http://4.bp.blogspot.com/_14vrv7ni7HM/TLYyK0PS85I/AAAAAAAABU8/h4xBT0R8kQU/s1600/20101013225550_D0064009.jpg
ABADIA DE NOSSA SENHORA DE FONTGOMBAULT  CELEBRA TODA A LITURGIA  NA REFORMA DO MISSAL FEITA POR SÃO JOÃO XXIII
EM 1962 E LIBERALIZADA POR SUA SANTIDADE BENTO XVI EM 7/7/2007 COM O MOTU PRÓPRIO "SUMMORUM PONTIFICUM".
ACTUALMENTE A COMUNIDADE CONTA COM CERCA DE 60 MONJES E FUNDOU MAIS OUTRAS 5 ABADIAS DE QUE ELA É A CASA-MÃE,
TODAS REZAM O BREVIÁRIO MONÁSTICO EM LATIM E A A SANTA MISSA É SEMPRE CELEBRADA NA FORMA EXTRAORDINÁRIA EM
FORMA SOLENE E CANTADA EM GREGORIANO.


  

Arquivo do blog

Artigos de Agosto

Agosto (43)

terça-feira, 31 de julho de 2012

Charlotte: Solemn Mass in the Presence of a Greater Prelate


By way of the Momentum Studio, I came across the following photos of the celebration of the Feast of St. Anne at St. Anne Parish in Charlotte; a Solemn Mass in the Presence of a Greater Prelate. (For those who are interested in these ceremonies and do not own a copy of Fortescue, you may find a brief description of some of these ceremonies here.)






Pe. Anthony Cekada : COMPARAÇÃO DOS PRÓPRIOS NOS MISSAIS DE S. PIO V E PAULO VI

 

 


Pe. Pietro Leone
Tradução: Miguel Frasson
Compararemos os Próprios do rito antigo e no novo, isto é, as orações conhecidas no rito antigo como as Coletas, as Secretas e a Pós-Comunhão; assim como as leituras dos Evangelhos e das Epístolas. Pe. Anthony Cekada, em seu trabalho “Os problemas com as Orações da Missa Moderna” (“The Problems with the Prayers of the Modern Mass”, 1991), escreve que as orações datam em parte desde o século quinto, e que a Tradição data o núcleo das Coletas desde o Papa São Dâmaso (366-384). Ele mostra a extensão das mudanças feitas nas orações: o Missal do rito antigo contém 1.183 orações; 760 delas foram completamente abolidas, e metade das que sobraram foram alteradas de forma que agora não mais que 17% das orações originais sobreviveram.
No resto desta seção nos concentraremos nas mudanças feitas nas Coletas tendo como base o trabalho Liturgia – Memoria o Istruzioni per l’Uso?, (2002) de Lorenzo Bianchi, ainda que mudanças semelhantes são mostradas nas outras orações, como Pe. Cekada mostra.
As Coletas
Lorenzo Bianchi considera as Coletas dos Domingos e das Festas de Preceito como sendo aquelas orações mais frequentemente ouvidas pelos fiéis (p. 122). Ele explica (particularmente na p. 128-9) que as Coletas do Rito Antigo retratam a condição humana do pecado, dos perigos vindos dos inimigos interiores e exteriores, da compaixão e amor pessoais de Deus; enquanto que as Coletas do Rito Novo retiveram menos de metade nestes temas — em proporção de 122:57, enquanto que dobraram as referências a graça, dom e amor (gratia, donum, dilectio, etc) — na proporção 9:17.
O resultado é que o Rito Novo não mais apresenta uma visão de Graça e pecado como o Rito Antigo, no qual o homem implora a misericórdia de Deus numa luta concreta de vida ou morte; mas antes apresenta a vida do homem como uma situação, “uma condição dada automaticamente”, onde o homem é chamado a empenhar-se (impegno), ao que a ajuda de Deus é pedida, de forma que o homem possa alcançar a salvação.
O Novo Rito não mais se preocupa com os perigos, inimigos, e uma resposta pessoal da parte de Deus, mas meramente busca a ajuda de Deus como uma forma de “universalismo genérico”. Com efeito, os criadores do Rito Novo separaram Graça de pecado, e numa análise final (de um modopelagiano) da condição humana em si, de forma que ela se torna não mais que “um ornamento apenas”. O que tornou-se importante é “compromisso” (impegno), com seu impulso social, ativista, moralista, e em relação a um ideal não dado imediatamente (p. 25).

An interview with Cardinal Darío Castrillón Hoyos, president emeritus of the Pontifical Commission «Ecclesia Dei». The Pope has made clear the older rite is here to stay The Instruction insists that the whole Church should have access to its riches, says Dr Alcuin Reid


LITURGY. The motu proprio Summorum pontificum

Nova et vetera



Benedict XVI has signed and published the document that liberalizes the use of the Roman Missal edited by Pope John XXIII in 1962. An interview with Cardinal Darío Castrillón Hoyos, president emeritus  of the Pontifical Commission «Ecclesia Dei»: «The first wrong evaluation is to say that it is a return to the past. That isn’t so» . READ...     



In an interview published in the March 28 edition of L'Osservatore Romano, the Vatican newspaper, Cardinal Castrillon said the Oasis of Jesus the Priest monastery of 30 cloistered nuns in Spain "has already been recognized and regularized" by his office and "there are cases of American, German and French groups" who have begun the process.

The cardinal insisted that the only traditionalists excommunicated were the four bishops ordained by the late Archbishop Marcel Lefebvre in 1988 without Vatican permission.

The priests who have followed those bishops, he said, "are only suspended," and so the Masses they celebrate "are without a doubt valid, but not licit." The religious who have followed the schismatic bishops need to have their congregations or monasteries recognized by the Vatican, he said.

In addition, he said, "there are individual priests and many laypeople who contact us, write to us and call us for a reconciliation and, on the other side, there are many other faithful who demonstrate their gratitude to the pope" for his July letter authorizing widespread use of the liturgy according to 1962 Roman Missal.

In his letter, the pope said the Mass from the Roman Missal in use since 1970 remains the ordinary form of the Mass, while celebration of the Tridentine Mass is the extraordinary form.

Cardinal Castrillon said wider use of the pre-Second Vatican Council rite "is not a matter of returning to the past, but is a matter of progress," because it gives Catholics the richness of two liturgical forms instead of one.

