http://4.bp.blogspot.com/_14vrv7ni7HM/TLYyK0PS85I/AAAAAAAABU8/h4xBT0R8kQU/s1600/20101013225550_D0064009.jpg

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

MISSA TRIDENTINA NO MUNDO



PONTIFICAL Y CONFIRMACIONES
EN VERSALLES (2).

Bella imagen de la Santa Misa tradicional, oficiada por el
Obispo de Versalles. En la ceremonia fue ayudado por los sacerdotes
del Instituto de Cristo Rey Sumo Sacerdote.

Eglise Saint Louis du Port-Marly, France.
ICRSS

CARDENAL PELL ASISTE A
LA FORMA EXTRAORDINARIA.

Su Eminencia el Cardenal Pell asistió, revestido con

capa magna, a la Santa Misa según el Misal del Beato

Juan XXIII, el pasado 13 de julio, en la Catedral de Cobh,

República de Irlanda. El propio cardenal había oficiado la Misa

tradicional el día antes, en una iglesia de la localidad irlandesa de Cork.

Cobh, Ireland.
New Liturgical Movement

PONTIFICAL Y CONFIRMACIONES
EN MELBOURNE.

Monseñor Peter Elliot, Obispo Auxiliar de Melbourne,
ofició la Santa Misa según la Forma Extraordinaria del Rito Romano,
el pasado 12 de julio, en la cual impartió el sacramento de la
Confirmación, en Melbourne, Australia.

Melbourne, Australia.
Latin Mass Melbourne













La Comisión Pontíficia Ecclesia Dei responde a inquietudes que se están presentando

Summorum Pontificum: Ecclesia Dei responde a fiel de Brasil.

En carta fechada el 18 de julio de 2009, la Comisión Pontíficia Ecclesia Dei, por medio de su nuevo secretario, Monseñor Guido Pozzo, respondió a las preguntas de un fiel de Brasil; es el primer documento (Fratres in Unum) de la Pontificia Comisión «Ecclesia Dei» luego de su incorporación a la Sagrada Congregación Para la Doctrina de la Fe.

En la transcripción del Documento -fotografiado- colocamos, para mejor comprensión, las preguntas en rojo y (entre paréntesis):

PONTIFICIA COMISSIO
«ECCLESIA DEI»
Prot. N° 97/09

Vaticano, 18 de Julio de 2009

Ilmo. Sr. ...,

A las cuestiones de su misiva del 29 de Abril p. p., se responde, a tenor del Motu Proprio “Summorum Pontificum”, cuanto sigue:

(¿Después de haber entrado en vigor el Motu Proprio “Summorum Pontificum”, es necesario el permiso del Obispo Diocesano para que algún sacerdote pueda celebrar la Misa Gregoriana?)
1 — El documento pontificio no prevé un permiso especial para que algún sacerdote celebra la santa Misa en la forma extraordinaria (art. 2);

(¿Los fieles deben dominar la lengua latina para poder asistir a la Misa Gregoriana. O bastaría apenas un folleto del misal en formato bilingue (Latín-Portugués) para que los fieles puedan asistir a ella?
2 — A los fieles no se les obliga a tener vastos conocimientos de lengua latina, bastando un misal bilingue o cualquier folleto;

(¿Un grupo pequeño de fieles (por ejemplo: 8 personas), aunque sea estable, es insuficiente para que sea celebrada la Misa en la Forma Extarordinaria?)
3 — El número de fieles del grupo estable depende mucho de las circunstancias locales, las cuales mostrarán si un sacerdote pueda o quiera, a pesar de sus encargos pastorales, ocuparse de un grupo relativamente pequeño;

(¿El obispo Diocesano debe cooperar para que el pedido de la Misa Gregoriana hecho por un grupo estable de fieles se realice?)
4 — El obispo diocesano debe estar de acuerdo con las directivas del documento pontificio (art 5 par 1; and CIC c. 392); otra cosa es verificar la efectiva practicabilidad, de acuerdo con lo que prevé el Motu Proprio;

(¿Los fieles que no hacen parte del grupo estable podran asistir a la Misa Gregoriana?)
5 — Los fieles que no hacen parte del “grupo estable” pueden, evidentemente, participar de la santa Misa en la forma extraordinaria;

(¿Podran realizarse matrimonios en la Forma Extraordinaria del Rito Romano?)
6 — Los matrimonios según la forma extraordinaria son posibles, de acuerdo con el párroco (art. 9, par. 1);

(¿Con la publicación del Motu Proprio “Summorum Pontificum”, el Papa Benedicto XVI desea que la Misa Gregoriana sea ampliamente ofrecida en las Diócesis?)
7 — En cuanto a la aplicación amplia del documento pontificio en una diócesis, basta seguir las indicaciones del mismo documento;

(¿El Santo Padre desea que la enseñanza del Latín vuelva a hacer parte del currículo de los seminarios para que los futuros sacerdotes puedan celebrar Misas en la lengua latina?)
8 — En cuanto a la enseñanza del latín en los seminarios, dar una regla siempre válida del actual Código de Derecho Canónico: Can. 249Institutionis sacerdotalis Ratione provideatur ut alumni non tantum accurate linguam patriam edoceantur, sed etiam linguam latinam bene calleant necnon congruam habeant cognitionem alienarum linguarum, quarum scientia ad eorum formationem aut ad ministerium pastorale exercendum necessaria vel utilis videatur.

