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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

BENTO XVI PROPÕE S.PAULO COMO MODELO A SEGUIR POR TODOS OS CONSAGRADOS



(2/2/2009) Neste Ano Paulino, foi o Apóstolo dos Gentios que Bento XVI apontou como modelo aos consagrados, nas palavras que lhes dirigiu no final da celebração que teve lugar na basílica de São Pedro, neste dia 2 de Fevereiro, XIII Jornada Mundial da Vida Consagrada - uma Missa celebrada pelo cardeal Franc Rode, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

“Na tradição da Igreja, São Paulo foi sempre reconhecido pai e mestre de todos os que, chamados pelo Senhor, fizeram a opção de uma dedicação incondicionada a Ele e ao seu Evangelho.”

A vida e o ensinamento de Paulo constituem um convite a uma “imitação radical de Jesus”. E não é isso que constitui precisamente a vida consagrada, perguntou Bento XVI? São Paulo constitui um modelo seguro: “imitá-lo no seguir a Cristo é a via privilegiada para corresponder até ao fim à vocação de especial consagração na Igreja”.

“Da sua própria voz podemos conhecer um estilo de vida que exprime a substância da vida consagrada inspirada nos conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência”.



“Na vida de pobreza – prosseguiu – (São Paulo) vê a garantia de um anúncio do Evangelho realizado em total gratuidade, e exprime ao mesmo tempo a solidariedade concreta para com os irmãos em necessidade”. Por outro lado, “acolhendo a chamada de Deus à castidade, Paulo deu o coração ao Senhor, sem divisões, para poder servir os irmãos com ainda maior liberdade e dedicação”. Quanto à obediência, “basta notar (disse o Papa) que foi sempre o cumprimento da vontade de Deus que animou, plasmou e consumiu a sua existência, como sacrifício agradável a Deus”.

“Um outro aspecto fundamental da vida consagrada de Paulo é a missão. Ele é todo de Jesus, para ser, como Jesus, de todos. Ou melhor: para ser Jesus para todos: ‘Fiz-me tudo para todos, para salvar algum a todo o custo”. A ele, tão estreitamente unido à pessoa de Cristo, reconhecemos uma profunda capacidade de conjugar vida espiritual e acção missionária”.

O Papa recordou às pessoas consagradas a recente Instrução sobre “O serviço da autoridade e a obediência”, em que se convida os religiosos e religiosos a procurarem “em cada manhã o contacto vivo e constante com a Palavra que naquele dia é proclamada, meditando-a e conservando-a no coração como um tesouro, fazendo dela a raiz de cada acção e o primeiro critério para qualquer opção”.

“Faço votos de que o Ano Paulino alimenta ainda mais em vós o propósito de acolher o testemunho de São Paulo, meditando em cada dia a Palavra de Deus, com a prática fiel da lectio divina, rezando ‘com salmos, hinos e cânticos inspirados, com gratidão’.
Que ele vos ajude também a realizar o vosso serviço apostólico na
e com a Igreja, num espírito de comunhão sem reservas, fazendo dom aos outros dos próprios carismas e testemunhando em primeiro lugar o carisma maior que é a caridade”

ADESÃO , FIDELIDADE E OBEDIÊNCIA A BENTO XVI E AMOR FILIAL



En estos días, en los que continúan levantándose injustamente feroces críticas y violentos ataques contra nuestro Santo Padre Benedicto XVI, nos unimos a tantos católicos que renuevan con fuerza su adhesión, fidelidad, obediencia y amor filial al Vicario de Cristo y Sucesor de Pedro.

magnífica nota editorial que ha publicado el blog amigo Rorate Caeli.

“¡Ay de ustedes, escribas y fariseos hipócritas, que parecen sepulcros blanqueados: hermosos por fuera, pero por dentro llenos de huesos de muertos y de podredumbre! Así también son ustedes: por fuera parecen justos delante de los hombres, pero por dentro están llenos de hipocresía y de iniquidad.

