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sábado, 5 de julho de 2014

Joseph Ratzinger - Bento XVI: Introdução ao Espírito da Liturgia

Introdução ao Espírito da Liturgia

Joseph Ratzinger - Bento XVI



Diz: " Se este livro puder servir de estímulo para algo como um " movimento litúrgico", um movimento para a liturgia e sua correta celebração, exterior e interior, o intuito que me impeliu a este trabalho estará plenamente realizado" -

Peçamos a Deus que isto aconteça, para a Glória de Seu Nome e para o nosso bem.

Sobre a Essência da Liturgia:

O que entende por Liturgia?

Neste primeiro capítulo, Bento XVI cita a ideia surgida na década de 1920, sobre a Liturgia ser comparada a um jogo,e que como todo jogo, possui regras próprias. Ele é dotado de sentido, "mas ao mesmo tempo livre, e exatamente por isso, possui em si algo de terapêutico, aliás, de liberatório, a partir do momento que nos faz sair do cotidiano e dos fins que o caracterizam, libertando-nos durante um certo período de tempo, de tudo aquilo que oprime nossa vida de trabalho. O jogo seria, por assim dizer, um outro mundo, um oásis de liberdade onde podemos, por um momento, deixar fluir livremente a existência, para neste momento de evasão do domínio do cotidiano, suportar seu jugo"

Mas tudo isso poderia ser usado em qualquer tipo de jogo e é por isso que devemos mencionar um outro aspecto nesta teoria do jogo que o fará se aproximar da essência da Liturgia: "Assim como toda brincadeira de criança parece, em inúmeros aspectos, uma espécie de antecipação da vida, um treinamento para aquilo que será a sua vida, sem, todavia, incluir todo seu peso e a sua seriedade. Do mesmo modo, a Liturgia lembra que todos nós, diante da verdadeira vida, que desejamos alcançar, somos no fundo como crianças, ou que deveríamos se-lo; a liturgia, então, seria uma forma completamente diferente de antecipação, de exercício preliminar: prelúdio da vida futura, da vida eterna, da qual Agostinho afirma que, ao contrário da vida presente, aquela não será feita de necessidades e obrigatoriedades, mas inteiramente da liberdade de oferecer e dar".

"A Liturgia seria, então, a redescoberta do nosso autentico ser criança dentro de nós, ela seria uma forma definida da esperança, que antecipa a verdadeira vida, que nos introduz na vida autêntica - a da liberdade, da proximidade com Deus e da total abertura recíproca. Assim, ela exprime também na vida real cotidiana os sinais precursores da liberdade, que derrubam barreiras e deixam transparecer o céu na terra. Semelhante aplicação da teoria do jogo, eleva a liturgia bem acima da brincadeira em geral"

Nova abordagem a partir dos textos bíblicos:

Na narração dos fatos que antecederam a saída do povo de Israel do Egito, bem como na dos vários episódios do Êxodo, duas diferentes finalidades emergem para esse evento extraordinário:

1 - Uma é a chegada à Terra prometida, onde Israel finalmente irá viver livre e independente na terra que é sua. Ao lado desta, surge uma outra finalidade: a ordem original que Deus dá ao faraó: " Deixa partir meu povo, para que me sirva no deserto!" (Ex 7,16) Esta expressão Deixa partir meu povo, para que me sirva" - se repete quatro vezes, ou seja, em todos os encontros do faraó com Moisés e Araão.

Depois de várias negociações a finalidade vai sendo, então, concretizada. O faraó aceita o compromisso, já que para ele a questão é a liberdade de culto - " Ide, oferecei sacrifícios ao vosso Deus, mas dentro do país" (Ex 8,21). Moisés fiel a ordem recebida, insiste em afirmar que para o culto é necessário o êxodo, já que o lugar estipulado é o deserto - "Havemos de ir ao deserto, a três dias de caminho, e ofereceremos (lá) sacrifícios ao Senhor, nosso Deus, conforme ele nos ordenou.”(Ex 8,27)
Depois das pragas faraó se mostra mais acessível, permite, então, que o culto se realize segundo a vontade da divindade, mas impo~em que só os homens saiam, e que todos os demais: mulheres, criança e animais fiquem no Egito. Desse modo, nos diz bento XVI: " pressupõe uma praxis cultual então usual, segundo a qual apenas os homens eram protagonistas ativos no culto"
Moisés não pode negociar a modalidade do culto com o faraó, nem pode subordinar o culto a compromissos políticos: " a forma do culto não é questão de concessão política; o culto possui a sua própria medida, e só pode ser regulado pela medida da revelação de Deus"
Por esta razão, também é recusada a terceira proposta de compromisso do faraó, o qual dessa vez, manifesta permissão para que mulheres e crianças também possam partir e Moisés responde que precisa levar consigo também os animais, porque, " enquanto não chegarmos até o lugar marcado, não sabemos com que haveremos de servir a Javé" (Ex 10, 26)
Em todas as negociações não se fala em Terra prometida: o único objetivo do Êxodo parece ser a adoração, que só pode acontecer segundo a medida de Deus, e que, por essa razão, foge das regras do jogo do compromisso político.
Depois continuamos.
Deus seja Louvado!
 
Parte II

A Partida de Israel:

Israel não parte para ser um povo como todos os outros povos; mas para servir a Deus.

A meta do Êxodo é a montanha de Deus, ainda desconhecida e a finalidade: prestar serviço a Deus. Alguns poderiam pensar que o acento posto no culto ao longo das negociações com o faraó foi de natureza tática.O verdadeiro e único objetivo do êxodo não seria o culto, e sim a terra, que aliás, constitui o real objeto da promessa feita a Abraão. Não creio, diz Bento XVI -; ' que com isso se possa justificar a gravidade que se percebe nos textos.

No fundo, diz ele, a contraposição de terra e culto não tem sentido: " a terra é ofertada para ser um lugar de veneração do Deus verdadeiro. A mera posse da terra , a mera autonomia nacional fariam Israel descer ao nível dos outros povos. Essa finalidade levaria a ignorar a especificidade da eleição: A história inteira dos juízes e dos Reis, mostra justamente que a terra como tal, vista em si mesma, permanece como um bem indeterminado, que se torna bem autêntico,verdadeiro dom da promessa cumprida só se aí reinar Deus, e se a terra não existir como uma espécie de estado independente, mas se for o espaço da obediência, onde se cumpre a vontade de Deus e, assim, se realiza a maneira correta da existência humana"

Vejamos a análise do texto bíblico:


Nela vemos a relação entre as duas finalidades do Êxodo. Após três dias, o Israel peregrino ainda não compreendeu que tipo de sacrifício Deus espera dele. Três meses depois, porém, " da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, naquele dia chegaram ao deserto do Sinai" (Ex 19,1). No terceiro dia, Deus desce no cume da montanha (19,16.20). Deus fala ao povo, manifesta a sua vontade nas dez santas palavras (20,1-17), e sela com Moisés a aliança (Ex 24), que se concretiza 'numa forma de culto minuciosamente regulamentado'.


Israel aprende então, a adorar a Deus do modo desejado por Ele. E dessa adoração faz parte o culto, a liturgia em sentido restrito, mas exige viver segundo a vontade de Deus, que é uma parte imprescindível na verdadeira adoração. E o culto serve, portanto, para oferecer o olhar à Deus e assim dar a vida, que se torna glória para Deus.

***


Depois retornamos para ver como Israel se constitui verdadeiro povo de Deus e como a Liturgia, o culto são peças chaves na história deste povo.