(¿Los Obispos Diocesanos deben seguir las orientaciones de la Pontificia Comisión «Ecclesia Dei» sobre la aplicación del Motu Proprio “Summorum Pontificum” aunque el Núncio Apostólico en el Brasil pueda, hipotéticamente, emitir opinión contraria?)
En todas las cuestiones ulteriores, siempre se citará el documento pontificio, siendo el Santo Padre la suprema autoridad eclesiástica, a quien, por institución divina, estamos ligados por amor, respeto y obediencia.

Acepte, Sr. ..., mis manifestaciones de viva estima y consideración en el Señor,

[firmado] Mons. Guido Pozzo
Secretario

Bomba: frade ‘criador’ de Medjugorje reduzido ao estado laical pelo Papa Bento XVI.

Por Simon Caldwell
The Daily Mail
26 de julho de 2009

Vlasic e uma das videntes, Marija Pavlović, nos anos 80.

Vlasic e uma das videntes, Marija Pavlović, nos anos 80.

O Papa laicizou o padre no centro das alegações de que a Virgem Maria vem aparecendo na cidade bosniana de Medjugorje.

O Vaticano decidiu punir o Padre Tomislav Vlasic depois de uma investigação em crescentes preocupações sobre as supostas aparições.

Padre Vlasic é o antigo ‘diretor espiritual’ de seis videntes que afirmam que Nossa Senhora as visitou aproximadamente 40.000 vezes em 28 anos. Ele também foi suspeito de inventar histórias das aparições da Virgem Maria.

O local atrai milhares de visitantes ingleses [ndt: e brasileiros também, especialmente de ‘peregrinações’ promovidas pela Canção Nova - vide abaixo) todo ano.

[Padre Vlasic] pediu para deixar o sacerdócio após o Vaticano também investigar acusações de que era culpado de imoralidade sexual ‘agravadas por motivações místicas’, depois de engravidar uma freira e então persuadi-la a silenciar o assunto.

Padre Vlasic se negou a cooperar com a investigação desde o princípio e foi exilado para um mosteiro em L’Aquila, Itália, onde foi proibido de se comunicar com qualquer pessoa, até mesmo seus advogados, sem a permissão de seu superior.

Veio à tona ontem que ele escolheu deixar o sacerdócio e sua ordem, uma mudança que levou a investigação a um fim abrupto.

A laicização de Padre Vlasic significa que ele está deposto de seu estado clerical.

Ela foi secretamente finalizada pelo Papa em março e representa um forte golpe em milhões de seguidores de Medjugorje por todo o mundo que esperavam que o Vaticano um dia reconhecesse o controverso santuário.

Padre Vlasic foi chamado de ‘criador’ do fenômeno, conforme Pavao Zanic, bispo local quando então as aparições começaram em 1981.

Mais cedo, em meio a uma discussão com o bispo local e o Vaticano, ele fez uma profecia de que a Virgem Maria apareceria na Bósnia.

Meses depois, seis crianças da região – Mirjana Dragićević, Marija Pavlović, Vicka Ivanković, Ivan Dragićević, Ivanka Ivanković e Jakov Colo – disseram ter visto a Virgem numa montanha próxima à sua cidade.

Logo depois, Padre Vlasic anunciou que era ‘diretor espiritual’ delas e em 1984 até mesmo ostentou ao Papa João Paulo II que ele era aquele ‘por meio de quem a providência divina guia os videntes de Medjugorje’.

Mas o clérigo bosniano posteriormente tomou uma posição mais modesta quando se soube que ele seria pai de uma criança com uma freira chamada Irmã Rufina e que se negou a deixar sua ordem para se casar com ela.

Padre Vlasic então se mudou para Parma, Itália, onde fundou uma comunidade religiosa mista (masculina e feminina) chamada Rainha da Paz, que foi dedicada às aparições.

Ele foi suspenso no ano passado pela Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé em meio a uma investigação sobre sua conduta depois de três comissões eclesiásticas terem fracassado em encontrar evidências para sustentar as afirmações dos videntes.

Os bispos da antiga Iugoslávia finalmente declararam que “não pode ser afirmado que estas matérias digam respeito a aparições ou revelações sobrenaturais”.

O Cardeal Joseph Ratzinger – agora Papa Bento XVI – também tinha proscrito peregrinações ao local, mas isso foi amplamente ignorado.

Pelo contrário, os videntes se enriqueceram como resultado de suas alegações – assim como sua cidade, que sofreu um boom como conseqüência da “corrida pelo ouro da Madonna”.

Alguns hoje são proprietários de casas inteligentes com jardins refinados, garagens duplas e entradas de segurança, uma delas possuindo uma quadra de tênis.

