é apenas para crianças. Nenhum católico de nível cultural universitário pode sentir-se em dia com sua consciência, se não tiver uma formação catequética correspondente.
José Sarto foi o aluno mais vivo e esforçado do curso de catecismo que seguiu em sua Paróquia natal. Com a vivacidade que conservou até os últimos dias, seguia as explicações do pároco, ao qual dava respostas por vezes surpreendentes. "Darei uma maçã a quem me diga onde está Deus", disse certa vez o zeloso sacerdote. E o pequeno José lhe respondeu ato contínuo: "Pois eu lhe darei duas maçãs se me disser onde Deus não está". Nasceu nos bancos do catecismo seu ardente interesse pela doutrina sagrada, elemento essencial de toda vocação sacerdotal séria.
Concluídos seus estudos de seminário, seu espírito estava definitivamente aberto para a importância do ensino da Religião. Assim, como pároco de Salzano, lecionava pessoalmente o catecismo ao povo, convidando para ele os paroquianos, e explicando-lhes todos os males que decorrem da ignorância religiosa. "Conjuro-vos a que venhais ao catecismo", dizia. E acrescentava:"antes faltar às Vésperas, do que faltar ao catecismo".
Seu ensino era sério, fundo, meticuloso, mas muito interessante. Explicava a doutrina "com muita vitalidade e grande calor". Inaugurou o método de dialogar o catecismo com um jovem sacerdote da Paróquia vizinha, o que atraia para suas aulas pessoas de toda a redondeza.
Como Cônego em Treviso, sobrecarregado de afazeres na chancelaria da cúria diocesana, e responsável pela direção espiritual de mais de 200 seminaristas, ainda achava meio de ensinar catecismo aos alunos do colégio episcopal.
À testa da diocese de Mântua, uma de suas maiores preocupações foi o ensino do catecismo. Era tema frequente de suas exortações ao clero ou aos fiéis. Estendeu-se particularmente sobre o modo e ocasião de ministrar a doutrina católica em sua Pastoral de 1885, ordenando que em todas as Paróquias se instituísse a Escola da Doutrina Cristã, mandando outrossim que o pároco ensinasse o catecismo ao povo nos domingos e dias de preceito, e diariamente para as crianças na quaresma e advento. E, acompanhando estas judiciosas medidas de ação positiva com algumas severas penas, segundo seu sábio costume, proibia que os confessores dessem absolvição às pessoas que impedissem seus filhos, ou criados, de comparecer às aulas de instrução religiosa sem justa causa.
A fim de estimular os párocos neste apostolado, comparecia ora nesta, ora naquela Paróquia, inesperadamente, certificando-se sobre se a aula estava sendo dada, e assistindo-a para se inteirar da capacidade do sacerdote.
Não haviam transcorrido dois meses de sua trasladação para Veneza, e já o novo Patriarca dirigia a seus diocesanos uma Pastoral em que falava largamente do catecismo e exclamava:"Acontece com frequência que pessoas instruídas nas ciências profanas ignoram totalmente ou conhecem mal as verdades da Fé, e conhecem menos o catecismo do que as crianças mais simples. Pense-se no bem das almas, que se tem em mira. O povo está sedento de verdade. Dê-se-lhe o necessário para a salvação de sua alma, e então, comovido e emocionado, chorará seus erros e se aproximará dos sacramentos divinos".
Reorganizou ele imediatamente as escolas de catecismo paroquiais, ordenou aos párocos uma explicação mais assídua e sistemática da doutrina católica, promoveu com todas as suas forças a formação de melhores catequistas, e introduziu o ensino da Religião nas escolas municipais. Como em Mântua, aparecia ora numa igreja ora noutra, para observar como se ministravam as lições.
Como Papa, São Pio X deu ao orbe católico um exemplo magnífico, ensinando durante oito anos, pessoalmente, o catecismo ao povo romano no pátio de São Dâmaso, onde até hoje se assinala o ponto em que falava. Pode-se imaginar quão eficiente foi o incentivo deste exemplo, para dar impulso aos esforços catequéticos no mundo inteiro. Mas São Pio X não se contentou com isto. Na EncíclicaAcerbo Nimis, de 15 de abril de 1905, mostrou em palavras pungentes o estado de ignorância religiosa em que se encontravam tantos fiéis: “É difícil descrever quanto são densas as trevas que envolveram inúmeros homens que se supõem cristãos e nesta crença vivem tranquilos. Neles não há o menor pensamento para Deus. Os mistérios da Encarnação do Verbo de Deus e da Redenção do gênero humano realizada por Jesus Cristo são coisas desconhecidas para eles. Nada sabem sobre o Sacrifício da Missa, nem os sacramentos pelos quais se adquire e conserva a graça de Deus, e não avaliam quanta malícia existe no pecado mortal. Por isto não se esforçam por evitá-lo nem deplorá-lo, e só se inteiram de algo quando estão chegando ao fim de sua vida”.
Depois de mostrar que a instrução religiosa é meio indispensável para o pleno aproveitamento dos frutos do Batismo, dispõe medidas para o incremento do ensino religioso em todo o orbe católico. Estas medidas, fruto de uma longa experiência, são em sua substância as mesmas já postas em vigor em Mântua e Veneza. O Santo Pontífice determinou nesse documento que também nas Universidades se estabelecessem "Escolas de Religião destinadas a promover o ensino das verdades da Fé e a formação da vida cristã". O efeito desta Encíclica foi mundial. A preparação de catequistas leigos para suprir as deficiências do clero se desenvolveu imensamente, os congressos catequéticos, os concursos, os prêmios se multiplicaram. Os estudos sobre metodologia catequética floresceram. Foi uma aurora em toda a Igreja.
O ensino do catecismo, São Pio X não o concebia como coisa inerte, fria, puramente informativa. Desejava ele que fosse feito de maneira a acender o amor pela nossa santa Fé, e o zelo pela Lei de Deus. O seu empenho neste particular melhor se compreende estudando o modo de pregar de São Pio X.

