terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sto. Antônio Maria Claret : Como Deus é tão bom, não quer a morte do pecador, mas que ressuscite da primeira morte ; para isto e para que não caia na segunda está o sacrifício. Quem oferece sacrifício coloca seus pecados sobre a vítima e esta deve morrer ou ficar destruída por eles e depois o oferente deve comer da vítima para participar dos seus méritos: eis aqui o porquê da missa e comunhão. E o concílio de Trento deseja que em todas as missas os fiéis que assistem comunguem nelas

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9. A santa missa
Nossos pais, Adão e Eva, desobedeceram o preceito de Deus, se rebelaram enganados por Satanás, que lhe disse: “Tomai e comei e sereis como deuses” (89).
O homem, quando peca, se rebela contra Deus e diz com as obras: Non serviam (agora não, não quero te servir) (90). Despreza a Deus, que é seu Senhor e seu Pai. Deste desprezo se queixa muito sentidamente este bom Pai, dizendo por um profeta: criei filhos e os fiz crescer e eles me desprezaram (91).
O homem, por soberba e vaidade, faz-se superior ao que lhe põe resistência, como a água, que se choca e salta por cima do que se opõe à sua corrente, já que o homem é comparado à água: tamquam aquae dilabimur (92). E somos inclinados ao mal desde um princípio (93).
Por pecado ou rebelião, o gênero humano, ou o homem, merece a pena de morte, segundo a ameaça do mesmo Deus, quem disse: Quando comeres dele morrerás, infalivelmente morrerás (94) e como o homem é um composto de alma e corpo, morre nos dois: a alma morre no instante que peca e o corpo, logo que nasce, começa a morrer.
O corpo, mais ou menos cedo, morrerá, mas depois ressuscitará por Cristo, que ressuscitará tudo (95). A alma daquele que peca mortalmente sofre duas mortes: a primeira é a privação da graça e a segunda a privação da glória do céu, a condenação da pena e sepultura eterna do inferno; da primeira morte se pode ressuscitar pelos méritos de Jesus Cristo, mas da segunda não, porque in inferno nulla est redemptio (96)
Como Deus é tão bom, não quer a morte do pecador, mas que ressuscite da primeira morte (97); para isto e para que não caia na segunda (98) está o sacrifício.
Quem oferece sacrifício coloca seus pecados sobre a vítima e esta deve morrer ou ficar destruída por eles e depois o oferente deve comer da vítima para participar dos seus méritos: eis aqui o porquê da missa e comunhão. E o concílio de Trento deseja que em todas as missas os fiéis que assistem comunguem nelas (99).
O pecado é de uma malícia infinita pela razão do objeto ofendido, que é Deus e, por isso, só um Deus feito homem podia dar uma digna satisfação à divina justiça.
Esta digna satisfação a deu Jesus Cristo uma vez no Calvário, morrendo em uma cruz por todos; mas depois é preciso que se faça em particular esta aplicação (100), como se faz na santa missa, segundo mandato de Jesus Cristo, dizendo: Hoc facite in meam commemorationem.(fazei isto em minha memória) (101). E como as pessoas irão se sucedendo e continuando até a consumação dos séculos, assim também continuará este sacrifício até a consumação dos séculos, segundo a promessa do mesmo Jesus Cristo com estas palavras: Eis que estarei convosco até a consumação dos séculos (102).
Por meio do que disse até aqui, você já quais as razões pelas quais se deve continuar este santo sacrifício da missa até o fim do mundo e a obrigação que têm os cristãos de assistir a ele a fim de participar dos seus méritos. Mas como de algum tempo para cá vejo que alguns cristãos facilmente se dispensam de assistir a missa, não obstante o preceito terminante da Igreja, nossa Mãe, me vejo na obrigação de explicar-lhe a razão; e o motivo é que o vírus protestante infiltrou no coração destas pessoas (103). Você deve saber que no princípio do século XVI o doutor Martinho Lutero disse que deveria ser tirada a missa; e em prova disto citou o testemunho de Satanás, que em uma conferência noturna lhe disse que lhe havia sido demonstrado isto com argumentos irrebatíveis.
Carlostadio, que se gloriava de ter sido professor de Lutero por ter-lhe dado o título de doutor, também tirou a missa.
O suíço Zwinglio ensina também que se deve omitir a missa e diz que assim aprendeu de um fantasma que lhe havia aparecido a ele em sonhos. Calvino ensinou o mesmo e assim todos os seguidores do protestantismo (104).
Realmente não se é de estranhar isto, porque o protestantismo não foi nem é atualmente outra coisa que uma violenta explosão de todas as paixões rancorosas contra a Igreja católica, apostólica, romana (105); e como os mistérios do amor não podem associar-se com os sistemas inventados pelo ódio, do mesmo o homem carnal não pode  perceber nem entender as coisas espirituais (106), eis aqui por que razão os protestantes não têm missa nem os filósofos carnais têm apreço por ela, e finalmente, alguns cristãos já não assistem a santa missa porque são cristão carnais e contagiados pelos protestantes.
Ah! Se alguém dos primeiros cristãos se levantasse do sepulcro, ao ver o que acontece entre os cristãos de hoje, diria: Video christianos, christianorum mores non vídeo (vejo os cristãos, mas não vejo os costumes dos cristãos). Naquele tempo, todos os cristãos assistiam cada dia com devoção a santa missa e todos comungavam nela com grande fervor. E agora? Ai! Que vejo! Volto a esconder-me debaixo da pedra sepulcral para não ver o que acontece entre os cristãos. Temo que lhes seja dito que lhes será tirado o reino de Deus e será dado a outros que produzam frutos de boas obras (107).
Assistamos nós o santo sacrifício da missa, não só nos domingos e festas e dias de preceito, por ser um dever, mas também nos demais dias por devoção (108). Devemos oferecer este santo sacrifício a Deus não só para dar-lhe satisfação de nossas faltas, culpas e pecados, mas também em reconhecimento do seu supremo domínio sobre nós e em testemunho dos benefícios e graças que Ele nos dispensa continuamente, pois tudo o que temos dele recebemos; e em agradecimento por tantas graças recebidas, isto é, devemos assistir este sacrifício que o mesmo Jesus Cristo oferece ao eterno Pai por nós. Ele é a principal oferenda e a vítima oferecida. Jesus Cristo é o advogado que temos no céu com Deus Pai, que intercede por nós, como diz São João (109). E, além disso, o temos sobre o altar, que sempre intercede por nós, como assegura São Paulo (110).
Certamente que não basta, nem é suficiente, cumprirmos, como bons cristãos, o mandato da assistência à santa missa e da comunhão nela para fazer-nos mais participantes dos méritos de Jesus Cristo; é, além disso, indispensável que sejamos sacerdotes ou sacrificadores, não só na missa, juntamente com Jesus Cristo, sacrificador invisível e o sacerdote, sacrificador visível, devemos oferecer-nos também a nós mesmos como vítimas para a glória de Deus e em satisfação das nossas culpas e pecados (111). Os maus não são contados por Deus como sacerdotes, nem seu sacrifício pode ser aceito e agradável, por não ser sacrifício de justiça, que é o único aceito.
