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ABADIA DE NOSSA SENHORA DE FONTGOMBAULT  CELEBRA TODA A LITURGIA  NA REFORMA DO MISSAL FEITA POR SÃO JOÃO XXIII
EM 1962 E LIBERALIZADA POR SUA SANTIDADE BENTO XVI EM 7/7/2007 COM O MOTU PRÓPRIO "SUMMORUM PONTIFICUM".
ACTUALMENTE A COMUNIDADE CONTA COM CERCA DE 60 MONJES E FUNDOU MAIS OUTRAS 5 ABADIAS DE QUE ELA É A CASA-MÃE,
TODAS REZAM O BREVIÁRIO MONÁSTICO EM LATIM E A A SANTA MISSA É SEMPRE CELEBRADA NA FORMA EXTRAORDINÁRIA EM
FORMA SOLENE E CANTADA EM GREGORIANO.


  

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

JOVENS SACERDOTES PORTUGUESES RECEBIDOS POR SUA SANTIDADE BENTO XVI . DOM ROMAIN BANQUET : 3. - O ABADE

AUDIENCIA DEL PAPA EMÉRITO A JÓVENES SACERDOTES PORTUGUESES
 El Papa Emérito recibió en audiencia en el Monasterio Mater Ecclesiae  a un grupo de jóvenes sacerdotes portugueses. De igual modo pudieron participar con Benedicto XVI en el rezo de las Vísperas y escuchar una disertación.
Los sacerdotes cumplimentaron a Benedicto XVI con algunos regalos y le agradecieron vivamente la gran labor de su Pontificado.






Fuente: facebook Pe. Helder Ruivi

DOM ROMAIN BANQUET : 

3. - O ABADE

 