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La liturgia es como asomarse del cielo a la tierra (entrevista a Guido Marini, maestro de ceremonias del Papa)


Mons. Guido Marini, a quien Benedicto XVI nombró Maestro de las Celebraciones Litúrgicas pontifícias el 1 de enero de 2007, explica en esta entrevista la importancia de la liturgia, la necesidad de una adecuada formación litúrgica y el sentido de algunos cambios en las celebraciones del Papa.
Monseñor, ¿por qué es importante la liturgia?
En la liturgia se hace presente de modo sacramental el misterio de nuestra salvación. Aquel que ha resucitado de la muerte, el Viviente, renueva el sacrificio redentor en virtud de la potencia del Espíritu Santo. De esa manera, mediante el rito litúrgico, el hoy de nuestra vida y de nuestra historia comienza a ser habitado por la eternidad de Dios y por su amor que salva. La liturgia es como el asomarse del cielo sobre la tierra, de modo que la tierra, el mundo de los hombres, es tocado en cierta manera por el cielo, el mundo de Dios, que es Verdad y es Amor. leer...

Padre João Baptista Reus: "Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa. Todos os anjos e Santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar. Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar "


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Eis um breve relato de algumas visões do padre João Baptista Reus, com relação à maravilhosa realidade sobrenatural da Santa Missa. Falecido em odor de santidade, teve este sacerdote, a graça de ver o que acontece de sobrenatural durante a Santa Missa, a qual, por razão, costumava chamar de "A FESTA NO CÉU".
Ao tempo em que o demônio procura eclipsá-la, vamos adorar mais e mais a Jesus, em reparação a tantas blasfêmias que contra a Eucaristia se cometem. Eis o que era dado ver ao Padre Reus:
"Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa. Todos os anjos e Santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar. Os Santos formam um semi-círculo ao redor do sacerdote celebrante e o acompanham até o altar. Lá chegando, os anjos se colocam atrás dos Santos.
Outra multidão de anjos cerca a igreja e cobre os fiéis, impedindo a aproximação dos demônios durante a Santa Missa, em honra á Majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Santíssima está sempre junto do celebrante, do lado do altar onde é servida a água e o vinho, e onde são lavadas as mãos do sacerdote. É a própria Mãe de Jesus quem serve o celebrante e lava suas mãos. Entre Nossa Senhora e o celebrante, é convidado o Santo do dia.
Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar, entre o celebrante e os fiéis. Conta o Padre Reus que ele via as almas do Purgatório em verdadeira festa e com grande esperança de libertação. Padre Reus via uma chuva caindo sobre o Purgatório durante toda a Santa Missa.
No momento sublime da Consagração, quando estas almas veem Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sentem um desejo incontrolável de sair daquelas chamas e se atirarem em Seus braços, mas não conseguem, por não estarem ainda purificadas.
Após a Consagração, acontece a libertação do Purgatório, das almas que já atingiram a purificação. Nossa Senhora estende a mão a cada uma delas e diz: "Minha filha, pode subir ".
Os anjos saúdam as almas libertadas do Purgatório, abraçando-as. É um momento de imensa alegria e beleza. Em seguida, estas almas, resplandecendo com a beleza indescritível, adornadas como noivas, como anjos, são introduzidas triunfalmente no Paraíso, por uma multidão de anjos, ao som de música e cantos celestiais.

