NOVO MOVIMENTO LITÚRGICO MISSA GREGORIANA EM PORTUGAL      http://3.bp.blogspot.com/-W-4uVf9h5Xc/Tc_Gol9vCwI/AAAAAAAAR_o/WN-tod4VGV0/s1600/brandmuller%2Bxi.JPG

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

* * MENSAJE DE SOR LUCIA AL PADRE AGUSTÍN FUENTES, E... * .# The Art of Prayer: An Orthodox Anthology Igumen ... * Card . Castrillón:os sacerdotes podem decidir, sem... * "La direzione ultima dell’azione liturgica, mai to... * * The Jesus Prayer by Metropolitan Anthony Bloom ... * * The Roots of Liberal Theology * My Take on t... * The Roots of Liberal Theology * My Take on the Reform of the Reform : Passed on fo... * New American Cardinal Takes Possession of His Titu... * Interview du Préfet de la Congrégation du Culte Di... * Card.Canizares: il SP, una questione liturgica per...


* MENSAJE DE SOR LUCIA AL PADRE AGUSTÍN FUENTES, EX ... * "Ciascuno intraprenda la propria conversione senza... * L’Occultamento del Segreto di fatima... Le bugie d... * A caminho do Triunfo do Coração Imaculado de Maria... * La Storia di Fatima. L’Unica Chiave per ottenere l...

Fevereiro (5)
DE:http://apostolosdenossasenhoradefatima.blogspot.com/

# The Art of Prayer: An Orthodox Anthology Igumen Ch... # Pequena Philokalia Coletânea Organizada por Jean G... # Rama P. Coomaraswamy The Invocation of the Name of... # La Filocalia : Introducción Antonio el Grande: Ad... # A Espiritualidade Hesicasta Por: Frei Vitório Mazz... # Autores Varios Filokalia La enseñanzas de los Sant... # Hesicasmo - Monte Athos # A ORAÇÃO DE JESUS : 1. A finalidade da oração 2. O... # La Puissance du Nom : La Prière de Jésus dans la S... # «Escola de Oração» Anthony Bloom # The Jesus Prayer by Metropolitan Anthony Bloom


Card . Castrillón:os sacerdotes podem decidir, sem permissão nem por parte da Santa Sé nem por parte do bispo, se celebrar a Missa no rito antigo.


Instrução sobre Summorum Pontificum no início janeiro 2009

Instrução sobre o Motu Próprio Pronto. Comissão Ecclesia Dei reforçada.

Este título foi postada no blog italiano "Pontifex" site de Bruno Volpe .
Enquanto o que diz sobre a Instrução que foi apresentada pela Ecclesia Dei ao Santo Padre concorda com as declarações públicas dos dirigentes da PCED, o resto ainda deve ser considerado como um rumor, ainda não confirmado por nenhum dos prestigiados vaticanistas.

A instrução sobre o Motu Próprio Summorum Pontificum, de 7 de Julho de 2007 que liberalizou a Santa Missa segundo o antigo rito romano, foi preparada já há algum tempo e agora está sendo examinada pelo Papa Bento XVI XVI. O texto, assinado pelo Cardeal Dario Castrillón Hoyos, Presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, será assinado pelo Papa, em finais de Dezembro e publicado nos primeiros dias de janeiro de 2009.

Nas suas partes mais importantes o documento, que se tinha tornado indispensável após os muitos problemas na aplicação do Motu Próprio e formas de pura teimosia por parte de não poucos bispos (aliás devidamente denunciados em setembro pelo Vice Presidente da Comissão Ecclesia Dei, monsenhor Camille Perl), aborda dois temas cruciais: a interpretação do termo "grupo estável de fiéis" dentro de uma freguesia ordinária e o problema das Paróquias pessoais.

Foi ainda considerado numerar e indicar um número mínimo de fiéis, mas esta solução foi descartada. Segundo o documento, os fiéis tradicionalistas presentes em uma paróquia terão a plena protecção do direito para pedir a velha Missa, o bispo e se o bispo recusar (é aqui a notícia), dizendo que não há sacerdotes capazes de celebrar, de acordo com o antigo rito, naquele lugar, a Comissão Ecclesia Dei vai autoritariamente ( "di Imperio") enviar um sacerdote capaz de o fazer para aquela diocese.

Em suma, os bispos não serão mais capazes de recusar a priori para que o antigo Missa seja celebrada, pois em tais casos, a Comissão Ecclesia Dei irá enviar da sua parte um padre delegado.

O documento analisa, em seguida, o caso das paróquias pessoais, em que os tradicionalistas desejam celebrar a Missa de Natal ou o Tríduo da Páscoa segundo o antigo rito, também no caso de falta de sacerdotes, ou uma proibição pelo bispo.
A possibilidade de uma escassez de sacerdotes poderia ser prevista, e também neste caso, a Ecclesia Dei toma conta do caso.

A Santa Sé, portanto, pretende estabelecer definitivamente clareza quanto à aplicação do Motu Próprio, e por esta razão também as competências e as prerrogativas da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei vão ser melhor definidas e reforçadas. Novamente, isto deve ser tomado pelo que é, um boato, e considerado com a devida cautela.
Cardeal Dario Castrillón Hoyos concedeu uma entrevista ao L'Osservatore Romano( II Parte)

OR: Então o problema não existe?

C: É, antes, uma disputa que surgiu a partir duma falta de conhecimento. Alguns pedem permissão por exemplo, como se fosse uma concessão ou um caso excepcional, mas não há necessidade: o Papa foi claro. É um erro de algumas pessoas e alguns jornalistas acreditar que o uso da língua latina pertence apenas ao antigo rito, que, ao contrário, está também previsto no missal de Paulo VI.

