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sexta-feira, 8 de maio de 2020

APEL DO KOŚCIOŁA I DO ŚWIATA do wiernych Katolików i ludzi dobrej woli

 

Veritas liberabit vos.
J 8, 32
Wobliczu poważnego kryzysu, my, Duszpasterze Kościoła Katolickiego, na mocy udzielonego nam mandatu, uważamy za naszą świętą powinność skierowanie Apelu do naszych Współbraci w Episkopacie, do Kleru, Zakonników, świętego Narodu Bożego i do wszystkich ludzi dobrej woli. Nasz Apel został podpisany także przez intelektualistów, lekarzy, adwokatów, dziennikarzy i przedsiębiorców, którzy zgadzają się z jego treścią, i może być podpisany przez wszystkich, którzy zechcą się do niego przyłączyć.
Fakty wykazały, że pod pretekstem epidemii COVID-19 w wielu przypadkach zostały naruszone niezbywalne prawa obywateli przez ograniczanie w sposób nieproporcjonalny i nieuzasadniony ich podstawowej wolności, w tym również korzystania z wolności kultu, wypowiedzi i przemieszczania się. Zdrowie publiczne nie powinno i nie może stać się usprawiedliwieniem dla deptania praw milionów osób na całym świecie, nie mówiąc już o zwolnieniu władz cywilnych z obowiązku podejmowania działań dyktowanych mądrością i mających na celu wspólne dobro; jest to tym prawdziwsze, im większe są wątpliwości rodzące się u wielu w odniesieniu do rzeczywistego ryzyka zakażenia, niebezpieczeństwa i odporności wirusa. Wiele światowej sławy autorytetów z dziedziny nauki i medycyny potwierdza, że alarm podniesiony przez media w związku z COVID-19 nie wydaje się w pełni uzasadniony.
Na podstawie oficjalnych danych dotyczących wpływu epidemii na liczbę zgonów mamy powody, by sądzić, że istnieją siły, które mają interes w wywoływaniu paniki wśród ludności wyłącznie celem trwałego narzucenia niedopuszczalnych form ograniczania wolności, kontroli osób i śledzenia ich ruchów. Te nieliberalne tryby narzucania są niepokojącym preludium do powstania Rządu Światowego wymykającego się spod wszelkiej kontroli. READ...

EIN AUFRUF FÜR DIE KIRCHE UND FÜR DIE WELT an Katholiken und alle Menschen guten Willens

Feast of the Immaculate Conception

Veritas liberabit vos.
Joh 8,32
In einer Zeit schwerster Krise erachten wir Hirten der katholischen Kirche, aufgrund unseres Auftrags, es als unsere heilige Pflicht, einen Appell an unsere Mitbrüder im Bischofsamt, an den Klerus, die Ordensleute, das heilige Volk Gottes und alle Männer und Frauen guten Willens zu richten. Dieser Aufruf wurde auch von Intelektuellen, Medizinern, Anwälten, Journalisten und anderen Fachleuten unterzeichnet, die dem Inhalt zustimmen; er kann von denjenigen unterzeichnet werden, die sich ihn zu eigen machen möchten.
Es sind Tatsachen, dass unter dem Vorwand der Covid-19-Epidemie in vielen Fällen unveräußerliche Rechte der Bürger verletzt und ihre Grundfreiheiten unverhältnismäßig und ungerechtfertigt eingeschränkt wurden, einschließlich des Rechts auf Religionsfreiheit, freie Meinungsäußerung und Freizügigkeit. Die öffentliche Gesundheit darf und kann kein Alibi werden, um die Rechte von Millionen von Menschen auf der ganzen Welt zu verletzen, geschweige denn, um die Zivilbehörden von ihrer Pflicht zu befreien, klug für das Gemeinwohl zu handeln. Dies gilt umso dringlicher, je mehr Zweifel von verschiedenen Seiten an der tatsächlichen Ansteckungsgefahr, der Gefahr, sowie der Resistenz des Virus laut werden: Viele maßgebliche Stimmen in der Welt der Wissenschaft und Medizin bestätigen, dass dieser Alarmismus seitens der Medien gegenüber Covid-19 in keinster Weise gerechtfertigt zu sein scheint.
Wir haben Grund zu der Annahme – und das auf Grundlage offizieller Daten der Epidemie in Bezug auf die Anzahl der Todesfälle – dass es Kräfte gibt, die daran interessiert sind, in der Bevölkerung Panik zu erzeugen. Auf diese Weise wollen sie dauerhaft Formen inakzeptabler Freiheitsbegrenzung und der damit verbundenen Kontrolle über Personen und der Verfolgung all ihrer Bewegungen durchsetzen. Diese illiberalen Steuerungsversuche sind der beunruhigender Auftakt zur Schaffung einer Weltregierung, die sich jeder Kontrolle entzieht. LESEN...