- Na hora da morte, as Missas que houveres assistido serão a tua maior consolação.
- Toda Missa implora o teu perdão junto da justiça Divina.

- Em toda Missa podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados e diminuí-las mais ou menos consoante a teu fervor.
- Assistindo com devoção à Missa, prestas a maior das honra à Santa Humanidade de Jesus Cristo.
- Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões.
- Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais porém te arrependestes.
- Diminui o império de Satanás sobre ti.
- Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível.
- Uma só Missa a que houveres assistido em vida, ser-te-á mais salutar que muitas a que outros assistirão por ti depois da tua morte, pois pela Missa participas da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.
- A Missa preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam.
- Na Missa recebes a benção do sacerdote, a qual Nosso Senhor confirma no Céu. És abençoado em seus negócios e interesses pessoais.
- Toda Missa alcança-te um grau maior no Céu e diminui o teu Purgatório."

http://osegredodorosario.blogspot.com/2011/07/o-valor-da-santa-missa.html 

domingo, 31 de agosto de 2014

Don Giuseppe Tomaselli : La terra e quanto essa contiene è materiale, frutto della crezione; ma quello che il Tabernacolo contiene è Divino, è il Creatore in persona, è Colui che ha tratto l'universo dal nulla.

AGOSTO
IL TABERNACOLO

L'ARCA SANTA
Nell'Antico Testamento era in grande venerazione l'Arca Santa.
Nel Secondo Libro dei Re (VI-1) è detto:
"Davide, radunati di nuovo gli uomini scelti d'Israele in numero di trentamila, si mosse ed andò con tutta la gente che era con lui, della Tribù di Giuda, per trasportare l'Arca di Dio, sulla quale è invocato il nome del Signore degli eserciti, che sopra di essa siede tra i Cherubini.
Posta l'Arca di Dio sopra un carro nuovo, la portarono via dalla casa di Abinadab, che era in Gabaa. Oza ed Ahio, figli di Abinadab, conducevano il carro nuovo.
La portarono dunque dalla casa di Abinadab, che era in Gabaa, e, custodendo l'Arca di Dio, Ahio andava innanzi all'Arca. Davide e tutto Israele danzavano, suonando dinanzi al Signore ogni specie di strumenti di legno, cetre, lire, timpani, sistri e cembali.
Ora, quando giunsero all'aia di Nac on, Oza stese la mano all'Arca di Dio e la sorresse, perchè i buoi recalcitrando l'avevano fatta piegare.
Ma il Signore arse di sdegno contro Oza e lo percosse per la sua temerità ed Oza morì lì, presso l'Arca di Dio.
Davide si rattristò perchè il Signore aveva percosso Oza; quel luogo sino ad oggi si chiama "Castigo di Oza".
Davide temette molto il Signore in quel giorno e disse: Come può essere che venga presso di me l'Arca del Signore? - E non volle che l'Arca del Signore andasse presso di lui nella Città di Davide, ma la fece portare nella casa di Obededom per tre mesi ed il Signore benedisse Obededom e tutta la sua casa.
Avendo Davide risaputo che il Signore aveva benedetto Obededom e tute le cose a motivo dell'Arca di Dio, andò e trasportò con festa l'Arca di Dio dalla casa di Obededom nella città di Davide.
Davide aveva con sè sette cori ed un vitello da immolare; come ebbero fatto sei passi quelli che portavano l'Arca del Signore, immolò un bue ed un montone.
Davide danzava con tutte le sue forze dinanzi al Signore ed era cinto di un afod di lino. Davide e tutta la casa di Israele conducevano l'Arca dell'Alleanza con grida di gioia e suoni di trombe".

