NOVO MOVIMENTO LITÚRGICO MISSA GREGORIANA EM PORTUGAL      http://3.bp.blogspot.com/-W-4uVf9h5Xc/Tc_Gol9vCwI/AAAAAAAAR_o/WN-tod4VGV0/s1600/brandmuller%2Bxi.JPG

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Triunfo e honra da Igreja, como previsto em La Salette ‒ Beata Elizabeth Canori Mora

 

Décadas antes de La Salette, Deus anunciava grandes castigos ‒ Beata Elizabeth Canori Mora 1

Óleo da Beata no fim da vida

A aparição de La Salette ocupa um lugar central dentro de uma série de advertências e anúncios divinos através de intermediários privilegiados por Nossa Senhora e Seu Divino Filho.

Mas, nem todos esses avisos são bem conhecidos no Brasil. Entre os menos conhecidos estão as visões da Bem-aventurada Elizabeth Canori Mora (1774-1825).

A Bem-aventurada Elizabeth escreveu-as de próprio punho em centenas de páginas dirigidas a seu confessor. Os manuscritos se encontram hoje zelosamente custodiados no arquivo dos padres trinitários, em San Carlino, Roma (Trata-se do manuscrito MS —132).

Algumas circunstâncias dispuseram que uma cópia de primeira mão chegasse até nós, permitindo-nos compulsar fólio por fólio.

Em 1996 a Libreria Editrice Vaticana, com o Imprimatur da diocese de Roma, editou tais escritos na íntegra, seguindo a ortografia e gramática italiana hodierna, com louvável adequação e respeito do original (La mia vita nel Cuore della Trinità — Diario della Beata Elisabetta Canori Mora, sposa e madre, Libreria Editrice Vaticana, 1996, 765 pp. Imprimatur do Vicariato de Roma, Pe. Luigi Moretti, secretário-geral, 31-8-1995).

O texto completo do Diário está disponível na Internet em Intratext, na língua italiana original.

Esses manuscritos podem assombrar a mais de um fiel pouco precavido.

O censor teológico, que em 5-11-1900 emitiu sábio e nobre juízo, isentando-os de erro, sentiu a necessidade de desfazer as objeções que se poderiam levantar contra as revelações mais surpreendentes da Bem-aventurada, hoje cultuada nos altares.

Juízo do censor eclesiástico sobre os escritos da Bem-aventurada Elizabeth

Em 5-11-1900, o censor eclesiástico encarregado pela Santa Sé para examinar os manuscritos da Bem-aventurada Elizabeth Canori Mora emitiu juízo formal, no qual afirma:
“Em todos os escritos da referida Serva de Deus Elizabeth Canori Mora não há nada contrário à fé e aos bons costumes, como também não se encontra nenhuma doutrina inovadora ou peregrina, ou alheia ao modo de sentir comum e consuetudinário de Nossa Santa Madre Igreja”.

Ele, entretanto, observa que se poderiam apresentar objeções quanto a “certas visões e revelações que se referem especialmente a prelados maiores e menores de Roma, nas quais aparecem descritos com cores bastante carregadas e com proporções que pareceriam próprias a escandalizar os fiéis, e às quais pareceria convir a qualificação de mal soantes ou ofensivas aos ouvidos pios”.

Para afastar essa eventual objeção, o censor eclesiástico esclarece, entre outras coisas, que
Manuscritos originais, igreja de San Carlino, Roma
“lamentações deste gênero, expressas por vezes com linguagem ainda mais vibrante, não são absolutamente nenhuma novidade nos escritos dos Servos de Deus, para os quais, se era doloroso ver a corrupção no povo, muito mais o era ter que deplorá-la nos ministros do santuário”.

Após explicar como seria árduo tentar provar serem falsas as visões da Beata Elizabeth, e como não seria difícil mostrar serem autênticas, conclui:
“As palavras da Serva de Deus, antes que mal soantes ou ofensivas aos ouvidos pios, devem ser consideradas muito úteis, especialmente aos sacerdotes que as leiam”.

O zeloso censor exprimiu também o desejo de que “a autobiografia da nossa Venerável Serva de Deus possa ver a luz, apenas seja possível e conveniente”, pois estas páginas “a muitas almas bem dispostas, e não dadas a desprezar as maravilhas de Deus nos seus santos, não deixarão de ser igualmente proveitosas”. (Sacra Rituum Congregatione, Beatificationis et canonizationis Ven. Servae Dei Elisabeth Canori Mora. Prima positio super virtutibus, Ex Typographia Pontificia in Instituto Pii IX, Roma, 1914. Iudicium Censoris Theologi super scriptis Ven. Servae Dei Elisabeth Canori Mora).

Breves dados biográficos da Bem-aventurada Elizabeth

Elizabeth Canori é filha de Tomás Canori, grande proprietário de terras romano, e de Teresa Primoli, aristocrática dama da Cidade dos Papas.

Após receber esmerada educação familiar, desposou um jovem advogado, Cristoforo Mora, filho de um rico médico da mesma Roma, em 10-1-1796. Do casal nasceram quatro filhas, duas das quais morreram com pouca idade.
Retrato com 22 anos

Tudo augurava ao novo matrimônio um brilhante futuro. Mas a tragédia veio logo.

O marido entregou-se à crápula, arruinou a família e abandonou o lar, seduzido por uma mulher de má vida. Foi preso pela polícia pontifícia, primeiro num cárcere, depois num convento. Jurou mudar de vida, mas após retornar ao seu lar, tentou repetidas vezes assassinar sua esposa Elizabeth.

Ela foi de uma fidelidade heróica, oferecendo pelo marido enormes sacrifícios. E profetizou que ele acabaria morrendo sacerdote.

Assim foi. Após o falecimento da Bem-aventurada, em 5-2-1825, Cristoforo caiu em si e fez-se religioso, levando exemplar vida de penitência. Foi ordenado sacerdote e morreu rodeado de grande consideração.

Quando abandonada pelo esposo, incompreendida pelos familiares, Elizabeth teria caído na miséria se benfeitores compassivos não a tivessem auxiliado.

Entre eles encontravam-se Prelados romanos, que narraram ao Papa Pio VII os seus méritos. O Pontífice, beneficiado pelas orações e sacrifícios dela, concedeu privilégios pouco comuns à capela privada da sua humilde casa.

Sua causa de beatificação foi introduzida em 1874, durante o pontificado do Bem-aventurado Pio IX. Pio XI aprovou o decreto de heroicidade de virtudes em 1928, tendo sido Elizabeth Canori Mora beatificada em 24-4-1994 por João Paulo II.

Praça de São Pedro no dia da beatifição
Deus desvenda a gravidade do pecado

Em Fátima, Nossa Senhora foi preparando aos poucos os três pastorinhos para se abrirem à revelação da imensidade do pecado cometido pela humanidade e à amplidão da penitência que vinha pedir.

