segunda-feira, 5 de agosto de 2013

LA RISCOPERTA DI ROMANO AMERIO . Iota Unum: O Resultado Paradoxal do Concílio e o Sínodo Romano . Romano Amerio: La Reforma Litúrgica . Iota Unum online Several chapters of Romano Amerio's opus magnum . Iota unum: étude des variations de l'Église catholique au XXe siècle .


ROMANO AMERIO "IOTA UNUM" : CHAPTER IV: The Course of The Council . LA RISCOPERTA DI ROMANO AMERIO . Iota unum: étude des variations de l'Église catholique au XXe siècle . Iota Unum: O Resultado Paradoxal do Concílio e o Sínodo Romano. IOTA UNUM TOMO 6 Romano Amerio : Teología y filosofía en el postconcilio ; El ecumenismo ; La Eucaristía ; La reforma litúrgica

CHAPTER IV: The Course of The Council
  1. The opening address. Antagonism with the world. Freedom of the Church.
  2. The opening speech. Ambiguities of text and meaning.
  3. The opening speech. A new attitude towards error.
  4. Rejection of the council preparations. The breaking of the council rules.
  5. The breaking of the Council’s legal framework, continued.
  6. Consequences of breaking the legal framework. Whether there was a conspiracy.
  7. Papal action at Vatican II. The Notapraevia.
  8. Further papal action at Vatican II. Interventions on mariological doctrine. On missions. On the moral law of marriage.
  9. Synthesis of the council in the closing speech of the fourth session. Comparison with St. Pius X. Church and world.
LA RISCOPERTA DI ROMANO AMERIO

Pubblichiamo un articolo di S. Ecc. Mons. Mario Oliveri,
Vescovo di Albenga-Imperia

apparso sul n° di giugno 2009 di

Studi Cattolici
Mensile di studi e attualità


via Stradivari, 7, 20131 Milano
L'articolo in formato pdf

Iota unum: étude des variations de l'Église catholique au XXe siècle



Synthèse du Concile dans le discours de clôture
46


Le dépassement du Concile Lesprit du Concile
89


La théologie féministe 180
92


Les caractéristiques de laprèsconcile Luniversalité
96


Impossibilité de variation radicale suite
103


Fausse rétrospective sur lEglise des origines
110


Le schisme hollandais
124


Parallèle historique entre Paul VI et Pie IX
130


AA Apostolicam actuositatem Vatican II Décret
143


AAS Acta Apostolicœ Sedis
161


Elévation de la femme dans le catholicisme
188


Documents pontificaux sur la sexualité Le cardinal
194


Le sport comme stimulant la fraternité
200


La nouvelle discipline pénitentielle
207


La technique moderne La manipulation génétique 401
212


Nouvelle idée du travail Lencyclique Laborem
213


Renoncement à laction politique et sociale
214


Les chrétiens engagés suite
224


G S Gaudium et Spes Vatican II Constitution pas
248


Etat réel de lœcuménisme De lœcuménisme reli
260

Iota Unum: O Resultado Paradoxal do Concílio e o Sínodo Romano – Capítulo III do Tomo I da Obra Iota Unum. Estudos Sobre as Transformações da Igreja no Século XX.



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A apresentação da obra de Romano feita pelo Bispo de Imperia, Dom Mario Oliveri, pode ser lida aqui.

O Resultado Paradoxal do Concílio e o Sínodo Romano – Capítulo III do Tomo I da Obra Iota Unum. Estudos Sobre as Transformações da Igreja no Século XX.

Por Romano Amerio
Tradução: Carlos Eduardo Maculan
O resultado paradoxal do Concílio Vaticano II a respeito de sua preparação se manifesta na comparação entre os documentos finais e os documentos iniciais (propedêuticos), e também nos três eixos principais: I – o fracasso das previsões feitas pelo Papa (João XXIII) e por quem preparou o Concílio; II – a inutilidade efetiva do Sínodo Romano sugerido por João XXIII como antecipação do Concílio e; III – a anulação, quase imediata, da Encíclica Veterum Sapientiae, que prefigurava a fisionomia cultural da Igreja Conciliar.

O Papa João, que havia idealizado o Concílio como um grande ato de renovação e de adequação funcional da Igreja, acreditava que também o havia preparado como tal, e aspirava poder concluí-lo em poucos meses, quiçá como o I Concílio de Latrão com o Papa Calixto II em 1123, quando trezentos bispos o concluíram em dezenove dias, ou como o II Concílio de Latrão com o Papa Inocêncio II em 1139, com mil bispos que o concluíram em dezessete dias.

No entanto, o Vaticano II se abriu em 11 de outubro de 1962 e se encerrou em 8 de dezembro de 1965, durando três anos de modo descontínuo. O fracasso das previsões tiveram origem em haver-se abortado um Concílio que havia sido preparado e na elaboração posterior de um Concílio distinto do primeiro, que gerou a si mesmo. (Nota do tradutor: o autor faz referência aos rumos que tomou o Vaticano II. Um é o Concílio que se idealizou pelo Sínodo Romano, outro é o Concílio que “gerou a si próprio”).

O Sínodo Romano convocado por João XXIII

O Sínodo Romano foi concebido e convocado por João XXIII como um ato solene e prévio à grande Assembléia Conciliar, o qual deveria ser a prefiguração e a realização antecipada do Concílio.

Assim declarou textualmente o Pontífice na Alocução ao Clero e aos Fiéis de Roma de 29 de junho de 1960. A todos o Papa revelou a importância do Sínodo e ainda mais anunciou que além da Diocese de Roma, o Sínodo se estendia a toda Igreja no Mundo. A importância do Sínodo foi comparável aos Sínodos Provinciais celebrados por São Carlos Borromeo antes do Concílio de Trento.

Renovava-se o antigo princípio que quer modelar toda a orbe católica sob o patronato da Igreja Romana. Na mente do Papa o Sínodo Romano estava destinado a ter um grandioso efeito exemplar que se depreendia do feito de que o Papa ordenou a tradução de todos os seus textos para todas as línguas principais do mundo. Os textos do Sínodo promulgados em 25, 26 e 27 de janeiro de 1960 manifestam um completo retorno às essências da Igreja.

O Sínodo decretava: I – restauração da vida religiosa; II – a disciplina do clero se estabelece no modelo tradicional, amadurecido no Concílio de Trento e fundado em princípios sempre professados e sempre praticados. O primeiro princípio é da peculiaridade da pessoa consagrada e habilitada sobrenaturalmente para exercer as operações de Cristo e, por conseguinte, separada dos leigos sem confusão alguma. O segundo princípio era a educação ascética e a vida sacrificada, que caracteriza o clero, embora os leigos possam levar uma vida ascese.

Deste modo o Sínodo prescrevia aos clérigos todo um estilo de conduta retamente diferenciado das maneiras seculares. Tal estilo exige I - o hábito eclesiástico (batina e hábitos regulares), II - a sobriedade nos alimentos, a abstinência de espetáculos públicos e a negação das coisas profanas. Reafirmava-se, igualmente, a originalidade da formação cultural do clero e se desenhava o sistema sancionado de forma soleníssima pelo Papa João XXIII no ano seguinte ao Sínodo através da Encíclica Veterum Sapentiae. O Papa ordenou, inclusive, que se reeditasse o Catecismo do Concílio de Trento, porém a ordem foi desobedecida. Somente em 1981, e por iniciativa totalmente privada, se publicou na Itália sua tradução, conforme consta do L’Osservatore Romano de 5 de julho de 1982.







 

LA RISCOPERTA DI ROMANO AMERIO .Iota Unum : Estudos Sobre as Transformações da Igreja no Século XX .CAPITULOS DE TODA LA OBRA IOTA UNUM .Iota Unum a sudy of changese Catholic church in the XX Century. Iota unum: étude des variations de l'Église catholique au XXe siècle


LA RISCOPERTA DI
ROMANO AMERIO


Pubblichiamo un articolo di S. Ecc. Mons. Mario Oliveri,
Vescovo di Albenga-Imperia

