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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cardeal Dario Castrillon FEZ 83 anos : Con el motu proprio Summorum Pontificum quedó permitida, o más que permitida ofrecida, a todos los sacerdotes del mundo la misa

Cardeal Darío Castrillón FEZ 83 anos

Desde o nosso Blog Missa Tridentina em Portugal queremos unir-nos em espírito a Sua Eminência o Cardeal Darío Castrillón no Te Deum a Deus pelos seu 83ºAniversário e pelo seu amor e zelo em prol do fomento da Missa Tridentina no mundo dando assim cumprimento ao Motu Proprio Summorum Pontificum do Papa Bento XVI que foi publicado a 7 de Julho de 2007.
Conhecemos o seu zelo incansável e dele ainda esperamos novos frutos já que nos prometeu que vai escrever um livro sobre a Missa Tridentina, que Deus o inspire e o siga iluminando no seu apostolado sacerdotal e Ad Multos Annos...

O Rito Gregoriano é hoje um rito litúrgico vivo, o qual continuará seu progresso sem perder nenhuma de suas riquezas, amparado na tradição.



Párocos e bispos "devem aceitar" os pedidos dos Católicos que pedirem a antiga forma da Missa (em latim ). Este é o "expresso desejo do Papa, "legalmente estabelecido", o qual "deve ser respeitado tanto pelos superiores eclesiásticos como pelos ordinários locais", insistiu. O Cardeal Castrillón continuou, afirmando que "todos os seminários" devem prover treinamento na outra forma da Missa "como um hábito".

Cardeal Dário Castrillon Hoyos – Cardeal encarregado pela implementação da liberalização da Missa Latina e dos outros ritos como eram celebrados antes do Concílio Vaticano II, feita pelo Papa Bento XVI – fez estas observações no prefácio da próxima edição do livro "As Cerimónias do Rito Romano Descritas", o manual inglês padrão a respeito de como celebrar os ritos antigos, lançado ontem.

O Cardeal Castrillón comentou o livro, – 50ª edição, desde que foi publicado pelo Padre inglês Dr. Adrian Fortescue, em 1917 – editado pelo distinto estudioso liturgista Dr. Alcuin Reid, como "uma fonte confiável para a preparação e celebração dos ritos litúrgicos", que o Papa Bento "autoritativamente decretou que podem ser livremente usados". Espera-se que a obra seja publicada pela Continuum/Burns & Oates pelo fim de 2008.



Alcuin Reide, falando de Londres, disse: "A honra do Cardeal ter concordado com este livro demonstra e dá ênfase à importância da antiga forma da Missa e dos sacramentos na renovação geral do Papa Bento na vida litúrgica da Igreja Católica". Ele continua: "Nós estamos em um momento crítico na história da liturgia, e a retirada das restrições da celebração dos antigos ritos, possibilita que estes contribuam com a devoção Católica através do mundo, e reforçam a sua qualidade.

O Director de Publicações de Londres da Continuum, Robin Baird-Smith, acrescentou: "Nós estamos encantados com o fato deste título ter retornado à impressão da 'Burns & Oates', e de uma obra tão importante para estes tempos estar sendo publicada".
Adrian Fortescue, J.B. & Alcuin Reid, "As Cerimónias do Rito Romano Descritas" será publicado em Outubro de 2008 no Reino Unido e em Dezembro de 2008 nos EUA.



Da nova edição do "Cerimónias", eis o prefácio do Cardeal Castrillon Hoyos:

É um prazer para mim apresentar esta 50ª edição de "As Cerimônias do Rito Romano Descritas", a primeira edição desde que o Motu Proprio de nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI, Summorum Pontificum, datado de 07 de Julho de 2007, esclareceu definitivamente que os ritos de acordo com os livros litúrgicos em uso em 1962 nunca foram ab-rogados, e que constituem verdadeiramente um tesouro que pertence à toda a Igreja Católica e devem estar disponíveis largamente a todos os fiéis Cristãos.



Está claro, agora, que os Católicos têm um direito jurídico aos antigos ritos litúrgicos, e que os párocos e bispos devem aceitar tais petições e pedidos dos fiéis que pedem por estes ritos. Este é o desejo expresso do Romano Pontífice, legalmente estabelecido no Summorum Pontificum, de forma que deve ser respeitado tanto pelos superiores eclesiásticos como pelos ordinários locais.

O Santo Padre está satisfeito com a generosa resposta à sua iniciativa, pelos vários padres que se dispuseram a aprender novamente os ritos e cerimônias do Santo Sacrifício da Missa e dos outros sacramentos, conforme o Usus Antiquor, de forma que possam servir às pessoas que o desejam. Eu encorajo os padres a fazerem isso, em espírito de generosidade pastoral e amor pelo patrimônio litúrgico do Rito Romano.



Os seminaristas, como parte de sua formação em liturgia da Santa Igreja, devem também se familiarizar como tal uso do Rito Romano, não somente para servir às pessoas de Deus que requisitarem esta forma da devoção Católica, mas também para ter uma profunda apreciação da formação dos livros litúrgicos em vigor hoje em dia. A partir disso, todos os seminários devem prover tal tipo de treinamento como um hábito.

O presente livro, um guia clássico para a celebração do antigo Rito Gregoriano da Igreja no mundo anglofono, servirá aos sacerdotes e seminaristas do século XXI – da mesma forma que serviu vários sacerdotes do século XX – em sua missão pastoral, a qual agora necessariamente inclui a familiaridade com a abertura ao uso da antiga forma da Sagrada Liturgia.

Eu felizmente exalto esta obra ao clero, seminaristas e leigos, como uma ferramenta confiável para a preparação e celebração dos ritos litúrgicos autoritativamente garantidos pelos Santo Padre no Summorum Pontificum.



Eu felecito o distinto estudioso liturgista,Dr. Alcuin Reid, pelo seu cuidado e precisão em assegurar que sua edição revisada, estivesse de acordo com as últimas decisões autoritativas referentes a estes ritos litúrgicos. Como o Papa Bento XVI escreveu em sua carta que acompanhou o Summorum Pontificum: "Na história da liturgia há um crescimento e progresso, mas não ruptura". O Rito Gregoriano é hoje um rito litúrgico vivo, o qual continuará seu progresso sem perder nenhuma de suas riquezas, amparado na tradição.

Em que o Santo Padre continuou: "Aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós, e não pode ser de improviso totalmente proibido ou mesmo considerado prejudicial. Faz-nos bem a todos conservar as riquezas que foram crescendo na fé e na oração da Igreja, dando-lhes o justo lugar". Que este livro ajude a Igreja de hoje e de amanhã a realizar a visão do Papa Bento XVI.

Darío Cardeal Castrillón Hoyos
Presidente da Pontifícia Comissão "Ecclesia Dei"
25 de setembro de 2008

Card. Darío Castrillón:Con el motu proprio Summorum Pontificum quedó permitida, o más que permitida ofrecida, a todos los sacerdotes del mundo la misa


*Declaraciones de Su Eminencia Reverendísima a RCN Radio de Colombia:

“ Con el motu proprio Summorum Pontificum quedó permitida, o más que permitida ofrecida, a todos los sacerdotes del mundo la misa del rito anterior. Todo sacerdote tiene derecho; el obispo no puede impedir que los sacerdotes celebren en el rito antiguo, y en las casas religiosas no se puede impedir. Y a petición de un grupo de fieles se debe ofrecer la misa.”
Publicado por Fraternidad de Cristo Sacerdote y Santa María Reina