De modo análogo, agiu Deus em relação à Bem-aventurada Elizabeth. No Natal de 1813, ela foi arrebatada a um local inundado de luz, onde inúmeros santos rodeavam um humilde presépio. Nele, o Menino Jesus chamava-a docemente. A própria Elizabeth descreve sem preocupações literárias a surpresa que teve:

“Só de pensar, me causa horror. [...] Vi o meu amado Jesus recém-nascido banhado no seu próprio sangue [...], nesse momento compreendi por via intelectual qual era a razão de tanto derramamento de sangue do Divino Infante apenas nascido. [...] A má conduta de muitos sacerdotes seculares e regulares, de muitas religiosas que não se comportam segundo o seu estado, a má educação que é dada aos filhos por parte dos pais e mães, como também por aqueles a quem incumbe uma obrigação similar. Estas são as pessoas por cujo bom exemplo deve aumentar o espírito do Senhor no coração dos outros. Mas eles, pelo contrário, apenas nasce [o espírito de Nosso Senhor] no coração das crianças, fazem-lhe uma perseguição mortal com sua má conduta e maus ensinamentos.”
Assinatura da Beata Isabel com nome de terciaria

Deus revela a extensão atingida pelo pecado ‒ Beata Elizabeth Canori Mora 2

Beata Elizabeth Canori Mora no fim da vida
Continuação do post anterior

A partir da primeira visão mencionada no post anterior, Deus foi-lhe revelando o lamentável agir de certos setores eclesiásticos que atraíam a cólera divina, acumpliciados com a Revolução que derrubava tronos e seculares costumes cristãos na ordem temporal.

Tais visões patenteiam, três décadas antes de La Salette e um século antes das revelações na Cova da Iria, que o mal já se infiltrara na Igreja e na sociedade civil.



Antevisões dos castigos vaticinados em La Salette e Fátima ‒ Beata Elizabeth Canori Mora 3

Continuação do post anterior

O véu que envolve os castigos anunciados em 1846 e em 1917, de alguma maneira foi levantado para a Bem-aventurada Elizabeth. O que ela viu fornece-nos subsídios para entender melhor o que Nossa Senhora previu depois na montanha de La Salette e na Cova da Iria.

Com efeito, em 7-6-1815 Deus mostrou-lhe, mais uma vez, a punição que atraíam sobre a humanidade esses “lobos rapaces sob pele de ovelha, [...] acérrimos perseguidores de Jesus Crucificado e de Sua esposa a Santa Igreja”.

“Parecia-me — escreveu — ver todo o mundo em convulsão, especialmente a cidade de Roma. [...] O que dizer do Sacro Colégio? Por causa da variedade de opiniões, uns tinham sido dispersados, outros abatidos, outros desapiedadamente assassinados. De modo similar eram tratados o clero secular e a nobreza. O clero regular não sofria a dispersão total, mas era dizimado. Inumeráveis eram os homens de toda condição que pereciam nesse massacre, mas nem todos se condenavam. Muitos eram homens de bons costumes, e muitos outros de santa vida”.

Igreja de San Carlino, altar das reliquias da Beata Elisabeth, Roma
Na festa de São Pedro e São Paulo, 29-6-1820, a Bem-aventurada contemplou profeticamente o Príncipe dos Apóstolos descendo dos Céus revestido dos paramentos pontificais e rodeado por uma legião de anjos.

Com o seu báculo, traçou sobre a Terra uma vastíssima cruz, e aos quatro lados dela fez aparecer quatro árvores verdejantes, também com forma de cruz, envoltas numa luz brilhantíssima.

Sob essas árvores-cruzes ficavam “refugiados e livres do tremendo castigo” todos os bons fiéis, religiosos e religiosas.

“Mas, ai daqueles religiosos e religiosas inobservantes que desprezaram as santas Regras, ai!, ai! porque todos perecerão sob o terrível flagelo. E digo isto de todos [...] que se entregam à libertinagem e vão atrás das falsas máximas da reprovável filosofia de hoje”.

Tão graves ameaças talvez pudessem parecer exageradas nos tempos da Bem-aventurada Elizabeth, em que, malgrado o avanço da Revolução anticristã, encontravam-se na Igreja numerosos santos e almas de virtude insigne.

Assim, tais palavras parecem ditadas mais para este nosso triste início do século XXI. Quem, a rigor, sem auxílio de luzes proféticas, poderia imaginar que a crise na Igreja chegaria ao ponto que atingiu em nossos dias?

À vista disto, compreende-se que Deus tenha querido manifestar especialmente Sua cólera e indignação à Bem-aventurada Elizabeth. Mas, infelizmente, tudo indica que, como em Fátima, a mensagem divina transmitida pela Bem-aventurada não foi levada devidamente em consideração.

Vingança divina contra os inimigos da Igreja

Prosseguindo a narrativa da visão, ela relata que São Pedro voltou para o Céu. Então, na Terra “o firmamento ficou coberto de uma cor azul tenebrosa, que só de ver causava terror. Um vento caliginoso fazia sentir seu sopro impetuoso por toda parte. Com um veemente e tétrico silvo uivando no ar, como feroz leão com seu assustador rugido, fazia ressoar sobre toda a Terra o seu horripilante eco.

“O terror e o espanto porão todos os homens e todos os animais em um estado de supremo pavor, todo o mundo estará em convulsão e matar-se-ão uns aos outros, trucidar-se-ão mutuamente sem piedade. No tempo da sanguinária pugna, a mão vingadora de Deus pesará sobre esses infelizes, e com a sua onipotência castigará o orgulho, a temeridade e a desavergonhada ousadia deles; Deus servir-se-á das potências das trevas para exterminar esses homens sectários, iníquos e criminosos que pretendem derribar, erradicar a Igreja Católica, nossa Santa Mãe, pelas suas raízes mais fundas e jogá-la por terra [...].

A beata Isabel tinha grande devoção a este Nazareno
“Deus rir-se-á deles e da sua maldade, e com um só aceno da sua mão direita onipotente punirá esses iníquos, permitindo às potestades das trevas saírem do inferno; e estas grandes legiões de demônios percorrerão o mundo todo, e por meio de grandes ruínas executarão as ordens da Divina Justiça, à qual estes malignos espíritos estão submetidos, de maneira que não poderão fazer nem mais nem menos dano do que permitirá Deus aos homens, aos seus bens, às suas famílias, às suas infelizes aldeias, cidades, casas e palácios, e qualquer outra coisa que subsistirá sobre a Terra [...].

“Deus permitirá que esses homens iníquos sejam castigados através da crueldade de demônios ferozes, porque se submeteram voluntariamente à potestade do demônio e confederaram-se com ele para causar dano à Santa Igreja Católica. [...] Foi-me mostrado o horrendo cárcere infernal. Eu via abrir-se na maior profundidade da terra uma caverna tenebrosa e espantosa, cheia de fogo, de onde via sair muitos demônios, os quais, tomando uns uma figura e outros outra, uns de animal, outros de homem, vinham todos infestar o mundo e fazer por todas partes malefícios e ruínas [...]. Devastarão todos os locais onde Deus tem sido e é ultrajado, profanado, sacrilegamente tratado, onde se tem praticado a idolatria. Todos esses locais serão demolidos, arruinados, e perder-se-á todo vestígio deles”.
Continuação do post anterior

A Beata Elisabeth menina
As semelhanças com os trágicos anúncios de Nossa Senhora em La Salette e Fátima estendem-se além dos castigos.