3. - O ABADE

São Bento escreveu em sua Regra: “CRÊ-SE QUE O ABADE OCUPA NO MOSTEIRO O LUGAR DE CRISTO, POIS QUE SE LHE DÁ SEU NOME: “ABBA”, QUER DIZER PAI.”[15] No pensamento de nosso Santo Legislador, o chefe da comunidade representa a divina paternidade do  Cristo Senhor e é investido dela. Os monges devem pois ver em seu Abade a realeza, o sacerdócio e a paternidade pastoral do Filho de Deus.”Quão grande é o Abade aos olhos da fé! “A autoridade é Deus.”
“Numa época e num país em que o princípio da autoridade está completamente abalado e quase derrubado, devemos a todo preço elevá-la entre nós e considerá-la, segundo a doutrina de nossos Padres e da Igreja, como a base mais indispensável e mais sagrada de nossa ordem social e de nossa santificação pessoal. Eis um princípio no qual não se toca jamais impunemente. Se a autoridade é abalada, por qualquer motivo que seja, a comunidade é abalada. O princípio da autoridade é fundamental.”
É necessário então habituar-se a ver Deus em seus superiores. “Os superiores são o sacramento da autoridade de Deus. Deve-se considerar a autoridade como o Santíssimo Sacramento:  “Fracto demum sacramento, ne vacilles, sed memento tantum esse sub fragmento quantum toto tegitur”. “Quando a hóstia é quebrada, não te perturbes. Lembra-te que Ele está tanto na parte como no todo”[16]. É necessário não se enganar sobre isso: na Igreja, a menor parcela de autoridade exercida por um superior de casa religiosa é a autoridade de Jesus Cristo Rei. É Ele.  Não é tal ou tal pessoa.  Daí vem o texto do Evangelho que São Bento cita no capítulo quinto da Regra[17], aplicando-o aos Superiores:  “Quem vos ouve, a mim ouve. Quem vos despreza, a mim despreza.”[18]
Como fazer na prática? - “Habituar-se a respeitar Nosso Senhor presente no Sacramento da autoridade, como se respeita Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. Durante ao menos quatro anos, no começo de minha vida religiosa, a cada manhã, durante a ação de graças, eu adorava a Deus na pessoa de meus superiores ao mesmo tempo que O adorava na Eucaristia. Isso me foi muito salutar.” - Mas se formos tentados a ver o homem em nosso superior? - “Na pessoa dos superiores só temos a considerar uma coisa:  a autoridade vinda de Deus através da Igreja.”
É necessário então estar sempre do lado da autoridade. - “Os membros da comunidade são mais ou menos religiosos na medida em que são mais ou menos intransigentes quando se trata de sustentar a autoridade.” - Não se tem às vezes boas razões para se afastar dela? “O religioso que se afasta da autoridade aproxima-se do demônio. Se numa comunidade, algumas almas se desviam da autoridade, tornam-se estranhas à autoridade, elas não o fazem nunca, nunca, impunemente. É um começo de suicídio; a alma mata, começa a matar sua vocação. O resultado é infalível. Quando a alma perde a fidelidade à autoridade, ela perde tudo.” - Por quê? - “A autoridade tem Deus em si. Quem está contra a autoridade está pois com Satanás. O senhor despreza seu Superior; não é tal homem que é desprezado, mas a autoridade de Nosso Senhor.”
E a comunidade fica dividida - “A autoridade é um bem comum. Devemos todos conservá-la, sem exceção. Se todos os indivíduos concorrem para manter a autoridade, eles firmam a comunidade.”
“A autoridade deve ser soberanamente respeitada. Tudo, na comunidade, deve ser sacrificado para mantê-la.”
Quais são as características da autoridade do Abade? - “Ela é pastoral, monárquica, paternal. Pastoral, pois que ela tem por finalidade dirigir as almas: “Pasce agnos meos, pasce oves meas”[19]. Monárquica, porque ela emana de Deus. Paternal, porque a autoridade de Deus é paternal e a da Igreja também. Tais são as três características sobre as quais repousa o estado religioso e toda comunidade religiosa.”
O Pe. Muard explica em suas Constituições que nada deve escapar à autoridade do Abade, porque ele é “a cabeça de um corpo do qual todos os irmãos são os membros. E como o próprio da cabeça no corpo humano é governar, conduzir, formar todos os movimentos e todas as ações, e que, tudo se referindo a ela, não se passa nada de que ela não seja a origem e o princípio, é necessário também, numa comunidade bem regrada, que tudo se faça pelas ordens e na dependência do Superior, que ele disponha de todas as coisas para a utilidade geral e o bem dos particulares, designando a cada um suas ocupações e seus exercícios, que ele dirija suas consciências, que ele regule sua piedade, e que não haja nada sobre o qual não se estenda sua vista e direção. É isso que pensava São Bento quando declarou que o superior deve ocupar o lugar de Cristo no mosteiro, que ele tem tudo à sua disposição e que não há nada que não esteja submisso às suas ordens.”[20] “...São Bento concebe e define o Abade como a alma, a vida, o centro, o árbitro e o motor da família monástica.”
Conseqüentemente ele está obrigado a residir sempre no mosteiro. - “E permanecendo no mosteiro, ele deve se mostrar sempre acessível; a fim de que a toda hora do dia e da noite as almas que lhe são confiadas possam abordá-lo sem temor algum, com a confiança de encontrar sempre uma acolhida paternal e atenciosa.”