CONFRONTO
Cosa era l'Arca dell'Alleanza, di cui ora si è fatto cenno?
Era una grande cassa, chiamata dell'Alleanza, perchè ricordava agli Israeliti il Paddo di Dio col Patriarca Abramo. Dentro l'Arca stavano le Tavole della Legge, che Mosè aveva ricevute sul monte Sinai; vi stava pure la Verga di Aronne ed il Serpente di bronzo, che Dio stesso aveva fatto innalzare nel deserto, quando ci fu il castigo dei serpenti velenosi.
Le cose che l'Arca conteneva erano semplicemente materiali; di sacro avevano solo questo: il Signore si era servito di esse per manifestare la sua volontà e per operare prodigi.
Gli ebrei avevano un culto eccezionale all'Arca del Signore; la guardavano con rispetto, la custodivano gelosamente e la metetvano fuori nei momenti di grave pericolo.
Nel Nuovo Testamento abbiamo una Arca molto più eccellente; abbiamo il Tabernacolo.
Tabernacoli erano chiamate le tende, ove dimoravano gli Ebrei durante il viaggio dall'Egitto in Palestina. Nei secoli seguenti gli Ebrei, per ricordare il fatto storico del deserto, celebravano con solennità religiosa la Festa dei Tabernacoli.
La Santa Chiesa dà il nome di tabernacolo alla piccola casetta, ove dimora perennemente Gesù Sacramentato.
La differenza tra l'Arca Santa ed il Tabernacolo di Gesù Eucaristico è più di quella che passa tra una foto e la persona vivente.

RIFLESSIONI
L'episodio sopra narrato si presta a degli ammaestramenti.
Dio è Dio geloso; la sua gloria non la dà ad alcuno; ci sta al suo onore, perchè è Verità ed è il Tutto.
Oza era laico e la Legge proibiva ai laici di toccare l'Arca Santa. Il povero uomo la toccò quasi istintivamente, visto che vacillava; ma il Signore, per dare al suo popolo un grande insegnamento, colpì Oza di morte improvvisa.
Con quanta trepidazione e rispetto ci si dovrebbe avvicinare al Santo Tabernacolo, riflettendo a Chi vi sta dentro!
Il re Davide si riconosceva indegno di tenere l'Arca presso di sè nella reggia e, quando doveva starle vicino, ad esempio, in un eventuale trasporto, prima di tutto deponeva gli abiti regali in segno di umiltà.
Era un re santo, si trattava di stare vicino ad oggetti sacri, eppure quanta delicatezza e timore!
Come dovrebbero comportarsi i fedeli in Chiesa, pensando che ivi sta il Tabernacolo del Dio Vivente?
Il Signore benedisse Ebededom, la sua famiglia ed i suoi affari, in compenso dell'ospitalità data all'Arca Santa.
Quale benedizione non dà il Signore al Tempio, ov'è il Santo Tabernacolo, a quelli ch eprestano la loro opera nel Tempio ed a quanti mirano il Tabernacolo ed adorano Colui che vi dimora?

PREZIOSITA'
Attorno all'Arca Santa erano collocati dei Cherubini, cioè statue di metallo prezioso, raffiguranti questo Coro Angelico.
Anche il Tabernacolo è circondato di Angeli; essi sono invisibili perchè Puri Spiriti, ma sono viventi e fanno la Corte Celeste, notte e giorno, a Gesù Sacramentato.
All'occhio della fede, quale tesoro è un semplice Tabernacolo, per quanto umile e disadorno!
Sulla terra ci sono delle bellezze e delle preziosità, sebbene relative, quali sarebbero: le ville in fiore, le opere artistiche, le perle nel fondo dei mari, i filoni di oro e di platino nelle miniere.
Ma quanto di bello e di prezioso è sulla terra, tutto è nulla davanti alla bellezza ed alla preziosità del Tabernacolo del più sperduto paesello.
La terra e quanto essa contiene è materiale, frutto della crezione; ma quello che il Tabernacolo contiene è Divino, è il Creatore in persona, è Colui che ha tratto l'universo dal nulla.