Ante o olhar da Bem-aventurada, Deus expôs em muitas ocasiões uma maravilhosa restauração futura da Igreja. Essas revelações ilustram magnificamente aspectos do que há de ser o triunfo do Imaculado Coração de Maria.

Na mesma visão de 29-6-1820, após as purificadoras punições descritas, a Beata Elizabeth viu São Pedro retornar do Céu num majestoso trono pontifical.

Logo a seguir, desceu com grande pompa o Apóstolo São Paulo.

Ele “percorria todo o mundo e algemava aqueles malignos espíritos infernais, e os conduzia diante do Santo Apóstolo São Pedro, o qual, com uma ordem cheia de autoridade, voltava a confiná-los nas tenebrosas cavernas das quais tinham saído [...]. Nesse momento viu-se aparecer sobre a terra um belo resplendor, que anunciava a reconciliação de Deus com os homens”.

São Paulo
A pequena grei dos católicos fiéis, refugiada sob as árvores com forma de Cruz, foi então conduzida aos pés do trono de São Pedro.

“O santo escolheu o novo Pontífice — acrescenta a vidente —, toda a Igreja foi reordenada segundo os verdadeiros ditames do Santo Evangelho; foram restabelecidas as ordens religiosas, e todas as casas dos cristãos tornaram-se outras tantas casas penetradas de religião; tão grande era o fervor e o zelo pela glória de Deus, que tudo era ordenado em função do amor de Deus e do próximo. Desta maneira tomou corpo num momento o triunfo, a glória e a honra da Igreja Católica: Ela era aclamada por todos, estimada por todos, venerada por todos, todos decidiram segui-la, reconhecendo o Vigário de Cristo, o Sumo Pontífice”.

A restauração da Igreja e as “cinco heresias que infeccionam o mundo”

Disse-lhe Nosso Senhor em inícios de 1821:
“Eu reformarei meu povo e a minha Igreja. Mandarei sacerdotes zelosos para pregar minha Fé, formarei um novo apostolado, enviarei o Divino Espírito Santo a renovar a Terra. Reformarei as ordens religiosas por meio de novos reformadores santos e doutos. Todos possuirão o espírito de meu dileto filho Inácio de Loyola. Darei um novo Pastor à minha Igreja, douto, santo, repleto do meu Espírito. Com santo zelo reformará a grei de Jesus Cristo”.

Urna com os restos da Beata, igreja de San Carlino, Roma
E acrescenta:
“Ele me fez conhecer muitas outras coisas concernentes a esta reforma. Vários soberanos sustentarão a Igreja Católica e serão verdadeiros católicos, depositando seus cetros e coroas aos pés do Santo Padre, Vigário de Jesus Cristo. Vários reinos abandonarão os seus erros e voltarão ao seio da Fé católica. Povos inteiros converter-se-ão e reconhecerão como religião verdadeira a Fé de Jesus Cristo”.

Deus lhe fez ver várias vezes uma esplendorosa nave nova, símbolo da Igreja restaurada, que estava sendo armada pelos anjos.

Também, em 10-1-1824, mostrou-lhe o principal obstáculo para a conclusão dessa nave. Ela viu cinco árvores de desmesurado tamanho:
“Observei que essas cinco árvores com suas raízes alimentavam e produziam um emaranhadíssimo bosque de milhões de plantas estéreis e selváticas”.

Deus lhe fez entender que essas cinco enigmáticas árvores simbolizavam “as cinco heresias que infeccionam o mundo nos nossos tempos”.

Falsas máximas e os erros espalhados pela Rússia e pelo modernismo

Em 22-1-1824, a Bem-aventurada Elizabeth conheceu que aquele bosque amaldiçoado representava um número incontável de almas, as quais,
Objetos pessoais da Bem-aventurada
“porque têm consciência depravada, podem ser chamadas de sem-fé, sem-religião, porque pensam em tudo, menos naquilo que todo bom católico é obrigado a pensar, porque fazem tudo, menos aquilo que devem fazer. [...] Estas míseras plantas são tidas pelo divino Senhor não somente em conta de estéreis, mas de nocivas e péssimas, que merecem ser jogadas no fogo eterno”.

A vidente ouviu que as cinco aludidas heresias se identificavam com as “falsas máximas da filosofia de nosso tempo”. Máximas essas que, segundo ela, estavam no cerne dos movimentos revolucionários da sua época, inspirados no espírito e nas doutrinas da Revolução Francesa. Tais máximas orientavam a conjuração que subvertia a Igreja e a ordem sócio-política.

Apresenta-se ainda aqui mais uma relação com a mensagem de Fátima. Pois nesta, Nossa Senhora apontou a difusão dos erros da Rússia — isto é, o comunismo — como um dos castigos que viriam se o mundo não se emendasse.

Ora, os erros comunistas — inclusive nas formulações mais atualizadas da chamada Internacional Rebelde22, analisada em vários artigos desta revista — são conseqüência necessária e direta das “falsas máximas” que a Bem-aventurada. Elizabeth apontou insistentemente como cerne do processo de subversão do orbe católico.

Podemos, pois, ver nessas imagens e expressões uma alusão à Revolução anticristã, tão sábia e penetrantemente denunciada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em suas obras.

Antiga gravura, com hábito de terceira trinitária
A Bem-aventurada Elizabeth fechou os olhos para esta Terra em 5-2-1825, quase um século antes da gloriosa manifestação de Nossa Senhora em Fátima.

Entretanto, suas visões e revelações — das quais demos aqui apenas algumas amostras — parecem destinadas especialmente para o conhecimento de nossos contemporâneos.

Elas patenteiam o grandioso desígnio divino que sobrepaira a História. Pois mostram que o plano do Reino de Maria — como profetizado em Fátima — é como um imenso palácio que a Divina Providência vem preparando há séculos. E cujo acabamento ultrapassará toda especulação humana.

Por tudo isso, as visões e revelações da Bem-aventurada Elizabeth Canori Mora reforçam ainda mais a idéia da centralidade da mensagem de Fátima e a certeza do cumprimento o anúncio de Nossa Senhora em La Salette de um triunfo vindouro da Igreja, confirmado posteriormente aos três pastorinhos em 1917: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”

http://aparicaodelasalette.blogspot.com/2011/09/triunfo-e-honra-da-igreja-como-previsto.html

BXVI’s school of prayer: God is always near

 http://setoranapolis.freetzi.com/wp-content/uploads/2011/08/papa-bento-xvi-320x220.jpg

“God is always near - even in difficulties, problems, in the darkness of life – He listens, responds and saves us in His own way. But we must be able to recognize His presence and accept His ways”, said Pope Benedict XVI Wednesday as he introduced Psalm no 3, also known as the Psalm of David as the subject of this his seventh general audience dedicated to the Christians school of prayer.

To the joy of 20 thousand visitors and pilgrims to the Vatican, the Pope returned to St Peter’s square for his weekly catechesis, for the first time since the July break and the August sessions held in the cooler courtyard of his summer residence in the Roman hills. A gentle breeze brought some relief to those gathered in a stiflingly humid stone square beneath a hot midday sun, but even the unusually warm  ...»

