quarta-feira, 16 de abril de 2014

S. Alfonso Maria de Liguori: Considerazioni ed affetti sovra la Passione di Gesù Cristo

+  Portraits of St. Alphonsus  +
 
S. Alfonso Maria de Liguori
Considerazioni ed affetti
sovra la Passione di Gesù Cristo

Esposta semplicemente secondo la descrivono i Sagri Vangelisti

I Edizione IntraText CT
Copyright Èulogos 2007 - Vedi anche: Crediti


IntraText CT è il testo ipertestualizzato completo di liste e concordanze delle parole.
Aiuto: In generale - Testo e ricerca - Liste - Concordanze - Glossario - Per leggere meglio

- Indice -


INTRODUZIONE

Dice S. Agostino non esservi cosa più utile ad acquistar la salute eterna quanto il pensare ogni giorno alle pene che Gesù Cristo ha patito per nostro amore: Nihil tam salutiferum, quam quotidie cogitare quanta pro nobis pertulit Deus Homo. 1 E prima scrisse Origene che non può certamente regnare il peccato in quell'anima che spesso considera la morte del suo Salvatore: Certum est, quia ubi mors Christi animo circumfertur, non potest regnare peccatum. 2 Rivelò inoltre il Signore ad un santo solitario, non esservi esercizio più atto ad accendere in un cuore l'amor divino che il meditare la Passione del nostro Redentore. 3 Quindi dicea il P. Baldassarre



- 136 -



Alvarez che l'ignoranza de' tesori che noi abbiamo in Gesù appassionato era la rovina de' Cristiani: ond'egli diceva poi a' suoi penitenti che non pensassero d'aver fatto cosa alcuna, se non giungeano a tener sempre fisso nel cuore Gesù crocifisso. 4

Le piaghe di Gesù Cristo, dicea S. Bonaventura, son piaghe che impiagano i cuori più duri ed infiammano le anime più gelate: O vulnera, così egli esclamava, corda saxea vulnerantia et mentes congelatas inflammantia! 5

Posto ciò, saggiamente scrive un dotto autore (P. Croiset sopra le Dom. tom. 3) che nulla meglio ci scovre i tesori che son rinchiusi nella Passione di Gesù Cristo, quanto la semplice storia della sua stessa Passione. Basta ad un'anima fedele, per infiammarsi nel divino amore, solamente il considerar la narrazione che ne fanno i sagri Vangeli e vedere con occhio cristiano tutto quel che il Salvatore ha sofferto ne' tre principali teatri di sua Passione, cioè nell'orto degli ulivi, nella città di Gerusalemme, e sovra il monte Calvario. 6

Son belle e buone le tante contemplazioni che sulla Passione hanno fatte e scritte gli autori divoti; ma certamente fa più impressione ad un cristiano una sola parola delle sagre Scritture che cento e mille contemplazioni e rivelazioni che si scrivono fatte ad alcune persone divote; mentre le Scritture ci assicurano che tutto ciò ch'esse ci attestano è certo con certezza di fede divina. Ed a tal fine io ho voluto qui a beneficio

e consolazione delle anime innamorate di Gesù Cristo mettere



- 137 -



in ordine e riferir semplicemente, con aggiungervi solo alcune brevi riflessioni ed affetti, quel che ci dicono della Passione di Gesù Cristo i sagri Vangelisti, i quali ben ci somministrano materia da meditare per cento e mille anni, e da infiammarci insieme di santa carità verso il nostro amantissimo Redentore.

 

HOJE 87º ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DE BENTO XVI. GEBURTSTAGS VON BENEDIKT XVI. HOMILÍA DEL PAPA EN EL DÍA DE SU CUMPLEAÑOS. SANTA MESSA IN OCCASIONE DELL’85° GENETLIACO DEL SANTO PADRE. First Masses of Fr Joseph Ratzinger .

Desejamos Feliz aniversário a Sua Santidade , pedindo a Deus as maiores bênçãos e que a Santíssima Virgem o proteja sempre.

164204_10151629284259789_148536261_n

 

 



First Masses of Fr Joseph Ratzinger .