CONSTATAZIONE DOLOROSA
La Chiesa è aperta ai fedeli, anche fuori del tempo delle sacre funzioni. Vi entrano tanti lungo il giorno e per diversi motivi.
Ecco entrare quattro visitatori! Sono turisti e cultori dell'arte. Osservano con interesse l'intonatura architettonica, i quadri, le statue, qualche ricordo storico; non tralasciano nulla che possa interessarli. Quello che loro meno interessa è il Tabernacolo e perciò vi passano davanti senza sostare e sanza fare alcun segno religiso.
Sono ciechi, senza luce della fede e dimostrano di non comprendere nulla di Dio e delle cose sante.
Entra poi una donna col bimbo in braccio; è triste e sconvolta. Di filato va ad inginocchiarsi davanti al primo Altare che le capita; prega a lungo e poi va via.
O donna, ignorante di Religione, tu hai bisogno di Dio, della sua assistenza nell'ora grave che attraversi, preghi per implorare grazia e non vai a pregare davanti al Tabernacolo, anzi neppure volgi il pensiero a Gesù Sacramentato!
E' già troppo per te se abbozzi un inchino o una mezza genuflessione. Ti rivolgi a uesto o a quel Santo e trascuri il Santo dei Santi, l'Emmanuele, Gesù nel Tabernacolo! E' Lui l'Oceano delle grazie ed è a Lui che devi fare prima di tutto la tua supplica!
Altri entrano nel Tempio o per accendere una candela ad onore di un Santo, o per parlare al Parroco, o per eseguìre qualche commissione. Ma quanti sono quelli che, in simili circostanze, si fermano un solo istante ad adororare Gesù nel Tabernacolo o che fanno una devota genuflessione, quale espressione di fede?
Il Tabernacolo è poco aprrezzato, mentre è il cuore della Casa di Dio.

PRATICA MENSILE
Tenere il tabernacolo nella massima stima; non passarvi dinnanzi senza fare una devota genuflessione; non uscire dalla Chiesa senza avere rivolta qualche preghiera a Gesù nel tabernacolo.
  

El Primado de Dios en la Liturgia» de la mano del Cardenal Joseph Ratzinger

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3. La orientación de la plegaria en la liturgia.  Todas las sinagogas estaban orientadas hacia Jerusalén y dentro de ella la cátedra de Moisés miraba al cofre de la Torá. La orientación hacia el templo mostraba la relación de la palabra con el sacrificio. Ahora, el conversi ad Dominum de la asamblea cristiana indica el momento de mirar todos hacia Señor, al altar, hacia oriente, para fijar la mirada en Jesús (Heb 12, 2). En la Iglesia bizantina se respetó la construcción de los templos en dirección a oriente; pero en Roma, la Iglesia de San Pedro, por razones topográficas, se orientó hacia occidente y si el sacerdote quería mirar a oriente tenía el pueblo ante sí.
Nunca hasta el siglo XVI se planteó la cuestión de si el sacerdote debía celebrar versus populum o no, pues hasta entonces lo único evidente, como ha demostrado Cyril Vogel, es que el sacerdote debía proclamar la plegaria eucarística versus orientem y así toda la asamblea se ponía en camino hacia el Señor, pues no era tiempo de dialogar, sino de adorar todos al Señor. Hoy no somos muy sensibles por la pregunta sobre la orientación de la asamblea, y que el sacerdote y el pueblo durante la celebración se miren  recíprocamente es una perspectiva moderna, ajena a la mentalidad primitiva de la Iglesia; a los primeros cristianos nunca se les hubiera ocurrido decir que el sacerdote celebraba de espaldas al pueblo o de cara a la pared. Sólo en este nuevo contexto moderno sucede que se quiera representar la eucaristía como un banquete, en el que el presidente, como ahora se dice, cobra un gran protagonismo, observando y siendo observado y la presencia de Dios en su pueblo pierde importancia, pues ahora lo central es la presencia de la asamblea, llegando a verse el culto como un encuentro social.
La renovación postconciliar de celebrar versus populum se intenta justificar con la orientación del templo Vaticano, afirmando además que favorece la participación activa. Pero se trata de un malentendido con respecto a la basílica romana de San Pedro, como hemos visto, y sobre todo en referencia a la última cena. “Por ninguna razón, en la antigüedad cristiana, hubiera sido posible formarse la idea que quien presidía el banquete debía tomar puesto versus populum. El carácter comunitario de un banquete se subrayaba más bien mediante la disposición contraria, mediante el hecho, a saber, que todos los comensales se encontraban en el mismo lado de la mesa”[2].
Pero ¿hacernos hoy preguntas como ésta no es mostrar una inoportuna y romántica nostalgia del pasado? No creo sea imposible para el hombre actual recuperar la plegaria litúrgica versus orientem. Además, afirmar que hoy no es necesario rezar mirando al oriente o hacia la cruz, porque en el hombre encontramos ya la imagen de Dios no es convincente, pues no es fácil ver en el hombre la imagen de Dios antes de haber celebrado con fe y amor la Eucaristía, recibida en adoración. Desde un punto de vista práctico, bastaría hoy día colocar la cruz sobre el altar, de modo que todos pudieran dirigir la vista hacia el sol que nos salva. Por otra parte, es extraño el planteamiento de esta cuestión, cuando lo problemático de gran parte de la ciencia litúrgica moderna consiste en el hecho que ella quiere reconocer como originario y normativo sólo lo que es antiguo, considerando defectuoso lo medieval y digno de ser olvidado casi todo lo surgido después del Trento. En fin, estoy a favor de la evolución orgánica de la liturgia, cuando de la semilla viva del pasado se gesta algo nuevo que sigue conservando lo esencial.leer...

