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sexta-feira, 3 de julho de 2009

D. Nicola Bux: “Por que o Santo Padre não age? Não pode impor a esses prelados a obediência?”



VATICANO – AS PALAVRAS DA DOUTRINA por padre Nicola Bux e padre Salvador Vitiello – A necessária obra de Pedro
Link para o original.Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Clemente Romano, ao falar das mortes dos apóstolos Pedro e Paulo, observa que a inveja de alguns na própria comunidade cristã facilitou-as. Após dois mil anos, o pecado está sempre presente nos homens. Há os que se alegram com o Magistério pontifício, mesmo porque colocou um freio na interpretação “descontínua” do Concilio Vaticano II, explicando que os conflitos disseminados na área da doutrina, da educação e da liturgia são o resultado de um mal-entendido e que o Concilio foi claro.
O Papa é “Pedro”, o chefe dos apóstolos. Os seus irmãos Bispos pastoreiam legitimamente o rebanho de Cristo somente em união efetiva e afetiva com a Cátedra de Pedro. Caso contrário, retorna-se à experiência do século IV, quando quase todos os Bispos do mundo se dobraram à vontade de um imperador ariano. Somente o Papa, e um punhado de Bispos fiéis a ele, preservaram a fé católica. O Papa está ali para recordar que a Igreja não é uma estrutura humana. Esse também é o motivo pelo qual muitas culturas e muitos povos diferentes encontram nela a sua identidade.
Como muitas vezes lembrou o Servo de Deus João Paulo II, estamos no meio de uma “silenciosa apostasia”, que está se tornando cada vez menos silenciosa e cada vez mais evidente. Na história da Igreja nunca houve uma falta de fé assim tão disseminada. O adversário é sutil e insere flechas no fundo do coração dos homens, tão profundamente que são quase invisíveis. Basta pensar no profeta Daniel, que alertava que o adversário tomaria o poder em todas as nações de modo pacífico e com promessas.
O Cardeal J.H.Newman supunha que a apostasia do povo de Deus, em diversas épocas e lugares, tivesse sempre precedido os “anticristos”, tiranos como Antioco e Nero, Juliano o Apostata, os líderes ateus da Revolução francesa, cada “tipo” ou “presságio” do anticristo, que viria no fim da história, quando o mistério de iniquidade manifestaria a sua insensatez final e terrível. A incapacidade dos fiéis de viver a própria fé, alertava Newman, como nas épocas precedentes, teria levado “ao reino do homem do pecado, que teria negado a divindade de Cristo e colocado a si próprio em seu lugar” (M.D.O’Brien, O Inimigo, Cinisello Balsamo 2006, pp. 175-176).
Há a tentativa de reduzir a Igreja a uma agência mundial humanitária e a utopia que a unidade das nações possa ser realizada pelos organismos internacionais e não por Cristo. Mas o Senhor, mesmo se dorme no barco em meio à tempestade, no momento final despertará e aplacará as ondas. Depois voltará e nos perguntará por que tivemos tão pouca fé. Enquanto isso, carregamos a cruz. Observamos a traição. Sofremos.
Escreve ainda Newman: “O objetivo do diabo, quando semeia a revolução na Igreja é levá-la à confusão, para que a sua atenção se distraia e as suas energias se dispersem. Desse modo, enfraqueceremos justamente no momento da história em que precisamos ser mais fortes”. “Por que o Santo Padre não age? Não pode impor a esses prelados a obediência?”. “Ele fez isso repetidamente e do modo mais cristão. Mas não comanda uma polícia, ou um exército. Recentemente foi mais firme com os dissidentes […] A solução, porém, não é o autoritarismo, porque este somente jogaria gasolina no fogo da revolta. O Santo Padre age para que haja luz. Lembra a todos nós Aquele que levou a cruz e que nela morreu. Em suas mãos leva somente isso, uma cruz; fala sempre do triunfo da Cruz. Aqueles que não querem escutar responderão a Deus” (Ivi,p 402-403).
(Agência Fides 2/7/2009

D. Nicola Bux: “Por que o Santo Padre não age? Não pode impor a esses prelados a obediência?”


VATICANO – AS PALAVRAS DA DOUTRINA por padre Nicola Bux e padre Salvador Vitiello – A necessária obra de Pedro
Link para o original.Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Clemente Romano, ao falar das mortes dos apóstolos Pedro e Paulo, observa que a inveja de alguns na própria comunidade cristã facilitou-as. Após dois mil anos, o pecado está sempre presente nos homens. Há os que se alegram com o Magistério pontifício, mesmo porque colocou um freio na interpretação “descontínua” do Concilio Vaticano II, explicando que os conflitos disseminados na área da doutrina, da educação e da liturgia são o resultado de um mal-entendido e que o Concilio foi claro.
O Papa é “Pedro”, o chefe dos apóstolos. Os seus irmãos Bispos pastoreiam legitimamente o rebanho de Cristo somente em união efetiva e afetiva com a Cátedra de Pedro. Caso contrário, retorna-se à experiência do século IV, quando quase todos os Bispos do mundo se dobraram à vontade de um imperador ariano. Somente o Papa, e um punhado de Bispos fiéis a ele, preservaram a fé católica. O Papa está ali para recordar que a Igreja não é uma estrutura humana. Esse também é o motivo pelo qual muitas culturas e muitos povos diferentes encontram nela a sua identidade.
Como muitas vezes lembrou o Servo de Deus João Paulo II, estamos no meio de uma “silenciosa apostasia”, que está se tornando cada vez menos silenciosa e cada vez mais evidente. Na história da Igreja nunca houve uma falta de fé assim tão disseminada. O adversário é sutil e insere flechas no fundo do coração dos homens, tão profundamente que são quase invisíveis. Basta pensar no profeta Daniel, que alertava que o adversário tomaria o poder em todas as nações de modo pacífico e com promessas.
O Cardeal J.H.Newman supunha que a apostasia do povo de Deus, em diversas épocas e lugares, tivesse sempre precedido os “anticristos”, tiranos como Antioco e Nero, Juliano o Apostata, os líderes ateus da Revolução francesa, cada “tipo” ou “presságio” do anticristo, que viria no fim da história, quando o mistério de iniquidade manifestaria a sua insensatez final e terrível. A incapacidade dos fiéis de viver a própria fé, alertava Newman, como nas épocas precedentes, teria levado “ao reino do homem do pecado, que teria negado a divindade de Cristo e colocado a si próprio em seu lugar” (M.D.O’Brien, O Inimigo, Cinisello Balsamo 2006, pp. 175-176).
Há a tentativa de reduzir a Igreja a uma agência mundial humanitária e a utopia que a unidade das nações possa ser realizada pelos organismos internacionais e não por Cristo. Mas o Senhor, mesmo se dorme no barco em meio à tempestade, no momento final despertará e aplacará as ondas. Depois voltará e nos perguntará por que tivemos tão pouca fé. Enquanto isso, carregamos a cruz. Observamos a traição. Sofremos.
Escreve ainda Newman: “O objetivo do diabo, quando semeia a revolução na Igreja é levá-la à confusão, para que a sua atenção se distraia e as suas energias se dispersem. Desse modo, enfraqueceremos justamente no momento da história em que precisamos ser mais fortes”. “Por que o Santo Padre não age? Não pode impor a esses prelados a obediência?”. “Ele fez isso repetidamente e do modo mais cristão. Mas não comanda uma polícia, ou um exército. Recentemente foi mais firme com os dissidentes […] A solução, porém, não é o autoritarismo, porque este somente jogaria gasolina no fogo da revolta. O Santo Padre age para que haja luz. Lembra a todos nós Aquele que levou a cruz e que nela morreu. Em suas mãos leva somente isso, uma cruz; fala sempre do triunfo da Cruz. Aqueles que não querem escutar responderão a Deus” (Ivi,p 402-403).
(Agência Fides 2/7/2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O VALOR INFINITO DA MISSA – O sacrifício de Isaac, imagem e figura do Sacrifício de Cristo no Calvário.Adoração e ação de graças.


– Expiação e propiciação pelos nossos pecados; impetração de tudo aquilo que precisamos.

I. NO LIVRO DO GÊNESIS1, lemos como Deus quis provar a fé de Abraão, a quem prometera uma descendência tão numerosa como as estrelas do céu. O Patriarca vê o tempo passar sem ter o filho que o Senhor lhe anunciara; sua mulher era estéril. Mas ele continuou a acreditar na palavra de Deus contra toda a esperança.