 

 

 

 

 

 

   

terça-feira, 15 de abril de 2014

Aproxima-se o Nono Aniversário da Eleição do Papa Bento XVI

Não esquecemos a corajosa decisão do Motu proprio "Summorum pontificum" de 7 de Julho de 2007 , pelo qual Sua Santidade Bento XVI deu ampla liberdade a todos os sacerdotes de celebrar a Missa Gregoriana e por isto lhe somos eternamente gratos não o esquecendo em nossa prece diária.


O Papa Bento
não está sozinho

Inicia o  nono ano de pontificado de Bento XVI, eleito a 19 de Abril de 2005, com setenta e oito anos, em menos de um dia no conclave mais numeroso que até agora se reuniu na história. Uma data celebrada com alegria e precedida por aquela, tradicionalmente pessoal, do octogésimo quinto aniversário de nascimento, que contudo não era festejado na série dos Papa desde 1895 e que, por conseguinte, foi comemorada mais calorosamente.

Portanto, para estas festas de Abril multiplicaram-se as felicitações e os bons votos, que chegaram do mundo inteiro para expressar um afecto e uma estima gerais, que não se previam tão numerosas no momento da eleição. Com efeito, não se deve esquecer o excesso de preconceitos, ou até de oposições, com o qual a rapidíssima escolha do colégio dos cardeais tinha sido acolhida em diversos ambientes, também católicos. Preconceitos e oposições que em relação ao cardeal Ratzinger remontavam pelo menos a meados dos anos oitenta mas que não correspondiam minimamente à sua verdadeira personalidade.

O sucessor de João Paulo II – que aliás tinha sido o seu colaborador mais influente, que o Papa polaco, também ele por muito tempo hostilizado, quis quase imediatamente em Roma – foi-lhe contraposto, segundo estereótipos abusados. Um pontificado que iniciou em subida e que o Pontífice enfrentou com lúcida serenidade, já demonstrada a 24 de Abril, quando pediu orações aos fiéis para que não fugisse «por medo, diante dos lobos».

Aquela homilia era a primeira de uma série já longa, que por limpidez e profundidade em nada é inferior às pregações de Leão Magno, as primeiras de um bispo de Roma conservadas, caracterizadas por um equilíbrio exemplar entre herança clássica e novidade cristã analogamente à intenção do Papa Bento de se mover em harmonia entre razão e fé. Para se dirigir e falar a todos, como sugeriu no encontro de Assis o convite feito – pela primeira vez, um quarto de século depois daquele convocado por João Paulo II entre crentes – também aos não crentes, para anunciar o Evangelho ao mundo de hoje.

Foi assim também para a homilia na celebração do aniversário de nascimento – que coincide com a do seu baptismo, no Sábado Santo de 1927 – quando Bento XVI falou dos santos recordados no calendário litúrgico, Bernadette Soubirous e Benedetto Giuseppe Labre, de Maria, Mãe de Deus, e da águia pura da verdade da qual o mundo está sedento, muitas vezes sem o saber. Amigos invisíveis, mas não por isso menos reais, dos quais o Papa sente a proximidade na comunhão dos santos. Assim como sente a amizade de tantas pessoas que rezam por ele todos os dias, ou que unicamente olham para ele com simpatia, ouvindo com atenção as suas palavras.


19 de Abril de 2012

Cardeal Dário Castrillon Hoyos: O Rito Gregoriano é hoje um rito litúrgico vivo, o qual continuará seu progresso sem perder nenhuma de suas riquezas, amparado na tradição.

 



Párocos e bispos "devem aceitar" os pedidos dos Católicos que pedirem a antiga forma da Missa (em latim ). Este é o "expresso desejo do Papa, "legalmente estabelecido", o qual "deve ser respeitado tanto pelos superiores eclesiásticos como pelos ordinários locais", insistiu. O Cardeal Castrillón continuou, afirmando que "todos os seminários" devem prover treinamento na outra forma da Missa "como um hábito".