Também possuem carros caros e um deles, Ivan Dragicevic, se casou com uma antiga miss americana.

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OFÍCIO DO SUPERIOR GERAL DA ORDEM DOS FRADES MENORES

ORDO FRATRUM MINORUM
MINISTER GENERALIS

Prot. N. 098714

Aos Superiores Provinciais da Bósnia Herzegovina, Croácia e Itália.

Caro Irmão Superior,

O Santo Padre, aceitando a requisição do frade Tomislav Vlasic, O.F.M., membro da província dos frades menores de S. Bernardino de Siena (L’Aquila), responsável por conduta nociva à comunhão eclesial tanto na esfera doutrinal como disciplinar, e sob a censura de interdito, lhe concedeu o favor da redução ao estado laico (amissio status clericalis) e demissão da Ordem.

Além disso, o Santo Padre concedeu ao peticionário, motu proprio, a remissão da censura incorrida assim como o favor da dispensa dos votos religiosos e de todas as responsabilidades associadas às ordens sagradas, inclusive celibato.

Como um preceito penal salutar – sob pena de excomunhão que a Santa Sé declararia, e, se necessário, sem advertência canônica prévia – as seguintes ordens são impostas ao Sr. Tomislav Vlasic:

a) Absoluta proibição de exercer qualquer forma de apostolado (por exemplo, promover devoções públicas ou privadas, ensinar doutrina Cristã, direção espiritual, participação em associações leigas, etc) assim como aquisição e administração de bens destinados a propósitos religiosos;

b) Absoluta proibição de publicar declarações sobre matérias religiosas, especialmente a respeito do “fenômeno de Medjugorje”;

c) Absoluta proibição de residir em casas da Ordem dos Frades Menores.

Para a execução das medidas sérias impostas pela Santa Sé com respeito ao Sr. Tomislav Vlasic, a mesma Sé Apostólica comunica diretamente aos Superiores de Ordem.

Portanto, volto-me a vós para que sejais vigilantes e informeis aos Guardiães e superiores das casas filhas, respeitosamente, a respeito de Tomislav Vlasic, das medidas pontifícias a ele concernentes, em particular a respeito da proibição de residir em qualquer causa pertencente à Ordem dos Frades menores, sob pena de remoção do cargo.

Confiando em vossa plena compreensão e pronta cooperação, cumprimento-vos fraternalmente.

Roma, 10 de março de 2009.

Fr. José Rodriguez Carballo, OFM
Superior Geral

Fonte: Catholic Light

fonte:fratres in unum

En el XXX aniversario de la muerte del cardenal Ottaviani (II). Biografía (primera parte)


- Eminencia, ¿sabe que está considerado como el más obstinado conservador del Vaticano?
- ¿Cómo no, hijo mío? Sólo faltaría que precisamente yo me pusiese a querer cambiarlo todo. Yo he sido puesto aquí, en el Santo Oficio, para custodiar el tesoro de la Iglesia, es decir dogmas, posiciones doctrinales, ciertas leyes, ciertos artículos del Derecho Canónico que forman la verdad católica o los medios de tutela de esta verdad. Yo soy el carabiniere que custodia la reserva de oro. ¿Cree usted que cumpliría con mi deber desertando, dejando la vigilancia, descabezando sueños, cerrando un ojo? ¿Y cree usted que estaría bien que precisamente yo respaldase los movimientos que aportan mutaciones en los principio, o bien que favorecen reformas que a la larga pueden dar un significado diferente a los principios? La Iglesia vive un tránsito. Tenía ciertas leyes y ciertas convicciones. Mientras estaba en curso una “constituyente”, yo las he custodiado y las he defendido. ¿Ha comprendido?

Este diálogo tuvo lugar en 1967, en el curso de una entrevista concedida por el entonces prefecto de la flamante Congregación para la Doctrina de la Fe en el Palacio del Santo Oficio, pegado al recinto de la Ciudad Leonina, al influyente periodista italiano Alberto Cavallari, en aquella época director de Il Gazzetino de Venecia (y futuro director de Il Corriere della Sera). La respuesta del gran purpurado define lo que fue su vida entera al servicio de la Santa Sede, del Papado, de Roma, para él conceptos equivalentes. Roma es impensable sin el Papado y es al servicio de éste al que está la Santa Sede, que es como el gabinete ministerial de la Iglesia Católica. La estrella de Ottaviani se hallaba ya declinante, pero como los grandes astros agonizantes, emitía un fulgor deslumbrante. Nunca fue más grande este cardenal que cuando dejó de tener poder y debió hacer mutis por el foro. Se mostró leal a toda prueba a pesar de las ingratitudes y las decepciones. Se mantuvo adherido a la roca de Pedro con la fuerza de un molusco, a prueba del embate de las olas (y Dios sabe qué tempestades azotaron entonces las costas del Catolicismo).