LA SANTA MISA COMO MEDIO DE SANTIFICACIÓN


Nociones previas
Recordemos en primer lugar algunas nociones dogmáticas.
1ª. La santa misa es sustancialmente el mismo sacrificio de la cruz, con todo su valor infinito: la misma Víctima, la misma oblación, el mismo Sacerdote principal. No hay entre ellos más que una diferencia accidental: el modo de realizarse (cruento en la cruz, incruento en el altar). Así lo declaró la Iglesia en el concilio Tridentino. (1)
2ª La santa misa, como verdadero sacrificio que es, rea­liza propísimamente las cuatro finalidades del mismo: ado­ración, reparación, petición y acción de gracias (D 948 y 950).
3ª El valor de la misa es en sí mismo rigurosamente in­finito. Pero sus efectos, en cuanto dependen de nosotros, no se nos aplican sino en la medida de nuestras disposiciones in­teriores.
Fines y efectos de la santa misa
La santa misa, como reproducción que es del sacrificio redentor, tiene los mismos fines y produce los mismos efectos que el sacrificio de la cruz. Son los mismos que los del sacrificio en general como acto supremo de religión, pero en grado incomparablemente superior. Helos aquí: Sigue leyendo 

Ven. Pio XII : " es necesario que Cristo, después de haber rescatado al mundo con el preciosísimo precio de Sí mismo, entre en la posesión real y efectiva de las almas.



"Mediator Dei"
Sobre la Sagrada Liturgia
20 de noviembre de 1947

c) Aplicación de la virtud salvadora de la Cruz.
1) Afirmación de Trento.

94. Por tanto, se comprende fácilmente la razón por qué el Sacrosanto Concilio de Trento afirma que con el Sacrificio Eucarístico nos es aplicada la virtud salvadora de la Cruz, para la remisión de nuestros pecados cotidianos.
2) Única oblación: La Cruz.

95. El Apóstol de los Gentiles, proclamando la superabundante plenitud y perfección del Sacrificio de la Cruz, ha declarado que Cristo, con una sola oblación, perfeccionó perpetuamente a los santificados. En efecto, los méritos de este Sacrificio, infinitos e inmensos, no tienen límites, y se extiendan a la universalidad de los hombres en todo lugar y tiempo porque en El el Sacerdote y la Víctima es el Dios Hombre; porque su inmolación, lo mismo que su obediencia a la voluntad del Padre eterno, fue perfectísima y porque quiso morir como Cabeza del género humano: «Mira cómo ha sido tratado Nuestro Salvador: Cristo pende de la Cruz; mira a qué precio compró..., vertió su Sangre. Compró con su Sangre, con la Sangre del Cordero Inmaculado, con la Sangre del único Hijo de Dios... Quien compra es Cristo; el precio es la Sangre; la posesión todo el mundo» (12).

