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    domingo, 17 de maio de 2015

    Santa Maria de Jesus Crucificado profetiza uma apostasia nunca antes vista

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    Santa Maria de Jesus Crucificado profetiza uma apostasia nunca antes vista

    Beata Maria de Jesus Crucificado, nascida Mariam Baouardy (1846-1878), carmelita greco-católica melquita de Pau, França e de Belém, na Terra Santa. As citações vem do livro de seu diretor espiritual e geral da sua Ordem, o Pe. Pierre Estrate (1840-1910), da Congregação do Sagrado Coração de Bétharram.

    Características do Castigo Mundial: terremotos e comunidades religiosas castigadas

    Na véspera de Natal, escreve o Pe. Estrate, ela tinha visto um homem que lhe mostrava seu coração no peito aberto, e nesse coração muitas pombas brancas. Do lado de fora, espinhos desgarravam esse coração e lhe faziam verter sangue até o chão. Era o Sagrado Coração de Jesus, que disse a ela:

    "Minha filha, ninguém recolhe esse sangue, fazem-me sofrer o martírio; se eles não se converterem, Eu farei perecer os frutos da terra; e se, após esse castigo, eles não mudarem, eu arrancarei as árvores e plantarei outras e essas recolherão meu sangue” [1].

    Recebia também mensagens de S.Teresa de Jesus, reformadora do Carmelo: “Santa Mãe Teresa diz que, se ela pudesse chorar, choraria por certas comunidades, mas chegará o tempo em que essas comunidades serão castigadas” [2]

    “Pequenos cordeiros, não tenhais medo de Deus. Ele vai ferir a Terra, haverá terremotos. Não temais nada, recorrei exclusivamente a Deus, permanecei n’Ele, depositai n’Ele vossa confiança e não temais.

    Sua misericórdia é imensa. Ele quereria espalhá-la sobre todos os homens, mas a justiça bloqueia a misericórdia. Os homens têm medo de Jesus, eles O olham como a um carrasco e, entretanto, seus olhos estão tão cheios de paternalidade!... Ele é mais branco que a neve! Ele está louco pelo homem!... Ele ama os pequenos, os débeis, Ele não ama os grandes... (...).

    Quando Jesus olha seus eleitos, seu olhar faz derreter o coração... Oh! esse olhar!... Não, a terra não viu Jesus!... A terra esta coberta de crimes!... O Senhor quereria ferir e seu coração não pode!...” [3].

    "Toda a terra ficará espantada com o poder de Deus três vezes Santo"

    Em carta a Mons. Lacroix, bispo de Bayonne, escrita no Carmelo de Mangalore em setembro de 1871, a Beata Maria fala a propósito da adesão do bispo ao dogma da infalibilidade pontifícia:

    “Monsenhor, (...) Como sois feliz por ter compreendido a verdade! Sim, a infalibilidade enfureceu todo o inferno! Satanás estrebucha. Eu vos digo, caro e bem-amado pai, eu rezo muito, mas muito pelo triunfo da Santa Igreja e pela França.

    Não acrediteis que o momento da misericórdia de Deus esteja muito longe... Toda a Terra ficará espantada com o poder de Deus três vezes Santo...” [4].

    Os Castigos para o mundo tem relação com as sociedades secretas

    Ao seu confessor em Mangalore, escrita no Carmelo do Sagrado Coração de Pau em 7 de janeiro de 1873:

    "As sociedades secretas têm seus fundamentos no inferno, seus associados têm seus pés no inferno, da mesma maneira que os justos têm seus fundamentos e seus pés no Céu.

    Por que o Senhor está irritado contra a Terra? Por que castigar a Terra? Por que castigar os reinos? Porque cada um deles não se contenta com Seu reinado, eles vão à procura de outros...” [5]

    A restauração da França, o papel da primogênita da Igreja

    “Eu rezei muito pela França. Durante minha oração, eu vi um homem diante de mim: esse homem tinha em sua mão uma nuvem muito negra e muito densa.

    Eu vi uma Virgem que rezava muito para que essa nuvem caísse num outro local que não fosse a França. O homem tinha na outra mão uma nuvem branca, mas ele queria jogar a nuvem negra antes da branca, e ele disse:

    ‘Após ter passado por terríveis provações, a França triunfará e será a rainha dos Reinos’” [6].

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    Fontes:
    [1] Pe. Estrate, op. cit., p. 180-181 
    [2] Pe. Estrate, op. cit., p. 298
    [3] Pe. Estrate, op. cit., p. 378
    [4] Pe. Estrate, op. cit., p. 368
    [5] Pe.Estrate, op. cit., p. 382
    [6] Pe. Estrate, op. cit., p. 206

    FONTE