apparso sul n° di giugno 2009 di

Studi Cattolici
Mensile di studi e attualità


via Stradivari, 7, 20131 Milano
L'articolo in formato pdf

La riscoperta di Romano Amerio


Nel 1985, l’Editore Ricciardi pubblicava un corposo e accurato studio di Romano Amerio, dal titolo Iota Unum - Studio delle variazioni della Chiesa Cattolica nel secolo XX. Ora, due altre Case editrici hanno annunciato la riedizione di quel libro di 656 pagine [Fede e Cultura -Verona e Lindau -Torino],
e la cosa è vista in diversi ambienti come di notevole significato e interesse. Anche L’OsservatoreRomano, che a quello studio, al suo primo apparire, non aveva dato attenzione, adesso ha mostrato interesse. Anzi, il giornale della Santa Sede aveva già riportato significativa informazione circa un Convegno di studio riguardante la personalità e l’opera letteraria, filosofica e teologica del pensatore di Lugano.
Nel 1985, l’Editore Ricciardi pubblicava un corposo e accurato studio di Romano Amerio, dal titolo Iota Unum - Studio delle variazioni della Chiesa Cattolica nel secolo XX. Ora, due altre Case editrici hanno annunciato la riedizione di quel libro di 656 pagine [Fede e Cultura -Verona e Lindau -Torino], e la cosa è vista in diversi ambienti come di notevole significato e interesse. Anche L’OsservatoreRomano, che a quello studio, al suo primo apparire, non aveva dato attenzione, adesso ha mostrato interesse. Anzi, il giornale della Santa Sede aveva già riportato significativa informazione circa un Convegno di studio riguardante la personalità e l’opera letteraria, filosofica e teologica del pensatore di Lugano.
Un’opera silenziata
Al primo apparire dello studio di Romano Amerio non fu certamente soltanto L’Osservatore Romano a fare silenzio su l’opera che era stata concepita per far riflettere, per far pensare, per richiamare al rigore di ragionamento dell’intelletto umano. L’opera da moltissimi ambienti di cultura (soprattutto di cultura religiosa, di cultura teologica) era stata ignorata, condannata proprio al silenzio. Da altri ambienti, invece, ahimè, era stata pregiudizialmente bollata come scritto anti-conciliare, tipico esempio di un rifiuto del pensiero nuovo, dell’era nuova, della nuova pentecoste, della nuova primavera dello spirito; frutto di una mens che si meraviglia che da un nuovo incessante pensare nasca necessariamente una nuova azione, un nuovo modo di azione, e dunque di impostare tutta la missione della Chiesa: se la Chiesa ha di sé stessa una nuova concezione - e questo era in quel tempo il modo di ragionare dominante di molta letteratura che si presentava come cattolica -, se dal Concilio è nata una nuova ecclesiologia, perché non accogliere una nuova pastorale, nuovi metodi di azione all’interno di tale nuova Chiesa, perché non accettare che un pensiero che sempre si rinnova, che sempre si autocrea, generi un continuo cambiamento nell’azione, un progresso indefinito, verso qualcosa che resta sempre necessariamente indefinito?

Non si meravigli il lettore della descrizione dell’ambiente che prevaleva dentro la Chiesa quando l’opera di Amerio fu pubblicata. Non poteva sicuramente dare buona attenzione al pensiero di Amerio chi era ormai convinto che il Concilio Vaticano Il rappresentasse una vera discontinuità con quello che la Chiesa aveva per secoli, nel passato, insegnato, operato, vissuto. Diffusissima era la mentalità secondo la quale il Vaticano II fu davvero una rivoluzione, una svolta (cambiamento di direzione), un mutamento radicale o sostanziale (benché non si adoperasse quest’ultimo termine, poiché sostanza era un concetto appartenente a una filosofia superata, superata dal pensiero filosofico moderno ... ).
Per molti, moltissimi, il mettere a silenzio, il rifiutare il pensiero di Amerio era naturale, era anzi un dovere: nessuno poteva permettersi di ingenerare dubbi di qualsiasi natura sul Vaticano II, se non – tutt’al più - per dire che esso era stato ancora troppo prudente, e che quindi era necessario andare oltre, poiché sempre si deve andare oltre.
Ragionamento sempre lineare
Se qualcuno ritenesse eccessivo questo discorso, avrebbe senz’altro la possibilità di tentare di mostrare il perché la pensa in tal modo. Così, quelli che ritenevano, allora, eccessivo il ragionamento di Romano Amerio (in verità sempre lineare, sempre ben articolato, di immediata comprensione) avrebbero potuto instaurare un dialogo (che peraltro propugnavano come la vera formula di ogni progresso nel pensiero e nell’azione e nel trovare la concordia), avrebbero potuto tentare di dimostrare perché la filosofia che sottostava a tutte le pagine di quel libro non era più accettabile, benché fosse stata la filosofia comune all’interno della Chiesa, per secoli, superando cambiamenti storici (sempre accidentali), epoche molto travagliate nella vita della Chiesa e nella vita del mondo. Non lo fecero: tacquero o rifiutarono in blocco, senza dire le ragioni del rifiuto.

Perché ora, qui e là, sembra esservi a riguardo del pensatore di Lugano una qualche attenzione, un atteggiamento un poco mutato?
Forse perché, almeno in certi ambienti ecclesiali (non però sicuramente in tutti) ci si sta accorgendo, e quasi si sta costatando, che senza continuità di pensiero, e quindi nell’azione; che senza continuità nella conoscenza e nell’adesione alla verità conosciuta, non è possibile fare un discorso serio su alcuna cosa, non è possibile dire una parola che valga la pena di ascoltare, di credere, di trasmettere, di farne la base per l’umano comportamento, per l’umano vivere?
Continuità della Tradizione
Si sta forse prendendo atto che là dove il Concilio Vaticano II è stato interpretato come discontinuità con il passato, come rottura, come rivoluzione, come cambiamento sostanziale, come svolta radicale, e dove è stato applicato e vissuto come tale, è nata davvero un’altra chiesa, ma che non è la Chiesa vera di Gesù Cristo; è nata un’altra fede, ma che non è la vera fede nella divina Rivelazione; è nata un’altra liturgia, ma che non è più la Liturgia divina, ma che non è più la Liturgia tutta intessuta di Trascendenza, di Adorazione, di Mistero, di Grazia che discende dall’Alto per rendere davvero nuovo l’uomo, per renderlo capace di adorare in Spirito e Verità; si è andata diffondendo una morale della situazione, una morale che non è ancorata se non al proprio modo di pensare e di volere, una morale relativistica, a misura del pensiero non più sicuro di nulla, perché non più aderente all’essere, al vero, al bene.

Se i timidi segnali di interesse e di considerazione nei confronti di un pensatore che fu mosso da amore per la verità e dunque da amore per la Chiesa, la quale non ha innanzitutto da compiere alcunché se non trasmettere la Verità della divina Rivelazione (e tutto quello che essa comporta), come è stata recepita e vissuta nel corso dei secoli dalla Chiesa di Gesù Cristo, guidata dallo Spirito Santo, ha rilevato con assoluta onestà le variazioni della Chiesa cattolica del secolo XX, ne ha mostrato l’incongrucnza con la Traditio Ecclesiae, con quanto cioè nei secoli era stato dalla Chiesa creduto, insegnato, trasmesso con un linguaggio che non può dire nova (cose nuove, verità nuove), ma tutt’al più nove (in modo nuovo); se tali segnali di interesse e considerazione sono segni reali e dovessero ancor crescere diffusamente, si potrebbe sperare che i tempi del disorientamento in molta Filosofia e in altrettanta Teologia stiano per essere superati per lasciare spazio a un pensiero corrispondente alle essenze, alla realtà delle cose, alla sostanza delle cose, sostanza che non muta, che non può mutare, neppure quando mutano gli accidenti, le forme esterne, le espressioni contingenti, che non costituiscono il quid est di una cosa.

È tuttavia assai dura a morire la mentalità secondo la quale il Concilio Vaticano II sia stato quasi una rifondazione della Chiesa nei tempi moderni, e che con esso la Chiesa abbia fatto pace con il mondo, si sia rappacificata con la modernità, con la filosofia diventata quasi esclusiva negli ultimi secoli, secondo la quale tutto è sempre in fieri, tutto si evolve, tutto dipende dal pensiero creativo dell’uomo, tutto è in suo totale potere.
Non solo interpretazioni
Un’altra idea, molto diffusa, continua a essere sostenuta: quella secondo la quale ci sarebbero state senza dubbio delle variazioni di rilievo, negative, dopo il Concilio Vaticano Il, ma esse sarebbero esclusivamente dovute a erronee interpretazioni del Vaticano II, il quale dovrebbe considerarsi tutto perfetto in sé stesso e che non conterrebbe nei suoi testi nulla, assolutamente nulla, che possa dar adito a cattive interpretazioni.
Questo modo di pensare non tiene conto che i cattivi interpreti, postconciliari, del Concilio, hanno - non pochi - lavorato dentro il Concilio, i cui testi mostrano in diversi punti l’influsso dei novatores: in diversi testi sta qualche radice che favorisce la cattiva interpretazione.
Peraltro coloro che si appellano al cosiddetto «spirito del Concilio» per superarne la lettera, per giustificare l’ermeneutica della discontinuità radicale, sarebbero così poco intelligenti e avveduti da creare il loro ragionamento partendo dal nulla, dall’inesistente? O partendo da documenti - quelli del Concilio - che con nessuna delle loro espressioni potrebbero far pensare a novità rispetto al Magistero della Chiesa nei secoli, negli ultimi secoli, nell’ultimo Pontificato prima del Vaticano Il?