Através do Motu proprio "Summorum Pontificum", o Papa oferece a todos os sacerdotes a possibilidade de celebrar missa na forma tradicional, e aos fiéis de exercer o direito de ter este rito quando as condições especificadas no Motu proprio estão preenchidas.


OR: Como é que grupos como a Fraternidade de São Pio X reagiram, a qual se recusa a celebrar o Novus ordo da Missa estabelecido após o Concílio Vaticano II?

C: Os Lefebvrianos, à partida, mantiveram que a velha forma que nunca tinha sido abolida. É claro que nunca tenha sido revogada, embora antes do Motu proprio, muitos já considera proibido.

Mas agora, ela pode ser oferecida a todos os fiéis que a desejam que, dependendo das possibilidades. Mas também é evidente que se não houver um padre adequadamente preparado, não pode ser oferecido porque não é só sobre a língua latina, mas também de conhecer o antigo uso como tal.

Temos de compreender algumas diferenças: o maior lugar para o silêncio para os fiéis, que incentiva a contemplação do mistério e oração pessoal.
Encontrando novamente espaços de silêncio hoje é para a nossa cultura não só uma necessidade religiosa.

Lembro-me de ter participado como um bispo em um encontro de alto nível de gestão empresarial , em que se falou da necessidade de o gerente ter disponível uma sala meio escura, onde se senta para pensar antes de decidir.
Silêncio e contemplação são atitudes necessárias, também hoje, sobretudo no que respeita ao mistério de Deus.

OR: Oito meses se passaram desde a promulgação do documento É verdade que ele tem atraído um grande número de adeptos também em outras realidades eclesiais?

C: O papa oferece à Igreja um tesouro que é espiritual, cultural, religioso e católico. Temos recebido cartas de aprovação de prelados também das igrejas ortodoxas, anglicanos e protestantes . Finalmente, existem alguns padres da Fraternidade de São Pio X, que, isoladamente, estão a tentar regularizar sua situação. Alguns deles já assinou a fórmula de aderência. Nós somos informados que existem fieis tradicionalistas , apegados à Fraternidade, que tenham começado a frequentar as missas no rito mais velhos oferecidos nas igrejas das dioceses ".
Entrevista Cardeal Darío

OR: Como é um regresso à "plena comunhão" possível para pessoas que estão excomungadas?

C: A excomunhão diz respeito apenas a quatro Bispos, porque foram ordenados sem o mandato do Papa e contra a sua vontade, enquanto os sacerdotes estão apenas suspensos.A Missa que ele celebram é sem sombra de dúvida válida, mas não lícita e, por conseguinte, a participação não é recomendada, a não ser em um domingo que não haja outras possibilidades.

Certamente nem os padres, nem os fiéis estão excomungados. Permitam-me reiterar, neste aspecto, a importância de uma compreensão clara das coisas para poder julgar correctamente.

OR: Não teme que a tentativa de trazer de volta dentro da Igreja homens e mulheres que não reconhecem o Concílio Vaticano II podia provocar uma alienação naqueles fiéis que vêem no Vaticano II, uma bússola para navegar a barca de Pedro, especialmente nestes tempos de constantes mudanças?

C: Em primeiro lugar, o problema quanto ao Concílio não é, na minha opinião, tão grave como poderia parecer.

De facto, os bispos da Fraternidade de São Pio X, liderados por Monsenhor Bernard Fellay, reconheceram expressamente o Vaticano II como um Concílio Ecuménico e monsenhor Fellay reafirmou isso em uma reunião com o Papa João Paulo II, e de forma mais explícita na audiência de 29 de agosto de 2005 com Bento XVI.

Também não se pode esquecer que Monsenhor Marcel Lefebvre assinou todos os documentos do Concílio.
Acho que suas críticas sobre o Concílio diz respeito à clareza de certos textos, na ausência da qual o caminho está aberto para interpretações que não estão em conformidade com a doutrina tradicional.

As maiores dificuldades são de natureza interpretativa ou têm a ver com alguns gestos no campo ecuménico, mas não com o ensinamento do Concílio Vaticano II. Trata-se de discussões teológicas, que podem ter lugar dentro da Igreja, onde, de facto, há diversas discussões sobre a interpretação dos textos do Concílio, discussões que podem continuar também com os grupos que regressam à plena comunhão.
Entrevista Cardeal Dario

OR: Então, a Igreja estende as mãos para eles, também através deste novo Motu proprio sobre a antiga liturgia?

C: Sim, sem dúvida, porque é justamente na liturgia que todo o sentido da catolicidade é expresso e ela [a liturgia] é uma fonte de unidade. Eu realmente gosto do Novus Ordo que eu celebro diariamente. Eu não tinha mais celebrado de acordo com o missal de 1962, após a reforma litúrgica pós-conciliar.

Hoje ao resumir, por vezes, o rito extraordinário, eu próprio tenho redescoberto a riqueza da velha liturgia que o Papa quer manter viva, preservando o antiga forma de tradição Romana. Nunca devemos esquecer que o último ponto de referência na liturgia, como na vida, é sempre Cristo. Temos, portanto, sem medo, também no rito litúrgico, voltar-nos para Ele, em direcção ao crucifixo, juntamente com os fiéis, para celebrar o santo sacrifício, de um modo incruento, como o Concílio de Trento, definiu a Missa.
Cardeal Dario Castrillón Hoyos concedeu uma entrevista ao L'Osservatore Romano. (I PARTE)

Na Liturgia da catolicidade e Sentido de Unidade

"Carta apostólica do Papa Bento XVI Summorum Pontificum sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma realizada em 1970 está a fazer regressar à plena comunhão com Roma também alguns não-católicos. Os pedidos nesse sentido estão chegando depois de o papa ter renovado a possibilidade de celebram acordo com o antigo rito."