Quando finalmente Isaac veio ao mundo e representou para Abraão, já de idade avançada, o prêmio à sua esperança, Deus, senhor da vida e da morte, mandou‑lhe que o sacrificasse: Toma Isaac, teu filho único, a quem amas, e vai à terra de Moriá, e aí o oferecerás em holocausto sobre um dos montes que eu te mostrarei. Mas no momento em que ia sacrificar o seu filho amado, o Anjo do Senhor deteve‑lhe o braço. E o Patriarca ouviu estas palavras cheias de bênçãos sobreabundantes: Porque o fizeste e não me recusaste o teu filho único, eu te abençoarei e multiplicarei a tua estirpe como as estrelas do céu e como a areia das praias do mar. A tua descendência conquistará as portas das cidades inimigas. E todas as nações da terra serão abençoadas na tua descendência, porque obedeceste à minha voz.

Os Padres da Igreja viram no sacrifício de Isaac um anúncio do sacrifício de Jesus. Isaac, o filho único de Abraão, o amado que carrega a lenha até ao monte onde será sacrificado, é figura de Cristo, o Unigênito do Pai, o Amado, que caminha com a cruz às costas para o Calvário, onde se oferece como sacrifício de valor infinito por todos os homens.

Na Missa, depois da Consagração, o Cânon Romano recorda a oferenda de Abraão, a entrega do seu filho. Abraão é o nosso “pai na fé”. Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque...2

A obediência de Abraão é a máxima expressão da sua fé incondicional em Deus. Por essa razão recuperou Isaac e, depois de tê‑lo oferecido, recebeu‑o de volta como um símbolo. Pensava, na verdade, que Deus é poderoso para ressuscitar alguém dentre os mortos; por isso recuperou o filho, que foi uma imagem dAquele que haveria de vir3.

Orígenes sublinha que o sacrifício de Isaac permite compreender melhor o mistério da Redenção: “Isaac, ao carregar a lenha para o holocausto, é figura de Cristo que carregou a cruz às costas. Mas, ao mesmo tempo, levar a lenha para o holocausto é tarefa do sacerdote. Portanto, Isaac foi ao mesmo tempo vítima e sacerdote [...]. Cristo é ao mesmo tempo Vítima e Sumo Sacerdote. Segundo o espírito, oferece a vítima ao seu Pai; segundo a carne, Ele mesmo é oferecido sobre o altar da Cruz”4.

Por isso, cada Missa tem um valor infinito, imenso, que nós não podemos compreender por completo: “alegra toda a corte celestial, alivia as pobres almas do purgatório, atrai sobre a terra todo o tipo de graças e dá mais glória a Deus do que todos os sofrimentos dos mártires juntos, do que as penitências de todos os santos, do que todas as lágrimas por eles derramadas desde o princípio do mundo e tudo o que possam fazer até o fim dos tempos”5.

II. AINDA QUE TODOS os atos de Cristo tenham sido redentores, existe, não obstante, na sua vida um acontecimento singular que se destaca sobre todos e para o qual todos convergem: o momento em que a obediência e o amor do Filho ofereceram ao Pai um sacrifício sem medida, em virtude da dignidade da Oferenda e do Sacerdote que a oferecia. E é Ele quem permanece na Missa como Sacerdote principal e Vítima realmente oferecida e sacramentalmente imolada.

Na Santa Missa, os frutos que dizem respeito imediatamente a Deus, como a adoração, a reparação e a ação de graças, produzem‑se sempre na sua plenitude infinita, sem dependerem da nossa atenção nem do fervor do sacerdote. E a razão pela qual esses frutos se produzem infalivelmente e sem limites está em que é o próprio Cristo quem os oferece e quem se oferece. Por isso, é impossível encontrar modo algum de adorar melhor a Deus e de reconhecer o seu domínio soberano sobre todas as coisas e sobre todos os homens. É a realização mais perfeita do preceito: Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás6.

Do mesmo modo, é impossível oferecer a Deus uma reparação mais perfeita, pelas faltas cometidas diariamente, do que oferecendo e participando com devoção do Santo Sacrifício do Altar7. Como é impossível agradecer melhor os bens recebidos do que por meio da Santa Missa: Quid retribuam Domino pro omnibus quae retribuit mihi?... “Como retribuirei ao Senhor por todo o bem que me fez? Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor”8. Que grande oportunidade para agradecermos a Deus tantos bens que recebemos..., pois às vezes é possível que nos esqueçamos de lhe dar graças pelos seus dons, que são tantos e tantos; pode acontecer‑nos como aos leprosos curados por Jesus...

Que honra tão grande a dos sacerdotes que podem emprestar a Cristo a voz e as mãos no sacrifício eucarístico! Que grandeza a dos fiéis por poderem participar de tão grande Mistério! “Diz ao Senhor que, daqui por diante, de cada vez que celebres ou assistas à Santa Missa, e administres ou recebas o Sacramento Eucarístico, o farás com uma fé grande, com um amor que queime, como se fosse a última vez da tua vida. – E sente dor pelas tuas negligências passadas”9.

III. NO MONTE MÓRIA, Isaac, o filho único e amado de Abraão, não foi sacrificado; no Calvário, Jesus padeceu e morreu por todos nós, pro peccatis, por causa dos nossos pecados. Este fruto de expiação e de propiciação alcança também as almas dos que nos precederam e que se purificam no Purgatório, à espera do traje nupcial10 para entrarem no Céu.

O sacrifício eucarístico produz, por si mesmo e por virtude própria, o perdão dos pecados; “mas realiza‑o de uma maneira mediata... Por exemplo, uma pessoa que suplique a Deus a graça de mudar de vida e de confessar‑se, sem assistir à Santa Missa, poderá obtê‑la somente em virtude do seu fervor e das suas instâncias...; mas, se assiste à Missa com essa finalidade, não há dúvida de que obterá esse favor de maneira eficaz, desde que não levante obstáculos”11.

Ao oferecer‑se ao Pai, Jesus Cristo pede por todos nós. Ele vive para interceder por nós12. Poderíamos encontrar melhor momento do que a Santa Missa para pedir aquilo de que tanto precisamos? Cada Missa é oferecida por toda a Igreja, que ao mesmo tempo suplica pelo mundo inteiro. “De cada vez que se celebra uma Missa, é o sangue da Cruz que se derrama como chuva sobre o mundo”13. Juntamente com toda a Igreja, pedimos de modo particular pelo Papa, pelo bispo diocesano, pelo prelado próprio e por todos os outros que, “fiéis à verdade, promovem a fé católica e apostólica”14.

E além desse fruto geral da Missa, há também um fruto especial – que se produz de modos diversos – para os que participam do Santo Sacrifício: para os que solicitaram a sua celebração por esta ou aquela intenção; para o sacerdote celebrante, que beneficia de um fruto especialíssimo, irrenunciável, já que a celebração da Missa depende da sua vontade meritória; para os acólitos, para os cantores... e para todo o povo santo que assista ao Sacrifício, conforme as disposições de cada um: para todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em Vos servir. Eles Vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a Vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam15.

Os frutos de remissão dos nossos pecados e de impetração de tudo aquilo de que necessitamos são frutos finitos e limitados, de acordo com as nossas disposições. Por isso é tão importante que cuidemos bem de preparar a alma para participar deste Sacrifício único, e que nos esforcemos por estar muito recolhidos uma vez acabada a ação sagrada. “Estais ali – pergunta o Cura d’Ars – com as mesmas disposições da Santíssima Virgem no Calvário, já que se trata da presença do mesmo Deus e da consumação do mesmo sacrifício?”16

Peçamos a Nossa Senhora que a celebração ou a participação do sacrifício eucarístico seja para nós a fonte em que se saciam e em que aumentam os nossos desejos de Deus.

(1) Gen 22, 1‑19; Primeira leitura da Missa da quinta‑feira da décima terceira semana do TC, ano I; (2) Missal Romano, Oração Eucarística I; (3) cfr. Hebr 11, 19; (4) Orígenes, Homilias sobre o Gênesis, 8, 6, 9; (5) Cura d’Ars, Sermão sobre a Santa Missa; (6) Mt 4, 10; (7) Conc. de Trento, Sessão 22, c. 1; (8) Sl 115, 12; (9) Josemaría Escrivá, Forja, n. 829; (10) cfr. Mt 22, 12; (11) Anônimo, La Santa Missa, Rialp, Madrid, 1975, pág. 95; (12) cfr. Hebr 7, 25; (13) Ch. Journet, La messe, 2ª ed., Desclée de Brouwer, Bilbao, 1962, pág. 182; (14) Missal Romano, Oração Eucarística I; (15) ib.; (16) Cura d’Ars, Sermão sobre o pecado.

fonte:http://www.franciscofcarvajal

LA MISA ROMANA: HISTORIA DEL RITO Por Dom Gregori Maria




Capítulo 3º: Gloria -

En el año 799 Carlomagno va a Roma para recibir de manos del Papa la corona del renovado Imperio Romano. Al acercarse a la Ciudad Eterna, el papa León III sale a su encuentro, le saluda con el “Gloria in excelsis Deo”, cantado por todo el clero que le acompaña. Terminado el canto, el Papa reza una colecta como oración final. Era el modo litúrgico de recibir fuera de las murallas de Roma al futuro emperador. Por este ejemplo, tomado de una época que debe considerarse aún el periodo clásico de formación de la liturgia romana, aparece que también el Gloria, cantado con toda solemnidad, exigía como conclusión una oración sacerdotal.

