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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A Santa Missa Salva Almas

A Santa Missa Salva Almas
A Santa Missa é o sacrifício de expiação por excelência. É a renovação do Calvário, que salvou o gênero humano. Na Missa colocou a Igreja a memória dos mortos, e isso no momento mais solene, em que a divina Vítima está presente sobre o altar. É a melhor, a mais eficaz, a mais rápida maneira de aliviar e libertar as almas dos nossos queridos mortos.
Certa feita, celebrando a Missa em uma igreja de Roma, São Bernardo caiu em êxtase e viu uma escada que ia da terra ao céu, pela qual os anjos conduziam as almas libertadas do purgatório em virtude do santo sacrifício. Nessa Igreja - Santa Maria Escada do Céu - há um quadro que representa essa visão.
Não há maior socorro às almas, diz Guerranger, que a Santa Missa: A Missa é a esperança e a riqueza das almas.
Podemos duvidar do valor de nossas orações; mas da eficácia do Santo Sacrifício, no qual se oferece o Sangue de Jesus pelas almas, que dúvida podemos ter?
Ao Beato João D'Avila, nos últimos instantes de vida, Perguntaram o que mais desejaria depois da morte. Missas! Missas!
Ao Beato Henrique Suzo apareceu depois da morte um amigo íntimo gemendo de dor e a se queixar: "Ai, já te esqueceste de mim".
- Não, meu amigo, responde Henrique, não cesso de rezar pela tua alma, desde que morreste.
- Ó, mas isto não me basta, não basta! Falta-me para apagar as chamas que me abrasam o Sangue de Jesus Cristo.
Henrique mandou celebrar inúmeras Missas pelo amigo. Este lhe apareceu então já glorificado e lhe diz: "Meu querido amigo, mil vezes agradecido. Graças ao Sangue de Jesus Cristo Salvador, estou livre das chamas expiadoras. Subo ao céu e lá nunca te esquecerei”.
A cada missa, diz São Jerônimo, saem muitas almas do purgatório. E não sofrem tormento algum durante a Missa que lhes é aplicadas.
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São Vicente Ferrer tinha uma irmã frívola e vaidosa. Vindo a falecer, apareceu-Ihe em meio de chamas e sofrendo penas horríveis. "Ai de mim, meu irmão, fui condenada a estes suplícios até o dia do JuIzo. Mas tu poderás ajudar-me. É de grande valia a virtude do santo sacrifício. Oferece por mim trinta missas".
Mais que depressa, pôs-se o santo a celebrá-las. No 30° dia, apareceu-Ihe a irmã cercada de anjos a caminho do céu.
"Graças à valia da Santa Missa ficou reduzida a 30 dias uma expiação que deveria durar séculos".
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Certo homem de negócios juntava a todos os meses o montante de suas despesas a soma necessária para mandar celebrar, todos os dias; missas pelas almas. Eis como dizia ele: - Fui recompensado: Desde que coloquei em minha casa um cofre destinado a estas esmolas, essas almas trabalham por mim.
Depois da Missa... A Comunhão
Não há sufrágio mais poderoso, depois da Santa Missa, para socorrer as almas, que a santa comunhão, diz São Boaventura.
A Eucaristia é um sacramento de descanso e paz para os defuntos, diz Santo Ambrósio. Eco mesmo afirmam S. Cirilo e S. João Crisóstomo. Procuremos fazer boas comunhões lembrando-nos que quanto melhor as fizermos tanto mais aliviaremos os mortos.
E célebre a sentença do Papa Alexandre VI: "Todo que reza, e muito mais ainda quem comunga pelas almas, com o desejo de ajudá-Ias, as obriga a gratidão e remuneração”.
O Papa Paulo V estimulou a prática das comunhões pelas almas padecentes.
O Venerável Luiz Blois tendo feito uma comunhão muito fervorosa por um amigo que sofria no purgatório, recebeu a sua visita, com estas palavras: "Graças, mil graças, meu amigo. Vou contemplar a face de meu Deus para sempre”.
http://www.almasdopurgatorio.com.br/artigos_detalhes.asp?codFin=1&codConteudo=6


