NOVO MOVIMENTO LITÚRGICO MISSA GREGORIANA EM PORTUGAL      http://3.bp.blogspot.com/-W-4uVf9h5Xc/Tc_Gol9vCwI/AAAAAAAAR_o/WN-tod4VGV0/s1600/brandmuller%2Bxi.JPG

domingo, 7 de agosto de 2011

* Pope: violence will not resolve Syrian and Libyan ... * Vatikan: Erneut Papstappell zu Syrien und Libyen * Angélus : vive préoccupation de Benoît XVI pour la... * “Mucho antes de que nosotros lo busquemos el Señor... * Preocupado com a crescente violência na Síria e o ... * BREVE ESTUDO CRÍTICO DA NOVA ORDENAÇÃO DA MISSA :A... * EL DIAGNÓSTICO ELABORADO POR EL CARDENAL GIUSEPPE ... * Fr U.M. Lang on Cardinal Giuseppe Siri: The Splend... * Card.Siri concepiva la liturgia come l’espressione... * PADRE PIO- O FILME COMPLETO * Desacralización y secularización * Desacralización y secularización : La gran crisis ... * Rito Bracarense em Fátima

08/07 - 08/14 (13)

Benedetto XVI alla Recita dell'Angelus dal Palazzo Apostolico di Castel Gandolfo (7 agosto 2011) .Pope: violence will not resolve Syrian and Libyan drama




 

“In mezzo a tante preoccupazioni, problemi, difficoltà che agitano il mare della nostra vita, risuoni nel cuore la parola rassicurante di Gesù: Coraggio, sono io, non abbiate paura!, e cresca la nostra fede in Lui”. E’ la viva esortazione espressa oggi all’Angelus, dal Palazzo apostolico di Castel Gandolfo, da Benedetto XVI. Dopo la recita della preghiera mariana, il Papa ha anche manifestato la propria preoccupazione per le violenze in Siria e i continui combattimenti in Libia. Il servizio di Amedeo Lomonaco:

Il Papa ha lanciato un accorato appello per la Siria ed espresso viva preoccupazione per “i drammatici e crescenti episodi di violenza, che hanno provocato numerose vittime e gravi sofferenze”.

“Invito i fedeli cattolici a pregare, affinché lo sforzo per la riconciliazione prevalga sulla divisione e  ...»
Pope: bearing life’s adversities with courage

This Sunday before the Angelus Pope Benedict XVI commented on the Gospel story of the miracle of the storm that was appeased and during which Peter was rescued (Mt, 14:22-33), encouraging people to bear life’s adversities with courage and trust in the Lord.   ...»


On Sunday Pope Benedict XVI launched an urgent and dramatic appeal to the Syrian authorities and population and to the International community to put an end to the violence that is afflicting both nations and seek accord through negotiation and dialogue.

In a strongly worded appeal at the end of the Sunday Angelus prayer and reflection, before greeting pilgrims to the Papal Summer residence in Castel Gandolfo, he said:

“Dear brothers and sisters,
I am following with great concern the dramatic and growing violence in Syria, which has caused numerous deaths and severe suffering. I invite the Catholic faithful to pray that efforts for reconciliation prevail over division and hatred. In addition, I renew an urgent appeal to the Syrian Authority and population, for peaceful coexistence to be  ...»

Vatikan: Erneut Papstappell zu Syrien und Libyen

Pope Benedict XVI waves prior to delivering his Sunday Angelus prayer to pilgrims gathered in the courtyard of his summer residence of Castel Gandolfo, 40 km southeast of Rome, on August 7, 2011.

„Den legitimen Forderungen der Bürger Rechnung tragen“: Das fordert Papst Benedikt XVI. von der syrischen Regierung. Beim Angelusgebet in Castelgandolfo appellierte er am Sonntag, der Gewalt in dem Land ein Ende zu bereiten. Mit Blick auf die seit Monaten andauernde NATO-Militäraktion in Libyen rief das Kirchenoberhaupt dazu auf, wieder an den Verhandlungstisch zurückzukehren:

„Mit großer Sorge verfolge ich die immer dramatischeren gewalttätigen Zwischenfälle in Syrien, die zahlreiche Opfer gefordert und schweres Leid hervorgerufen haben. Ich bitte die Katholiken um ihre Gebet: Mögen die Anstrengungen um Versöhnung stärker sein als alle Trennung und Hass. Zudem erneuere ich meinen dringenden Appell an die Regierung und die Bevölkerung, so zügig wie möglich das friedliche Zusammenleben wieder herzustellen  ...»Angelus: „Habt Vertrauen, der Herr lässt uns nicht allein!“

Zu gläubigem Vertrauen hat Benedikt XVI. ermutigt. Beim Angelusgebet in Castelgandolfo sagte er in seiner Meditation über das Tagesevangelium vom Sturm auf dem See Genezareth, dass der See, auf dem die Jünger Jesu bei starken Winden unterwegs waren, das menschliche Leben und die Unbeständigkeit der sichtbaren Welt symbolisiere. Der Sturm stehe für jede Art von Erschütterung und  ...»
  