Parabéns a Sua Eminência Cardeal Darío Castrillón pelos seus 83 anos



Em 7 de julho finalmente foi publicado o motu proprio Summorum pontificum, de Bento XVI, que, na prática, libera o uso do Missal Romano de 1962. O motu proprio, que entrará em vigor em 14 de setembro, estabelece que o Missal Romano promulgado por Paulo VI em 1970 é a expressão ordinária da lex orandi da Igreja Católica de rito latino. Assim, o Missal promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo bem-aventurado João XXIII deve ser considerado uma forma extraordinária. Dessa forma, não se cria uma espécie de divisão na “lei da fé”, já que são “dois usos do único rito romano”. É lícito, portanto, celebrar a missa de acordo com a edição típica do Missal Romano de 1962. Para que isso aconteça, o motu proprio de Bento XVI indica novas regras, que substituem as estabelecidas pelos documentos anteriores, Quattuor abhinc annos, de 1984, e Ecclesia Dei, de 1988, por meio dos quais se concedia o indulto que permitia a celebração da chamada missa tridentina, mas só mediante prévia autorização do bispo local. A partir de 14 de setembro, nenhum pároco ou reitor poderá impedir que em sua igreja seja celebrada a missa de São Pio V, desde que os fiéis que a pedirem contem com um sacerdote disposto a fazê-lo, e que este seja idôneo e não impedido juridicamente. Mas não é só. O motu proprio estabelece também que o pároco possa permitir o uso do ritual mais antigo na administração dos sacramentos do batismo, da confissão, do matrimônio e da unção dos enfermos. Aos ordinários (bispos e superiores religiosos) concede-se também a faculdade de celebrar o sacramento da crisma nesse rito.
O documento é acompanhado de uma carta, endereçada aos bispos do mundo inteiro, na qual, entre outras coisas, Bento XVI frisa que “não há contradição alguma entre as duas edições do Missale Romanum”. E lembra que na “história da liturgia há crescimento e progresso, mas nenhuma ruptura”, sublinhando que o que para as gerações anteriores era santo “não pode de repente ser completamente proibido ou até considerado danoso”.
30Dias pediu ao cardeal Darío Castrillón Hoyos, colombiano, presidente da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei” desde 2000 (e também ex-prefeito da Congregação para o Clero, que dirigiu de 1996 a 2006), que explicasse os conteúdos mais importantes do motu proprio Summorum pontificum.

Eminência, qual é o sentido desse motu proprio que libera o uso do chamado Missal de São Pio V?
DARÍO CASTRILLÓN HOYOS: Quando, após o Concílio Vaticano II, ocorreram mudanças na liturgia, grupos consistentes de fiéis leigos e também de eclesiásticos se sentiram incomodados, porque tinham uma forte ligação com a liturgia que já vigorava havia séculos. Penso nos sacerdotes que durante cinqüenta anos haviam celebrado a chamada missa de São Pio V e que, de uma hora para outra, viram-se obrigados a celebrar uma outra; penso nos fiéis que estavam acostumados com o velho rito havia gerações; penso ainda nas crianças, como os coroinhas, que de repente ficaram embaraçadas ao servirem à missa com o Novus ordo. Houve um mal-estar em vários níveis. Para alguns, o problema era também de natureza teológica, pois consideravam que o rito antigo expressava o sentido do sacrifício melhor do que o rito que era introduzido. Outros, até por razões culturais, lembravam com saudade o gregoriano e as grandes polifonias, que eram uma riqueza da Igreja latina. Para agravar isso tudo, as pessoas que se sentiam incomodadas atribuíam as mudanças ao Concílio, quando, na realidade, o Concílio por si mesmo não havia nem pedido nem estabelecido os detalhes dessas mudanças. A missa que os padres conciliares celebravam era a missa de São Pio V. O Concílio não havia pedido a criação de um novo rito, mas um uso mais amplo da língua vernácula e uma maior participação dos fiéis.
Concordo, era esse o ar que se respirava há quarenta anos. Mas a geração que manifestou aquele mal-estar não está mais presente. E não é só isso: o clero e o povo também se acostumaram ao Novus ordo, e, na esmagadora maioria dos casos, se sentiram muito bem com ele...
CASTRILLÓN HOYOS: Isso é verdade para a esmagadora maioria, por mais que muitas dessas pessoas nem saibam o que se eliminou com o abandono do rito antigo. Mas nem todas se acostumaram com o novo rito. Curiosamente, nas novas gerações, tanto de clérigos quanto de leigos, parece florescer também um interesse e uma estima pelo rito anterior. E são sacerdotes e simples fiéis que muitas vezes não têm nada a ver com os chamados lefebvrianos. Esses são fatos da vida da Igreja, aos quais os pastores não podem continuar surdos. Foi por isso que Bento XVI, que é um grande teólogo, com uma profunda sensibilidade litúrgica, decidiu promulgar o motu proprio.
Mas já não havia um indulto?
CASTRILLÓN HOYOS: Sim, já havia um indulto, mas João Paulo II mesmo entendeu que o indulto não tinha sido suficiente. Primeiro, porque alguns sacerdotes e bispos relutavam em aplicá-lo. Mas, sobretudo, porque os fiéis que desejam celebrar com o rito antigo não devem ser considerados de segunda categoria. São fiéis aos quais se deve reconhecer o direito de assistir a uma missa que alimentou o povo cristão por séculos, que alimentou a sensibilidade de santos como São Filipe Néri, Dom Bosco, Santa Teresinha do Menino Jesus, o bem-aventurado João XXIII e o próprio servo de Deus João Paulo II, que, como eu já disse, entendeu o problema do indulto e, portanto, já tinha em mente ampliar o uso do Missal de 1962. Devo dizer que, nos encontros com os cardeais e com os chefes dos organismos vaticanos nos quais se discutiu sobre essa medida, as resistências foram realmente mínimas. O papa Bento XVI, que acompanhou o processo desde o início, deu este passo importante que seu grande predecessor já havia imaginado. É uma medida petrina tomada por amor a um grande tesouro litúrgico, como a missa de São Pio V, e também pelo amor de um pastor por um considerável grupo de fiéis.
Mas não faltaram resistências, até de expoentes do episcopado...
CASTRILLÓN HOYOS: Resistências que, na minha opinião, derivam de dois erros. A primeira avaliação errada é dizer que se trata de um retorno ao passado. Não é isso. Mesmo porque nada se tira do Novus ordo, que continua a ser o modo ordinário de celebrar o único rito romano; o que se dá é a liberdade, a quem quiser, de celebrar a missa de São Pio V como forma extraordinária.
Esse é o primeiro erro daqueles que se opuseram ao motu proprio. E o segundo?
CASTRILLÓN HOYOS: Achar que ele diminui o poder episcopal. Isso não é verdade. O Papa não mudou o Código de Direito Canônico. O bispo é o moderador da liturgia em sua diocese. Mas a Sé Apostólica tem a competência de ordenar a liturgia sagrada da Igreja universal. E um bispo deve agir em harmonia com a Sé Apostólica e garantir os direitos de cada fiel, inclusive o direito de participar da missa de São Pio V, como forma extraordinária do rito.