En unos provocaba recelo; en otros, rechazo; en otros, en fin, conmiseración, la que se concede a los que se cree que no tienen remedio. Pero estos sentimientos nacían muchas veces de la ignorancia sobre la persona, postergada por la importancia decisiva del cargo que ejercía, ciertamente poco cómodo e ingrato, porque corregir al que yerra –aunque sea una de las obras de misericordia– resulta antipático. El cardenal Ottaviani puede ser considerado como el gran desconocido de entre los personajes que desempeñaron un papel importante en Historia de la Iglesia del siglo XX. Contribuir en dar a conocer su figura y su obra en su auténtica envergadura y lejos de los tópicos que demasiado tiempo las han rodeado es el objeto de estas líneas.


Romano di Roma


Los Ottaviani eran, a finales del siglo XIX, una de esas familias orgullosas de su romanidad de pura cepa, que se remonta por generaciones y generaciones hasta perderse en lo profundo de los siglos: lo que llama ser “romano di Roma”. La secular vecindad y sumisión al Papado hizo católicos sinceros y practicantes pero sin mojigatería; más bien con un sano desparpajo y desenfado en el trato con el clero que chocaría a cualquiera que no conociese la idiosincrasia de los romanos, que lo han sido visto todo: desde la santidad más acreditada hasta el triunfo de la más descarada mundanidad. Lutero vino a la Roma de Julio II y se escandalizó; los romanos simplemente se alzaban de hombros; si acaso, componían pasquines, pero nunca se les hubiera pasado por la cabeza rebelarse en nombre de una reforma. Su catolicismo es instintivo; quizás mezclado con algún resabio de la proverbial superstición de sus antepasados más antiguos, pero franco y sólido. No es casual que Roma sea la città delle edicole, de esas pequeñas capillitas u hornacinas adornadas con la imagen de la Madonna que campean en lo alto de las esquinas de sus edificios.

Enrico Ottaviani no era un hombre pudiente; se ganaba la vida con su oficio de fornaio (panadero). Había formado una familia numerosa con Palmira Catalini, la típica massaia dedicada a su hogar, a cuya economía contribuía no sólo con su sabia administración doméstica, sino con el empleo de bustaia (confección de sobres de carta), que podía llevar a cabo en casa en las pocas horas libres que le dejaba la atención de su extensa prole. Diez hijos había ya dado a luz cuando nació, el 29 de octubre de 1890, un niño al cual, siguiendo la extraña costumbre familiar, pusieron el nombre germánico de Alfredo (y todavía seguiría otro vástago). Muchos años después, el futuro cardenal bromearía sobre ello en plena polémica alrededor de la encíclica Humanae vitae de Pablo VI: “Si mis padres hubieran pensado como los que hoy defienden la píldora seguro que yo no estaría en este mundo”. El hecho tuvo lugar en una morada en la Via dei Vecchiarelli en el romanísimo rione Ponte, el mismo donde algunos años antes había visto la luz otro romano di Roma que se haría célebre y que marcaría la vida de Alfredo Ottaviani: Eugenio Pacelli. Aquél, sin embargo, siempre se consideró trasteverino. Y es que siendo aún muy pequeño, la familia se trasladó a vivir al popular barrio de la orilla derecha del Tíber donde no se puede ser más romano.

El Trastevere es, junto con el Borgo, lo que queda de más auténtico de la Roma del popolino. Allí, en la estrecha Via dei Vascellari, cerca del antiguo puerto fluvial de Ripa Grande, donde atracaban las embarcaciones (i vascelli) puso su casa y panadería Enrico Ottaviani y allí, en medio de otras gentes modestas y trabajadoras, crecieron sus hijos, que se hicieron al genio y a la lengua romanescos, cantados por Gioacchino Belli y Trilussa. El romanesco o romanaccio es el dialecto propio del romano di Roma y una de sus inequívocas señas distintivas y el futuro cardenal del Santo Oficio lo llegaría a conocer bien y a hablarlo. El pequeño Alfredo cursó la educación primaria con gran aprovechamiento, pero no se crea que fuese lo que se suele decir un “empollón”. Tenía facilidad para el estudio y se sentía inclinado a él, pero, fiel a la antigua máxima clásica que asevera mens sana in corpore sano, dedicaba parte de su tiempo al ejercicio físico, al que, como Pacelli, atribuía una gran importancia, cultivándolo hasta la vejez. Sólo que a diferencia del que se convertiría en Pío XII, que era delicado de constitución, Ottaviani era fuerte y recio. Competía con sus compañeros de juegos en las típicas luchas cuerpo a cuerpo, que tanto gustan a los ragazzi, como atestiguan fotos de aquel tiempo.