3) La aplicación.

96. Este rescate, sin embargo, no tuvo inmediatamente su pleno efecto; es necesario que Cristo, después de haber rescatado al mundo con el preciosísimo precio de Sí mismo, entre en la posesión real y efectiva de las almas. De aquí que para que con el agrado de Dios se lleve a cabo la redención y salvación de todos los individuos y las generaciones venideras hasta el fin de los siglos, es absolutamente necesario que todos establezcan contacto vital con el Sacrificio de la Cruz, y de esta forma, los méritos que de él se derivan les serán transmitidos y aplicados. Se puede decir que Cristo ha construido en el Calvario un estanque de purificación y salvación que llenó con la Sangre vertida por El; pero si los hombres no se bañan en sus aguas y no lavan en ellas las manchas de su iniquidad, no pueden ciertamente ser purificados y salvados.

97. Por lo tanto, para que cada uno de los pecadores se lave con la Sangre del Cordero, es necesaria la colaboración de los fieles. Aunque Cristo, hablando en términos generales, haya reconciliado con el Padre, por medio de su Muerte cruenta, a todo el género humano, quiso, sin embargo, que todos se acercasen y fuesen conducidos a la Cruz por medio de los Sacramentos y por medio del Sacrificio de la Eucaristía, para poder conseguir los frutos de salvación, ganados por El en la Cruz. Con esta participación actual y personal, de la misma manera que los miembros se configuran cada día más a la Cabeza divina, así afluye a los miembros, de forma que cada uno de nosotros puede repetir las palabras de San Pablo: «Estoy crucificado con Cristo, y ya no vivo yo, es Cristo quien vive en mí» (Gal 2, 19-20). Como en otras ocasiones hemos dicho de propósito y concisamente, Jesucristo «al morir en la Cruz, dio a su Iglesia, sin ninguna cooperación por parte de Ella, el inmenso tesoro de la Redención; pero, en cambio, cuando se trata de distribuir este tesoro, no sólo participa con su Inmaculada Esposa de esta obra de santificación, sino que quiere que esta actividad proceda también, de cualquier forma, de las acciones de Ella» (13).

98. El augusto Sacramento del Altar es un insigne instrumento para la distribución a los creyentes de los méritos derivados de la Cruz del Divino Redentor: «Cada vez que se ofrece este Sacrificio, se renueva la obra de nuestra Redención» (14). Y esto, antes que disminuir la dignidad del Sacrificio cruento, hace resaltar, como afirma el Concilio de Trento, su grandeza y proclama su necesidad. Renovado cada día, nos advierte que no hay salvación fuera de la Cruz de Nuestro Señor Jesucristo, que Dios quiere la continuación de este Sacrificio «desde la salida del sol hasta el ocaso» (Malaq. 1, 11), para que no cese jamás el himno de glorificación y de acción de gracias que los hombres deben al Creador desde el momento que tienen necesidad de su continua ayuda y de la Sangre del Redentor para compensar los pecados que ofenden a su Justicia.

El Cardenal Ratzinger, la Liturgia y el Misal de San Pío V



(Las fotografías que ilustran este artículo pertenecen a dos celebraciones distintas de la Santa Misa oficiada por el cardenal Ratzinger siguiendo el rito romano tradicional. Unas corresponden al 30 de abril de 1999 en la ciudad de Weimer (Alemania) y otras al Domingo de Pascua de 1990 (15 de abril), cuando el hoy Papa Benedicto XVI visitó el seminario de la Hermandad Sacerdotal de San Pedro en Wigratzbad (Alemania)).

Por Juan Luis Ferrari Cortés
Este artículo, a través de la recopilación de una serie de citas -que hablan por sí solas- del entonces cardenal Joseph Ratzinger, publicadas en diversos textos,pretende dar a conocer, ayudar a comprender y, profundizar, en esa faceta tan importante de la vida de la Iglesia Católica como es la liturgia, pilar básico en el pontificado de Benedicto XVI, y en concreto, en uno de sus más preciados tesoros, el misal de San Pío V, y la llamada Misa Tradicional o Misa de siempre.