APPEL POUR L’ÉGLISE ET POUR LE MONDE aux fidèles Catholiques et aux hommes de bonne volonté

 

Veritas liberabit vos.
Jean 8:32
En ce temps de très grave crise, nous, Pasteurs de l’Église Catholique, en vertu de notre mandat, considérons comme notre devoir sacré de lancer un Appel à nos Confrères dans l’Épiscopat, au Clergé, aux Religieux, au Peuple de Dieu et à tous les hommes de bonne volonté. Cet Appel est également signé par des intellectuels, des médecins, des avocats, des journalistes et des professionnels, qui en partagent le contenu. Il est ouvert à la signature de ceux qui voudront en partager le contenu.
Les faits ont montré que, sous prétexte de l’épidémie de Covid-19, en bien des cas les droits inaliénables des citoyens ont été violés, en limitant d’une manière disproportionnée et injustifiée leurs libertés fondamentales, y compris l’exercice de la liberté de culte, d’expression et de mouvement. La santé publique ne doit pas et ne peut pas devenir une excuse pour bafouer les droits de millions de personnes dans le monde, et encore moins pour exonérer l’autorité civile de son devoir d’agir avec sagesse pour le bien commun; cela est d’autant plus vrai que les doutes croissent quant à l’effective contagiosité, à la dangerosité et à la résistance du virus: de nombreuses voix faisant autorité dans le monde de la science et de la médecine confirment que l’alarmisme à propos du Covid-19 amplifié par les médias ne semble absolument pas justifié.
Nous avons des raisons de croire – sur la base des données officielles relatives à l’incidence de l’épidémie, et sur celle du nombre de décès – qu’il existe des pouvoirs fort intéressés à créer la panique parmi la population dans le seul but d’imposer de façon permanente des formes de limitation inacceptables de la liberté, de contrôle des personnes, de suivi de leurs mouvements. Ces formes de limitions liberticides sont un prélude inquiétant à la création d’un Gouvernement Mondial hors de tout contrôle. LIRE...

*REZEMOS POR AQUELES QUE NÃO CREEM,* *NÃO ADORAM, NÃO ESPERAM E NÃO AMAM A DEUS*

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Mais uma vez queremos agradecer a Deus nosso Pai, pelo dom da vida, por nos proteger deste vírus que espalhou pelo mundo fora. Ó Jesus, Tu nos amas tanto, Tu olhas para aqueles que rezam, Tu olhas para aqueles que creem, adoram, esperam e amam.

Mas nós também devemos rezar por aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. Rezemos para que Deus cuide deles e os ajude a converterem-se. Que se deem conta que Deus lhes concede tantas graças e tantas bênçãos.

Deus está sempre atento a cada um de nós. Olha para aqueles que O desejam, O invocam e o querem. Nós Te invocamos, Senhor, Te desejamos, Te queremos e nos ajoelhamos aos Teus pés, diante do Teu coração de amor, para adorarmos o nosso Deus, e Te entregarmos a nossa vida, todos os nossos irmãos, tudo o que é Teu, tudo o que Te pertence. Tudo Te entregamos Senhor! Vem cuidar de nós! Vem cuidar da Tua Criação, de tudo o que faz parte do Teu amor, da Tua verdade e da Tua vida! Vem salvar-nos e retirar este vírus do mundo…

Que Deus nos conceda as Suas graças e bênçãos. Que abençoe o mundo, que abençoe este vírus, a fim de que ele desapareça e se transforme em oração, se transforme em amor a Deus, que deixe de ser maligno, que deixe de ser morte.

Jesus tem poder para tudo transformar naquilo que Ele quiser que se transforme. Acreditamos no Seu poder para transformar o coração do homem, o coração daqueles que são maus e só pensam em matar e destruir.

Rezamos pela China e por tantos outros países, onde há tanta maldade nos corações. Maldade para destruir... Rezamos pela conversão dos povos incrédulos, sem fé e sem Deus. Povos sem Deus no coração…

Rezamos por todos aqueles povos que não aclamam Deus, não invocam o Espírito Santo de Deus, que não adoram, não valorizam Jesus na Cruz, ao ponto de até terem coragem de derrubar igrejas.

Tantos cristãos são mortos, bem como sacerdotes e religiosas! Ó Jesus, vem cuidar destes homens incrédulos e que apenas pensam em vingar-se de Deus, matar tudo o que faz parte da Criação de Deus. Perdão Senhor!