Ottaviani clérigo

Superada con las mejores notas la scuola elementare y fuertemente inclinado a la religiosidad, sus padres dieron su asentimiento para que ingresara en el Seminario Romano, dirigido entonces por monseñor Domenico Spolverini. Con sede en el antiguo Palacio de Letrán, el papa Pío X ha querido unirle el prestigioso y benemérito Seminario Pío, fundado sesenta años atrás por el papa Mastai-Ferretti bajo la protección de la Inmaculada. La institución resultante será un campo fértil del que se cosecharán ilustres dignatarios de la Iglesia. Los alumnos se nutrían intelectualmente con una enseñanza profunda y estaban en contacto con las autoridades más altas de la Iglesia. No era raro, pues, que apenas ordenados tuvieran ya un destino en la Curia Romana e hicieran una brillante carrera. También es de notar que estamos en plena época del antimodernismo, por lo cual se tenía especial cuidado en escoger el cuerpo docente para imbuir el sentido de la sana doctrina en los seminaristas, lo cual en Alfredo Ottaviani se logró con indudable éxito. Siempre recordaría con gratitud a los maestros que le enseñaron a distinguir e identificar los peligros contra la fe. Después de haber cursado con gran provecho la Filosofía y la Teología, fue ordenado sacerdote el 18 de marzo de 1916, celebrando su primera misa el día siguiente, festividad de san José, en medio del regocijo de su familia, superiores, amigos, condiscípulos y la buona gentarella de su amado Trastevere.

En estos años se muestra como un observador atento de su tiempo: estamos en plena época bélica. El Guerrone temido por san Pío X alcanza proporciones inauditas y se ha convertido en una trágica sangría, segando una cantidad sin precedentes de jóvenes vidas. También los clérigos deben partir al frente, como por ejemplo: Domenico Tardini, compañero de Ottaviani y Angelo Giuseppe Roncalli. Otros, como el mismo Ottaviani y su amigo Pietro Parente, logran librarse del servicio militar. Ello posibilita al primero continuar sus estudios para sacar la licenciatura en Derecho, especializándose en el Eclesiástico, sobre todo el público, del cual será con los años un brillante exponente. Al mismo tiempo desarrolla su apostolado entre el pueblo sencillo, al que le une una gran simpatía y afinidad. Ni aun como cardenal renegará de sus orígenes, recalcando siempre que su padre era “operaio panettiere” (“obrero del pan”). Por esta época inicia su ministerio pastoral en el Pontificio Oratorio de San Pedro, institución creada para educar y orientar a los niños y adolescentes pobres que pululaban en el Trastevere y el Borgo, lo que los monseñores vaticanos llaman con benevolencia la sacra canaglia, hacia los que siempre demostrará Ottaviani un paternal y abnegado afecto.

En la Curia Romana

En 1919 entra a formar parte del engranaje de la Curia Romana llamado a la Sagrada Congregación de Propaganda Fide en calidad de minutante bajo la guía del cardenal holandés Willem van Rossum, que quería desgajar la acción evangelizadora de los misioneros del colonialismo europeo. Aquí adquiriría Ottaviani ese sentido misional y de universalidad que plasmaría años más tarde Pío XII en su gran encíclica Fidei donum. Dos años más tarde, es señalado por monseñor Borgongini-Duca a la atención del papa Benedicto XV, que lo transfiere a la primera sección de la Secretaría de Estado. El 15 de marzo de 1922 entra a formar parte de la corte pontificia como chambelán privado de Su Santidad. Entre 1926 y 1928 será rector del Pontificio Colegio Bohemo, familiarizándose con la siempre cambiante y precaria realidad de los pueblos de la Mitteleuropa y del Este. Obtiene el tratamiento de monseñor anejo al título de prelado doméstico de su Santidad el 31 de mayo de 1927 por gracia de Pío XI. Tras la promoción episcopal de monseñor Ciriaci, nombrado nuncio apostólico, monseñor Ottaviani ocupa su puesto como sub-secretario de la sagrada Congregación para los Asuntos Eclesiásticos Extraordinarios durante dos años, hasta que el 7 de junio de 1929, el año de la Conciliación, es nombrado Substituto de la Secretaría de Estado. En 1931 llega el título de protonotario apostólico, con lo cual, a los 41 años, es ya un prelado conocido y respetado, que ha aprendido en la escuela de la Secretaría de Estado a conducirse con exquisita diplomacia permaneciendo inequívocamente fiel a los principios.

Su entrada en el Santo Oficio data del 19 de diciembre de 1935 en calidad de asesor. Aprendió a montar guardia en torno al depositum fidei y en los siguientes treinta años no defraudó las expectativas cifradas en él para este delicado encargo. Su biógrafo Emilio Cavaterra traza de él un retrato de esta época que será válido para lo sucesivo: “Abierto y cordial en las relaciones humanas, severo e intransigente en materia de fe y de costumbres, caritativo y disponible para los humildes, los pobres, los marginados, pero también para los arrepentidos de la Iglesia”. A principios de 1937, se manifestarán los primeros síntomas de la afección ocular que, andando el tiempo, lo dejará casi ciego. Es tratado por el profesor Riccardo Galeazzi-Lisi, oculista al que el cardenal secretario de estado Pacelli ha confiado su salud como médico de cabecera. Ese mismo año trabaja sin tregua en la encíclica que Pío XI está preparando contra el comunismo. El estudio de la documentación y los informes que llegan sobre la tiranía en la Rusia soviética no le dejan lugar a dudas al asesor del Santo Oficio: se trata de un sistema “intrínsecamente perverso”, como en efecto lo definirá el papa Ratti.