Cardeal Dário Castrillon Hoyos – Cardeal encarregado pela implementação da liberalização da Missa Latina e dos outros ritos como eram celebrados antes do Concílio Vaticano II, feita pelo Papa Bento XVI – fez estas observações no prefácio da próxima edição do livro "As Cerimónias do Rito Romano Descritas", o manual inglês padrão a respeito de como celebrar os ritos antigos, lançado ontem.

O Cardeal Castrillón comentou o livro, – 50ª edição, desde que foi publicado pelo Padre inglês Dr. Adrian Fortescue, em 1917 – editado pelo distinto estudioso liturgista Dr. Alcuin Reid, como "uma fonte confiável para a preparação e celebração dos ritos litúrgicos", que o Papa Bento "autoritativamente decretou que podem ser livremente usados". Espera-se que a obra seja publicada pela Continuum/Burns & Oates pelo fim de 2008.



Alcuin Reide, falando de Londres, disse: "A honra do Cardeal ter concordado com este livro demonstra e dá ênfase à importância da antiga forma da Missa e dos sacramentos na renovação geral do Papa Bento na vida litúrgica da Igreja Católica". Ele continua: "Nós estamos em um momento crítico na história da liturgia, e a retirada das restrições da celebração dos antigos ritos, possibilita que estes contribuam com a devoção Católica através do mundo, e reforçam a sua qualidade.ler...

Pontifical Mass of Cardinal Castrillon Hoyos in Italy



The Italian blog, Messainlatino.it have some photos up of an event I heard about through some of our friends and colleagues a couple of days ago, a Solemn Pontifical Mass offered by Cardinal Castrillon Hoyos in an Italian town. (Our own Gregory DiPippo, who acted as the 2nd MC, can be seen here in some of the photos.)

Here are the photos they have provided.









Entrevista com o cardeal Darío Castrillón

Card. Castrillón :"os fiéis que desejam celebrar com o rito antigo não devem ser considerados de segunda categoria. São fiéis aos quais se deve reconhecer o direito de assistir a uma missa que alimentou o povo cristão por séculos, que alimentou a sensibilidade de santos como São Filipe Néri, Dom Bosco, Santa Teresinha do Menino Jesus, o bem-aventurado João XXIII "

Entrevista com o cardeal Darío Castrillón



Em 7 de julho finalmente foi publicado o motu proprio Summorum pontificum, de Bento XVI, que, na prática, libera o uso do Missal Romano de 1962. O motu proprio, que entrará em vigor em 14 de setembro, estabelece que o Missal Romano promulgado por Paulo VI em 1970 é a expressão ordinária da lex orandi da Igreja Católica de rito latino. Assim, o Missal promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo bem-aventurado João XXIII deve ser considerado uma forma extraordinária. Dessa forma, não se cria uma espécie de divisão na “lei da fé”, já que são “dois usos do único rito romano”. É lícito, portanto, celebrar a missa de acordo com a edição típica do Missal Romano de 1962. Para que isso aconteça, o motu proprio de Bento XVI indica novas regras, que substituem as estabelecidas pelos documentos anteriores, Quattuor abhinc annos, de 1984, e Ecclesia Dei, de 1988, por meio dos quais se concedia o indulto que permitia a celebração da chamada missa tridentina, mas só mediante prévia autorização do bispo local. A partir de 14 de setembro, nenhum pároco ou reitor poderá impedir que em sua igreja seja celebrada a missa de São Pio V, desde que os fiéis que a pedirem contem com um sacerdote disposto a fazê-lo, e que este seja idôneo e não impedido juridicamente. Mas não é só. O motu proprio estabelece também que o pároco possa permitir o uso do ritual mais antigo na administração dos sacramentos do batismo, da confissão, do matrimônio e da unção dos enfermos. Aos ordinários (bispos e superiores religiosos) concede-se também a faculdade de celebrar o sacramento da crisma nesse rito.
O documento é acompanhado de uma carta, endereçada aos bispos do mundo inteiro, na qual, entre outras coisas, Bento XVI frisa que “não há contradição alguma entre as duas edições do Missale Romanum”. E lembra que na “história da liturgia há crescimento e progresso, mas nenhuma ruptura”, sublinhando que o que para as gerações anteriores era santo “não pode de repente ser completamente proibido ou até considerado danoso”.
30Dias pediu ao cardeal Darío Castrillón Hoyos, colombiano, presidente Emérito da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei” desde 2000 (e também ex-prefeito da Congregação para o Clero, que dirigiu de 1996 a 2006), que explicasse os conteúdos mais importantes do motu proprio Summorum pontificum.