Apesar disso, houve quem afirmasse que, com esse motu proprio, Ratzinger “zomba do Concílio” e “dá uma bofetada” em seus antecessores Paulo VI e João Paulo II...
CASTRILLÓN HOYOS: Bento XVI segue o Concílio, que não aboliu a missa de São Pio V nem pediu que o fizessem. E segue o Concílio, que recomendou ouvir a voz e os desejos legítimos dos fiéis leigos. Quem afirma essas coisas deveria ver as milhares de cartas que chegaram a Roma para pedir a liberdade de assistir a missa a que cada um se sente mais ligado. E o Papa não se contrapõe a seus antecessores, que são amplamente citados tanto no motu proprio quanto na carta que a acompanha. Em alguns casos, o papa Montini concedeu de imediato a possibilidade de celebrar a missa de São Pio V. João Paulo II, como eu já disse, queria preparar um motu proprio semelhante ao que hoje foi publicado.
Chegou-se a temer também que uma pequena minoria de fiéis pudesse impor a missa de São Pio V a toda a paróquia?
CASTRILLÓN HOYOS: Quem disse isso obviamente não leu o motu proprio. É claro que nenhum pároco será obrigado a celebrar a missa de São Pio V. Só que, se um grupo de fiéis, tendo um sacerdote disponível para fazê-lo, pedir que essa missa seja celebrada, o pároco ou o reitor da igreja não poderá se opor. Obviamente, se houver dificuldades, caberá ao bispo fazer que tudo transcorra num clima de respeito e, eu diria, de bom senso, em harmonia com o Pastor universal.
Mas não existe o risco de que, com a introdução de duas formas no rito latino, a ordinária e a extraordinária, possa haver uma confusão litúrgica nas paróquias e nas dioceses?
CASTRILLÓN HOYOS: Se as coisas forem feitas com bom senso, simplesmente, não se correrá esse risco. Além do mais, já há dioceses em que se celebram missas em vários ritos, uma vez que existem comunidades de fiéis latinos, greco-latinos ucranianos ou rutenos, maronitas, melquitas, siro-católicos, caldeus, etc. Penso, por exemplo, em algumas dioceses dos Estados Unidos, como Pittsburgh, que vivem essa legítima variedade litúrgica como uma riqueza, não como uma tragédia. E existem também paróquias que acolhem ritos diferentes do latino, entre outras as de comunidades ortodoxas ou pré-calcedonianas, sem que isso suscite escândalo. Não vejo, portanto, o risco de haver confusões. Contanto, é claro, que tudo se desenvolva com ordem e respeito mútuo.
Há ainda quem considere que esse motu proprio atente contra o caráter unitário do rito, que seria um desejo dos padres conciliares...
CASTRILLÓN HOYOS: Admitindo em primeiro lugar que o rito romano continua a ser único, mesmo podendo ser celebrado de duas formas, tomo a liberdade de recordar que nunca houve um rito único para todos na Igreja latina. Hoje, por exemplo, existem todos os ritos das Igrejas orientais em comunhão com Roma. E mesmo no rito latino existem outros ritos além do romano, como o ambrosiano ou o moçárabe. A própria missa de São Pio V, quando foi aprovada, não anulou todos os ritos anteriores, mas apenas aqueles que não contavam com pelo menos dois séculos de antiguidade...
E a missa de São Pio V? Ela nunca foi abolida no Novus ordo?
CASTRILLÓN HOYOS: O Concílio Vaticano II não a aboliu, nem depois nunca houve nenhuma medida efetiva que estabelecesse sua abolição. Portanto, formalmente, a missa de São Pio V nunca foi abolida. De certa forma, é surpreendente que aqueles que se dizem intérpretes autênticos do Vaticano II dêem a ele uma interpretação, no campo litúrgico, tão restritiva e pouco respeitadora da liberdade dos fiéis, fazendo que esse Concílio, além de tudo, pareça mais coercitivo ainda que o Concílio de Trento.
No motu proprio não se estabelece um número mínimo de fiéis necessários para que se peça a celebração da missa de São Pio V. Mas há algum tempo vazou uma notícia de que se pensava num mínimo de trinta fiéis...
CASTRILLÓN HOYOS: Essa é a prova cabal de como se divulgaram muitas pseudonotícias sobre o motu proprio semeadas por pessoas que nem haviam lido os esboços ou que, por interesses próprias, queriam influenciar sua elaboração. Eu acompanhei todo o processo até a redação final e, que eu me lembre, em nenhum esboço jamais apareceu qualquer limite mínimo de fiéis, nem de trinta, nem de vinte, nem de cem.

Por que se optou por apresentar o texto do motu proprio antecipadamente a alguns eclesiásticos, em 27 de junho?
CASTRILLÓN HOYOS: O Papa não podia chamar todos os bispos do mundo, por isso convocou alguns prelados, por diferentes motivos particularmente interessados na questão, que representassem todos os continentes. Apresentou o texto a eles, dando-lhes a possibilidade de fazerem observações. Todos os participantes puderam falar.
À luz desse encontro, houve alguma variação no texto do motu proprio que havia sido aprontado?
CASTRILLÓN HOYOS: Foram solicitadas e introduzidas pequenas variações lexicais, não mais que isso.
Que perspectivas o motu proprio pode abrir em relação aos lefebvrianos?
CASTRILLÓN HOYOS: Os seguidores de dom Lefebvre sempre pediram que todo sacerdote pudesse celebrar a missa de São Pio V. Hoje, essa faculdade é oficial e formalmente reconhecida. Por outro lado, o Papa frisa que a missa que nós todos oficiamos todos os dias, a do Novus ordo, continua a ser a forma ordinária de celebrar o único rito romano. E, assim, sublinha que não se pode negar nem o valor nem muito menos a validade do Novus ordo. Isso deve ser claro.
O motu proprio aumentará a responsabilidade de “Ecclesia Dei”?
CASTRILLÓN HOYOS: Esta Comissão foi fundada para reunir os leigos e os eclesiásticos que abandonaram o movimento lefebvriano depois das consagrações episcopais ilegítimas. De fato, ela depois trabalhou também por um diálogo com a própria Fraternidade de São Pio X, na perspectiva de uma plena comunhão. Hoje, o motu proprio se dirige a todos os fiéis ligados à missa de São Pio V, e não apenas aos de proveniência, por assim dizer, lefebvriana. E isso obviamente pressupõe para nós um trabalho muito mais amplo.
fonte:30 giorni

EL CARDENAL CASTRILLÓN CUMPLE OCHENTA TRES AÑOS

EL CARDENAL CASTRILLÓN CUMPLIÓ
OCHENTA TRES AÑOS .

"Nuestro" cardenal, Su Eminencia Darío Cardenal Castrillón Hoyos, cumple 83 años, lo que supone su retiro al frente de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei. Dios premie al cardenal todos sus esfuerzos y su trabajo en pro de la Iglesia. Ha anunciado que seguirá viviendo en el Vaticano y va a escribir un libro dedicado a la Forma Extraordinaria, además de dar conferencias y seminarios sobre la misma, y colaborará en parroquias. Como él dice: "uno no se jubila cuando está comprometido con Cristo".

Monseñor Castrillón Hoyos declara que ha cumplido los tres objetivos que se propuso en Ecclesia Dei: "Que todos los sacerdotes del mundo pudieran celebrar la Misa libremente; que se liberara el rito antiguo sin oponerle el nuevo y sin que fuera obligatorio; y levantar la excomunión de los obispos lefebvrianos y acercarlos a la Iglesia".
Fonte:una voce málaga

Cardeal Dario Castrillon : A Missa Tridentina é uma oferta generosa do Vigário de Cristo que quer pôr à disposição da Igreja todos os tesouros


Cardeal Dario Castrillon
Trata-se pelo contrário de uma oferta generosa do Vigário de Cristo que, como expressão de sua vontade pastoral, quer pôr à disposição da Igreja todos os tesouros da liturgia latina que durante séculos nutriu a vida espiritual de tantas gerações de fiéis católicos. O Santo Padre quer conservar os imensos tesouros espirituais, culturais e estéticos ligados à liturgia antiga.

A recuperação desta riqueza se une à não menos preciosa da liturgia atual da Igreja.Por estas razões o Santo Padre tem a intenção de estender a toda a Igreja latina a possibilidade de celebrar a Santa Missa e os Sacramentos segundo os livros litúrgicos promulgados pelo Beato João XXIII em 1962. Por esta liturgia, que nunca foi abolida, e que , como dissemos, é considerada um tesouro, existe hoje um novo e renovado interesse e, também por esta razão o Santo Padre pensa que chegou o tempo de facilitar, como o quis a primeira Comissão Cardinalícia em 1986, o acesso a esta liturgia fazendo dela uma forma extraordinária do único rito Romano.

Cardeal Castrillón: Dijo a respecto del Rito Gregoriano o Forma Extraordinaria del Rito Romano que ...


Card. Darío Castrillón a RCN: "El Santo Padre no me ha pedido el cargo"

Así lo expresó el cardenal colombiano, presidente de la Comisión Pontificia "Ecclesia Dei", en diálogo desde la Santa Sede, al referirse a algunas versiones según las cuales el Sumo Pontífice le habría pedido su renuncia.

"Es la primera noticia. Que yo sepa, por lo menos el papa Benedicto XVI no me ha destituido... Seguramente, puede ser que no haya llegado la carta, pero en lo absoluto el Santo Padre no me ha pedido el cargo", precisó.

Monseñor Castrillón reiteró que "hasta ahora ésa es la noticia que me están dando desde Colombia..." Pero "todo es posible", anotó.

El prelado de la Iglesia Católica señaló que, "al contrario, estamos haciendo un trabajo difícil. Hay un problema que no tenía que ver con el trabajo nuestro, como es el hecho de que una persona cuando todavía no estaba con nosotros, hubiera hecho unas declaraciones como las que formuló monseñor (Richard) Williamnson en Canadá en 1989", subrayó.