Asked whether he was worried that bringing back into the church "men and women who do not recognize the Second Vatican Council" would alienate some of the faithful who see the council's teaching as a compass for the church, Cardinal Castrillon said he did not think the problem "is as serious as it could seem."

The excommunicated leaders of the Society of St. Pius X, founded by Archbishop Lefebvre, "have expressly recognized Vatican II as an ecumenical council," he said, but they disagree with the way the documents have been interpreted and put into practice.

"These are theological discussions that could take place within the church where, in fact, there exist different interpretive discussions about the council texts, discussions that could continue also with the groups who return to full communion," the cardinal said.

The eucharistic celebration is a sign and source of the unity of the church, he said, and Pope Benedict's decision to keep alive the older form of the Mass is an effort to preserve a rich tradition while promoting unity.

"We must never forget that the supreme point of reference in the liturgy, as in life, is always Christ. Therefore, we should not be afraid, including in the liturgical rite, to turn toward him, toward the crucifix, together with the faithful to celebrate the holy sacrifice," he said.

 The Pope has made clear the older rite is here to stay The Instruction insists that the whole Church should have access to its riches, says Dr Alcuin Reid .READ...
The Pope has made clear the older rite is here to stay

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Los Santos y la Santa Misa


Aclaramos: estas son meditaciones hechas por los santos que sólo conocieron la Santa Misa Usus Antiquior, estos Santos NO conocieron la Nueva Misa.




Santa Angela de Foligno




Si tan solo pausáramos por un momento para considerar con atención lo que ocurre en este Sacramento, estoy seguro que pensar en el amor de Cristo por nosotros transformaría la frialdad de nuestros corazones en un fuego de amor y gratitud


San Agustín de Hipona






Cristo se sostuvo a si mismo en Sus manos cuando dio Su Cuerpo a Sus discípulos diciendo: "Este es mi Cuerpo". Nadie participa de esta Carne sin antes adorarla"

"Reconoce en este pan lo que colgó en la cruz, y en este caliz lo que fluyó de Su costado... todo lo que en muchas y variadas maneras anunciado antemano en los sacrificios del Antiguo Testamento pertenece a este singular sacrificio que se revela en el Nuevo Testamento"




Sermón 3, 2; Circa 410 A.D.


San Juan Eudes



Para ofrecer bien el Santo Sacrificio se necesitarían tres eternidades: una para prepararla, otra para celebrarla y una tercera para dar gracias


San Juan Maria Vianney



"Si conociéramos el valor de La Santa Misa nos moriríamos de alegría”.

"Sí supiéramos el valor del Santo Sacrificio de la Misa, qué esfuerzo tan grande haríamos por asistir a ella".

"Qué feliz es ese Ángel de la Guarda que acompaña al alma cuando va a Misa".

"La Misa es la devoción de los Santos


San Francisco de Asís



"El hombre debería temblar, el mundo debería vibrar, el Cielo entero debería conmoverse profundamente cuando el Hijo de Dios aparece sobre el altar en las manos del sacerdote"


Santa Teresa de Jesús



"Sin la Santa Misa, ¿que sería de nosotros? Todos aquí abajo pereceríamos ya que únicamente eso puede detener el brazo de Dios. Sin ella, ciertamente que la Iglesia no duraría y el mundo estaría perdido sin remedio"


San Lorenzo Justino


"Nunca lengua humana puede enumerar los favores que se correlacionan al Sacrificio de la Misa. El pecador se reconcilia con Dios; el hombre justo se hace aún más recto; los pecados son borrados; los vicios eliminados; la virtud y el mérito crecen, y las estratagemas del demonio son frustradas


San Leonardo de Port Maurice



"Oh gente engañada, qué están haciendo? Por qué no se apresuran a las Iglesias a oír tantas Misas como puedan? Por qué no imitan a los ángeles, quienes cuando se celebra una Misa, bajan en escuadrones desde el Paraíso y se estacionan alrededor de nuestros altares en adoración, para interceder por nosotros?"


"Yo creo que sí no existiera la Misa, el mundo ya se hubiera hundido en el abismo, por el peso de su iniquidad. La Misa es el soporte poderoso que lo sostiene ".

“una misa antes de la muerte puede ser más provechosa que muchas después de ella…


San Felipe Neri




Con oraciones pedimos gracia a Dios; en la Santa Misa comprometemos a Dios a que nos las conceda "


San Pedro Julián Eymard



"Sepan, oh Cristianos, que la Misa es el acto de religión más sagrado. No pueden hacer otra cosa para glorificar más a Dios, ni para mayor provecho de su alma, que asistir a Misa devotamente, y tan a menudo como sea posible "


San Francisco Javier Bianchi



"Cuando oigan que yo ya no puedo celebrar la Misa, cuéntenme como muerto"


San Buenaventura



"La Santa Misa es una obra de Dios en la que presenta a nuestra vista todo el amor que nos tiene; en cierto modo es la síntesis, la suma de todos los beneficios con que nos ha favorecido".

"Hay en la Santa Misa tantos misterios como gotas de agua en el mar, como átomos de polvo en el aire y como ángeles en el cielo; no sé si jamás ha salido de la mano del Altísimo misterio más profundo."




San Lorenzo de Brindisi



"El Niño Jesús se aparece a San Lorenzo de Brindisi" de Fray Stefano de Carpi (1786)


Tras de algún tiempo de predicar y reconciliar con la Iglesia a los herejes de Alemania, recibió del emperador la comisión de persuadir a Felipe III de España a que se uniese a la Liga Católica y aprovechó la ocasión para fundar un convento de capuchinos en Madrid. Después, fue enviado a Munich como nuncio de la Santa Sede ante Maximiliano de Baviera, el jefe de la Liga. Desde ahí administró dos provincias de su orden y prosiguió su tarea de pacificación y predicación. En 1618, tras de haber mediado dos veces en las diferencias reales, se retiró al convento de Caserta, con la esperanza de verse libre de todas las distracciones mundanas, por más que siempre había hecho todo lo posible por evitar que sus actividades en los asuntos seculares le apartaran de su vida como religioso. Dios le había concedido una gracia especial para ello y el santo era frecuentemente arrebatado en éxtasis mientras celebraba la misa, de suerte que puede decirse que su vida interior constituía el punto de partida de todas sus actividades exteriores

http://cxrlomxgno.blogspot.pt/

 

La Importancia de la Sotana . Los Santos y la Santa Misa

 

La Importancia de la Sotana


«De los miles que han abandonado el sacerdocio después del Concilio Vaticano II, prácticamente ninguno abandonó la sotana el día antes de irse: lo habían hecho ya mucho antes».