Este sacrifício que fazem de si os bons é muito agradável aos olhos de Deus e muito satisfatório por suas faltas e as da nação inteira, como se lê na sagrada Escritura (112).
Disse um dos mártires macabeus: “Eu entrego meu corpo e minha vida à morte. Sobre mim e meus irmãos se acalmará a justa indignação do Onipotente, que está irritado contra nossa nação” (113). E com efeito, assim foi; por meio do sacrifício destes mártires, a ira se mudou em misericórdia: : Ira enim Domini in misericordiam conversa est (114).
Sobre aquelas palavras do Apóstolo aos Colossenses: “Eu que no presente me alegro por saber que padeço por vós e por saber que estou sofrendo em minha carne o que falta na paixão de Cristo em seus membros, sofrendo trabalhos em prol do seu corpo místico, que é a Igreja” (115), dizem os expositores que os méritos de Jesus Cristo são de infinito valor em si mesmos e suficientes para redimir milhares de mundos; mas o eterno Pai não os aceitou senão com a condição de que os adultos façam sua parte nesta paixão para poder gozar do seu fruto; isto é, devemos cooperar ouvindo a santa missa, recebendo a sagrada comunhão, fazendo oração, sofrendo com mansidão e paciência as calúnias, penas e trabalhos, mortificando as paixões e sentidos e oferecer tudo a Deus.
Mas singularmente nas públicas calamidades, nas que padecem os inocentes o mesmo que os culpados, e talvez mais, se cumpre assim a condição e vontade do Pai celestial. Os culpados padecem como réus, e se depois deste castigo não se convertem, é para eles motivo de maior ruína e condenação. Mas os bons, sofrendo com paciência e resignação, se purificam ainda mais de suas imperfeições e crescem na virtude, de modo que se fazem  mais agradáveis aos olhos de Deus e com suas penas bem sofridas dão cumprimento ao que por decreto divino faltava à paixão de Jesus Cristo, como foi dito. Assim é como se acalma a divina justiça e se alcançam as divinas misericórdias. Em prova desta verdade basta ler as sagradas Escrituras e a história eclesiástica. Quantas vezes nações inteiras foram perdoadas pela penitência, paciência e oração dos bons! Quantos bens, graças e conversões não alcançaram as penas e o sangue dos mártires!
Na verdade, não seria contra a razão dizer que o inocente, o santo por excelência, padeça e morra para salvar os pecadores e que a multidão dos pecadores não sofra nada? Desta multidão de pecadores, uns são maus, perdidos e obstinados e outros são pecadores justificados ou que devem ser purificados. Padecer dos males não serve para acalmar e satisfazer a divina justiça, antes, a provocam mais com as maldições e blasfêmias que os pecadores vomitam e com os pecados de toda sorte que cometem; mas os pecadores justificados, como pela graça estão unidos com Deus, seus sofrimentos e méritos estão unidos com os de Jesus Cristo. Por isso, todos os bons são chamados às penas e sofrimentos, como diz São Paulo: que todos aqueles que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições, mais ou menos segundo seus progressos na perfeição (116). Isto diz Cornélio a Lápide, quando fala das penas de Maria Santíssima ao pé da cruz, que quanto mais santa é uma alma e mais perto de Cristo está, tanto mais Jesus Cristo lhe oferece o cálice da sua paixão (117).
Mas devemos nos animar muito por pensar que se com Cristo padecemos sobre a terra, com Ele mesmo reinaremos no céu (118); e devem ser para nós de grande consolo aquelas palavras que o Arcângelo São Rafael disse a Tobias: “Porque és agradável aos olhos de Deus, foi necessário que a tentação te provasse” (119). Alegremo-nos, pois, em meio a penas, ao ver que somos dignos de sofrer algo por seu amor (120), por nossos defeitos, para juntar méritos para o céu e para satisfazer pelas faltas, culpas e pecados de nossos irmãos e poder assim alcançar para eles a misericórdia, a graça e a glória. Este é o sacrifício que de nós mesmos devemos oferecer ao eterno Pai, juntamente com os méritos de Jesus Cristo, de Maria Santíssima, santos do céu e justos da terra.
89 Gén 3, 3.
90 Jer 2, 20.
91 Is 1, 92 Nos deslizamos como el agua (2 Re 14, 14).
93 Cf. Gén 8, 21.
94 Gén 3, 3.
95 cf. Ef 1, 10.
96 No existe ninguna redención en el infierno. Esta frase no pertenece a la Sagrada Escritura. Parece ser una interpretación exegética, corriente en tiempo del P. Claret, del texto de Isaías 38, 18, que traduce así el P. Scío: «El infierno no te glorificará ni la muerte te alabará; no esperarán tu verdad los que descienden al lago»
97 Cf. Ez 33, 11.
98 Cf. Ap 2, 11.
99 Concilio de Trento, ses. 22 c. 6.
100 Cf. San Anselmo, Cur Deus homo? l. 1 c. 5: Obras completas (BAC Madrid 1952) t. l pp. 753‑755.
101 Lc 22, 19; cf. 1 Cor 11, 25.
102 Mt 28, 20.
103 La propaganda protestante se intensificó en España durante todo el siglo XIX debido a la tolerancia de los gobiernos liberales y a la acción de varios predicadores ingleses que propagaron la Biblia a lo largo y ancho de la Península. El mismo P. Claret fue testigo de los estragos de esa propaganda sectaria, sobre todo durante su viaje a Andalucía en el otoño de 1862 (cf. Aut. n. 717‑728). Sobre este punto pueden verse Menéndez Pelayo, M., Historia de los heterodoxos españoles (BAC, Madrid 1956) t. l pp. 1020‑1047; Cárcel Ortí, V., El liberalismo en el poder, en Historia de la Iglesia en España (BAC, Madrid 1979) pp. 196‑198.
104 El P. Claret toma estos datos de Ráulica, V., Las delicias de la piedad. Tratado sobre el culto de la Santísima Virgen (Madrid 1859) pp. 117‑118. Ex libris.
105 Estas expresiones tan marcadamente antiecuménicas hay que enten­derlas en el contexto del tiempo del Santo, como fruto de la educación y del ambiente católico de aquella época. Hoy, la Iglesia, y con ella todos los católicos, ha cambiado su actitud hacia los hermanos separados, sobre todo a raíz de la publicación del decreto sobre el ecumenismo Unitatis redintegratio, del Concilio Vaticano II, y de los gestos de acercamiento realizados por los últimos Papas: Juan XXIII, Pablo VI y Juan Pablo II.
106 Cf. 1Cor 2, 14.
107 Mt 21, 43.
108 Así lo hacía ya desde niño nuestro santo: «Desde muy pequeño escribe – me sentí inclinado a la piedad y a la religión. Todos los días de fiesta y de precepto oía la santa misa; los demás días, siempre que podía».
109 Cf. 1Jn 2, 1.
110 Cf. Heb 7, 25.
111 Esto es precisamente lo que ha indicado con profundidad el Concilio Vaticano II en las siguientes líneas: «Participando del sacrificio eucarístico, fuente y cumbre de toda la vida cristiana, [los cristianos] ofrecen a Dios la Víctima divina y se ofrecen a sí mismos juntamente con ella» (Lumen gentium n. 11).
112 2Mac 12, 43‑44.
113 2Mac 7, 37‑38.
114 2Mac 8, 5.
115 Col 1, 24.
116 2Tim 3, 12.
117 Cornelio Alápide, Commentarius in Evangelium S. Lucae et S. Ioannis (Antuerpiae 1660) t. 13 p. 525. Ex libris.
118 Cf. Rom 6, 5.
119 Tob 12, 13.
120 Cf. Hch 5, 41.