¡Ay de ustedes, escribas y fariseos hipócritas, que construyen los sepulcros de los profetas y adornan las tumbas de los justos, diciendo: “Si hubiéramos vivido en el tiempo de nuestros padres, no nos hubiéramos unido a ellos para derramar la sangre de los profetas”! De esa manera atestiguan contra ustedes mismos que son hijos de los que mataron a los profetas…



¡Serpientes, raza de víboras! ¿Cómo podrán escapar a la condenación de la Gehena? Por eso, yo voy a enviarles profetas, sabios y escribas; ustedes matarán y crucificarán a unos, azotarán a otros en las sinagogas, y los perseguirán de ciudad en ciudad”. (Mateo 23, 27-34)

¡Avergüéncese, “católicos liberales”, fariseos de la “nueva primavera”! Ustedes, que proclaman tolerar a todos y respetar la diversidad pero desprecian a aquellos cuyo único deseo es conservar la pureza de lo que siempre ha sido enseñado y las oraciones que se ofrecen desde siempre porque su presencia en la Iglesia desde el origen está en contraste con la nueva “casa” que ustedes intentan construir.



¡Avergüéncese, “progresistas”, escribas oficiales del “espíritu del Concilio”! Ustedes edifican monumentos a “Juan, el Papa bueno”, pero rechazan todo lo que él ha sostenido en el ámbito de la doctrina tradicional y de la belleza de la Liturgia. Rinden homenaje a Pablo VI, pero han hecho todo lo posible para ignorar el documento más importante de su magisterio, la “Humanae Vitae”, desacreditándolo a los ojos del mundo. Ustedes han difamado a Juan Pablo II cada día de su pontificado pero ahora lo elogian ya que han encontrado un nuevo chivo expiatorio, Benedicto XVI, un hombre que, como última tarea sobre la tierra, ha aceptado la pesada carga del Pescador, buscando conducir a la unidad a la grey que Dios le ha confiado.



Ustedes crucifican a Pedro en la plaza pública, entregándolo a los enemigos de la Iglesia de Cristo. Lo odian por su esfuerzo de rehabilitar lo que la Iglesia siempre ha creído y el modo en que la Iglesia siempre ha rezado. Lo persiguen porque ha quitado la infamante marca de la “excomunión”, que antes despreciaban pero ahora consideran como cosa buena.

¡Hipócritas! Ustedes se complacen con los abortistas y con los políticos que promueven la cultura de la muerte, pero tergiversan el legítimo gesto de misericordia de Pedro haciéndolo pasar por un acto de inconsciente debilidad. Serpientes liberales, víboras pseudo-conservadoras, ustedes “atestiguan contra ustedes mismos” a causa de la incesante persecución que realizan a Pedro. Pero Pedro seguirá trabajando por la unidad en la caridad, la caridad en la Verdad.



Los que aman al Vicario de Cristo continuarán rezando cada día para que él “no huya ante los lobos” y pueda perseverar en la misión que se propuso llevar a término. ¿Y ustedes? “A ustedes la casa les quedará vacía".
Fonte:La buhardilla de jeronimo

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

DIGNIDADE DO PADRE - S. AFONSO DE MARIA LIGÓRIO



SANTO AFONSO DE MARIA LIGÓRIO
A DIGNIDADE DO PADRE
(A Selva, Parte I, Capítulo I)

A dignidade do Padre
I. Idéia da dignidade sacerdotal
Diz Sto. Inácio, mártir, que a dignidade sacerdotal tem a supremacia entre todas as dignidades criadas. Santo Efrém exclama: “É um prodígio espantoso a dignidade do sacerdócio, é grande, imensa, infinita. Segundo S. João Crisóstomo, o sacerdócio, embora se exerça na terra, deve ser contado no número das coisas celestes.

Citando Sto. Agostinho, diz Bartolomeu Chassing que o sacerdote, alevantado acima de todos os poderes da terra e de todas as grandezas do Céu, só é inferior a Deus. E Inocêncio III assegura que o sacerdote está colocado entre Deus e o homem; é inferior a Deus, mas maior que o homem.



Segundo S. Dionísio, o sacerdócio é uma dignidade angélica, ou antes divina; por isso chama ao padre um homem divino. Numa palavra, concluí Sto. Efrém, a dignidade sacerdotal sobreleva a tudo quanto se pode conceber.

Basta saber-se que, no dizer do próprio Jesus Cristo, os padres devem ser tratados como a sua pessoa: Quem vos escuta, a mim escuta; e quem vos despreza, a mim despreza. Foi o que fez dizer ao autor da Obra imperfeita: Honrar o sacerdote de Cristo, é honrar o Cristo; e fazer injúria ao sacerdote de Cristo, é fazê-la a Cristo”. Considerando a dignidade dos sacerdotes, Maria d’Oignies beijava a terra em que eles punham os pés.



