Entendendo a santa Missa
Caríssimos leitores, a paz do Senhor!
A partir de hoje vamos publicar semanalmente algumas elucidações sobre a santa Missa no rito romano, que é como a conhecemos.
Qualquer dúvida e comentários são muito bem vindos! Estamos à disposição, sempre!
In corde Iesu,
Equipe Doutrina Católica.
Equipe Doutrina Católica.
A Santa Missa: a atualização do Sacrifício do Calvário
A Missa é chamada de Santa, pois se trata da atualização do único e definitivo sacrifício do Calvário de Nosso Senhor Jesus Cristo, é a renovação incruenta, ou seja, sem derramamento de sangue, do sacrifício de Cristo que é o Santo dos santos. Se todas as pessoas entendessem a magnitude de cada celebração eucarística, não achariam por diversas vezes a Missa chata e cansativa. A cada Missa ocorre o grande milagre da transubstanciação, ou seja, da completa mudança da substância do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor. Porém, muitos ignoram que a cada Missa Jesus se entrega a nós com todo seu amor, em um sacrifício único e agradável a Deus, para a nossa salvação.
Para entendermos como a Santa Missa é importante (que além de ser ordenada pelo próprio Cristo “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22, 19), é desejada pelo Pai como uma oblação pura), podemos ler as passagens que seguem:
Inicialmente, o profeta Malaquias inspirado pelo Espírito Santo transmite como o Criador se encontra irritado com a falta de dignidade e pureza dos sacrifícios antigos:
Porém esta não é a única passagem bíblica que faz menção a um sacrifício puro oferecido a Deus. As passagens do Antigo Testamento podem prefigurar, por diversas vezes, os acontecimentos do Novo Testamento, através dos profetas e suas profecias. Em Gênesis (14, 18-20), podemos ver Melquisedec, rei de Salém e sacerdote do Deus altíssimo, oferecendo pão e vinho em Sacrifício a Deus e abençoando-os. Temos a certeza de que ele era sacerdote, pois no salmo 110 (109) versículo 4, podemos observar que o próprio Deus jurou a Davi “Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec”. Já no Novo Testamento na carta de São Paulo aos Hebreus a partir do capítulo 8 podemos observar o apóstolo afirmar um novo sacerdócio, uma Nova Aliança mais benéfica, ou seja, as coisas não seriam mais como no passado, pois o sangue oferecido seria o do próprio Deus.
A Santa Missa é mais que a “Ceia do Senhor”, pois é o Sacrifício do Altar, é Deus que se imola em todas as celebrações eucarísticas e se dá a nós sob as espécies de pão e vinho. Deus nos alimenta e nos dá de comer e beber sustentando nosso Espírito com o pão da vida, tenhamos, pois, fé e gratidão todas as vezes que participamos da celebração da Santa Missa.
Nós, pobres pecadores, devemos participar e assistir com enorme gratidão a este sacrifício, todos os dias renovado e atualizado pelo próprio Cristo. Por esta razão, a Santa Missa é tão solene e os abusos por diversas vezes realizados na liturgia devem ser evitados, pois a celebração eucarística é feita de ritos, da repetição da forma desenvolvida pelos apóstolos, e não cabe a simples leigos mudar a forma dela se realizar, mas somente o Colégio Apostólico, liderado pelo Sumo-Pontífice, pode tomar tais decisões. Como feito no Concílio Vaticano II, na qual a Santa Missa pôde começar a ser celebrada na língua local e com o sacerdote virado para o povo.
http://doutrinacatolica.wordpress.com/2011/09/30/entendendo-a-santa-missa/
Para entendermos como a Santa Missa é importante (que além de ser ordenada pelo próprio Cristo “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22, 19), é desejada pelo Pai como uma oblação pura), podemos ler as passagens que seguem:
Inicialmente, o profeta Malaquias inspirado pelo Espírito Santo transmite como o Criador se encontra irritado com a falta de dignidade e pureza dos sacrifícios antigos:
E diante de tal desagrado o profeta também diz que o Pai não aceitaria mais nenhum sacrifício antigo: “o meu afeto não está em vós, diz o Senhor dos exércitos; nem eu receberei algum donativo de vossa mão” (Mal 1, 10), e mais, prefigura um novo sacrifício puro e digno: “Porque desde o nascente do sol até o poente é o meu nome grande entre as gentes, e em todo lugar se sacrifica e se oferece ao meu nome uma oblação pura” (Mal. 1, 11). Ou seja, todo sacrifício oferecido da forma antiga, com sangue de animais não seria mais aceito, e em seu lugar deveria ocorrer um sacrifício puro para o agrado do Senhor dos exércitos.O filho honra seu pai, e o servo reverencia o seu senhor. Se eu, pois, sou vosso pai, onde está a minha honra? E se eu sou o vosso Senhor, onde está o temor que se me deve? diz o Senhor dos exércitos. Convosco falo, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome, e que dizeis: em que desprezamos nós o teu nome? Vós ofereceis sobre o meu altar um pão imundo, e dizeis: Em que te profanamos nós? Nisso que dizeis: A mesa do Senhor está desprezada. Se vós ofereceis uma hóstia cega para ser imolada, não é isto mau? E se ofereceis uma que é coxa e doente, não é isto mau? Oferecei estes animais ao vosso governador, e vereis se eles lhe agradarão, ou se ele vos receberá com agrado, diz o Senhor dos Exércitos (Mal. 1, 6-8).
Porém esta não é a única passagem bíblica que faz menção a um sacrifício puro oferecido a Deus. As passagens do Antigo Testamento podem prefigurar, por diversas vezes, os acontecimentos do Novo Testamento, através dos profetas e suas profecias. Em Gênesis (14, 18-20), podemos ver Melquisedec, rei de Salém e sacerdote do Deus altíssimo, oferecendo pão e vinho em Sacrifício a Deus e abençoando-os. Temos a certeza de que ele era sacerdote, pois no salmo 110 (109) versículo 4, podemos observar que o próprio Deus jurou a Davi “Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec”. Já no Novo Testamento na carta de São Paulo aos Hebreus a partir do capítulo 8 podemos observar o apóstolo afirmar um novo sacerdócio, uma Nova Aliança mais benéfica, ou seja, as coisas não seriam mais como no passado, pois o sangue oferecido seria o do próprio Deus.
A Santa Missa é mais que a “Ceia do Senhor”, pois é o Sacrifício do Altar, é Deus que se imola em todas as celebrações eucarísticas e se dá a nós sob as espécies de pão e vinho. Deus nos alimenta e nos dá de comer e beber sustentando nosso Espírito com o pão da vida, tenhamos, pois, fé e gratidão todas as vezes que participamos da celebração da Santa Missa.
Nós, pobres pecadores, devemos participar e assistir com enorme gratidão a este sacrifício, todos os dias renovado e atualizado pelo próprio Cristo. Por esta razão, a Santa Missa é tão solene e os abusos por diversas vezes realizados na liturgia devem ser evitados, pois a celebração eucarística é feita de ritos, da repetição da forma desenvolvida pelos apóstolos, e não cabe a simples leigos mudar a forma dela se realizar, mas somente o Colégio Apostólico, liderado pelo Sumo-Pontífice, pode tomar tais decisões. Como feito no Concílio Vaticano II, na qual a Santa Missa pôde começar a ser celebrada na língua local e com o sacerdote virado para o povo.
http://doutrinacatolica.wordpress.com/2011/09/30/entendendo-a-santa-missa/