Isto diz o cardeal Darío Castrillón Hoyos, presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, que nesta entrevista ao nosso jornal, após a publicação do documento papal na Acta Apostolicae Sedis, esclarece o seu conteúdo e destaca a sua importância como meio para conservar o tesouro da liturgia que remonta a São Gregório Magno e o estabelecimento de um diálogo com aqueles que, por causa da reforma litúrgica, se distanciaram da Igreja de Roma. A publicação na Acta precedida por alguns dias da nomeação por Bento XVI de Monsenhor Camille Perl, o secretário anterior, como Vice Presidente da Ecclesia Dei, e do Monsenhor Mario Marini, o antigo secretário adjunto, como secretário.

"A carta, sob a forma de Motu proprio, não se refere à actual Forma normal - a Forma ordinária - da Liturgia Eucarística, que é Missal Romano publicado por Paulo VI e, em seguida, reeditado por duas vezes pelo Papa João Paulo II, mas refere-se ao uso da forma extraordinária, que é a do Missale Romanum prévia ao Concílio, publicada em 1962 com a autoridade do Papa João XXIII. Este não é um caso de dois ritos diferentes, mas de um duplo uso único rito Romano. É a forma de celebração - explica o cardeal colombiano - "que foi usada por mais de 1400 anos. Este rito, o que poderíamos chamar gregoriano, tem inspirado as missas de Palestrina, Mozart, Bach e Beethoven, grandes catedrais e maravilhosas obras de pintura e escultura. "
Cardeal Darío"Graças ao Motu proprio não poucos têm solicitado o retorno à plena comunhão e alguns já retornaram - o presidente da Ecclesia Dei acrescenta -. Na Espanha, o" Oásis de Jesus Sacerdote ", um inteiro mosteiro enclausurado com trinta irmãs guiadas por seu fundador, já foi reconhecido e regularizado pela Comissão Pontifícia; então há casos de grupos americanos, da Alemanha e de França que estão no caminho da regularização. Finalmente, há sacerdotes em particular e leigos que nos contactam, escrevem para nós e nos pedem uma reconciliação e, por outro lado, existem outros tantos fiéis que expressam a sua gratidão para com o papa e sua alegria pelo Motu proprio ".
Osservatore Romano: Alguns têm acusado o Papa de querer impor um modelo litúrgico em que a linguagem e gestos do rito aparecem como o monopólio exclusivo do sacerdote, enquanto os fiéis seriam alheios e, portanto, excluídos de uma relação directa com Deus.

Cardeal Castrillón: Por ocasião do Baptismo do Senhor, por exemplo, Bento XVI celebrou na Capela Sistina com o rosto para o crucifixo. O Santo Padre celebra em italiano, de acordo com a forma ordinária, o que não exclui, contudo, a possibilidade de celebrar voltado para o altar e não versus populum, e que também prevê a celebração em latim.
Lembremo-nos que a forma ordinária é a Missa que normalmente todos os padres dizem, de acordo com a reforma pós-conciliar, enquanto que a forma extraordinária é a missa anterior à reforma litúrgica, que, de acordo com o Motu proprio hoje toda a gente pode comemorar, e que nunca foi proibida.
OR: Mas algumas críticas parecem ter chegado mesmo de bispos?

C: Um ou dois têm dificuldades, mas essas são apenas algumas excepções, porque a maioria concorda com o Papa. Em vez disso, encontramos algumas dificuldades práticas . É preciso que fique claro: isto não é um regresso ao passado, mas um passo em frente, porque dessa maneira você tem dois tesouros, e não apenas um.

Este tesouro, portanto, está sendo oferecido, respeitando os direitos daqueles que são sobretudo aqueles ligados à liturgia antiga. Aí então pode seguir alguns problemas a serem resolvidos com o senso comum. Por exemplo, pode acontecer que um sacerdote não tem a preparação adequada e sensibilidade cultural. Pensam só nos sacerdotes que vêm de áreas onde a língua é muito diferente do latim. Mas isso ainda não significa uma rejeição: é a apresentação de uma dificuldade real, que está a ser superada.
A nossa própria Pontifícia Comissão está pensando em organizar uma forma de ajuda aos seminários, às dioceses e às conferências episcopais.
Outra possibilidade a ser estudada é o de promover a vinda de recursos multimédia para conhecer e aprender a forma extraordinária com toda a riqueza teológica. Espiritual, e artística ligada à antiga liturgia. Além disso, parece importante também para envolver grupos de sacerdotes que já utilizam a forma extraordinária, que se ofereçam eles mesmos para celebrar e para demonstrar e ensinar a celebração de acordo com o missal de 1962.
Recentes palavras do Cardeal Castrillón Hoyos, Presidente Emérito da Pontifícia Comissão "Ecclesia Dei".

"os fiéis que desejam celebrar segundo o rito antigo não devem ser considerados como de segunda classe, mas uma parte do povo de Deus ao qual se reconheceu o direito de assistir à Missa que nutriu durante séculos o Povo cristão, e a sensibilidade de muitos santos, como São Felipe Neri, São João Bosco, Santa Teresa de Lisieux, Beato João XXIII, e São Pio de Pietralcina; e é possível assinalar que o antigo rito exprime melhor o sentido do sacrifício Cristo, que se renova em cada santa Missa. Bento XVI tem deu realização a um dos objectivos do Concílio Vaticano II, que " obedecendo fielmente à tradição, declara que a Santa Mãe Igreja considera iguais em direito e em dignidade todos os ritos legitimamente reconhecido" (Sacrosantum Concilium). Acrescenta que "o mesmo Pontífice quis que os futuros sacerdotes, já desde o tempo do seminário, sejam preparados para compreender e celebrar a Missa em latim, assim como para utilizar textos latinos, e siguir o Canto gregoriano" (Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis) .
PAPA BENTO XVI
Catedral de Notre-Dame, Paris
12 de Setembro de 2008

A sua Palavra, o Verbo, que desde sempre esteve junto d’Ele (cf. Jo 1, 1), nasceu de uma Mulher, nasceu sob a Lei, «para resgatar aqueles que estavam submetidos à Lei, a fim de que fôssemos adoptados como filhos» (Gl 4, 4-5). O Filho de Deus encarnou no seio de uma Mulher, de uma Virgem.