 
Parte III







O Sinai, Deus e Israel:

" No Sinai o povo não recebe somente as prescrições cultuais, mas uma organização jurídica e uma regra de vida completas. Somente deste modo ele se constitui como povo. Sem uma organização jurídica comunitária, um povo não subsiste. Cai na anarquia, paródia da liberdade, a anulação do arbítrio de cada um, que é a sua total ausência da liberdade. Na organização da aliança, estão envolvidos, além do culto, direito e vida que se entrelaçam. Na idade moderna, vimos que houve um desmembramento que acabou por conduzir á total secularização do direito e excluiu totalmente toda referência a Deus na elaboração desse direito e " Um direito que não se baseia na moral se torna injustiça; uma moral e um direito que não tem sua origem na referência a Deus degradam o ser humano, porque o privam de sua medida mais elevada e de sua possibilidade mais alta, visto que lhe negam a visão do infinito e do eterno; com essa aparente libertação ele é submetido à ditadura da maioria dominante, a critérios humanos limitados que terminam por submete-lo á violência"

Essência do Culto e da Liturgia

" Uma organização das coisas humanas que desconhece a Deus diminui o ser humano. Por isso culto e direito não podem ficar completamente separados entre si: Deus tem direito à resposta do ser humano, tem direito ao próprio homem, e onde esse direito de Deus desaparece por completo também se dissolve a organização jurídica humana, porque lhe falta a pedra angular que mantém o conjunto unido"

fonte

sexta-feira, 4 de julho de 2014

LA SANTA MISA : el Sacrificio cruento de Cristo en la Cruz e incruento en el altar; es decir, el Santo Sacrificio de la Misa.


LA SANTA MISA
LA SANTA MISA . Primera parte de la Misa (Parte catequística)LA "MISA DE LOS CATECÚMENOS". SEGUNDA PARTE DE LA MISA (Parte sacrificial) LA "MISA DE LOS FIELES" O EL SACRIFICIO ROPRIAENTE DICHO. LA OBLACIÓN DE LA VÍCTIMA. EL CANON DE LA MISA. LA PARTICIPACIÓN DEL SACRIFICIO,O COMUNIÓN
momento de la "Elevación" en la Santa Misa++++

De todos los temas de Liturgia, el de la Misa es el más importante y el que requiere un estudio más detenido y amoroso. La Misa háse de comprender y vivir íntimamente, y quien mejor la comprenda y mejor la viva, será, indiscutiblemente, el que vivirá más intensa y plenamente la vida cristiana. De ahí que, dentro de la brevedad que exige la índole de este Manual, le dediquemos aquí a la Misa un estudio lo más completo posible, utilizando los mejores tratados publicados hasta la fecha sobre la materia (1).

(1).
Recomendamos, en castellano: La Santo Misa explicada, por Dom P. Guéranger, Abad de Solesmes, trad. por L. Acosta. - La Misa y su Liturgia, por el R. P. Agustín Rojo del Pozo, benedictino de Silos. - Y en francés: La Sainte Messe, Notes sur sa liturgie, por Dom. E. Vandeur, O. S. B. - La Messe, étude doctrinale, por E. P. Bourceau. - Leçons sur la Messe, por Mons. Batiffol. - La Sainte Messe, sens véritable des priéres et des céremonies, por Decrouille. -La titurgie de la Messe, por Dom Jean de Puniet, O.S.B.-Le Saint Sacri f ice de la Messe, por N. Gihr, 2 vols. - Liber Sacrainentorum, IX vol., por el Card. Schuster, O.S.B., y los libros de Dom Léfébvre y de Pius Parh. - Para la explicación de la Misa del pueblo, puede ser útil nuestra Guía Litúrgica del Catequista (Buenos Aires).

NOCIONES PRELIMINARES
1. Noción del Sacrificio. El Sacrificio, estrictamente considerado, suelen definirlo así los teólogos: Es la ofrenda que se hace a solo Dios, por medio de un ministro legítimo, de una cosa sensible, destruyéndola o transformándola en otra, para, reconocer y dar testimonio del suprema dominio de Dios sobre todas las cosas, y expresar nuestro acatamiento.
Dícese ofrenda de una cosa sensible, porque el Sacrificio pertenece al culto externo de Dios, pudiendo ser materia de él tanto una cosa animada como inanimada.
Por legítimo ministro se entiende una persona especial legítimamente delegada para ello.
Se dice a sólo Dios, porque el sacrificio es propiamente un acto de latría, que a Él solo se dirige.
Añádese destruyéndola o transformándola, porque no solamente se le debe a Dios él uso de la cosa, sino la sustancia misma de ella, de suerte que la cosa misma debe dejar de existir física o moralmente, y, por lo tanto, inutilizarse para sus usos naturales...
Con las palabras reconocer y dar testimonio del supremo dominio de Dios, etcétera, se expresa cl fin del sacrificio, que es confesar que todo viene de Dios y a Él se le debe todo, incluso la vida humana, la cual debiera ser, en realidad, la materia propia del Sacrificio; pero como de ordinario no es lícito sacrificar la vida, sustitúyese ésta por la sustancia de otra cosa de su pertenencia.

2. Antigüedad y universalidad del Sacrificio. El Sacrificio, en una o en otra forma, ha existido desde el principio del mundo y en todos los pueblos, en donde, en alguna manera, se han practicado actos de religión. La existencia del hombre, de la religión y del sacrificio, son, puede decirse, simultáneas e inseparables; ya que no puede darse un hombre que no reconozca algún ser superior a sí, y al cual no exprese, de alguna manera, su acatamiento, que es, en último término, a lo que tiende el sacrificio.
Es un hecho demostrado que todos los pueblos, civilizados y no civilizados, han practicado el sacrificio. Los hindúes, toda su religión la practican a base de sacrificios, a tal punto que sus libros sagrados, los "Vedas", definan el hombre: "el primero de los sacrificadores". Los griegos, de civilización refinada, en todo hallaban pretexto para sacrificar: en las calamidades públicas, en las enfermedades individuales, en las bodas, en los nacimientos, en las expediciones, etcétera. Los romanos todavía eran más pródigos en sacrificar, hasta el extremo de constituir, entre ellos, el comercio de las víctimas un verdadero tráfico, y de no poder sustraerse de ellos ni siquiera los hombres más cultos. De Juliano el Apóstata, por ejemplo,' se cuenta que más de una vez inmoló en el altar del sacrificio a más de cien toros, carneros, ovejas y cabritos en cantidad fabulosa, y un sinnúmero de pájaros de blanco plumaje, de mar y de tierra (1).

3. Los sacrificios bíblicos. La Biblia, desde los sacrificios de Caín y Abel, no cesa de hablar de numerosos sacrificios ofrecidos a, Dios por los Patriarcas, Profetas, Reyes y gente del pueblo. Moisés consagra todo un libro, el Levítico, para regular minuciosamente todo el ritual relativo a los sacrificios. Son celebérrimos, los sacrificios de Abel, de Noé recién salido del Arca, de Abrahán y de Melquisedech, y asimismo lo son todos los de la Ley mosaica, los principales' de los cuales clasificábanse en cruentos e incruentos.
Estos sacrificios cruentos consistían en inmolar animales. Ofrecíanse, unos en calidad de holocausto, y eran los más excelentes; otros por el pecado, con carácter expiatorio; otros por el delito, con carácter expiatorio también, pero privado; y otros, finalmente, en calidad de hostia pacífica, con carácter eucarístico e impetratorio a la vez y como fruto de algún voto personal.
Los sacrificios incruentos consistían en ofrecer, no animales, sino materias sólidas o líquidas. Ofrecíanse, ora en privado y por razones personales, ora en público y por motivos generales.
Todos estos sacrificios del Antiguo Testamento agradaron y aplacaron a Dios hasta que, en el Nuevo, apareció Jesucristo y aboliólos con su Sacrificio, sucediendo la realidad a las figuras.