Seus irmãos abrir-lhe-ão também com facilidade suas almas. “O Abade só terá sobre cada um deles conhecimentos conjeturais e incertos, observa o Pe. Muardse eles não tiverem o cuidado de lhe mostrar o fundo de seus corações, de lhe descobrir todos os movimentos e de lhe expor até suas menores dobras”. E ele estabelece que “todos os meses, os beneditinos darão conta ao Abade do estado de sua consciência, de sua mortificação, de seu trabalho intelectual e manual, do estado de sua saúde e das necessidades que eles possam ter.”[21] - “Não se verá nunca um monge sinceramente humilde e desejoso de adquirir a santidade que não seja fiel ao quinto grau da humildade assim como à constante direção.” - “O QUINTO GRAU DA HUMILDADE CONSISTE, diz São Bento, EM QUE POR UMA HUMILDE CONFIDÊNCIA NÃO SE ESCONDA A SEU ABADE NENHUM DOS MAUS PENSAMENTOS QUE SOBREVENHAM AO CORAÇÃO OU AS FALTAS COMETIDAS OCULTAMENTE”[22]A seu Abade? Por que não a um padre de fora? - “Quando se sente desejos de fazer a direção fora, arrisca-se muito a agir por amor próprio. Temos necessidade de nos conhecermos a nós mesmos e de sermos conhecidos pelas pessoas encarregadas de nos dirigir. E para ser conhecido, é necessário viver junto.”
É obrigatório dizer tudo na direção? - “Se uma falta é secreta, pode-se dizê-la ou não. Há inteira liberdade. O direito dos Superiores é de servi-lo. O senhor não querendo; eles não o servirão. O senhor não a diz, ninguém lhe perguntará a respeito. Se é de seu interesse ter uma grande abertura de coração, os Superiores devem ser também extremamente delicados e eles o são! Eles devem respeitar a sua liberdade, como o próprio Deus a respeita. Mas diga tudo, tudo, a seu Pai. Seja para com ele como uma criança ingênua e simples, e faça isso por espírito de fé, vendo nele a autoridade do próprio Deus. Torne-se perfeito na abertura de alma e na simplicidade infantil para com ele. É um ponto da mais alta importância e do qual depende em grande parte sua santificação. Deus o quer.” - Podemos ficar incomodados, intimidados - “Quando experimentamos timidez, é a nós que devemos acusar.” -Ele brigou comigo, e eu sou susceptível - “Quanto mais os homens estão errados, mais são susceptíveis... e menos eles são capazes de suportar a verdade acerca deles mesmos. É duro advertir surdos voluntários, mostrar a luz a cegos voluntários!” - Temos, entretanto, necessidade de sermos repreendidos - “Em todas as personalidades há remendos a fazer”. - O senhor vai até esse ponto, decididamente, com seus filhos? - “O costume foi mantido quase unanimemente de se poder dizer a cada um o que lhe convém sem rodeios, nem precauções. Isso é proveitoso para eles.”
De outra parte, a unidade de direção faz a unidade da comunidade - “Se todos os indivíduos passam pela mesma direção, eles terão uma mesma formação, e a comunidade inteira será encaminhada na via que lhe convém melhor. O quinto grau da humildade basta, através da direção, para inculcar a unidade na marcha da comunidade. É um princípio de coesão. É o vínculo de coesão da comunidade. Que pode afinal fazer uma comunidade na qual a direção espiritual está ausente ou se reduz a nada? É um corpo desprovido de coesão e de homogeneidade, privado do vínculo mais necessário que é o vínculo espiritual. Este se estabelece, se mantém e dá frutos suaves de união, de paz e de harmonia pela prática assídua do quinto grau.”
Como o Abade deve exercer sua autoridade? - “Nenhuma hesitação possível na escolha entre a autoridade exercida com vigor e a autoridade exercida com fraqueza. A fraqueza é um princípio de ruína para a comunidade. O vigor, um princípio de incômodo e de sofrimentos para algumas pessoas (de caráter delicado, sensível; de espírito difícil de governar), mas o conjunto da comunidade ganha com isso. Porque sendo fundamental o princípio da autoridade, à medida que ela é exercida, mesmo com uma nuance de energia um pouco acentuada demais, a marcha da comunidade se mantém. À frente de cada grupo de monges e de monjas, é necessário haver chefes que não temam fazer uso da autoridade, pois a autoridade não é deles, mas de Deus. São Bento acreditava em sua autoridade, dela se servia segundo as necessidades de seus discípulos.” - E Nosso Senhor? - “Nosso Senhor não instituiu o sistema de cautelas. Ele não poupou nada. Os Apóstolos seguiram suas pegadas. Eles não esconderam nada, não diminuíram nada, não atenuaram nada. Ora, veja o que aconteceu: o mundo foi convertido.”
“É, portanto, necessário haver chefes que conduzam o combate da mesma maneira que nosso bem-aventurado Pai; que saibam orientar o combate, orientar a comunidade, orientar cada cabeça da maneira mais direta em direção à finalidade única: conquistar a semelhança com Jesus Cristo, estabelecer o império da graça sobre a natureza, da humildade sobre o orgulho e o amor próprio, da mortificação e da penitência sobre a sensualidade.”