Queremos pedir perdão pelos pecados destes países. Queremos pedir perdão por esses países pecadores. Que parem de destruir, de matar, … Que parem! Queiramos pedir perdão pelos pecados da China e dos países que ofendem a Deus, que não aclamam Deus, para que esses pecados não se espalhem pelo mundo. Pedimos o perdão e a misericórdia de Deus e a conversão desses povos, desses países incrédulos e cheios de maldades, conduzidos pelo maligno. Estão a ser conduzidos pelo maligno, e por isso matam, por isso destroem.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

APELO
 PARA A IGREJA E PARA O MUNDO . APPEAL FOR THE CHURCH AND THE WORLD – to Catholics and all people of good will



aos fiéis Católicos e aos homens de boa vontade
V eritas liberabit vos.


Jo 8, 32

Num momento de grave crise, nós, Pastores da Igreja Católica, em virtude do nosso mandato, consideramos que é nosso dever sagrado dirigir um Apelo aos Nossos Irmãos no Episcopado, ao Clero, aos Religiosos, ao Povo santo de Deus e a todos os homens de boa vontade. Este Apelo é subscrito também por intelectuais, médicos, advogados, jornalistas e profissionais que concordam com o seu conteúdo, e é aberto à subscrição de quantos desejem fazê-lo.



Os factos demonstraram que, com o pretexto da epidemia do COVID-19, se chegou, em muitos casos, a violar os direitos inalienáveis dos cidadãos, limitando, de modo desproporcional e injustificado, as suas liberdades fundamentais, entre as quais o exercício da liberdade de culto, de expressão e de movimento. A saúde pública não deve e não pode tornar-se um álibi para desprezar os direitos de milhões de pessoas em todo o mundo, e muito menos para que a Autoridade civil negligencie o seu dever de agir com sabedoria para o bem comum; isto é ainda mais verdadeiro à medida que crescem as dúvidas, levantadas por diversas partes, sobre a efectiva contagiosidade, perigosidade e resistência do vírus: muitas vozes autorizadas do mundo da ciência e da medicina confirmam que o alarmismo sobre o COVID-19, por parte dos media, não parece absolutamente justificado.

Temos razões para crer, com base nos dados oficiais relativos à incidência da epidemia no número de mortes, que existem poderes interessados em criar pânico entre a população com o único objectivo de impor permanentemente formas de inaceitável limitação das liberdades, de controlo de pessoas, de rastreamento das suas deslocações. Estes métodos de imposição arbitrária são um prelúdio perturbador da criação de um Governo Mundial isento de qualquer controlo.



Acreditamos também que, em algumas situações, as medidas de contenção adoptadas, incluindo o encerramento das actividades comerciais, determinaram uma crise que prostrou sectores inteiros da economia, favorecendo a interferência de poderes estrangeiros, com graves repercussões sociais e políticas.





Estas formas de engenharia social devem ser impedidas por aqueles que têm responsabilidades governamentais, adoptando as medidas destinadas a proteger os seus cidadãos, de quem são representantes e em cujo interesse têm uma séria obrigação de agir. Da mesma forma, ajude-se a família, célula da sociedade, evitando penalizar injustificadamente as pessoas débeis e os idosos, forçando-os a dolorosas separações dos seus entes queridos. A criminalização dos relacionamentos pessoais e sociais também deve ser julgada como parte inaceitável do plano daqueles que promovem o isolamento dos indivíduos, a fim de melhor manipulá-los e controlá-los.



Pedimos à comunidade científica que esteja atenta para que os tratamentos para o COVID-19 sejam promovidos com honestidade para o bem comum, evitando escrupulosamente que interesses iníquos influenciem as escolhas dos governantes e dos organismos internacionais. Não é razoável penalizar medicamentos que se mostraram eficazes, geralmente baratos, apenas porque se pretendem privilegiar tratamentos ou vacinas que não são igualmente válidas, mas que garantem às empresas farmacêuticas lucros muito maiores, agravando as despesas da saúde pública. Recordamos igualmente, como Pastores, que, para os Católicos, é moralmente inaceitável tomar vacinas nas quais seja usado material proveniente de fetos abortados.