4. El Sacrificio de la Misa. En la Nueva Ley sólo hay un sacrificio, del cual eran figuras todos los de la Antigua, y él sólo cumple todos los fines de aquéllos: es el Sacrificio cruento de Cristo en la Cruz e incruento en el altar; es decir, el Santo Sacrificio de la Misa. La Misa, por lo tanto, es el Sacrificio de la Nueva Ley, en el cual se ofrece Jesucristo y se inmola incruentamente por toda la Iglesia, bajo las especies del pan y del vino, por ministerio del Sacerdote, para reconocer el supremo dominio de Dios y aplicarnos a nosotros las satisfacciones y méritos de su Pasión. Representa, pues, la Misa, renueva y continúa, sin disminuirlo ni aumentarlo, el sacrificio del Calvario, cuyos frutos nos está continuamente aplicando. "Es, dice Pío XII, como el compendio y centro de la religión cristiana y el punto más alto de la Sagrada Liturgia (2).
Entre el sacrificio de la Misa y el de la Cruz, sólo hay estas diferencias: que Jesucristo_ se inmoló allí dé un modo real, visible, con derramamientos de sangre, y personalmente, mientras que aquí lo hace en forma invisible e incruenta, bajo las especies sacramentales, y por ministerio del Sacerdote; allí Jesucristo nos mereció la Redención, y aquí nos aplica sus frutos.
En la Misa Jesucristo es la Víctima y el principal oferente; el segundo oferente es la Iglesia católica, con todos los fieles no excomulgados; y su tercer oferente y el ministro propiamente dicho es el Sacerdote legítimamente ordenado.
Ofrécese la Misa, primeramente, por toda la Iglesia militante, pero secundariamente también por toda la Iglesia purgante, y para honra de los Santos de la Iglesia triunfante.

5. Los fines de la Misa.
LEER...
NOTAS

(1)
P. Allard: Julien L Ápostat, t. II, p. 54.
(2) Enc. "Mediator Dei", 2ª parte, I.

Por el R.P. Andrés Azcárate. "La flor de la liturgia".

La teologia papale. Tentativo di ricostruzione congetturale

  Teologia bergogliana


Da un sito cattolico, leggo che «La rivista internazionale di teologia Concilium ha dedicato il suo ultimo numero al tema: Dall’“anathema sit” al “Chi sono io per giudicare?”», a partire dalla famosa frase di Papa Francesco sull’omosessualità: «chi sono io per giudicare», pronunciata di ritorno dal Brasile, nel luglio 2013.

Gli autori «ritengono che le formule e i dogmi non possono comprendere l’evoluzione storica, ma ogni problema vada collocato nel suo contesto storico e sociopolitico. Il concetto di ortodossia va superato, o quanto meno ridimensionato, perché, viene utilizzato come “punto di riferimento per soffocare la libertà di pensiero e come arma per sorvegliare e punire”... Essi definiscono l’ortodossia come “una violenza metafisica”. Al primato della dottrina va sostituito quello della prassi pastorale…» (Concilium, 2/2014, p. 11).


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Órdenes menores, subdiaconado y Santa Misa Tridentina Pontifical en Baviera (Alemania)


El pasado sábado 9 de febrero 2013, S. E. Mons. Athanasius Schneider, obispo auxiliar de Astana (Kazajistán) y titular de Celerina (Suiza), ofició la solemne Santa Misa Pontifical, en la Forma Extraordinaria del Rito Romano, y confirió las órdenes menores y el subdiaconado, según los Libros Litúrgicos tradicionales, a cuatro seminaristas del Seminario que la Fraternidad Sacerdotal de San Pedro tiene en la localidad bávara de Wigratzbad (Alemania). FSSP.
 
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Con la Santa Misa todo sin ella nada

 


 Indispensable para el encuentro con el Señor.


El camino de Emaús se transforma en símbolo de nuestro camino de fe: las Escrituras y la Eucaristía son los elementos indispensables para el encuentro con el Señor.
S.S. Francisco
Rezo del Regina Caeli en el tercer domingo de Pascua
4 de mayo del 2014






2014-05-05 08:00:00
No faltar a la Santa Misa ni un solo día.


No hay obligación de oír la misa los demás días; con todo, no se debe descuidar y, a pesar de las ocupaciones que se tenga, hay que hacer lo posible para no faltar a ella ni un solo día. Hay que convencerse de que ese tiempo no estará perdido, sino bien empleado, y de ordinario, mucho mejor que si se empleara en el trabajo; pues por medio de tan santa acción se atraerán las gracias y bendiciones de Dios sobre todo lo que hay que hacer a lo largo del día.
San Juan Bautista de la Salle
Instrucciones y oraciones para la Santa Misa,
la confesión y la comunión 1,3,2






2014-03-17 08:00:00
¡Como si los cristianos pudieran vivir sin la Santa Misa!


¡Como si los cristianos pudieran vivir sin la Santa Misa, o la Santa Misa pudiera celebrarse para los que no son cristianos!
San Felix
Actas de su martirio






2013-12-07 08:00:00

 La Sagrada Eucaristía se contiene todo el bien espiritual de la Iglesia.


En la Sagrada Eucaristía se contiene todo el bien espiritual de la Iglesia, es decir, Cristo en persona, nuestra Pascua y pan vivo que, con su Carne, por el Espíritu Santo vivificada y vivificante, da vida a los hombres que de esta forma son invitados y estimulados a ofrecerse a sí mismos, sus trabajos y todas las cosas creadas juntamente con Él.
Concilio Vaticano II
Presbyterium Ordinis 5






2013-12-02 08:00:00

 La Santa Misa alegra toda la corte celestial.


La Santa Misa alegra toda la corte celestial, alivia a las pobres almas del purgatorio, atrae sobre la tierra toda suerte de bendiciones y da más gloria a Dios que todos los sufrimientos de los mártires juntos, que las penitencias de todos los solitarios, que todas las lágrimas por ellos derramadas desde el principio del mundo y que todo lo que hagan hasta el fin de los siglos.
San Juan María Vianney, Santo Cura de Ars
Sermón sobre la Santa Misa






2013-11-01 08:00:00

 La Santa Misa cotidiana y la educación.


La Comunión frecuente y la Santa Misa cotidiana son las columnas que deben sostener un edificio educativo.
San Juan Bosco





2013-10-10 08:00:00

 ¡Eucaristizar, eucaristizar!


¿Qué deberíamos hacer en nuestra vida? “Eucaristizar, eucaristizar”. Convertirlo todo en Eucaristía para que podamos tener: el hombre eucarístico, la Iglesia eucarística, la tierra eucarística y así toda la vida es eucarística.
Siervo de Dios Cardenal Francois-Xavier Nguyen Van Thuan
El Gozo de la esperanza






2013-09-04 08:00:00


Con la Santa Misa todo adquiere valor, todo florece, todo es fecundado, el bien se multiplica infinitamente. Sin la Santa Misa todo está destinado a perecer. Y el más grande bien, las buenas obras, cualquier cosa sin la Santa Misa no es un verdadero bien sino un espejismo.
P. Pedro Rubio hdv





2013-07-06 08:00:00

 Todo lo recibimos a través de la Eucaristía.


Todas las gracias, todas las ayudas, todo, todo se nos es dado a través de la Eucaristía, porque la Eucaristía es el Cuerpo y la Sangre de Cristo mismo, es su Santo Sacrificio, y es a través de Cristo, de su Santo Sacrificio, que todo se nos ha sido concedido, hasta nuestra transformación en Aquél que recibimos.
P. Pedro Rubio hdv





2013-06-25 08:00:00
 

El valor de la Santa Misa diaria.

Había un rey, San Luis IX, Rey de Francia, que tenía todo tipo de líos: guerras con países enemigos, problemas de revueltas internas, intrigas de los nobles y problemas familiares. Aun así se las arreglaba para asistir a la Santa Misa a diario; uno de sus generales, asombrado, le recriminó: “Con todos los líos y angustias que tiene su Majestad, no sé cómo todavía encuentra tiempo para ir a la Santa Misa”.
Y el Rey -San Luis- le contestó: “Es gracias a la Santa Misa por lo que puedo enfrentarme a mis problemas”.





La Eucaristía debe ser el centro de nuestra vida.



“La Eucaristía debe ser el centro de nuestra vida”.
San Francisco de Asís
“Entre las prácticas de la religión, la Eucaristía es lo que el Sol entre los astros”.
San Francisco de Sales





2012-03-30 08:00:00
 

En la Santa Misa siempre es más lo que recibimos que lo que damos.