A vossa catedral é um vivo hino de pedra e de luz em louvor deste acto único da história da humanidade: a Palavra eterna de Deus que entra na história dos homens na plenitude dos tempos, para os resgatar mediante a oferta de Si mesmo no sacrifício da Cruz.

As nossas liturgias da terra, inteiramente dedicadas a celebrar este acto único da história, não conseguirão nunca expressar totalmente a sua densidade infinita. Sem dúvida, a beleza dos ritos nunca será bastante procurada, nem suficientemente cuidada nem assaz elaborada, porque nada é demasiado belo para Deus, que é a Beleza infinita.

As nossas liturgias terrestres não poderão ser senão um pálido reflexo da liturgia que se celebra na Jerusalém do céu, ponto de chegada da nossa peregrinação na terra. Possam, porém, as nossas celebrações aproximar-se o mais possível dela, permitindo-nos antegozá-la!
Mons. Camille Perl: os bispos têm colocado entraves na aplicação do Motu Proprio

A missa em latim vem, de fato, sendo dificultada pelos bispos. Assim denunciou em uma conferência na Cidade do Vaticano o Vice-Presidente da Comissão Ecclesia Dei, Monsenhor Camille Perl: “Na Itália a maioria dos bispos, com poucas excepções admiráveis, têm colocado entraves na aplicação do Motu Próprio sobre a missa em latim. O mesmo é preciso dizer de muitos dos Superiores Gerais proibindo os seus padres de celebrarem a missa segundo o rito antigo.”

Mons. Camille Perl
Organiza o encontro “Motu Próprio Summorum Pontificum de Sua Santidade Bento XVI - Uma riqueza espiritual para toda Igreja, um ano depois” a Associação “Giovani e tradizione”, com o patrocínio da Comissão “Ecclesia Dei .
As requisições por parte dos fiéis vêm de um núcleo de países: França, Grã-Bretanha, Canadá, Estados Unidos, da Austrália.
Na França alguns jovens sacerdotes tomaram a iniciativa, explicou Monsenhor Perl, de celebrar a missa segundo o rito de São Pio V, revista por João XXIII, sem pedir permissão para os bispos. “Além disso – disse o Secretário da Ecclesia Dei – o Papa tinha posto em suas mãos o antigo missal. Alguns bispos têm apoiado essas iniciativas, outros não”.
Mas o problema na França, como na Alemanha, é, mais geralmente, a escassez de sacerdotes: “Se acumulam na minha mesa cartas de fiéis de várias partes do mundo que reclamam a aplicação do motu proprio. Mas temos de ter em conta o facto de que o número de sacerdotes é pouco em todos os lugares. Assim, um sacerdote que já deva celebrar três ou quatro missas em um dia é incapaz de adicionar uma outra. Este é um problema especialmente nas dioceses rurais na França e na Alemanha, onde um único sacerdote tem um grande território para cobrir.”
Além disso, afirmou Monsenhor Perl, “temos de ter em conta que o rito reformado por Paulo VI está em vigor há 40 anos e há muitos padres que não sabem como a celebrar missa com o velho rito, sem contar que foram doutrinados de acordo com uma visão precisa: a saber, que a velha liturgia está superada“. “Mas também há jovens sacerdotes que querem celebrar a missa em latim, e penso que o Papa tenha feito o Motu Próprio pensando neles“.
Mesmo nos Estados Unidos, há fiéis que devem fazer grandes viagens para chegar à igreja onde se celebra a missa em latim, porque nem todos os sacerdotes querem celebrar.
Assim, disse Perl, “é preciso lembrar que um ano é pouco na vida da Igreja, e é normal que muitos fiéis estejam desapontados porque pensavam numa aplicação imediata e generalizada em todo lugar.”
No entanto, a um ano de distância o clima está mudando favoravelmente.
“Não temos nenhuma intenção de fazer o processo à nova liturgia”, mas a liturgia pós-conciliar “é uma mistura de antigo e novo que, muitas vezes, produz uma falta de harmonia e de confusão“, concluiu Monsenhor Perl.
Declarações do Cardeal Stickler
prefeito emérito dos Arquivos do Vaticano
sobre a Missa de S. Pio V
no Congresso de Christi Fideles, Nova York, maio de 1995
"A Missa nova deveria chamar-se "missa da comissão litúrgica pós-conciliar":
"Pela constituição do Vaticano II sobre a liturgia é evidente que a vontade do Concílio e a vontade da comissão litúrgica muitas vezes não coincidem, e até se opõem de maneira clara.
A missa de Paulo VI ... põe antes em evidência o aspecto geral da missa, a saber a Comunhão; o que resulta em transformar o Sacrifício naquilo que é permitido chamar um banquete.
O lugar importante dado às leituras e à pregação na nova missa, a possibilidade mesma deixada ao padre de acrescentar explicações e palavras pessoais é uma reflexão a mais sobre o que é legítimo chamar de uma adaptação à ideia protestante de culto..."
"A recente mudança na localização do altar, bem como a posição do padre de frente para a assembleia - proibidas antigamente - tornam-se hoje o sinal de uma missa concebida como reunião da comunidade."
"Santo Tomás de Aquino consagra todo um artigo para justificar o "mysterium fidei". E o Concílio de Florença confirma explicitamente o "Mysterium fidei" na fórmula da Consagração. Em nossos dias, o "mysterium fidei" foi eliminado das palavras da Consagração na nova liturgia. Por que então?
Foi concedida igualmente a licença de dizer outros cânones. O Segundo Cânon - que não menciona o carácter sacrificial da missa - tem, não há dúvida, o mérito de ser o mais curto, mas, de fato, suplantou por toda a parte o Cânon romano.
Foi assim que nós perdemos o profundo sentido teológico dado pelo Concílio de Trento."
"Por essas mesmas razões, o cânon 9 do Concílio (de Trento) estabelece a excomunhão para aqueles que afirmam que o rito da Igreja Romana no qual parte do Cânon e as palavras da Consagração são pronunciadas em voz baixa, deve ser condenado."
"O emprego do vernáculo acarretou sérias incompreensões e erros doutrinais, ele produziu a "desunião": Esta Babel de cultos públicos tem por resultado a perda da unidade externa no seio da Igreja Católica (...). Devemos admitir que, em poucos decénios, depois da reforma da língua litúrgica, nós perdemos esta oportunidade de rezar e de cantar juntos".
"Em terceiro lugar, a reforma que se seguiu ao Vaticano II destruiu ou transformou a riqueza de numerosos símbolos litúrgicos".
Alguns extractos de uma entrevista feita ao Cardeal Darío Castrillón pela Radio Vaticana