Publicada la encíclica Divini Redemptoris, monseñor Ottaviani se toma un período de descanso y viaja a los Estados Unidos, que acababan de ser visitados el año anterior por Pacelli el “cardenal transatlántico panamericano” como lo llamó Pío XII. Visita Nueva york, Washington, Boston, Buffalo y llega a ver las cataratas del Niágara. De regreso a Italia en el Vulcania, toca Portugal, Gibraltar, Argelia y España. En ésta es recibido por el cardenal Segura, que, expulsado por la República, había podido regresar a la zona nacional. El purpurado español le cuenta las atrocidades de la persecución religiosa que están llevando a cabo los rojos, es decir, los comunistas, informaciones que el siempre despierto y atento monseñor de la Curia Romana tendrá siempre muy en cuenta.

Desembarcado en Nápoles, toma el tren para Roma y se incorpora de nuevo a la rutina del trabajo, por razón del cual es recibido en audiencia regularmente por Pío XI. La salud de éste no es buena y da no pocos sobresaltos entre mejorías inesperadas y agravamientos alarmantes. Se diría que el Papa declina al mismo ritmo que la paz en Europa. Como siempre, monseñor Ottaviani observa y anota los acontecimientos que se precipitan: el Anschluss, la conferencia de Munich, la anexión de los Sudetes y la constitución del Protectorado alemán de Bohemia y Moravia, acontecimientos estos dos últimos a los que fue especialmente sensible el que había sido rector del Pontificio Colegio Bohemo. También en Italia las cosas empeoran: Mussolini adopta las leyes raciales y hostiga a la Iglesia. Pío XI muere en un estado de cosas que está apunto de estallar. Para sucederle es elegido el cardenal Pacelli, prácticamente designado por su antecesor. Toma el nombre de Pío XII y será el papa de Ottaviani. (Continuará…)
fonte:roma aeterna

domingo, 2 de agosto de 2009

Ano Sacerdotal - ocasião preciosa para aprofundar valor da missão dos presbíteros: Bento XVI, ao Angelus, em Castelgandolfo







“Uma preciosa ocasião para aprofundar o valor da missão dos presbíteros na Igreja e no mundo”: foi nestes termos que Bento XVI classificou o Ano Sacerdotal em curso, dirigindo-se, neste domingo ao meio-dia, antes da recitação do Angelus, aos fiéis congregados no pátio interior de Castel Gandolfo.
Depois de agradecer aos habitantes e às autoridades desta vila lacial as boas-vindas que lhe reservaram, ao chegar, vindo dos Alpes, quarta-feira passada, o Papa apontou os “úteis pontos de reflexão” que nestes primeiros dias de Agosto nos são propostos nas figuras de diversos santos comemorados na liturgia quotidiana…

“Ontem era a memória litúrgica de Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja, grande mestre de teologia moral e modelo de virtudes cristãs e pastorais, sempre atento às necessidade religiosas do povo.
Hoje contemplamos em São Francisco de Assis o ardente amor pela salvação das almas, que cada sacerdote deve constantemente nutrir: ocorre de facto o chamado perdão de Assis que ele obteve do Papa Honório II em 1216, depois de ter tido uma visão, quando se encontrava em oração na capelinha da Porciúncola”.

Aparecendo-lhe na sua glória, com a Virgem Maria à direita e muitos anjos à volta, Jesus pediu-lhe para exprimir um desejo…

“Francisco implorou um perdão amplo e generoso para todos os que, arrependidos e confessados, visitassem aquela igreja. Tendo recebido a aprovação pontifícia, o Santo não esperou nenhum documento escrito, mas correu a Assis e, ao chegar à Porciúncula, anunciou a boa notícia: “Meus irmãos, quero mandar-vos todos para o Paraíso!”

Desde então, todos os anos – recordou o Papa – do meio-dia de 1 de Agosto até à meia-noite do dia seguinte, pode-se lucrar, nas condições habituais, a indulgência plenária, mesmo para os defuntos, visitando uma igreja paroquial ou franciscana.

Bento XVI prosseguiu a sua referência aos santos que a liturgia recorda nestes dias e que constituem exemplos de vida sacerdotal. Antes de mais o Santo Cura d’Ars, a 4 de Agosto: é precisamente nos 150 anos da sua morte que se está a celebrar o Ano Sacerdotal. O Papa prometeu dedicar a catequese da audiência geral de quarta-feira a “este humilde pároco, que constitui (disse) um modelo de vida sacerdotal”.

Evocado também São Caetano de Thiene, “que costumava repetir que “não é com o amor sentimental, mas com o amor dos factos que se purificam as almas”. E ainda, a 8 de Agosto, São Domingos, do qual se disse que, “quando abria a boca, ou era para falar com Deus na oração ou para falar de Deus”.