Nei documenti conciliari non vi sarebbe proprio traccia di quella mentalità che esisteva chiaramente all’interno del Concilio e che il cardinal Joseph Ratzinger descrive nel suo libro-autobiografia (La mia vita) in questi termini: «Sempre più cresceva l’impressione che nella Chiesa non ci fosse nulla di stabile, che tutto può essere oggetto di revisione. Sempre più il Concilio pareva assomigliare a un grosso parlamento ecclesiale che poteva cambiare tutto e rivoluzionare ogni cosa a modo proprio ... Le discussioni conciliari venivano sempre più presentate secondo lo schema partitico tipico del parlamentarismo moderno» (pp. 97-98). «Alla fine “credere” significava qualcosa come “ritenere”, avere un’opinione soggetta a continue revisioni» (p. 90).
Dal fenomeno al fondamento
A questo punto, sono contento di poter riprodurre per i lettori della prestigiosa rivista Studi cattolici quanto scrivevo, nel 2005, a modo di prefazione al libro Romano Amerio. Della verità e dell’amore (Marco Editore), di Enrico Maria Radaelli, con Introduzione del prof. Antonio Livi:

«La persona e l’opera intellettuale di Romano Amerio inducono a riflessione; toccano l’essenza della Filosofia e dunque della Teologia. La vera intelligenza della fede non può aversi se non all’interno di un pensiero che ha come suo oggetto la verità, e altresì la certezza della possibilità di raggiungere la verità e di conoscere la verità, di raggiungerla con corretto ragionamento razionale o di accoglierla dall’alto, dopo aver compreso che tale verità va accolta e che essa mai è contro l’intelligenza.
«Non è infatti contro l’intelligenza aderire a una verità superiore all’umana intelligenza, superiore all’umano procedere delI’intelligenza, ma illuminante le reali profondità dell’essere, e che eleva la conoscenza dell’uomo sino a raggiungere la Verità di Dio, della sua divina Parola, del suo Verbo.
«Romano Amerio fu mirabilmente convinto che fede e intelligenza debbono necessariamente incontrarsi, non possono mai essere in contraddizione e in vero contrasto. Egli capì in maniera davvero chiara che non si fa Teologia senza la vera Filosofia, e che questa non perde nulla della propria natura che le viene da Dio, quando si lascia illuminare dalla Verità di Dio, dalla Verità rivelata.
«Tutto il filosofare di Romano Amerio è guidato da fondamentali certezze, senza le quali non è più possibile intendersi, trasmettere la conoscenza di ciò che è, non di ciò che appare. Ecco perché filosofare è sempre un “passare dal fenomeno al fondamento”, come giustamente rileva Antonio Livi; è un passare dall’apparenza delle cose alla sostanza od essenza delle cose; è sempre un superamento degli accidenti per giungere alla sostanza; è sempre un superare ciò che muta, che si presenta in mutevoli modi e forme, per cogliere l’immutabilità dell’essere, dunque dell’essenza. delle cose. È dall’immutabilità dell'essenza delle cose che dipende l’immutabilità della conoscenza, dunque della verità, delle cose.
«Abbiamo perciò il primato dell’essere, abbiamo il primato della verità, abbiamo il primato della conoscenza, abbiamo il primato dell’intelligenza sulla volontà e sull’azione (“nihil volitum quin precognitum”). L’“ageresequitur esse”, l’agere deve conformarsi all’esse, deve conformarsi alla verità.
«Da quanto detto, si comprende perché Romano Amerio, da filosofo e da credente, da cristiano, da cattolico, non ha potuto distogliere il suo sguardo da certi modi di fare teologia, da certi modi di fare magistero all’interno della Chiesa; non ha potuto - poiché allora avrebbe tradito la verità e il bene - disinteressarsi della vita della Chiesa, che non è più concepibile nella sua vera essenza se non deriva dalla Verità e se non tende alla Verità, alla perfetta trasmissione e conoscenza della Verità di Dio.
«Egli fu tra i più convinti che non sono possibili mutamenti sostanziali nella conoscenza della verità e tanto meno nella trasmissione della Verità rivelata; non sono perciò possibili rivoluzioni e mutamenti sostanziali nella verità e nella vita della Chiesa. Ciò che muta è accidentale, mai sostanziale; mutano gli accidenti, non le essenze.
«I suoi scritti, il suo amore alla verità e alla Chiesa, furono da molti non accolti bene, giudicati male, non compresi. Essi meritano una migliore, più spassionata, più vera conoscenza. Il suo severo giudizio sulle nuove impostazioni teologiche, e talora anche su certe posizioni magisteriali degli ultimi decenni della vita della Chiesa, partiva da convinzioni di ragione c di fede che tenevano conto sia del retto filosofare sia della totale Traditio Ecclesiae, che è la vera garanzia circa la conoscenza della Verità rivelata.
«Egli ebbe anche lucida conoscenza delle condizioni dentro le quali il magistero della Chiesa diventa sicura garanzia della Verità rivelata. Quelle condizioni debbono verificarsi tutte, perché l’intelligenza possa comprendere che deve piegarsi alla Verità, che è tanto più alta e vincolante quanto più essa è superiore all’umana intelligenza».


† Mario Oliveri
Vescovo di Albenga-Imperia


Iota Unum: O Resultado Paradoxal do Concílio e o Sínodo Romano – Capítulo III do Tomo I da Obra Iota Unum. Estudos Sobre as Transformações da Igreja no Século XX.



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A apresentação da obra de Romano feita pelo Bispo de Imperia, Dom Mario Oliveri, pode ser lida aqui.

O Resultado Paradoxal do Concílio e o Sínodo Romano – Capítulo III do Tomo I da Obra Iota Unum. Estudos Sobre as Transformações da Igreja no Século XX.

Por Romano Amerio
Tradução: Carlos Eduardo Maculan
O resultado paradoxal do Concílio Vaticano II a respeito de sua preparação se manifesta na comparação entre os documentos finais e os documentos iniciais (propedêuticos), e também nos três eixos principais: I – o fracasso das previsões feitas pelo Papa (João XXIII) e por quem preparou o Concílio; II – a inutilidade efetiva do Sínodo Romano sugerido por João XXIII como antecipação do Concílio e; III – a anulação, quase imediata, da Encíclica Veterum Sapientiae, que prefigurava a fisionomia cultural da Igreja Conciliar.

O Papa João, que havia idealizado o Concílio como um grande ato de renovação e de adequação funcional da Igreja, acreditava que também o havia preparado como tal, e aspirava poder concluí-lo em poucos meses, quiçá como o I Concílio de Latrão com o Papa Calixto II em 1123, quando trezentos bispos o concluíram em dezenove dias, ou como o II Concílio de Latrão com o Papa Inocêncio II em 1139, com mil bispos que o concluíram em dezessete dias.

No entanto, o Vaticano II se abriu em 11 de outubro de 1962 e se encerrou em 8 de dezembro de 1965, durando três anos de modo descontínuo. O fracasso das previsões tiveram origem em haver-se abortado um Concílio que havia sido preparado e na elaboração posterior de um Concílio distinto do primeiro, que gerou a si mesmo. (Nota do tradutor: o autor faz referência aos rumos que tomou o Vaticano II. Um é o Concílio que se idealizou pelo Sínodo Romano, outro é o Concílio que “gerou a si próprio”).

O Sínodo Romano convocado por João XXIII

O Sínodo Romano foi concebido e convocado por João XXIII como um ato solene e prévio à grande Assembléia Conciliar, o qual deveria ser a prefiguração e a realização antecipada do Concílio.

Assim declarou textualmente o Pontífice na Alocução ao Clero e aos Fiéis de Roma de 29 de junho de 1960. A todos o Papa revelou a importância do Sínodo e ainda mais anunciou que além da Diocese de Roma, o Sínodo se estendia a toda Igreja no Mundo. A importância do Sínodo foi comparável aos Sínodos Provinciais celebrados por São Carlos Borromeo antes do Concílio de Trento.

Renovava-se o antigo princípio que quer modelar toda a orbe católica sob o patronato da Igreja Romana. Na mente do Papa o Sínodo Romano estava destinado a ter um grandioso efeito exemplar que se depreendia do feito de que o Papa ordenou a tradução de todos os seus textos para todas as línguas principais do mundo. Os textos do Sínodo promulgados em 25, 26 e 27 de janeiro de 1960 manifestam um completo retorno às essências da Igreja.

O Sínodo decretava: I – restauração da vida religiosa; II – a disciplina do clero se estabelece no modelo tradicional, amadurecido no Concílio de Trento e fundado em princípios sempre professados e sempre praticados. O primeiro princípio é da peculiaridade da pessoa consagrada e habilitada sobrenaturalmente para exercer as operações de Cristo e, por conseguinte, separada dos leigos sem confusão alguma. O segundo princípio era a educação ascética e a vida sacrificada, que caracteriza o clero, embora os leigos possam levar uma vida ascese.

Deste modo o Sínodo prescrevia aos clérigos todo um estilo de conduta retamente diferenciado das maneiras seculares. Tal estilo exige I - o hábito eclesiástico (batina e hábitos regulares), II- a sobriedade nos alimentos, a abstinência de espetáculos públicos e a negação das coisas profanas. Reafirmava-se, igualmente, a originalidade da formação cultural do clero e se desenhava o sistema sancionado de forma soleníssima pelo Papa João XXIII no ano seguinte ao Sínodo através da Encíclica Veterum Sapentiae. O Papa ordenou, inclusive, que se reeditasse o Catecismo do Concílio de Trento, porém a ordem foi desobedecida. Somente em 1981, e por iniciativa totalmente privada, se publicou na Itália sua tradução, conforme consta do L’Osservatore Romano de 5 de julho de 1982.