DE:http://reporterdecristo.com/carta-ascetica-sto-antonio-maria-claret/

Profecías de la Beata Ana Catalina Emmerich . Beata Anna Catharina Emmerich : freira alemã estigmatizada, teve a seguinte visão dos dias de hoje sobre a nossa Igreja Católica . VIE de N. S. JESUS CHRIST D'APRÈS LES VISIONS DE : ANNE CATHERINE EMMERICH. Some Prophecies and Revelations of Anne Catherine Emmerich Regarding the New Church. Le profezie della Beata Anna Caterina Emmerich : "Vidi ancora una volta che la Chiesa di Pietro era minata da un piano elaborato dalla setta segreta.


Profecías de la Beata Ana Catalina Emmerich “Cuando los ángeles echaron las puertas abajo, fue como un mar de imprecaciones, de injurias, de aullidos y de lamentos. Todos tuvieron que conocer y adorar a Jesús. Y éste fue el mayor de sus suplicios. En el medio del infierno había un abismo de tinieblas. Lucifer fue precipitado en él y encadenado, y negros vapores se extendían sobre él. Es sabido que debe ser desencadenado por algún tiempo, cincuenta o sesenta años antes del año 2000 de Cristo. Otros muchos números que no me acuerdo fueron marcados. Algunos demonios deben ser sueltos antes ya para castigar y tentar al mundo.( pág 187)”.

DE:http://www.capillacatolica.org/ProfeciasAnaCatalinaEmmerich.html


ÍNDICE


I
LOS DEMOLEDORES


EL MISTERIO DE INIQUIDAD

LA DEMOLICION DE LA IGLESIA
EL OSCURECIMIENTO DE LA IGLESIA
LA IGLESIA DE LOS APOSTATAS
LA FALSA IGLESIA
LA COMUNIÓN DE LOS PROFANOS
EL PAPA TRAICIONADO
EL FALSO ECUMENISMO
PROFANACIÓN DE LA EUCARISTÍA
LA BENDICIÓN DESCUIDADA
EL CELIBATO DE LOS SACERDOTES
LENGUA PROFANA Y LENGUA SAGRADA
¡JESÚS! ¡JESÚS! ¡JESÚS!
EL HEDONISMO Y LA CRUZ



II
LA GRAN TRIBULACIÓN


LA ESCISIÓN DE LA IGLESIA
EL ROSARIO, ARMA DEL COMBATE ESCATOLÓGICO
LA TRASLACIÓN DE LA IGLESIA
LA TORMENTA
VIENA
PARIS
LA CRISIS UNIVERSAL
ESPAÑA
IRLANDA
LA NATURALEZA HERIDA DE MUERTE
CINCUENTA O SESENTA AÑOS ANTES DEL AÑO 2000
III