Papa la audienţa generală în Piaţa Sfântul Petru îndeamnă la învingerea ispitei îndoielii: Dumnezeu ascultă strigătul celui asuprit şi-l salvează pe cel zbuciumat sufleteşte şi în durere




(RV - 7 septembrie 2011) Papa a reluat miercuri audienţele generale în Piaţa San Pietro revenind la ciclul de cateheze despre rugăciune început la 4 mai. Dimineaţa aceasta a început meditaţiile despre unii Psalmi, care, cum anunţase în luna iunie, formează “cartea de rugăciune” prin excelenţă. Primul asupra căruia s-a oprit “este un Psalm  ...»

Benedikt XVI.: „Das Entscheidende am Gebet: Den Glauben nicht zertrampeln lassen, im Vertrauen an Gott bleiben.“




Es war die erste Generalaudienz nach den Sommerferien, die wieder auf dem Petersplatz in Rom stattfand. Bei strahlendem Sonnenschein und unter vielen vor allem lateinamerikanischen Klängen empfing der Papst wieder tausende von Gläubigen. In seiner Katechese setzte Benedikt XVI. seine Reihe über das Beten fort. War er vor dem Sommer vor allem auf alttestamentliche Gestalten eingegangen, befasste er sich an diesem Mittwoch mit „dem Gebetbuch schlechthin“ der Bibel, dem Buch der Psalmen, genauer: Psalm 3, gleichzeitig ein Hilferuf und Ausdruck des Vertrauens in Gott:

„Nach der Überlieferung soll Hintergrund dieses Psalms die Flucht Davids vor seinem Sohn Abschalom sein, als dieser den Königsthron an sich reißen wollte. Der Psalmist klagt über die große Gefahr und die Überzahl der Feinde. Er steht allein gegenüber einer großen  ...»

Le Seigneur protège celui qui se confie en lui.

 http://aeiou.caras.pt/users/0/15/bento-xvi-e6bb.jpg

Dieu entend le cri des opprimés. Il est toujours aux cotés de ceux qui souffrent. Benoît XVI l’a affirmé ce mercredi matin à l’audience générale. La rencontre hebdomadaire s’est déroulée sur la place Saint-Pierre de Rome. Le Pape qui séjourne pendant l’été à la résidence de Castel Gandolfo a fait l’aller-retour en hélicoptère. Cette semaine, il a consacré sa mé  ...»

Él escucha, responde y salva

 http://byebyeserra.files.wordpress.com/2010/06/papa-bento-xvi-chapeuvermelho.jpg

El Santo Padre Benedicto XVI partió esta mañana en helicóptero desde las Villas Pontificias de Castelfandolfo, donde transcurre el período de verano, con destino a la Ciudad del Vaticano para celebrar a las 10,30 la acostumbrada audiencia semanal, ante la presencia de varios miles de fieles y peregrinos de numerosos países.

A mediodía, en el estudio del Aula Pablo VI, el Papa recibió en audiencia al Sr. Michael Spindelegger,  ...»

Papa inicia catequeses sobre os Salmos, «livro de oração por excelência». «Entrelaçar do grito humano e resposta divina» é a «chave de leitura» da relação entre Deus e o ser humano




(7/9/2011) Nesta quarta feira Bento XVI deixou a residência pontifícia de Castelgandolfo para a audiência geral que teve lugar ao ar livre na Praça de S. Pedro, no Vaticano. No final da audiência, o Papa regressou de helicóptero a Castel Gandolfo.
Bento XVI inaugurou uma série de catequeses dedicadas aos Salmos, livro bíblico “de oração  ...»

Il Papa: La preghiera esprime la certezza di una presenza divina già sperimentata e creduta, che nella risposta salvifica di Dio si manifesta in pienezza. Questo è rilevante: che nella nostra preghiera sia importante, presente, la certezza della presenza di Dio. Così, il Salmista, che si sente assediato dalla morte, confessa la sua fede nel Dio della vita che, come scudo, lo avvolge all’intorno con una protezione invulnerabile; chi pensava di essere ormai perduto può sollevare il capo, perché il Signore lo salva; l’orante, minacciato e schernito, è nella gloria, perché Dio è la sua gloria

http://www.gilmarcardoso.com/wp-content/uploads/2011/08/bento_XVI.jpg

http://magisterobenedettoxvi.blogspot.com/2011/09/il-papa-la-preghiera-esprime-la.html

IV Aniversário do Summorum Pontificum: "Universae Ecclesiae"

Santa Missa Gregoriana
Na sexta-feira, dia 13 de Maio de 2011, aniversário da aparição de Nossa Senhora em Fátima, a Santa Sé publicou a tão esperada instrução relativa à aplicação do motu proprio Summorum Pontificum. Com o título de “Universae Ecclesiae”, este texto traz a data de 30 de Abril, dia da festa de São Pio V segundo o novo calendário. A esta ditosa dupla proteção vem ainda juntar-se o fato de que o texto foi tornado público no preciso momento em que em Roma se abria o terceiro colóquio sobre o motu proprio, acerca do qual se pode agora dizer ser claramente o colóquio oficial da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei. Se Roma escolheu tão cuidadosamente a data para a apresentação desta instrução, fê-lo muito simplesmente para assim lhe dar o maior eco possível, como o confirma o espaço que lhe dedicou o Osservatore Romano.

Já ninguém pode fingir que ignora este fato: a liturgia tradicional da Igreja é “um tesouro a ser conservado preciosamente” (art. 8º) oferecido “a todos os fiéis” e não apenas aos que estão ligados ao usus antiquor.


 
Visto em:http://caius-santachiesa.blogspot.com/

Forma Extraordinaria en Málaga

 

Fotografías de la Santa Misa con el Misal del Beato Juan XXIII, celebrada en la Parroquia de los Santos Mártires Ciriaco y Paula, en Málaga, España, el pasado 5 de septiembre, fiesta de San Lorenzo Justiniano, Obispo. Oficia el párroco, don Federico Cortés Jiménez.



Su Eminencia el Cardinal Castrillón Hoyos ha celebrado en Schleiz, Alemania, el matrimonio entre la Princesa Begnina Reuss y el noble español Oscar de Ascoz y Planes, Caballero de la Orden de Malta. La Misa Pontifical ha sido oficiada con la Forma Extraordinaria del Rito Romano.