El Gloria no fue creado para la Misa. Su primer destino fue el de servir a los cristianos de oración matutina, o más en general, como himno de alabanza a Dios. Lo podemos comparar con el “Te Deum” que tiene el mismo origen y las mismas características. Son los dos himnos más antiguos, no sacados de la Sagrada Escritura, sino nacidos del fervor de los primeros siglos; restos de los llamados “psalmi idiotici”, es decir compuestos por los mismos cristianos. Creaciones en general sin arte, pero de un encendido fervor, datan de los tiempos más primitivos. En el siglo IV se levantó una fuerte corriente contraria a tales himnos. Testimonios de esa oposición quedaron reflejado en las actas del Concilio de Laodicea del siglo IV y del IV Concilio de Toledo del siglo VII, que prohibieron se cantasen himnos no inspirados por el Espíritu Santo. De esta prohibición se salvaron el Gloria, el Te Deum y el “Te decet laus”, así como algún que otro himno griego.

Del Gloria primitivo conocemos las siguientes redacciones: una siria, dos griegas (la de las Constituciones Apostólicas y la del códice Alejandrino de la Sagrada Escritura) y tres latinas, a saber, la del antifonario de Bangor, la del antifonario mozárabe de León y la de la liturgia milanesa.

Su incorporación en la Misa

La incorporación del Gloria en la Misa se debe a circunstancias de segundo orden. En primer lugar fueron sus primeras palabras, tomadas de Lucas 2,14, mensaje angélico de paz en el nacimiento del Salvador, las que dieron ocasión para que se cantara primeramente en la Misa de Medianoche de Navidad (o del Gallo). Así lo atestigua, y como costumbre antigua, el “Liber Pontificalis” escrito en Roma hacia el año 530. El mismo libro añade que el Papa Símaco (romano pontífice entre el 498 y el 514) permitió a los obispos entonarlo también en las fiestas de los mártires y todos los domingos. El Gloria pues, se cantaba solamente en las misas solemnes celebrada por el Papa o los obispos, con el fin de solemnizarlas más. Y esta norma prevaleció por muchos siglos. Pero cuando el rito romano pasa al norte de los Alpes, donde había pocas ciudades y por lo mismo pocos obispos, pero en cambio muchas aldeas y pueblos, son los sacerdotes que ejercían la cura de almas los que empiezan a sentir la necesidad de decir el Gloria en sus parroquias.

El camino que se siguió para implantarse fue el siguiente: Primeramente se permitió al simple presbítero cantar el Gloria en la mayor de todas las solemnidades, el día de Pascua de Resurrección. Todavía duraba esto durante el siglo XI, ya que el liturgista Berno de Reichenau se quejaba de que no se le permitiera al simple sacerdote cantar este himno el día de Navidad (Patrología Latina 142, 1058 ss) A fines de ese mismo siglo ya no se hace, en cuanto al Gloria, distinción alguna entre el simple sacerdote y el obispo. También es verdad que tales prescripciones no se observaban con mucho rigor en el territorio de los francos. Un documento del siglo VIII avisa que se suprima el Gloria durante la Cuaresma, lo que nos induce a creer que se decía las demás misas.

El sitio

El Papa entonaba este himno desde su cátedra, mirando hacia el pueblo. El simple sacerdote lo entonaba siempre en el lado de la epístola, como lo han continuado haciendo los cartujos en su rito propio hasta nuestros días. Más tarde por influencias alegóricas, empezaron a cantarlo en el centro del altar.

Aunque la sencillez y la recitación silábica de las primeras y más antiguas melodías del Gloria hacen pensar que el fue el pueblo quien cantaba este himno, no tenemos ninguna noticia en las fuentes más antiguas de que así fuese efectivamente. Eran los clérigos los encargados de su canto, que lo ejecutaban o cantando todos el texto íntegro o alternándole a dos coros. En Roma lo solía cantar la “schola”, institución de tan antigua tradición que bien merecía este privilegio.

Los “tropos”

También en el Gloria se introdujeron los tropos. El más difundido, también en España, era uno en honor de la Virgen que decía hacia el final: “Tu solus sanctus, Mariam sanctificans, Tu solus Dominus, Mariam gubernans, Tu solus Altísimus, Mariam coronans (Tu sólo el Santo, que santificas a María, sólo tu Señor que guías a Maria, sólo tu el Altísimo que coronas a María). A pesar de su antigüedad veneranda y su gran popularidad, fueron todos suprimidos en la reforma del misal de Pío V.

Capítulo 4º: La Colecta –

La colecta es la primera oración exclusivamente sacerdotal que encontramos en la Misa. Oración que el celebrante debe decir no en nombre propio, sino en el de toda la comunidad, de toda la Iglesia. En el modo tradicional del rito romano (Edición del Misal de 1962) esa oración es introducida con el saludo litúrgico del “Dominus vobiscum” (o el “Pax vobis” del obispo) volviéndose hacia el pueblo con las manos abiertas, como insinuando un abrazo. El beso del altar que lo precede y que data del siglo XIII adquiere su simbolismo en el tomar la paz de Cristo para darla a la comunidad y es muy propio de la explicación alegórica de la Misa que tan en boga estuvo en la Edad Media.

Acto seguido y habiendo saludado a la comunidad, la invita a la oración diciendo o cantando “Oremus”. Esta fórmula se ha convertido en una invitación a adherirse mentalmente a la oración que reza o canta el sacerdote, pero antiguamente era sencillamente una exhortación a orar en voz baja y suponía por tanto, siempre una pausa más o menos larga entre la invitación y la colecta. Esto aparece con claridad en las oraciones más antiguas de esta clase, en las “orationes sollemnes” del Viernes Santo que primitivamente eran comunes a todas las misas. Pues en estas oraciones a la invitación de la intención… pro dilectissimo Papa nostro, etc.… seguía el aviso del diácono: flectamus genua (arrodillaos), palabras con las que se invitaba al pueblo a orar durante algunos momentos de rodillas, para después de sugerirles que se levantasen (levate), proceder a la oración sacerdotal con su Oremus. Esta antigua costumbre se restauró en el “Ordo Sabbati Sancti” por Pio XII en el año 1951.

El cuerpo de la colecta

El nombre de “colecta” no es de origen romano, sino que está tomado de la antigua tradición galicanoespañola. Así lo pone de manifiesto el hecho de que, existiendo en las liturgias galicana e hispana antiguas desde hacía varios siglos, aparece este nombre en la liturgia romana sólo después de haber sido esta adoptada por los francos. Significa “resumen de las oraciones dichas anteriormente”. Las primeras se fueron formando en los siglos IV y V, época en la que en Occidente tomaron cuerpo las fórmulas litúrgicas y en Roma se verificaba el cambio del griego al latín, en la lengua ritual. Antes de este tiempo, la composición de las oraciones dependía de cada celebrante. Unos las improvisaban mientras las iban pronunciando, otros las componían anticipadamente, calcándolas sobre algunos modelos. A partir del siglo IV su redacción ya no se deja al arbitrio del celebrante, por existir textos fijos en libros especiales, aunque el celebrante no los leía sino que los aprendía de memoria.

Aunque las oraciones romanas se caracterizan por su sobriedad eso no significa que en su composición se renunciase a emplear los recursos del arte retórico de la época. Ese arte no buscaba la emotividad en la acumulación de muchas expresiones, sino en el juego y en el corte de palabras, a lo que tanto se presta la lengua latina por su notable riqueza de matices de una misma palabra. Y así, resultan siempre las oraciones muy cortas, por una parte, y con perfecta correspondencia, por otra, a su carácter de bendición y de oraciones finales del acto. Con todo, no hay que pensar que la liturgia romana desconoce las oraciones largas: por ejemplo, los prefacios que se dicen al conferir el diaconado, el sacerdocio o la consagración episcopal, provenientes de los más antiguos documentos romanos.

Tipología de las colectas

Se pueden distinguir dos tipos. El primero representa la petición en su forma más sencilla. En primer lugar viene nombrado aquel a quién va dirigida la suplica con sus títulos más ordinarios: “Domine, Deus” (Señor Dios), a lo sumo se añade uno o dos epítetos más: Omnipotente y Eterno. Luego sigue la petición, redactada en pocas palabras. A este mismo tipo sencillo pertenecen también las oraciones en las que se razona la petición, indicando para qué fin pedimos la gracia (ut… - para que…).