Hoy en día son pocas las ocasiones en que podemos admirar a un sacerdote vistiendo su sotana. El uso de la sotana, una tradición que se remonta a tiempos antiquísimos, ha sido olvidado y a veces hasta despreciado en la Iglesia posconciliar. Pero esto no quiere decir que la sotana perdió su utilidad sino que la indisciplina y el relajamiento de las costumbres entre el clero en general es una triste realidad.

La sotana fue instituida por la Iglesia a fines del siglo V con el propósito de darle a sus sacerdotes un modo de vestir serio, simple y austero. Recogiendo esta tradición, el Código de Derecho Canónico impone el hábito eclesiástico a todos los sacerdotes (canon 136).

Contra la enseñanza perenne de la Iglesia está la opinión de círculos enemigos de la Tradición que tratan de hacernos creer que el hábito no hace al monje, que el sacerdocio se lleva dentro, que el vestir es lo de menos y que lo mismo se es sacerdote con sotana que de paisano.

Sin embargo, la experiencia demuestra todo lo contrario, porque cuando hace más de 1.500 años la Iglesia decidió legislar sobre este asunto fue porque era y sigue siendo importante, ya que ella no se preocupa de niñerías.



1º – La sotana es el recuerdo constante del sacerdote

Ciertamente que, una vez recibido el orden sacerdotal, no se olvida fácilmente. Pero nunca viene mal un recordatorio: algo visible, un símbolo constante, un despertador sin ruido, una señal o bandera. El que va de paisano es uno de tantos, el que va con sotana, no. Es un sacerdote y él es el primer persuadido. No puede permanecer neutral, el traje lo delata. O se hace un mártir o un traidor, si llega el caso. Lo que no puede es quedar en el anonimato, como un cualquiera. Y luego… ¡Tanto hablar de compromiso! No hay compromiso cuando exteriormente nada dice lo que se es. Cuando se desprecia el uniforme, se desprecia la categoría o clase que éste representa.



2º – La sotana facilita la presencia de lo sobrenatural en el mundo

No cabe duda que los símbolos nos rodean por todas partes: señales, banderas, insignias, uniformes… Uno de los que más influjo produce es el uniforme. Un policía, un guardián, no hace falta que actúe, detenga, ponga multas, etc. Su simple presencia influye en los demás: conforta, da seguridad, irrita o pone nervioso, según sean las intenciones y conducta de los ciudadanos.

Una sotana siempre suscita algo en los que nos rodean. Despierta el sentido de lo sobrenatural. No hace falta predicar, ni siquiera abrir los labios. Al que está a bien con Dios le da ánimo, al que tiene enredada la conciencia le avisa, al que vive apartado de Dios le produce remordimiento.

Las relaciones del alma con Dios no son exclusivas del templo. Mucha, muchísima gente no pisa la Iglesia. Para estas personas, ¿qué mejor forma de llevarles el mensaje de Cristo que dejándoles ver a un sacerdote consagrado vistiendo su sotana? Los fieles han levantando lamentaciones sobre la desacralización y sus devastadores efectos. Los modernistas claman contra el supuesto triunfalismo, se quitan los hábitos, rechazan la corona pontificia, las tradiciones de siempre y después se quejan de seminarios vacíos; de falta de vocaciones. Apagan el fuego y luego se quejan de frío. No hay que dudarlo: la desotanización lleva a la desacralización.



3º – La sotana es de gran utilidad para los fieles

El sacerdote lo es no sólo cuando está en el templo administrando los sacramentos, sino las veinticuatro horas del día. El sacerdocio no es una profesión, con un horario marcado: es una vida, una entrega total y sin reservas a Dios. El pueblo de Dios tiene derecho a que lo asista el sacerdote. Esto se les facilita si pueden reconocer al sacerdote de entre las demás personas, si éste lleva un signo externo. El que desea trabajar como sacerdote de Cristo debe poder ser identificado como tal para el beneficio de los fieles y el mejor desempeño de su misión.





4º – La sotana sirve para preservar de muchos peligros

¡A cuántas cosas se atreverán los clérigos y religiosos si no fuera por el hábito! Esta advertencia, que era sólo teórica cuando la escribía el ejemplar religioso P. Eduardo F. Regatillo, S. I., es demasiadas veces una terrible realidad.

Primero, fueron cosas de poco bulto: entrar en bares, sitios de recreo, alternar con seglares, pero poco a poco se ha ido cada vez a más.

Los modernistas quieren hacernos creer que la sotana es un obstáculo para que el mensaje de Cristo entre en el mundo. Pero al suprimirla, han desaparecido las credenciales y el mismo mensaje. De tal modo que ya algunos piensan que al primero que hay que salvar es al mismo sacerdote que se despojó de la sotana supuestamente para salvar a otros.

Hay que reconocer que la sotana fortalece la vocación y disminuye las ocasiones de pecar para el que la viste y los que lo rodean. De los miles que han abandonado el sacerdocio después del Concilio Vaticano II, prácticamente ninguno abandonó la sotana el día antes de irse: lo habían hecho ya mucho antes.





5º – La sotana supone una ayuda desinteresada a los demás

El pueblo cristiano ve en el sacerdote el hombre de Dios que no busca su bien particular sino el de sus feligreses. La gente abre de par en par las puertas del corazón para escuchar al padre que es común del pobre y del poderoso. Las puertas de las oficinas y de los despachos por altos que sean se abren ante las sotanas y los hábitos religiosos. ¿Quién le niega a una monjita el pan que pide para sus pobres o sus ancianitos? Todo esto viene tradicionalmente unido a unos hábitos. Este prestigio de la sotana se ha ido acumulando a base de tiempo, de sacrificios, de abnegación. Y ahora, ¿se desprenden de ella como si se tratara de un estorbo?