Angélus : vive préoccupation de Benoît XVI pour la Syrie et la Libye

 
Pope Benedict XVI delivers his Sunday Angelus prayer to pilgrims gathered in the courtyard of his summer residence of Castel Gandolfo, 40 km southeast of Rome, on August 7, 2011. Pope Pope Benedict XVI called Sunday for an adequate response to the 'legitimate aspirations' of the Syrian people and a return to peaceful coexistence in the conflict-torn nation.


Benoît XVI suit avec une vive préoccupation les dramatiques épisodes de violence en Syrie. Le Pape s’exprimait après la prière de l’angélus ce dimanche midi, à Castelgandolfo où il passe l’été. « J’invite les fidèles catholiques à prier afin que l’effort de réconciliation prévale sur la division et sur la rancœur » a notamment déclaré Benoît XVI, faisant référence aux nombreuses victimes et aux graves souffrances endurées par les Syriens depuis des mois. Il a appelé aussi « les autorités et la population syrienne à ce que la vie en commun pacifique soit rétablie le plus tôt possible ». Il a demandé aussi à ce que soit donné une « réponse adéquate aux aspirations légitimes des citoyens, dans le respect de leur dignité et au  ...»

“Mucho antes de que nosotros lo busquemos el Señor viene a nuestro encuentro para tendernos la mano”. Llamamiento del Papa por Siria y Libia a la hora del Ángelus

 
Pope Benedict XVI waves prior to delivering his Sunday Angelus prayer to pilgrims gathered in the courtyard of his summer residence of Castel Gandolfo, 40 km southeast of Rome, on August 7, 2011. Pope Benedict XVI urged the international community Sunday to 'revive' their search for a peace plan for Libya, saying force was not the answer.


Esta mañana al mediodía en la Villa Pontificia de Castel Gandolfo Su Santidad Benedicto XVI se asomó a la ventana para saludar a los miles de fieles congregados en el patio del Palacio Apostólico, la residencia de verano del Papa, para saludar a los fieles y hablarles y compartir sus reflexiones sobre la liturgia dominical:

Traducción de la alocución del Papa antes del rezo del Ángelus

Queridos hermanos y hermanas:

En el Evangelio de este domingo, encontramos a Jesús que, habiéndose retirado al monte, ora por toda la noche. El Señor, alejado de la gente y de los discípulos, manifiesta su intimidad con el Padre y la necesidad de rezar en soledad, al resguardo de la multitud del mundo. Pero este alejarse, no debe ser entendido como un desinterés hacia las personas o como un abandono de los Apóstoles. Por el contrario –narra san Mateo - apremió a  ...»

Preocupado com a crescente violência na Síria e o arrastar-se de uma intervenção militar na Líbia que nada resolveu, Bento XVI pede diálogo a bem da reconciliação e à paz

 

(07/08/11)

Pôr termo à violência e procurar a reconciliação e a paz através de um diálogo construtivo: esta a viva exortação do Papa relativamente à Síria e à Líbia, neste domingo ao meio-dia, em Castelgandolfo, depois da recitação do Angelus.

“Sigo com viva preocupação os dramáticos  ...»


Na audiência geral o convite do Papa a dedicar tempo á leitura da Bíblia




(3/8/2011) O Papa propôs hoje aos católicos que façam uma leitura continuada da Bíblia durante as férias, desde os livros mais pequenos, como os de Tobias, Ester ou Rute, às “obras-primas” como Job, Qohélet ou Cântico dos Cânticos.
Na primeira audiência geral depois de uma pausa durante o mês de julho, Bento XVI sugeriu que os fiéis  ...»

BREVE ESTUDO CRÍTICO DA NOVA ORDENAÇÃO DA MISSA :A Instrução, que constitui a introdução do novo Ordo da Missa, usa muitos nomes diferentes para a Missa, tais como: - Acção de Cristo e do Povo de Deus. - Comunhão do Senhor ou Missa - Banquete Pascal - Participação Comum na Mesa do Senhor - Prece Eucarística - Liturgia da Palavra e Liturgia da Eucaristia -Etc.