“Finalmente não posso deixar de recordar a grande figura do Papa Montini, Paulo VI, do qual ocorre, a 6 de Agosto, o trigésimo primeiro aniversário da morte, precisamente em Castel Gandolfo. A sua vida, tão profundamente sacerdotal e rica de tanta humanidade, permanece na Igreja como um dom do qual dar graças a Deus.
Que a Vigem Maria, Mãe da Igreja, ajude os sacerdotes a serem todos totalmente enamorados de Cristo, seguindo o exemplo destes modelos de santidade sacerdotal”.

Carta de Mons. Guido Pozzo: "os fiéis não são obrigados a ter vastos conhecimentos da língua latina, bastando um missal bilíngüe ou qualquer folheto."

Muito prezado professor Orlando,

Salve Maria!

Enviei nove perguntas à Ecclesia Dei no final de Abril deste ano. Mas, responderam a carta dia 18 de Julho. Isto é muito importante. Temos então, uma resposta já da nova situação em que se encontra a Ecclesia Dei -- incorporada à Doutrina da Fé.
Carta de monsenhor Guido Pozzo, o novo secretário. Assim, ninguém poderá argumentar que não tem mais valor a carta que recebi, afinal já está com a nova configuração da Ecclesia Dei.

Das nove perguntas, a nona era a mais espinhosa. Monsenhor Pozzo respondeu a nona questão chamando-a como "questões ulteriores". Deixa na resposta a clara importância do motu proprio Summorum Pontificum e declara a autoridade do Santo Padre. Fala de obediência... de modo que até o Núncio Apostólico no Brasil deve ser obediente ao Santo Padre.

Creio que as duas coisas mais importantes estão nas duas primeiras questões. Não precisamos de permissão do Bispo. Os fiéis não precisam dominar o Latim, basta apenas um folheto bilíngue ou qualquer folheto. E essa resposta veio em documento oficial e para fiéis brasileiros.

As perguntas que fiz: (em anexo a carta de monsenhor Pozzo em formato PDF)

1- Após ter entrado em vigor o Motu Proprio "Summorum Pontificum", é necessária a permissão do Bispo Diocesano para que algum padre possa celebrar a Missa Gregoriana?

2- Os fiéis devem dominar a língua latina para poderem assistir a Missa Gregoriana? Ou bastaria apenas um folheto do missal em formato bilíngue (Latim - Português) para que os fiéis possam assistí-la?

3- Um grupo pequeno de fiéis (por exemplo: 8 pessoas), embora seja estável, é insuficiente para que seja celebrada a Missa na Forma Extraordinária?

4- O Bispo Diocesano deve cooperar para que o pedido de Missa Gregoriana feito por um grupo estável de fiéis seja realizado?

5- Os fiéis que não fazem parte do grupo estável poderão assistir a Missa Gregoriana?

6- Poderão ser realizados matrimônios na Forma Extraordinária do Rito Romano?

7- Com a publicação do Motu Proprio "Summorum Pontificum", o Papa Bento XVI deseja que a Missa Gregoriana seja amplamente ofertada nas Dioceses?

8- O Santo Padre deseja que o ensino do Latim volte a fazer parte do currículo dos seminários para que os futuros padres possam celebrar Missas na língua latina?

9- Os Bispos Diocesanos devem seguir as orientações da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei sobre a aplicação do Motu Proprio "Summorum Pontificum" mesmo que o Núncio Apostólico no Brasil possa, hipoteticamente, emitir opinião contrária?

Forte abraço!

Em Cristo,
Carlos Eduardo Monteiro

fonte:Grupo de estudo Veritas

En el XXX aniversario de la muerte del cardenal Alfredo Ottaviani (I). Su vida en cómic




















Nota.- Este cómic, publicado en 1970, es hijo de su tiempo: la época del post-Concilio, marcada por un movimiento de contestación basado en lo que Benedicto XVI ha llamado una “hermenéutica de ruptura” de los documentos conciliares respecto de la Tradición. El cardenal Ottaviani, cuyo instinto inequívocamente católico se había afinado a lo largo de muchos años al servicio de la Santa Sede, fue un clarividente prelado que quiso poner en guardia contra los peligros que entonces se presentaban como reformas deseables y que, con la perspectiva del tiempo, hoy vemos que fueron mal llevadas y peor realizadas. Ello le valió la incomprensión y la sorna de muchos, incluso entre sus colegas de púrpura. Se quiso ver en él al principal aludido por el beato Juan XXIII al fustigar en el discurso inaugural del Vaticano II a los “profetas de calamidades”. Desgraciadamente, como a Casandra en la asediada Troya, nadie quiso hacerle caso, pero al cabo tuvo razón y el caballo de los dánaos –para usar la expresión de Dietrich von Hildebrand– logró penetrar en la Ciudad de Dios.