El pasado 3 de septiembre, Su Eminencia el Cardinal Castrillón Hoyos ha celebrado en Schleiz, Alemania, el matrimonio entre la Princesa Begnina Reuss y el noble español Oscar de Ascoz y Planes, Caballero de la Orden de Malta. La Misa Pontifical ha sido oficiada con la Forma Extraordinaria del Rito Romano. El presbítero asistente fue el reverendo Gerald Goesche, del Instituto de San Felipe Neri, y el diácono el padre Lang, CO. 




 
isto em:http://accionliturgica.blogspot.com/

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Upcoming Conference: “For the Whole Church: Looking Forward with Summorum Pontificum”


Perspectives on the Traditional Liturgy and Catholic Culture in the wake of the Instruction “Universae Ecclesiae” and on the Fourth Anniversary of the Motu Proprio “Summorum Pontificum”
The four years that have elapsed since the effective date of Summorum Pontificum have witnessed an amazing flowering of the Traditional liturgy in this country.  While still encountering many obstacles, the Traditional Liturgy continues to acquire new supporters and new homes – often in what previously were thought to be the most inhospitable places.  And every Catholic must ask: what does  this liturgical ferment mean for the Christian life in the contemporary world?  The Society of St. Hugh of Cluny is organizing this conference to take stock of  these developments and to provide a broader context for what we have experienced. We will hear extraordinary speakers who, each in a very different way, will provide insights on the political, legal and spiritual dimensions of  living Traditional Catholicism today.  We also hope that this will be an opportunity for us to get to know each other better and to lay the foundations for continued fruitful cooperation in the work of restoring Christendom. 
The conference will take place in the church and church hall of St. Mary’s Parish, Norwalk CT.  Directions.  Parking is available.
Friday, September 23:
 7:30 PM Vespers
8:30 PM Introductory Presentation: Father Richard Cipolla
Refreshments will be served.
Saturday, September 24:
9:00 AM EF mass in St. Mary Church
10:45 AM: Introduction
11: AM Prof. Luc Perrin (University of Strasbourg, France) “Catholic Traditionalism from a French Perspective”
12: Lunch
1:15 Lorenz Jaeger (Frankfurter Allgemeine Zeitung, Germany). Dr. Jaeger will read selections from his “Exerzitien” (Spiritual Exercises - Dr. Jaeger’s series of articles in the FAZ.)
2:15 Fr. Ignacio Barreiro (Director of Rome Office of Human Life International; Acting President of HLI 2010-2011): ” Legal Aspects of Universae Ecclesiae ”
3;30: Closing Panel/ Summary
Registration fee (payable at the conference): $20
For further information contact:  mailto:contact@sthughofcluny.org

Homilía: Cristo, Sacerdote y Víctima por el Beato John Henry Cardenal Newman







por el Beato John Henry Cardenal Newman

Hallándose en la condición de hombre se humilló a sí mismo,
haciéndose obediente hasta la muerte, y muerte de Cruz.
Fil. II:8



Aquel que se humilló de tal modo―haciéndose hombre primero, luego muriendo, y eso sobre la vergonzosa y agonizante cruz―fue el mismo que desde toda la eternidad, “siendo su naturaleza la de Dios” era “igual a Dios”, tal como lo declara el Apóstol en el versículo precedente. “En el principio era el Verbo, y el Verbo estaba con Dios, y el Verbo era Dios; Él era en el principio, junto a Dios” (Jn. I:1,2); así habla San Juan, un segundo testigo de la misma gran y tremenda verdad. Y él también añade, “Y el Verbo se hizo carne y habitó entre nosotros” (I:14). Y sobre el final de su evangelio, como sabemos, nos suministra una relación de la muerte de Nuestro Señor sobre la cruz.

Nos aproximamos a ese día, el más sagrado de todos, cuando conmemoramos la pasión y muerte de Cristo. Tratemos de fijar nuestras mentes sobre este pensamiento tan grande. Intentemos también, lo que es tan difícil, dejar de lado otros pensamientos, despejar nuestras mentes de cosas transitorias, temporales y mundanas, y ocupémonos exclusivamente de contemplar al Sacerdote Eterno y su sacrificio único y perenne―ese sacrificio que, aunque completado de una vez y para siempre en el Calvario, sin embargo permanece siempre y que con su poder y gracia podamos tenerlo siempre presente, puesto que en todo tiempo debe ser conmemorado con gratitud y reverente temor, bien que ahora más especialmente, cuando llega el tiempo del año en que sucedió. Contemplemos a Aquel que fue levantado para atraernos hacia Sí; y que merced a que fuimos atraídos hacia Él, resultemos atraídos los unos hacia los otros, de tal modo que podamos comprender y sentir que nos ha redimido a cada uno de nosotros y a todos, y recordemos que a menos que nos amemos, en verdad no podemos amar a Quién dio su vida por nosotros.

Por tanto, con la esperanza de sugerir algunos pensamientos graves para la semana que empieza con este día, haré algunas observaciones que sugiere el texto acerca de aquel acontecimiento tan terrible y a la vez tan gozoso, como lo es la pasión y muerte de Nuestro Señor. 

Y en primer lugar, no debería hacer falta decirlo, aunque a lo mejor sí lo es de tan obvio que resulta (pues a veces se dan por sobreentendidas ciertas nociones que así nunca llegan a ser conocidas por quiénes las ignoran), como digo, en primer lugar, siempre deberá recordarse que la muerte de Cristo no constituyó un mero martirio. Mártir es uno que muere por la Iglesia, que es muerto por predicar y sostener la verdad. En verdad, Cristo fue muerto por predicar el Evangelio; y con todo no fue un mero mártir, sino mucho más que eso. Si hubiese sido un hombre solamente, bien podríamos llamarlo mártir, pero no era un hombre solamente, de modo que no es un mero mártir El hombre muere como un mártir, pero el Hijo de Dios muere como sacrificio reparador.Leer más...

In uscita gli atti del convegno su "Il Concilio Vaticano II: un concilio pastorale". Roma, dicembre 2010

P. Stefano M. Manelli - P. Serafino M. Lanzetta (a cura di), Concilio Ecumenico Vaticano II, un concilio pastorale. Analisi storico-filosofico-teologica, Casa Mariana Editrice, Frigento 2011, pp. 368: ISBN 9788890561122, euro 30,00.




Il Concilio Vaticano II fu il 21° concilio ecumenico della Chiesa cattolica. Giovanni XXIII nel discorso di apertura dell’11 ottobre 1962, Gaudet Mater Ecclesia, designò la natura e il fine dell’Assise richiamandosi alla pastoralità: non definire nuove dottrine, né emettere nuove condanne di errori ma dire la dottrina di sempre all’uomo contemporaneo. Il lemma “pastorale” diede così una “nuova” forma al Concilio, che comunque non poté esimersi dal tema dello sviluppo dogmatico: lo si volle e infatti fu perseguito con le Costituzioni dogmatiche. La pastoralità conciliare lasciata però in una sorta di ondeggiamento generale, si prestò ad essere fraintensa. Non trovò una strada univoca nella sua esecuzione e nella seguente interpretazione dei teologi. Le buone intenzioni e gli auspici di papa Roncalli dovettero fare i conti con un Concilio che nel suo interno fremeva per un cambiamento significativo. Cosa significa allora che il Vaticano II fu un concilio pastorale? “L’ermeneutica della continuità e della riforma” necessita un approccio previo e teologico-fondamentale, che metta in luce il taglio conciliare alquanto sui generis del Vaticano II?
Il presente volume raccoglie gli atti del convegno di studi sul Concilio Vaticano II, organizzato dai Francescani dell’Immacolata a Roma dal 16 al 18 dicembre 2010, il quale si prefiggeva di lumeggiare il connotato “pastorale” del Vaticano II, con una lettura simbiotica storico-filosofico-teologica. Una corretta ermeneutica del dato conciliare non può prescindere da un corretto a priori che è il mistero della Chiesa nel suo sviluppo storico secondo il canone della Traditio (dalla IV di copertina).