A SANTA MISSA É O MAIS EFICAZ
ALÍVIO DAS ALMAS DO PURGATÓRIO.
Não podendo compreender, durante esta vida, o rigor das chamas do purgatório, virá, porém, o dia em que o experimentaremos. Meditemos, enquanto podemos, a doutrina dos Santos e Doutores da Igreja.
Santo Agostinho diz: "O eleito e o condenado são atormentados pelo fogo, cuja ação é mais violenta que tudo quanto, sobre a terra, se pode imaginar, ver e sentir" (Sermão 41). Fosse este testemunho o único, e bastaria para espantar-nos, porque os males de que a terra está cheia, são incalculáveis, e nossa capacidade de sofrer é um abismo de que ninguém sondou a fundo. Pensa nas terríveis doenças que corrompem o corpo; lê, no martirológio, as torturas espantosas, a que foram submetidos os confessores da fé, e persuadir-te-ás de que tudo isto é apenas uma pálida imagem do que te espera, segundo a afirmação de São Cirilo: "Todas as penas e torturas, diz ele, todos os tormentos desta vida, comparados à menor pena do purgatório, parecem ainda uma consolação". São Tomás de Aquino afirma também: "A menor faísca desse fogo é mais cruel que todos os males desta vida" (In e. Sent. dist. 20, qu. 1. c. 2).
Meu Deus! Como minha alma suportará essas dores terríveis? Ora, é quase certo que não chegará ao céu sem passar por essas chamas purificadoras, porque, longe de ser bastante perfeita para evitá-las, está repleta de manchas e de más inclinações.
Há vários meios eficazes de aliviar as almas do purgatório; porém, o mais salutar, declara o Concílio de Trento, é o santo Sacrifício da Missa: "As almas do purgatório são aliviadas pelas orações e sufrágios dos fiéis, principalmente pelo sacrifício do Altar" (Conc. Trento, Sess. 25). Dois séculos antes, São Tomás de Aquino dizia: "Segundo o uso geral, a Igreja sacrifica e ora pelos defuntos e, assim, liberta-os, prontamente, do purgatório".
A razão é porque, na santa Missa, o sacerdote e os assistentes não somente pedem misericórdia, mas oferecem também a Deus um resgate preciosíssimo. As almas do purgatório não estão fora dos favores de Deus, visto que, por sua contrição e confissão, reconciliaram-se com Ele, porém ficam prisioneiras, para se purificarem das chamas. Por conseguinte, se cheio de compaixão, orares por elas, cedendo-lhes teus méritos, contribuis para saldar uma parte desta dívida de que o Juiz supremo diz: Toma cuidado "para que não sejas lançado na prisão, donde não sairás sem ter pago o último ceitil" (Mt. 5, 25-26). Entretanto, se assistes, ou fazes celebrar a santa Missa por uma destas almas, satisfarás grande parte de sua dívida.
Ignora-se em que medida são remidas as penas do purgatório pelo santo Sacrifício. Em todo o caso, fica certo que uma Missa celebrada, ou ouvida durante tua vida, serve-te mais do que outra oferecida em tua intenção depois da morte, segundo a palavra de Santo Anselmo: "Uma única Missa assistida por uma pessoa durante a vida, lhe é mais vantajosa do que muitas oferecidas, em sua intenção, depois da morte". Eis porque:
1. Se estiveres em estado de graça, quando ouvires, ou mandares celebrar a santa Missa por ti, obterás um aumento de glória para o paraíso; vantagem que, mesmo cem missas, celebradas depois de teu falecimento, não poderiam merecer-te, visto que o tempo de merecer acabou.
2. Se estiveres em estado de pecado mortal, a santa Missa te atrairá, pela infinita misericórdia de Deus, a luz necessária para reconhecer os pecados e a dor de havê-los cometidos, dor que te põe em graça com ele, cousa impossível depois da morte. Se, em vida, já estás marcado com o selo da reprovação, a santa Missa pode ainda deter-te na beira do abismo infernal e conceder-te o inestimável benefício de morreres na graça de Deus.
