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quarta-feira, 27 de junho de 2012

O sacrifício da Santa Missa tem por sacerdote o próprio Jesus Cristo.

Missa da Epifania na Basílica de São Pedro celebrada neste ano de 2011.

Depois de dizer que o Sacrifício da Missa é o mesmo Sacrifício da Cruz, e não uma cópia, era de imaginar que não se poderia encontrar prerrogativa melhor. O que o torna entretanto, mais sublime é o fato de ter como sacerdote o próprio Deus feito homem.
Três coisas, certamente, são para considerar no santo Sacrifício: o Sacerdote que oferece, Vítima oferecida e a Majestade divina, a quem se oferece. Ora, três considerações: o Sacerdote, que oferece, é um Homem-Deus, Jesus Cristo: a Vítima é a vida de um Deus; e não se oferece a outrem senão Deus.
Reanimai, portanto, a nossa fé, e reconhecei no padre, que celebra, a pessoa adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo. É Ele o principal oferente, não só porque instituiu este Santo Sacrifício, e lhe dá, por seus méritos, a eficácia, mas porque se digna, em cada Santa Missa e para nosso benefício mudar o pão e o vinho em seu santíssimo Corpo e preciosíssimo Sangue.
Eis porque a maior excelência da Santa Missa consiste em ter por Sacerdote um Deus feito Homem. E quando virdes o celebrante no altar, sabei que sua maior dignidade é ser o ministro deste Sacerdote invisível e eterno que é nosso Redentor.
Daí vem que o Sacrifício não deixa de ser agradável a Deus, ainda que o padre celebrante seja um pecador, visto que o principal oferente é Cristo Nosso Senhor, e o padre seu simples representante.

Do mesmo modo, aquele que dá esmola pela mão dum servidor, é verdadeiramente o principal autor do benefício, e ainda que o servo fosse um celerado, se o patrão é um justo, a esmola é santa e é meritória.
Bendito seja Deus que nos deu um Sacerdote infinitamente santo, a própria Santidade, o qual oferece ao Pai Eterno este divino Sacrifício, não só em todo lugar, pois hoje a fé está difundida em toda a parte, mas também em todo o tempo, todos os dias e mesmo a toda hora, graças a Deus, o sol se levanta para outras regiões, quando para nós desaparece. A toda hora, portanto, em qualquer parte da terra, este Santíssimo Sacerdote oferece seu Corpo, seu Sangue, todo o Ser ao Pai, por nós, e o faz tantas vezes quantas Missas se celebram em todo o Universo.
Que tesouro imenso! Que mina de inestimável riquezas possuímos na Igreja de Deus! Felizes de nós, se pudéssemos assistir devotamente a todas as Missas! Que capital de méritos amontoaríamos! Que abundância de graças nesta vida, e que grau de glória na outra nos proporcionaria a devota e amorosa assistência a tantas Santas Missas!
Missa celebrada pelo então Cardeal Albert Ranjith,
na capela do seminário da FSSP na Baviera.

Mas que digo? Assistência? Os que assistem à Santa Missa não fazem apenas o ofício de assistentes, mas também o de celebrantes e pode-se chamá-los sacerdotes: Feciste nos Deo nostro regnum et sacerdotes (Ap 5, 10). O sacerdote que oficia é como um ministro público da Igreja inteira, é o mediador de todos os fiéis, e especialmente daqueles que participam da Santa Missa, junto do Sacerdote invisível que é Jesus. Com Cristo, ele oferece ao Eterno Pai, em seu Nome e em nome de todos, o resgate precioso de Redenção dos homens. Não está, porém, sozinho nesta Santa função.
Todos os que assiste à Santa Missa, concorrem com ele no oferecimento do Sacrifício. Assim, voltado para os fiéis, o sacerdote diz: Orate, fratres, ut meum ac vestrum sacrificium acceptabile fiat: "Orai, meus Irmãos, para que o meu sacrifício, que é também o vosso, seja agradável a Deus".
Basílica de São Pedro - Missa celebrada pelo Papa Pio XII.
Estas palavras, que o sacerdote profere, é para nos dar a entender que, conquanto desempenhe ele o papel de ministro principal, todos, que ali assistem, com ele oferecem a grande Vítima. Quando assistis à Santa Missa, fezes, portanto, de certo modo, o ofício de sacerdote.
Que dizeis agora? Ousaríeis ainda assistir à Santa Missa, sentados, tagarelando, olhando um e outro lado, e contentando-vos de recitar, bem ou mal, umas preces vocais, sem levar em conta o ofício de tanta responsabilidade que exerceis, o ofício de sacerdote?
Ah! Não posso evitar de exclamar aqui: Ó mundo insensato, que nada compreendeis de tão augustos mistério!
Como é possível permanecer ao pé dos altares com o espírito distraído e o coração dissipado, num momento em que os Anjos e os Santos se absorvem em admiração e temor à vista de tão maravilhosa obra!

Fonte: Texto de Leonardo de Porto-Maurício, OFM, no livro, "As excelências da Santa Missa", 1737.