  Todas estas expressões são aceitáveis quando usadas relativamente, mas quando usadas separadamente e de forma absoluta, como o são aqui, elas devem ser completamente rejeitadas.É óbvio que a Novus Ordo enfatiza obsessivamente “ceia” e “memória”, ao invés da renovação (não sangrenta) do Sacrifício da Cruz. Mesmo a frase que na Instrução descreve a Missa como “o memorial da Paixão e Ressurreição”, é inexata.


 http://conciliovaticano2.files.wordpress.com/2010/04/paulo-vi.jpg
O Breve Exame Crítico
BREVE ESTUDO CRÍTICO DA NOVA ORDENAÇÃO DA MISSA
5 de junho de 1969
Um grupo de teólogos romanos
Capítulo II

            Comecemos com a definição da Missa. No artigo 7 da Instrução Geral que precede a Nova Ordenação da Missa, sob o titulo “A estrutura da Missa”, encontramos a seguinte definição:

A Ceia dominical é a assembléia sagrada ou congregação do povo de Deus, reunindo-se sob a presidência do sacerdote, para celebrar a memória de Nosso Senhor (3). Por esta razão, a promessa de Cristo se aplica de forma suprema para uma reunião local da Igreja: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles.” (Mt. 18:20) (4)

             Desta forma, a definição da Missa é reduzida a uma “ceia”, um termo que a Instrução Geral repete constantemente (nos números 8, 48, 55, 56 da Institutio). A Instrução mais adiante caracteriza esta “ceia” como uma assembléia, presidida por um padre e celebrada como o “memorial do Senhor” para recordar o que Ele fez na quinta-feira Santa.

Nada disso implica por mais mínimo que seja nem a Presença Real, nem a realidade do Sacrifício, nem a função sacramental do padre que consagra, nem o valor intrínseco do Sacrifício Eucarístico, independente da presença da “assembléia” (6)

           Em uma palavra, a definição dada pela Instrução não implica nenhum dos valores dogmáticos que são essenciais à Missa e os quais, tomados em conjunto, fornecem a sua verdadeira definição. A omissão, num tal lugar, desses dados dogmáticos, não pode ser senão voluntária. Semelhante omissão voluntária significa que já se consideram como obsoletos, e equivale, ao menos na prática, a negá-los. (7)

A segunda parte do artigo 7 torna ainda pior este já sério equívoco. Ela afirma que se aplica de forma suprema a esta assembléia a promessa de Cristo: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles”. Assim, a Instrução coloca a promessa de Cristo -que se refere somente à Sua presença espiritual através da graça-, no mesmo nível qualitativo, -a não ser por uma maior intensidade-, da Sua presença real, física e substancial, própria ao Sacramento da Eucaristia.

 O próximo artigo da Instrução divide a Missa em uma “Liturgia da Palavra” e uma “Liturgia da Eucaristia”, e acrescenta que a “mesa da Palavra de Deus” e a “mesa do Corpo de Cristo” são preparadas na Missa para que os fiéis possam receber “instrução e alimento”. Como veremos mais tarde, esta afirmação une de forma imprópria e ilegítima as duas partes da Missa, como se elas possuíssem o mesmo valor simbólico.

         A Instrução, que constitui a introdução do novo Ordo da Missa, usa muitos nomes diferentes para a Missa, tais como:

 - Acção de Cristo e do Povo de Deus.

- Comunhão do Senhor ou Missa

- Banquete Pascal

- Participação Comum na Mesa do Senhor

- Prece Eucarística

- Liturgia da Palavra e Liturgia da Eucaristia

-Etc.

Todas estas expressões são aceitáveis quando usadas relativamente, mas quando usadas separadamente e de forma absoluta, como o são aqui, elas devem ser completamente rejeitadas.

 É óbvio que a Novus Ordo enfatiza obsessivamente “ceia” e “memória”, ao invés da renovação (não sangrenta) do Sacrifício da Cruz. Mesmo a frase que na Instrução descreve a Missa como “o memorial da Paixão e Ressurreição”, é inexata.

            A Missa é o memorial do único sacrifício, redentor em si mesmo, enquanto que a Ressurreição é o fruto que se segue deste sacrifício (8). Veremos mais tarde como, -e com que coerência sistemática-, tais equívocos são repetidos e reiterados, tanto na fórmula para a consagração quanto através da Novus Ordo como um todo.