3. Missas ouvidas, ou celebradas te esperam além do túmulo, onde, como outros tantos advogados eloqüentes, solicitarão, para ti, o perdão no tribunal da Justiça divina. Se não te preservam inteiramente do purgatório, abreviar-lhe-ão a duração e diminuir-lhe-ão a intensidade. Apesar de Deus aplicar-te todo o fruto de uma Missa após tua morte, seria ainda mister que fosse celebrada, e deverias esperá-la.
4. Supõe que morras à tarde e devas permanecer nas chamas do purgatório somente até a hora da Missa do dia imediato, oh, como seria longa esta única noite! Supõe mesmo o caso mais favorável em que tua pena duraria o tempo de uma Missa; caro leitor, esta meia hora te pareceria ainda uma eternidade. Se te obrigassem a ter a mão em fogo vivo durante o tempo em que se pode celebrar uma santa Missa, quanto não darias para escapar a uma prova tão cruel?
5. Entretanto, não atingiria senão a um membro de teu corpo, e não se pode comparar à pena muito mais intensa que tem sede na alma. Poderíamos ter menos compaixão de nossa alma que de nosso corpo? Em todo caso, é melhor que as Missas nos esperem na outra vida do que termos que esperá-las. Amontoemos, pois, tesouros no céu, pela piedosa assistência à santa Missa, porque a noite virá, e quem trabalhará então por nós?
A esmola que consagras para fazer celebrar a santa Missa, é um dom espontâneo, voluntário, muito agradável a Deus, ao passo que, depois de tua morte, não será mais dado por ti, mas por teus herdeiros. Não vemos, todos os dias, como demoram a satisfazer os piedosos desejos dos moribundos?
Acredita-nos, é mais conveniente assegurar o futuro, desde a vida presente, enquanto podes dispor de teus bens.
Enfim, não esqueçamos que o tempo presente é o tempo da misericórdia, e o tempo futuro, o da justiça.
São Boaventura diz: "Assim como uma palheta de ouro é mais preciosa do que um pedaço de chumbo, também uma pequena penitência, a que nos submetemos, voluntariamente, nesta vida, é mais agradável aos olhos de Deus do que uma grande penitência feita na outra.
Ah, se pudesses contemplar, com teus olhos mortais, os rios de graças que, do altar, se derramam sobre o purgatório, com que pressa procurarias, para as almas exiladas, este divino benefício! Não objetes tua pobreza. É verdade, a pobreza pode privar-te do prazer de mandar celebrar os divinos Mistérios; porém, não te explicamos que a simples audição da santa Missa é, por si, muito meritória? Pede a teus amigos que ouçam também uma ou mais Missas, na intenção das almas do purgatório.
Era o conselho de um homem de Deus a uma pobre viúva que lamentava não poder mandar celebrar Missas por seu defunto marido: "Assisti, freqüentemente, ao santo Sacrifício por ele; deste modo será mais prontamente libertado do que por uma ou duas Missas celebradas em sua intenção".
Este excelente conselho o damos, de bom grado, aos pobres; não que seja menos vantajoso fazer celebrar a Missa, quando se pode, porém, é uma consolação para a alma do purgatório ver-te oferecer, por ela, nosso Senhor a seu Pai. Então o precioso Sangue inunda-a como orvalho celeste. Jamais um doente devorado pela febre foi tão aliviado por um copo d'água fresca, como nossos caros defuntos, quando na santa Missa, derramamos, misticamente, sobre eles algumas gotas deste Sangue divino.
 