LA GLORIA CREPUSCULAR DE LA IGLESIA

LA RECONSTRUCCIÓN DE LA IGLESIA
LA GUERRA ESPIRITUAL
LAS DOS CIUDADES
MARÍA, PROTECTORA DE LA IGLESIA
EL COMBATE DE SAN MIGUEL
LA MUJER FUERTE
LA PURIFICACIÓN
LA CASA NUPCIAL
LA RENOVACIÓN DE LA IGLESIA
EL PAPA FUTURO
EL LIBRO DE LOS SIETE SELLOS
LA VUELTA A LA UNIDAD CRISTIANA
EL TIEMPO DE PAZ
EL NUEVO PENTECOSTÉS
LA IGLESIA ESPIRITUAL
LOS DOCE APÓSTOLES FUTUROS
LOS QUE REHUSAN EL ADVENIMIENTO
VISIÓN DE LA ISLA DE LAS PROFECÍAS




Página nueva!PROFECÍAS DE OTROS SANTOS
NOTAS AL PIE


Biografía de la Beata Ana Catalina
Visiones de la Infancia de La Virgen por Ana Catalina
Visiones de la Natividad de Jesús por Ana Catalina
Visiones de la Pasión de Cristo por Ana Catalina
Biografía de Ana Catalina Emerich

Jesús con la Cruz camino al Calvario
Crucifixión de Jesús
Muerte y Sepultura de Jesús
Resurrección de Jesús

Los textos de estas páginas del Dominio Web Capilla De Oración Católica,
son exclusivos y originales, fruto de un extenso trabajo recopilatorio,
adaptado y traducido de muy diversas fuentes.
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Visiones de la vida pública de Jesús
Bautismo en el Río Jordán
Visiones del Antiguo Testamento
Incluyendo la Creación de los Ángeles
 
dadas a la Beata Ana Catalina Emerich

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DE:http://www.capillacatolica.org/ProfeciasAnaCatalinaEmmerich.html

Beata Anna Catharina Emmerich : freira alemã estigmatizada, teve a seguinte visão dos dias de hoje sobre a nossa Igreja Católica: “Os demolidores levavam grandes pedaços; eram em grande número, sectários e apóstatas. Em seu trabalho seguiam "certas" ordens e "certas" regras; disse mais: "Vi, com horror, que entre eles havia também sacerdotes católicos... Vi o Papa em oração, rodeado de falsos amigos, que, com freqüência, faziam o contrário do que ele ordenava”. - “O mundo se converterá, quando houver respeito na casa de Deus, a Igreja”.

 

 


 

Beata Anna Catharina Emmerich.
 
 
"Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever. Jo 21, 25".
 
As Visões da Irmã Ana Catarina Emmerich que ocorreram em sua vida, descrevem com muitos detalhes os sofrimentos e os passos de JESUS que aconteceram na sua vida,na dolorosa paixãoe Ressurreição, fiel a Sagrada Escritura. Destacando nesta narrativa a participação da Virgem Maria nos sofrimentos de seu Filho dando-nos uma melhor compreensão do porquê Nossa Senhora é chamada muitas vezes de nossa “Co-redentora”.
 
Ana Catarina Emmerich (1774 -1824), freira alemã estigmatizada, teve a seguinte visão dos dias de hoje sobre a nossa Igreja Católica:
 
“Os demolidores levavam grandes pedaços; eram em grande número, sectários e apóstatas. Em seu trabalho seguiam "certas" ordens e "certas" regras; disse mais: "Vi, com horror, que entre eles havia também sacerdotes católicos... Vi o Papa em oração, rodeado de falsos amigos, que, com freqüência, faziam o contrário do que ele ordenava”. - “O mundo se converterá, quando houver respeito na casa de Deus, a Igreja”.
 
 
 
AS VISÕES DE ANNA CATHARINA EMMERICH:
 
 
 
 
 
DE:http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20P%C3%A1gina/Ana%20Catarina%20Emmerich.htm

VIE de N. S. JESUS CHRIST D'APRÈS LES VISIONS DE : ANNE CATHERINE EMMERICH


LES MYSTÈRES DE
L'ANCIENNE ALLIANCE

Texte intégral recueilli
par Clémens Brentano

Traduit et présenté par Jean-Joachim Boufflet

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Conférence du Père Adam
sur Clémens Brentano

secrétaire de Catherine Emmerich
donnée à Paris à l’Institut Catholique le 9 février 1986

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Anne Catherine Emmerich
et Clément Brentano son secrétaire

étude sur l'authenticité des visions de A. C. Emmerich
Par G. Dirheimer
Vie de Catherine Emmerich
(1ère partie de "La douloureuse Passion)
Anne Catherine Emmerich
Documents recueillis par le Dr Krabbe
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Vie de Anne Catherine Emmerich

par le Père Schmœger (3Tomes)
Bienheureuse Anne Catherine Emmerich
(1774-1824)
Béatification en octobre 2004
télécharger gratuitement les 9 livres d'Anne-Catherine Emmerich 1720 pages  1,92 Mo
Les 9 livres de l'édition papier sont mis en lecture sur le site en 6 pages au format html.
N° 1
N° 2
N° 3
N° 4
N° 5
N° 6 Vie de la Vierge Marie
Les Mystères de l'Ancienne Alliance---télécharger
La Douloureuse Passion
3 Tomes de la Vie d'Anne-Catherine Emmerich
par le père Schmoeger
source: http://www.livres-mystiques.com/
anna

Vie Merveilleuse, intérieure et
extérieure de la servante de Dieu
Sœur Anne Catherine Emmerich

par le Père
Thomas Wegener
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Panaghia Capouli ou Maison de la Sainte Vierge près d'Éphèse (PDF)
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Découverte dans la montagne d'Éphèse de la maison ou la très Sainte Vierge est morte et fouilles à faire pour découvrir aussi le tombeau d'où elle s'est élevée au ciel.  Par la Père Poulain (PDF)
 
LES MYSTÈRES DE
L'ANCIENNE ALLIANCE

Texte intégral recueilli
par Clémens Brentano

Traduit et présenté par Jean-Joachim Boufflet

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Conférence du Père Adam
sur Clémens Brentano

secrétaire de Catherine Emmerich
donnée à Paris à l’Institut Catholique le 9 février 1986

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Anne Catherine Emmerich
et Clément Brentano son secrétaire