Cardeal Darío Castrillón Hoyos:- "Já João Paulo II queria dar aos fiéis que amavam o antigo rito a oportunidade de celebrar o rito que mais atendia à sensibilidade deles. O Santo Padre Bento XVI tem um amor especial pela Liturgia. Um amor que se traduz também em capacidade de estudo, de aprofundamento da própria Liturgia. Por esse motivo, Bento XVI considera a liturgia anterior à Reforma do Concílio um tesouro inestimável. O papa não quer voltar atrás. É importante saber e ressaltar que o Concílio não proibiu a liturgia de São Pio V e, ademais, é preciso dizer que os Padres do Concílio celebraram a Missa de São Pio V. Não é um voltar atrás, como alguns defendem _ porque não conhecem a realidade. Pelo contrário: o Concílio quis ser amplo nas liberdades boas dos fiéis. Uma dessas liberdades é justamente a de tomar esse tesouro, como diz o papa _ que é a Liturgia _ para mantê-lo vivo."

-Cardeal Hoyos, o que muda, na realidade, com esse Motu Proprio?

-Cardeal Darío Castrillón Hoyos:-"Com esse Motu Proprio, na realidade, a mudança não é tão grande. A coisa principal é que neste momento os sacerdotes podem decidir, sem permissão nem por parte da Santa Sé nem por parte do bispo, se celebrar a Missa no rito antigo. E isso vale para todos os sacerdotes. Os párocos são eles mesmos que na paróquia devem abrir a porta àqueles sacerdotes que, tendo a faculdade, vão celebrá-la. Portanto, não é necessário pedir nenhuma outra permissão." .

-Cardeal Hoyos, este documento esteve acompanhado de polêmicas e temores: mas o que não é verdade daquilo que foi dito ou lido?

-Cardeal Darío Castrillón Hoyos:- "Por exemplo, não é verdade que tenha sido tirado dos bispos o poder sobre a Liturgia, porque já o Código diz quem deve dar a permissão para celebrar a missa e não é o bispo: o bispo dá o celebrat _ a potestade de poder celebrar _ mas quando um sacerdote tem essa potestade, são o pároco e o capelão que devem oferecer o altar para celebrar. Se alguém o impede, cabe à Pontifícia Comissão Ecclesia Dei tomar medidas, em nome do Santo Padre, a fim de que esse direito _ que é um direito claro dos fiéis _ seja respeitado."

-Cardeal Castrillón Hoyos, na vigília da entrada em vigor do Motu Proprio, quais são seus votos?

-Cardeal Darío Castrillón Hoyos:- "A Eucaristia é a maior coisa que nós temos, é a maior manifestação do amor, do amor redentor de Deus que nos quer acompanhar com essa presença eucarística. Isso jamais deve ser um motivo de discórdia: ali deve existir somente o amor. Faço votos de que isso possa ser um motivo de alegria para todos aqueles que amam a tradição, um motivo de alegria para todas aquelas paróquias que não terão mais divisões, mas terão _ pelo contrário _ uma multiplicidade de santidade com um rito que foi certamente o fator e o instrumento de santificação por mais de mil anos. Portanto, agradecemos o Santo Padre que recuperou para a Igreja esse tesouro. Nada é imposto aos outros. O papa não impõe a obrigação; o papa impõe, porém, que se ofereça essa possibilidade onde os fiéis quiserem. No caso de um conflito, porque humanamente dois grupos podem entrar em contraste, a autoridade do bispo _ como diz o Motu Proprio _ deve intervir para evitá-lo, mas sem anular o direito que o papa deu a toda a Igreja."

"La direzione ultima dell’azione liturgica, mai totalmente espressa nelle forme esterne, è la stessa per il sacerdote e il popolo: verso il Signore"


[2-2.jpg]

LA SACRA LITURGIA: LO SPECIALE DEL BLOG

Uwe Michael Lang, "Rivolti al Signore. L'orientamento nella preghiera liturgica", Cantagalli 2008

«La direzione ultima dell’azione liturgica, mai totalmente espressa nelle forme esterne, è la stessa per il sacerdote e il popolo: verso il Signore».