lectura de las historias reales mas apasionantes sobre las Almas del Purgatorio

Desde aquí le invitamos a zambullirse en la lectura de las historias reales mas apasionantes sobre las Almas del Purgatorio. Las hay de todas las épocas de la Cristiandad y de todo tipo de protagonista, desde una humilde pordiosera hasta un Emperador de Roma, pasando por un Papa.
A medida que consigamos mas, las iremos incorporando.
Puede descargarlas en PDF, pulsando AQUÍ
Recuerde si quiere aumentar su piedad, pídaselo al Sagrado Corazón:
Para facilitar la búsqueda, en el cuadro adjunto aparecen los títulos de las historias. Pinchando en cada titulo, se remite a la historia.
 
 

O dia de Finados e as 3 Missas pelos mortos . As almas do Purgatório, não as esqueçais! Novembro - Mês das Almas do Purgatório .Para o dia dos fiéis defuntos

 

O dia de Finados e as 3 Missas pelos mortos



sexta-feira, 2 de novembro de 2012


3 MISSAS PELOS MORTOS DIA DE FINADOS, ÀS 16h30min > MATRIZ DE S. SEBASTIÃO - Bairro Monte Carlo - Campo Grande - MS Por decreto de Bento XV, a Santa Igreja, no dia dos mortos, por três vezes reza a Santa Missa, multiplicando assim...

As almas do Purgatório, não as esqueçais!


 

Os Terríveis Sofrimentos O que os Santos Doutores ensinam acerca dos sofrimentos do purgatório nos penetram de tema com paixão pelas almas. S. Boaventura ensina que nossos maiores sofrimentos ficam muito aquém dos que ali se padecem. São Tomás diz que o menor dos seus sofrimentos ultrapassam os maiores tormentos que possamos suportar. Confirmam...

Novembro - Mês das Almas do Purgatório - 1

quinta-feira, 1 de novembro de 2012


Retirado do livroMês das Almas do PurgatórioMons. José Basílio Pereira livro de 1943 (Transcrito por Carlos A. R. Júnior) LEMBRANÇA DAS ALMAS DO PURGATÓRIO DIA 1 A Vigília dos Mortos Acabo de ler a tocante denominação da festa de amanhã: Comemoração dos mor­tos, lembrança dos finados. A Igreja Católica...

Para o dia dos fiéis defuntos



quinta-feira, 1 de novembro de 2012


(Por Padre Marcelo Tenório) Próximo dia 2 de novembro comemoraremos o dia dos "Fiéis Defuntos", o dia dos mortos... O nosso coração se volta à lembrança daqueles que passaram em nossa vida e que foram importantes para nós. Onde estarão todos? É a pergunta que fazemos olhando para os túmulos que se levantam, tendo erguida a Santa Cruz, nossa única esperança. Todos...

Os cuidados pelos mortos


quinta-feira, 1 de novembro de 2012


1.O RESPEITO AOS CORPOS DOS MORTOS 2. A ORAÇÃO PELOS MORTOS 3.A MISSA PELOS MORTOS 4. ACENDER VELAS PELOS MORTOS 1.O RESPEITO AOS CORPOS DOS MORTOS: Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade, na fé e esperança da ressurreição. Enterrar os mortos é uma obra de misericórdia corporal que honra os filhos de Deus, templos...

Solemn Requiem… Pontifical

When did you last see this?
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Or
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Jammed.
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LA CONMEMORACIÓN DE LOS FIELES DIFUNTOS


"Resplandezca, Señor, para ellos la luz eterna.
En compañía de tus Santos por toda la eternidad,
pues eres Misericordioso."

(Oración de la Comunión, propia del Día de Difuntos)


La piedad maternal de la Santa Iglesia Católica, que diariamente hace mención, singular y universal de los Fieles Difuntos, principalmente en el Santo Sacrificio de la Misa, después de la Fiesta de ayer, recuerda en sus plegarias a todos los fieles que, destinados al Cielo, se hallan detenidos todavía en el Purgatorio.

Los sufragios van destinados a aquellos difuntos por quienes nadie ruega determinadamente. San Odilón, Abad de Cluny, en el año 998, introdujo tan caritativa costumbre en su monasterio.

La Santa Iglesia, en el siglo XIV, decretó obligatoria esta obra de caridad.

