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sábado, 29 de janeiro de 2011

Um outro olhar sobre os três anos do motu proprio.

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Carta 13 – 15 janeiro 2011
Desde o Verão que numerosos balanços foram propostos acerca dos primeiros três anos de aplicação do motu proprio Summorum Pontificum. De facto, na carta que acompanhou o MP, o Santo Padre convidava os bispos de todo o mundo «a elaborar para a Santa Sé um relatório sobre as vossas experiências, três anos depois da entrada em vigor deste Motu Proprio». Assim, por exemplo, é com este espírito que a Federação Internacional Una Voce apresentou recentemente o seu terceiro relatório anual às autoridades romanas.

Apoiando-se sobre o trabalho realizado no Verão passado pela nossa edição francesa, no início deste ano de 2011, a Paix Liturgique propõe-vos um estudo dos números relativos a estes três anos em que vimos a liturgia tradicional fazer o seu regresso à vida da Igreja universal. Deixando de lado a questão das celebrações recusadas aos fiéis, que muito frequentemente tem sido polémica, optámos por não considerar senão as missas efectivamente celebradas de acordo com o motu proprio Summorm Pontificum.
O nosso estudo versa sobre perto de 30 países de entre aqueles onde o catolicismo se encontra mais implantado. Não se trata de uma simples contagem, mas de uma classificação das celebrações na forma extraordinária do rito romano de acordo com o respectivo horário e regularidade. De certo modo, trata-se de um balanço qualitativo mundial da aplicação do motu proprio de 7 de Julho de 2007.
O ponto de referência escolhido é a missa dominical semanal celebrada em horário de tipo familiar. Pois, para que a missa seja o coração da vida dos fiéis, carece que eles possam assistir à mesma juntos. É por isso que, não obstante as diferenças culturais de país para país, decidimos considerar a faixa horária das 9h às 12h como o horário familiar “universal”.