6º – La sotana impone la moderación en el vestir

La Iglesia preservó siempre a sus sacerdotes del vicio de aparentar más de lo que se es y de la ostentación dándoles un hábito sencillo en que no caben los lujos. La sotana es de una pieza (desde el cuello hasta los pies), de un color (negro) y de una forma (túnica). Los armiños y ornamentos ricos se dejan para el templo, pues esas distinciones no adornan a la persona sino al ministro de Dios para que dé realce a las ceremonias sagradas de la Iglesia.

Pero, vistiendo de paisano, le acosa al sacerdote la vanidad como a cualquier mortal: las marcas, calidades de telas, de tejidos, colores, etc. Ya no está todo tapado y justificado por el humilde sayal. Al ponerse al nivel del mundo, éste lo zarandeará, a merced de sus gustos y caprichos. Habrá de ir con la moda y su voz ya no se dejará oír como la del que clamaba en el desierto cubierto por el palio del profeta tejido con pelos de camello.



7º – La sotana es ejemplo de obediencia al espíritu y legislación de la Iglesia

Como uno que comparte el Santo Sacerdocio de Cristo, el sacerdote debe ser ejemplo de la humildad, la obediencia y la abnegación del Salvador. La sotana le ayuda a practicar la pobreza, la humildad en el vestuario, la obediencia a la disciplina de la Iglesia y el desprecio a las cosas del mundo. Vistiendo la sotana, difícilmente se olvidará el sacerdote de su papel importante y su misión sagrada o confundirá su traje y su vida con la del mundo.

Estas siete excelencias de la sotana podrán ser aumentadas con otras que le vengan a la mente a usted. Pero, sean las que sean, la sotana por siempre será el símbolo inconfundible del sacerdocio porque así la Iglesia, en su inmensa sabiduría, lo dispuso y ha dado maravillosos frutos a través de los siglos.


Nota:

Conviene recordar: Muchos sacerdotes y religiosos mártires han pagado con su sangre el odio a la fe y a la Iglesia desatado en las terribles persecuciones religiosas de los últimos siglos. Muchos fueron asesinados sencillamente por vestir la sotana. El sacerdote que viste su sotana es para todos un modelo de coherencia con los ideales que profesa, a la vez que honra el cargo que ocupa en la sociedad cristiana.

Si bien es cierto que el hábito no hace al monje, también es cierto que el monje viste hábito y lo viste con honor. ¿Qué podemos pensar del militar que desprecia su uniforme? ¡Lo mismo que del cura que desprecia su sotana!



- Código de Derecho Canónico (1983): Título III. De los ministros sagrados o clérigos 284 Los clérigos han de vestir un traje eclesiástico digno, según las normas dadas por la Conferencia Episcopal y las costumbres legítimas del lugar. 285. 1. Absténganse los clérigos por completo de todo aquello que desdiga de su estado, según las prescripciones del derecho particular. 2. Los clérigos han de evitar aquellas cosas que, aun no siendo indecorosas, son extrañas al estado clerical.

* Adaptado de un texto publicado en el Fondo Cultural Católico, Miami, Estados Unidos, en base a textos del P. Jaime Tovar Patrón

LA SUPRESIÓN DEL SACRIFICIO PERPETUO Fue para mí una revelación sorprendente, dada la presente situación eclesial, cuando leí, por primera vez, el comentario del Card. Billot, s.j ., a los versículos de Daniel, que hacen referencia a la supresión del Sacrificio perpetuo.

 Era citado en la obrita de Gabrielle Rochon "L'INFAME TRAHISON" (Montréal, 1980, págs. 22-25). Posteriormente, lo volví a leer en su contexto de la Obra completa del Card. Billot "LA PARUSÍA", publicada en EINSICHT, en noviembre de 1987.
http://phoenixlatinmass.com/Images/homeeaster2007.jpg