Para introducirnos sobre el tema traeremos a colación el prólogo íntegro que el Cardenal Ratzinger escribió para el libro del P. Uwe Michael Lang, " Vueltos al Señor. La orientación de la oración litúrgica", pues el que sea la misma la orientación del sacerdote y de los fieles durante la celebración del Santo Sacrificio del Altar caracteriza a la Misa Tradicional:

"Para el católico practicante normal son dos los resultados más evidentes de la reforma litúrgica del Concilio Vaticano II: la desaparición del latín y el altar orientado hacia el pueblo. Quien lee los textos conciliares puede constatar con asombro que ni lo uno ni lo otro se encuentran en dichos textos en esta forma.ler ...

sábado, 30 de agosto de 2014

Solemn Vows at Heiligenkreuz. Assumption 2014 Photopost

Solemn Vows at Heiligenkreuz



Yesterday, the feast of St Bernard of Clairvaux, two monks of Stift Heiligenkreuz in Austria made their solemn vows. Our good friendSancrucensis has some very nice pictures of the ceremony, and the following explanation of the ceremony. Click over to him for more photos. 
The ceremony for solemn vows follows more or less the outline described by St Benedict in the Rule, and is marked by St Benedict’s Roman sobriety. After the Gospel the candidates prostrate themselves before the Abbot, who asks: Quid pétitis? (What do you ask for?) They respond Misericórdiam Dei et Ordinis. (The mercy of God and of the Order.) The abbot then tells them to arise and preaches a sermon, sitting on the faldstool with the candidates standing in front of him. Then comes the feudal “homagium,” in which the candidates lay their hands in the abbot’s and promise him and his successors obedience according to the Rule of St Benedict “usque ad mortem.” Then every one kneels down and theVeni Creator Spiritus is sung. Then come the actual vows. The candidates read out the vows of stability, conversion of morals and obedience, which they have written by hand on parchment. They then sign the vow charts on the altar. The charts remain on the altar and are offered to God together with the gifts of the Mass. After signing the vows they sing Súscipe me, Dómine, secúndum elóquium tuum et vívam; † et non confúndas me ab exspectatióne mea three times. (Psalm 118, 116. In Benedictine breviaries, this verse, which is sung at Terce of Monday, is printed in small caps or otherwise distinguished as a weekly reminder of the day of one’s profession.) They then kneel down in front of each and every monk in the community, saying Ora pro me Pater, (Pray for me, Father) to which the monks reply Dóminus custódiat intróitum tuum et éxitum tuum. (The Lord keep thy entering and thy going forth.) While this is going on cantors sing the Miserere. Then the newly professed monks are then blessed with an extraordinary three part prayer, addressed to each of the Persons of the Blessed Trinity in turn. They are then clothed in the cowl and the Mass proceeds.






Assumption 2014 Photopost




We have another awesome photopost, showing many beautiful liturgies from around the world. Thanks to all those who sent in pictures!

Pontifical Mass at the Throne with Bishop Robert Morlino
Bishop O'Connor Center, Diocese of Madison, WI




St. John Chrysostom Byzantine Catholic Church in Columbus, Ohio
Divine Liturgy on the Feast of the Dormition of the Theotokos


Solemn Mass (EF)
Christ the King in Kansas City, MO


Birmingham Oratory

Solemn Mass (EF)
Church of the Holy Ghost, Tiverton, RI


Solemn Mass (EF)
Gesù Church, Miami, FL
One of the first solemn Masses celebrated entirely by diocesan clergy (the FSSP have been assisting in that area for some time)



High Mass (EF)
Holy Family Parish, Diocese of Cubao, Philippines



Saalbach, Austria

Solemn Mass (EF)
St. Ann, Budapest, Hungary


High Mass (EF) and Blessing of Herbs
Holy Innocents, New York City, NY


High Mass (EF)
St. Cecilia Church, Diocese of Brooklyn, NY


Diest, Belgium
Cathedral of St. John Berchmans
http://www.newliturgicalmovement.org/