En la Santa Misa siempre es más lo que recibimos que lo que damos. Nosotros le damos a Dios un poco de nuestro tiempo y atención y Él nos da la eternidad y toda su atención. Nosotros le damos un poco de amor y casi siempre tan imperfeto, Él en cambio nos da su infinito y perfectísimo amor divino. Y siempre, cuánto más damos, más recibimos, es decir, cuanto más frecuentemente participamos en la Santa Misa tantísimo más recibimos nosotros.
P. Pedro Rubio hdv


2012-0La Misa por encima de todo.


No hay novena ni triduo que se pueda comparar a la eficacia impetratoria de una sola Misa. ¡Cuánta desorientación entre los fieles en torno al valor objetivo de las cosas! Lo que no obtengamos con la Santa Misa, jamás lo obtendremos con ningún otro procedimiento. Está muy bien el empleo de esos otros procedimientos bendecidos y aprobados por la Iglesia; es indudable que Dios concede muchas gracias a través de ellos; pero coloquemos cada cosa en su lugar. La Misa por encima de todo.
P. Antonio Royo Marín op


http://www.sancta-missa-cotidiana.org/es/?tag=con-la-santa-misa-todo-sin-ella-nada&paged=2

BEATA MADRE TERESA DE CALCUTA: EL PRIMER PASO PARA LA ORACIÓN

 



Es difícil orar si no se sabe orar, pero hemos de ayudarnos. El primer paso es el silencio. No podemos ponernos directamente ante Dios si no practicamos el silencio interior y exterior.
El silencio interior es muy difícil de conseguir, pero hay que hacer el esfuerzo. En silencio, encontraremos nueva energía y una unión verdadera. Tendremos la energía de Dios para hacer bien todas las cosas, así como la unidad de nuestros pensamientos con Sus pensamientos, de nuestras oraciones con Sus oraciones, la unidad de nuestros actos con Sus actos, de nuestra vida con Su vida. La unidad es el fruto de la oración, de la humildad, del amor.
Dios nos habla en el silencio del corazón. Si estás frente a Dios en oración y silencio, Él te hablará; entonces, sabrás que no eres nada. Y sólo cuando comprendemos nuestra nada, nuestra vacuidad, Dios puede llenarnos de Sí mismo. Las almas de oración son almas de gran silencio.
El silencio nos da una nueva perspectiva acerca de todas las cosas. Necesitamos silencio para llegar a las almas. Lo esencial no es lo que decimos, sino lo que Dios nos dice y lo que dice a través de nosotros. En ese silencio, Él nos escucha; en ese silencio, Él le habla al alma y, en el silencio, escuchamos Su voz.
Escucha en silencio, porque si tu corazón está lleno de otras cosas, no podrás oír su voz. Ahora bien, cuando le hayas escuchado en la quietud de tu corazón, entonces tu corazón estará lleno de Él. Para esto, se necesita mucho sacrificio y, si realmente queremos y deseamos orar, hemos de estar dispuestos a hacerlo ahora. Estos sólo son los primeros pasos hacia la oración, pero si no nos decidimos a dar el primero con determinación, nunca llegaremos al último: la presencia de Dios.
Las personas contemplativas y los ascetas de todos los tiempos y religiones han buscado a Dios en el silencio y la soledad de los desiertos, selvas y montañas. El propio Jesús pasó cuarenta días en el desierto y en las montañas comulgando durante largas horas con su Padre en el silencio de la noche.
Nosotros también estamos llamados a retirarnos cada cierto tiempo para entrar en el silencio y la soledad más profunda con Dios; juntos, como comunidad, o también individualmente, como personas, para estar a solas con Él, alejados de nuestros libros, pensamientos y recuerdos, totalmente despojados de todo, para vivir amorosamente en Su presencia, silenciosos, vacíos, expectantes, inmóviles.
A Dios no lo podemos encontrar en medio del ruido y la agitación. En la naturaleza, los árboles, las flores y la hierba crecen en silencio; las estrellas, la luna y el sol se mueven en silencio. Lo esencial no es lo que decimos, sino lo que Dios nos dice a nosotros o lo que dice a través de nosotros. En el silencio, Él nos escucha; en el silencio, Él habla a nuestras almas. En el silencio, se nos concede el privilegio de escuchar Su voz.
Silencio de los ojos,
silencio de los oídos,
silencio de la boca,
silencio de la mente .

... en el silencio del corazón
Dios habla.
Es necesario el silencio del corazón para poder oír a Dios en todas partes, en la puerta que se cierra, en la persona que nos necesita, en los pájaros que cantan, en las flores, en los animales.
Si cuidamos el silencio, será fácil orar. En las historias y escritos, hay demasiadas palabras, demasiada repetición. Nuestra vida de oración sufre mucho, porque nuestro corazón no está en silencio.
La verdadera oración es unión con Dios, unión tan esencial como la de la vid y los sarmientos, que es la imagen que nos ofrece Jesús en el evangelio de san Juan. Necesitamos la oración; necesitamos que esa unión produzca buenos frutos. Los frutos son lo que elaboramos con nuestras manos, ya sean alimentos, ropas, dinero u otra cosa. Todo eso es el fruto de nuestra unión con Dios. Necesitamos una vida de oración, de pobreza y de sacrificio para hacerlo con amor.
Beata Madre Teresa de Calcuta

“Il Vaticano II. Un Concilio pastorale” di P. Serafino Lanzetta

 