El segundo tipo añade al título que se da a Dios, una oración en relativo, que sirve para aludir al misterio de la vida de Nuestro Señor o las gracias especiales concedidas por Dios al santo, mezclando a la súplica algún elemento de acción de gracias o de alabanza.

Este segundo tipo es el más abundante, ya que con el tiempo cada vez se formaron más fiestas de santos. No siempre, sin embargo, se ha conservado en las fiestas modernas el armonioso equilibrio entre la petición y la afirmación laudatoria. Falla sobre todo cuando se describe en ella la vida del santo o se desarrollan pensamientos teológicos bastante complicados. Por ejemplo: las fiestas de los santos mártires de Corea (20 de septiembre) o los santos mártires de Nagasaki (6 de febrero) o la festividad de Nuestra Señora de los Dolores (15 de septiembre).

Las formas más clásicas de la colecta no las encontramos, sin embargo, en las fiestas, sino en los domingos después de Pentecostés, llamados en el Novus Ordo de Pablo VI “domingos per annum” (ordinarios, en la más que deficiente traducción castellana). Como se trata de días en que no hay motivo particular para la celebración de la misa, y la colecta es oración que comprende las intenciones de todos, su contenido es necesariamente muy general. A veces, ni siquiera se indica intención alguna, sino que se ruega a Dios que nos escuche, es decir, que atienda las peticiones que cada uno en particular le propone. El secreto de la armonía de tales colectas reside en que reflejan a menudo una antítesis: lucha continua entre el bien y el mal, las fuerzas que en el hombre tienden hacia arriba y las que le quieren sumergir, alma y cuerpo, propósito y ejecución, esfuerzo propio y ayuda de la gracia, confesar e imitar, fe y realidad, miserias de la vida terrenal y goce de la celestial.

La recitación: “cursus” y “accentus”

La belleza de las antiguas oraciones romanas no yace exclusivamente en la dicción. Ha llamado siempre la atención su fluidez y su ritmo. Quienes las compusieron habían recibido su formación en las escuelas del antiguo arte retórico y sobre este arte ejercían gran influjo a fines de la antigüedad las leyes de la poética clásica, con su métrica, basada en la cantidad de sílabas. Sin embargo, el factor principal de su armonía está en el “cursus”, usado en la prosa artística de los siglos IV y V. El “cursus” es el ritmo de las cadencias finales, fundado en la sucesión ordenada de sílabas acentuadas y no acentuadas. Son normas observadas con tanta fidelidad, por ejemplo en los sermones de San León Magno, que hoy nos sirven de criterio para la autenticidad de sermones enteros o trozos parciales de sus sermones. No hemos de olvidar que es muy probable que el cuerpo de las antiguas colectas sean creaciones de este papa o procedan al menos de su época.

El modelo más perfecto de colecta en el que se encuentran los tres cursus (planus, velox, tardus) lo tenemos en la colecta del domingo XXX del tiempo ordinario, que figuraba en el Misal del 1962 como colecta del domingo XIII después de Pentecostés:

“Omnipotens sempiterne Deus, da nobis fidei spei et caritatis augméntum, (planus)
et ut mereamus ássequi quod promíttis (velox) ;
fac nos amare quod praécipis. (tardus)"

(Padre todopoderoso y eterno, aumenta en nosotros la fe, la esperanza y la caridad, y para que podamos conseguir lo que prometes, ayúdanos a amar lo que nos mandas.)

Otros giros que con frecuencia encontramos en las colectas son, por ejemplo: ésse consórtes (planus), méritis adjuvémur (velox) y sémper obtíneat (tardus).

Para la recitación de estas oraciones se formó muy pronto un modo especial, el llamado “accentus”. Consiste en recitar la oración en un tono determinado, entreverando al final de cada frase o división de frase, cadencias diferentes según las diversas clases de oraciones. Como se ve, existen relaciones íntimas entre el accentus y la puntuación moderna, ya que ambos son expresión de la estructura lógica de la frase. Y así, no es de extrañar que ambos, accentus y puntuación, se sirvan de los mismos signos: los dos puntos ( :) para el metrum y el punto y coma (;) llamado flexa para señalar el medio tono antes de una oración en “ut” ( para que…). Es interesante observar que este modo sencillo de amenizar la recitación de la oración se ha mantenido desde los primeros tiempos hasta la actualidad, en contraste manifiesto con los cantos que evolucionaron hacia formas cada vez más artísticas y complicadas. Se nota aquí algo del respeto contenido que siente el hombre cuando habla directamente con Dios, y que no permite formas artificiosas.

El rito exterior

El sacerdote recita la colecta de pie con las manos extendidas. Hasta muy entrada la Edad Media se exigía que mirase hacia Oriente. El estar de pie parecía la postura más propia para la oración pública en el sentir de toda la antigüedad. De ahí el sustantivo “statio”, derivado del verbo “stare”: estar de pie. Aún hoy en día en castellano la palabra “estación” significa la visita que se hace a las iglesias para orar en ellas algún tiempo.

Después de tener las manos levantadas, el sacerdote junta las manos como para expresar la entrega del propio ser en manos de un superior. El gesto es de origen germano y penetró en la liturgia durante la innovación franca como modo de tener las manos durante las oraciones privadas al principio de la misa y durante la comunión.

Con el “amén” después de la colecta termina el rito de entrada. El Amén se encuentra en todas las liturgias sin traducir. Y San Justino lo interpreta con las palabras: “Así se haga, así sea” (Apología 65). Mediante esta palabra el pueblo expresa su asentimiento a lo que acaba de decir en su nombre el celebrante. El que lo dijera todo el pueblo lo atestiguan ya los santos Agustín y Jerónimo. (Patrología Latina, 26 , 355)

N.B.: En el transcurso de la conferencia que el viernes 5 de septiembre, S.E. el cardenal Gottfried Danneels impartió durante el Congreso Litúrgico que tuvo lugar en Barcelona para conmemorar el 50º aniversario del C.P.L., el emérito Arzobispo de Bruselas abogó por la supresión, en una próxima reforma litúrgica, de lo que aún queda de las antiguas “colectas romanas” en el Misal, por ser “propias de una mentalidad jurídica como la mentalidad romana” (sic). La colecta con la que ejemplarizó tal teoría fue precisamente la que he detallado anteriormente, la más perfecta y bella de las antiguas colectas romanas.

También abogó por la supresión de todas las apologías (oraciones que el sacerdote reza en silencio: como la de antes del evangelio o antes de la comunión) por ser restos de la separación entre el “presidente” y la “asamblea. De hecho entra dentro de la lógica de estos “reformadores litúrgicos”, si como confiesa Mons. Piero Marini no existe diferencia ontológica entre el sacerdocio ministerial y el común de los fieles. Ambos serían diversas modalidades de un único sacerdocio de los bautizados. Por ello bromeó sobre la presencia en el Aula de algún miembro de la Congregación para la Doctrina de la Fe, porque bien sabía Marini que la proposición fue condenada por herética en el Concilio de Trento.

fonte:germinansgerminabit.org

Un "apostolado especial" confiado por la Santa Sede


*Carta Ecclesia Dei

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El Santo Padre, a través de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei, ha confiado al monasterio benedictino de Nursia el "apostolado especial" de celebrar la Sagrada Eucaristía en ambas formas del Rito Romano. A continuación, el texto en español de la carta del Cardenal Castrillón Hoyos.

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21.IV.2009

Reverendísimo Padre Prior:


Su Santidad Papa Benedicto XVI, desde el inicio de su pontificado, ha hecho conocer su deseo de promover la unidad de la Iglesia. Como en el pasado, también hoy, la cuidada celebración de los Santos Misterios es un instrumento muy eficaz para alcanzar este objetivo.


Por este motivo, fiel a la intención manifestada con el Motu Proprio “Summorum Pontificum”, esta Pontificia Comisión, yendo al encuentro de Sus solicitudes,


confía al Monasterio de San Benito en Nursia


el apostolado especial de la celebración de la Santa Eucaristía “in utroque usu”, es decir tanto en la forma ordinaria como extraordinaria del Rito Romano, en colaboración con la Santa Sede y en comunión con el Obispo diocesano.


Confío en que Su joven comunidad benedictina acompañará siempre la actividad pastoral del Sumo Pontífice con su oración fiel.


Con mis mejores felicitaciones pascuales,


Darío Cardenal Castrillón Hoyos

Presidente

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Fuente: Cantuale Antonianum


Traducción: La Buhardilla de Jerónimo

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Lo sbandamento liturgico ha causato sia l'apostasia di centinaia di milioni di persone






Recensione a Mosebach
Il Domenicale del 27 giugno scorso, oltre a riportare il brano di Mosebach che abbiamo ripreso nel post oggi pubblicato, offre questa recensione di Gianfranco Morra che vale la pena riportare, e commentare.