A DOUTRINA MONÁSTICA DE DOM ROMAIN BANQUET

A DOUTRINA MONÁSTICA
DE
DOM ROMAIN BANQUET
FUNDADOR E PRIMEIRO ABADE
DE EN-CALCAT
Tradução do original francês.

ÍNDICE

Livros católicos

Ebook cattolici

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Dizionari

Preghiera

Classici Cristiani

  • L'imitazione di Cristo di Tommaso da KempisEPUB MOBI HTML
  • L'imitazione di Maria di Edoardo CiccodicolaEPUB MOBI HTML
  • Trattato della vera devozione a Maria di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
  • Il segreto ammirabile del Santo Rosario di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
  • Il grande segreto per diventare santi di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
  • Le Glorie di Maria di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
  • Del Gran mezzo della preghiera di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
  • La necessità della preghiera di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
  • I racconti di un pellegrino russoEPUB MOBI HTML
  • Filotea di San Giovanni di SalesEPUB MOBI HTML
  • I fioretti di San FrancescoEPUB MOBI HTML
  • Storia di un anima di Santa Teresa di LisieuxEPUB MOBI HTML
  • Esercizi Spirituali di Sant'IgnazioEPUB MOBI HTML
  • Trattato della vita spirituale di San Vincenzo FerreriEPUB MOBI HTML
  • Il castello interiore di Santa Teresa d'AvilaEPUB MOBI HTML
  • La nuvoletta del Carmelo di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Maria Ausiliatrice col racconto di alcune grazie di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Maraviglie della Madre di Dio di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Specchio (o salutazione) della Beata Vergine Maria di Corrado da SassoniaEPUB MOBI HTML
  • E' Gesù che passa di San Josemaría Escrivá de BalaguerEPUB MOBI HTML
  • Opera Omnia - San Francesco d'AssisiEPUB MOBI HTML
  • Opera Omnia - Santa Chiara d'AssisiEPUB MOBI HTML
  • Meditazioni della Beata Madre Teresa di CalcuttaEPUB MOBI HTML
  • Madre Mia quanto sei bellaEPUB MOBI HTML
  • Con Maria la vita è bellaEPUB MOBI HTML
  • Con Maria verso GesùEPUB MOBI HTML
  • Il mio ideale Gesù figlio di Maria di p. Emilio NeubertEPUB MOBI HTML
  • L'anticristo di Vladimir Sergeevic SolovievEPUB MOBI HTML
  • Salita del Monte Carmelo di San Giovanni della CroceEPUB MOBI HTML
  • Maria e la sua armataEPUB MOBI HTML

Biografie di santi, Visioni, Profezie, Rivelazioni

  • La Misericordia Divina nella mia anima - Diario di Santa suor Faustina KowalskaEPUB MOBI HTML
  • L'Araldo del Divino Amore di Santa Gertrude di HelftaEPUB MOBI HTML
  • La vita di Maria della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
  • La Passione di Nostro Signore della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
  • Le visioni della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
  • La Mistica Città di Dio di Suor Maria d'AgredaEPUB MOBI HTML
  • I sogni di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
  • Vita di Santa Margherita Maria Alacoque (scritta da lei stessa)EPUB MOBI HTML
  • I primi nove venerdì del mese - la grande promessaEPUB MOBI HTML
  • Diario di Santa Gemma GalganiEPUB MOBI HTML
  • Il diario della Beata Elisabetta Canori MoraEPUB MOBI HTML
  • Il diario mistico di Camilla BraviEPUB MOBI HTML
  • Diario di Louise Marguerite Claret De La ToucheEPUB MOBI HTML
  • Il libro della Grazia speciale - Rivelazioni di Santa Metilde di HackebornEPUB MOBI HTML
  • Le Rivelazioni di Santa Brigida di SveziaEPUB MOBI HTML
  • Amore per amore: diario di Suor Maria Costanza del Sacro CostatoEPUB MOBI HTML
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  • Colui che parla dal fuoco - Suor Josefa MenendezEPUB MOBI HTML
  • Così lontani, così vicini - Gli angeli nella vita di Santa Gemma GalganiEPUB MOBI HTML
  • Cristo Gesù nella Beata Alexandrina da BalasarEPUB MOBI HTML
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