A partir de aquel momento quedó perfectamente claro, con un golpe de luz deslumbradora, aquel versículo de San Mateo (24,15):
"Cuando veáis puesta en el lugar santo la Abominación de la Desolación, la anunciada por el proteta Daniel (el que lea entienda)". O el paralelo de San Marcos: "Cuando veáis la Abominación desoladora, puesta donde no debiera estar (el que lea entienda)" (13,14).
Los comentarios que conozco las aplican a la destrucción de Jerusalén y a la profanación del templo.
Debido a la impresión que me causó el Comentario del Card. Billot, por encajar tan bien en las presentes circunstancias, intenté remontar la corriente de la Tradición, para ver lo que la misma nos dice sobre el tema, ya que el Card. Billot no aporta citas, ni hace alusión alguna a la Tradición.
Cristo nos dice que el que lea entienda; esto es, que debemos esforzarnos en penetrar su sentido. Con esto se nos avisa que, contra todas las apariencias, el sentido no debe ser tan somero, ni tan obvio, como el que nos ofrecen comunmente los comentaristas. Cristo nos remite al profeta Daniel. Se impone el deber de consultarlo. Cuando Cristo lo cita, es porque indudablemente nos dará la clave para su comprensión. Esto es lo que hace el Card. Billot, en su Comentario.
En efecto, Daniel pone en íntima conexión, en varios pasajes, la Supresión del Sacrficio perpetuo con la instalación de la Abominación de la Desolaclon. Vease, ademas de la cita introductoria, Dan. 9,27 y 12,11. Sólo en el cap. 8 se habla de la supresión del Sacrificio cotidiano, sin hacer mención expresa de la Abominación de la Desolación: "Y creció hasta el mismo Jefe del Ejército y fue por él suprimido el Sacriticio cotidiano y derribado el lugar del Santuario" (Dan. 8,11). Aquí tenemos los datos del profeta Daniel, al que CrIsto nos remite.
Los comentaristas que he leído, refieren esto exclusivamente a la persecución de Antioco y a la colocación de la estatua de Júpiter Olímpico en el Santuario, o a la profanación de Jerusalén por las tropas romanas, sin referirse a su significado profundo, pero los sucesos del Antiguo Testamento eran sólo "Umbra futurotum", como nos dice San Pablo; o sea, imagen, figura o símbolo de una realidad mesiánica futura.
Según se puede deducir de los lugares del Antiguo Testamento, donde se habla de la Abominación de la Desolación (por ejemplo, I Mac. 1,47; 50, 57 y II Mac. c. 6), la Abominación de la Desolación no es otra cosa que la sustitución del verdadero culto de Dios por un culto falso, ofrecido a los ídolos, o la profanación del lugar sagrado. De ahí, la íntima relación entre la supresión del Sacrificio perpetuo y la Abominación de la Desolación.
Esto quiere decir que, al aplicar Cristo a una profecía suya, la profecía de Daniel, la supresión del Sacrificio perpetuo (o lo que es igual la supresión del Santo Sacrificio de la Misa) estaba ya evidentemente profetizada en el Antiguo Testamento; pues, el único Sacrificio Perpetuo, a partir del Sacrificio del Calvario, cuando quedó abolida la antigua alianza y establecida la nueva y eterna, es el SACRIFICIO DE LA MISA. No hay otro. Todo esto lo explica y aplica muy acertada y exactamente el Card. Billot, en su citada obra.
Conclusión. Abominación de la Desolación es igual a la supresión del verdadero culto de Dios, a la supresión del Sacrificio perpetuo. Es así que el único Sacrificio perpetuo, cuando Jerusalén fue tomada por las tropas romanas y fue destruido el templo, era el Sacrificio de la MISA, luego lo que se profetizó es que la MISA, la OBLATIO MUNDA, que le sería ofrecida a Dios, desde la salida del sol hasta el ocaso, habría de ser abolida. Esto es lo que sucedió con la promulgación del Novus Ordo Missae (N. O. M.). Esto es lo que consta en la Sagrada Escritura. Pero es preciso bucear en la Tradición para ver como interpreta esta profecía.
Es una lástima que el Card. Billot no cite la Tradición. Gabrielle Rochon apostilla así a las conclusiones del Card. Billot: "Explicaciones enteramente de acuerdo con los Santos Padres de la Iglesia y toda la tradición apostólica de la Santa Iglesia Romana" (p. 22). Pero no aduce ningún testimonio de la misma. Estaba persuadido de que la exégesis del Card. Billot se tendría que basar en la Tradición pero, ¿en qué grado?
Procuré rellenar la laguna dejada por el Card. Billot. Era consciente de las dificultades que la empresa entrañaba para mí, por no ser especialista en la materia, por mis ocupaciones profesionales y por no tener cómodo acceso a las fuentes desde el medio en que se desenvuelve mi vida. Sin embargo, esta idea obsesiva me hacía no cejar en el empeño. El primer material testimonial al respecto, me llegó a través de la Revista EINSICHT. Era una cita de San Alfonso María de Ligorio, cuyo tenor es: "Satanás suprimirá el Sacrificio de la Misa, y eso se llevará acabo a causa de la falta de fe de los hombres" ("Zerstorung der HI. Messe in N. 0. M.", de Visser, Einsicht, febrero 1985).
Posteriormente, leí otro testimonio, citado por el abate Zins, de San Jerónimo: "El Anticristo abolirá el ejercicio público del único verdadero Sacrificio del altar" (V. S. Jer. "in Danielem 12,11. SUB TUUM PRAESIDIUM, nº 3, 2º Trim. 1986, p. 34). Esto era ya sumergirse en las fuentes de la Tradición, en la Patristica. Pero... tenían que existir más. La expectativa quedó satisfecha, al adquirir la obra del Padre Antonio Orbe, s.j., "La Teología de San Ireneo" (B. A. C., Madrid, 1988).
Por esta obra, me he podido enterar que San Ireneo, testigo casi de primera mano de la Tradición Apostólica, afirma que el Santo Sacrificio de la Nueva Alianza será desterrado por obra del Anticristo. "Deinde et tempus tyrannidis ejus significat, in quo tempore fugabuntur sancti qui purum sacrificium offerunt Deo." O sea: "Más tarde indica el tiempo de su tiranía, cuando serán perseguidos los santos que ofrecen a Dios el sacrificio puro" (1. V, 25,4). Oigamos los comentarios del p. ORBE. "En ese tiempo los santos serán perseguidos y desterrado el sacrificio puro a Dios". "Está claro -dice- lo que Ireneo entiende por la persecución y fuga de los santos «qui purum sacrificium offerunt Deo». Cesará con el Anticristo el Sacrificio Puro, la Eucaristía dilatada por todo el mundo entre las gentes para glorificar el nombre del Dios Creador.... La Eucaristía será, según Daniel (9,27), eliminada durante los tres años y medio de tirania. Contra ella se cebará singularmente el odio del Anticristo por ser el sacrificio más fructuoso para el hombre..." (O.c. III, p. 45-48).
El mismo autor apoya su interpretación, citando a otros Padres. San Hipólito: "Sobrevenido él, desaparecerá el sacrificio y la libación que, ahora, en todas partes es ofrecida a Dios por las gentes." ("De Antichristo", 64 initio; y, sobre todo, "In Danielem", IV, 49,3). Citado el en la pág. 49.
Y del Pseudo-Hipólito dice que, en su obra "De consummatione mundi" (c. 34}, se hace eco, de manera ingenua, de la Eucaristía ausente en los días del Anticristo (p. 48).
Riquísima información que confirma la exactitud de la exégesis del Card. Billot. No obstante, seguí indagando, por si encontraba algo más y efectivamente, leyendo el Comentario "In Danielem" de Teodoreto de Ciro, encontré este elocuente e inequívoco testimonio de la Tradición: "Abominationem autem desolationis vocat Antichristum, mutationem continuitatis ecclesiastici cultus, ordinem ab illius infamia et rabie dissipatum et ABOLITUM." (Theodoretus de Cyro, "In Danielem", Oratio X, circa finem.) "Llama Abominación de la Desolación al Anticristo, al cambio o alteración de la continuidad del culto eclesiástico, y al orden interrumpido y ABOLIDO por su perversidad y furor". Según lo mterpreta Teodoreto se puede aplicar a la ruina de toda la estructura eclesial, llevada a cabo por Pablo VI, haciendo auténticas mutaciones en la Misa y en la Liturgia sacramental.
Vemos, pues, que la Tradición autoriza plenamente la exacta y clarividente exégesis del Card. Billot. "El culto de Dios -dice- dejará de ser celebrado, al menos públicamente... En una palabra: El Sacrificio de nuestros altares será proscrito, en esos terribles días; en todas partes será prohibido, salvo lo que se pueda hacer en la sombra subterránea de las catacumbas... O sea, algo similar a lo que les sucedía a los primeros cristianos en tiempo de persecuciones, o a lo que ha estado sucediendo tras el telón de acero, por ejemplo, en la Iglesia clandestina en Checoslovaquia. Discrepo en cuanto al modo concreto como concibe el Card. Billot en que se llevaría a cabo la supresión del Sacrificio perpetuo. Está visto que las profecías, antes de su cumplimiento, son todas equívocas, según proclamó Pascal.