John Henry Newman definisce la liturgia con formula luminosa: «lex orandi, lex credendi» [veramente la frase legem credendi lex statuat supplicandi è di Prospero d'Aquitania, V secolo, dove, si noti, la lex orandi o supplicandi precede e 'comanda' quella credendi. E' proprio nell'oblio di questa regola la fonte del disastro attuale, e l'errore gravissimo di Paolo VI: aver pensato che bastasse "salvare il Catechismo", ossia l'espressione dottrinale della Fede, sacrificando invece la liturgia ritenuta meno importante o mero "accidente" non essenziale; mentre è quest'ultima che innerva, sostiene e dà vita alla Fede. Ecco perché lo sbandamento liturgico ha causato sia l'apostasia di centinaia di milioni di persone, sia l'imbastardimento della Fede in molti che pur si reputano ancora cattolici: in Francia il 67% di chi va a Messa non crede alla Presenza reale; il significato sacrificale della Messa, poi, è ignoto o rifiutato almeno dal 90% dei praticanti]. Fede e preghiera sono una carne sola: assieme stanno, assieme cadono. E assieme sono cadute, in uno dei periodi più bui della storia della Chiesa Cattolica, quello postconciliare, quando la crisi della fede ha condotto alle più squallide contaminazioni tra Vangelo e ideologie. Il nemico contro cui questi montoni [magnifica definizione], come li chiamava Jacques Maritain, davano di cozzo, era la forma, massima scoperta del pensiero europeo. Quella che all’inizio del Genesi tras-forma il caos in ordine, l’idea che in Platone consente alla materia di divenire pensabile e che in Aristotele produce la compiutezza del sinolo. In molti aspetti, il postconcilio fu distruzione di questa tradizione, cioè della forma. La deellenizzazione (contro la filosofia, riconduzione del molteplice alla forma), la deromanizzazione (contro la gerarchia, sacro ordine , scrive Dionigi Areopagita, che assume forma simbolica nella liturgia), il pasticcio liturgico, furono tutto meno che una ri-forma. Dato che proprio la forma della liturgia, che ne è la sostanza più forte, venne distrutta.

In Eresia dell’informe. La liturgia romana e il suo nemico, Martin Mosebach dimostra che il nemico dei nuovi liturgisti è appunto la forma. Ed egli la rivendica, avvalendosi di grandi scrittori, Goethe e Rilke, Eliot e Claudel, Péguy e Chesterton, Florenskij e Gómez Dávila, perché la letteratura è, soprattutto, forma, richiamando alla mente i pochi scrittori anticonformisti italiani, che, nel pieno predominio degli antiliturgisti, osarono prendere le difesa della tradizione: Romano Amerio, Tito Casini, Elémire Zolla, Cristina Campo, Rodolfo Quadrelli. Non solo la lingua latina, ma anche tutti quei riti e arredi liturgici, che avevano un profondo significato simbolico (descritti da Romano Guardini in opere indimenticabili quali Lo spirito della liturgia e I santi segni). Ciò a cui questi apostoli dell’informe hanno voltato le spalle è il valore artistico della liturgia, che è un teatro sacro [I novatori accusano spesso il vecchio rito di teatrino e coreografia, mentre il rito bugniniano sarebbe sobrio (ma qui si fan ridere dietro, se uno pensa alle casule che il primo Marini metteva al vecchio Papa, o agli spettacolini verbosi inscenati nelle parrocchie ordinarie) ed essenziale. Per contro si sciacquan la bocca della definizione dell'innocente Guardini di liturgia come gioco: di qui la giustificazione teorica - quando almeno ne sono consapevoli - delle bambocciate, dei cartelloni delle catechiste, dei quiz a Messa. Eppure dovrebbero ricordare che la Messa è divino mistero e sacra rappresentazione]. Ciò che più essi odiavano era l’immagine, dimentichi che l’arte cristiana altro non è (secondo l’Ortodossia) se non una teologia dell’icona. Ecco allora i riti trasformati in mix di assemblea politica, consiglio di amministrazione, gara sportiva e spettacolo tivù. Ecco il sacerdote democraticamente rivolto non più al Crocifisso, ma al popolo, gli abiti sciatti, le Nike che escono da camiciotti trasandati, gli strumenti musicali demoniaci, la babele linguistica, le traduzioni scarse e umoristiche, la predica spesso simile a un comizio buonista, la chiesa trasformata in sala di aspetto ferroviaria o palestra, il decentramento dell’ostia e la sua distribuzione come fosse un cono gelato.

Ecco le messe (mi scuso, le assemblee) inventate ad libitum, a seconda dei casi, per gratificare le diverse categorie di fedeli, come la missa pro homophilis inventata nei Paesi tedeschi. Ancora esiste per l’Oriente la liturgia di san Giovanni Crisostomo, ma non più quella di san Gregorio Magno per l’Occidente. La nuova riforma della liturgia occidentale non è stata fatta da santi, ma da galoppini e burocrati. Difendono la nuova liturgia solo quelli che della forma non sanno che farsene. Come ha fatto sul Corriere della Sera Alberto Melloni, ultima propaggine della linea Dossetti-Alberigo, con un articoletto esemplare per insipienza e banalità. Scrive Melloni che la riforma avrebbe avvicinato il popolo ai sacri riti. È la trita argomentazione secondo cui l’aggiornamento della Chiesa ne avrebbe accresciuta la presenza nel mondo: ma il risultato, oggi a tutti evidente, è stato la crisi delle vocazioni, della morale, della liturgia. Che fare, allora? Mosebach sa che anche gli antichi riti andavano incontro a pericoli ed è troppo acuto per riproporre un ritorno letterale all’antico. Occorre, invece, distinguere il molto che è essenziale, e che mai cambierà, da alcuni aggiustamenti richiesti dalla mutata situazione. Si pensi alla polemica sull’uso del latino, lingua non solo ufficiale, ma perenne della Chiesa. L’italiano è consentito, non obbligato. Papa Benedetto XVI lo ha detto nel motu proprio Summorum Pontificum: la messa si può dire anche in italiano, purché la lingua non banalizzi e distrugga le verità delle fede, di cui la liturgia è l’ergon. Purtroppo non pochi vescovi, cresciuti in seminari degradati e modernisti, provvidenzialmente vuoti, di cui spesso erano i direttori, gli hanno messo i bastoni fra le ruote, negando la messa latina ai fedeli che oggi la chiedono [Noi ne conosciamo di questi vescovi, oh se ne conosciamo! Ma verrà, presto, un giorno...]. Schiavi anch’essi dell’ eresia antiliturgica propagandata dai nuovi iconoclasti.
fonte:missainlatino.it

Bento XVI: há que manter sempre unidos “os dois elementos essenciais dos sacerdotes: anunciar o Evangelho e expulsar os espíritos do mal"




(1/7/2009) “Depois do Concílio Vaticano II” verificou-se, “aqui e além”, a errónea “impressão de que na missão dos sacerdotes neste nosso tempo, houvesse algo de mais urgente”, isto é, “que se devesse em primeiro lugar construir uma sociedade diferente” – observou Bento XVI, na audiência geral desta quarta-feira, na Praça de São Pedro. Ora, na realidade, “a missão sacerdotal” é essencialmente “cultual”.

“A identidade pessoal do padre, enraizada na sua chamada e na sua configuração com Cristo, não se pode separar da sua actividade pastoral. Na verdade, o ministério de cada padre é essencialmente cultual, no pleno sentido da palavra: significa tornar os fiéis capazes de oferecerem a sua vida a Deus como sacrifício que lhe é agradável”.

Por outras palavras, há que manter sempre unidos “os dois elementos essenciais dos sacerdotes: anunciar o Evangelho e expulsar os espíritos do mal”. “Palavra e sacramento são as duas colunas do serviço sacerdotal”.

“Na vida do presbítero, não se encontram separados anúncio missionário e culto. É mediante a pregação do Evangelho que se gera nos crentes a fé, para que estes se unam ao sacrifício de Cristo com o sacrifício espiritual das suas vidas. É urgente recuperar o primado da graça divina, assim como a consciência da própria identidade, no exercício do ministério sacerdotal”, cujos elementos essenciais são o anúncio da Palavra e a celebração dos sacramentos".

Trata-se, insistiu o Papa, de um “primado absoluto”, sobre o qual há que recuperar uma convicção “clara e inequívoca”. “O amor pelo próximo, a atenção à justiça e aos pobres – advertiu Bento XVI – não são tanto temas de moral social, mas sobretudo expressão de uma concepção sacramental da moralidade cristã”.