CAPITULOS DE TODA LA OBRA IOTA UNUM

TOMO 1

Cap I La crisis
Cap II Resumen histórico Las crisis de la Iglesia
Cap III La preparación del Concilio
Cap IV El desarrollo del Concilio
Cap V El postconcilio
TOMO 2

IOTA UNUM

Cap VI La Iglesia postconciliar Pablo VI
Cap VII La crisis del sacerdocio
Cap VIII La Iglesia y la juventud
Cap IX La Iglesia y la mujer
Cap X Somatolatría y penitencia
TOMO 3

iota unum

Cap XI Movimientos religiosos y sociales
Cap XII La escuela
Cap XIII La catequesis
Cap XIV Las órdenes religiosas
Cap XV El pirronismo
Cap XVI El diálogo
Cap XVII El movilismo
Cap XVIII La virtud de la Fe
Cap XIX La virtud de la Esperanza
Cap XX La virtud de la Caridad
Cap XXI La ley natural
Cap XXII El divorcio
Cap XXIII La sodomía
Cap XXIV El aborto
Cap XXV El suicidio
Cap XXVI La pena de muerte
TOMO 5
Cap XXVII La guerra
Cap XXVIII La moral de situación
Cap XXIX Globalidad y gradualidad
Cap XXX La autonomía de los valores
Cap XXXI Trabajo, técnica, y contemplación
Cap XXXII Civilización y cristianismo secundario
Cap XXXIII La democracia en la Iglesia
Cap XXXIV Teología y filosofía en el postconcilio
Cap XXXV El ecumenismo
Cap XXXVI Los sacramentos El bautismo
Cap XXXVII La Eucaristía
Cap XXXVIII La reforma litúrgica
Cap XXXIX El sacramento del matrimonio
Cap XL Teodicea
Cap XLI Escatología
Epílogo
Indice onomástico


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Iota Unum
Chapter I: The Crisis
  1. Methodological and linguistic definitions.
  2. Denial of the crisis.
  3. The error of secondary Christianity.
  4. The crisis as failure to adapt.
  5. Adapting the Church's contradiction of the world.
  6. Further denial of the crisis.
  7. The Pope recognizes the loss of direction.
  8. Pseudo-positivity of the crisis. False philosophy of religion.
  9. Further admissions of a crisis.
  10. Positive interpretation of the crisis. False philosophy of religion.
  11. Further false philosophy of religion.
Chapter II: Historical Sketch: The Crises Of The Church
  1. The crises of the Church: Jerusalem (50 A.D.).
  2. The Nicene crisis (325 A.D.).
  3. The deviations of the Middle Ages.
  4. The crisis of the Lutheran secession. The breadth of the Christian ideal.
  5. Further breadth of the Christian ideal. Its limits.
  6. The denial of the Catholic principle in Lutheran doctrine.
  7. Luther's heresy, continued. The bull Exsurge Domine.
  8. The principle of independence and abuses in die Church.
  9. Why casuistry did not create a crisis in the Church.
  10. The revolution in France.
  11. The principle of independence. The Auctorem Fidei.
  12. The crisis of the Church during the French Revolution.
  13. The Syllabus of Pius IX.
  14. The spirit of the age. Alexander Manzoni.
  15. The modernist crisis. The second Syllabus.
  16. The pre-conciliar crisis and the third Syllabus.
  17. Humani Generis (1950).


CHAPTER III: The Preparation of The Council
  1. The Second Vatican Council. Its preparation.
  2. Paradoxical outcome of the Council.
  3. Paradoxical outcome of the Council, continued. The Roman Synod.
  4. Paradoxical outcome of the Council, continued. Veterum Sapientia.
  5. The aims of the First Vatican Council.
  6. The aims of Vatican II. Pastorality.
  7. Expectations concerning the Council.
  8. Cardinal Montini’s forecasts. His minimalism.
  9. Catastrophal predictions.
CHAPTER IV: The Course of The Council
  1. The opening address. Antagonism with the world. Freedom of the Church.
  2. The opening speech. Ambiguities of text and meaning.
  3. The opening speech. A new attitude towards error.
  4. Rejection of the council preparations. The breaking of the council rules.
  5. The breaking of the Council’s legal framework, continued.
  6. Consequences of breaking the legal framework. Whether there was a conspiracy.
  7. Papal action at Vatican II. The Notapraevia.
  8. Further papal action at Vatican II. Interventions on mariological doctrine. On missions. On the moral law of marriage.
  9. Synthesis of the council in the closing speech of the fourth session. Comparison with St. Pius X. Church and world.
CHAPTER V: The Post-Conciliar Period

  1. Leaving the Council behind. The spirit of the Council.
  2. Leaving the Council behind. Ambiguous character of the conciliar texts.
  3. Novel hermeneutic of the Council. Semantic change. The word “dialogue.”
  4. Novel hermeneutic of the Council, continued. “Circiterisms.” Use of the conjunction “but.” Deepening understanding.
  5. Features of the post-conciliar period. The universality of the change.
  6. The post-conciliar period, continued. The New Man. Gaudium et Spes 30. Depth of the change.
  7. Impossibility of radical change in the Church.
  8. The impossibility of radical newness, continued.
  9. The denigration of the historical Church.
  10. Critique of the denigration of the Church.
  11. False view of the early Church.
  12. CHAPTER VI: The Post-Conciliar Church, Paul VI
  1. Sanctity of the Church. An apologetical principle.
  2. The catholicity of the Church. Objection. The Church as a principle of division. Paul VI.
  3. The unity of the post-conciliar Church.
  4. The Church disunited in the hierarchy.
  5. The Church disunited over Humanae Vitae.
  6. The Church disunited concerning the encyclical, continued.
  7. The Dutch schism.
  8. The renunciation of authority. A confidence of Paul VI.
  9. An historic parallel. Paul VI and Pius DC
  10. Government and authority.
  11. The renunciation of authority, continued. The affair of the French catechism.
  12. Character of Paul VI. Self-portrait. Cardinal Gut.
  13. Yes and no in the post-conciliar Church.
  14. The renunciation of authority, continued. The reform of the Holy Office.
  15. Critique of the reform of the Holy Office.
  16. Change in the Roman Curia. Lack of precision.
  17. Change in the Roman Curia, continued. Cultural inadequacies.
  18. The Church’s renunciation in its relations with states.
  19. The revision of the concordat, continued.
  20. The Church of Paul VI. His speeches of September 1974.
  21. Paul VI’s unrealistic moments.
CHAPTER VII: The Crisis of the Priesthood
  1. The defection of priests.
  2. The canonical legitimation of priestly defections.
  3. Attempts to reform the Catholic priesthood.
  4. Critique of the critique of the Catholic priesthood. Don Mazzolari.
  5. Universal priesthood and ordained priesthood.
  6. Critique of the saying “a priest is a man like other men."
CHAPTER XV: Pyrrhonism
  1. Theological setting of the argument.
  2. Pyrrhonism in the Church. Cardinals Léger, Heenan, Alfrink and Suenens.
  3. The discounting of reason. Sullivan. Innovators’ rejection of certainty.
  4. The discounting of reason, continued. The Padua theologians. The Ariccia theologians. Manchesson.


Iota unum: étude des variations de l'Église catholique au XXe siècle


Front Cover

Contents


Interprétation positive de la crise Fausse théodicée
17


Encore de la fausse théodicée
18


La crise de lEglise Jérusalem année 50
21


Les égarements de lépoque antérieure au MoyenAge
22


La crise de la sécession luthérienne Ampleur idéale du christianisme
23


Encore une fois lampleur de vue du christianisme Ses limites
25


Négation du principe catholique dans la doctrine luthérienne
27


Encore lhérésie de Luther La bulle Exsurge Domine
28


Le principe dindépendance et les abus dans lEglise
29


Synthèse du Concile dans le discours de clôture
46


Le dépassement du Concile Lesprit du Concile
89


La théologie féministe 180
92


Les caractéristiques de laprèsconcile Luniversalité
96


Impossibilité de variation radicale suite
103


Fausse rétrospective sur lEglise des origines
110


Le schisme hollandais
124


Parallèle historique entre Paul VI et Pie IX
130


AA Apostolicam actuositatem Vatican II Décret
143


AAS Acta Apostolicœ Sedis
161


Elévation de la femme dans le catholicisme
188


Documents pontificaux sur la sexualité Le cardinal
194


Le sport comme stimulant la fraternité
200


La nouvelle discipline pénitentielle
207


La technique moderne La manipulation génétique 401
212


Nouvelle idée du travail Lencyclique Laborem
213


Renoncement à laction politique et sociale
214


Les chrétiens engagés suite
224


G S Gaudium et Spes Vatican II Constitution pas
248


Etat réel de lœcuménisme De lœcuménisme reli
260


Laltération des principes La stabilité
274


La variation de fond
276


Les vertus religieuses dans la réforme postconciliaire La chasteté La tempérance
278


Pauvreté et obéissance
280


Nouveau concept de lobéissance religieuse
281


Enseignement de Rosmini sur lobéissance religieuse
283


Obéissance et vie communautaire
284


Implantation théologique de ce discours
287


Le Pyrrhonisme dans lEglise Cardinal Leger Car dinal Heenan Cardinal Alfrink Cardinal Suenens
289


Informations catholiques internationales
291


Encore la dépréciation de la raison suite Les théologiens de Padoue Les théologiens de Ariccia Marchasson
293


Dialogue et discussionisme dans lEglise post concilaire Le dialogue sur Ecclesiam suam
296


Philosophie du dialogue
298


Impropriété du dialogue
300


Les finalités du dialogue Paul VI Le Secrétariat pour les noncroyants
301


Le dialogue estil toujours un enrichissement?
303


Le mobilisme dans la philosophie moderne
307


Critique du mobilisme Hugues Foscolo Kolbenheyer
308


Le mobilisme dans lEglise
309


Le mobilisme et le monde de la fuite Saint Augustin
310


Le mobilisme dans la théologie des novateurs
311


Le mobilisme dans leschatologie
314


Le christianisme secondaire Confusion entre religion et civilisation
414


Critique du christianisme secondaire Erreur théolo gique Erreur eudémonologique
416