En algunas regiones de España estaba permitido celebrar dos Misas en este día tan señalado, y asta tres en el siglo siguiente. El Papa Benedicto XV, después de la I Guerra Mundial, hizo extensible este privilegio a todos los sacerdotes del mundo católico, mediante la Bula "Incruentum altaris" , sobre las celebraciones litúrgicas del Día de Difuntos (10 de agosto de 1915).
 
Oh Señor Jesucristo, Rey de la Gloria, libra a las almas de todos los Fieles Difuntos de las penas del infierno y del profundo lago. Líbralas de la boca del león, no las trague el abismo, ni caigan en el lugar tenebroso; mas el Príncipe San Miguel las conduzca a la luz santa. Te ofrecemos, Señor, presentes y súplicas de alabanza; acéptalos por aquellas almas de quienes hacemos hoy memoria. az Señor, que de la muerte pasen a la vida.



*** * ***



Cada lunes del año, como nos indica

"La Semana del Buen Cristiano",

recordamos de forma especial a nuestras

Hermanas las Benditas Ánimas del Purgatorio;

por eso que no quisiera extenderme más,

sino tan sólo traerles aquí el testimonio personal

del Padre Pío y algunas Almas del Purgatorio.






En mayo de 1922, el Padre Pío declaró lo siguiente al Obispo de Melfi, Su Excelencia, Alberto Costa, y también al superior del convento, el Padre Lorenzo de San Marcos, junto con 5 otros frailes. Uno de los cinco hermanos, Fray Alberto D’ Apolito de San Giovanni Rotondo escribió el cuento de la siguiente manera:



“Mientras estaba en el convento en una tarde de invierno después de una fuerte nevada, él estaba sentado junto a la chimenea una noche en la habitación, absorto en la oración, cuando un anciano, vestido con una capa antigua todavía usada por los campesinos del sur de Italia, se sentó junto a él. Respecto a este hombre dice el padre Pío: “No me podía imaginar cómo podría haber entrado en el convento en ese momento de la noche ya que todas las puertas están bloqueadas. Le pregunté: ¿Quién eres? ¿Qué quieres?”




El anciano le dijo: “Padre Pío, soy Pietro Di Mauro, hijo de Nicolás, apodado Precoco”. Él continuó diciendo, “yo morí en este convento el 18 de septiembre de 1908, en la celda número 4, cuando todavía era un asilo de pobres. Una noche, mientras estaba en la cama, me quedé dormido con un cigarro encendido, el cual incendió la colchón y he muerto, asfixiado y quemado. Todavía estoy en el Purgatorio. Necesito una Santa Misa con el fin de ser liberado. Dios permitió que yo venga a pedirle su ayuda.”



De acuerdo con el Padre Pío: “Después de escucharlo, yo respondí: “Tenga la seguridad de que mañana celebraré la Santa Misa por su liberación.” Me levanté y le acompañé hasta la puerta del convento, para que pudiera salir no me di cuenta en ese momento que la puerta estaba cerrada con llave. La abrí y me despedí de él La luna iluminaba la plaza, cubierta de nieve. Cuando yo ya no lo vi delante de mí, fui tomado por un sentimiento de miedo, y cerré la puerta, volví a entrar en la habitación de invitados, y me sentía débil.”



Unos días más tarde, el Padre Pío también contó la historia al Padre Paolino, y los dos decidieron ir a la ciudad, donde miraron las estadísticas vitales para el año I908 y encontraron que el 18 de septiembre de ese año, un Pietro Di Mauro había, de hecho, muerto de quemaduras y asfixia en la habitación número 4 en el convento, entonces utilizado como un hogar para personas sin hogar.



Por la misma época, el Padre Pío le dijo a Fray Alberto de otra aparición de un Alma del Purgatorio, que también se produjo en la misma época. Él dijo:



Una noche, cuando estaba absorto en la oración en el coro de la pequeña iglesia fui sacudido y perturbado por el sonido de pasos, y velas y jarrones de flores que se movían en el altar mayor. Pensé que alguien debía estar allí, y grité: “¿Quién es?”