El cómic que publicamos no deja de resentirse de ciertas alusiones a la fama de intolerante del gran cardenal del Santo Oficio y de algunas ideas demasiado optimistas sobre el Concilio (que el tiempo se ha encargado de relativizar si no de desacreditar), pero creemos que está diseñado desde un fundamental respeto hacia el que no temía en definirse como “il Carabiniere della Chiesa”, siempre alerta y siempre dispuesto al sacrificio. Es por ello por lo que, como curiosidad gráfica –en un tiempo en el que el género de la historieta ha perdido gran parte de su encanto y su función educativa y formativa– y como documento ilustrativo para toda clase de lectores, no nos hemos resistido a reproducirlo en este blog como parte del homenaje que estos días, en ocasión del XXX aniversario de su piadoso tránsito, queremos rendir al cardenal Alfredo Ottaviani, como Pío XII romano di Roma, imbuido del amor a la Sede de Pedro y a la Cruz de Cristo, que permanece pese a todo mientras el mundo se revoluciona.
fonte:Roma Aeterna

Mons. Ramjith:Uma Liturgia que não põe Deus no centro, não é católica.

Deus no centro, não o homem


Pax et bonum!

Mui recentemente encontrei dois textos, não tão novos, mas bem interessantes. São duas entrevistas semelhantes tanto nas perguntas como nas respostas. As duas foram feitas por Bruno Volpe, do Pontifex. A primeira ao Card. Darío Castrillón Hoyos, ex-prefeito da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, e a segunda a Dom Albert Malcolm Ramjith, ex-secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e atual arcebispo de Colombo (Sri Lanka).

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Eminência, o que é a Santa Liturgia?
Respondo assim: a Liturgia é a presença viva de Deus, tal como disseram também os Padres da Igreja, e a busca do sagrado. Uma Liturgia que não põe Deus no centro, não é católica. Para ser mais claro, na Liturgia, o sacerdote nunca deve ser protagonista, colocar-se em evidência. Citemos, por exemplo, o que aconteceu em Lourdes durante a recente viagem do Papa.

O que aconteceu?
Um sacerdote considerou oportuno, segundo o seu gosto, mudar as palavras da Ave Maria. Você percebe? Pretende-se mudar uma oração nascida da fé e pela mania de protagonismo.

Eminência, o que a Liturgia sofre hoje em dia?
Creio que diminuiu, ao menos em parte, o sentido do sagrado. O sentido místico e o valor da Cruz. Não compreendo certos celebrantes que se sentem grandes fazendo-se senhores e donos da Missa, que é o maior símbolo do amor de Deus pelo homem.

Por que algumas vezes, em nome de uma estranha ideia de criatividade litúrgica, ocorrem tantos abusos?
Quando o celebrante se enche de orgulho, inventando ou criando coisas, faz Cristo desaparecer de sua mente e coração. Esquece-o. Lembre que Cristo está sempre no primeiro lugar. Às vezes, nas Missas, falta o sentido de Deus, o Verbo Encarnado que, na Liturgia da Igreja, encontra sua glória. Uma pessoa humilde e simples chega à igreja e se ajoelha. Hoje ajoelhar-se causa estranheza, parece estar fora de tempo e de lugar.

O que pode dizer do Rito Romano antigo?
Que é belo. Que o latim deve ser valorizado nas escolas e nos seminários. Mas o centro continua sendo a Cruz e Cristo. Você pensa que Mozart escreveu certas belezas olhando para o mar? Não. Tinha Cristo e um “pedaço de pão”, que é a Sagrada Eucaristia, como ponto alto de suas inspirações.

O que pensa da Comunhão na mão?
A Liturgia se baseia também na Tradição. É necessário voltar a dar valor ao silêncio, à genuflexão, e compreender e fazer compreender, também às crianças, que não é belo tomar na mão o Corpo de Cristo, especialmente depois de pegar num brinquedo. Devemos respeitá-lo, reverenciá-lo. Com respeito, de joelhos, e sem tocá-lo.

Hoje, muitas vezes, briga-se pela Liturgia…
Isto está mal. A Liturgia não deve converter-se nunca em objeto de discussões. É o cúmulo brigarmos precisamente por causa do supremo ato de amor. Todos devem ser respeitosos quanto às ideias dos outros. Por exemplo, se o Papa está administrando a Comunhão aos fieis de joelhos, aqueles que querem que o sacramento se administre assim, cantam vitória. Se acontece o contrário, exultam os outros. Deste modo, não se progride…

O que é preciso?
Respeito, caridade e abandonar o orgulho. Com moderação, e o digo aos próprios “tradicionalistas”. São insaciáveis. Repito-o: insaciáveis. E assim fazem mal a nós e a si mesmos. Inundam você com cartas, escrevem na internet. Há aqueles que querem que a Basílica de Santa Maria Maior seja dedicada exclusivamente à Missa antiga. Repito-o: moderação e medida. Soberba e orgulho são o contrário do ato de Amor contido na Eucaristia.

Traduzido por Luís Augusto – membro da ARS
Saudamos todos os nossos amigos que nos visitam, finalmente regressamos ...sentimos bem a falta de contacto com todos vós mas vamos já ao trabalho para Glória de Deus