II. Importância das funções sacerdotais

Mede-se a dignidade do padre pelas altas funções que ele exerce. São os padres escolhidos por Deus, para tratarem na terra de todos os seus negócios e interesses; é uma classe inteiramente consagrada ao serviço do divino Mestre, diz S. Cirilo de Alexandria. Também Sto.

Ambrósio chama ao ministério sacerdotal uma “profissão divina”. O sacerdote é o ministro, que o próprio Deus estabeleceu, como embaixador público de toda a Igreja junto dele, para o honrar, e obter da sua bondade as graças necessárias a todos os fiéis.



Não pode a Igreja inteira, sem os padres, prestar a Deus tanta honra, nem obter dele tantas graças, como um só padre que celebra uma missa. Com efeito, sem os padres, não poderia a Igreja oferecer a Deus sacrifício mais honroso que o da vida de todos os homens: mas o que era a vida de todos os homens, comparada com a de Jesus Cristo, cujo sacrifício tem um valor infinito? O que são todos os homens diante de Deus senão um pouco de pó, ou antes um nada? Isaías diz: São como uma gota de água... e todas as nações são diante dele, como se não fossem.

Assim, o sacerdote que celebra uma missa rende a Deus uma honra infinitamente maior, sacrificando-lhe Jesus Cristo, do que se todos os homens, morrendo por ele, lhe fizessem o sacrifício das suas vidas. Mais ainda, por uma só missa, dá o sacerdote a Deus maior glória, do que lhe têm dado e hão de dar todos os anjos e santos do Paraíso, incluindo também a Virgem santíssima; porque não lhe podem dar um culto infinito, como o faz um sacerdote celebrando no altar.
Fonte:S.Pio V

CISMA DOS PROGRESSISTAS


Fotos do Papa Bento XVI recebendo em audiência os membros do Tribunal da Rota Romana que está ao serviço da Santa Sé em Roma

Cisma dos Progressistas

Mais explicitamente nos últimos dias, teólogos dissidentes têm ameaçado a Igreja com a iminência de um cisma. É triste, mas inegável, que há figuras de proa na Igreja que os apoiam veladamente. Suas palestras enchem auditórios, seus livros são editados, seus escritos aparecem nos jornais e revistas, eles lecCionam em universidades respeitáveis e perambulam por conventos outrora habitados. Em suma, ainda gozam da audiência de uma geração cujas ideias já nasceram velhas.

Esses teólogos ex-católicos – não duvido que um dia o tenham sido, quiçá imediatamente após o baptismo e talvez até a 1ª Comunhão – não engoliram o golpe que o Espírito Santo lhes deu ao escolher o Cardeal Ratzinger como Pastor Supremo da Sua Igreja. São personagens do passado, são figuras fantasmagóricas, são múmias ambulantes e falantes, são peças de um museu de horrores. Eles vivem nas décadas de 60 e 70, vivem de pesadelos que apresentaram como sonhos de um futuro promissor, o apocalíptico paraíso terreno. Ironicamente, são eles os temíveis tradicionalistas, na acepção vulgar, pejorativa e retrógrada da palavra.

A ameaça de cisma formal de küngs, boffs e farinellas, porta-vozes de uma legião de cismáticos subterrâneos covardes, não visa ao Papa Bento XVI, mas à própria Igreja. São eles os “tradicionalistas” que devem se manter afastados da Igreja de Deus, porque a odeiam, pretextando amá-la.

Sinceramente não lhes dou crédito, e não me refiro obviamente às suas teses. Não dou crédito às suas ameaças, por várias razões.



Em primeiro lugar porque eles não tem convicções. Não é capaz de atitude radical quem não tem convicções sólidas. Mesmo aos velhos hereges se deve reconhecer a firmeza de convicções – já não se faz mais herege como antigamente – os hereges hodiernos são tão relativistas que não se demoram em suas teses, estão sempre à procura de novas. Eles aceitam suspensões, proibições e até excomunhões, mas lhes falta a coragem de afirmar claramente, sem subterfúgios sofísticos, que já não professam a fé cristã e que rejeitam a Igreja Católica.

