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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

WHO IN THE WORLD WOULD DISAGREE WITH THE FOLLOWING APOLOGETIC FOR CELEBRATING THE MASS AD ORIENTEM?

 




Father Jay Scott Newman, pastor of St. Mary's Church in beautiful downtown Greenville, South Carolina several years ago began celebrating the Masses in his parish ad orientem. I don't believe he celebrates the EF Mass though. What he celebrates is what Vatican II envisioned for the reform of the Extraordinary Form of the Mass. The excerpts below of one of his last catchesis on the subject before he implement ad orientem in his parish is quite good. Who could disagree with it? read...

sábado, 14 de janeiro de 2012

A posição "Ad Orientem" ou "Versus Deum"



A posição "Ad Orientem" ou "Versus Deum" na nova forma do Rito Romano, também conhecido como "Liturgia de Paulo VI" ou "Pós conciliar" . Manteve a tradicional posição de celebrar o Santo Sacrificio do Altar. Muitos sacerdotes e bispos empolgados com a nova e oficial posição "Versus Popolum"(de frente para o povo) começavam a celebrar desta forma e assim se tornou costume em todo o mundo após o concilio Vaticano II. Deixando essa posição restrita à antiga Missa Tridentina.

Poderíamos colocar a culpa na orientação de se colocar um altar separado da parede, onde o sacerdote pudesse celebrar a Missa de frente para o povo. Assim a maioria entendeu que aquela antiga posição de celebrar estava abolida pelo novo Missal Romano. Vejamos:



"O altar maior deve ser construído separado da parede, de modo a que se possa facilmente andar ao seu redor e celebrar, nele, olhando na direcção do povo [versus populum]”. Missal 1970

Já na última Edição de 2002 essa parte foi reformada :
retomou esse texto à letra, mas, no final, acrescentou o seguinte: “Isso é desejável sempre que possível”.

Esse acréscimo foi lido por muitos como um enriquecimento do texto de 1969, no sentido de que agora haveria uma obrigação geral de construir - “sempre que possível” - os altares voltados para o povo. Essa interpretação, porém, já havia sido repelida pela Congregação para o Culto Divino, que tem competência sobre a questão, em 25 de setembro de 2000, quando explicou que a palavra “expedit” [é desejável] não exprime uma obrigação (...).” (Ratzinger, op. cit.)



No Missal Romano de Paulo VI encontramos as informações que confirmam tal ensino:
o sacerdote deve, segundo tais textos, durante a Liturgia Eucarística, “voltar-se para o povo” durante alguns actos; isto significa que, se deve voltar-se ao povo, é porque antes estava voltado ad Orientem. “Estes avisos que em certos momentos o sacerdote esteja ‘voltado para o povo’ seriam supérfluos, se o sacerdote durante toda a celebração ficasse atrás do altar e frente ao povo.” (RUDROFF, Pe. Francisco. Santa Missa, Mistério de nossa Fé. 1996).

Nunca a posição ad Orientem foi expressamente proibida por algum decreto, nem esse foi o desejo dos Padres do Concílio Vaticano II, autor da reforma litúrgica. Igualmente, essa é a forma histórica de oferecimento da Missa, observada inclusive pelos ritos orientais.

Algumas congregações Religiosas como os Legionários de Cristo, a Prelazia do Opus Dei, Cartuxos, Dominicanos etc. Celebram de modo privado e público em "Versus Deum" algumas vezes no mês ou até mesmo durante a semana.



Este assunto só veio à tona novamente após o Concílio Vaticano II, com a coragem do Papa Bento XVI, de celebrar "Versus Deum" na Capela Sistina no Vaticano. Onde foi motivo de especulação por vários sectores progressistas da Igreja Latina.
Depois da "confusão" ou "mal entendido" , em que se falava que o Papa estava errado ou misturando os ritos , veio a explicação de vários liturgistas e até mesmo de um livro que o Papa tinha escrito no seu tempo de Cardeal.

O Papa Bento XVI, veio mostrar aos bispos e sacerdotes que essa posição não deve ser suprimida ou negada. Ela pode ser feita na "Missa Nova", a instrução do missal indica isso essa posição tradicional.