étude sur l'authenticité des visions de A. C. Emmerich
Par G. Dirheimer
Vie de Catherine Emmerich
(1ère partie de "La douloureuse Passion)
Anne Catherine Emmerich
Documents recueillis par le Dr Krabbe
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Vie de Anne Catherine Emmerich

par le Père Schmœger (3Tomes)

VIE
de N. S. JESUS CHRIST

  
Écrite par
CLÉMENT BRENTANO

D'APRÈS LES VISIONS
DE :ANNE CATHERINE EMMERICH
   
 TOME 1 - TOME 2 - TOME 3
TOME 4 - TOME 5 - TOME 6
  
Traduite PAR M. L'ABBÉ  DE CAZALÈS 
   Chanoine de Versailles

et Traducteur de   :

la Douloureuse Passion

et de 
la Vie de la Sainte Vierge
  
Ambroise Bray, Libraire  Éditeur 
Rue des Saints Pères, 66  Paris

Éditions de 1860

DE:http://livres-mystiques.com/partieTEXTES/CatherineEm/titre.html

Some Prophecies and Revelations of Anne Catherine Emmerich Regarding the New Church: “Then, I saw that everything that pertained to Protestantism was gradually gaining the upper hand, and the Catholic religion fell into complete decadence. Most priests were lured by the glittering but false knowledge of young school-teachers, and they all contributed to the work of the destruction. “In those days, Faith will fall very low, and it will be preserved in some places only, in a few cottages and in a few families which God has protected from disasters and wars.”

  “I saw again the new and odd-looking Church which they were trying to build. There was nothing holy about it… People were kneading bread in the crypt below… but it would not rise, nor did they receive the body of Our Lord, but only bread. Those who were in error, through no fault of their own, and who piously and ardently longed for the Body of Jesus were spiritually consoled, but not by their communion. Then, my Guide (Jesus) said: ‘THIS IS BABEL.’”
“I saw deplorable things: they were gambling, drinking, and talking in church; they were also courting women. All sorts of abominations were perpetrated there. Priests allowed everything and said Mass with much irreverence. I saw that few of them were still godly, and only a few had sound views on things. I also saw Jews standing under the porch of the Church. All these things caused me much distress.”
“The Church is in great danger. We must pray so that the Pope may not leave Rome; countless evils would result if he did. They are now demanding something from him. The Protestant doctrine and that of the schismatic Greeks are to spread everywhere. I now see that in this place (Rome) the (Catholic) Church is being so cleverly undermined, that there hardly remain a hundred or so priests who have not been deceived. They all work for destruction, even the clergy. A great devastation is now near at hand.”
“Among the strangest things that I saw, were long processions of bishops. Their thoughts and utterances were made known to me through images issuing from their mouths. Their faults towards religion were shown by external deformities. A few had only a body, with a dark cloud of fog instead of a head. Others had only a head, their bodies and hearts were like thick vapors. Some were lame, others were paralytics; others were asleep or staggering.
“I saw what I believe to be nearly all the bishops of the world, but only a small number were perfectly sound. I saw a number of people looking quickly right and left, that is, in the direction of the world.
“Then, I saw that everything that pertained to Protestantism was gradually gaining the upper hand, and the Catholic religion fell into complete decadence. Most priests were lured by the glittering but false knowledge of young school-teachers, and they all contributed to the work of the destruction.
“In those days, Faith will fall very low, and it will be preserved in some places only, in a few cottages and in a few families which God has protected from disasters and wars.”
“I see many excommunicated ecclesiastics who do not seem to be concerned about it, nor even aware of it. Yet, they are excommunicated whenever they cooperate [sic] enterprises, enter into associations, and embrace opinions on which an anathema has been cast. It can be seen thereby that God ratifies the decrees, orders, and interdictions issued by the Head of the Church, and that He keeps them in force even though men show no concern for them, reject them, or laugh them to scorn.”
Source: The Life of Anne Catherine Emmerich – Carl E. Schmoeger
DE:http://prophecy.knightsoflasalette.org/2010/10/25/some-prophecies-and-revelations-of-anne-catherine-emmerich-regarding-the-new-church/
VN:F [1.9.6_1107]

Le profezie della Beata Anna Caterina Emmerich : "Vidi ancora una volta che la Chiesa di Pietro era minata da un piano elaborato dalla setta segreta, mentre le bufere la stavano danneggiando."Vidi una strana chiesa che veniva costruita contro ogni regola... Non c’erano angeli a vigilare sulle operazioni di costruzione. In quella chiesa non c’era niente che venisse dall’alto... C’erano solo divisioni e caos. Si tratta probabilmente di una chiesa di umana creazione, che segue l’ultima moda, così come la nuova chiesa eterodossa di Roma, che sembra dello stesso tipo...".