Em segundo, porque perderiam seu meio de vida. Estes parasitas sabem que não sobreviveriam se renunciassem à sua condição de “católicos”. Seus bolsos confirmam quão lucrativa é a profissão de “católico” dissidente. E nem me refiro à sanha de público, holofotes e aplausos – maldita vaidade humana, que eu pecador tão bem conheço e cuja consideração faria ser mais condescendente, não fosse a gravidade da matéria. Outros são detentores de benefícios eclesiásticos que, se não dão muito lucro, ao menos são estáveis. São os “estatutários” da Santa Igreja, ou seja, casa, comida, roupa lavada e côngrua, sem o horror da demissão no horizonte.



Em terceiro lugar, não haverá cisma por falta de sequazes, exceto se considerarmos uma centena de “viúvas da teologia liberal” um quórum aceitável. Há católicos deixando a Igreja, inegavelmente, mas não pelas razões alegadas pelos teólogos insatisfeitos, mas certamente, em parte, por causa do legado maldito destes mesmos teólogos. Se servem as lições da história, esta provou que o Papa João Paulo II não tinha motivo para temer um cisma após a condenação da “teologia” da libertação, o cisma nunca chegou. A história ensina que a condenação daquela heresia estancou, ainda que tardiamente, um êxodo de católicos para as seitas pentecostais, para as superstições orientais ou para o simples distanciamento da vida eclesial.

Na homilia de início de pontificado, o Santo Padre Bento XVI pediu reiteradas vezes que rezássemos por ele. Pediu que rezássemos para que ele “não fuja, por receio, diante dos lobos”. Estou decidido a dar uma resposta mais concreta à súplica do Papa, “doce Cristo na terra” e, a hora exige, mais pessoas deveriam fazê-lo. Mandarei imprimir, às minhas expensas, um “santinho” com a estampa do Bom Pastor contendo a Oração pelo Papa no verso e o distribuirei a todos os que eu puder, incentivando-os a recitá-la diariamente. Veremos para onde vão os lobos?



TEXTO DA ORAÇÃO

Ó Jesus, Cabeça invisível da Santa Igreja, que a fundastes sobre uma firme pedra, e prometestes que as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela, conservai, fortificai e guiai aquele que lhe destes por cabeça visível. Fazei que ele seja o modelo do vosso rebanho, assim como é o seu pastor. Seja ele o primeiro por sua santidade, doutrina e paciência, assim como o é por sua dignidade; seja ele o digno Vigário de vossa Caridade, assim como o é da vossa Autoridade. Inspirai-lhe um zelo ardente de vossa glória, da salvação das almas e da santa religião. Dai-lhe coragem invencível para combater os inimigos de vosso Santo Nome, e uma firmeza inabalável, para se opor aos estragos do erro e da impiedade. Dai-lhe a plenitude do vosso espírito, para conduzir a barca agitada de vossa Santa Igreja através dos escolhos que a cercam.

Consolai o seu coração aflito, sustentai sua alma abatida, fazei voltarem suas ovelhas desgarradas. Ajudai-o a levar o peso de sua alta dignidade e de todos os trabalhos que a acompanham. Dignai-Vos, ó meu Deus, escutar benigno os votos que Vos dirigimos por ele, e concedei-lhe longos anos, para aumentar a vossa glória e o triunfo da vossa Santa Religião.



V. Oremos pelo nosso Sumo Pontífice, o Papa Bento XVI

R. O Senhor o conserve, lhe dê longa vida e o torne feliz sobre a terra, e não o entregue nas mãos de seus inimigos. Amém.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória

Jesus, Nosso Senhor, cobri com a protecção do vosso divino Coração o nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI e sede sua luz, sua força e seu consolo.
Fonte:Oblatvs

domingo, 1 de fevereiro de 2009

BENTO XVI TEVE UM GESTO DE AUTÊNTICO ECUMENISMO AO CONCEDER A REMISSÃO DA EXCOMUNHÃO AOS 4 BISPOS DA FSSPX


La remisión de la excomunión: un gesto de ecumenismo auténtico

Artículo de agencia FIDES, Ene-29-2009.