EL DIAGNÓSTICO ELABORADO POR EL CARDENAL GIUSEPPE SIRI (1906-1989) SIGUE VIGENTE:l.- LA OPINIÓN SUSTITUYE A LA VERDAD

 

Lo más grave es que hay una técnica para sustituir la verdad por la opinión. Esa técnica existe y es socorridísima: basta dar una ojeada a la actual producción religiosa, literaria, filosófica. Se trata de expresar opiniones tan cautelosamente formuladas, que es imposible saber cuál es la tesis del autor; o mejor aún: se yuxtaponen unas a otras, como si fueran mutuamente compatibles, doctrinas que son entre sí contradictorias.



l.- LA OPINIÓN
SUSTITUYE A LA VERDAD

La primera y fundamental doctrina del poder de este mundo es la afirmación: la verdad no existe. Ya decía San Agustín que la diferencia entre la ciudad del mundo y la ciudad de Dios se finca en que la primera tiene mil opiniones, y la segunda, una sola verdad. La diferencia capital entre las dos ciudades, no versa, por tanto, sobre el contenido, sino sobre la misma existencia de la verdad. Basta recordar el dramático diálogo entre Jesús y Pilatos.

Lo más grave es que hay una técnica para sustituir la verdad por la opinión. Esa técnica existe y es socorridísima: basta dar una ojeada a la actual producción religiosa, literaria, filosófica. Se trata de expresar opiniones tan cautelosamente formuladas, que es imposible saber cuál es la tesis del autor; o mejor aún: se yuxtaponen unas a otras, como si fueran mutuamente compatibles, doctrinas que son entre sí contradictorias.Continua a leer...

Fr U.M. Lang on Cardinal Giuseppe Siri: The Splendour of Liturgical Ceremonial and its Relationship to the Faith .Cardinal Siri insisted the supernatural character of the sacred liturgy, because the celebration of the sacraments is intimately linked to divine revelation.

In keeping with the encyclical Mediator Dei of Pius XII and the Constitution Sacrosanctum Concilium, Siri stressed that the liturgy is the action of Christ the High Priest (...) Therefore "the divine liturgy is stimulus, source, and cause of the supernatural spirit and life" in the soul of the faithful. The worship of God is "the prime act to which men are bound (...) and the prime ordinary instrument for the salvation of souls (...) with the divine liturgy, especially if understood and followed, everything is sanctified and elevated." "Solemnity – he said in 1981 - wants to realize the great even in the small, the decorous in the miserable, the harmonious even in the storm, dignity even in the humble." Solemnity is also the foundation of sacred art and sacred music."For the Church the liturgy was its breath, for the Church the liturgy achieved the great spiritual unity, within it the adopted children of God felt united and connected." In its action of adoration and praise to God, the Church is joined with the communion of saints, celebrating the heavenly liturgy in the presence of God. Participation in the choir of the Heavenly Jerusalem is manifested especially in the Divine office, which was always very dear to Siri. The cardinal archbishop of Genoa considered the celebration of vespers an element of the sanctification of the Lord's Day and the celebrations of the liturgical year, encouraging the faithful to participate.

by Shawn Tribe
The following article was written by Fr. Uwe Michael Lang for the Vatican paper, L'Osservatore Romano, and was originally published in Italian.

These excerpts from that original piece came via the Italian blog, Tu es Petrus and are presented here in an NLM translation.

(Giuseppe Cardinal Siri)


The Splendour of the Ceremonial helps show forth the Truth
12 September 2008
by Fr. Uwe Michael Lang


To understand the thinking and action of Cardinal Giuseppe Siri upon the sacred liturgy, one must return to his years of training as a seminarian and as a young priest in Genoa . In the first half of the twentieth century, the metropolis of Liguria emerged as an important centre for the Liturgical Movement. In 1903, Archbishop Edoardo Pulciano in Genoa began teaching liturgy as a separate discipline. In 1914, there was founded the "Liturgical Review" (Rivista Liturgica), a joint project of the abbeys of Finalpia in Savonese, and Praglia. The presentation of the new journal stated its purpose was to study and explain the sacred liturgy to both the clergy and faithful as "public worship that the Church makes to God. Contine to read...

Card.Siri concepiva la liturgia come l’espressione visibile della fede (…) Per il cardinale l’importanza del culto non può essere sovrastimata, perché esso “rappresenta per la maggior parte degli uomini nella gran parte della vita la principale sorgente, spesso l’unica, della fede conservata, della grazia di Dio, della speranza eterna”, come osserva in una lettera pastorale al clero dell’arcidiocesi nel 1977. Quindi la ”custodia dell’ortodossia della fede implica l’accurata custodia dell’ortodossia nella liturgia”.