Prenota il libro, inviando una mail al seguente indirizzo: fifirenze@davide.it. Il pagamento può essere effettuato con bollettino postale sul c/c n. 70272836, intestato a Casa Mariana Editrice. Il libro sarà distribuito dalle maggiori librerie italiane. 

http://catholicafides.blogspot.com/2011/09/in-uscita-gli-atti-del-convegno-su-il.html

O valor infinito de cada Missa oferecida por Nosso Senhor

  http://www.fssp.org/album/VS2009W/dominica%20in%20palmis-%205%20iv%2009%20-70.jpg



Sabemos que o Salvador é o Padre principal do sacrifício da Missa, e que a oblação interior que foi a alma do sacrifício da Cruz, dura para sempre no Coração do Cristo que quer nossa salvação. É assim que Ele se oferece a si mesmo em todas as missas que, em cada dia, são celebradas. Qual é o valor de cada uma dessas? É preciso que se tenha uma idéia justa para se unir mais intimamente cada dia ao santo sacrifício e receber seus frutos mais abundantemente.
 
Ensina-se comumente na Igreja que o Sacrifício da Missa, considerado em si mesmo, tem um valor infinito, mas que o efeito que produz em nós, por mais elevado que seja, é proporcionado às nossas disposições interiores. São estes os dois pontos de doutrina que convém explicar.

Dietrich von Hildebrand on the Rhythm, Scope and Primacy of the Sacred Liturgy

http://www.traditioninaction.org/HotTopics/HTimages_b-f/F024_hildebranda.jpg
The following excerpts come from pp. 155-169 of Dietrich von Hildebrand's work, Liturgy and Personality (Longman's, 1943) in a chapter titled "The Spirit of Discretio." This particular passage touches on a variety of subjects we have raised here on NLM over the years, and particularly these past few months.

Some of the subjects addressed by von Hildebrand in this excerpt include:

  • a non-reductionst view of the sacred liturgy
  • the relationship of the liturgy and non-liturgical devotions
  • the hierarchical relationship of the liturgy and devotions
  • the proper chants of the liturgy vs. hymns
  • the progression of minor and major orders

The excerpt is lengthy, and I fear it may discourage some of you from reading it, but I would encourage you to make the effort. There is much to unpack here. To help identify some of these sections, I will bold some emphases within the text.

In the Liturgy we find the spirit of discretio expressed in its three lines of development. Its structure and atmosphere clearly testify to this spirit, and the man who lives in the Liturgy grows organically into that spirit.

Let us recall the structure of the Holy Mass. Behold its organic unfolding for participation in the mystery. it is not a hurried march towards the great final aim, Holy Transubstantiation. One is aware that certain stages must first be passed through. First the Introibo mounting with the Confiteor to the altar of the Lord, the confrontation with God, the prayer for the forgiveness of sins, and then the centering of the Mass on the mystery of the feast of the day, as expressed in the Introit. Then the Kyrie, the great solemn cry for mercy; the adoring praise and thanksgiving offered to God in the Gloria; the Oratio with the special allusion to the mystery of the feast of the day; the illumination and preparation of our spirit through the epistle or lesson. Then comes the praise of the Gradual and the Alleluia, which rise as an echo to the epistle; and then the even more solemn and deep illumination of the words of eternal life of the Gopsel. The Credo resounds as a solemn response to the revelation contained in the words of the Lord through an expressly professed Faith. All this is an organic preparation, an ascension toward the mystery. Then follows the Offertory in which we give ourselves up to Christ in order to be carried by Him and with Him to the Father; the elevation of the host and the chalice; and the Lavabo which is another purification on a higher scale, performed alone this time by the priest directly on the threshold of the mystery. But we still stand in the world of symbols; it is still the priest as representative of Christ who acts, while we participate in his act.

As we approach the mystery more closely, we hear the sursum corda. What a deep sense of the entirely new which is now on the point of beginning, of the inner elevation of our attitude to a new scale which is now demanded. But before Christ enters our midst to perform the sacrifice of the Cross, the solemn praise and thanksgiving for the magnalia Dei must resound once more in the Preface culminating the song of praise of the Angels: Sanctus, Sanctus, Sanctus! Now the last veil drops, the authentic actio begins, the celebration of the mystery itself. First, the ultimate, highest unfolding of the consciousness of communion -- the prayer for the Holy Church and its Head, the loving glance cast on our fellow men, the drawing of all into the mystery, the glorious vision of the Communion of Saints. And then, the world of symbols and of human acts fades away: Christ Himself, our Head, sacrifices Himself to His heavenly Father.

[...]

Truly we behold in the Holy Mass the primary image of the entire dramatic rhythm of being, all the stages which much be traversed, the necessity of ascension, and inner preparation for the utterance of an objectively genuine "Word." In the transubstantiation, we also behold the primal pattern of a full "now." Here we learn to know the moment charged with inner significance; here where time and eternity meet, we understand the ultimate essence of the full "now." But the further development of the Holy Mass is as organic as the ascension to the Holy Mystery. After participating expressly in the sacrifice of Christ, reaching its climax in the prayer Per ipsum, cum ipso et in ipso (Through Him, with Him and in Him), follows the third part of the Holy Mass, the sacrificial meal which is solemly initiated by the Pater Noster, the Lord's prayer. In the first part of the Pater, we once more are in the rhythm intended purely for the praise of God, which until now has dominated the entire sacrificial act. In the second part of the Pater we ask for the bread of life and the forgiveness of our sins...

[...]

We find in the structure of the Holy Mass the primal image of the sense of the dramatic essence of being, its inner laws of development and the necessity of passing through objectively presented stages. But this sense of dramatic rhythm is also expressed in many distinct elements of the Liturgy, as for instance in the incensing of the altar during the Kyrie and the Offertory, the incensing of the Gospel, as well as in the blessing received by the deacon before the reading of the Gospels. We also find it in the purification of the chalice and the ablution of the hands after communion, in the fact that the initial prayers are recited at the foot of the altar, as well as in many other details. These are not mere fortuitous creations of the rubrics, but the expression of the sense of different objective degrees and what must take place in each of these before we dare pass to the next one. They are the fruit of discretio.

We also find this spirit of discretio in the structure of the Breviary as well as in the articulation of the various Hours. They are all dominated by the clearly expressed sense of the rise, culminating in the point and decline, the organic unfolding of a single theme.

This spirit is reflected above all in the rite of baptism and the ritual of Holy Orders....

The Liturgy deeply expresses the sense of these various stages which are to be objectively passed through for an achievement of the final aim. This is also reflected in the fact that though today even for the baptism of adults the entire baptismal rite is compressed in a short space of time, the gradation of the liturgical steps have been preserved in tact...

The same is true of Holy Orders. There are seven different orders still separated in time even today, organically leading to the essential aim. What a discretio in the gradation of powers required by the various orders! How distinctly is there expressed here also that element of discretio in which the degrees of relationship with the Kingdom of God are clearly distinguished in the various acts directed towards God. The divine service of the reading of the epistle can be performed by one who is still only a sub-deacon; the divine service of the reading of the gospel and the preaching of a sermon is open only to the deacon. Whereas the latter may distribute Holy Communion, the priest alone can offer the Holy Sacrifice of the Mass.