Eglise et civilisation à lépoque postconciliaire
418


Catholicisme et jésuitisme
419


Le mythe du Grand Inquisiteur
420


Les principes de 1789 et lEglise
422


Variation de doctrine sur la démocratie Passage de lespace au genre
423


Examen du système démocratique La souveraineté populaire La compétence
425


Examen de la démocratie Sophisme de la synecdoque
426


Examen de la démocratie Une majorité dynamique Les partis
427


Eglise et démocratie
428


Influence de lopinion publique sur la vie de lEglise
429


Nouvelle fonction de lopinion publique dans lEglise
430


Les conférences épiscopales Les Synodes
432


Les Synodes et le SaintSiège
434


de 1981
435


gieux à lœcuménisme humanitaire
474


Changement dans la théologie des sacrements
478


La pratique du baptême au cours des siècles
479


Tendance des novateurs à subjectiviser le baptême
480


Baptême in fide parentum du seul fait de la foi des parents
482


LEucharistie dans le dogme catholique
483


Théologie de lEucharistie
484


Théologie novatrice de lEucharistie
485


La disparition de ladoration
486


Culte eucharitisque extraliturgique
487


La dégradation du sacré
488


LEucharistie sacrement vénérable et redoutable dans lhistoire de lEglise
490


Sacerdoce et synaxe eucharistique
492


Analyse de larticle 7
494


La dégradation du sacerdoce dans lEucharistie Le cardinal Poletti
495


Prépondérance de la synaxe sur le sacrement
497


RI Relazioni internazionali
500


Latinité et adaptation au peuple dans la liturgie
501


Les mérites du latin dans lEglise Son universalité
503


Immuabilité relative Caractère délite de la langue latine
505


Le nouveau texte officiel liturgique Changement de syntaxe
506


Le nouveau texte officiel liturgique Changement du vocabulaire Courant pélagien
508


Le nouveau texte officiel liturgique Amphibologies domagtiques
510


Déconfiture générale du latin
511


Critique des principes de la réforme liturgique Les moyens dexpression de lhomme
514


vérité conçue
575


Discrédit du dogme et indifférentisme Les Etudes
581


Perte de lunité de gouvernement Déromanisation
588


Crise de lEglise et crise du monde moderne Paral
594


Obscurcissement de leschatologie Lœcuméné huma
603


Les faits de loubli dans lEglise contemporaine
609


Index des sujets traités
621


Index des noms cités
633


Table des matières

domingo, 4 de agosto de 2013

Pontifical en Lituania . Monseñor Pozzo vuelve a Ecclesia Dei

 

Santa Misa Pontifical al Trono, con la Forma Extraordinaria del Rito Romano, celebrada por el Obispo Eugenijus Bartulis de Šiauliai, el pasado 29 de julio, en Kražiai, Lithuana, con ocasión de un encuentro sobre Liturgia y canto gregoriano.








sábado, 3 de agosto de 2013

Monseñor Pozzo vuelve a Ecclesia Dei

Inesperada noticia por el fondo y por la fecha: el boletín de la Santa Sede de 3 de agosto anuncia que Monseñor Guido Pozzo, Arzobispo titular de Bagnoregio cesa como Limosnero Pontificio y es nombrado por el Santo Padre, Secretario de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei, aquella que regula la Forma Extraordinaria del Rito Romano, cargo en el que ya estuvo hasta noviembre de 2012.

La noticia es sin duda positiva: Monseñor Pozzo fue un óptimo Secretario de Ecclesia Dei, su afecto a la Liturgia tradicional es sincero, y el nombramiento tranquiliza respecto a las intenciones del Papa sobre el futuro de esta comisión y sus atribuciones.

La cigüeña de la torre

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

S. Alfonso Maria de Liguori, LA MESSA STRAPAZZATA


 
- 832 -



PARTE I - LA MESSA STRAPAZZATA
Non mai alcun sacerdote dirà la messa colla divozione dovuta, se non ha la stima che merita un tanto sacrificio. È certo che non può un uomo fare un'azione più sublime e più santa, che celebrare una messa: Nullum aliud opus, dice il concilio di Trento, adeo sanctum a Christi fidelibus tractari posse, quam hoc tremendum mysterium1. Dio stesso non può fare che vi sia nel mondo un'azione più grande, che del celebrarsi una messa.
Tutti i sacrificj antichi, con cui fu tanto onorato Iddio, non furono che un'ombra e figura del nostro sacrificio dell'altare. Tutti gli onori che han dati giammai e daranno a Dio gli angeli co' loro ossequj, e gli uomini colle loro opere, penitenze e martirj, non han potuto né potranno giungere a dar tanta gloria al Signore, quanta glie ne dà una sola messa; mentre tutti gli onori delle creature sono onori finiti; ma l'onore che riceve Iddio nel sacrificio dell'altare, venendogli ivi offerta una vittima d'infinito valore, è un onore infinito. La messa dunque è un'azione che reca a Dio il maggior onore che può darsegli: è l'opera che più abbatte le forze dell'inferno; che apporta maggior suffragio all'anime del purgatorio; che maggiormente placa l'ira divina contro i peccatori, e che apporta maggior bene agli uomini in questa terra.
Se sta promesso che quanto chiederemo a Dio in nome di Gesù, tutto otterremo: Si quid petieritis Patrem in nomine meo, dabit vobis2: quanto più dobbiamo ciò sperare, offerendogli Gesù medesimo? Questo nostro amoroso Redentore continuamente in cielo sta intercedendo per noi: Qui etiam interpellat pro nobis3. Ma ciò specialmente lo fa in tempo della messa, nella quale egli, anche a questo fine di ottenerci le grazie, presenta se stesso al Padre per mano del sacerdote. Se noi sapessimo che tutti i Santi colla divina Madre pregassero per noi, qual confidenza non concepiremmo per li nostri vantaggi? ma è certo che una sola preghiera di Gesù Cristo può infinitamente più che tutte le preghiere de' santi. Poveri noi peccatori, se non vi fosse questo sacrificio che placa il Signore! Huius quippe oblatione placatus Dominus, gratiam et donum poenitentiae concedens, crimina et peccata etiam ingentia dimittit, dice il Tridentino. In somma, siccome la passione di Gesù Cristo bastò a salvare tutto il mondo, così basta a salvarlo una sola messa; che però il sacerdote nell'oblazione

- 833 -


del calice dice: Offerimus tibi, Domine, calicem salutaris...pro nostra et totius mundi salute.
La messa è il più buono e più bello della chiesa, secondo predisse il profeta: Quid enim bonum eius est, et quid pulchrum eius, nisi frumentum electorum et vinum germinans virgines1? Poiché nella messa il Verbo incarnato si sacrifica all'eterno Padre e si dona a noi nel sagramento dell'eucaristia, il quale è il fine e lo scopo di quasi tutti gli altri sacramenti, come insegna l'angelico: Fere omnia sacramenta in eucharistia consummantur. Onde dice s. Bonaventura, che la messa è l'opera in cui Iddio ci mette avanti gli occhi tutto l'amore che ci ha portato, ed è un certo compendio di tutti i beneficj che ci ha fatti: Est memoriale totius dilectionis suae, et quasi compendium quoddam omnium beneficiorum suorum2. E perciò il demonio ha procurato sempre di toglier dal mondo la messa per mezzo degli eretici, costituendoli precursori dell'Anticristo, il quale, prima d'ogni altra cosa, procurerà d'abolire, ed in fatti gli riuscirà d'abolire, in pena de' peccati degli uomini, il santo sacrificio dell'altare, giusta quel che predisse Daniele: Robur autem datum est ei contra iuge sacrificium propter peccata3.
Dice lo stesso s. Bonaventura che Dio in ogni messa non fa minor beneficio al mondo di quello che fece allora che s'incarnò: Non minus videtur facere Deus in hoc quod quotidie dignatur descendere super altare, quam cum naturam humani generis assumpsit4. Sicché, come dicono i dottori, se mai non vi fosse stato ancora nel mondo Gesù Cristo, il sacerdote ve lo porrebbe con proferire la forma della consagrazione; secondo la celebre sentenza di s. Agostino, che scrisse: O veneranda sacerdotum dignitas, in quorum manibus velut in utero Virginis Filius Dei incarnatur5!
Inoltre, non essendo altro il sacrificio dell'altare, che l'applicazione e la rinnovazione del sacrificio della croce, insegna l'angelico, che una messa apporta agli uomini tutti gli stessi beni e salute che apportò il sacrificio della croce: In qualibet missa invenitur omnis fructus, quem Christus operatus est in cruce. Quiquid est effectus dominicae passionis, est effectus huius sacrificii6. Lo stesso scrisse il Grisostomo: Tantum valet celebratio missae, quantum valet mors Christi in cruce7. E di ciò maggiormente ce ne assicura la s. chiesa, dicendo: Quoties huius hostiae commemoratio recolitur, toties opus nostrae redemptionis exercetur8. Giacché il medesimo Salvatore che si offerì per noi sulla croce si sagrifica sull'altare per mezzo de' sacerdoti, come ci dichiara il Tridentino: Una enim eademque est hostia, idem nunc offerens sacerdotis ministerio, qui se ipsum in cruce obtulit, sola ratione offerendi diversa9. Ond'è che per lo sagrificio dell'altare s'applica a noi il sagrificio della croce. La passione di Gesù Cristo ci fe' capaci della redenzione; la messa ce ne mette in possesso e fa che godiamo ne' suoi meriti. LEGGERE...
 