L’introduzione del decano del Sacro Collegio al libro di Uwe Michael Lang

del cardinale Joseph Ratzinger

Al cattolico praticante normale due appaiono i risultati più evidenti della riforma liturgica del Concilio Vaticano II: la scomparsa della lingua latina e l’altare orientato verso il popolo. Chi legge i testi conciliari potrà constatare con stupore che né l’una né l’altra cosa si trovano in essi in questa forma.
Certo, alla lingua volgare si sarebbe dovuto dare spazio, secondo le intenzioni del Concilio (cfr. Sacrosanctum Concilium 36,2) – soprattutto nell’ambito della liturgia della Parola – ma, nel testo conciliare, la norma generale immediatamente precedente recita: «L’uso della lingua latina, salvo un diritto particolare, sia conservato nei riti latini» (Sacrosanctum Concilium 36,1).
Dell’orientamento dell’altare verso il popolo non si fa parola nel testo conciliare.
Se ne fa parola in istruzioni postconciliari. La più importante di esse è la Institutio generalis Missalis Romani, l’Introduzione generale al nuovo Messale romano del 1969, dove al numero 262 si legge: «L’altare maggiore deve essere costruito staccato dal muro, in modo che si possa facilmente girare intorno ad esso e celebrare, su di esso, verso il popolo [versus populum]».
L’introduzione alla nuova edizione del Messale romano del 2002 ha ripreso questo testo alla lettera, ma alla fine ha fatto la seguente aggiunta: «è auspicabile laddove è possibile». Questa aggiunta è stata letta da molte parti come un irrigidimento del testo del 1969, nel senso che adesso ci sarebbe un obbligo generale di costruire – «laddove possibile» – gli altari rivolti verso il popolo.
Questa interpretazione, però, era stata respinta dalla competente Congregazione per il Culto divino già in data 25 settembre 2000, quando spiegò che la parola «expedit» [è auspicabile] non esprime un obbligo ma una raccomandazione.
L’orientamento fisico dovrebbe – così dice la Congregazione – essere distinto da quello spirituale. Quando il sacerdote celebra versus populum, il suo orientamento spirituale dovrebbe essere comunque sempre versus Deum per Iesum Christum [verso Dio attraverso Gesù Cristo].
Siccome riti, segni, simboli e parole non possono mai esaurire la realtà ultima del mistero della salvezza, si devono evitare posizioni unilaterali e assolutizzanti al riguardo.
Un chiarimento importante, questo, perché mette in luce il carattere relativo delle forme simboliche esterne, opponendosi così ai fanatismi che purtroppo negli ultimi quarant’anni non sono stati infrequenti nel dibattito attorno alla liturgia.
Ma allo stesso tempo illumina anche la direzione ultima dell’azione liturgica, mai totalmente espressa nelle forme esterne e che è la stessa per sacerdote e popolo (verso il Signore: verso il Padre attraverso Cristo nello Spirito Santo).
La risposta della Congregazione dovrebbe perciò creare anche un clima più disteso per la discussione; un clima nel quale si possano cercare i modi migliori per la pratica attuazione del mistero della salvezza, senza reciproche condanne, nell’ascolto attento degli altri, ma soprattutto nel­l’ascolto delle indicazioni ultime della stessa liturgia.
Bollare frettolosamente certe posizioni come “preconciliari”, “reazionarie”, “conservatrici”, oppure “progressiste” o “estranee alla fede”, non dovrebbe più essere ammesso nel confronto, che dovrebbe piuttosto lasciare spazio ad un nuovo sincero comune impegno di compiere la volontà di Cristo nel miglior modo possibile.
Questo piccolo libro di Uwe Michael Lang, oratoriano residente in Inghilterra, analizza la questione dell’orientamento della preghiera liturgica dal punto di vista storico, teologico e pastorale. Ciò facendo, riaccende in un momento opportuno – mi sembra – un dibattito che, nonostante le apparenze, anche dopo il Concilio non è mai veramente cessato.
Il liturgista di Innsbruck Josef Andreas Jungmann, che fu uno degli architetti della Costituzione sulla Sacra Liturgia del Vaticano II, si era opposto fermamente fin dall’inizio al polemico luogo comune secondo il quale il sacerdote, fino ad allora, avrebbe celebrato “voltando le spalle al popolo”. Jungmann aveva invece sottolineato che non si trattava di un voltare le spalle al popolo, ma di assumere il medesimo orientamento del popolo. La liturgia della Parola ha carattere di proclamazione e di dialogo: è rivolgere la parola e rispondere, e deve essere, di conseguenza, il reciproco rivolgersi di chi proclama verso chi ascolta e viceversa. La preghiera eucaristica, invece, è la preghiera nella quale il sacerdote funge da guida, ma è orientato, assieme al popolo e come il popolo, verso il Signore.
Per questo – secondo Jungmann – la medesima direzione di sacerdote e popolo appartiene all’essenza dell’azione liturgica. Più tardi Louis Bouyer – anch’egli uno dei principali liturgisti del Concilio – e Klaus Gamber, ognuno a suo modo, ripresero la questione. Nonostante la loro grande autorità, ebbero fin dall’inizio qualche problema nel farsi ascoltare, così forte era la tendenza a mettere in risalto l’elemento comunitario della celebrazione liturgica e a considerare perciò sacerdote e popolo reciprocamente rivolti l’uno verso l’altro.