Dijo a respecto del Rito Gregoriano o Forma Extraordinaria del Rito Romano que "éste es un proceso distinto, que tiene que ver con una de las sensibilidades mayores del Papa que es promover la liturgia gregoriana, como una liturgia de gran contenido teológico, espiritual e inclusive artístico, y él quiere conservarlo para la Iglesia. En eso estamos trabajando", sostuvo.

Y acrescentó volviendo a hablar de los lefebvristas, de su relación con Ecclesia Dei y la Congregación para la Doctrina de la Fe: “en ellos hay gente muy difícil. Hoy no más, leía yo una carta de algunos que son prácticamente sedevacantistas, o sea que creen que el Papa no es legítimo. Hay dentro de esa galaxia algunos pequeños grupúsculos que son exagerados”.

Escuche el diálogo con monseñor Castrillón

Fuente: RCN

Cardeal Dario Castrillon FEZ 83 anos:desejamos-lhe as maiores graças do Céu e ainda esperamos muito do seu amor à Missa Tridentina



Foto: AP
El Cardenal Dario Castrillon Hoyos fue uno de los primeros latinoamericanos designados por Juan Pablo II para trabajar en la Curia Romana.
Permanecía en el Vaticano desde hace más de 20 años, cuando el papa Juan Pablo II lo llevó a trabajar a su lado.

El sacerdote, nacido en Medellín el 4 de julio de 1929, fue uno de los primeros obispos latinoamericanos en llegar a la curia romana.
Aunque no ha recibido la notificación oficial de su culminación de labores por parte de Benedicto XVI, él ya sabe que su trabajo en la comisión que venía presidiendo, la Ecclesia Dei, se termina hoy.
Y aunque seguirá siendo cardenal, no podrá votar en el cónclave o, mejor, en la elección de un nuevo Papa.
Sin embargo, en diálogo telefónico con EL TIEMPO desde Roma, aclaró que esto no equivale a un retiro definitivo. Vivirá en Roma, aunque -dice-, tendrá más tiempo para venir a Colombia, escribirá un libro sobre el antiguo rito católico y dictará cursos. Y lo más importante, según él, volverá a las parroquias.
Y ahora, ¿a qué piensa dedicarse?
Voy a terminar un libro que empecé a preparar sobre el antiguo rito gregoriano y varias conferencias y seminarios sobre ese tema. Y volveré al trabajo en las parroquias, que es lo más gratificante.
¿Y dónde va a vivir?
Seguiré acá en el Vaticano. Sigo siendo cardenal, lo que pasa es que ya no tengo que 'marcar tarjeta'. Seguiré en Roma, pero tendré más tiempo para ir a Colombia.
¿Y cómo se siente?
Feliz de que el Señor me haya permitido llegar con buena salud a esta edad. Me siento feliz de los proyectos que saqué adelante. No pienso en el cuarto de hora pasado, pienso en el cuarto de hora que viene. Uno no se jubila cuando está comprometido con Cristo.
¿Y cuáles fueron esos proyectos?
En Ecclesia Dei me propuse tres cosas y las pude cumplir. Primero, que todos los sacerdotes del mundo pudieran celebrar la misa libremente, que se liberara el rito antiguo sin oponer lo nuevo y sin que fuera obligatorio. Segundo, hacer conocer la riqueza de ese rito, y tercero, levantar la excomunión de los obispos lefebvrianos y acercarlos de nuevo a la la Iglesia.
¿Cómo terminó el escándalo por este último tema?
Fue transitorio, pero hizo mucho daño. A ellos (los lefebvrianos) los excomulgaron porque fueron ordenados sin permiso, no por otra cosa. Cuando se levantó la excomunión aparecieron las declaraciones, equivocadas, de monseñor Williamson, quien negó el holocausto nazi. Pero una cosa no tuvo que ver con otra.
En ese momento se especuló que las relaciones con el Papa se fraccionaron...
¡Para nada! Mis relaciones con el Santo Padre han sido muy buenas siempre y siguen siendo así.
¿Qué le faltó hacer?
Ver que todo el mundo se convierta, que vaya a misa y se confiese; que todos los hogares sean bendecidos por Dios.
fonte:el tiempo

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sábado, 5 de julho de 2008


PRESENTAÇAO DO BLOG


Para colmatar a falta de informação acerca da Missa de S.Pio V e da sua actualidade na Igreja publicamos este humide blog.Começamos com alguns extractos da Intervenção do cardeal Darío Castrillón Hoyos em Aparecida , no Brasil, ele que é o Presidente da Comissão Pontifícia «Ecclesia Dei».


Tal intervenção aconteceu a 17 Maio de 2007 na V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.


Queridos e venerados irmãos:


Permito-me apresentar um breve relatório sobre a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei e sobre o estado da realidade pastoral que o Santo Padre colocou sob sua competência.Esta Comissão foi instituída pelo Servo de Deus João Paulo II em 1988, quando um grupo notável de sacerdotes, religiosos e fiéis que tinham manifestado sua desconformidade com a reforma litúrgica conciliar ... . O Santo Padre, mediante o Motu Proprio Ecclesia Dei Adflicta, confiou a esta Comissão o cuidado pastoral destes fiéis tradicionalistas. Por vontade do Santo Padre, este Dicastério estende, além disso, seu serviço a satisfazer as justas aspirações de quantos por uma sensibilidade particular, sem ter tido vínculos com os dois grupos citados, desejam manter viva a liturgia latina anterior na celebração da Eucaristia e dos outros sacramentos. O Santo Padre, que foi durante alguns anos membro desta Comissão, quer que ela se converta em um organismo da Santa Sé com a finalidade própria e distinta de conservar e manter o valor da liturgia latina tradicional. Mas se deve afirmar com toda claridade que não se trata de um voltar para atrás, de uma volta aos tempos anteriores à reforma de 1970. Trata-se pelo contrário de uma oferta generosa do Vigário de Cristo que, como expressão de sua vontade pastoral, quer pôr a disposição da Igreja todos os tesouros da liturgia latina que durante séculos nutriu a vida espiritual de tantas gerações de fiéis católicos. O Santo Padre quer conservar os imensos tesouros espirituais, culturais e estéticos ligados à liturgia antiga. A recuperação desta riqueza se une à não menos preciosa da liturgia atual da Igreja.Por estas razões o Santo Padre tem a intenção de estender a toda a Igreja latina a possibilidade de celebrar a Santa Missa e os Sacramentos segundo os livros litúrgicos promulgados pelo Beato João XXIII em 1962. Por esta liturgia, que nunca foi abolida, e que , como dissemos, é considerada um tesouro, existe hoje um novo e renovado interesse e, também por esta razão o Santo Padre pensa que chegou o tempo de facilitar, como o quis a primeira Comissão Cardinalícia em 1986, o acesso a esta liturgia fazendo dela uma forma extraordinária do único rito Romano.Há algumas boas experiências de comunidades de vida religiosa ou apostólica erigidas pela Santa Sé recentemente que celebram em paz e serenidade esta liturgia. Em torno delas se congregam assembléias de fiéis que freqüentam estas celebrações com alegria e gratidão. As criações mais recentes som o Instituto de São Felipe Neri em Berlim, que funciona como um Oratório e se fez presente também, com boa acolhida, na Diocese do Tréveris; o Instituto do Bom Pastor de Burdeos que reúne sacerdotes, seminaristas e fiéis, alguns saídos da Fraternidade São Pio X. Estão muito adiantados os trâmites para o reconhecimento de uma comunidade contemplativa, o Oásis de Jesus Sacerdote, de Barcelona.Na América Latina, como sabemos muito bem, devemos agradecer ao Senhor pela volta de toda uma Diocese, a de Campos, antes lefevriana que agora, depois de cinco anos, apresenta frutos bons. Foi uma volta pacífica e os fiéis que se inscreveram na Administração Apostólica, estão contentes de poder viver em paz em suas comunidades paroquiais; mais ainda, em efeito algumas dioceses brasileiras fizeram contatos com a Administração Apostólica de Campos que colocou ao seu dispor sacerdotes para a atenção pastoral dos fiéis tradicionalistas em suas igrejas locais. O projeto do Santo Padre foi já parcialmente provado em Campos onde a coabitação pacífica das duas formas do único rito romano na Igreja é uma bela realidade. Temos a esperança de que tal modelo produza bons frutos, também em outros lugares da Igreja onde vivem juntos fiéis católicos com sensibilidades litúrgicas diversas. E esperamos, além disso, que tal modo de viver juntos atraia também àqueles tradicionalistas que ainda estão longe.Os membros atuais da Comissão são os Sres. Cardeais Julián Herranz, Jean-Pierre Ricard, William Joseph Levada, Antonio Cañizares, e Franc Rodé. São consultores os Subsecretários de alguns Dicastérios.Até agora estiveram sob a Ecclesia Dei várias comunidades dispersas pelo mundo. 300 sacerdotes, 79 religiosos, 300 religiosas, 200 seminaristas e várias centenas de milhares de fiéis. Curiosamente aumenta o interesse dos jovens na França, Estados Unidos, Brasil, Itália, Escandinávia, Austrália e China. No momento do retorno, de Campos voltaram 50 sacerdotes, uns cinqüenta seminaristas, 100 religiosas e 25.000 fiéis. Peçamos ao Senhor que este projeto do Santo Padre possa realizar-se logo para a unidade da Igreja.