Do mesmo modo, pedimos aos Governantes que estejam vigilantes para que sejam rigorosamente evitadas as formas de controlo dos cidadãos, seja através de sistemas de rastreamento, seja com qualquer outra forma de localização: a luta contra o COVID-19, por mais grave que seja, não deve ser o pretexto para favorecer intenções pouco claras de entidades supranacionais que têm fortíssimos interesses comerciais e políticos neste plano. Em particular, deve ser dada a possibilidade aos cidadãos de recusarem estas limitações da liberdade pessoal, sem impor qualquer forma de penalização para aqueles que não pretendem fazer uso de vacinas, métodos de rastreamento e de qualquer outro instrumento análogo. Considere-se também a óbvia contradição em que se encontram aqueles que adoptam políticas de redução drástica da população e, ao mesmo tempo, se apresentam como salvadores da humanidade sem terem legitimidade alguma, seja política ou social. Finalmente, a responsabilidade política de quem representa o povo não pode absolutamente ser confiada a técnicos que até reivindicam para si mesmos formas de imunidade penal no mínimo inquietantes.



Apelamos energicamente a que os meios de comunicação se empenhem activamente para uma exacta informação que não penalize a discordância, recorrendo a formas de censura, como está a acontecer amplamente nas redes sociais, na imprensa e na televisão. A exactidão da informação exige que seja dado espaço a vozes que não estejam alinhadas com o pensamento único, permitindo aos cidadãos que avaliem conscientemente a realidade, sem serem fortemente

influenciados por intervenções parciais. Um confronto democrático e honesto é o melhor antídoto para o risco de impor subtis formas de ditadura, presumivelmente piores do que aquelas que a nossa sociedade viu nascer e morrer no passado recente.



Recordamos, por último, como Pastores responsáveis pelo Rebanho de Cristo, que a Igreja reivindica firmemente a própria autonomia no governo, no culto, na pregação. Estas autonomia e liberdade são um direito inato que Nosso Senhor Jesus Cristo lhe concedeu para a prossecução das finalidades que lhe são próprias. Por este motivo, como Pastores, reivindicamos firmemente o direito de decidir autonomamente sobre a celebração da Missa e dos Sacramentos, assim como pretendemos absoluta autonomia nos assuntos que sejam da nossa imediata jurisdição, como as normas litúrgicas e os métodos de administração da Comunhão e dos Sacramentos. O Estado não tem direito algum de interferir, por qualquer motivo, na soberania da Igreja. A colaboração da Autoridade Eclesiástica, que nunca foi negada, não pode implicar, por parte da Autoridade Civil, formas de proibição ou de limitação do culto público ou do ministério sacerdotal. Os direitos de Deus e dos fiéis são a lei suprema da Igreja, que esta não pretende, nem pode, derrogar. Pedimos que sejam eliminadas as limitações à celebração pública dos serviços religiosos.



Convidamos as pessoas de boa vontade a não se esquivarem do seu dever de cooperarem para o bem comum, cada um segundo o próprio estado e as próprias possibilidades e em espírito de fraterna Caridade. Tal cooperação, desejada pela Igreja, não pode, contudo, prescindir nem do respeito pela Lei natural, nem da garantia das liberdades dos indivíduos. Os deveres civis, aos quais os cidadãos estão vinculados, implicam o reconhecimento, por parte do Estado, dos seus direitos.

Somos todos chamados a uma avaliação, coerente com o ensinamento do Evangelho, dos factos presentes. Isto implica uma escolha de campo: ou com Cristo ou contra Cristo. Não nos deixemos intimidar nem assustar por aqueles que nos fazem crer que somos uma minoria: o Bem é muito mais difundido e poderoso do que aquilo que o mundo nos quer fazer crer. Estamos a lutar contra um inimigo invisível, que separa os cidadãos entre si, os filhos dos pais, os netos dos avós, os fiéis dos seus pastores, os estudantes dos professores, os clientes dos vendedores. Não permitamos que, com o pretexto de um vírus, se apaguem séculos de civilização cristã, instaurando uma odiosa tirania tecnológica na qual pessoas sem nome e sem rosto possam decidir o destino do mundo, confinando-nos a uma realidade virtual. Se este é o plano a que se pretendem curvar os poderosos da terra, saibam que Jesus Cristo, Rei e Senhor da História, prometeu que «as portas do Abismo nada poderão» (Mt 16, 18).



Confiamos os Governantes e aqueles que regem o destino das Nações a Deus Omnipotente, para que os ilumine e os guie nestes momentos de grande crise. Lembrem-se de que, tal como a Nós, Pastores, o Senhor julgará pelo rebanho que nos confiou, também julgará os Governantes pelos povos de que têm o dever de defender e governar.

Peçamos com fé ao Senhor para proteger a Igreja e o mundo. A Virgem Santíssima, Auxílio dos Cristãos, possa esmagar a cabeça da antiga Serpente e derrotar os planos dos filhos das trevas.

8 de maio de 2020
 Santíssima Virgem do Rosário de Pompéia

Para assinar o apelo: www.veritasliberabitvos.info


O site será ativado em 8 de maio