Un vero e proprio chef-d’œuvre
di Cristina Siccardi

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L’ultima opera pubblicata del teologo Padre Serafino Lanzetta F.I. è un vero e proprio chef-d’œuvre, un capolavoro che arricchisce, con tasselli nuovi e argomentazioni convincenti, gli approfondimenti che da diversi anni vanno sviluppandosi, con sempre maggiore intensità e determinazione speculativa, su quell’evento che ha prodotto un vero e proprio sisma nella Chiesa, riconosciuto tale anche da coloro che ne tessono le lodi per le novità introdotte: il Concilio Vaticano II.
Ma quelle novità furono soltanto pastorali oppure anche dottrinali? La Fede è ancora quella dei nostri padri, annunciata da Cristo, da San Pietro, da San Paolo, tramandata di Dottore in Dottore della Chiesa, di Concilio in Concilio… oppure è cambiata? Ecco che il laborioso impegno del raffinato teologo Padre Lanzetta viene in soccorso in questi tempi tanto confusi quanto sovvertitori. «Lo studio di P. Lanzetta fornisce un approccio di grande respiro, attento alle fonti storiche e alle varie proposte d’interpretazione negli ultimi decenni. (…) è una trattazione brillante del tema scelto.
L’autore conosce bene la discussione temporanea e le fonti del Vaticano II. La tesi porta un contributo originale nuovo sia dal punto di vista storico (…) sia dal lato della riflessione sistematica. L’autore non si accontenta di presentare le varie posizioni (ciò avviene in maniera precisa), ma fa anche delle proposte chiarificatrici che possono illuminare il dibattito attuale. Vengono toccati dei temi centrali (la discussione sulle fonti della Rivelazione, l’ecclesiologia, la mariologia, l’ermeneutica delle affermazioni magisteriali…). Tutti i vari aspetti sono finalizzati a capire meglio il significato e la portata della dottrina conciliare», così scrive il Professor Don Manfred Hauke dell’Università di Lugano nella sua presentazione del volume Il Vaticano II. Un Concilio pastorale. Ermeneutica delle dottrine conciliari, edito in questi giorni da Cantagalli (pp. 490, € 25.00).
Il libro nasce come tesi di abilitazione alla libera docenza, conseguita da Padre Lanzetta alla Facoltà Teologica di Lugano, in Svizzera, presso la quale l’autore diede inizio al suo poderoso lavoro di ricerca nel maggio 2011, sotto la direzione dello stesso Hauke. Fra la documentazione emersa negli archivi si trova un importante intervento di Paolo VI sulla Dei Verbum, così come dalla consultazione all’Archivio Segreto Vaticano Lanzetta ha trovato un prezioso carteggio con il Cardinale Ottaviani dove emerge la preoccupazione di Papa Montini per l’imminente approvazione del De Divina Revelatione, manifestando l’esplicito desiderio di sottolineare il ruolo della Tradizione costitutiva della Fede (p. 245).
Lo stesso Paolo VI, l’8 dicembre 1966, ad un anno dalla chiusura del Vaticano II, in un discorso che ricorda quello che pronuncerà alla Curia romana, 39 anni più tardi, Benedetto XVI (22 dicembre 2005) condannò chi presentava il Vaticano II come «una rottura con la tradizione dottrinale e disciplinare che lo precede, quasi ch’esso sia tale novità da doversi paragonare ad una sconvolgente scoperta, ad una soggettiva emancipazione, che autorizzi il distacco, quasi una pseudo-liberazione, da quanto fino a ieri la Chiesa ha con autorità insegnato e professato, e perciò consenta di proporre al dogma cattolico nuove e arbitrarie interpretazioni, spesso mutuate fuori dell’ortodossia irrinunciabile, e di offrire al costume cattolico nuove ed intemperanti espressioni, spesso mutuate dallo spirito del mondo; ciò non sarebbe conforme alla definizione storica e allo spirito autentico del Concilio, quale lo presagì Papa Giovanni XXIII. Il Concilio tanto vale quanto continua la vita della Chiesa; esso non la interrompe, non la deforma, non la inventa; ma la conferma, la sviluppa, la perfeziona, la “aggiorna”».
Il problema, dunque, era emerso fin da allora: il dubbio serpeggiava ovunque, si era interrotto qualcosa nella trasmissione della Fede? L’auspicio di Paolo VI sopra esposto non poteva avverarsi poiché le ambiguità interne ai documenti conciliari e le linee pastorali degli “aggiornamenti”, che per forza di cose hanno influito sulla dottrina stessa, portando la prassi del mondo (cultura e mentalità) dentro la prassi ecclesiale e catechetica, non potevano essere soffocate e continuano a reclamare risposte. Lo stesso processo metodologico con cui si è tenuto il Concilio, fin dal suo esordio, provoca non soltanto perplessità, ma critiche storiche e teologiche facilmente identificabili se si conoscono i fatti, quelli che, grazie a studiosi come Lanzetta, oggi possono essere di pubblico dominio.
Con scrupolo metodologico ed epistemologico viene illustrato il rapporto Scrittura-Tradizione nella Dei Verbum: l’autore parte dal primo schema De fontibus per approdare alla promulgazione della Costituzione sulla Divina Rivelazione. Nessun passaggio viene omesso: si parte dalla preparazione del Concilio, passando attraverso il grande esame teologico delle Commissioni e delle Sottocommissioni, per arrivare allo svolgimento dei lavori conciliari fino alle decisioni definitive, che in molte occasioni contrastano con i lavori preparatori.
I cattolici che continuano a vivere secondo la Tradizione della Chiesa e la Fede dei loro padri non si riconoscono più in quegli «aggiornamenti» che hanno di fatto mutato il volto della Chiesa. «Cosa veramente voleva dire il Vaticano II? Cosa ha rappresentato? Uno “spirito del Concilio”, molto spesso confuso con lo spirito del mondo, prese il sopravvento, e i testi magisteriali furono semplicemente tralasciati per fare spazio ad una “primavera” costruita a tavolino da alcuni esperti della pastorale. Si agitava la questione del Concilio come “un tutto” per la fede, come nuova stagione per la Chiesa, come via di non ritorno, dal lato opposto, lo si presentava come un incidente di percorso, un errore di valutazione. Per molti una partenza. Per altri un arresto. Cos’è l’ultimo Concilio per la Chiesa? La domanda divide la Chiesa forse come non mai prima» (p. 26).
Padre Lanzetta, in definitiva, ha interrogato il Concilio, volendo scoprire soprattutto la sua mens, una mens che poi determinò le scelte e le decisioni e dai risultati raccolti emerge che non sempre è chiaramente distinto il campo pastorale da quello dottrinale «per il semplice fatto che non si dà né una definizione dell’uno né dell’altro, ma spesso, i due lemmi impiegati nella loro accezione tradizionale, servono ora a confermare la sana teologia, ora a lasciare ancora il dato dottrinale alla teologia, ora a provocare uno sviluppo che necessariamente coinvolge la fede e la sua dottrina» (p. 32).
Ciò che accadde in San Pietro fra il 1962 e il 1965 viene sempre più, teologicamente e storicamente, reso noto, perché la Chiesa appartiene a Cristo, che è la Verità e la Verità appartiene a Dio. Nella Lettera agli Ebrei San Paolo dichiara: «Non v’è creatura che possa nascondersi davanti a lui, ma tutto è nudo e scoperto agli occhi suoi e a lui noi dobbiamo rendere conto» (Eb 4, 13).

quarta-feira, 2 de julho de 2014

VENERÁVELPio XII condena o liturgicismo quietista e naturalista “Sério perigo para a caridade e a unidade da Fé” – “Os preguiçosos são incitados à acção” –

VENERÁVEL Pio XII condena o liturgicismo quietista e naturalista “Sério perigo para a caridade e a unidade da Fé” – “Os preguiçosos são incitados à acção” –