Nadie respondió. Volviendo a la oración, me molestaron de nuevo los mismos ruidos. De hecho, esta vez tuve la impresión de que una de las velas, que estaba en frente de la imagen de Nuestra Señora de Gracia, había caído. Con ganas de ver lo que estaba sucediendo en el altar, me puse de pie, me acerqué a la reja y vi, a la sombra de la luz de la lámpara del Tabernáculo, un hermano joven haciendo un poco de limpieza.



Yo pensé que él era el Padre Leone que estaba reestructurando el altar; y como ya era la hora de la cena, me acerqué a él y le dije: “Padre Leone, vaya a cenar, no es tiempo para desempolvar y reparar el altar”.




Pero una voz que no era la voz del padre Leone me contestó: “yo no soy el Padre Leone”, “¿y quién es usted? “, le pregunté. “Yo soy un hermano suyo que hice el noviciado aquí, mi misión era limpiar el altar durante el año del noviciado. Desgraciadamente en todo ese tiempo yo no reverencié a Jesús Sacramentado, Dios Todopoderoso, como debía haberlo hecho, mientras pasaba delante del altar. Causando gran aflicción al Sacramento Santo por mi irreverencia; puesto Que El Señor se encontraba en el tabernáculo para ser honrado, alabado y adorado. Por este serio descuido, yo estoy todavía en el Purgatorio. Ahora, Dios, por su misericordia infinita, me envió aquí para que usted decida el tiempo desde cuándo que yo podré disfrutar del Paraíso. Y para que Ud. cuide de mí.”



Yo creí haber sido generoso con esa alma en sufrimiento, por lo que exclamé: “usted estará mañana por la mañana en el Paraíso, cuando yo celebre la Santa Misa”.



Esa alma lloró: Cruel de mí, que malvado fui. Entonces lloró y desapareció. “Esa queja me produjo una herida tan profunda en el corazón, la cual he sentido y sentiré durante toda mi vida. De hecho yo habría podido enviar esa alma inmediatamente al Cielo pero yo lo condené a permanecer una noche más en las llamas del Purgatorio.”

Peregrinación "Una cum Papa nostro": Santa Misa Pontifical de la solemnidad de Todos los Santos oficiada por el Cardenal Brandmüller en Roma (Italia)

 

Ayer, 1 de noviembre, solemnidad de Todos los Santos, se ofició la solemne Santa Misa Pontifical en la Forma Extraordinaria del Rito Romano en la iglesia de la Santísima Trinidad de los Peregrinos de Roma (Italia), en el marco de la peregrinación "Una cum Papa nostro". El oficiante fue S. E. R. Walter S.R.E. Card. Brandmüller, Presidente emérito del Comité Pontificio de Ciencias Históricas. Católicos llegados de todos los países, así como varios sacerdotes y seminaristas, llenaban el templo. Fotos: Le Forum Catholique y Fr. Z's Blog - What Does The Prayer Really Say?.

De la Conmemoración de los Fieles Difuntos


De la Conmemoración de los Fieles Difuntos

Commemorazione dei defunti

214. ¿Por que después dé la fiesta de Todos los Santos hace la Iglesia conmemoración de todos los fieles difuntos?
Después de la fiesta de Todos los Santos hace la Iglesia conmemoración de. todos los fieles difuntos, que están en el purgatorio, porque conviene que la Iglesia militante, después de haber honrado e invocado con una fiesta general y solemne el patrocinio de la Iglesia triunfante, acuda al alivio de la Iglesia purgante con un general y solemne sufragio.
215. ¿Cómo podemos aliviar a las almas de los fieles difuntos? Podemos aliviar a las almas de los fieles difuntos con oraciones, limosnas y con todas las demás obras buenas, pero sobre todo con el santo sacrificio de la Misa.
216. ¿Por qué almas hemos de aplicar nuestros sufragios el día de la Conmemoración de los fieles difuntos, según la mente de la Iglesia? En la Conmemoración de todos los fieles difuntos hemos de aplicar nuestros sufragios, no sólo por las almas de nuestros padres, amigos y bienhechores, sino también por todas las otras que están en el purgatorio.
217. ¿Qué fruto hemos de sacar de la Conmemoración de todos los fieles difuntos?
De la Conmemoración de todos los fieles difuntos hemos de sacar este fruto:
1º, pensar que también nosotros hemos de morir presto y presentarnos al tribunal de Dios para darle cuenta de toda nuestra vida;
2º, concebir un gran horror al pecado, considerando cuán rigurosamente lo castiga Dios en la otra vida, y satisfacer en ésta a la justicia divina con obras de penitencia por, los pecados cometidos.