LAS PALABRAS DE LA DOCTRINA de don Nicola Bux y don Salvatore Vitiello - La remisión de la excomunión: un gesto de ecumenismo auténtico

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - El Santo Padre Benedicto XVI lo había deseado en la Carta a los Obispos de todo el mundo que acompañaba el Motu propio "Summorum Pontificum" del 7 de julio de 2007: Se trata de llegar a una reconciliación interior en el seno de la Iglesia. Mirando el pasado, las divisiones que han lacerado el Cuerpo de Cristo en el curso de los siglos, se tiene continuamente la impresión de que, en momentos críticos en los que la división estaba naciendo, no se ha hecho lo suficiente por parte de los responsables de la Iglesia para conservar o conquistar la reconciliación y la unidad; se tiene la impresión de que las omisiones en la Iglesia hayan tenido una parte de culpa en el hecho de que estas divisiones se hayan podido consolidar. Hoy esta mirada al pasado nos impone una obligación: realizar todos los esfuerzos, para que a todos los que tienen realmente el deseo de la unidad, sea les facilite permanecer en esta unidad o hallarla de nuevo".

Ahora, después de varios encuentros con el Papa y responsables de la Curia Romana con el Superior general de la Fraternidad S.E Mons. Bernard Fellay, ha llegado el resultado: la remisión de la excomunión a los Obispos ordenados sin el mandato pontificio de Su Exc. Mons. Marcel Lefebvre.



El Santo Padre Benedicto XVI, lo ha hecho con la autoridad de atar y desatar, - el "poder de las llaves” - concedida por el Señor a san Pedro y a sus Sucesores en la Iglesia. Esto forma parte de la misión o "oikonomia" de la Iglesia. Por tanto, ha relizado, respecto a la Fraternidad sacerdotal de San Pío X, un acto análogo a al realizado por Pablo VI con los ortodoxos el 7 diciembre de 1965: la excomunión fue cancelada para favorecer la aproximación en la caridad.

El presupuesto viene de la unidad fundamental de la fe, que no ha ha faltado a pesar del acto cismático de ordenación de Obispos. Además, se ha constatado que no hay diferencias doctrinales sustanciales y que el Vaticano II, cuyos decretos fueron firmados por Su Exc. Mons. Marcel Lefebvre, no se puede separar de toda la Tradición de la Iglesia. En un espíritu de comprensión se van después tolerando y corrigiendo los errores marginales. Se irán recomponiendo las divergencias antiguas o más recientes, a través de la acción del Espíritu Santo, gracias a la purificación de los corazones, a la capacidad de perdón y la voluntad de llegar a su superación definitiva.

En varias ocasiones, en el pasado, los anatemas fueron anulados sin ninguna acción formal más que la simple acogida recíproca de las partes que estaban en conflicto. Hoy se revela un paso indispensable en el camino de la unidad de los cristianos. La abrogación de la excomunión, pues, es un "acto de caridad."

Su Superior general Su Exc. Mons. Bernard Fellay ha escrito, en la carta a la Fraternidad San Pío X, que dicho acto es fruto de la ardiente oración del Rosario a la Virgen de Lourdes, y ha reafirmado la fe en la Iglesia católica romana y la obediencia al Papa.

Sobre todo se debe reflexionar sobre el hecho de que el itinerario que ha llevado a la abrogación de la excomunión es grato a Dios que nos perdona cuando nos perdonamos los unos a los otros; en dicho espíritu evangélico, no puede no ser acogido por los verdaderos católicos de todo el mundo como expresión de reconciliación y como invitación a continuar, en caridad recíproca, el diálogo que llevará, con la ayuda de Dios, a vivir en la plena comunión de fe, de concordia fraterna y de vida sacramental que había antes del cisma.

Se deben dejar a un lado de una vez para siempre las lecturas "políticas" de la comunión eclesial que quisieran dividir el Cuerpo de Cristo en tradicionalista y progresistas. Esto se debe dejar al mundo. Nosotros somos de Cristo. ¿No buscamos realmente el diálogo y la reconciliación? ¿O hacemos ecuménicos solo a veces?
fonte:secretum meum mihi

CARDEAL CASTRILLÓN FALA DE SEUS CONTACTOS COM MONS. FELLAY


Extractos de la entrevista concedida por el Cardenal Castrillón al Corriere della Sera

[Card. Castrillón:] Cuando entregué el decreto firmado a Monseñor Fellay, no sabíamos nada de la entrevista, había sido unos días antes.

¿Y en ese momento?