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"Vidi anche il rapporto tra i due papi... Vidi quanto sarebbero state nefaste le conseguenze di questa falsa chiesa. L’ho veduta aumentare di dimensioni; eretici di ogni tipo venivano nella città [di Roma]. Il clero locale diventava tiepido, e vidi una grande oscurità... Allora la visione sembrò estendersi da ogni parte. Intere comunità cattoliche erano oppresse, assediate, confinate e private della loro libertà. Vidi molte chiese che venivano chiuse, dappertutto grandi sofferenze, guerre e spargimento di sangue. Una plebaglia selvaggia e ignorante si dava ad azioni violente. Ma tutto ciò non durò a lungo". (13 maggio 1820)
"Vidi ancora una volta che la Chiesa di Pietro era minata da un piano elaborato dalla setta segreta, mentre le bufere la stavano danneggiando. Ma vidi anche che l’aiuto sarebbe arrivato quando le afflizioni avrebbero raggiunto il loro culmine. Vidi di nuovo la Beata Vergine ascendere sulla Chiesa e stendere il suo manto su di essa. Vidi un Papa che era mite e al tempo stesso molto fermo... Vidi un grande rinnovamento e la Chiesa che si librava in alto nel cielo".
"Vidi una strana chiesa che veniva costruita contro ogni regola... Non c’erano angeli a vigilare sulle operazioni di costruzione. In quella chiesa non c’era niente che venisse dall’alto... C’erano solo divisioni e caos. Si tratta probabilmente di una chiesa di umana creazione, che segue l’ultima moda, così come la nuova chiesa eterodossa di Roma, che sembra dello stesso tipo...". (12 settembre 1820)
"Ho visto di nuovo la strana grande chiesa che veniva costruita là [a Roma]. Non c’era niente di santo in essa. Ho visto questo proprio come ho visto un movimento guidato da ecclesiastici a cui contribuivano angeli, santi ed altri cristiani. Ma là [nella strana chiesa] tutto il lavoro veniva fatto meccanicamente. Tutto veniva fatto secondo la ragione umana... Ho visto ogni genere di persone, cose, dottrine ed opinioni.
C’era qualcosa di orgoglioso, presuntuoso e violento in tutto ciò, ed essi sembravano avere molto successo. Io non vedevo un solo angelo o un santo che aiutasse nel lavoro. Ma sullo sfondo, in lontananza, vidi la sede di un popolo crudele armato di lance, e vidi una figura che rideva, che disse: "Costruitela pure quanto più solida potete; tanto noi la butteremo a terra"". (12 settembre 1820)
"Ebbi una visione del santo Imperatore Enrico. Lo vidi di notte, da solo, in ginocchio ai piedi dell’altare principale in una grande e bellissima chiesa... e vidi la Beata Vergine venire giù da sola. Ella stese sull’altare un panno rosso coperto con lino bianco, vi pose un libro intarsiato con pietre preziose e accese le candele e la lampada perpetua...
Allora venne il Salvatore in persona vestito con l’abito sacerdotale...
La Messa era breve. Il Vangelo di San Giovanni non veniva letto alla fine [1]. Quando la Messa fu terminata, Maria si diresse verso Enrico e stese la sua mano destra verso di lui dicendo che questo era in riconoscimento della sua purezza. Allora lo esortò a non avere esitazioni. Dopo di ciò vidi un angelo, esso toccò il tendine della sua anca, come Giacobbe. Enrico provava grande dolore, e dal quel giorno camminò zoppicando... [2]". (12 luglio 1820)
"Vedo altri martiri, non ora ma in futuro... Vidi le sette segrete minare spietatamente la grande Chiesa. Vicino ad esse vidi una bestia orribile che saliva dal mare... In tutto il mondo le persone buone e devote, e specialmente il clero, erano vessate, oppresse e messe in prigione. Ebbi la sensazione che sarebbero diventate martiri un giorno.
Quando la Chiesa per la maggior parte era stata distrutta e quando solo i santuari e gli altari erano ancora in piedi, vidi entrare nella Chiesa i devastatori con la Bestia. Là essi incontrarono una donna di nobile contegno che sembrava portare nel suo grembo un bambino, perché camminava lentamente. A questa vista i nemici erano terrorizzati e la Bestia non riusciva a fare neanche un altro passo in avanti. Essa proiettò il suo collo verso la Donna come per divorarla, ma la Donna si voltò e si prostrò [in segno di sottomissione a Dio; N.d.R.], con la testa che toccava il suolo.
Allora vidi la Bestia che fuggiva di nuovo verso il mare, e i nemici stavano scappando nella più grande confusione... Poi vidi, in grande lontananza, grandiose legioni che si avvicinavano. Davanti a tutti vidi un uomo su un cavallo bianco. I prigionieri venivano liberati e si univano a loro. Tutti i nemici venivano inseguiti. Allora, vidi che la Chiesa veniva prontamente ricostruita, ed era magnifica più di prima". (Agosto-ottobre 1820)
"Vedo il Santo Padre in grande angoscia. Egli vive in un palazzo diverso da quello di prima e vi ammette solo un numero limitato di amici a lui vicini. Temo che il Santo Padre soffrirà molte altre prove prima di morire. Vedo che la falsa chiesa delle tenebre sta facendo progressi, e vedo la tremenda influenza che essa ha sulla gente. Il Santo Padre e la Chiesa sono veramente in una così grande afflizione che bisognerebbe implorare Dio giorno e notte". (10 agosto 1820)
"La scorsa notte sono stata condotta a Roma dove il Santo Padre, immerso nel suo dolore, è ancora nascosto per evitare le incombenze pericolose. Egli è molto debole ed esausto per i dolori, le preoccupazioni e le preghiere. Ora può fidarsi solo di poche persone; è principalmente per questa ragione che deve nascondersi. Ma ha ancora con sé un anziano sacerdote di grande semplicità e devozione. Egli è suo amico, e per la sua semplicità non pensavano valesse la pena toglierlo di mezzo.
Ma quest’uomo riceve molte grazie da Dio. Vede e si rende conto di molte cose che riferisce fedelmente al Santo Padre. Mi veniva chiesto di informarlo, mentre stava pregando, sui traditori e gli operatori di iniquità che facevano parte delle alte gerarchie dei servi che vivevano accanto a lui, così che egli potesse avvedersene".
"Non so in che modo la scorsa notte sono stata portata a Roma, ma mi sono trovata vicino alla chiesa di Santa Maria Maggiore, e ho visto tanta povera gente che era molto afflitta e preoccupata perché il Papa non si vedeva da nessuna parte, e anche per via dell’inquietudine e delle voci allarmanti in città.
La gente sembrava non aspettarsi che le porte della chiesa si aprissero; essi volevano solo pregare fuori. Una spinta interiore li aveva condotti là. Ma io mi trovavo nella chiesa e aprii le porte. Essi entrarono, sorpresi e spaventati perché le porte si erano aperte. Mi sembrò che fossi dietro la porta e che loro non potessero vedermi. Non c’era alcun ufficio aperto nella chiesa, ma le lampade del Santuario erano accese. La gente pregava tranquillamente.
Poi vidi un'apparizione della Madre di Dio, che disse che la tribolazione sarebbe stata molto grande. Aggiunse che queste persone devono pregare ferventemente... Devono pregare soprattutto perché la chiesa delle tenebre abbandoni Roma". (25 agosto 1820)
"Vidi la Chiesa di San Pietro: era stata distrutta ad eccezione del Santuario e dell’Altare principale [3]. San Michele venne giù nella chiesa, vestito della sua armatura, e fece una pausa, minacciando con la spada un certo numero di indegni pastori che volevano entrare. Quella parte della Chiesa che era stata distrutta venne prontamente recintata… così che l’ufficio divino potesse essere celebrato come si deve. Allora, da ogni parte del mondo vennero sacerdoti e laici che ricostruirono i muri di pietra, poiché i distruttori non erano stati capaci di spostare le pesanti pietre di fondazione". (10 settembre 1820)
"Vidi cose deplorevoli: stavano giocando d’azzardo, bevendo e parlando in chiesa; stavano anche corteggiando le donne. Ogni sorta di abomini venivano perpetrati là. I sacerdoti permettevano tutto e dicevano la Messa con molta irriverenza. Vidi che pochi di loro erano ancora pii, e solo pochi avevano una sana visione delle cose. Vidi anche degli ebrei che si trovavano sotto il portico della chiesa. Tutte queste cose mi diedero tanta tristezza". (27 settembre 1820)