Eminência, qual é o sentido desse motu proprio que libera o uso do chamado Missal de São Pio V?
DARÍO CASTRILLÓN HOYOS: Quando, após o Concílio Vaticano II, ocorreram mudanças na liturgia, grupos consistentes de fiéis leigos e também de eclesiásticos se sentiram incomodados, porque tinham uma forte ligação com a liturgia que já vigorava havia séculos. Penso nos sacerdotes que durante cinqüenta anos haviam celebrado a chamada missa de São Pio V e que, de uma hora para outra, viram-se obrigados a celebrar uma outra; penso nos fiéis que estavam acostumados com o velho rito havia gerações; penso ainda nas crianças, como os coroinhas, que de repente ficaram embaraçadas ao servirem à missa com o Novus ordo. Houve um mal-estar em vários níveis. Para alguns, o problema era também de natureza teológica, pois consideravam que o rito antigo expressava o sentido do sacrifício melhor do que o rito que era introduzido. Outros, até por razões culturais, lembravam com saudade o gregoriano e as grandes polifonias, que eram uma riqueza da Igreja latina. Para agravar isso tudo, as pessoas que se sentiam incomodadas atribuíam as mudanças ao Concílio, quando, na realidade, o Concílio por si mesmo não havia nem pedido nem estabelecido os detalhes dessas mudanças. A missa que os padres conciliares celebravam era a missa de São Pio V. O Concílio não havia pedido a criação de um novo rito, mas um uso mais amplo da língua vernácula e uma maior participação dos fiéis.
Concordo, era esse o ar que se respirava há quarenta anos. Mas a geração que manifestou aquele mal-estar não está mais presente. E não é só isso: o clero e o povo também se acostumaram ao Novus ordo, e, na esmagadora maioria dos casos, se sentiram muito bem com ele...
CASTRILLÓN HOYOS: Isso é verdade para a esmagadora maioria, por mais que muitas dessas pessoas nem saibam o que se eliminou com o abandono do rito antigo. Mas nem todas se acostumaram com o novo rito. Curiosamente, nas novas gerações, tanto de clérigos quanto de leigos, parece florescer também um interesse e uma estima pelo rito anterior. E são sacerdotes e simples fiéis que muitas vezes não têm nada a ver com os chamados lefebvrianos. Esses são fatos da vida da Igreja, aos quais os pastores não podem continuar surdos. Foi por isso que Bento XVI, que é um grande teólogo, com uma profunda sensibilidade litúrgica, decidiu promulgar o motu proprio.
Mas já não havia um indulto? ler...

Fotos de Paulo VI celebrando Missa Gregoriana na Basílica de S.Pedro no Vaticano

 


PopePaulVI-1.jpg picture by kjk76_95
popepaulvi.jpg picture by kjk76_95

sediagestatoria2.jpg picture by kjk76_95
UnacelebrazioneinSanPietroconPao-1.jpg picture by kjk76_94
paul6th.jpg picture by kking8888
paoloviatarantolj4.jpg picture by kking8888

Fotos de Ordenções Sacerdotais feitas no modo Tradicional e agora permitidas pelo Papa Bento XVI desde 14 de Setembro de 2007




EpiscopalOrdinationofRevJosephNDina.jpg picture by kjk76_00
CardinalVerdier-1.jpg picture by kking_88888
diamondjubilee1950.jpg picture by kking_8888
ordination2-1.jpg picture by kjk76_00
SuordenacinsacerdotalRoma4deabrilde.jpg picture by kjk76_00
PriestOrdinanceUticaNY.jpg picture by kjk76_00