“É de Deus que vem a graça da renovação espiritual, para os padres como para toda a Igreja. Trata-se acima de tudo de avançar cada vez mais na identificação com Cristo, que assegura a fidelidade e a fecundidade do testemunho evangélico”. O Padre é um convertido, renovado pelo Espirito, chamado por Deus para que a Palavra da salvação chegue até aos confins da terra".

Mas ouçamos a saudação dirigida pelo Papa aos peregrinos de língua portuguesa:

“Amados peregrinos de língua portuguesa, uma saudação afectuosa para todos, especialmente para os grupos do Brasil e de Portugal: esta peregrinação a Roma encha de luz e fortaleza o vosso testemunho diário como seguidores de Jesus Cristo, único Salvador e Senhor da vida: fora d'Ele, não há vida, nem esperança de a ter. Com Cristo, sucesso eterno à vida que Deus vos confiou. Sobre cada um de vós e respectiva família, desça a minha Bênção.”
Saudando os peregrinos italianos presentes na audiência geral desta semana, o Papa pediu acções para "combater eficazmente o fenómeno devastador da usura e da extorção".
"Não falte, por parte do Estado, uma ajuda adequado e apoio para as famílias em dificuldade e sem emprego, que encontram a coragem de denunciar os que se aproveitam da sua trágica condição", desejou.
O Papa falou ainda da "importância dos valores éticos e morais" na política e aproveitou a ocasião para deixar votos de férias "serenas e profícuas" aos que vão agora gozar de um período de repouso.
"Há muitos de vós, contudo, que por diversas razões não poderão gozar de férias. Chegue até vós, caros irmãos e irmãs, a minha saudação afectuosa, com os votos de que não vos falte a solidariedade e a proximidade das pessoas queridas", prosseguiu.
fonte:radio vaticano

INTERVISTA A GIACOMO GALEAZZI, VATICANISTA DE “LA STAMPA”, SUL BOOM DELL’OCCULTISMO





INTERVISTA A GIACOMO GALEAZZI, VATICANISTA DE “LA STAMPA”, SUL BOOM DELL’OCCULTISMO1) SI può parlare di un incremento nel preoccupante fenomeno dell’adesione alle sette?”Dal 1 gennaio a oggi il numero verde nazionale contro le sette, attivo presso l'associazione 'Comunità Papa Giovanni XXIII', ha registrato un'impennata di chiamate: il 48% sono telefonate di familiari alla ricerca dei propri cari. Di questi, il 23% sono genitori in cerca dei propri figli, che hanno aderito a psicosette o sette sataniche. Il 38% delle vittime sono adulte, il 31% giovani, il 12% adolescenti. Il restante 19% persone che preferiscono restare nell'anonimato. I dati sono stati diffusi dall'associazione fondata da don Oreste Benzi. Il numero verde riceve in media 15 chiamate al giorno. Nel 20% dei casi è possibile intervenire con la collaborazione delle forze di polizia. Quando il culto diventa reato, dunque. Satanismo, psico-sette, culti orientali, rigidissimi clan neopagani, plasmatori di vite umane, organizzazioni ...

... che annientano le coscienze insinuandosi nella debolezza. Un fenomeno in continuo e preoccupante aumento. Sono oltre 600.000 in Italia gli adepti di sette occulte, tra le quali numerose sette pseudoreligiose o sataniche, e il numero aumenta sempre più. Per contrastare questo boom è stata istituita la Squadra anti-sette del servizio centrale operativo della polizia. Secondo il responsabile della Sas, Luigi Carnevale, si tratta di un fenomeno variegato e l'aspetto religioso non sempre è presente. "Le sette - spiega - nascondono un modo preordinato per sottomettere la volontà delle persone per fini che a volte sono di tipo economico". Oltre ai manipolati, vittime indirette dei manipolatori sono le famiglie che "non hanno armi per recuperare" i loro parenti”.

2)Cosa si intende per manipolazione?2)”In certi casi si tratta di "persuasione", ma in altri si è in presenza di "suggestione o ipnosi", precisa Anna Maria Giannini, docente di psicologia generale dell'Università 'La Sapienza', secondo la quale i manipolatori sfruttano il particolare stato di 'fragilità' delle vittime. Il 38% degli adepti di sette è formato da adulti, per il 31% sono giovani (e il 12% adolescenti). Il 28% dei 'manipolatori' si rifà a riti di satanismo, il 28% alla magia e il 13% alla stregoneria. I personaggi che muovono le fila dell'oscuro mondo delle sette sono per il 28% vicini a pratiche di magia, per il 13% alla 'stregoneria', per il 22% si rifanno a riti di satanismo, per il 12% allo spiritismo. Il restante 25% è suddiviso fra coloro che guidano le psicosette (10%) e presunti guaritori, guru, santoni e pseudo-veggenti (15%). Don Aldo Bonaiuto, attraverso il telefono verde dell'associazione Giovanni XXIII di don Oreste Benzi (800228866), riceve ogni giorno segnalazioni di violenze sessuali, istigazioni al suicidio, uso di droghe, truffe. E, con una task force di sacerdoti e psicologi, interviene, in collaborazione con la squadra anti-sette della Polizia (Sas) per soccorrere le vittime dei satanisti costrette a nascondersi per sfuggire alle più atroci persecuzioni di guru, maghi e santoni. 'Non sono preti-detective, collaborano per fornire assistenza spirituale e umana a persone in difficoltà', precisano in Vaticano”.

3)Quali sono le dimensioni dell’emergenza?3)”Inquietanti, senza dubbio. Uno spaccato drammatico e segreto del mondo dell'occulto attraverso i crimini gravissimi di gruppi esoterico-religiosi che irretiscono sempre più persone, soprattutto giovani. Le sette sataniche in Italia sono 8mila, con oltre 600mila adepti, cui si aggiungono (un censimento è impossibile) migliaia di nuovi culti e forme di religiosità legate a figure carismatiche. Le occasioni per entrare sono tante (Internet, negozi di musica gotica, raduni camuffati da feste), difficilissimo uscirne. Un universo sotterraneo che di tanto in tanto affiora attraverso tragici casi di cronaca nera (dai delitti delle Bestie di Satana, all'omicidio di suor Mainetti a Brescia, all'assassinio di Manfredonia, compiuto da due giovani che sostenevano di essere possedute dal demonio), ma che forma una ragnatela, in gran parte sconosciuta, di manipolazioni, abusi, violenze, e sottrazione di denaro. Donne utilizzate in riti sacrificali, ragazzini spinti a fuggire da casa, malati indirizzati da stregoni e ciarlatani verso cure alternative di chetamina per renderli mansueti e spersonalizzarli”.

4) Può raccontarci le vicende maggiormente significative al riguardo?4)”Flora aveva tutto: la giovinezza dei 16 anni, amici, una famiglia unita, bellezza, e una passione: lo sport. Una piccola campionessa di pattinaggio, che sognava le Olimpiadi e grandi stadi riempiti dal rumore degli applausi. Tutti per lei. Quando roteava su quelle sottili lame di acciaio sentiva che la sua vita era perfetta. Poi, improvviso, il buio. Un incidente d'auto che la condanna per sempre alle stampelle, la passione più grande che si trasforma in un ricordo. E la sua vita entra in un tunnel nero. Rifiuta gli amici con cui condivideva lo sport e l'allegria della sua età, preferisce stare sola, fino a quel giorno in cui una coetanea bussa alla porta e le racconta di quel corso per ritrovare forza e autostima che anche lei ha fatto e le ha cambiato la vita. Cambiare, questa è la parola magica che convince Flora ad andare al primo incontro, poi al secondo, al terzo, fino a trovarsi impigliata in una rete di riti magici e stregonerie. La madre si dispera ma non riesce a convincerla a lasciare perdere. Il padre si chiude nel dolore per questa figlia perduta e un giorno muore. Infarto. Flora non ha più contatti con nessuno della famiglia. Le droghe che le hanno iniziato a dare sotto forma di 'infusi' l'hanno resa dipendente. Tutti i soldi che le ha lasciato il padre li dona alla setta. Una psico-setta. E quando muore anche la madre i suoi 'amici' chiedono che intesti tutti i beni ricevuti in eredità alla comunità. Lei è quasi convinta ma quando va dal notaio di fiducia dei suoi genitori, che la conosce fin da piccola, qualcosa cambia. Lui le parla con affetto e inizia a instillare un dubbio tra i fumi degli acidi e la coscienza annullata. Ci vuole tempo, ma la ragazza, oggi ha 25 anni, si convince a farsi aiutare. Viene portata in un posto segreto, dove un sacerdote e uno psicologo lavorano sulle menti devastate di chi cade vittima di una setta. E adesso Flora aiuta chi come lei, un giorno, ha aperto la porta e ha pensato di trovare la risposta ai suoi problemi in un corso”.