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Lo splendore del rito aiuta a vedere la verità

di Uwe Michael Lang
Per comprendere il pensiero e l’azione del cardinale Giuseppe Siri nell’ambito della sacra liturgia bisogna riandare ai suoi anni di formazione come seminarista e come giovane sacerdote a Genova. Nella prima metà del Novecento la metropoli della Liguria emerse come importante centro di movimento liturgico. Nel 1903 l’arcivescovo Edoardo Pulciano iniziò nel seminario genovese l’insegnamento di liturgia come disciplina distinta da quella delle rubriche. Nel 1914 venne fondata la “Rivista Liturgica”, un progetto congiunto delle abbazie di Finalpia, nel savonese, e di Praglia. Nella presentazione della nuova rivista si indicava come scopo quello di studiare e spiegare sia al clero sia ai fedeli la sacra liturgia, quale “culto pubblico che la Chiesa a rende a Dio”.Continua a leggere...

PADRE PIO- O FILME COMPLETO

Desacralización y secularización

 
Presentamos un extracto de la obra El Caballo de Troya en la Ciudad de Dios del famoso filósofo católico Dietrich von Hildebrand, del que ya hemos puesto algunos textos y al que Pío XII llamó «el Doctor del siglo XX en la Iglesia»
«Ahora nos referimos aquí a aquellos teólogos y demás que se oponen a la secularización, al relativismo y al naturalismo, pero que por un desprevenido optimismo están en peligro de ignorar y sucumbir ante los peligros de nuestro tiempo. No cabe duda de que aquí actúan algunas tendencias inconscientes. La legítima antipatía a todo esoterismo, a toda condescendencia paternalista hacia los laicos (especialmente si los laicos pertenecen a las clases más humildes), ha conducido en muchísimos casos a una desgraciada alianza con el ídolo de la igualdad que trata de destruir todas las estructuras jerárquicas. En su temor hacia el esoterismo o “prelatismo”, muchos sacerdotes consideran hoy día los rasgos culturales más valiosos de la Iglesia (como la atmósfera sacral de la liturgia) como un afán esotérico de retirarse del hombre sencillo. Están olfateando en todas partes menosprecio hacia el hombre de la calle, aristrocratismo anticristiano. Y, hasta cierto punto, extienden sus sospechas hasta la estructura jerárquica en general. Esta antipatía hacia el pontificalismo tiende a hacerles ciegos ante el grave peligro de indulgencia consigo mismos, y ciegos -sobre todo- ante el proceso de desacralización que caracteriza a nuestro mundo moderno. Parece que no se dan cuenta de la elemental importancia de lo sagrado en la religión. Y, así, embotan el sentido de lo sagrado y con ello minan y socavan la verdadera religión. Su enfoque “democrático” les hace menospreciar el hecho de que en todos los hombres que tienen anhelo de Dios hay también anhelo de lo sagrado y un sentido de diferencia entre lo sagrado y lo profano. El obrero o el campesino tienen este sentido, exactamente igual que el intelectual. Si el individuo es católico, deseará hallar en la Iglesia una atmósfera sagrada. Y esto seguirá siendo verdad, trátese o no de un mundo urbano e industrial. El individuo será capaz de distinguir entre el “arriba” esotérico y el “arriba” divino. No se sentirá oprimido, ni mucho menos, por el hecho de que Dios esté infinitamente sobre él, de que Cristo sea el Dios-hombre. Mira gozosamente a la Iglesia con su autoridad divina. Espera que todo sacerdote, como representante de la Iglesia, irradie una atmósfera distinta que la del laico de la calle.
Muchos sacerdotes creen que el reemplazar la atmósfera sagrada que reina, por ejemplo, en los maravillosos templos de la Edad Media o del barroco, en los que se celebraba la misa en latín, por una atmósfera profana, funcionalista, neutra y monótona, ha de capacitar a la Iglesia para encontrarse en amor con el hombre sencillo. Pero esto es un error fundamental. Será algo que no llene los más profundos anhelos de ese hombre. Le ofrecerá piedras, en vez de pan. Esos sacerdotes, en lugar de combatir la irreverencia (que se haya hoy tan difundida), contribuyen de hecho a difundirla más. (…)
La experiencia dirá a todo el que tenga ojos para ver y oídos para oír que un solo sacerdote santo atrae más almas para Cristo, especialmente entre las “personas sencillas”, que los que tratan de acercarse más al pueblo, adoptando una actitud que carezca del sello de su oficio sagrado. Michel de Saint Pierre ha presentado admirablemente esta realidad en su novela Los nuevos curas. Esos sacerdotes no hablan a lo más hondo del hombre. (…) Hablan tan sólo a un estrato superficial y secular del hombre. Podrán tener éxitos momentáneos, atrayendo más gente a la iglesia, incrementando la actividad parroquial. Pero no lograrán que la gente se acerque más a Cristo. Ni saciarán su profunda sed de Dios y de paz: de esa paz que el mundo no puede dar, de esa paz que sólo Cristo puede dar. Y el kairós nos llama a atraer personas hacia Cristo, no simplemente hacia la parroquia.»