En cambio, hay testigos de la Tradición que sorprenden por hacer uso, para expresar el hecho de la desaparición del Sacrificio perpetuo, de un verbo de valor estrictamente jurídico: ABOLIR. Así San Jerónimo y Teodoreto. Ese es el verbo que ofrecen en su traducción española, Bover-Cantera y Ediciones Paulinas, en los versículos de Dan. 11,31 y 12,11; así como la Biblia de Jerusalén, en el versículo 11,31: "Abolirán el Sacrificio cotidiano... He aquí, como se expresa la versión de los Setenta, en el versículo 31, del capítulo 11: "Kai metastésousin ton endelejismon". El verbo I'methistemi" significa, entre otras cosas, cambiar, sustituir, mudar, transformar; los cuales, más que un simple abolir, derogar o abrogar, connotan algo más, se trata más bien de OBROGARE, en latín, que significa derogar o anular una ley, sustituyéndola por otra. Obrogare, según la definición de los juristas romanos, "est legis prioris infirmandae causa, legem aliam ferre", o sea, consiste en promulgar una ley para anular otra anterior. Esto es, en realidad, lo que se ha conseguido con la promulgación del N. O. M.
De todos modos, una palabra clave, para entender el modo de llevarse a cabo la supresión del SACRIFICIO PERPETUO, es un verbo que tenga sentido jurídico, ya que abolir, derogar, abrogar u Obrogar , o sea suprimir legalmente, sólo lo puede hacer el Legislador. Otro procedimiento sería obrar contra Derecho y no dejaría de tener sus oponentes encarnizados que, pública o clandestinamente, se alzarían en contra de la intromisión injusta del tirano, como sucedió durante la dura época de las persecuciones primitivas y en todas las demás que ha habido a lo largo de la historia. De este modo no cesaría la celebración del Sacrificio Perpetuo; en tanto que la profecía de Daniel da por suprimido el Sacrificio Perpetuo.
Veamos. Resulta que la supresión del Santo Sacrificio Perpetuo -el Rito canonizado por un Concilio y un Papa, que lo fijó a perpetuidad bajo terribles anatemas- quedó oficialmente decretada el día en que se promulgó la CONSTITUCION APOSTOLICA "MISSALE ROMANUM" por Pablo VII, el día del Jueves Santo -justamente- 3 de abril de 1969.
Sí, así de una manera tan simple y tan poco estridente, logró Satanás que quedara suprimido "LEGALMENTE" el Santo Sacrificio Perpetuo. A esta supresión se plegaron, de momento, más del 90% de los sacerdotes. En la actualidad, no quedará ya ni siquiera el 1% que celebre el auténtico Sacrificio Perpetuo de la Nueva Alianza.
Para comprender la eficacia absoluta de esta abolición hay que fijarse en el caso de los 6.000 sacerdotes españoles -un 25 % aproximadamente de los sacerdotes de entonces- de la Hermandad Sacerdotal Española de San Antonio María Claret, que en carta, dirigida a BUGNINI, se negaban a celebrar seún el nuevo rito del N. O. M., con estas palabras: "Nosotros sacerdotes católicos no podemos celebrar una misa, de la cual M. Thurian de Taizé ha declarado que podía celebrarla sin dejar de ser protestante. LA HEREJIA NO PUEDE SER JAMÁS MATERIA DE OBEDIENCIA (subrayado mío). Pero esta actitud se quedó en agua de borrajas. Bastó que alguien les insinuara que se trataba de una ley proclamada por el Papa, y que si no celebraban según el nuevo ríto, desobedecerían al Santo Padre, para que la fortaleza de los santos quedara quebrantada (Dan. 12,7), para que toda su enérgica voluntad de oposición a la herejía se enervara y quedara deshecha cual terrón de azúcar en agua hirviente.
¡Qué fácil lo sabe hacer Satanás y cómo cumplió perfectamente la profecía de Daniel! Se alzaron los sacerdotes españoles contra Bugnini, pero se plegaron ante la ley del presunto legislador. Eficacia suma.
Aquí, en la destrucción de las estructuras multiseculares de la Iglesia, llevada a cabo por el Vaticano II y por los "papas", a partir de Juan XXIII, manifestó el Anticristo su vigorosa potencia, realizando destrucciones prodigiosas, con toda prosperidad, exterminando a los fuertes y al pueblo de los Santos, verificando la aniquilación con en tal suavidad que no se advierte (Conf. Dan. 8, 25-26; Ap. 13,7).
Si bien la supresión o derogación del Sacrificio Perpetuo y de todo el Orden eclesiástico carece de legitimidad, sin embargo, tiene visos de legalidad y cubre todas las apariencias. Es la jugada maestra de Satanás, que no realiza por sí, dírectamente, como creía San Alfonso María de Ligorio, ni tampoco el Anticristo, como pensaba San Jerónimo. Satanás se valió para ello de la segunda Bestia, que con aspecto de cordero habla el lenguaje del Dragón (Ap. c. 13).
Repito que es la obra maestra de Satanás, astucia insuperable, capaz de engañar -si ello fuera posible- incluso a los mismos elegidos (Mat. 24,24).
Parece ser que Daniel y San Juan se quedaron cortos en la expresión de la trágica realidad que intentaban pintarnos y no por otro motivo, sino por las deficiencias del lenguaje humano. Por eso, tuvieron que echar mano de esas macabras visiones, con el fin de impresionar nuestra imaginación. Son imágenes espantosas, terroríficas, en su expresión lingüística; pero quedan sobrepujadas por la profunda realidad. La realidad es mucho más desgarradora; sólo que al ser de orden espirítual, la humanidad no se percata de la misma. Eso es lo malo; lo verdaderamente terrorífico, que tendría que provocar lamentos más desgarradores, que los que le inspiraron a Jeremías la ruina de
Jerusalén.
¿Es posible que esto no lo vea el 99% de la Humanidad? Por eso, pudo interrogarse, con razón, el divino Maestro: "¿Cuando venga el Hijo del Hombre, acaso encontrará la Fe en la tierra?" Subrayo el
artículo, pues -no sé por qué- las versiones en lengua vulgar suprimen dicho artículo, que consta en el original griego. Se trata de la Fe objetiva, la cual quedaría como eclipsada ("La Iglesia quedará en tinieblas", se nos anuncia en el mensaje de la Salette), aun en aquellos que subjetivamente no la hayan perdido, sin saber en muchos puntos a qué atenerse, llenos de confusión y turbación, como se puede observar en los diversos grupos "tradicionalistas". Sucede como durante la Pasión de Cristo, en que se produjo la desbandada.
¿Qué explicación se podría dar a esta ceguera espiritual? Indudablemente, una de orden sobrenatural, de castigo por nuestros pecados, por falta de amor a la Verdad, que nos podría salvar (Tes. II, 2, 10).
Esta ceguera, tiene, además, una base psicológica, en combinación con los misteriosos y adorables designios divinos, que sería interesante investigar.
Ya dijo Pascal que, en las cosas de Dios, hay luz suficiente para los que no desean sino ver; así como también la suficiente oscuridad para los que tienen la disposición contraria. De este modo, no se pierde el mérito de ver, ni la responsabilidad del rechazo.
Ese lado oscuro lo es mucho más, cuando se trata de profecías antes de cumplirse. "Las profecías son equívocas; sólo después de su cumplimiento desaparece la ambigüedad" (Pascal) .Pero sólo hasta cierto punto -añado yo-. El lado oscuro permanece, según el principio de Pascal, enunciado más arriba.
Pero, al intentar dilucidar esto, tengo que terminar aquí el presente artículo, ya que ello ofrece materia para otro.
Tomás Tello
_______________________________________________
  • Publicado en el nº 109 de la revista "ROMA", pag. 47, con el título: "La abominación de la desolación". (volver)
  • Nota de la Redacción: En el número 108 de ROMA se puede ver como Pablo VI el 21 de noviembre de 1964, aprobó documentos del Concilio (Lumen aentium y Unitatis Redintegratio) que contradicen el dogma de fe que fuera de la Iglesia no hay salvación (Extra Ecclesiam nulla salus). Así mismo el mismo día "aprobó" otro documento (Orientalium Ecclesiarum) que permite dar los Sacramentos incluso la Sagrada Eucaristía a cismáticos y aun a herejes y recibirlos de ellos, contradiciendo la Tradición inveterada, al Concilio de Florencia en definición solemne, al Canon 731.2 del Derecho Canónico. (volver)