Entrevista ao Cardeal Dário Castrillon Hoyos


Entrevista de Vittoria Prisciandaro ao Cardeal Dário Castrillon Hoyos, publicada na revista Iesus , em Maio de 2008:






O cardeal Dário Castrillon Hoyos presidente da comissão Pontifícia “Ecclesia Dei” explica como o motu próprio de Bento XVI é uma grande riqueza espiritual para toda a Igreja.

-Eminência , qual o balanço que faz da promulgação do Motu próprio que ocorrreu há alguns meses?

-Com o Motu próprio o Papa quis dar a todos uma oportunidade renovada de usufruir da enorme riqueza espiritual, religiosa e cultural presente na liturgia do rito gregoriano.O Motu próprio nasce como tesouro oferecido a todos, e não para vir ao encontro dos pedidos de alguns.Muitos dos que antes não sentiam qualquer relação com esta forma extraordinária do rito romano, agora manifestm grande estima pela mesma.Entre os fiéis distinguirei três grupos: aqueles que estão vinculados em forma quase orgânica com a Fraternidade S.Pio X; aqueles da Fraternidade S.Pedro e, enfim o grupo mais importante e numeroso. Formado por pessoas afeiçoadas á cultura religiosa de todos os tempos, que hoje descobrem a intensidade espiritual do rito antigo e, entre estas numerosos jovens.Nestes meses nasceram novas associações de pessoas pertencentes a este último grupo.

-A propósito da riqueza, alguns liturgistas, sublinharam o facto que o rito extraordinário não oferece a riqueza bíblica introduzida pelo novus ordo…

-Esses não leram o Motu próprio, porque o Papa afirma que as duas formas devem enriquecer-se mutuamente.É evidente que tal riqueza litúrgica não pode ser desprezada.No novus ordo , em alguns anos lê-se praticamente toda a Bíblia , e esta é uma riqueza que não se opõe, mas que vai integrada no rito extraordináro.

-Uma outra objeção é sobre o perigo que celebrações separadas e diferentes podem criar comunidades separadas…

-É uma multiplicidade que enriquece, é uma mais ampla liberdade cultural que o Papa introduz de forma audaz. De resto nas paróquias há muitas diferenças nas celebrações. E não quero falar dos abusos, porque não são os abusos a razão principal do Motu próprio.

-O seu secretário,monsignorPerl, anunciou para breve que haverá um documento de esclarecimento sobre o Motu próprio.Quando sairá?

-Foi o cardeal Bertone a anunciá-lo, e tem o direito de o fazer.Mas eu, que sou um servidor do Papa, só o anunciarei quando o Papa o disser.A nossa Comissão referiu ao Pontífice que de todas as partes do mundo nos chegam tantas perguntas, muitíssimas justificadas, outras devidas a falta de conhecimento. O Santo Padre, e só ele, dirá se convém fazer um tal documento e quando.

-Quais são as perguntas que vos chegaram e que mereciam uma resposta?

- A primeira refere-se ao latim, porquê –dizem- celebrar numa língua que não se conhece ? Infelizmente os seminaristas , mas também alguns sacerdotes, não estudaram o latim e por isso lhes é difícil celebrar na forma extraordinária.Para fazê-lo deviam ao menos conhecer o cânone da Missa , a parte da consagração. Nós na Nossa Comissão “Ecclesia Dei” estamos preparando encontros, cursos e comunicação informática para um profundo conhecimento da liturgia anterior. Alguns cursos já estão activos na França, Alemanha, Brasil, América central e Estados Unidos.Em Toledo, na Espanha, por exemplo, estão avaliando se convém fazer um seminário extra para a preparação ao rito extraordinário ou então dar cursos especiais no seminário da diocese.
Em geral nota-se um interesse pela volta do latim no mundo académico.Foi triste nestes anos passados constatar o abandono não só da língua, mas também de certos conteúdos relacionados com a precisão semântica da língua latina.


-Outro problema é a falta de padres…

-Se numa diocese faltam padres e só três ou quatros fiéis pedem o rito extraordinário.é uma coisa de bom senso pensar que será difícil satisfazer esse pedido. Mas, dado que a intenção do Papa é conceder este tesouro para o bem da Igreja, lá onde não existem sacerdotes , a coisa melhor seria oferecer uma celebração segundo o rito extraordinário numa das Missas dominicais que se celebram na paróquia.Seria uma Missa para todos, e todos, mesmo as jovens gerações, usufruiriam da riqueza do rito extraordinário, por exemplo daqueles momentos de contemplação que no novo ordo desapareceram.

-Então defende que, mesmo que não exista um grupo consistente e estável, no futuro pensa-se em oferecer uma das Missas dominicais no rito extraordinário?

-Penso que sim.Por outro lado esta possibilidade já tinha sido aprovada unanimemente em 1968 por uma comissão cardinalícia na qual estava também presente o cardeal Ratzinger, mas então não se tornou operativa,Agora estou seguro que poderia realizar-se.
-Um outro ponto para esclarecer é a definição de “grupo estável e consistente”.O que é que se entende exactamente com esta expressão?

-É uma questão de bom senso: porque fazer um problema se as pessoas que pedem o rito vêm de paróquias diferentes? Se se reúnem e juntos pedem uma Missa, tornam-se um grupo estável, mesmo se antes não se conheciam. Meso o número é uma questão de boa vontade. Nalgumas paróquias, especialmente no campo, nos dias feriais as pessoas que participam na Missa ordinária são três ou quatro e o mesmo acontece em muitas casas religiosas.Porque é que se aquelas mesmas três pessoas pedem a Missa antiga seria pastoralmente necessário recusá-lo?
-Então o futuro documento deveria ser mais acolhedor dos pedidos de poucas pessoas?

-Sim, mas é necessário entendê-lo não como algo que vai contra os outros, que vai contra a maioria, mas como algo que é para o seu enriquecimento e evitando sempre toda a forma de oposição.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Sobre la teología del Arzobispo Müller, habla Mons. Nicola Bux


Andrea Tornielli ha entrevistado a Mons. Nicola Bux sobre el nombramiento del Arzobispo Müller como Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe y, en particular, sobre aquellas citas de sus escritos que han sido objeto de polémicas en estos días. A continuación, nuestra traducción de la entrevista.
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El nombramiento del obispo de Ratisbona, Gerhard Müller, como nuevo Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe ha sido precedido y seguido por la difusión – primero a través de emails anónimos y luego en artículos en la web, incluido el sitio italiano de la Fraternidad San Pío X – de pequeñas extrapolaciones de sus escritos que demostrarían posiciones discutibles en materia de fe. ¿Las cosas son realmente así? Vatican Insider ha entrevistado sobre esto al teólogo Nicola Bux, consultor de la Congregación para la Doctrina de la Fe.
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En su libro de dogmática, Müller escribe que la doctrina sobre la virginidad de María “no concierne tanto a específicas propiedades fisiológicas del proceso natural del nacimiento…”.

El Catecismo de la Iglesia Católica precisa que el aspecto corporal de la virginidad está todo en el hecho de que Jesús haya sido concebido “sin semilla de varón, por obra del Espíritu Santo”.

Es una obra divina que supera toda comprensión y posibilidad humana. La Iglesia confiesa la virginidad real y perpetua de María pero no profundiza en los particulares físicos; ni parece que los concilios y los padres hayan dicho de manera diversa.