http://misagregorianagrancanaria.wordpress.com/2010/09/08/desacralizacion-y-secularizacion-ii/

Desacralización y secularización : La gran crisis que sufre la Iglesia es que las cosas que son sagradas en sí mismas no son percibidas como tal por los fieles -y, en algunos casos, por la propia jerarquía-, esto es, se han profanizado en muchas mentes. Esto significa que se ha perdido de vista su carácter divino; por tanto, se ven como cosa humanas y como tal se tratan. Uno de los orígenes de este gravísimo mal está en no revestir, adornar y/o presentar las cosas sagradas con la solemnidad debida. Un sacerdote sin hábito talar, la carencia de solemnidad en la Santa Misa, la ausencia de genuflexiones al pasar delante del Santísimo Sacramento, etc. lleva necesariamente a una profanización de las cosas sagradas en la mente de las personas, con el resultado de la pérdida de la práctica religiosa y, en muchos casos, de la misma fe.



Hemos realizado un pequeño ensayo para analizar, desde una perspectiva sociológica, una de las causas del descenso de la práctica religiosa así como de la secularización creciente de la sociedad. Este estudio se basa en el interaccionismo simbólico.
Interaccionismo simbólico
La teoría del interaccionismo simbólico afirma que los seres humanos actuamos con las cosas y las personas en función de los significados que les atribuimos. Una misma mujer puede ser madre, hija, esposa, funcionaria, policía, etc. y nuestro comportamiento variará respecto cada caso. Así pues, nos comportamos con las cosas en función del significado que tenga para nosotros. Esto es de gran importancia en el ámbito de la Iglesia, pues las cosas propias de la Iglesia son sagradas, es decir, tienen carácter divino: la doctrina que enseña la Iglesia es la doctrina de Jesucristo, verdadero Dios y verdadero Hombre; los sacramentos fueron instituidos por Cristo y mediante ellos suministra su gracia; la misma Iglesia fue fundada jerárquicamente por Nuestro Señor y Él es su cabeza.
La gran crisis que sufre la Iglesia es que las cosas que son sagradas en sí mismas no son percibidas como tal por los fieles -y, en algunos casos, por la propia jerarquía-, esto es, se han profanizado en muchas mentes. Esto significa que se ha perdido de vista su carácter divino; por tanto, se ven como cosa humanas y como tal se tratan. Uno de los orígenes de este gravísimo mal está en no revestir, adornar y/o presentar las cosas sagradas con la solemnidad debida. Un sacerdote sin hábito talar, la carencia de solemnidad en la Santa Misa, la ausencia de genuflexiones al pasar delante del Santísimo Sacramento, etc. lleva necesariamente a una profanización de las cosas sagradas en la mente de las personas, con el resultado de la pérdida de la práctica religiosa y, en muchos casos, de la misma fe.
Por otro lado, la teoría del interaccionismo simbólico afirma que los significados con los que interactuamos con las cosas no son individuales sino sociales; se aprenden por la interacción social y el conjunto de significados compartidos forman la cultura. Resulta claro que la pérdida de la concepción de lo sagrado dentro de la propia Iglesia, que lleva a la pérdida de la práctica religiosa, se transmite al exterior, favoreciendo el crecimiento de una sociedad y una cultura completamente profana, naturalista, que deriva rápidamente hacia formas de neopaganismo, neopanteísmo, espiritualidad new age, etc.Contina a ler...

Rito Bracarense em Fátima

Colocamos à vossa disponibilidade algumas fotografias da Santa Missa celebrada segundo o rito Bracarense. Esta celebração decorreu hoje, dia 26 de Julho, em Fátima. Esperemos poder em breve facultar-vos trechos de vídeo da Missa, assim como a entrevista com o Pe. Joseph Santos.
 

sábado, 6 de agosto de 2011

# Nos hacemos eco de la iniciativa del Cardenal de ... # A Posição de Bento XVI Sobre a Liturgia Tradiciona... # Introdução ao espírito da liturgia por Mons. Guido... # La verdadera reforma de Benedicto XVI según el Car... # Benedict XVI and liturgical reform Dom Alcuin Reid... # SERMONES ESCOGIDOS DEL SANTO CURA DE ARS - LA SANT... # On July 31, 2011, a Solemn Pontifical Mass in the ...