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À S. Santidade o Papa Pio XII apresentamos, por motivo da publicação da Encíclica Mediator Dei, as expressões de nosso jubiloso reconhecimento e profunda obediência.
Nesta Encíclica, com sua soberana e decisiva autoridade, o Santo Padre ensina a verdade a respeito de numerosos assuntos controvertidos, e com isto, ao mesmo tempo que esmaga o erro, restaura o ambiente propício à caridade.
Unidos todos os verdadeiros fiéis, pelos laços da caridade sobrenatural, poderão colaborar melhor do que nunca, sob a suprema direção do Santo Padre e a venerável autoridade dos Bispos, para o advento do reino de Cristo, pelo reino de Maria: UT ADVENIAT REGNUN CHRISTI, ADVENIAT REGNUN MARIAE.
* * *
VATICANO, 29 – Os Serviços Oficiais de Divulgação da Santa Sé publicaram o seguinte resumo autorizado da Encíclica papal Mediator Dei.
A Encíclica Mediator Dei constitui o segundo capítulo da obra iniciada em 1943, com a publicação da encíclica Mystici Corporis.
O atual documento trata da santidade do culto interno e externo que está em íntima relação com a prática da fé, com o exercício da virtude e com a verdadeira natureza do povo cristão. Embora dirigida a toda a Igreja Católica, a Encíclica, por motivo de ordem prática, refere-se quase que exclusivamente à liturgia da Igreja Latina, na qual se esboçou, nos últimos anos, um movimento de fé, que produziu frutos espirituais em número considerável. Mas precisamente porque se manifestou como uma reação àqueles que acusam de inertes e negligentes, esse movimento nem sempre se conservou dentro de seus justos limites, tendo provocado reações principalmente por parte daqueles que são contrários a qualquer novidade.
Evidentemente, isto constitui sério perigo à caridade e à unidade da fé e é em virtude disso que o documento pontifício faz um apelo aos preguiçosos e àqueles que temem qualquer espécie de justo progresso, julgando ao mesmo tempo ser necessário freiar os imprudentes.
A presente Encíclica pode, portanto, de certo modo, ser chamada a “Encíclica do Santo Equilíbrio do Corpo Místico de Cristo”, levando-se em conta ainda outros motivos além daqueles que já foram expostos. Na realidade, tanto no terreno político como no social, vemos sempre manifestar-se na prática da religião uma tendência à criação de oposições e conflitos, onde na verdade não existe oposição ou conflito, mas, simples divergências de opiniões que podem e mesmo devem ser harmonizadas num plano de unidade superior.
Após dar uma idéia das diferentes oposições que se criaram artificialmente e esclarecê-las, o Papa dá sua opinião autorizada sobre todas as questões suscitadas nos últimos tempos no terreno especulativo e prático da santa liturgia. Desse modo, considera-a importante, não só para salvaguardar a santidade do culto e a pureza da fé, mas também para fazer aumentar a intensidade da vida espiritual.
Foram desenvolvidas, em particular, algumas questões de caráter prático, como canto moderno, o uso do missal por parte dos fiéis, os meios mais apropriados para fazerem os fiéis participarem da santa missa, o uso da língua latina, a cor dos ornamentos, as imagens dos santos e finalmente a criação de uma comissão em cada diocese, encarregada de assegurar a observação das normas litúrgicas.
Depois da introdução, onde estão expostos os motivos que levaram o Papa a publicar um novo documento, vem o desenvolvimento, dividido em quatro partes.
Na primeira, são expostos o caráter, a origem e o desenvolvimento da liturgia. Os seus parágrafos dão especial importância ao justo equilíbrio em Cristo àquilo que chama devoção objetiva, à dignidade sacerdotal e ao respeito pela antigüidade.
O objeto da segunda parte é o culto da Eucaristia: trata da natureza do sacrifício eucarístico, da maneira como é oferecido na Santa Missa. Trata, igualmente, da defesa enérgica da adoração do Santíssimo Sacramento, tal como se desenvolveu no curso do século.
A terceira parte explica como os mistérios da Redenção se encontram presentes nos atos litúrgicos. Recomenda calorosa devoção à Santa Virgem e a participação do povo nos atos solenes da liturgia católica.
A quarta parte é consagrada às exortações pastorais. Faz fervorosas recomendações de meditação, de exame de consciência, de prática de exercícios espirituais, de participação total nos sacramentos, de novenas em homenagem ao Sagrado Coração e à Santa Virgem. Não é proibido disciplinar estes atos com regras litúrgicas; é necessário, porém, impregná-los do mais absoluto espírito litúrgico.
O Papa retoma as palavras contidas na encíclica Mystici Corporis a respeito da confissão e da devoção, recomendando justa liberdade no caminho da vida espiritual, uma vez que as veredas do Santo Espírito são múltiplas. O Papa aproveita-se da oportunidade para pôr em particular relevo a prática dos exercícios espirituais, segundo o método de Santo Inácio, em virtude deles terem demonstrado ser de uma maravilhosa eficiência para a renovação do espírito apostólico e litúrgico. Em conseqüência, recomenda o desenvolvimento do espírito litúrgico por meio de sermões, artigos, reuniões e congressos. “É também necessário – diz o Papa – zelar atentamente para impedir a infiltração dos erros difundidos em nossa época e, em particular, do falso misticismo, do arqueologismo litúrgico exagerado, do quietismo e do naturalismo”.
Finalmente, no epílogo, que se propõe a estimular os fiéis a praticarem o bem e refrear os excessos, a Encíclica recomenda calorosamente o espírito de fervor, prudência, submissão e concórdia.
Este breve resumo basta para mostrar o número e a importância do tesouro contido nesse novo documento, que será certamente lido e estudado a fundo pelos círculos litúrgicos. A nova encíclica sacudirá os preguiçosos de sua inércia, assim como os negligentes e reconfortará os fervorosos; conterá o ímpeto dos audaciosos e iluminará a consciência de todos os povos.

fonte:http://www.pliniocorreadeoliveira.info

Ven. Pio XII : O augusto sacrifício do altar . Ven. PIUS XII : The august sacrifice of the altar. Ven. PIO XII : El Augusto Sacrificio del Altar. VEN. PIE XII : Il est un véritable renouvellement du sacrifice de la croix: Le saint sacrifice de l’autel.



Ven. Pio XII : O augusto sacrifício do altar . Ven. PIUS XII : The august sacrifice of the altar. Ven. PIO XII : El Augusto Sacrificio del Altar. VEN. PIE XII : Il est un véritable renouvellement du sacrifice de la croix: Le saint sacrifice de l’autel.

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Ven. Pio XII : O augusto sacrifício do altar não é, pois, uma pura e simples comemoração da paixão e morte de Jesus Cristo, mas é um verdadeiro e próprio sacrifício, no qual, imolando-se incruentamente, o sumo Sacerdote faz aquilo que fez uma vez sobre a cruz, oferecendo-se todo ao Pai, vítima agradabilíssima. "Uma... e idêntica é a vítima: aquele mesmo, que agora oferece pelo ministério dos sacerdotes, se ofereceu então sobre a cruz; é diferente apenas, o modo de fazer a oferta".


CARTA ENCÍCLICA DO PAPA PIO XII
MEDIATOR DEI
SOBRE A SAGRADA LITURGIA

SEGUNDA PARTE
O CULTO EUCARÍSTICO
I. Natureza do sacrifício eucarístico
59. O mistério da santíssima eucaristia, instituída pelo sumo sacerdote Jesus Cristo e, por vontade sua, perpetuamente renovada pelos seus ministros, é como a súmula e o centro da religião cristã. Em se tratando do ápice da sagrada liturgia, julgamos oportuno, veneráveis irmãos, deter-nos um pouco, chamando a vossa atenção para esta importantíssima temática.
60. O Cristo Senhor, "sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque" (56) "tendo amado os seus que estavam no mundo",(57) "na última ceia, na noite em que foi traído, para deixar à Igreja, sua esposa dileta, um sacrifício visível, como exige a natureza dos homens, o qual representasse o sacrifício cruento que devia cumprir-se na cruz uma só vez, e para que a sua lembrança permanecesse até o fim dos séculos e nos fosse aplicada sua salutar virtude em remissão dos nossos pecados cotidianos... ofereceu a Deus Pai o seu corpo e o seu sangue sob as espécies de pão e de vinho e deu-os aos apóstolos então constituídos sacerdotes do Novo Testamento, para que sob essas mesmas espécies o recebessem, e ordenou a eles e aos seus sucessores no sacerdócio, que o oferecessem".(58)
61. O augusto sacrifício do altar não é, pois, uma pura e simples comemoração da paixão e morte de Jesus Cristo, mas é um verdadeiro e próprio sacrifício, no qual, imolando-se incruentamente, o sumo Sacerdote faz aquilo que fez uma vez sobre a cruz, oferecendo-se todo ao Pai, vítima agradabilíssima. "Uma... e idêntica é a vítima: aquele mesmo, que agora oferece pelo ministério dos sacerdotes, se ofereceu então sobre a cruz; é diferente apenas, o modo de fazer a oferta".(59)
62. Idêntico, pois, é o sacerdote, Jesus Cristo, cuja sagrada pessoa é representada pelo seu ministro. Este, pela consagração sacerdotal recebida, assemelha-se ao sumo Sacerdote e tem o poder de agir em virtude e na pessoa do próprio Cristo;(60) por isso, com sua ação sacerdotal, de certo modo, "empresta a Cristo a sua língua, e lhe oferece a sua mão".(61)
63. Também idêntica é a vítima, isto é, o divino Redentor, segundo a sua humana natureza e na realidade do seu corpo e do seu sangue. Diferente, porém, é o modo pelo qual Cristo é oferecido. Na cruz, com efeito, ele se ofereceu todo a Deus com os seus sofrimentos, e a imolação da vítima foi realizada por meio de morte cruenta livremente sofrida; no altar, ao invés, por causa do estado glorioso de sua natureza humana, "a morte não tem mais domínio sobre ele"(62) e, por conseguinte, não é possível a efusão do sangue; mas a divina sabedoria encontrou o modo admirável de tornar manifesto o sacrifício de nosso Redentor com sinais exteriores que são símbolos de morte. Já que, por meio da transubstanciação do pão no corpo e do vinho no sangue de Cristo, têm-se realmente presentes o seu corpo e o seu sangue; as espécies eucarísticas, sob as quais está presente, simbolizam a cruenta separação do corpo e do sangue. Assim o memorial da sua morte real sobre o Calvário repete-se sempre no sacrifício do altar, porque, por meio de símbolos distintos, se significa e demonstra que Jesus Cristo se encontra em estado de vítima.