En esta línea, me parece, debe entenderse lo que ha escrito Müller, el cual no sostiene una “doctrina” que niegue los dogmas de la perpetua virginidad de María, sino que pone en guardia contra un cierto, por así decir, “cafarnaísmo”, es decir aquella manera de razonar “según la carne” y no “según el espíritu”, ya surgida en Cafarnaúm entre los judíos al final del discurso de Jesús sobre el pan de vida.
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En el 2002, Müller, en el libro “Die Messe - Quelle des christlichen Lebens”, hablando del sacramento eucarístico escribe que “el Cuerpo y la Sangre de Cristo no indican componentes materiales de la persona humana de Jesús en el curso de su vida o de su corporeidad transfigurada. Aquí, Cuerpo y Sangre significan la presencia de Cristo en los signos del medio constituido por pan y vino”.

Precisamente en Cafarnaúm los términos usados por Jesús, carne y sangre, fueron mal entendidos en modo antropomórfico y el Señor tuvo que reiterar su sentido espiritual, que no quiere decir que su presencia sea menos real, verdadera y sustancial. Puede verse al respecto el Catecismo de la Iglesia Católica. San Ambrosio dice que no se trata del elemento formado de la naturaleza, sino de la sustancia producida por la fórmula de consagración: la misma naturaleza es transformada, por eso Cuerpo y Sangre son el ser de Jesús. El concilio Tridentino dice que en la Eucaristía está presente “sustancialmente” nuestro Señor, verdadero Dios y verdadero hombre. Está presente sacramentalmente con su sustancia, un modo de ser misterioso, admisible por la fe y posible por parte de Dios.

Santo Tomás había dicho que el modo de la “sustancia” y no el de la “cantidad” caracteriza la presencia de Cristo en el sacramento de la Eucaristía. El pan y el vino, en cuanto especies o apariencias, median nuestro acceso a la sustancia, algo que ocurre sobre todo en la Comunion. De todos modos, el concilio Tridentino no ve contradicción entre el modo natural de la presencia de Cristo en el Cielo y el sacramental de estar en muchos otros lugares. Todo esto ha sido reiterado por Pablo VI en su lamentablemente olvidada encíclica Mysterium Fidei. No bastan los sentidos sino que se requiere la fe. Es misterio de la fe.
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Sobre el protestantismo y la unicidad salvífica de Jesús, en octubre de 2011 Müller declaró: “El bautismo es el signo fundamental que nos une sacramentalmente en Cristo, y que nos presenta como una Iglesia frente al mundo. Por eso, nosotros como católicos y cristianos evangélicos estamos ya unidos incluso en lo que llamamos la Iglesia visible”.

San Agustín ha defendido, contra los donatistas, la verdad que el bautismo es un vínculo indestructible, que no destruye la fraternidad entre los cristianos, incluso cuando son cismáticos o heréticos. Lamentablemente hoy en la Iglesia se teme el debate, sino que se procede por tesis y ostracismos de quien piensa en forma diversa. Me refiero a la teología, ciertamente, que puede ser opinable.

Sin embargo, también el desarrollo doctrinal se beneficia del debate: quien tiene más argumentos, convence. En las acusaciones a monseñor Müller se sacan las frases del contexto: así es fácil condenar a cualquiera. Un verdadero católico debe confiar en la autoridad del Papa, siempre. En particular, pienso que Benedicto XVI sabe lo que hace. Y quisiera renovar a la Fraternidad Sacerdotal San Pío X precisamente la invitación a confiar en el Papa.
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Ha sido dicho que el nuevo Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe no habría sido hasta ahora muy favorable al Motu Proprio Summorum Pontificum…

Yo estoy seguro que comprende las razones que han llevado al Papa a promulgarlo y que trabajará según el espíritu y la letra del Motu proprio. En cuanto a las extrapolaciones de las que hemos hablado, las cosas escritas por monseñor Müller pertenecen a su etapa de teólogo y un teólogo no produce doctrina, al menos inmediatamente. Como obispo debe, en cambio, defender y difundir la doctrina, no suya sino de la Iglesia, y creo que lo ha hecho. Como Prefecto continuará haciéndolo, bajo la guía del Papa.
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

VENERÁVEL PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA:LOS TESOROS DE LA ÍNTIMA UNIÓN CON DIOS Y LAS ENSEÑANZAS DE LA LITURGIA

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PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA: LOS TESOROS DE LA ÍNTIMA UNIÓN CON DIOS
PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LOS TESOROS DE LA ÍNTIMA UNIÓN CON DIOS 19 de Julio de 1939 El augurio que se suele repetir a los recién casados, es siempre y en todas partes el mismo: augurio de … Sigue leyendo →
PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LAS ENSEÑANZAS DE LA LITURGIA 5 de Julio de 1939 Siempre nos resultan gratas, queridos recién casados, estas vuestras bellas y numerosas reuniones en torno al Padre común, y tanto más si se … Sigue leyendo →