FESTA DE SANTO AFONSO DE LIGÓRIO . ESCRITOS DO SANTO


+  Portraits of St. Alphonsus  +
   
   
  As Sete Meditações sugeridas por Santo Afonso de Ligório
   
   
Da Vocação Religiosa - S. Afonso de Ligório
A Fuga das Ocasiões de Pecado - Sto. Afonso de Ligório
O Valor da Comunhão Espiritual
Da Salvação de Nossa Alma - Sto Afonso de Ligório
Entrada da Alma no Céu - Sto. Afonso de Ligório
 
 
 
Meios de preparar-se para a morte - Sto Afonso de Ligório
 
 
41 Orações escrita por Sto Afonso de Ligório
 
 
 
 

 
Maria socorre os Seus devotos que se encontram no Purgatório - Sto Afonso de Ligório

Un decreto mal hecho


 


Un amable lector ha dejado un interesante comentario en uno de los artículos anteriores, relativo a la invertención de la Santa Sede en el instituto de los Franciscanos de la Inmaculada. No estoy de acuerdo con el mismo, pero agradezco su tono moderado. Lo reproduzco y doy mi respuesta:
"Señor Administrador, soy un asiduo lector de su blog y más de una vez lo he felicitado por él, sin embargo, creo que en esta ocasión está equivocando el camino con la línea editorial que ha elegido para enfrentar esta noticia. Desgraciadamente son varios ya los que se han unido en esta reacción de defensa -perdóneme la expresión- irreflexiva de esta Congregación religiosa, hasta el punto verdaderamente inverosímil de sugerir la desobediencia a las autoridades romanas (véanse los artículos de Gnochi y Palmaro y de Cristina Siccardi, supuestos "campeones" de la tradición).
La cuestión que se impone preliminarmente en este tema se resume en la pregunta ¿conocen todos Uds. esta congregación? No basta con ver las fotos y vídeos de las celebraciones litúrgicas de estos frailes, no basta con leer el decreto de comisariamento, no basta con opinar sobre la base de de simples conjeturas, ni mucho menos a partir de ello atacar las decisiones de la jerarquía -dañando de paso su credibilidad ante los fieles más débiles. Quien conoce esta congregación, su historia, la vida interna de sus conventos, la sensibilidad de sus monjas, sus publicaciones, etc., seguramente sentirá no poco dolor por la intervención vaticana, pero la comprenderá. El problema no es la Forma Extraordinaria, el problema es un modo de operar equivocado que se ha ido manifestando a lo largo de los años de distintas maneras: la novedad es que ahora se ha manifestado TAMBIÉN en el área litúrgica. Mucho antes de que la Forma Extraordinaria se expandiera por los conventos de los FI, se percibían ya las grietas que desembocarían en esta intervención. Creo que en este problema de los FI, la Forma Extraorinaria se ha instrumentalizado al servicio de otros intereses, y hacen mal los tradicionalistas en no darse cuenta de ello, pues, están terminando por ser instrumentalizados ellos mismos, -la ignorancia es abismal en esta asunto: antes del Papa Benedicto ¿sabe Ud. que actitud tenían los FI hacia la Misa antigua?- todos defendiendo sin distingo una congregación (que no conocen) en la creencia que así defienden la Forma Extraordinaria. Las consecuencias serán malísimas, o peor aún ya son malísimas: de la simple sospecha hacia el nuevo Papa, se ha pasado a exhortar -más o menos veladamente- a desobedecerlo.
El gran error de este blog es intentar comprender la realidad a partir de coordenadas demasiado pobres: el mundo eclesial no se divide en pro forma ordinaria-pro forma extraordinaria o modernistas vs tradicionalistas. Porque la Forma Extraordinaria o el tradicionalismo no puede justificar cualquier tipo de comportamiento o gobierno religioso.
Los frailes y monjas Franciscanos de la Inmaculada, a mi juicio, son tan buenos, tan dóciles, tan deseosos de santidad, que no pueden sino salir muy fortalecidos después de esta amarga medicina. La corrección a fallas en el gobierno de la congregación no puede ser sino bien acogida, y así lo han recibido ellos mismos.
Estos ya eran santos cuando celebraban sólo el Novus Ordo, y lo seguirán siendo a futuro, sin importar la liturgia que celebren. Cuesta encontrar hoy en día una congregación con miembros tan bien dispuestos a la santidad como estos, y eso -más allá de los problemas por los cuales son intervenidos- hay que agradecérselo a los fundadores P. Manelli y P. Pelleteri.
Juanchu"
Esta es mi respuesta:

a) Como tratan la noticia otros blogs, es su responsabilidad, no la mía.

b) No discuto aquí la intervención de la Santa Sede ni el nombramiento de un Comisario apostólico, ni las competencias de la Congregación para la Vida Consagrada, y mucho menos la autoridad del Papa.

c) No discuto aquí la presunta existencia de irregularidades, abusos o mala praxis en el instituto de los franciscanos de la Inmaculada. Como usted dice, ni conozco tales hechos, ni conozco en profundidad ese instituto.

d) Deseo fervientemente que esas irregularidades, de ser ciertas, sean sanadas y corregidas. Como deseo también que la intervención de Roma esté justificada, y no sea consecuencia de haber adoptado ese floreciente instituto la forma extraordinaria. Es un hecho que la Liturgia secular de la Iglesia concita no pocas e incomprensibles oposiciones, por no decir odio, entre algunos miembros del clero y de la jerarquía eclesiástica; por lo tanto no podemos descartar que ambas cuestiones se hayan mezclado aquí sin objetividad.

e) Lo que en mi opinión es injusto, arbitrario, descorazonador e inoportuno es la coletilla del decreto que prohíbe (por más que se use el eufemismo de la autorización puntual) la celebración de la forma extraordinaria a los franciscanos de la Inmaculada. Lo explicaré brevemente:

1º) El decreto deroga el motu proprio Summorum Pontificum para los franciscanos de la Inmaculada. Según Summorum Pontificum los sacerdotes de Rito Latino, incluidos los de institutos religiosos, pueden utilizar el Vetus Ordo en sus Misas privadas y usar el breviario tradicional sin necesidad de permiso alguno. Todo esto queda prohibido. También se impide que puedan atender los pedidos de fieles en las parroquias a su cargo. En fin, como si el motu proprio no existiera.

2º) Esta derogación se hace de una forma jurídicamente chapucera: ¿Cómo un decreto de una congregación puede modificar lo dispuesto por un motu proprio pontificio?. Por más que se invoque el visto bueno del actual Papa, cualquier entendido en derecho convendrá en que esta forma de actuar ignora y debilita la jerarquía normativa de la Iglesia.

3º) Se castiga con la privación de la Misa tradicional a todo un instituto. Este hecho introduce dos elementos: lo absurdo y lo injusto. Lo absurdo: no se proscribe una devoción particular o una práctica paralitúrgica, se está prohibiendo una de las formas autorizadas en la Misa. ¿Qué clase de castigo es éste? ¿Cómo se puede mezclar la Santa Misa con unas medidas correctivas?. Lo injusto: se priva por igual a los religiosos que hayan cometido abusos o errores y a los inocentes y devotos; para garantizar el derecho al Novus Ordo de unos, se atropella el derecho al Vetus Ordo de otros; se castiga de camino a los fieles que asisten a la forma extraordinaria en sus iglesias; y se discrimina a todos ellos privándoles de un derecho del que, mientras no se legisle lo contrario, disfrutan todos los católicos de Rito Latino.

4º) Si convenimos en esto, ¿qué necesidad había de mezclar al Santo Padre en una medida absurda e injusta?. ¿Merece la pena obtener el aval del Papa Francisco para impedir que los franciscanos de la Inmaculada puedan recurrir un decreto? ¿No debe la figura del Papa ser preservada de actos tan discutibles? Son los promotores de este decreto los que dañan la credibilidad de la jerarquía, y no nosotros por contarlo.

5º) Hemos apuntado lo inoportuno como elemento adicional. Benedicto XVI legisló que la Liturgia tradicional nunca había sido abrogada. También que nos convenía preservarla, que se debía respetar el legítimo derecho a quienes la preferían, y que ambas formas eran susceptibles de enriquecerse mutuamente. El Papa emérito es una persona muy sabia, el mismo Papa Francisco lo proclama. ¿Qué necesidad había de desautorizar en vida sus argumentos?

6º) Por último esta medida provoca dolor a todos los que amamos la forma tradicional de la Liturgia. El decreto no busca la libre coexistencia de ambas formas. Prohíbe una de ellas. Algo sagrado, que debe quedar al margen de debates, se identifica como elemento problemático. Se confunde a los jóvenes que en muchos casos se acercan a la fe a través del Vetus Ordo. Se provoca miedo o irritación en muchos fieles, por no hablar de lo que deben estar viviendo los franciscanos de la Inmaculada. ¿Es un castigo a un instituto o un castigo a toda la Iglesia?

Si de verdad esta medida está tomada con buena fe, debemos rezar y confiar en que durará el tiempo en que los problemas de este instituto se resuelvan. Porque los franciscanos de la Inmaculada no pueden ser privados sine die de los derechos del resto de católicos. Si esta prohibición se convierte en un elemento permanente en la vida de este instituto, habremos pasado de una injusticia a un atropello. Y confirmará lo que algunos temen: el inicio de la persecución a la forma extraordinaria del Rito Romano.

Franciscanos de la Inmaculada



En solidaridad con nuestros hermanos Franciscanos de la Inmaculada, con el deseo de que pronto se resuelvan todos su problemas y de que Nuestro Señor premie su esfuerzo en la preservación de la Liturgia secular de la Iglesia.