http://www.newliturgicalmovement.org/2011/09/francis-cardinal-arinze-offers-usus.html


Se consideraba suficiente fijar los ojos en la Sagrada Hostia durante la elevación (de hecho, esta práctica decadente de la “elevación” –porque el desprecio por este período continúa– y la también poco saludable Exposición y Bendición del Santísimo Sacramento, encuentran sus orígenes en esos desafortunados tiempos medievales, un período cuyas prácticas litúrgicas haríamos bien en sacarnos de encima).
Apostólica la costumbre de que sólo el sacerdote que celebra la Misa se dé la Comunión a sí mismo (con sus propias manos) y que los fieles la reciban de él.
“Se recibe en la boca lo que se cree por la Fe”.
Estos testigos son del siglo V y VI.
Lo que implica que recibirla en la mano
contraria a la costumbre de los Apóstoles. 


En el año 1888,
estuvo infiltrado como canónigo en Perpignan, le contestó:
filantropía universal
como la transignificación: Según errores tan graves como éste, Cristo estaría presente sólo simbólicamente o, a lo sumo, espiritualmente, igual que en otras partes del mundo. Por tanto, no pasa nada porque se pierdan partículas de la hostia, ya que ahí NO ESTÁ CRISTO PRESENTE con su Cuerpo, Alma, Sangre y Divinidad.
presente en todas y cada una de las partículas después de la consagración, pero pretende simplemente la destrucción del Santo Sacrificio de la Misa y el derribo de la Santa Iglesia Católica, Apostólica, Romana.



Question 281. After the consecration, what is on the altar in the place of bread and wine?