Graduale del Capitolo di Santa Maria Maggiore, XVI secolo, Basilica di Santa Maria Maggiore, Roma

Soltanto recentemente il clima si è fatto più disteso e così, su chi pone domande come quelle di Jungmann, di Bouyer e di Gamber, non scatta più il sospetto che nutra sentimenti “anticonciliari”. I progressi della ricerca storica hanno reso il dibattito più oggettivo, e i fedeli sempre più intuiscono la discutibilità di una soluzione in cui si avverte a malapena l’apertura della liturgia verso ciò che l’attende e verso ciò che la trascende. In questa situazione, il libro di Uwe Michael Lang, così piacevolmente oggettivo e niente affatto polemico, può rivelarsi un aiuto prezioso. Senza la pretesa di presentare nuove scoperte, offre i risultati delle ricerche degli ultimi decenni con grande cura, fornendo le informazioni necessarie per poter giungere a un giudizio obiettivo. Molto apprezzabile è il fatto che viene evidenziato, a tale riguardo, non solo il contributo, poco conosciuto in Germania, della Chiesa d’Inghilterra, ma anche il relativo dibattito, interno al Movimento di Oxford nell’Ottocento, nel cui contesto maturò la conversione di John Henry Newman. È su questa base che vengono sviluppate poi le risposte teologiche.Spero che questo libro di un giovane studioso possa rivelarsi un aiuto nello sforzo – necessario per ogni generazione – di comprendere correttamente e di celebrare degnamente la liturgia. Il mio augurio è che possa trovare tanti attenti lettori.

IL Libro

Il testo del cardinale Joseph Ratzinger pubblicato in queste pagine, inedito in Italia, è la prefazione che il prefetto della Congregazione per la dottrina della fede ha scritto al libro di Uwe Michael Lang Conversi ad Dominum. Zu Geschichte und Theologie der christlichen Gebetsrichtung, edito lo scorso anno in Svizzera dalla Johannes Verlag di Einsiedeln. Del volume sta uscendo la versione in lingua inglese (Turning towards the Lord: Orientation in Liturgical Prayer) per la casa editrice Ignatius Press di San Francisco (Usa), che detiene il copyright dell’opera.

Uwe Michael Lang è membro dell’oratorio di San Filippo Neri a Londra, ha studiato teologia a Vienna e Oxford, e ha pubblicato numerosi testi su argomenti patristici.

(C) 30Giorni.it, N.3 Anno XXII - Marzo 2004

fonte:http://papabenedettoxvitesti.blogspot.com

domingo, 6 de fevereiro de 2011

* The Jesus Prayer by Metropolitan Anthony Bloom * El Padre José (Paros, 1898- Monte Athos, 1959) es ... * Articles and Links on Hesychasm * Comment devons-nous apprendre a vivre dans le prés... * La Prière de Jésus est à la fois christocentrique ... * La Puissance du Nom : La Prière de Jésus dans la S... * BIBLIOGRAFA DE AUTORES ESPIRITUAIS * Father Gabriel (Bunge) : started to practice the J... * The DECR chairman cordially greeted Hieromonk Gabr... * Hieromonge Gabriel Bunge : Só quem reza pode senti...

* The Roots of Liberal Theology * My Take on the Reform of the Reform : Passed on fo... * New American Cardinal Takes Possession of His Titu... * Interview du Préfet de la Congrégation du Culte Di... * Card.Canizares: il SP, una questione liturgica per... * Last summer I came across the Latin text of Dum Di... * Riporre il Santissimo sull'altare maggiore * EMBESTIDA MODERNISTA DE TEÓLOGOS REBELDES CONTRA L... * LE PAROLE DEL PAPA ALLA RECITA DELL'ANGELUS - 6 fe... * # Cardinal Dario Castrillon Hoyos: «Con il Motu pr...

 Arquivo do blog

The Roots of Liberal Theology

This essay was written by Rev. Thomas Slater, S.J. and published in the Irish Ecclesiastical Record, January, 1907.
One who has been brought up in the old system of theology, and whose reading has for the most part been confined to its accredited exponents, is puzzled and distressed when he opens a volume of the new liberal theology. He had been taught that theology is a deductive science, and that in the drawing out of theological conclusions from the divinely revealed premises, great weight must be given to the authority of the Church, to whose safe keeping the deposit of religious truth was entrusted by God.
The new liberal theology shows scant courtesy to tradition, it criticises the teaching Church, and it appeals for its warrant in so doing to scientific convictions, to religious consciousness, and religious experience. It proclaims aloud that the human mind is necessarily progressive, that to live is to move, while the theologians stagnate in the ever recurring round of barren logical deductions from the same worn out formulas. Those formulas did well enough for the time when they were framed, they satisfied a want of the human mind, but a new age like ours must re-interpret for itself in language that it can understand the ever-living truths of religion. The old apologetic, with its elaborate proofs from miracles and prophecies, was framed on wrong lines, more calculated to produce a religious sceptic than a believing Christian. Religion is not so much a matter of the intellect, nor is it susceptible of demonstration, it belongs rather to the affective part of our nature, to the feelings and to the will. Hence the new interest in mysticism which we see manifested on all sides.
These are some of the characteristics of the new liberal theology, whose main object is to re-interpret Christian truth in the light and for the needs of the present day. In the books and magazine articles where liberal Catholics give expression to these views there is no attempt made to establish them, or even to indicate clearly the grounds on which they rest. The effect produced on the reader is one of uneasiness and bewilderment. The truth is, that the hidden principles on which those views rest are antagonistic to Catholic truth. They are drawn directly or indirectly from a new science which in its principles and in their application is subversive of Catholic doctrine. This new science has received various names, but in England it is commonly called the Science of Religion or Religions.
I propose in this paper to sketch in outline the main features of this new science, and then we shall be better able to form a correct estimate of Catholic liberal theology. We shall be able to view it in its native surroundings, in its environment, and thus we shall be able to form a better judgment concerning its nature and tendencies.
Continue reading

DE:http://lxoa.wordpress.com/

My Take on the Reform of the Reform : Passed on for generations was the Mass of all ages, known today as the Extraordinary Form of the Latin Rite. This Sacred and Venerable Rite was developed throughout the centuries before finally being promulgated by Pope St. Pius V following the Council of Trent. The last reform of this missal is considered to have been made under Pope Bl. John XXIII in 1962.