Los Franciscanos de la Inmaculada asisten a Monseñor Giuseppe Sciacca, Secretario General del Gobierno de la Ciudad del Vaticano, el pasado 3 de marzo:


El Arzobispo de Cebú y presidente de la Conferencia Episcopal de Filipinas, asistido en una Misa pontifical por los Franciscanos de la Inmaculada:


Santa Misa Novus Ordo, celebrada por los Franciscanos de la Inmaculada en Griswold, Connecticut, Estados Unidos, en la fiesta de la Candelaria de este año:


El Cardenal Prefecto del Tribunal de la Signatura Apostólica, con los Franciscanos de la Inmaculada:


El Cardenal Castrillón Hoyos con los Franciscanos de la Inmaculada:


Semana Santa en el Monasterio de Castello:



Misión de los Franciscanos de la Inmaculada en la India:

Lettera di Cristina Siccardi sul Divieto della Celebrazione della Santa Messa in Rito Antico ai Francescani dell’Immacolata

 

francescani dell’ImmacolataI francescani dell’Immacolata sulla strada del martirio dei santi dellla Chiesa.
(di Cristina Siccardi su Riscossa Cristiana) Dolore e sconcerto hanno assalito moltissimi fedeli, sacerdoti, parroci, religiosi e religiose alla notizia che all’ordine dei Francescani dell’Immacolata, Congregatio Fratrum Franciscanorum Immaculatae, sia stato, di fatto, impedito di celebrare la Santa Messa in rito antico. Una domanda si è levata: ma la Chiesa è Madre o matrigna? La Chiesa, come Corpo mistico di Cristo è Madre, ma, spesso, come autorità umana, soprattutto dopo il Concilio Vaticano II, è matrigna.
Moltissime anime, dicevamo, stanno soffrendo per questa prova ingiusta perché in profonda contraddizione con il Motu Proprio di Benedetto XVI emanato nel 2007, Summorum Pontificum, che liberalizzava la Messa in rito tridentino, rito, peraltro, che non è mai stato abolito e continuava ad essere valido quanto dichiarato da san Pio V, nella Bolla Quo primum tempore:
«…in virtù dell’Autorità Apostolica, Noi concediamo, a tutti i sacerdoti, a tenore della presente, l’Indulto perpetuo di poter seguire, in modo generale, in qualunque Chiesa, senza scrupolo veruno di coscienza o pericolo di incorrere in alcuna pena, giudizio o censura, questo stesso Messale, di cui dunque avranno la piena facoltà di servirsi liberamente e lecitamente: così che Prelati, Amministratori, Canonici, Cappellani e tutti gli altri Sacerdoti secolari, qualunque sia il loro grado, o i Regolari, a qualunque Ordine appartengano, non siano tenuti a celebrare la Messa in maniera differente da quella che Noi abbiamo prescritta, né, d’altra parte, possano venir costretti e spinti da alcuno a cambiare questo Messale.
Nessuno dunque, e in nessun modo, si permetta con temerario ardimento di violare e trasgredire questo Nostro documento: facoltà, statuto, ordinamento, mandato, precetto, concessione, indulto, dichiarazione, volontà, decreto e inibizione. Che se qualcuno avrà l’audacia di attentarvi, sappia che incorrerà nell’indignazione di Dio onnipotente e dei suoi beati Apostoli Pietro e Paolo…».
Ai Francescani dell’Immacolata non sarà più consentito seguire le norme di Benedetto XVI, «papa emerito», ancora vivente, scritte nel Summorum Pontificum:
«…Perciò è lecito celebrare il Sacrificio della Messa secondo l’edizione tipica del Messale Romano promulgato dal B. Giovanni XXIII nel 1962 e mai abrogato, come forma straordinaria della Liturgia della Chiesa. Le condizioni per l’uso di questo Messale stabilite dai documenti anteriori “Quattuor abhinc annos” e “Ecclesia Dei”, vengono sostituite come segue:
Art. 2. Nelle Messe celebrate senza il popolo, ogni sacerdote cattolico di rito latino, sia secolare sia religioso, può usare o il Messale Romano edito dal beato Papa Giovanni XXIII nel 1962, oppure il Messale Romano promulgato dal Papa Paolo VI nel 1970, e ciò in qualsiasi giorno, eccettuato il Triduo Sacro [dalla Messa in Cena Domini alla Veglia Pasquale inclusa]. Per tale celebrazione secondo l’uno o l’altro Messale il sacerdote non ha bisogno di alcun permesso, né della Sede Apostolica, né del suo Ordinario.
Art. 3. Le comunità degli Istituti di vita consacrata e delle Società di vita apostolica, di diritto sia pontificio sia diocesano, che nella celebrazione conventuale o “comunitaria” nei propri oratori desiderano celebrare la Santa Messa secondo l’edizione del Messale Romano promulgato nel 1962, possono farlo. Se una singola comunità o un intero Istituto o Società vuole compiere tali celebrazioni spesso o abitualmente o permanentemente, la cosa deve essere decisa dai Superiori maggiori a norma del diritto e secondo le leggi e gli statuti particolari.
§ 3. Ai chierici costituiti “in sacris” è lecito usare il Breviario Romano promulgato dal B. Giovanni XXIII nel 1962».
Siamo di fronte ad un vero abuso di potere, perpetrato attraverso un’interpretazione distorta delle norme vigenti: nel diritto canonico non è mai lecito interpretare le norme contro la loro ratio e, soprattutto, contro la salus animarum, suprema legge e principio supercostituzionale di tutto l’ordinamento della Chiesa. Scrive Sandro Magister: i Francescani dell’Immacolata
«si vogliono fedeli alla tradizione, nel pieno rispetto del magistero della Chiesa. Tant’è vero che nelle loro comunità celebrano messe sia in rito antico che in rito moderno, come del resto fanno in tutto il mondo centinaia di altre comunità religiose – per fare un solo esempio i benedettini di Norcia – applicando lo spirito e la lettera del motu proprio “Summorum pontificum” di Benedetto XVI.
Ma proprio questo è stato loro contestato da un nucleo di dissidenti interni, i quali si sono appellati alle autorità vaticane lamentando l’eccessiva propensione della loro congregazione a celebrare la messa in rito antico, con l’effetto di creare esclusioni e contrapposizioni dentro le comunità, di minare l’unità interna e, peggio, di indebolire il più generale “sentire cum Ecclesia”.
Le autorità vaticane hanno risposto inviando un anno fa un visitatore apostolico. E ora ecco la nomina del commissario.
Ma ciò che più stupisce sono le ultime cinque righe del decreto dell’11 luglio:
“In aggiunta a quanto sopra, il Santo Padre Francesco ha disposto che ogni religioso della congregazione dei Frati Francescani dell’Immacolata è tenuto a celebrare la liturgia secondo il rito ordinario e che, eventualmente, l’uso della forma straordinaria (Vetus Ordo) dovrà essere esplicitamente autorizzata [sic] dalle competenti autorità, per ogni religioso e/o comunità che ne farà richiesta”.
Lo stupore deriva dal fatto che ciò che qui viene decretato contraddice le disposizioni date da Benedetto XVI, che per la celebrazione della messa in rito antico “sine populo” non esigono alcuna previa richiesta di autorizzazione:
“Ad talem celebrationem secundum unum alterumve Missale, sacerdos nulla eget licentia, nec Sedis Apostolicae nec Ordinarii sui”[1].
Mentre per le messe “cum populo” pongono alcune condizioni, ma sempre assicurando la libertà di celebrare.
In generale, contro un decreto di una congregazione vaticana è possibile fare ricorso presso il supremo tribunale della segnatura apostolica, oggi presieduto da un cardinale, l’americano Raymond Leo Burke, giudicato amico dai tradizionalisti.
Ma se il decreto è oggetto di approvazione in forma specifica da parte del papa, come sembra avvenire in questo caso, il ricorso non è ammesso»[2]. Pertanto i Francescani dell’Immacolata, dovranno attenersi al divieto di celebrare la messa in rito antico a partire da domenica 11 agosto.
Certo è che la situazione è davvero grave: diritti soggettivi di sacerdoti e fedeli, garantiti da almeno 500 anni di costante imperio pontificio e di consolidata prassi ecclesiale, salvo che per i 38 anni intercorsi tra la riforma liturgica del 1969 ed il Summorum Pontificum del 2007 (con progressivi allentamenti di tali vincoli, quanto meno a partire dal 1984), vengono ora messi in discussione. Cosa ancora più grave è il modo con cui ciò viene realizzato: non una riforma legislativa chiara ed organica, ma l’avallo pontificio di un atto amministrativo, che viene così reso non impugnabile presso le superiori istanze.
Dev’essere profondamente tragico e penoso per i Francescani dell’Immacolata, costretti a celebrare la Messa soltanto nella forma moderna… lacrime versate per chi e per cosa? Occorre, inoltre, prestare molta attenzione: il Vetus Ordo non è una realtà chiusa in se stessa. Vivere la Santa Messa antica significa avere uno stile cattolico diverso, autentico: nella nuova si vive la mensa, l’ “assemblea” convocata banchetta insieme e partecipa al sacerdozio, nell’antica il celebrante compie, in persona Christi, il Santo Sacrificio del Calvario e i fedeli, che assistono, si abbeverano alla fonte della Grazia eucaristica. Non si tratta semplicemente di gusti estetici più raffinati ed eleganti; paramenti sacri più belli o paramenti più brutti; più fiori sull’altare, più candele accese o meno; di organi o chitarre; di cori angelici o cori rock… si tratta di vivere o meno la Santa Messa come Sacrificio propiziatorio.