Ven. PIUS XII : The august sacrifice of the altar, then, is no mere empty commemoration of the passion and death of Jesus Christ, but a true and proper act of sacrifice, whereby the High Priest by an unbloody immolation offers Himself a most acceptable victim to the Eternal Father, as He did upon the cross. "It is one and the same victim; the same person now offers it by the ministry of His priests, who then offered Himself on the cross, the manner of offering alone being different.


MEDIATOR DEI
ENCYCLICAL OF POPE PIUS XII
ON THE SACRED LITURGY




66. The mystery of the most Holy Eucharist which Christ, the High Priest instituted, and which He commands to be continually renewed in the Church by His ministers, is the culmination and center, as it were, of the Christian religion. We consider it opportune in speaking about the crowning act of the sacred liturgy, to delay for a little while and call your attention, Venerable Brethren, to this most important subject.
67. Christ the Lord, "Eternal Priest according to the order of Melchisedech,"[56] "loving His own who were of the world,"[57] "at the last supper, on the night He was betrayed, wishing to leave His beloved Spouse, the Church, a visible sacrifice such as the nature of men requires, that would re-present the bloody sacrifice offered once on the cross, and perpetuate its memory to the end of time, and whose salutary virtue might be applied in remitting those sins which we daily commit, . . . offered His body and blood under the species of bread and wine to God the Father, and under the same species allowed the apostles, whom he at that time constituted the priests of the New Testament, to partake thereof; commanding them and their successors in the priesthood to make the same offering."[58]
68. The august sacrifice of the altar, then, is no mere empty commemoration of the passion and death of Jesus Christ, but a true and proper act of sacrifice, whereby the High Priest by an unbloody immolation offers Himself a most acceptable victim to the Eternal Father, as He did upon the cross. "It is one and the same victim; the same person now offers it by the ministry of His priests, who then offered Himself on the cross, the manner of offering alone being different."[59]
69. The priest is the same, Jesus Christ, whose sacred Person His minister represents. Now the minister, by reason of the sacerdotal consecration which he has received, is made like to the High Priest and possesses the power of performing actions in virtue of Christ's very person.[60] Wherefore in his priestly activity he in a certain manner "lends his tongue, and gives his hand" to Christ.[61]

Ven. PIO XII : El Augusto Sacrificio del Altar no es; pues, una pura y simple conmemoración de la Pasión y Muerte de Jesucristo, sino que es un Sacrificio propio y verdadero, en el cual, inmolándose incruentamente el Sumo Sacerdote, hace lo que hizo una vez en la Cruz, ofreciéndose todo El al Padre, Víctima gratísima. «Una... y la misma, es la Víctima; lo mismo que ahora se ofrece por ministerio de los Sacerdotes, se ofreció entonces en la Cruz; sólo es distinto el modo de hacer el ofrecimiento»



"Mediator Dei"
Sobre la Sagrada Liturgia
20 de noviembre de 1947
PARTE SEGUNDA
EL CULTO EUCARÍSTICO.
I. Naturaleza del Sacrificio Eucarístico
A) MOTIVO DE TRATAR ESTE TEMA
84. El Misterio de la Santísima Eucaristía, instituida por el Sumo Sacerdote, Jesucristo, y renovada constantemente por sus ministros, por obra de su voluntad, es como el compendio y el centro de la religión cristiana. Tratándose de lo más alto de la Sagrada Liturgia, creemos oportuno, Venerables Hermanos, detenernos un poco y atraer Vuestra atención a este gravísimo argumento.
B) EL SACRIFICIO EUCARÍSTICO
1º. Institución.
85. Cristo, Nuestro Señor, «Sacerdote eterno según el orden de Melchisedec» (Sal. 109, 4)) que «habiendo amado a los suyos que estaban en el mundo» (Juan, 13, 1), «en la última cena, en la noche en que era traicionado, para dejar a la Iglesia, su Esposa amada, un sacrificio visible -como lo exige la naturaleza de los hombres-, que representase el sacrificio cruento que había de llevarse a efecto en la Cruz, y para que su recuerdo permaneciese hasta el fin de los siglos y fuese aplicada su virtud salvadora a la remisión de nuestros pecados cotidianos... ofreció a Dios Padre su Cuerpo y su Sangre, bajo las especies del pan y del vino, y las dio a los Apóstoles, entonces constituidos en Sacerdotes del Nuevo Testamento, a fin de que bajo estas mismas especies lo recibiesen, mientras les mandaba a ellos y a sus sucesores en el Sacerdocio, el ofrecerlo» (5).
2º. Naturaleza.
a) No es simple conmemoración.
86. El Augusto Sacrificio del Altar no es; pues, una pura y simple conmemoración de la Pasión y Muerte de Jesucristo, sino que es un Sacrificio propio y verdadero, en el cual, inmolándose incruentamente el Sumo Sacerdote, hace lo que hizo una vez en la Cruz, ofreciéndose todo El al Padre, Víctima gratísima. «Una... y la misma, es la Víctima; lo mismo que ahora se ofrece por ministerio de los Sacerdotes, se ofreció entonces en la Cruz; sólo es distinto el modo de hacer el ofrecimiento» (6).
b) Comparación con el de la Cruz.
1) Idéntico Sacerdote.
87. Idéntico, pues, es el Sacerdote, Jesucristo, cuya Sagrada Persona está representada por su ministro. Este, en virtud de la consagración sacerdotal recibida, se asimila al Sumo Sacerdote y tiene el poder de obrar en virtud y en la persona del mismo Cristo; por esto, con su acción sacerdotal, en cierto modo; «presta a Cristo su lengua; le ofrece su mano» (7).
2) Idéntica Víctima.
88. Igualmente idéntica es la Víctima; esto es, el Divino Redentor; según su humana Naturaleza y en la realidad de su Cuerpo y de su Sangre.
3) Distinto modo.
89. Diferente, en cambio, es el modo en que Cristo es ofrecido. En efecto, en la Cruz, El se ofreció a Dios todo entero, y le ofreció sus sufrimientos y la inmolación de la Víctima fue llevada a cabo por medio de una muerte cruenta voluntariamente sufrida; sobre el Altar, en cambio, a causa del estado glorioso de su humana Naturaleza, «la muerte no tiene ya dominio sobre El» (Rom. 6, 9) y, por tanto, no es posible la efusión de la sangre; pero la divina Sabiduría han encontrado el medio admirable de hacer manifiesto el Sacrificio de Nuestro Redentor con signos exteriores, que son símbolos de muerte. Ya que por medio de la Transubstanciación del pan en el Cuerpo y del vino en la Sangre de Cristo, como se tiene realmente presente su Cuerpo, así se tiene su Sangre; así, pues, las especies eucarísticas, bajo las cuales está presente, simbolizan la cruenta separación del Cuerpo y de la Sangre. De este modo, la conmemoración de su muerte, que realmente sucedió en el Calvario, se repite en cada uno de los sacrificios del altar, ya que por medio de señales diversas se significa y se muestra Jesucristo en estado de víctima.

VEN. PIE XII : Il est un véritable renouvellement du sacrifice de la croix: Le saint sacrifice de l’autel n’est donc pas une pure et simple commémoration des souffrances et de la mort de Jésus-Christ, mais un vrai sacrifice, au sens propre, dans lequel, par une immolation non sanglante, le Souverain Prêtre fait ce qu’il a fait sur la croix, en s’offrant lui-même au Père éternel comme une hostie très agréable. " La victime est la même ; celui qui maintenant offre par le ministère des prêtres est celui qui s’offrit alors sur la croix ; seule la manière d’offrir diffère ".

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Encyclique MEDIATOR DEI


de Sa Sainteté le Pape PIE XII

SUR LA SAINTE LITURGIE


II LE CULTE EUCHARISTIQUE


I. NATURE DU SACRIFICE EUCHARISTIQUE

Le point culminant et comme le centre de la religion chrétienne est le mystère de la très sainte Eucharistie que le Christ, Souverain Prêtre, a instituée, et qu’il veut voir perpétuellement renouvelé dans l’Église par ses ministres. Comme il s’agit de la matière principale de la liturgie, Nous estimons utile de Nous y attarder quelque peu et d’attirer votre attention, Vénérables Frères, sur ce sujet très important.