5) E un'altra situazione drammatica?”Luca è sempre stato un ragazzo modello, il primo della classe, divoratore di libri, affettuoso in casa. Piccolo di statura e minuto si sentiva solo inadeguato fisicamente, più debole dei compagni, incapace di attirare l'attenzione di una ragazzina. Un giorno, però, su Internet, in chat, incontra un un uovo amico, Andrea, che gli parla di forza, di antiche divinità, di una nuova vita da vivere con coraggio. Dopo qualche mese l'incontro e l'inizio del cambiamento. I genitori non si accorgono di niente all'inizio. Imputano all'adolescenza quella fissazione di chiudere a chiave la porta della camera, i vestiti cupi, "total black", che hanno sostituito i jeans nell'armadio. E quel ciondolo, la stella a cinque punte, il 'pentacolo', sembra solo un inutile orpello di moda. Niente di più. Neanche immaginano quello che sta accadendo a Luca. La setta lo ha 'preso' e lui passa dall'esaltazione di sé al terrore. Si sente forte perché Satana è con lui e per fare carriera nella scala gerarchica della setta, affronta delle prove: deve picchiare alcuni dei suoi amici più cari perché Lucifero nega l'esistenza dell'amicizia fra esseri umani; sacrifica animali, si autopunisce. Quando inizia a rendersi conto di quello che sta facendo, capisce anche che sarà difficile lasciarsi tutto alle spalle. Loro, i "nuovi amici" non lo lasceranno andare tanto facilmente. Riesce a confidarsi con il professore di lettere e in lui trova la forza di sfuggire a quel mondo diabolico. I genitori lo allontanano dalla sua città e lo affidano alle cure di uno psichiatra. Oggi, dopo anni di psicoterapia, ha una vita normale. Sono rimasti gli incubi, tremendi, a ricordare a Luca quella fuga dall'adolescenza. Pagata a caro prezzo”.

6) E poi?”Il caso di Beatrice. Rosa e Paolo sono due genitori disperati. O meglio: non lo sono più da quando sono entrati nella stanza della loro bambina e l'hanno trovata con il cappio al collo. Morta a soli 15 anni. Perché? Suicidio, ha tagliato corto la polizia, spiegando questa fine con la depressione che assale tanti giovani nel passaggio dalla fanciullezza all'età adulta. E quei segni sul corpo, quelle cicatrici, un modo di esprimere il disagio, come accade anche in tanti casi di disturbi alimentari. Depressione, si dicevano l'un l'altro la mamma e il papà di Beatrice, incapaci di farsene una ragione ma anche di indagare più a fondo. La cameretta rimane chiusa a chiave, come tante volte l'aveva lasciata Beatrice, negli ultimi tempi sempre più gelosa della sua privacy. Come era cambiata Bea negli ultimi mesi, la bambina solare che amava il rosa si era trasformata in una cupa dark lady. Il nero come colore cult, i piercing a sfregiarle il volto, strani amuleti appesi al collo. L'improvvisa timidezza per cui impediva anche alla mamma di vederla nuda (e di vedere i segni dell'autopunizione). Solo quando, molti mesi dopo la sua scomparsa, mamma Adele riesce ad aprire la porta del mondo segreto della figlia, a frugare nei suoi cassetti, a guardare meglio quei poster appesi alla parte con frasi inneggianti a Satana, inizia a capire. Non è stata l'adolescenza a rubarle la sua bambina. Adele fruga e studia gli oggetti che trova. Interroga le amiche di un tempo sulle nuove frequentazioni della figlia, capisce che deve chiedere aiuto, che deve fare in modo di fermare chi ha indotto al suicidio la sua bambina. Chiama chi la può aiutare e insieme a loro ancora sta cercando di fermare gli assassini di sua figlia”.

7) E’ possibile salvarsi?)”La storia di Barbara è a lieto fine ma è costellata di terribili sofferenze. "Le torture nella comunità assumevano mille volti: potevano essere violenza fisica, punizioni umilianti per chi si ribellava oppure la condanna a settimane di digiuno forzato e lavori massacranti". Ha ancora lo sguardo carico di paura Barbara, trentenne palermitana, prigioniera per sei anni di una setta orientale: "Non potevo chiedere aiuto a nessuno, mi proibivano ogni contatto con la mia famiglia, se protestavo erano botte, giorni di reclusione in minuscole stanze, disprezzo e riprovazione da parte del gruppo, isolamento, turni disumani nei campi". Insomma, un lager che porta alla distruzione fisica e psicologica: "Ero come morta". Questa bella ragazza dagli occhi verdi e dai capelli corvini deve nascondersi per sfuggire a fortissime pressioni psicologiche. Una vita "sotto copertura", in perenne fuga, quella di Barbara, costretta a continui spostamenti per nascondersi dall'organizzazione che le ha distrutto la vita. "L'abisso della mia disperazione l'ho toccato quando ho capito che ero diventata una schiava in mano ai capi della setta", spiega Barbara. "Non ero più libera di pensare, non ero più in grado di fare niente da sola. Una sofferenza indicibile, un degradante supplizio". Una volta, per un "atto di insubordinazione", fu punita con il 'lavaggio del cervello' e rischiò di morire soffocata nella capanna in cui era stata rinchiusa, tra fumi stordenti e il suono giorno e notte dei tamburi. Non poteva avere denaro né allontanarsi dalla comunità. Ai genitori fu detto che era scappata all'estero. L'uscita dalla setta è un'interminabile sequela di variazioni di residenza, false identità e numeri di telefono cambiati. "Ti inseguono più che per riconquistare un adepto per impedire che una voce infranga la cappa di terrore. Se resisti puoi tornare un essere umano, se ti fai trascinare di nuovo nel pozzo, sei perduto".

Bruno Volpe

fonte:pontifex.roma

Via libera dei teologi alla beatificazione di Papa Wojtyla

wojtyla3 1Si è tenuta ieri mattina presso la Congregazione delle cause dei santi la seconda riunione dei consultori teologi incaricati di esaminare la “Positio”, vale a dire i documenti e le testimonianze della causa di beatificazione di Giovanni Paolo II. Una prima riunione, della quale aveva parlato il Giornale, si era tenuta il 13 maggio. Ma aveva avuto un esito interlcutorio, a causa dei rilievi critici mossi non sulla santità personale di Papa Wojtyla ma sul modo in cui è stato portato avanti il lavoro e sulla carenza di documentazione. Il postulatore della causa, monsignor Slawomir Oder, ha risposto per iscritto alle obiezioni e ieri si è tenuta la seconda e ultima riunione dei teologi, che hanno dato parere favorevole a maggioranza. Due di loro hanno mantenuto il loro inziale giudizio “sospensivo” perché ritengono che il quadro probatorio e documentale debba essere integrato. Questo è l’articolo che pubblico sul Giornale di oggi. Ora la “Positio” passa ai cardinali e vescovi membri della Congregazione, che prima della fine dell’anno si pronunceranno sull’eroicità delle virtù di Papa Wojtyla. Quindi toccherà a Papa Benedetto promulgare il decreto che porterà il suo predecessore alla beatificazione.

fonte:sacri palazzi

EL PORQUÉ DE LA MISA CATÓLICA CON EL MISAL DE S.S. SAN PÍO V




Por: Lic Oscar Méndez Casanueva


La misa católica fue codificada por S.S. San Pío V en el año de 1570, esto significa que este Pontífice no inventó un rito sino que estableció la estructura de la misa respetando la Tradición ininterrumpida de Cristo, de los apóstoles, de los Santos Padres, de los primeros siglos del cristianismo y de los Pontífices anteriores. Al tener sus orígenes en los mismos apóstoles también es conocida como misa apostólica o misa tridentina por ser esa labor de codificación resultado de un ordenamiento del Concilio dogmático de Trento.

Todos los sacerdotes católicos del rito latino que hayan sido ordenados hace más de treinta años han celebrado el Santo Sacrificio de la Misa con este misal, hasta por lo menos a finales de la década de los años sesenta, fecha en que se efectuó la reforma litúrgica. Esta misa ha estado vigente durante muchos siglos en la Iglesia Católica y ha producido grandes santos y enormes frutos en la historia de la cristiandad.

