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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O BAPTISMO DAS CRIANÇAS



No Domingo seguinte à Epifania, a liturgia da Igreja nos faz celebrar o Baptismo do Senhor, e é pois uma ocasião anual para reflectir sobre o nosso baptismo. O Papa João Paulo II dizia: “O baptismo é uma graça que purifica e abre um futuro novo. É um banho que lava e que regenera.

É uma unção que nos conforma a Cristo – Sacerdote, Profeta e Rei. É uma iluminação que aclara a nossa vida e lhe dá todo o seu significado. É um hábito de força e perfeição. O baptismo é um sinal que Deus nos alcançou pela estrada, que adornou a nossa existência e que transforma a nossa história em uma história santa”.



ESTAMOS PARA BAPTIZAR O NOSSO FILHINHO

A criança nasceu ou está para nascer. Que alegria para vós e para toda a família!

Escolhestes o seu nome e decidistes juntos pedir o seu baptismo – foi até marcada a data! Mas eis que vos é pedido, no momento de um colóquio com o sacerdote ou de uma fase de preparação para a celebração, que deis em poucas palavras as vossas motivações...




Fostes tomados de surpresa... Por que pedir o baptismo? Por respeito a uma tradição familiar? Para agradar a uma avó? Para que vosso filhinho tenha uma religião? Para lhe transmitir valores? Certo, todas estas razões são boas e respeitáveis, mas não essenciais!



Pelo baptismo, o vosso filhinho entra para a “família de Deus”, pertence a Cristo, ao qual é confiado. Ele é tomado, desde sua mais tenra idade, pelo amor do Pai. E isto é essencial!




DEIXAR À ESCOLHA?

Muitos pais não baptizam seus filhinhos, eles dizem, a fim de “deixar para eles a escolha mais tarde”. Eles não desejam “impor-lhes” uma religião. Uma lástima, porque introduzir o próprio filho na fé desde os seus primeiros anos, não é permitir-lhes, mais tarde no momento da sua primeira comunhão, da sua profissão de fé, da sua confirmação (crisma), fazer uma escolha ainda mais pessoal?






Pedir o baptismo para o próprio filho é empenhar-se também para transmitir-lhe a mensagem de Jesus, não é um obstáculo à sua liberdade. Pelo contrário, é dar-lhe os meios para exercitá-la mais tarde, com toda consciência de causa.





Uma coisa é certa, o demónio não espera que os vossos filhos atinjam a maioridade para inocular neles os germes do mal. Além disso, se desejais ser coerentes, seria necessário não ensinar às crianças nenhuma língua, não lhes infundir nenhum princípio, deixando que um dia decidam por si mesmos qual norma de comportamento adoptar .



Na realidade, quando pusestes no mundo vosso filho, por acaso lhe pedistes permissão? Obviamente não era possível pedir-lhe a autorização para nascer, mas sabendo que a existência é um dom imenso, supusestes que um dia o vosso filho vos seria grato por isto.

Pede-se, por acaso, a permissão a uma pessoa antes de lhe dar um presente? Que presente seria? Ora, o baptismo é a vida divina que nos é gratuitamente presenteada. Não é violar a liberdade dos filhos fazer com que os recém-nascidos possam receber este dom na aurora da vida.


DEUS AMA AS CRIANCINHAS

O baptismo das crianças remonta às origens da Igreja e se propagou ao longo dos séculos. No Evangelho, Jesus manifesta que Deus ama as criancinhas antes mesmo que O conheçam.

“Deixai vir a mim as criancinhas, não as impeçais, pois o Reino dos Céus pertence a quem é semelhante a elas” (Mt 19,14). Baptizando os seus filhos, os pais decidem confiá-los a um amor grande e profundo, bem maior que o seu, o amor de Deus.





UM EMPENHO

Pedindo o baptismo para o seu filho, os pais se empenham em lhe dar uma educação cristã, fazer com que possa crescer na fé em Cristo. Isto supõe falar-lhe sobre Jesus, enviar-lhe ao catecismo e permitir que receba os outros sacramentos. Esta missão dá medo em alguns.




Estejam certos de que não estarão sozinhos, mas serão ajudados por todos aqueles que os circundam: padrinho e madrinha, avós, catequistas...

Muitos pais que se afastaram da prática cristã ficam felizes, com os seus filhos, em renovar a fé e redescobrir os gestos, as orações que haviam esquecido. Também alguns que não foram baptizados, experimentam o desejo de entrar também eles na família dos cristãos e pedem o baptismo.





PREPARAR A CELEBRAÇÃO

As paróquias oferecem reuniões no curso das quais são explicadas os sinais do baptismo: sinal da cruz, imposição das mãos, água, luz, unção com óleo, veste branca...

O sacerdote (ou o diácono) pedirá aos pais, ajudados pelo padrinho ou a madrinha, que escolham ao menos duas leituras bíblicas (entre as quais o evangelho), os cantos, as fórmulas de oração. Um canto à Virgem conclui frequentemente a celebração .




E DEPOIS?

O despertar para a fé das crianças acontece naturalmente, a partir daquilo que elas vivem e exprimem. A fé não se dissocia da vida. Alguns pais ficam bem à vontade para expressar a sua fé, outros têm dificuldade em encontrar as palavras para falar de Deus.

Muitas paróquias propõem um despertar para a fé para as crianças que não é um pré-catecismo. Não se trata de ensinar coisas sobre Deus, nem mesmo em ensinar as orações, mas sim de lhes abrir para o amor dos outros e, finalmente, para o amor de Deus.



Nas nossas regiões há o costume de chamar o padrinho ou a madrinha de compadre ou comadre, poucos sabem, porém, que o termo deriva do latim cum pater/cum mater, ou seja, “como pai” e “como mãe” ainda mais do que “com o pai” e “com a mãe”.
Verdade que para ser baptizado basta um padrinho ou uma madrinha. Estes, por sua vez, devem ser baptizados e confirmados e ter ao menos 16 anos.




A coerência de vida do padrinho ou da madrinha com o Evangelho é desejável. Estes critérios demonstram a seriedade desta responsabilidade cristã. Com efeito, o padrinho ou a madrinha estão lá para ser testemunhas do baptismo, em nome da comunidade cristã e têm por função secundar os pais na educação espiritual da criança.

De Pe. Marcello Stanzione
Fonte: Pontifex
Tradução: OBLATVS