"La Chiesa si trova in grande pericolo. Dobbiamo pregare affinché il Papa non lasci Roma; ne risulterebbero innumerevoli mali se lo facesse. Ora stanno pretendendo qualcosa da lui. La dottrina protestante e quella dei greci scismatici devono diffondersi dappertutto. Ora vedo che in questo luogo la Chiesa viene minata in maniera così astuta che rimangono a mala pena un centinaio di sacerdoti che non siano stati ingannati. Tutti loro lavorano alla distruzione, persino il clero. Si avvicina una grande devastazione". (1 ottobre 1820)
"Quando vidi la Chiesa di San Pietro in rovina, e il modo in cui tanti membri del clero erano essi stessi impegnati in quest’opera di distruzione - nessuno di loro desiderava farlo apertamente davanti agli altri -, ero talmente dispiaciuta che chiamai Gesù con tutta la mia forza, implorando la Sua misericordia. Allora vidi davanti a me lo Sposo Celeste ed Egli mi parlò per lungo tempo...
Egli disse, fra le altre cose, che questo trasferimento della Chiesa da un luogo ad un altro significava che essa sarebbe sembrata in completo declino. Ma sarebbe risorta. Anche se rimanesse un solo cattolico, la Chiesa vincerebbe di nuovo perché non si fonda sui consigli e sull’intelligenza umani. Mi fece anche vedere che non era rimasto quasi nessun cristiano, nell’antico significato della parola". (4 ottobre 1820)
"Mentre attraversavo Roma con San Francesco e altri santi, vedemmo un grande palazzo avvolto dalle fiamme, da cima a fondo. Avevo tanta paura che gli occupanti potessero morire bruciati perché nessuno si faceva avanti per spegnere il fuoco. Tuttavia, mentre ci avvicinavamo il fuoco diminuì e noi vedemmo un edificio annerito. Attraversammo un gran numero di magnifiche stanze, e finalmente raggiungemmo il Papa. Era seduto al buio e addormentato su una grande poltrona. Era molto ammalato e debole; non riusciva più a camminare.
Gli ecclesiastici nella cerchia interna sembravano insinceri e privi di zelo; non mi piacevano. Parlai al Papa dei vescovi che presto dovevano essere nominati. Gli dissi anche che non doveva lasciare Roma. Se l’avesse fatto sarebbe stato il caos. Egli pensava che il male fosse inevitabile e che doveva partire per salvare molte cose... Era molto propenso a lasciare Roma, e veniva esortato insistentemente a farlo...
La Chiesa è completamente isolata ed è come se fosse completamente deserta. Sembra che tutti stiano scappando. Dappertutto vedo grande miseria, odio, tradimento, rancore, confusione e una totale cecità. O città! O città! Cosa ti minaccia? La tempesta sta arrivando; sii vigile!". (7 ottobre 1820)
"Ho anche visto le varie regioni della terra. La mia Guida [Gesù] nominò l’Europa e, indicando una regione piccola e sabbiosa, espresse queste sorprendenti parole: "Ecco la Prussia, il nemico". Poi mi mostrò un altro luogo, a nord, e disse: "questa è Moskva, la terra di Mosca, che porta molti mali". (1820-1821)
"Fra le cose più strane che vidi, vi erano delle lunghe processioni di vescovi. Mi vennero fatti conoscere i loro pensieri e le loro parole attraverso immagini che uscivano dalle loro bocche. Le loro colpe verso la religione venivano mostrate attraverso delle deformità esterne. Alcuni avevano solo un corpo, con una nube scura al posto della testa. Altri avevano solo una testa, i loro corpi e i cuori erano come densi vapori. Alcuni erano zoppi; altri erano paralitici; altri ancora dormivano oppure barcollavano". (1 giugno 1820)
"Quelli che vidi credo che fossero quasi tutti i vescovi del mondo, ma solo un piccolo numero era perfettamente retto. Vidi anche il Santo Padre - assorto nella preghiera e timoroso di Dio. Non c’era niente che lasciasse a desiderare nella sua apparenza, ma era indebolito dall’età avanzata e da molte sofferenze. La testa pendeva da una parte all’altra, e cadeva sul petto come se si stesse addormentando. Egli aveva spesso svenimenti e sembrava che stesse morendo. Ma quando pregava era spesso confortato da apparizioni dal Cielo. In quel momento la sua testa era dritta, ma non appena la faceva cadere sul petto vedevo un certo numero di persone che guardavano rapidamente a destra e a sinistra, cioè in direzione del mondo.
Poi vidi che tutto ciò che riguardava il Protestantesimo stava prendendo gradualmente il sopravvento e la religione cattolica stava precipitando in una completa decadenza. La maggior parte dei sacerdoti erano attratti dalle dottrine seducenti ma false di giovani insegnanti, e tutti loro contribuivano all’opera di distruzione.
In quei giorni, la Fede cadrà molto in basso, e sarà preservata solo in alcuni posti, in poche case e in poche famiglie che Dio ha protetto dai disastri e dalle guerre". (1820)
"Vedo molti ecclesiastici che sono stati scomunicati e che non sembrano curarsene, e tantomeno sembrano averne coscienza. Eppure, essi vengono scomunicati quando cooperano (sic) con imprese, entrano in associazioni e abbracciano opinioni su cui è stato lanciato un anatema. Si può vedere come Dio ratifichi i decreti, gli ordini e le interdizioni emanate dal Capo della Chiesa e li mantenga in vigore anche se gli uomini non mostrano interesse per essi, li rifiutano o se ne burlano". (1820-1821)
"Vidi molto chiaramente gli errori, le aberrazioni e gli innumerevoli peccati degli uomini. Vidi la follia e la malvagità delle loro azioni, contro ogni verità e ogni ragione. Fra questi c’erano dei sacerdoti e io con piacere sopportavo le mie sofferenze affinché essi potessero ritornare ad un animo migliore". (22 marzo 1820)
"Ho avuto un’altra visione della grande tribolazione. Mi sembrava che si pretendesse dal clero una concessione che non poteva essere accordata. Vidi molti sacerdoti anziani, specialmente uno, che piangevano amaramente. Anche alcuni più giovani stavano piangendo. Ma altri, e i tiepidi erano fra questi, facevano senza alcuna obiezione ciò che gli veniva chiesto. Era come se la gente si stesse dividendo in due fazioni". (12 aprile 1820)
"Vidi un nuovo Papa che sarà molto rigoroso. Egli si alienerà i vescovi freddi e tiepidi. Non è un romano, ma è italiano. Proviene da un luogo che non è lontano da Roma, e credo che venga da una famiglia devota e di sangue reale. Ma per qualche tempo dovranno esserci ancora molte lotte e agitazioni". (27 gennaio 1822)
"Verranno tempi molto cattivi, nei quali i non cattolici svieranno molte persone. Ne risulterà una grande confusione. Vidi anche la battaglia. I nemici erano molto più numerosi, ma il piccolo esercito di fedeli ne abbatté file intere [di soldati nemici]. Durante la battaglia, la Madonna si trovava in piedi su una collina, e indossava un’armatura. Era una guerra terribile. Alla fine, solo pochi combattenti per la giusta causa erano sopravvissuti, ma la vittoria era la loro". (22 ottobre 1822)
"Vidi che molti pastori si erano fatti coinvolgere in idee che erano pericolose per la Chiesa. Stavano costruendo una Chiesa grande, strana, e stravagante. Tutti dovevano essere ammessi in essa per essere uniti ed avere uguali diritti: evangelici, cattolici e sette di ogni denominazione. Così doveva essere la nuova Chiesa... Ma Dio aveva altri progetti". (22 aprile 1823)
"Vorrei che fosse qui il tempo in cui regnerà il Papa vestito di rosso. Vedo gli apostoli, non quelli del passato ma gli apostoli degli ultimi tempi e mi sembra che il Papa sia fra loro."
"Nel centro dell’inferno ho visto un abisso buio e dall’aspetto orribile e dentro di esso era stato gettato Lucifero, dopo essere stato assicurato saldamente a delle catene…Dio stesso aveva decretato questo; e mi è stato anche detto, se ricordo bene, che egli verrà liberato per un certo periodo cinquanta o sessanta anni prima dell’anno di Cristo 2000. Mi vennero indicate le date di molti altri eventi che non riesco a ricordare; ma un certo numero di demoni dovranno essere liberati molto prima di Lucifero, in modo che tentino gli uomini e servano come strumenti della vendetta divina."
"Un uomo dal viso pallido fluttuava lentamente al di sopra della terra e, sciogliendo i drappi che avvolgevano la sua spada, li gettò sulle città addormentate, che vennero legate da questi. Questa figura gettò la pestilenza sulla Russia, l’Italia e la Spagna. Attorno a Berlino vi era un fiocco rosso e da lì venne in Westfalia. Ora la spada dell’uomo era sguainata, strisce rosse come il sangue pendevano dall’impugnatura e il sangue che grondava da questa cadeva sulla Westfalia [4]".
"Gli ebrei ritorneranno in Palestina e diverranno cristiani verso la fine del mondo."