[Card. Castrillón:] Evidentemente, en ese momento el decreto estaba en manos de los interesados. Prefiero no entrar en detalles porque van más allá de mis competencias. Pero nosotros hemos hecho lo que se debía hacer…

La comunión plena llegará. En nuestras conversaciones, Monseñor Fellay ha reconocido el Concilio Vaticano II, lo ha reconocido teológicamente. Quedan sólo algunas dificultades…

¿Tal vez la Nostra Aetate, la declaración que ha representado un punto de inflexión en las relaciones con los judíos?

[Card. Castrillón:] No, ese no es un problema. Se trata de discutir aspectos como el ecumenismo, la libertad de conciencia…

Menos mal que, mientras tanto, el Papa ha hablado…

[Card. Castrillón:] Las palabras del Santo Padre han dejado claro el pensamiento de la Iglesia también en lo referente a aquel crimen horrendo que es la Shoah.
FONTE:LA BUHARDILLA DE JERONIMO

CARDEAL RE EM ENTREVISTA ACERCA DE MONS. WILLIAMSON



El cardenal Giovanni Battista Re, Prefecto de la Congregación para los Obispos, y firmante del decreto que levantó la excomunión a los obispos de la FSSPX/SSPX, ha concedido una entrevista a Marco Politi para el diario La Repubblica, Ene-31-2009 (consultable en línea aquí), en la cual habla, entre otras, sobre la carta del Obispo Wiliamson al Card. Castrillón en la cual se excusa por sus “imprudentes señalaciones”.

Cardenal Re, Williamson ha escrito al Papa pidiendo perdón.

«Menos mal. Estoy contento que haya entendido que ha hecho una tonteria».

¿Cree Usted que el caso de este obispo negacionista, que ha sucitado tanta polémica en el plano internacional poniendo también en riesgo las relaciones con el hebraísmo, puede considerarse concluido?

«El caso no está cerrado. Queda un camino por hacer, para que la Fraternidad San Pío X llegue a una plena comunión. Deben aclarar que han aceptado el Concilio».

Williamson en su carta a Benedicto XVI no cita a los Judíos y no les pide excusas.

«Todavía no he leído la carta, no conozco el texto integral».

¿Cómo juzga su gesto?

«Digamos que sirve para aclarar la confusión de estos días. Trae un poco de luz. Por ello lo saludo con alegría».

Pero resta la cuestión del juicio sobre la Shoah.

«La Shoah es un hecho histórico. El Santo Padre sa ha expresado sobre el argumento con gran claridad».

Exactamente. ¿Puede un obispo ser ambiguo, cuando el Papa ha sido más claro para condenar el abandono, el negacionismo y el reduccionismo?

«Es un hecho histórico, no doctrinal».

Pero toca un tema crucial para la Iglesia Católica. ¿Puede Williamson no seguir la línea de la pontífice?

«Estaría bien que haga claridad también en este punto».

Eminencia, Usted como prefecto de la Congregación de los Obispos ha firmado el decreto que elimina la excomunión a los cuatro obispos lefebvrianos. ¿Qué sigue ahora?

«El camino hacia una plena reconciliación requerirá tiempo. Se inicia un proceso».

Así que, ¿como describir ahora el estado de los hechos en las relaciones entre la Iglesia y de la Fraternidad San Pío X?

«El levantamiento de la excomunión no significa que la situación ha cambiado. Repito, todavía no existe plena reconciliación».

¿Se puede prever los próximos pasos?

«No tanto así, hablando sobre los dos pies. Digamos que siguen ulteriores pasos para llegar a una plena comunión».

Benedicto XVI habló de la necesidad de reconocer la autoridad papal, las enseñanzas de la Iglesia y del Concilio. En otras palabras, ¿una de las condiciones para el retorno a la plena comunión es la aceptación del Vaticano II?

«La aceptación del Concilio es importante. En suma, para ser católicos se necesita aceptar todos los Concilios».

De todas formas, es lo que habían previsto los obispos franceses, quienes conocen más de cerca y mejor que nadie el fenómeno lefebvriano: «El Concilo no es negociable». El retiro de la excomunión no es un punto de llegada, sino el comienzo de un camino.

MONS. WILLIAMSON PEDE DESCULPA AO CARDEAL DARÍO CASTRILLÓN


Mons. Williamson

À Sua Eminência Cardeal Castrillón Hoyos

Vossa Eminência,

No meio dessa tempestade da mídia provocada por observações imprudentes minhas na televisão Sueca, suplico a Vós que aceiteis, apenas como é propriamente respeitoso, minhas sinceras desculpas por ter causado a Vós e ao Santo Padre tão desnecessárias aflições e problemas.