ESTE RITO ESTÁ VIGENTE

Este rito, contra lo que algunos mal informados pudieran pensar, está vigente por su antigüedad multisecular conforme al canon 28 del Nuevo Código (canon 30 del Código anterior) que señala que una nueva ley no revoca las costumbres centenarias o inmemoriables a no ser que se les cite EXPRESAMENTE. Al no haber sido explícitamente abrogado en la Constitución Apostólica Missale Romanum de S.S. Pablo VI, el rito tradicional –alabado por el propio Pablo VI- continúa vigente. Por otra parte, S.S. San Pío V en su bula QUO PRIMUM decreta a perpetuidad que puede ser utilizado para siempre en la Iglesia y que por lo tanto ningún sacerdote podrá –en ningún tiempo- ser sancionado por su uso. Esta bula se localiza fácilmente al principio de todos los misales que los sacerdotes han utilizado para celebrar este rito. Confirmando su plena vigencia, S.S. Benedicto XVI ha publicado su motu proprio Summorum Pontificum, el 7 de julio de 2007, a fin de despejar cualquier duda preexistente. Incluso, el cardenal Castrillón como Presidente de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei, ha dicho que los deseos del Papa son que sea celebrada en todas las parroquias del mundo y esto ya se ha iniciado en la básilica romana de San Juan de Letrán por parte del cardenal Cañizares.

EXPRESA CLARA Y MAJESTUOSAMENTE LA DOCTRINA CATÓLICA

El rito, conforme al misal promulgado por San Pío V, ha demostrado, en el transcurso de los siglos, ser un dique contra las deformaciones doctrinales pues expresa con toda claridad y belleza la doctrina católica de la misa:

· Es el mismo e idéntico sacrificio del calvario, celebrado de manera incruenta (sin derramamiento de sangre), para aplicar su virtud salvadora a la remisión de nuestros pecados. No es una simple conmemoración de la pasión y muerte de N. S. Jesucristo sino que es un sacrificio propio y verdadero.

· Es el mismo sacerdote Jesucristo, representado por su ministro que por su ordenación sacerdotal, obra en la persona del mismo Cristo. En cierta forma “presta a Cristo su lengua, le ofrece su mano”

· Es la misma víctima del Calvario: el Divino Redentor, Jesucristo. Por medio de la doble consagración se representa la mística separación del Cuerpo y la Sangre de Cristo, estando todo Él con su divinidad, su alma, su sangre y su cuerpo realmente presente en las especies consagradas. No es pues, una simple presencia espiritual.

Son los mismos fines:

1) Adorar y glorificar a Dios

2) Dar gracias a Dios

3) Expiación y Propiciación (Cristo se ha inmolado como víctima propiciatoria para satisfacer por nuestros pecados. En la misa se aplican los frutos de su redención).

4) Impetración (pedir gracias, favores y bendiciones a Dios).

Toda esta doctrina definida infaliblemente y custodiada por la Iglesia Católica se encuentra de una manera clarísima y majestuosamente expresada en la liturgia codificada por S.S. San Pío V que con sus rúbricas ha sido secularmente un dique contra el error y la anarquía en la celebración del Santo Sacrificio de la Misa.

EL USO DEL LATÍN: SIGNO DE UNIDAD

La utilización del latín se efectúa siguiendo el idioma oficial de la Iglesia, mismo que el Papa emplea en Roma y que representa un signo de unidad entre los católicos. Es falso que su abolición haya sido decretada por el Vaticano II que sólo recomendaba el uso de la lengua vernácula en ciertas partes de la liturgia, siendo muy útil en las lecturas de la epístola y el evangelio. Hoy que el latín prácticamente ha caído abusivamente en desuso, el pueblo católico –contra lo que se pretendía- no conoce lo que es la misa. Basta preguntarle a los fieles cuál es su definición y cuáles son sus fines para constatar la tremenda ignorancia que existe. Cuando en todas partes del mundo se empleaba el latín cualquier extranjero no se sentía extraño en Misa, el pueblo fiel aprendía y entendía el ritual por medio de misales bilingües y existía uniformidad entre el clero de todo el mundo, además que no se presentaban los graves problemas y errores en las traducciones.

MODO DE RECIBIR LA COMUNIÓN:


-En gracia santificante, por medio de la confesión sacramental

-Siendo miembro del cuerpo de la Iglesia Católica

-Honestamente vestidos

-De rodillas y en la boca.

En esta misa se recibe a Cristo -en la comunión- de rodillas, puesto que si la Sagrada Escritura prescribe que a su nombre se doble toda rodilla, es claro que cuando se recibe su Cuerpo, Sangre, Alma y Divinidad, ésta es la posición exterior piadosa más conforme con una actitud interna de adoración y es la misma que señala Cristo en la parábola del fariseo que oraba orgullosamente de pie y del publicano que de manera humilde, interna y externamente, rezaba arrodillado. Éste último, enseña Cristo, fue el que salió justificado del templo. Por otra parte, el fiel –modestamente vestido y limpio de todo pecado mortal por la confesión sacramental- recibe con respeto en la boca la sagrada forma por no tener las manos consagradas como el sacerdote; además al no tomarla con la mano se evita, así, la caída de partículas consagradas (en las que Cristo está realmente presente) al suelo o cualquier posible profanación.

ESTE RITO EVITA LA ANARQUÍA LITÚRGICA

Hoy que la anarquía litúrgica es claramente constatada por el pueblo católico, donde cada sacerdote y en cada templo se le añaden o quitan preces al arbitrio de cada cual, ahora que la doctrina del mismo sacrificio es negada y se nos enfatiza lo secundario para acallar o negar lo fundamental de la doctrina del Santo Sacrificio, hoy que se nos dice que la misa es sólo un memorial, un recuerdo, una simple cena, una mera asamblea más precedida por un ministro, nuestra conciencia católica nos exige proclamar la verdadera y eterna doctrina definida infaliblemente por la Iglesia, así como el debido respeto y devoción que debe existir en la liturgia, haciendo uso de este multisecular rito que ha probado su eficacia en la historia para dar frutos de santidad y evitar de este modo la anarquía litúrgica que lamentablemente padecemos. Nos basamos en la autoridad de la Iglesia Católica y del Romano Pontífice que ha permitido y promulgado este rito católico a perpetuidad.

MUCHOS SACERDOTES CELEBRAN CON EL MISAL DE SAN PIO V

Por último, es importante considerar que no sólo en el transcurso de los siglos ha sido utilizado con grandes frutos y que la mayoría de los santos canonizados por la Iglesia Católica celebraron con él o asistieron a este rito, sino que incluso después de la reforma litúrgica sigue siendo utilizado en casi todos los países por muchos sacerdotes católicos.

Así, por ejemplo, podemos citar el caso famosísimo del Padre Pío que en vida manifestó en su cuerpo las mismas llagas de la pasión de N.S. Jesucristo y que en la década de los sesentas, cuando se implantaron los antecedentes de la reforma litúrgica, al advertir los peligros que hoy se constatan, mantuvo el uso del misal de San Pío V. Este sacerdote reconocido durante toda su vida por su santidad, fue beatificado en 1999 por S.S. Juan Pablo II. Podríamos citar otros casos, pero sólo recordaremos que los Cardenales Bacci y Ottaviani no dejaron de utilizarlo, después de la reforma litúrgica, hasta el fin de sus vidas. El Cardenal Ottaviani –al que S.S. Paulo VI llamaba “mi maestro” y al que tanto elogió S.S. Juan Pablo II en la fecha de su muerte, al señalarlo como ejemplo de una "fidelidad ejemplar"(*)–, fue sumamente reconocido por su ciencia teológica y precisamente por esa fidelidad a la Iglesia y era, además, nada menos que el Prefecto de la Sagrada Congregación de la Fe, uno de los organismos más importante dentro del Vaticano (mismo que ocuparía, después, el cardenal Ratzinger). Estos eminentes cardenales vieron de manera clarividente todos los riesgos teológicos y litúrgicos que se avecinaban –y que hoy se manifiestan claramente- y así los consignaron en su ya célebre documento “Breve análisis crítico del Novus Ordo”.

CONCLUSIÓN:

Este rito plenamente católico, está reconocido por su antigüedad en la Iglesia, ya que respeta la Tradición ininterrumpida de Cristo, de los apóstoles, de los Santos Padres, de los primeros siglos del cristianismo y de los Pontífices Romanos. Su misal fue promulgado por un Papa como resultado de un Concilio y está plenamente vigente en la Iglesia Católica. Sus frutos de santidad están más que reconocidos: la mayoría de los santos canonizados celebraron con él –en caso de ser sacerdotes- o se santificaron por su medio al asistir al Santo Sacrificio de la Misa –en caso de los seglares-. Manifiesta de una manera clara e inequívoca la verdadera doctrina católica sobre la Santa Misa y ha probado su eficacia contra la anarquía, errores y abusos litúrgicos. Exige de los fieles el debido respeto y devoción por el mismo e idéntico sacrificio del Calvario que se celebra en el altar para aplicarnos los frutos de la redención de Cristo, quien está real y verdaderamente presente con su Cuerpo, Sangre, Alma y Divinidad en las especies consagradas.

(*) NOTA. Ver cita, haciendo click en este enlace:

http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/homilies/1979/documents/hf_jp-ii_hom_19790806_esequie-card-ottaviani_sp.html

fonte:catolicidad