 

▼  07/31 - 08/07 (39)

Nos hacemos eco de la iniciativa del Cardenal de Colombo -agosto. Como preparación a esa convocatoria ha enviado una valiosa y exhaustiva carta pastoral a sus diocesanos de la que recomendamos su lectura íntegra y de la que hemos extraído algunos fragmentos:

Nos hacemos eco de la iniciativa del   Cardenal de Colombo -Sri Lanka- , Mons. Malcolm Ranjith, de convocar a toda su archidiócesis a celebrar un Año Eucarístico que dará comienzo el próximo 29 de agosto. Como preparación a esa convocatoria ha enviado una valiosa y exhaustiva carta pastoral a sus diocesanos de la que recomendamos su lectura íntegra y de la que hemos extraído algunos fragmentos:
Por encima de todo, está presente en nuestra mente que ésta es una iniciativa espiritual, y que debe ser aceptada y comprendida como tal. Por esto, desde el principio, apelo a todos los sacerdotes, religiosos y laicos para pedirles que recen todos los días pidiendo el Don del Espíritu Santo, de modo que podamos permitir al Espíritu de Dios que nos conduzca y guíe nuestro camino a través de este recorrido espiritual. Cuando y donde sea posible, animo al ayuno y a la penitencia, que son fuentes probadas de fortaleza espiritual, de modo que recordemos siempre el poder purificador y reconciliador de la Pasión de nuestro Señor. Los sacerdotes, religiosos y laicos están invitados a rezar en grupos y en la presencia de la Santísima Eucaristía, en los encuentros por decanatos o en otros ejercicios espirituales.
(…)

También deseo subrayar el valor del Sacramento de la Reconciliación, porque es importante que recibamos al Señor frecuentemente y en estado de gracia. Animo al uso intenso y frecuente de este gran sacramento de sanación, que nos abre a la amorosa y vivificante Misericordia de Dios.
(…)
2.1 El punto principal de referencia en todo lo relativo a las celebraciones litúrgicas dentro de la arquidiócesis de Colombo es “El Guardián Litúrgico”, que ya ha sido enviado a los sacerdotes de la arquidiócesis, y que a partir del 29 de agosto del 2010 llegará a todos los otros sacerdotes. Pido que fielmente acaten lo que allí está estipulado sin intentar implementar visiones u opiniones personales. Aquellos que desean hacer las cosas según su voluntad, hacen dioses de sí mismos, y eso es auto-idolatría. Durante este Año nos concentraremos muy especialmente en la eliminación de todas las prácticas erróneas en lo referente a la celebración de la Santísima Eucaristía, los Sacramentos y la Liturgia de las Horas. También llamo la atención en lo relativo a la renovación y construcción de iglesias: necesita hacerse en conformidad con las guías establecidas en “El Guardián”. En orden a profundizar nuestra comprensión de la Eucaristía deseo apelar a todos los párrocos, titulares de instituciones, rectores de escuelas, superiores de casas religiosas, para que organicen sesiones de formación litúrgica sobre la Eucaristía, los Sacramentos y la Liturgia de las Horas. Presten especial atención a la formación de los lectores, los coristas, y los organistas, sin descuidar los demás ministerios.Continua a leer...

A Posição de Bento XVI Sobre a Liturgia Tradicional e a Liturgia Moderna:A publicação do missal de Paulo VI, com a proibição quase na totalidade do missal precedente, se deu após uma fase de transição de cerca de seis meses. O fato de, após um período de experimentações que muitas vezes tinham transfigurado profundamente a liturgia, tornamos a dispor de um texto litúrgico vinculativo. Era sem dúvida um acontecimento de louvar. Mas causou-me espanto a proibição do missal precedente, uma vez que nunca se tinha verificado nada semelhante na história da liturgia. Foi dada a impressão de que tudo aquilo era normal. O missal anterior foi editado por Pio V em 1570, no seguimento do Concílio de Trento; por conseguinte, era normal que, quatrocentos anos mais tarde e após um novo Concílio, um novo Papa publicasse um novo missal. Mas a verdade histórica é porém outra.


http://www.fssp.org/album/VS1990W/13a%20entree.jpg
Quem percorrer a autobiografia do Papa Bento XVI, chamada “Minha Vida”, irá encontrar a resposta para um tema que suscita uma dúvida comum a muitos: - O que pensa o Papa Bento XVI sobre o Missal Novo e o Missal Tridentino? O Papa quando ainda era Pe. Joseph Ratzinger foi perito no Vaticano II de forma que seu testemunho é ocular, portanto, insuspeito.