 Shortly thereafter, the same Pope Bl. John XXIII opened the pastoral council known as the Second Vatican Council. During this pastoral council, Pope Bl. John XXIII passed away. Thus, the council proceeded under Pope Paul VI who issued a document less than two years after the promulgation of the Missal of Pope Bl. John XXIII known as Sacrosanctum Concilium. This document expressed the desire to revise the Missal once again. However, the Missal would be called to revision according to sound tradition that would be given new vigor according to the needs of the times.


With this in mind, Sacrosanctum Concilium called for Gregorian chant to be given pride of place in the liturgy, for the pipe organ to be held in high esteem, Latin to be preserved in the Sacred Liturgy, etc.


However, after the Second Vatican Council, when these changes were to take place, statues were smashed in churches, vestments were burned, altar rails were removed, a free standing altar was placed in the center of sanctuaries, the high altar was tossed out, the tabernacle was often moved to a side chapel, Latin was not spoken in the churches, Gregorian chant was not sung, the pipe organ was replaced by guitars that played songs of a modern, secular persuasion, religious art was replaced, removed, painted over, etc., the priest began to face the people, the people began almost entirely holding hands during the Our Father, the people would lift up their hands with the priest in the orans position, the Holy Mass was spoken of as more of a meal than a sacrifice,  bells no longer rung for the consecration, women no longer covered their heads, slowly men began to cover their own heads with baseball caps and such, conferences of bishops from various countries began requesting that their country be able to use Communion on the hand and Communion received while standing as the norm, etc.


It would seem that sound tradition was not followed in implementing the reform, which was to come after the Second Vatican Council. Instead, innovations were made, tradition was rejected, doctrine became watered down, feasts of Saints were removed.


Pope Paul VI said, of this, "Da qualche fessura sia entrato il fumo di Satana nel tempio di Dio… Through some crack the smoke of Satan has entered into the temple of God."


The words from the Council were being read in light of a so-called "spirit of Vatican II." Innovations were being made after the Council in the name of this "spirit of Vatican II."


Recognizing this, Pope Benedict XVI--even as Josef Cardinal Ratzinger has been striving to create a "reform of the reform." In other words, he sees that the reform that took place after the Second Vatican Council has been seriously twisted. He sees that this has caused such an injury that people have become schismatics and left the Church because of this. He sees how Catholics now identify themselves more with a secular culture than a Catholic culture. Catholics have learned and been teaching false doctrines and watered down theology.


There has come a lack of reverence and a lack of piety towards the patrimony and tradition of the Church. People have so drastically changed the liturgy through innovations and liturgical abuse--and "creativity" that the liturgy used in most parishes looks nothing like what one might imagine the reform of the Second Vatican Council should have looked like.


Despite how the liturgy has been changed so drastically (even when the Council called for following sound tradition), we must focus on reforming this innovative reform--we must work to restore the true reform that should have taken place. We must do this by identifying the true enemy--Satan. We must do this by not giving him praise in dwelling on how great the tragedy is, but we must give praise to God in knowing that He will give the grace to reform the reform--that Satan is and will be crushed under the foot of our Blessed Lady.


We must take this reform of the reform, as the Rev. Fr. John Zuhlsdorf says, "one brick at a time." We must restore the sacred "one brick at a time." This reform of the reform is much more than a simple reformation of what was reformed--this is a restoration of what was lost in the innovations.


In order to go about this, we must first turn to the Sacraments--especially the Most Blessed Sacrament of the Holy Eucharist. We must do this in turning to our Blessed Mother--the Mother of the Eucharist.


We must also do this by looking back to tradition--by looking to what was to be even further perfected in the reform following the Second Vatican Council and by looking to how this further perfection was to be made. In other words, we must offer the Holy Mass according to the Extraordinary Form of the Latin Rite (the Missal of Pope Bl. John XXIII). At the same time, we must also study what true reforms should have taken place following the Second Vatican Council. We may do this simply by following what our Holy Father has written on the reform of the reform.


At the same time, we must follow his great example. He has offered both the Extraordinary Form (as a Cardinal, we know this by fact) and the Ordinary Form. He has seen how the faithful have learned to know only the Ordinary Form as it is without any reform of the reform, so he is slowly taking them step by step--"brick by brick" in any reform of the reform--restoration. He has set an example in the vestments he wears, in offering the Ordinary Form ad orientem (versus Deum), in using Gregorian Chant and the pipe organ in his liturgies, in using the venerable language of Latin, in requesting that his Communicants come to receive Holy Communion on the tongue while kneeling, etc.


We  must follow the example he has set if we wish  to faithfully go about the reform of the reform. We must offer the Extra Ordinary Form as prescribed in Summorum Pontificum, yet we must use this in order to learn how to offer the Ordinary Form as this current form is restored and removed of all innovations.


We must carefully go about this by being sure that the faithful come to understand this. We must help the lay faithful to also be reformed in their hearts through the Extraordinary Form and the "brick by brick" restoration process in the Ordinary Form.


We must help the lay faithful to appreciate what we see in the Latin Rite--what seemed not to be understood or appreciated by many of the lay faithful prior to the Second Vatican Council--due to the lack of catechesis. Therefore, let us also catechize as we should.


Yet, once again, I would stress the point that we must turn to the Sacraments and the intercession of our Blessed Lady.


Ad Jesum per Mariam.
 
DE:http://natumdemaria.blogspot.com/