FONTE

terça-feira, 3 de julho de 2012

Errori Protestanti - 11 Il Dogma della Transustanziazione

Errori Protestanti - 11 Il Dogma della Transustanziazione


Mons. Ludwig MüllerGv 8,66: “Da allora molti dei suoi discepoli si tirarono indietro e non andavano più con lui”.
Gerhard Ludwig Müller il nuovo Prefetto della Congregazione per la Fede, nel suo libro "La Messa, fonte della vita cristiana", scrive: "Corpo e sangue di Cristo non significano le parti fisiche dell’uomo Gesù durante la sua vita o nel suo corpo glorificato[...] Corpo e sangue significano qui piuttosto una presenza di Cristo nel segno mediato dal pane e del vino".
Müller in questo modo spiega la transustanziazione: "L’essenza del pane e del vino deve essere definita in un senso antropologico. Il carattere naturale di questi doni [pane e vino] come frutti della terra e del lavoro umano, come prodotti naturali e culturali, consiste nella designazione del cibo e del ristoro delle persone e della comunità umana nel segno del pasto comune [...]. L’essere naturale del pane e del vino è trasformato da Dio nel senso che questo essere ora dimostra e realizza la comunione salvifica."
Tradizionalista Cattolico (3)
In questo post (Clicca Qui…), utilizzando solo la Bibbia, ho già parlato della presenza reale di Gesù Cristo nell’Eucaristia. Visto gli ultimi avvicendamenti mi tocca riprendere l’argomento…
P.S.: La dottrina della transustanziazione non appartiene solo alla Chiesa cattolica, ma anche alla Chiesa ortodossa, conformemente alle decisioni del sinodo di Gerusalemme (1672)
Catechismo Maggiore di San Pio X
607 D. Come è chiamata dalla Chiesa la miracolosa conversione del pane e del vino nel Corpo e nel Sangue di Gesù cristo?
R. La miracolosa conversione, che ogni giorno si opera sui nostri altari, è chiamata dalla Chiesa transustanziazione.
608 D. Chi ha dato tanta virtù alle parole della consacrazione?R. Ha dato tanta virtù alle parole della consacrazione lo stesso Signor nostro Gesù Cristo, il quale è Dio onnipotente.
609 D. Dopo la consacrazione non resta niente del pane e del vino?R. Dopo la consacrazione restano soltanto le specie del pane e del vino.
610 D. Che cosa sono le specie del pane e del vino?
R. Le specie sono la quantità e le qualità sensibili del pane e del vino, come la figura, il colore, il sapore.
611 D. In che maniera possono restare le specie del pane e del vino senza la loro sostanza?
R. Le specie del pane e del vino restano mirabilmente senza la loro sostanza, per virtù di Dio onnipotente.
612 D. Sotto le specie del pane vi è solo il Corpo di Gesù Cristo, e sotto le specie del vino vi è solo il suo Sangue?
R. Tanto sotto le specie del pane, quanto sotto le specie del vino vi è tutto Gesù Cristo vivente, in Corpo, Sangue, Anima e Divinità.
613 D. Mi sapreste dire perché tanto nell'ostia, quanto nel calice, vi è tutto Gesù Cristo?
R. Tanto nell' ostia, quanto nel calice, vi è tutto Gesù Cristo, perché egli è nell'Eucaristia vivo ed immortale come nel cielo; perciò dove è il suo Corpo vi è anche il Sangue, l'Anima e la Divinità, e dove è il Sangue, vi è ancora il Corpo, l'Anima e la Divinità, essendo tutto questo inseparabile in Gesù Cristo.
614 D. Quando Gesù è nell'ostia, cessa di essere in cielo?R. Quando Gesù è nell' ostia, non cessa di essere in cielo, ma si trova nel medesimo tempo in cielo e nel santissimo Sacramento.
615 D. Gesù Cristo si trova in tutte le ostie consacrate del mondo?
R. Sì, Gesù Cristo si trova in tutte le ostie consacrate.
616 D. Come può essere che Gesù Cristo si trovi in tutte le ostie consacrate?
R. Gesù Cristo si trova in tutte le ostie consacrate, per onnipotenza di Dio, al quale niente è impossibile.
Etc……
Catechismo della Chiesa Cattolica
1374 Il modo della presenza di Cristo sotto le specie eucaristiche è unico. Esso pone l'Eucaristia al di sopra di tutti i sacramenti e ne fa « quasi il coronamento della vita spirituale e il fine al quale tendono tutti i sacramenti ». Nel Santissimo Sacramento dell'Eucaristia è contenuto veramente, realmente, sostanzialmente il Corpo e il Sangue di nostro Signore Gesù Cristo, con l'anima e la divinità e, quindi, il Cristo tutto intero. (Cc. di Trento: DS 1651) « Tale presenza si dice "reale" non per esclusione, quasi che le altre non siano "reali", ma per antonomasia, perché è sostanziale, e in forza di essa Cristo, Dio e uomo, tutto intero si fa presente ».
1376 Il Concilio di Trento riassume la fede cattolica dichiarando: « Poiché il Cristo, nostro Redentore, ha detto che ciò che offriva sotto la specie del pane era veramente il suo Corpo, nella Chiesa di Dio vi fu sempre la convinzione, e questo santo Concilio lo dichiara ora di nuovo, che con la consacrazione del pane e del vino si opera la conversione di tutta la sostanza del pane nella sostanza del Corpo del Cristo, nostro Signore, e di tutta la sostanza del vino nella sostanza del suo Sangue. Questa conversione, quindi, in modo conveniente e appropriato è chiamata dalla santa Chiesa cattolica transustanziazione ».
1377 La presenza eucaristica di Cristo ha inizio al momento della consacrazione e continua finché sussistono le specie eucaristiche. Cristo è tutto e integro presente in ciascuna specie e in ciascuna sua parte; perciò la frazione del pane non divide Cristo. (Cf Concilio di Trento: DS 1641).
1378 Il culto dell'Eucaristia. Nella liturgia della Messa esprimiamo la nostra fede nella presenza reale di Cristo sotto le specie del pane e del vino, tra l'altro, con la genuflessione, o con un profondo inchino in segno di adorazione verso il Signore. « La Chiesa cattolica professa questo culto latreutico al sacramento eucaristico non solo durante la Messa, ma anche fuori della sua celebrazione, conservando con la massima diligenza le ostie consacrate, presentandole alla solenne venerazione dei fedeli cristiani, portandole in processione con gaudio della folla cristiana ».
1381 « Che in questo sacramento sia presente il vero Corpo e il vero Sangue di Cristo, come dice san Tommaso, "non si può apprendere coi sensi, ma con la sola fede, la quale si appoggia all'autorità di Dio. Per questo, commentando il passo di san Luca 22,19: Questo è il mio Corpo che viene dato per voi, san Cirillo dice: Non mettere in dubbio se questo sia vero, ma piuttosto accetta con fede le parole del Salvatore: perché essendo egli la verità, non mentisce" »
1411 Soltanto i sacerdoti validamente ordinati possono presiedere l'Eucaristia e consacrare il pane e il vino perché diventino il Corpo e il Sangue del Signore.

1413 Mediante la consacrazione si opera la transustanziazione del pane e del vino nel Corpo e nel Sangue di Cristo. Sotto le specie consacrate del pane e del vino, Cristo stesso, vivente e glorioso, è presente in maniera vera, reale e sostanziale, il suo Corpo e Sangue con la sua anima e divinità. (cf Cc. de Trento: DS 1640; 1651)

Concilio di Trento
Canoni sul santissimo sacramento dell'Eucaristia
1 Se qualcuno negherà che nel santissimo sacramento dell’eucaristia è contenuto veramente, realmente, sostanzialmente il corpo e il sangue di nostro signore Gesù Cristo, con l’anima e la divinità, e, quindi, tutto il Cristo, ma dirà che esso vi è solo come in un simbolo o una figura, o solo con la sua potenza, sia anatema.
2 Se qualcuno dirà che nel santissimo sacramento dell’eucaristia assieme col corpo e col sangue di nostro signore Gesù Cristo rimane la sostanza del pane e del vino e negherà quella meravigliosa e singolare trasformazione di tutta la sostanza del pane nel corpo, e di tutta la sostanza del vino nel sangue, e che rimangono solamente le specie del pane e del vino, - trasformazione che la chiesa cattolica con termine appropriatissimo chiama transustanziazione, - sia anatema.
3 Se qualcuno dirà che nel venerabile sacramento dell’eucaristia, fatta la separazione, Cristo non è contenuto in ognuna delle due specie e in ognuna delle parti di ciascuna specie, sia anatema.
4 Se qualcuno dirà che, fatta la consacrazione, nel mirabile sacramento dell’eucaristia non vi è il corpo e il sangue del signore nostro Gesù Cristo, ma solo nell’uso, mentre si riceve, e non prima o dopo; e che nelle ostie o parti consacrate, che dopo la comunione vengono conservate e rimangono, non rimane il vero corpo del Signore, sia anatema.
6 Se qualcuno dirà che nel santo sacramento dell’eucaristia Cristo, unigenito figlio di Dio, non debba essere adorato con culto di latria, anche esterno; e, quindi, che non debba neppure esser venerato con qualche particolare festività; ed esser portato solennemente nelle processioni, secondo il lodevole ed universale rito e consuetudine della santa chiesa; o che non debba essere esposto alla pubblica venerazione del popolo, perché sia adorato; e che i suoi adoratori sono degli idolatri, sia anatema.
8 Se qualcuno dirà che Cristo, dato nell’eucaristia, si mangia solo spiritualmente, e non anche sacramentalmente e realmente, sia anatema.
Errori Protestanti - 11 Il Dogma della Transustanziazione

Mons. Gerhard Ludwig Müller es el nuevo “guardián de la fe”

 

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El Papa Benedicto XVI ha realizado hoy uno de los nombramientos más importantes de su pontificado al designar, por segunda vez en su pontificado, un Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, el dicasterio que él mismo presidió durante casi 25 años. El elegido por el Papa, luego de aceptar la renuncia del cardenal Levada, ha sido Mons. Gerhard Ludwig Müller, hasta ahora obispo de Ratisbona. Este nombramiento pone de manifiesto la absoluta libertad del Pontífice que, a pesar de presiones y oposiciones, lleva a su lado como prefecto del dicasterio más importante de la Curia Romana a un prelado de su absoluta confianza, con el que comparte no sólo la vocación de la teología sino también una fuerte amistad, y que se ha ganado en Alemania muchas oposiciones precisamente por defender al Santo Padre y la doctrina de la Iglesia en un ambiente eclesial más bien difícil en este sentido. Ofrecemos nuestra traducción del comentario de Andrea Tornielli en su blog sobre este importante nombramiento del pontificado benedictino.
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Queridos amigos, será anunciado en breve el nombramiento del nuevo Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, que tomará el lugar del cardenal estadounidense William Levada, que ha renunciado, decidido a volver a los Estados Unidos. La elección de Benedicto XVI ha caído sobre el obispo de Ratisbona Gerhard Ludwig Müller, de 64 años, teólogo muy bien conocido por el Papa así como también encargado de la Opera Omnia de Ratzinger.

Después de siete años, por lo tanto, un prelado alemán vuelve a la cabeza de la Suprema (así era llamada en un tiempo el Santo Oficio). La delicada decisión ha sido totalmente del Pontífice y en los meses pasados no han faltado intentos de disuadirlo, recordando su amistad con el teólogo peruano Gustavo Gutiérrez, uno de los padres de la Teología de la Liberación (que nunca ha sido condenado por la autoridad eclesiástica), como también citando frases y pasajes aislados de los textos del mismo Müller juzgados teológicamente demasiado abiertos.