    fonte:http://firmesenlafe.com.ar/inicio/supresion-sacrificio.html

DON CURZIO NITOGLIA : IL VATICANO II E “DISINCANTO”[1] DELL’ «ECCLESIASTE»

IL VATICANO II E “DISINCANTO”[1] DELL’ «ECCLESIASTE»

Oggi, sarebbe estremamente pericoloso, farsi illudere o incantare dalle Sirene “conciliariste” le quali propongono che “tutto cambi, affinché tutto resti come prima” (la riforma della ‘riforma liturgica e conciliarista’, che nulla riforma), onde farci perdere la nostra identità, senza sapere più bene cosa si è diventati esattamente. Nei nostri giorni trionfa il pragmatismo dai principi deboli o l’ “entrismo”, che sembra essere diventato la religione o ideologia laica comune alla maggior parte degli uomini (dall’entrismo all’antropo‘c-entrismo’). Guai a chi osa avere ideali forti e soprattutto a chi li proclama. Sarà “eliminato”, castigato e messo ai margini della società (civile e anche religiosa), magari spedito in esilio. “Verrà un tempo in cui vi cacceranno dalle sinagoghe…”. La sirena dell’ “entrismo” ha ingannato molti, per esempio “Alleanza Cattolica”, si sa che non è più integralmente cattolica o controrivoluzionaria, ma non si sa esattamente cosa sia adesso. “Alleanza Nazionale”, si sa che non è più neo-“fascista”, né neo-“gollista”, ma non si sa cosa sia (forse auto-“gollista”). Lo stesso potrebbe avvenire ai fedeli anti-modernisti legati alla Tradizione della Chiesa cattolica, qualora accettassero di patteggiare e scendere a compromessi col neo e post/modernismo, si saprebbe che non sono più integralmente cattolici anti-modernisti, ma non si saprebbe più esattamente e positivamente cosa possano essere diventati.
DON CURZIO NITOGLIA
25 febbraio 2010

The post-conciliar spirit, by Dietrich von Hildebrand...

 não é a nova liturgia ...
07/17 - 07/24 (53)

Livros católicos

Ebook cattolici

Bibbia, Vangeli, Catechismo della Chiesa Cattolica, Storia della Chiesa

Dizionari

Preghiera

Classici Cristiani

  • L'imitazione di Cristo di Tommaso da KempisEPUB MOBI HTML
  • L'imitazione di Maria di Edoardo CiccodicolaEPUB MOBI HTML
  • Trattato della vera devozione a Maria di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
  • Il segreto ammirabile del Santo Rosario di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
  • Il grande segreto per diventare santi di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
  • Le Glorie di Maria di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
  • Del Gran mezzo della preghiera di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
  • La necessità della preghiera di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
  • I racconti di un pellegrino russoEPUB MOBI HTML
  • Filotea di San Giovanni di SalesEPUB MOBI HTML
  • I fioretti di San FrancescoEPUB MOBI HTML
  • Storia di un anima di Santa Teresa di LisieuxEPUB MOBI HTML
  • Esercizi Spirituali di Sant'IgnazioEPUB MOBI HTML
  • Trattato della vita spirituale di San Vincenzo FerreriEPUB MOBI HTML
  • Il castello interiore di Santa Teresa d'AvilaEPUB MOBI HTML
  • La nuvoletta del Carmelo di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Maria Ausiliatrice col racconto di alcune grazie di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Maraviglie della Madre di Dio di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Specchio (o salutazione) della Beata Vergine Maria di Corrado da SassoniaEPUB MOBI HTML
  • E' Gesù che passa di San Josemaría Escrivá de BalaguerEPUB MOBI HTML
  • Opera Omnia - San Francesco d'AssisiEPUB MOBI HTML
  • Opera Omnia - Santa Chiara d'AssisiEPUB MOBI HTML
  • Meditazioni della Beata Madre Teresa di CalcuttaEPUB MOBI HTML
  • Madre Mia quanto sei bellaEPUB MOBI HTML
  • Con Maria la vita è bellaEPUB MOBI HTML
  • Con Maria verso GesùEPUB MOBI HTML
  • Il mio ideale Gesù figlio di Maria di p. Emilio NeubertEPUB MOBI HTML
  • L'anticristo di Vladimir Sergeevic SolovievEPUB MOBI HTML
  • Salita del Monte Carmelo di San Giovanni della CroceEPUB MOBI HTML
  • Maria e la sua armataEPUB MOBI HTML