[...]

This discretio is also clearly reflected in the distinction within the Liturgy between the sacraments and sacramentals. The wholly new degree of sacredness possessed by the sacraments in relation to the sacramentals is clearly expressed through the Liturgical treatment. Both are forms of divine service, both are destined to glorify God, yet they are distinctly separate in so far as their objective link with God is concerned. And how deeply is the entire Liturgy penetrated with the sense of the depth of the level at which something must be performed. Its own atmosphere of ultimate depth and of the presence of God, its profoundly sacred spirit, entirely irradiated by the face of Christ, prevents us from slipping onto the peripheral level so often presented by non-liturgical forms of devotion.

Everything in the Liturgy, even the singing, is formed by the spirit of Christ. What a world of ultimate greatness and truth, towering high above all individual deviations and entanglements, discloses itself in the solemnly uttered Deus in adjutorium meum intende! It draws us into the sacred realm where there is no place for anything profane.

And let us recall, on the other hand, the swamp of triviality and sentimentality into which certain modern religious hymns sink even though full of good and pious intentions. These hymns actually invite the faithful to drop into the superficial; they lead the outsider astray, for instead of offering him the true face of Christ, as revealed in the Liturgy, they falsify it through a sugary sentimentality. Instead of drawing us out of our narrowness into the pure mysterious atmosphere of the King of Eternal Glory, instead of revealing to us the entire "suavity," the mysterious splendour of the "fairest of the children of men," they lead us into a world of sentimentality and philistine narrowness repulsive even from the natural point of view. Many hymns induce the faithful to abandon the level of genuine religious emotion for the sphere of childhood memories; or else they incite to a profession of feelings of mere allegiance such as are typical of any Fourth of July gathering. This does not concern the purely aesthetic problem, but rather the question as to whether or not a hymn reflects the spirit of Christ, whether or not it is penetrated with a truly sacred atmosphere; it is the question of the level to which it leads us inwardly when we follow its spirit. Indeed it would be too naive to believe that the spirit of Christ is always reflected in everything which has been composed with the intention of edifying and is not heretical or immoral.

[...]

In the piety which is not determined by the Liturgy, the weight is easily shifted to that which is far less directly linked to God; it is shifted from the centre to the periphery. For many, attendance at the month of May devotions or rosary devotions appears as important as attendance at the Holy Mass on week-days. And even when they do not place them theoretically on the same scale, they actually give their preference to the devotions. Yes, many recite during Mass a prayer of devotion to Saint Joseph and Saint Anthony. For many, in the month of May, devotion to Mary overshadows Easter time. For them this devotion to Mary stamps the day far more than does the Easter Cycle. For many, solemn benediction appears as central as the Mass. For many, the visit to a famous place of pilgrimage is a more solemn contact with the supernatural than that obtained by participating in the Holy Sacrifice. They tremble in awe far more in touching a relic than in the Preparation during which we tread before the Lord's altar. Than man who is formed by the Liturgy possesses, on the contrary, the discretio which makes him more aware of the true degrees leading to the mystery, and also the narrower spheres within the divine service. He will fully affirm the venerable non-liturgical forms of piety; he will be fully aware of their beauty which belongs to them in so far as they are secondary branches of the primordial, but he will see and experience them in their right place where they objectively stand.

The Liturgy teaches us to put everything in its right place in the realm of God...

On the matter of the major and minor orders, on reading von Hildebrand's words in their regard, it put me to mind of the recent call made by Bishop Athanasius Schneider for a motu proprio re-establishing the minor orders and subdiaconate throughout the Latin rite.

http://www.newliturgicalmovement.org/2011/09/dietrich-von-hildebrand-on-rhythm-scope.html

IN FESTO B.M.V. GUADALUPENSIS (6 de septiembre)

 


Entre los célebres santuarios que en  todo el territorio español se elevan a honra de la Madre de Dios, uno de los más insignes es el de Nuestra Señora de Guadalupe, en Extremadura. Algunos códices antiguos sitúan el origen de la imagen de la Virgen de Guadalupe en el siglo I del cristianismo y a su autor al mismísimo San Lucas, aunque la imagen que hoy se venera en este lugar es una talla románica, en cedro, del siglo XII
Cuenta la leyenda que muerto San Lucas, la imagen fue enterrada junto a él y trasladada junto a sus restos desde Acaya (Asía Menor) hasta Constantinopla en el siglo IV. Desde allí el cardenal Gregorio la llevó a Roma (582) , siendo elegido papa en el año 590 con el nombre de Gregorio Magno. Se convierte este papa en el principal devoto de la imagen y el primer artífice de la expansión de la misma en Roma. La imagen se trasladó desde Roma a Sevilla, pues el papa se la regaló al arzobispo de la ciudad hispalense, San Leandro, en cuya iglesia principal comenzó a venerarse hasta el comienzo de la invasión árabe (711).
Hacia el año 714 huyendo de esta invasión unos clérigos que huían de Sevilla de la llevaron consigo y algunas reliquias de santos, escondiéndolos en los márgenes del río Guadalupe, cerca de la falda sur de la sierra de Altamira, donde fue hallada por un pastor llamado Gil Cordero.
Andaba el pastor varios días buscando una vaca extraviada hasta dar con ella y hallarla muerta. Al tratar de aprovechar la piel y hacerle en el pecho la señal de la cruz el animal se levantó y en ese momento se le apareció la Virgen que le habló, acomendándole la tarea de excavar en aquel mismo lugar para encontrar su imagen y posteriormente edificar una ermita que a la postre se convertiría en Monasterio y Santuario.

DIE 6 SEPTEMBRIS

IN FESTO
B.M.V. GUADALUPENSIS
Patr. Princ. Region. Extremadurae
MISSAE PROPRIAE QUAE IN ARCHIDIOECESI TOLETANA EX CONCESSIONE APOSTOLICA CELEBRANTUR

Introitus. Gaudeámus ómnes in Dómino, diem festum celebrántes sub honóre beátæ Maríæ Vírginis: de cujus solemnitáte gaudent Angeli, et colláudant Fílium Dei. [Ps. 83] Quam dilecta tabernacula tua, Domine virtutum! Concupiscit et deficit anima mea in atria Domini. v. Glória Patri. Gaudeámus ómnes.

Oratio. Deus, qui sub sanctissimae Genetricis tuae Imagine singulare praesidium nobis praeparasti: praesta supplicibus tuis; ut quam pie veneramur in terris, illius consortio perpetuo laetemur in caelis. Per Dominum.

Lectio libri Sapientiae. Eccli 24, 22-31. Ego quasi terebínthus exténdi ramos meos, et rami mei honóris et grátiæ. Ego quasi vitis fructificávi suavitátem odóris: et flores mei fructus honóris et honestátis. Ego mater pulchræ dilectiónis et timóris et agnitiónis et sanctæ spei. In me grátia omnis viæ et veritátis: in me omnis spes vitæ et virtútis. Transíte ad me, omnes qui concupíscitis me, et a generatiónibus meis implémini. Spíritus enim meus super mel dulcis, et heréditas mea super mel et favum. Memória mea in generatiónes sæculórum. Qui edunt me, adhuc esúrient: et qui bibunt me, adhuc sítient. Qui audit me, non confundátur: et qui operántur in me, non peccábunt. Qui elúcidant me, vitam ætérnam habébunt.