Benedicto XVI, que de teología entiende, después de haber valorado diversas candidaturas, ha mantenido aquella considerada más citada desde el comienzo. Müller está llamado a relanzar el rol de la Congregación para la Doctrina de la Fe según la amplitud de la tarea confiada al importante dicasterio desde los tiempos de la reforma de Pablo VI – no sólo vigilar e intervenir contra los teólogos que se separan de la ortodoxia, sino también promover en positivo la fe católica, tema central en el Año de la Fe querido por el Papa Ratzinger.

Al dicasterio doctrinal, además, están confiados los candentes y delicadísimos asuntos concernientes a los abusos sexuales cometidos por clérigos sobre menores en todo el mundo. La Iglesia, bajo el impulso primero de Juan Pablo II y del cardenal Ratzinger, y ahora del Papa Benedicto, ha introducido desde hace una década reglas muy severas, que en los últimos tres años han llegado a desarrollar casi una “legislación de emergencia”. Pero la gran obra todavía por realizar es la del cambio de mentalidad en el afrontar este terrible fenómeno (que va disminuyendo), siguiendo precisamente el ejemplo del Pontífice en la atención a las víctimas.

Finalmente, no debe olvidarse el asunto de los lefebvristas. La Pontificia Comisión Ecclesia Dei ha sido llevada puesta bajo la égida del ex Santo Oficio y es presidida por el Prefecto. La semana pasada el Papa ha nombrado un vice-presidente de la Comisión, el arzobispo dominico estadounidense Augustin Di Noia, trasladándolo desde la Congregación para el Culto Divino. Müller tendrá, de todos modos, un rol de primer plano en esta fase complicada y difícil, que ha terminado en un impasse después de la entrega al superior lefebvrista Bernard Fellay de la última versión del preámbulo doctrinal, discutida por los cardenales del ex Santo Oficio y aprobada por el Papa.

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Les jeux sont faits. Non ci sono più parole...

È appena apparsa la notizia della nomina del nuovo Prefetto della Congregazione per la dottrina della fede, che prenderà il posto del dimissionario cardinale statunitense William Levada, deciso a tornare negli Usa. La scelta di Benedetto XVI è caduta sul vescovo di Ratisbona Gerhard Ludwig Müller, 64 anni, teologo ben conosciuto dal Papa nonché curatore dell’Opera Omnia di Ratzinger.
Stando al semplice dato di fatto così come lo espone Tornielli e come di fatto è, c'è poco di che stare allegri:
«...Infine, non va dimenticato il dossier dei lefebvriani. La Pontificia commissione Ecclesia Dei è stata portata sotto l’egida dell’ex Sant’Uffizio ed è presieduta dal Prefetto. La scorsa settimana il Papa ha nominato un vice-presidente della commissione, l’arcivescovo domenicano statunitense Augustin Di Noia, trasferendolo dalla Congregazione del culto divino. Müller avrà comunque un ruolo di primo piano in questa fase complicata e difficile, finita in stallo dopo la consegna al superiore lefebvriano Bernard Fellay dell’ultima versione del preambolo dottrinale discussa dai cardinali dell’ex Sant’Uffizio e approvata dal Papa».
A questo punto, amici miei, vista anche la nomina del nuovo Segretario della Congregazione per il Culto Divino nella persona di Arthur Roche, distintosi per l'ostilità manifestata nei confronti del Motu Proprio Summorum Pontificum e dopo aver letto una intervista a Mons. Di Noia al National Catholic Register, che mi rifiuto di pubblicare perché piena anch'essa di ambiguità, circiterismi, e conciliarismi di ogni tipo, ritengo che, se non interviene un elemento nuovo ed inimmaginabile, dovremo dar ragione a coloro che non ritengono probabile la regolarizzazione canonica della Fraternità, che c'erano fondati motivi per considerare imminente.

Ebbene, questi cambiamenti di fronte non promettono nulla di buono e stanno a significare due cose: o la priorità di riconciliazione attribuita al papa non è così prioritaria come alcuni sostengono, oppure la situazione della Chiesa è talmente degenerata che ormai le forze progressiste non schiodano e inchiodano la Tradizione. Ma questo in realtà viene loro permesso. Non ci è dato conoscere se in base ai perversi meccanismi, che in qualche modo trapelano, oppure in base ad una inesorabile deriva riformista a tutti i costi, senza concessioni di nessun genere.

Se questo dovesse davvero essere l'incipit di un'amara conclusione, la Fraternità non vedrà la propria regolarizzazione canonica, ma tutta la Tradizione riceverà un nuovo scacco e sarà sempre più silenziata e disprezzata ed emarginata. Questa è del resto la nostra quotidiana esperienza, oggi....

Ma non deponiamo la Speranza - quella Cristiana, quella umana essendo difficilmente invocabile - e attendiamo gli sivluppi che probabilmente non tarderanno.

Card. Müller nuovo Prefetto della Dottrina della Fede . Istituto del Buon Pastore : alcune foto delle ordinazioni Sacerdotali e Diaconali

 

RINUNCIA DEL PREFETTO DELLA CONGREGAZIONE PER LA DOTTRINA DELLA FEDE E PRESIDENTE DELLA PONTIFICIA COMMISSIONE "ECCLESIA DEI", DELLA PONTIFICIA COMMISSIONE BIBLICA E DELLA COMMISSIONE TEOLOGICA INTERNAZIONALE, E NOMINA DEL SUCCESSORE



Il Santo Padre Benedetto XVI ha accolto la rinunzia presentata, per raggiunti limiti di età, dall'Em.mo Card. William Joseph Levada agli incarichi di Prefetto della Congregazione per la Dottrina della Fede e di Presidente della Pontificia Commissione «Ecclesia Dei», della Pontificia Commissione Biblica e della Commissione Teologica Internazionale, ed ha chiamato a succedergli nei medesimi incarichi S.E. Mons. Gerhard Ludwig Müller, finora Vescovo di Regensburg, elevandolo in pari tempo alla dignità di Arcivescovo.


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... Rimaniamo basiti!! Sbagliamo ma Difficilmente riusciamo a vedere bene quale Difensore della Dottrina cattolica un vescovo che è (stato?) vicino alla teologia della liberazione, e che ha messo in dubbio la verginità di Maria e il dogma della transustanziazione... (Qui un nostro post sulle "eresie" professate da Müller e sul nostro -vano- auspicio di non vederlo mai al Sant'Uffizio... Congregazione che solo 60 anni fa lo avrebbe messo all'indice e scomunicato, altro che averlo avuto proprio prefetto!)
Ma qualcosa di buono avrà senz'altro fatto, altrimenti il Papa non lo avrebbe voluto quale Custode dell'ortodossia Cattolica e capo del più importante Dicastero della Curia Romana.
CIò detto, è indubbio che sarà ancora più dura sperare in una positiva soluzione alle trattative con la F.S.S.P.X ... E' purtroppo certa la sua avversione alla Fraternità.
E quel che forse è peggio è la berretta cardinalizia che presto arriverà sulla testa di Müller. E ha solo 64 anni....
Roberto

Istituto del Buon Pastore : alcune foto delle ordinazioni Sacerdotali e Diaconali



Francia, Bordeaux.
Istituto del Buon Pastore.
Venerdì 29 giugno 2012, Festa dei Santi Apostoli Pietro e Paolo, nella chiesa di Sant’Elia di Bordeaux Sua Eccellenza Rev.ma Mons. Fernando Guimarãesun, Vescovo di Garanhuns, Brasile, che fu presente alla fondazione dell?istituto del Buon Pastore quando lavorava accanto al Card.Castrillon Hoyos, ha ordinato tre nuovi sacerdoti e due diaconi del Seminario San Vincenzo de’Paoli fra cui l’ italiano don Giorgio Lenzi .
Al novello Sacerdote italiano don Giogio e a tutti gli altri Sacerdoti e Diaconi giungano i nostri auguri più fervidi e la raccomandazione che saremo loro sempre vicini con la preghiera .

Cliccando qui si possono vedere altre foto delle ordinazioni.