Biografie di santi, Visioni, Profezie, Rivelazioni

  • La Misericordia Divina nella mia anima - Diario di Santa suor Faustina KowalskaEPUB MOBI HTML
  • L'Araldo del Divino Amore di Santa Gertrude di HelftaEPUB MOBI HTML
  • La vita di Maria della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
  • La Passione di Nostro Signore della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
  • Le visioni della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
  • La Mistica Città di Dio di Suor Maria d'AgredaEPUB MOBI HTML
  • I sogni di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Vita di Santa Margherita Maria Alacoque (scritta da lei stessa)EPUB MOBI HTML
  • I primi nove venerdì del mese - la grande promessaEPUB MOBI HTML
  • Diario di Santa Gemma GalganiEPUB MOBI HTML
  • Il diario della Beata Elisabetta Canori MoraEPUB MOBI HTML
  • Il diario mistico di Camilla BraviEPUB MOBI HTML
  • Diario di Louise Marguerite Claret De La ToucheEPUB MOBI HTML
  • Il libro della Grazia speciale - Rivelazioni di Santa Metilde di HackebornEPUB MOBI HTML
  • Le Rivelazioni di Santa Brigida di SveziaEPUB MOBI HTML
  • Amore per amore: diario di Suor Maria Costanza del Sacro CostatoEPUB MOBI HTML
  • Beata Marietta RubattoEPUB MOBI HTML
  • Beato Bartolo LongoEPUB MOBI HTML
  • Colui che parla dal fuoco - Suor Josefa MenendezEPUB MOBI HTML
  • Così lontani, così vicini - Gli angeli nella vita di Santa Gemma GalganiEPUB MOBI HTML
  • Cristo Gesù nella Beata Alexandrina da BalasarEPUB MOBI HTML
  • Il mistero del Sangue di Cristo - Suor Maria Antonietta PrevedelloEPUB MOBI HTML
  • Santa Gertrude Di Helfta di don Giuseppe TomaselliEPUB MOBI HTML
  • Vita della Serva di Dio Edvige CarboniEPUB MOBI HTML
  • Diario di Edvige CarboniEPUB MOBI HTML
  • Rimanete nel mio amore - Suor Benigna Consolata FerreroEPUB MOBI HTML
  • Il Sacro Cuore e il Sacerdozio. Biografia di Madre Luisa Margherita Claret de la ToucheEPUB MOBI HTML
  • Figlia del dolore Madre di amore - Alexandrina Maria da CostaEPUB MOBI HTML
  • Il piccolo nulla - Vita della Beata Maria di Gesu CrocifissoEPUB MOBI HTML
  • Beata Anna Schaffer: Il misterioso quaderno dei sogniEPUB MOBI HTML
  • Beata Chiara bosattaEPUB MOBI HTML
  • Beata Maria Candida dell'EucaristiaEPUB MOBI HTML
  • Fratel Ettore BoschiniEPUB MOBI HTML
  • Il cuore di Gesù al mondo di Suor Maria Consolata BetroneEPUB MOBI HTML
  • Madre Giuseppina BakhitaEPUB MOBI HTML
  • Beata Maria di Gesù Deluil-MartinyEPUB MOBI HTML
  • Serva di Dio Luigina SinapiEPUB MOBI HTML
  • Marie-Julie JahennyEPUB MOBI HTML
  • Marie Le ValleesEPUB MOBI HTML
  • I SS. Cuori di Gesù e di Maria. La salvezza del mondo, le loro apparizioni, promesse e richiesteEPUB MOBI HTML
  • La testimonianza di Gloria PoloEPUB MOBI HTML
  • Chiara Luce BadanoEPUB MOBI HTML
  • Madre Carolina VenturellaEPUB MOBI HTML
  • Madre SperanzaEPUB MOBI HTML

Novissimi

Patristica

  • Scritti dei primi cristiani (Didachè, Lettera a Diogneto, Papia di Gerapoli)EPUB MOBI HTML
  • I padri apostolici (S.Clemente Romano,S.Ignazio di Antiochia,Il Pastore d'Erma, S.Policarpo di Smirne)EPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: Scritti di Sant'AgostinoEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: Sant'Agostino, la città di DioEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: Sant'Agostino, le confessioniEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: Clemente Alessandrino,Sant'Ambrogio, Sant'Anselmo, San Benedetto,San Cirillo di GerusalemmeEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: San Giustino, San Leone Magno, Origene, Cirillo d'Alessandria, San Basilio, Atenagora di Atene, Rufino di Aquileia,Guigo il CertosinoEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: San Giovanni CrisostomoEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: San Gregorio di NissaEPUB MOBI HTML
  • I padri della chiesa: Quinto Settimio Fiorente TertullianoEPUB MOBI HTML
  • I padri del deserto: Evagrio Pontico, Sant'Antonio AbateEPUB MOBI HTML
  • I padri esicasti : La preghiera del Cuore,Gregorio il sinaita,Niceforo il solitario, San Barsanufio e Giovanni, Pseudo MacarioEPUB MOBI HTML

Sacramenti e vita cristiana

Altri libri

  • La Divina Commedia (Inferno, Purgatorio, Paradiso) di Dante AlighieriEPUB MOBI HTML
  • La storia d'Italia di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • I testimoni di Geova di Don Vigilio Covi