Gradual. Eccli 24. Ego feci in caelis ut oriretur lumen indeficiens, et sicut nébula texi omnem terram. Prov. 8. Beatus homo qui audit me, et qui vigilat ad fores meas quotidie et observat ad postes ostii mei.

Alleluia. Alleluia. V/. Qui me invenerit inveniet vitam, et hauriet salutem a Domino. Alleluia.

Sequentia sancti Evangelii secundum Lucam. Lc 1, 26-38. In illo témpore: Missus est Angelus Gábriel a Deo in civitátem Galilǽæ, cui nomen Názereth, ad Vírginem desponsátam viro, cui nomen erat Joseph, de domo David, et nomen Vírginis María. Et ingréssus Angelus ad eam, dixit: «Ave grátia plena: Dóminus tecum: benedícta tu in muliéribus.» Quæ cum audísset, turbáta est in sermóne ejus: et cogitábat qualis esset ista salutátio. Et ait Angelus ei: «Ne tímeas, María, invenísti enim grátiam apud Deum: ecce concípies in útero, et páries fílium, et vocábis nomen ejus Jesum. Hic erit magnus, et Fílius Altíssimi vocábitur, et dabit illi Dóminus Deus sedem David patris ejus: et regnábit in domo Jacob in ætérnum, et regni ejus non erit finis.» Dixit autem María ad Angelum: «Quómodo fiet istud, quóniam virum non cognósco?» Et respóndens Angelus, dixit ei: «Spíritus Sanctus supervéniet in te, et virtus Altíssimi obumbrábit tibi. Ideóque et quod nascétur ex te Sanctum vocábitur Fílius Dei. Et ecce Elísabeth cognáta tua, et ipsa concépit fílium in senectúte sua: et hic mensis sextus est illi, quæ vocátur stérilis: qui non erit impossíble apud Deum omne verbum.» Dixit autem María: «Ecce ancílla Dómini, fiat mihi secúndum verbum tuum.»

Offertorium. 2 Paral 7. Elegi  et sanctificavi locum istum, ut sit ibi nomen meum, et permaneant oculi mei et cor meu ibi cunctis diebus.

Secreta. Laudis tibi, Domine, hostias immmolamus de Genetricis Filii tui gloria laetantes, cuius suffulti praesidio, et praesentibus éxui mallis confídimus et futuris. Per eúmdem Dominum.

Praefatio de B. Maria Virg. Et in festivitate.

Communio. Ps 21 In te speraverunt patres nostris, speraverunt et liberasti eos. Ad te clamaverunt, et salvi facti sunt; in te speraverunt et non sunt confusi.

Postcommunio. Caelesibus pasti deliciis, te supplices deprecamur, Domine Deus noster, ut sicut nobis in beatissima Filii tui Genitrice tutelam et praesidium constituisti, ita eius solemnia celebrantibus aeternae gloriae coronam retribuas. Per Dominum.

TRADUCCIÓN

Introito. Gocémonos todos en el Señor celebrando esta festividad en honra de la Santísima Virgen María, de cuya solemnidad se gozan los ángeles y alaban juntos al Hijo de Dios. Sal 83  Que deseables son tus moradas, ¡Señor de los ejércitos!. Mi alma se consume y anhel los atrios del Señor. V/. Gloria al Padre.

Oración. Oh Dios!, que bajo la imagen de tu Santísima Madre nos preparaste singular amparo; concede a nuestro ruegos, que, pues la veneramos piadosamente en la tierra, nos gocemos perpetuamente en el cielo.

Epístola. Eclo 24, 22-31 Extendí mis ramas como un terebinto, y ellas son ramas de gloria y de gracia. He dado, como la vid, graciosos retoños y mis flores han dado frutos de gloria y de riqueza. Yo soy la madre del amor puro, del temor, de la ciencia y de la santa esperanza. En mí se halla toda la gracia de la doctrina y de la verdad, toda la esperanza de la vida y de la virtud. Venid a mí los que deseáis y hartaos de mis frutos, porque pensar en mí es más dulce que la miel y poseerme, más que el panal de miel. Mi memoria vivirá de generación en generación. Los que me coman tendrán aún hambre, y quienes me beban tendrán aún sed. El que me escucha no sufrirá decepción y los que obran por mí, no pecarán. Los que me dan a conocer, tendrán la vida eterna.

Gradual. Eclo. 24,6. Yo hice nacer el cielo una luz inextinguible, y como niebla cubrí la tierra. V/. Prov. 8, 34. Dichoso el hombre que me escucha, velando en mi portal cada día, guardando las jambas de mi puerta.

Aleluya, aleluya. V/. El que me halle, hallará la vida y alcanzará la salvación del Señor. Aleluya,

Evangelio. Lc 1, 26-38. Al sexto mes fue enviado por Dios el ángel Gabriel a una ciudad de Galilea, llamada Nazaret, a una virgen desposada con un hombre llamado José, de la casa de David; el nombre de la virgen era María.  Y entrando, le dijo: «Alégrate, llena de gracia, el Señor está contigo.»  Ella se conturbó por estas palabras, y discurría qué significaría aquel saludo.  El ángel le dijo: «No temas, María, porque has hallado gracia delante de Dios;  vas a concebir en el seno y vas a dar a luz un hijo, a quien pondrás por nombre Jesús.  El será grande y será llamado Hijo del Altísimo, y el Señor Dios le dará el trono de David, su padre;  reinará sobre la casa de Jacob por los siglos y su reino no tendrá fin.»  María respondió al ángel: «¿Cómo será esto, puesto que no conozco varón?»  El ángel le respondió: «El Espíritu Santo vendrá sobre ti y el poder del Altísimo te cubrirá con su sombra; por eso el que ha de nacer será santo y será llamado Hijo de Dios.  Mira, también Isabel, tu pariente, ha concebido un hijo en su vejez, y este es ya el sexto mes de aquella que llamaban estéril,  porque ninguna cosa es imposible para Dios.»  Dijo María: «He aquí la esclava del Señor; hágase en mí según tu palabra.»

Antífona del Ofertorio. 2 Cr 7, 16. Elegí y santifiqué este lugar para que en él este mi nombre y permanezca en él mi ojos y mi corazón para siempre.

Secreta. Te inmolamos, Señor, hostias de alabanza gozándonos de la gloria de la Madre de tu Hijo: con cuya protección acaparados, confiamos evitar los males presentes y los venideros.

Comunión. Sal 21, 5-6. En ti confiaban nuestros padres, confiaban y los ponías a salvo, a ti gritaban y quedaban libre, en ti confiaban y no los defraudaste. 

Postcomunión. Apacentados con las delicias celestiales te rogamos suplicantes, Señor Dios nuestro, que así como nos has dado amparo y protección en la Madre Santísima de tu Hijo, así, a los que celebramos sus solemnidades nos concedas la eterna corona de la gloria.