Para mim, tudo que importa é a Verdade Encarnada, e os interesses de Sua única verdadeira Igreja, através exclusivamente da qual nós podemos salvar nossas almas e dar eterna glória, de nosso pequeno modo, a Deus Onipotente. Então tenho apenas um comentãrio, do profeta Jonas, I, 12:

“Tomai-me e lançai-me às águas, e o mar se acalmará. Reconheço que sou eu a causa desta terrível tempestade que vos sobreveio. “

Por favor aceitai também, e conduza ao Santo Padre, meus sinceros agradecimentos pessoais pelo documento assinado na última Quarta-feira e tornado público no Sábado. Muito humildemente oferecerei uma Missa para ambos.

Sinceramente vosso em Cristo,
+Richard Williamson

BENTO XVI HOJE AO ANGELUS :“A eutanásia é uma falsa solução ao drama do sofrimento, é uma solução que não é digna do homem”


“A eutanásia é uma falsa solução ao drama do sofrimento, é uma solução que não é digna do homem” – sublinhou Bento XVI neste domingo ao meio-dia, por ocasião do Angelus, na Praça de São Pedro. O Papa comentava o tema da “Jornada para a Vida”, promovida pela Conferência Episcopal Italiana, tendo desta vez como tema “a força da vida no sofrimento”.

Bento XVI começou por comentar o Evangelho deste domingo, observando que “Jesus não só expulsa os demónios das pessoas, libertando-as da pior escravidão, mas proíbe aos próprios demónios de revelarem a sua identidade”. Trata-se de “uma singular característica” do Evangelho de São Marcos, proposto ao longo deste ano, isto é, o chamado “segredo messiânico”: de momento Jesus não quer, que se saiba, fora do grupo restrito dos discípulos, que Ele é o Cristo, o Filho de Deus.

Jesus “insiste sobre este segredo porque está em jogo o êxito da sua missão”. “De facto, Ele sabe que para libertar a humanidade do domínio do pecado, deverá ser sacrificado sobre a cruz como o verdadeiro Cordeiro pascal”.

“O diabo, por sua vez, procura dissuadi-lo, encaminhando-o antes para a lógica humana de um Messias potente e cheio de sucesso. A cruz de Cristo será a sua ruína.

É por isso que Jesus não se cansa de ensinar aos seus discípulos que para entrar na sua glória deve sofrer muito, ser recusado, condenado e crucificado, uma vez que o sofrimento faz parte integrante da sua missão. / Jesus sofre e morre na cruz por amor”.

“Vendo bem as coisas – prosseguiu o Papa – foi assim que Jesus deu sentido ao nosso sofrimento, sentido que muitos homens e mulheres de cada época entenderam e fizeram seu, fazendo experiência de profunda serenidade mesmo na amargura de duras provações físicas e morais”.

Uma observação que o conduziu ao tema desta “Jornada pela Vida”: “a força da vida no sofrimento”. Uma “mensagem” na qual (observou) “se adverte o amor dos Pastores pela gente, e a coragem de anunciar a verdade”: “a coragem de dizer com clareza, por exemplo, que a eutanásia é uma falsa solução ao drama do sofrimento, uma solução indigna do homem.

De facto, a verdadeira resposta não pode ser dar a morte, ainda que doce, mas sim testemunhar o amor que ajuda a enfrentar a dor e a agonia de modo humano. Estejamos disto certos: nenhuma lágrima, nem de quem sofre, nem de quem lhe está próximo, se perde diante de Deus”.

E o Papa concluiu a alocução antes do Angelus, confiando a Nossa Senhora, “as pessoas que se encontram no sofrimento e quem se empenha dia a dia a seu favor, servindo a vida em todas as suas fases”. Dos pais aos agentes de saúde, dos padres e religiosos aos investigadores e voluntários.

Depois das Ave Marias, Bento XVI recordou a celebração, nesta segunda 2 de Fevereiro, da festa litúrgica da Apresentação de Jesus no Templo, momento em que “se manifesta a consagração de Jesus a Deus Pai, e, ligada a essa, a da Virgem Maria”.
Uma data que João Paulo II quis que fosse celebrada como a “Jornada das pessoas consagradas”.

