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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Regra do glorioso Patriarca São Bento

 
A Regra de São Bento
 
Regra do glorioso Patriarca São Bento

 
Tradução e Notas de Dom João Evangelista Enout, OSB.
  
Prólogo 
CAPÍTULO 1: Dos gêneros de monges 
CAPÍTULO 2 - Como deve ser o Abade 
CAPÍTULO 3 - Da convocação dos irmãos a conselho 
CAPÍTULO 4 - Quais são os instrumentos das boas obras 
CAPÍTULO 5 - Da obediência 
CAPÍTULO 6 - Do silêncio 
CAPÍTULO 7 - Da humildade 
CAPÍTULO 8 - Dos Ofícios Divinos durante a noite 
CAPÍTULO 9 - Quantos salmos devem ser ditos nas Horas noturnas 
CAPÍTULO 10 - Como será celebrado no verão o louvor divino 
CAPÍTULO 11 - Como serão celebradas as Vigílias aos domingos 
CAPÍTULO 12 - Como será realizada a solenidade das matinas 
CAPÍTULO 13 - Como serão realizadas as matinas em dia comum 
CAPÍTULO 14 - Como serão celebradas as Vigílias nos natalícios dos Santos 
CAPÍTULO 15 - Em quais épocas será dito o Aleluia 
CAPÍTULO 16 - Como serão celebrados os ofícios durante o dia 
CAPÍTULO 17 - Quantos salmos deverão ser cantados nessas mesmas horas 
CAPÍTULO 18 - Em que ordem os mesmos salmos devem ser ditos 
CAPÍTULO 19 - Da maneira de salmodiar 
CAPÍTULO 20 - Da reverência na oração 
CAPÍTULO 21 - Dos decanos do mosteiro 
CAPÍTULO 22 - Como devem dormir os monges 
CAPÍTULO 23 - Da excomunhão pelas faltas 
CAPÍTULO 24 - Qual deve ser o modo de proceder-se à excomunhão 
CAPÍTULO 25 - Das faltas mais graves 
CAPÍTULO 26 - Dos que sem autorização se juntam aos excomungados 
CAPÍTULO 27 - Como deve o Abade ser solícito para com os excomungados 
CAPÍTULO 28  - Daqueles que muitas vezes corrigidos não quiserem emendar-se 
CAPÍTULO 29 - Se devem ser novamente recebidos os irmãos que saem do mosteiro 
CAPÍTULO 30  - De que maneira serão corrigidos os de menor idade 
CAPÍTULO 31  - Como deve ser o Celeireiro do mosteiro 
CAPÍTULO 32 - Das ferramentas e objetos do mosteiro 
CAPÍTULO 33 - Se os monges devem possuir alguma coisa de próprio 
CAPÍTULO 34  -Se todos devem receber igualmente o necessário 
CAPÍTULO 35 - Dos semanários da cozinha 
CAPÍTULO 36 - Dos irmãos enfermos 
CAPÍTULO 37 - Dos velhos e das crianças 
CAPÍTULO 38 - Do leitor semanário 
CAPÍTULO 39 - Da medida da comida 
CAPÍTULO 40 - Da medida da bebida 
CAPÍTULO 41 - A que horas convém fazer as refeições 
CAPÍTULO 42 - Que ninguém fale depois das Completas 
CAPÍTULO 43 - Dos que chegam tarde ao Ofício Divino ou à mesa 
CAPÍTULO 44 - Como devem fazer satisfação os que tiverem sido excomungados 
CAPÍTULO 45  - Dos que erram no oratório 
CAPÍTULO 46 - Daqueles que cometem faltas em quaisquer outras coisas 
CAPÍTULO 47 - Como deve ser dado o sinal para o Ofício Divino 
CAPÍTULO 48 - Do trabalho manual cotidiano 
CAPÍTULO 49 - Da observância da Quaresma 
CAPÍTULO 50 - Dos irmãos que trabalham longe do oratório ou estão em viagem 
CAPÍTULO 51 - Dos irmãos que partem para não muito longe 
CAPÍTULO 52 - Do oratório do mosteiro 
CAPÍTULO 53 - Da recepção dos hóspedes 
CAPÍTULO 54 - Se o monge deve receber cartas ou qualquer outra coisa 
CAPÍTULO 55  - Do vestuário e do calçado dos irmãos 
CAPÍTULO 56 - Da mesa do Abade 
CAPÍTULO 57  - Dos artistas do mosteiro 
CAPÍTULO 58 - Da maneira de proceder à recepção dos irmãos 
CAPÍTULO 59 - Dos filhos dos nobres ou dos pobres que são oferecidos 
CAPÍTULO 60 - Dos sacerdotes que, porventura, quiserem habitar no mosteiro 
CAPÍTULO 61 - Dos monges peregrinos como devem ser recebidos 
CAPÍTULO 62 - Dos sacerdotes do mosteiro 
CAPÍTULO 63 - Da ordem na comunidade 
CAPÍTULO 64 - Da ordenação do Abade 
CAPÍTULO 65 - Do Prior do mosteiro 
CAPÍTULO 66 - Dos porteiros do mosteiro 
CAPÍTULO 67 - Dos irmãos mandados em viagem 
CAPÍTULO 68 - Se são ordenadas a um irmão coisas impossíveis 
CAPÍTULO 69  - No mosteiro não presuma um defender o outro 
CAPÍTULO 70 - Não presuma alguém bater em outrem a próprio arbítrio 
CAPÍTULO 71 - Que sejam obedientes uns aos outros 
CAPÍTULO 72 - Do bom zelo que os monges devem ter 
CAPÍTULO 73 - De que nem toda a observância da justiça se acha estabelecida nesta Regra