Uma nota publicada, em 1993 , a Congregação para o Culto (liturgia) , em seu boletim Notitiae, reafirmou o valor de ambas as opções, celebração versus populum ou versus Deum, de modo que quaisquer dúvidas devem ser dissipadas.
“Quando o sacerdote celebra versus populum, sua orientação espiritual deveria ser sempre versus Deum per Iesum Christum [para Deus, por meio de Jesus Cristo].” (Cardeal Joseph Ratzinger, A introdução do decano do Sacro Colégio ao livro de Uwe Michael Lang, in 30 Dias )



INSTRUÇÕES PARA CELEBRAR A MISSA NOVA "VERSUS DEUM":
Momentos em que o sacerdote deve ficar de frente para os fiéis:

Terminado o canto da entrada, e estando todos de pé, o sacerdote e os fiéis fazem o sinal da cruz. O sacerdote diz: Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. O povo responde: Amém.



• Voltado para o povo e abrindo os braços, o sacerdote saúda-o com uma das fórmulas propostas. Ele mesmo ou outro ministro pode, com brevíssimas palavras, introduzir os fieis na Missa do dia. (IGMR, 124)

• Outra vez no centro do altar, o sacerdote, de pé e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, convida o povo a rezar, dizendo: Orai irmãos e irmãs etc.
O povo põe-se de pé e responde, dizendo: Receba o Senhor. Em seguida, o sacerdote, de mãos estendidas, diz a Oração sobre as oferendas. No fim o povo aclama: Amém. (IGMR, 146)



Em seguida, o sacerdote, de mãos estendidas, diz em voz alta a oração: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos...;
• terminada esta, estendendo e unindo as mãos, voltado para o povo, anuncia a paz, dizendo: A paz do Senhor esteja sempre convosco. O povo responde: O amor de Cristo nos uniu. Depois, conforme o caso, o sacerdote ou o Diácono acrescenta: Meus irmãos e irmãs saúdem-vos em Cristo Jesus. (IGMR, 154)

Terminada a oração, o sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia consagrada na mesma missa e segurando-a um pouco elevada sobre a patena ou sobre o cálice,
• diz voltado para o povo: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor..., e, juntamente com o povo, acrescenta uma só vez: Senhor, eu não sou digno... (IGMR, 157)



Oração pós comunhão:

A seguir, de pé, junto à cadeira ou ao altar,
• voltado para o povo, o sacerdote diz, de mãos unidas Oremos, e de mãos estendidas, recita a Oração depois da Comunhão, que pode ser precedida de um momento de silêncio, a não ser que já se tenha guardado silêncio após a Comunhão. No fim da oração o povo aclama: Amém.
(IGMR, 165)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Since Sunday, January 13, 2008 The Pope "baptizes", not only children, but liturgy ad orientem, ad Deum, versus Apsidem

  An important event has occurred in the life of the Roman Church.

More significant even than the Pope's re-orientation of the liturgy by means of the arrangement of the versus populum altar -- though going hand in hand with that important development -- the Pope has now given an important public witness and example of the acceptability of the celebration of the sacred liturgy "ad orientem" -- that is, with the priest, in this case the Pope himself, and the faithful directed together in a common sacred direction, turned towards the Lord, towards the symbolic "East" of the liturgy. This is the first such public manifestation (as compared to this practice in the Pope's private chapel) for quite some time and that it has occurred within the Vatican itself is also significant.

The liturgy celebrated is that of the Baptism of the Lord. Baptism, of course, is the beginning of new life and the initiation into Christian life and perhaps in a fitting bit of symbolism, the Pope has sent forth a clear message, a re-baptism if you will of the place of common sacred, liturgical direction in the life of the church.

While the Council itself never abolished this ancient liturgical practice of the Christian East and West, and while liturgical law has always allowed this, as I have said before, the example -- and particularly the public example -- of the Pope does matter for Catholics. This is a teaching moment and it can be reasonably expected that this will send a clear message that ad orientem is conciliar and has a central, normal place in the liturgical life of the Church. This will no doubt also be an example that priests will feel now feel more empowered to follow.

This event is significant enough that the NLM made a point of rising in the middle of the night to bring you images and news of this as it happened:









FONTE