Em Roma, no final da Missa que terá lugar, como habitualmente, às cinco da tarde, na basílica de São Pedro, celebrada pelo Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, o próprio Papa dirigirá uma saudação aos presentes.

“Convido todos a dar graças ao Senhor pelo precioso dom destes irmãos e irmãs, e a pedir-Lhe, por intercessão de Nossa Senhora, muitas novas vocações, na variedade dos carismas de que é rica a Igreja”- concluiu o Papa.

JORNADA DE ADORAÇÃO E ORAÇÃO PELO PAPA E SANTIFICAÇÃO DOS SACERDOTES EM PONTEVEDRA PROMOVIDA PELA FRATERNIDADE DE CRISTO SACERDOTE E MARIA REINA



*Homilía de Don Manuel Folgar
El sacerdote como representante de la Iglesia y mediador entre Dios y los hombres acaba de dirigir a Dios la oración colecta propia de este domingo. Dios conoce nuestra fragilidad y sabe que no podemos resistir entre tantos peligros que nos acechan. Por ello acudimos a Él que es bondadoso y rico en misericordia, y le pedimos confiadamente que nos conceda fortaleza para vencer los males que podrían poner en peligro nuestra salvación eterna.

Dios conoce nuestra fragilidad. Sabe que estamos hechos de barro, porque Él es nuestro Creador y Redentor. Dios lo sabe, pero también nosotros hemos de reconocerlo humildemente y recordarlo permanentemente para vivir vigilantes y estar apertrechados contra los enemigos de nuestra salvación.

Esta conciencia de nuestra debilidad y el permanente recuerdo de nuestra fragilidad habrá de comprometernos a vivir y ejercitar la virtud de la santa prudencia que consiste en emplear todos los medios que tenemos a nuestro alcance para vivir en gracia de Dios, en íntima comunión y amistad con Él. Al mismo tiempo la virtud de la prudencia nos moverá a rechazar y alejarnos de todo aquello que pudiese llevarnos al pecado y a la enemistad con Dios.

No debemos conformarnos con mínimos, por el contrario, hemos de aspirar a la santidad con todas nuestras fuerzas, haciendo el firme propósito de llevar una vida cristiana lo más perfecta posible, luchando por desterrar en nosotros no sólo el pecado mortal, sino también el pecado venial. Este objetivo se hace más fácil de alcanzar si en nuestra vida espiritual entramos por la vía del amor.



Al estar imbuídos de la certeza de que somos verdaderamente hijos muy amados de Dios, y al desear firmemente corresponder a las olas de amor y de ternura que el Señor derrama sobre nosotros, ese mismo deseo de amarle nos irá haciendo más delicados y más cuidadosos en nuestra relaciones con Él y con el prójimo.

Para defendernos ante los peligros y enemigos de nuestra salvación el Señor nos exhorta a vivir vigilantes y a ser perseverantes en la oración. Esta actitud de vigilancia ha de ser también fruto del amor. El que ama vigila y no se abandona. El que ama no se despreocupa ni se desentiende, antes bien, vive en la tensión dulce de procurar complacer en todo al amado. De igual modo podemos decir que el que ama de verdad a Dios le busca permanenteente en la oración y en el diálogo amoroso con Él.

Los males que nos acechan vienen del espíritu del mundo con todas sus provocaciones que pretenden lograr desviar nuestro amor hacia las critauras con olvido y desprecio del Creador.
Los males vienen del Maligno que nos asalta con multitud de tentaciones. Y los males surgen también en nuestro corazón cuando las bajas pasiones y los instintos se revelan en nosotros queriendo dejar de sujetarse a la razón y a la ley de Dios.

El Señor nos ofrece su auxilio y su gracia para que todas las tempestades que se levantan contra nosotros sean calmadas. Aunque parezca que Jesús va dormido en la barca de nuestro corazón y de nuestra vida, sin embargo Él vela y no se descuida de nosotros.

Acudamos confiadamente a Nuestra Madre, vencedora de todas las batallas y dispensadora de todas las gracias. Pongamos en Ella nuestra confianza y venceremos en todas nuestras luchas, saliendo airosos de todas las tempestades. Amén.

FONTE: FRATERNIDAD DE CRISTO SACERDOTE E MARIA REINA