Le Christ, notre Seigneur, " prêtre éternel selon l’ordre de Melchisédech " (Ps CIX, 4), " ayant aimé les siens qui étaient dans le monde " (Jn XIII, 1), " durant la dernière Cène, la nuit où il fut trahi, voulut, comme l’exige la nature humaine, laisser à l’Église, son Épouse bien-aimée, un sacrifice visible, pour représenter le sacrifice sanglant qui devait s’accomplir une fois seulement sur la croix, afin donc que son souvenir demeurât jusqu’à la fin des siècles et que la vertu en fût appliquée à la rémission de nos péchés de chaque jour… Il offrit à Dieu son Père son corps et son sang sous les apparences du pain et du vin, symboles sous lesquels il les fit prendre aux apôtres, qu’il constitua alors prêtres du Nouveau Testament, et il ordonna, à eux et à leurs successeurs, de l’offrir " (Conc. Trid., Sess. XXII, cap. 1).

Il est un véritable renouvellement du sacrifice de la croix:

Le saint sacrifice de l’autel n’est donc pas une pure et simple commémoration des souffrances et de la mort de Jésus-Christ, mais un vrai sacrifice, au sens propre, dans lequel, par une immolation non sanglante, le Souverain Prêtre fait ce qu’il a fait sur la croix, en s’offrant lui-même au Père éternel comme une hostie très agréable. " La victime est la même ; celui qui maintenant offre par le ministère des prêtres est celui qui s’offrit alors sur la croix ; seule la manière d’offrir diffère ". (Ibid. cap. 2)

a. Prêtre identique

C’est donc le même prêtre, Jésus-Christ, mais dont la personne sacrée est représentée par son ministre, celui-ci, en effet, par la consécration sacerdotale qu’il a reçue, est assimilé au Souverain Prêtre et jouit du pouvoir d’agir avec la puissance et au nom du Christ lui-même (Cf. S. Thomas, Summa theol. IIIa, q. 22, a. 4.). C’est pourquoi par son action sacerdotale, d’une certaine manière, " il prête sa langue au Christ, il lui offre sa main ". (Jean Chrysostome, In Ioann. Hom., 86, 4.)

b. Victime identique

La victime est également la même, à savoir le divin Rédempteur, selon sa nature humaine et dans la vérité de son corps et de son sang. La manière dont le Christ est offert est cependant différente. Sur la croix, en effet, il offrit à Dieu tout lui-même et ses douleurs, et l’immolation de la victime fut réalisée par une mort sanglante subie librement. Sur l’autel, au contraire, à cause de l’état glorieux de sa nature humaine, " la mort n’a plus d’empire sur lui " (Rm VI, 9), et, par conséquent, l’effusion du sang n’est plus possible ; mais la divine sagesse a trouvé un moyen admirable de rendre manifeste le sacrifice de notre Rédempteur par des signes extérieurs, symboles de mort. En effet, par le moyen de la transsubstantiation du pain au corps et du vin au sang du Christ, son corps se trouve réellement présent, de même que son sang, et les espèces eucharistiques, sous lesquelles il se trouve, symbolisent la séparation violente du corps et du sang. Ainsi le souvenir de sa mort réelle sur le Calvaire est renouvelé dans tout sacrifice de l’autel, car la séparation des symboles indique clairement que Jésus-Christ est en état de victime.

Ven. PIO XII : Cristo Signore, «sacerdote in eterno secondo l'ordine di Melchisedec» che, «avendo amato i suoi che erano nel mondo», «nell'ultima cena, nella notte in cui veniva tradito, per lasciare alla Chiesa sua sposa diletta un sacrificio visibile - come lo esige la natura degli uomini - che rappresentasse il sacrificio cruento, che una volta tanto doveva compiersi sulla Croce, e perché il suo ricordo restasse fino alla fine dei secoli, e ne venisse applicata la salutare virtù in remissione dei nostri quotidiani peccati, offrì a Dio Padre il suo Corpo e il suo Sangue sotto le specie del pane e del vino e ne diede agli Apostoli allora costituiti sacerdoti del Nuovo Testamento, perché sotto le stesse specie lo ricevessero, mentre ordinò ad essi e ai loro successori nel sacerdozio, di offrirlo».

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PIO PP. XII
SERVO DEI SERVI DI DIO

LETTERA ENCICLICA

MEDIATOR DEI
Parte II.

Il Culto Eucaristico

Il mistero della Santissima Eucaristia, istituita dal Sommo Sacerdote Gesù Cristo e rinnovata in perpetuo per sua volontà dai suoi ministri, è come la somma e il centro della religione cristiana. Trattandosi del culmine della sacra Liturgia, riteniamo opportuno, Venerabili Fratelli, indugiare alquanto e richiamare la vostra attenzione su questo gravissimo argomento.

Il Sacrifizio Eucaristico

Cristo Signore, «sacerdote in eterno secondo l'ordine di Melchisedec» che, «avendo amato i suoi che erano nel mondo», «nell'ultima cena, nella notte in cui veniva tradito, per lasciare alla Chiesa sua sposa diletta un sacrificio visibile - come lo esige la natura degli uomini - che rappresentasse il sacrificio cruento, che una volta tanto doveva compiersi sulla Croce, e perché il suo ricordo restasse fino alla fine dei secoli, e ne venisse applicata la salutare virtù in remissione dei nostri quotidiani peccati, offrì a Dio Padre il suo Corpo e il suo Sangue sotto le specie del pane e del vino e ne diede agli Apostoli allora costituiti sacerdoti del Nuovo Testamento, perché sotto le stesse specie lo ricevessero, mentre ordinò ad essi e ai loro successori nel sacerdozio, di offrirlo».

L'augusto Sacrificio dell'altare non è, dunque, una pura e semplice commemorazione della passione e morte di Gesù Cristo, ma è un vero e proprio sacrificio, nel quale, immolandosi incruentamente, il Sommo Sacerdote fa ciò che fece una volta sulla Croce offrendo al Padre tutto se stesso, vittima graditissima. «Una . . . e identica è la vittima; egli medesimo, che adesso offre per ministero dei sacerdoti, si offrì allora sulla Croce; è diverso soltanto il modo di fare l'offerta».

Identico, quindi, è il sacerdote, Gesù Cristo, la cui sacra persona è rappresentata dal suo ministro. Questi, per la consacrazione sacerdotale ricevuta, assomiglia al Sommo Sacerdote, ed ha il potere di agire in virtù e nella persona di Cristo stesso; perciò, con la sua azione sacerdotale, in certo modo «presta a Cristo la sua lingua, gli offre la sua mano».

Parimenti identica è la vittima, cioè il Divin Redentore, secondo la sua umana natura e nella realtà del suo Corpo e del suo Sangue. Differente, però, è il modo col quale Cristo è offerto. Sulla Croce, difatti, Egli offrì a Dio tutto se stesso e le sue sofferenze, e l'immolazione della vittima fu compiuta per mezzo di una morte cruenta liberamente subita; sull'altare, invece, a causa dello stato glorioso della sua umana natura, «la morte non ha più dominio su di Lui» e quindi non è possibile l'effusione del sangue; ma la divina sapienza ha trovato il modo mirabile di rendere manifesto il sacrificio del nostro Redentore con segni esteriori che sono simboli di morte. Giacché, per mezzo della transustanziazione del pane in corpo e del vino in sangue di Cristo, come si ha realmente presente il suo corpo, così si ha il suo sangue; le specie eucaristiche poi, sotto le quali è presente, simboleggiano la cruenta separazione del corpo e del sangue. Così il memoriale della sua morte reale sul Calvario si ripete in ogni sacrificio dell'altare, perché per mezzo di simboli distinti si significa e dimostra che Gesù Cristo è in stato di vittima.