Finalmente, però, di fronte a questi fatti, qualcuno aprirà gli occhi e dirà: «è vero, dunque, che il rito della Messa divide!», infatti, ha ancora scritto Magister: «un caposaldo del pontificato di Joseph Ratzinger è stato incrinato. Da un’eccezione che molti temono – o auspicano – diventerà presto la regola»[3].
Nel 1965 padre Stefano Maria Manelli O.F.M. Conv. riscoprì e meditò le Fonti Francescane e gli scritti di san Massimiliano Maria Kolbe. Fu così che la vigilia di Natale del 1969 chiese al Superiore generale dei Frati Minori Conventuali, padre Basilio Heiser, di avviare una nuova opera di vita francescana. Il superiore assecondò l’istanza. Nella Regola sta scritto: preghiera e povertà, penitenza e intenso lavoro di apostolato. Ma che preghiera! E quale povertà! Quelle che toccano il Cuore di Dio e fanno piovere grazie sulla terra, oggi così arida proprio perché invece di vivere povertà e preghiera si declama il pauperismo e, invece di pregare, si decanta la cosiddetta «dignità umana», il pacifismo, l’ecumenismo, la libertà religiosa… e poi si calpesta la dignità di chi rispetta la Fede, la speranza, la carità, le virtù teologali, le virtù cardinali, i dogmi, la dottrina della Chiesa di sempre.
I Francescani dell’Immacolata sopportano il duro freddo dei mesi invernali; calzano i sandali con i piedi nudi, anche sotto l’acqua e nella neve. Per quanto riguarda il nutrimento non si acquista nulla, ma si aspetta tutto dalla Provvidenza. Molto rigore, eppure… un florilegio di vocazioni ed ecco che il gruppo di frati viene riconosciuto dalla Chiesa: il 22 giugno 1990, solennità del Sacro Cuore di Gesù, l’allora Arcivescovo di Benevento Mons. Carlo Minchiatti, «per decisione del Santo Padre» (cfr Segreteria di Stato Prot. n. 258.501), firmò il decreto di erezione del nuovo Istituto di Diritto diocesano, e il 23 giugno 1990, festa del Cuore Immacolato di Maria, avvenne l’erezione effettiva dell’Istituto presso il Centro La Pace di Benevento, con la professione dei voti di circa 30 religiosi. La rapida crescita dello stesso ordine nel mondo e le credenziali dei vescovi nelle cui diocesi si trovano le case dell’Istituto, portò il 1º gennaio 1998, solennità della Madre di Dio, al riconoscimento pontificio (cfr. CRIS Prot. n. B 242-1/94). La novità proposta dal fondatore consiste nel «voto mariano», che viene emesso nella professione religiosa al primo posto, seguito dai voti di castità, povertà, obbedienza.
Il carisma dell’Istituto è francescano-mariano, che consiste nel vivere il francescanesimo alla luce dell’Immacolata secondo la Regola bollata di San Francesco d’Assisi e la Traccia mariana di vita francescana, con la consacrazione illimitata all’Immacolata, che riporta i religiosi alle pure origini mariane del francescanesimo (Santa Maria degli Angeli) e ai recenti esempi e insegnamenti di san Massimiliano Maria Kolbe (“folle” dell’Immacolata e martire della carità), con una spinta particolare alla missionarietà e all’uso dei mass-media per l’apostolato.
Quale sarà ora l’atteggiamento che terranno i Francescani? Quello di rimanere fedeli alla Tradizione della Chiesa? Oppure, come già hanno fatto altri in passato, perché impauriti dalle sentenze e dalle drastiche misure nei loro confronti, di cedere alle pressioni e alle minacce?
Qui non si tratta di una disobbedienza, ma del contrasto fra due obbedienze: obbedire agli uomini o a Dio. Nessuna norma di Santa Madre Chiesa può contenere un danno alla salvezza delle anime; se lo contenesse cesserebbe ipso facto di essere norma della Chiesa e sarebbe arbitrio personale degli uomini di Chiesa che l’hanno varata. Questo, nel diritto canonico, non ha unicamente valore etico, ma valore giuridico immediatamente applicabile. Da ciò consegue che chiunque resista ad un comando ingiusto non viola il diritto, ma lo applica e, a contrario, chi applica una norma ingiusta viola il diritto canonico.
A raddrizzare le sorti della Chiesa in crisi solitamente sono i santi, mentre le autorità costituite, di norma, tutelano e perpetuano le ricchezze della Tradizione nei momenti di fulgore spirituale: pensiamo a Sant’Atanasio nell’epoca dell’eresia ariana, così colpevolmente tollerata dai Pontefici del tempo, in complice sudditanza con il potere politico; a Santa Ildegarda di Bingen fra i catari e il lassismo di conventi e monasteri, di Vescovi e Imperatori; all’energia restauratrice della romana Sede Apostolica di santa Caterina da Siena, vincitrice della pusillanimità pontificia nei confronti del Re di Francia; a san Francesco d’Assisi, punta di lancia del dominio universale di Innocenzo III, contro ogni forma di democraticismo pauperista e di supremazia statolatrica nei confronti della Chiesa (quel san Francesco che rivendica, di fronte al Sultano, il diritto dei crociati a muovere guerra all’Islam ed ai suoi seguaci, non solo in Europa, ma anche in Terra Santa, come testimoniato da Fra’ Tommaso da Celano, suo primo biografo); ai santi della Controriforma, così strenuamente impegnati a combattere e reprimere eresie e tentazioni esoteriche: da san Roberto Bellarmino, confratello del regnante Pontefice, splendido accusatore nel processo contro Giordano Bruno, a san Carlo Borromeo, grandiosa personificazione della povertà e del sacrificio in privato, quanto della magnificenza nell’adempimento delle sue funzioni di Vescovo, a san Filippo Neri, consigliere dei Papi e sublime asservitore dell’ironia e della gioia di vivere alla purezza di dottrina e di costumi, a san Francesco di Sales, eroico leone della lotta anticalvinista nella stessa Ginevra ed in tutte le terre circostanti.
Scriveva il grande Cardinale Newman, che nell’assistere alla Messa antica nelle chiese di Roma, di Sicilia e di Milano e nello studiare i Padri della Chiesa si convertì al Cattolicesimo:
«È degno di non poco rilievo il fatto che, sebbene, storicamente parlando, il quarto secolo sia l’età dei dottori, illustrata com’è dai santi Atanasio ed Ilario, i due Gregori, Basilio, Crisostomo, Ambrogio, Girolamo ed Agostino (e tutti costoro anche santi vescovi), eccetto uno, nondimeno, proprio in quel periodo la Tradizione Divina affidata alla Chiesa infallibile, venne proclamata e conservata molto di più dai fedeli che dall’episcopato»[4].
Non è forse ciò che sta accadendo? Ma oggi i santi dove sono? Gli eroi della Fede dove sono? Coloro che con parole e azioni sappiano manifestare la verità dove sono? Forse la Divina Provvidenza, di fronte al crollo del Cattolicesimo, ai suoi principi dottrinali e morali, sta chiamando i Francescani dell’Immacolata alla resistenza? Che cosa avrebbe fatto al loro posto san Paolo, che, come egli stesso dichiara ha apertamente resistito a Pietro perché palesemente sbagliava[5]? Avrebbe ceduto alle superiori istanze gerarchiche o sarebbe rimasto fedele alla Fede per la quale esiste la Chiesa?
In questa vicenda, apparentemente marginale, si gioca una partita di grande importanza per l’evoluzione della crisi che attualmente travaglia la Chiesa: si scontrano l’arbitrio, che trova unicamente nell’ideologia rivoluzionaria conciliarista la sua ragion d’essere, ed il diritto cristiano, che è tale perché discende dalla verità naturale e rivelata. Molto bene ha messo in evidenza ciò Enzo Bianchi[6] nel suo articolo di attacco calunnioso alla Fraternità Sacerdotale San Pio X: l’unica vera ragione per proibire e/o anche solo ostacolare la celebrazione della Santa Messa nel rito antico è che essa costituisce la pietra d’inciampo sulla strada del cammino modernista. Di ciò si era già ben avveduto san Pio da Pietrelcina, quando, all’indomani del Concilio Vaticano II, si rifiutò di abbandonare la Messa di sempre, nonostante gli ordini e le pressioni delle competenti autorità; tale rifiuto fu tanto fermo da indurre Paolo VI ad ammirarne lo zelo di Fede e la determinazione fino al punto da concedergli personale indulto. Appare quindi evidente la grandissima responsabilità che incombe sui Francescani dell’Immacolata, responsabilità che trova nel Padre spirituale del loro fondatore[7] lume di consiglio ed esempio di azione: essi si trovano posti di fronte alla scelta fra il martirio dei santi della Chiesa, seme dei Cristiani, e l’inutile martirio della propria consumazione fisica e spirituale nell’iniqua obbedienza all’ingiustizia… il Crocefisso di Giotto, che imperioso sta nella loro maestosa chiesa di Ognissanti a Firenze, li sta a guardare.

[1] Nota di Sandro Magister: «Curiosamente, ancora sei anni dopo la pubblicazione, il motu proprio “Summorum Pontificum” di Benedetto XVI continua a essere presente nel sito ufficiale della Santa Sede solamente in due lingue e tra le meno conosciute: la latina e l’ungherese».
[2] S. Magister, La prima volta che Francesco contraddice Benedetto, in:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1350567
[3] S. Magister, La prima volta che Francesco contraddice Benedetto, in:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1350567
[4] J.H. Newman, Gli ariani del IV secolo, Jaca Book-Morcelliana, Milano 1981, p.361.