Catecismo Mayor de San Pio X.

http://instrumentoscristianos.blogspot.pt/

Commemoration of All the Faithful Departed. "Come to me all you who are burdened': the burden of death is made light by the Lord's Cross and Resurrection



Come to me, all you who are weary and burdened, and I will give you rest."

There is no burden greater than the death of a loved one. But as great as this burden is for you and me to bear, greater by far is the heavy weight of the knowledge that everyone must meet and God and undergo the particular judgment that awaits each of us. Love for the dead, then, must take this heavy weight into account, and express itself in heartfelt and regular prayer for the faithful departed.

"For my yoke is easy and my burden light."

The weight of the cross which we bear as we face our own death or the death of loved ones is made easy through the mercy of Christ who dies on the Cross for love of us. His divine graces flow abundantly to us as we approach in sorrow for our sins. The Mass is the meeting place between the mercy of the Cross and the repentant sinner who knows he must die and take account of his sins.

"The souls of the just are in the hand of God, and no torment shall touch them."

Thus we are able to confidently approach the throne of God in every holy Mass, in prayer for all who have died, commending them to the infinite mercy of God.

http://mcitl.blogspot.pt/2012/11/come-to-me-all-you-are-are-burdened.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

1° novembre 1950 - il Ven. Pio XII proclama il dogma dell'Assunzione in cielo in anima e corpo della B.V.M.

 

1° novembre 1950 - il Ven. Pio XII proclama il dogma dell'Assunzione in cielo in anima e corpo della B.V.M.

1° Novembre 1950 - il coro di San Pietro (seconda e terza foto) durante la messa papale (celebrata da Pio XII)in occasione della proclamazione del dogma dell'assunzione della Beata Vergine.
"All'eccezionale cerimonia, l'intero mondo cattolico era in unione di preghiera con coloro che erano riusciti a recarsi a Roma."
"Ottocento vescovi erano intorno al pontefice durante la messa papale nell'abside di San Pietro, in uno speccatolo pari a quello di un Concilio ecumenico".

Mgr Pfister, tras Rome éternelle. Arthaud, 1954.

I nomi di 800 vescovi presenti alla proclamazione del dogma dell'assunzione sono stati incisi su grandi lapidi di marmo che sono posti sulle porte d'ingresso bel nartece della Basilica Vaticana: i pellegrini possono ancora leggerli.

Tratto da Messe traditionelle (FaceBook)
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"Quapropter, postquam supplices etiam atque etiam ad Deum admovimus preces, ac Veritatis Spiritus lumen invocavimus, ad Omnipotentis Dei gloriam, qui peculiarem benevolentiam suam Mariae Virgini dilargitus est, ad sui Filii honorem, immortalis saeculorum Regis ac peccati mortisque victoris, ad eiusdem augustae Matris augendam gloriam et ad totius Ecclesiae gaudium exsultationemque, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra pronuntiamus, declaramus et definimus divinitus revelatum dogma esse: Immaculatam Deiparam semper Virginem Mariam, expleto terrestris vitae cursu, fuisse corpore et anima ad caelestem gloriam assumptam."
Ven. PIO XII, Costi. Ap. Munificentissimus Deus, 1° Nov. 1950