A Honestidade Intelectual

Por dever preciso afirmar que o Papa Bento XVI não faz uma opção por modernistas e tradicionalistas, mas coloca os debates sob um ângulo que desmonta muitos argumentos, e tenta afastar a avalanche de opiniões de egos inflamados por simples opiniões ou de quem tenta, a todo custo, salvar a própria opinião. Por isso, será impossível para qualquer um dizer que ele se omite sobre esta questão tão importante para a saúde da fé. Também deixamos claro, e quem ler verá, que ele saudou o projeto do Missal de Paulo VI, no entanto, se mostrou extremamente preocupado como a reforma litúrgica ocorreu e como foi implementada, e mais, teceu comentários significativos sobre a revogação do Missal Tradicional, revogação esta que ele não era à favor, pois ele queria um Novo Missal Tridentino reformulado e não um Nova Missa totalmente editada num Novo Missal. Era a favor de retoques no Missal Tridentino, mas, quem no Concílio, até mesmo entre os tradicionalistas, não era? Ninguém descartou tal possibilidade, até mesmo Dom Marcel Lefebvre. A conclusão de Bento XVI foi clara: - o Missal Novo rompeu com a Tradição.Continua a ler...

Introdução ao espírito da liturgia por Mons. Guido Marini : Por outro lado, actualmente é mais do que necessário falar sobre o espírito da liturgia, especialmente para nós membros do sacerdócio sagrado. Mais ainda, há uma necessidade urgente de reafirmar o “autêntico” espírito da liturgia, tal como está presente na tradição ininterrupta da Igreja e atestado, em continuidade com o passado, nos ensinamentos mais recentes do Magistério: desde o Concílio Vaticano II até o presente pontificado. Uso a propósito a palavra “continuidade”, uma palavra muito querida pelo nosso actual Santo Padre. Ele tem feito desta palavra o único critério fidedigno pelo qual alguém pode interpretar correctamente a vida da Igreja, e mais especificamente, os documentos conciliares, incluindo todas as reformas propostas contidas ali. E como poderia ser diferente?

Cidade do Vaticano, 6 de janeiro de 2010
Uma Conferência para o Ano Sacerdotal
por Mons. Guido Marini,
Mestre de Cerimônias das Celebrações Litúrgicas do Papa

Tradução: Fabiano Rollim
Proponho focar em alguns aspectos ligados ao espírito da liturgia e refletir sobre eles convosco; na verdade, pretendo abordar um aspecto que vai exigir bastante de mim. Não apenas porque é uma tarefa exigente e complexa falar sobre o espírito da liturgia, mas também porque muitas obras importantes sobre este assunto já foram escritas por autores de alto calibre inquestionável em teologia e liturgia. Penso em duas pessoas em particular dentre muitos: Romano Guardini e o Cardeal Joseph Ratzinger.
Por outro lado, actualmente é mais do que necessário falar sobre o espírito da liturgia, especialmente para nós membros do sacerdócio sagrado. Mais ainda, há uma necessidade urgente de reafirmar o “autêntico” espírito da liturgia, tal como está presente na tradição ininterrupta da Igreja e atestado, em continuidade com o passado, nos ensinamentos mais recentes do Magistério: desde o Concílio Vaticano II até o presente pontificado. Uso a propósito a palavra “continuidade”, uma palavra muito querida pelo nosso actual Santo Padre. Ele tem feito desta palavra o único critério fidedigno pelo qual alguém pode interpretar correctamente a vida da Igreja, e mais especificamente, os documentos conciliares, incluindo todas as reformas propostas contidas ali. E como poderia ser diferente? Poderia alguém falar de uma Igreja do passado e de uma Igreja do futuro como se alguma ruptura histórica no corpo da Igreja tivesse ocorrido? Poderia alguém dizer que a Esposa de Cristo viveu sem a assistência do Espírito Santo em algum período particular do passado, de maneira que sua memória devesse ser apagada, esquecida propositalmente?
Mesmo assim parece às vezes que alguns indivíduos são verdadeiramente partidários de certa forma de pensar que pode se definir justa e propriamente como uma ideologia, ou melhor, uma noção preconcebida aplicada à história da Igreja que não tem nada a ver com a verdadeira fé.Continua a ler...