1) Per secoli, prima della riforma liturgica del 1967, la Santa Messa si concludeva abitualmente (salvo rare eccezioni) con la lettura del Vangelo di Giovanni.
2) Questa è una delle numerose profezie in cui si dice che il Grande Monarca avrà un problema ad una gamba che lo farà zoppicare.
3) La visione di Suor Emmerich della chiesa di San Pietro in rovine è da intendersi certamente in senso figurato, l’immagine della distruzione delle mura di San Pietro rappresenta gli attacchi alla Fede e la decadenza della Chiesa che avranno luogo prima del suo più grande trionfo durante l’Era di Pace. Tuttavia, basandoci sulle numerose profezie che parlano di una futura distruzione di Roma, non si può escludere che anche il Vaticano in quest’occasione subirà pesanti danni materiali e devastazioni.
4) Qui probabilmente si allude alla battaglia della Westfalia, menzionata in molte profezie. In alcune di queste profezie si fa riferimento a questa regione della Germania col nome di "paese della betulla".

Fonti:
"Catholic Prophecy" di Yves Dupont, Tan Books;
“The Dolorous Passion of Our Lord Jesus Christ”, meditazioni di Anna Caterina Emmerich, Benziger Brothers, New York - 1904;
"The Prophets And Our Times" di Padre Gerald Culleton, Tan Books;
"Trial, Tribulation and Triumph" di Desmond A. Birch, Queenship Publishing;
(NB: i brani riportati in "Catholic Prophecy" e "Trial, Tribulation and Triumph" sono tratti da "The Life of Anne Catherine Emmerich" di Carl E. Schmoeger).


   DE:http://profezie3m.altervista.org/ptm_c31a.htm#Anna%20Caterina%20Emmerich

Profecias de la Beata Anne Catherine Emmerich : Vi arriba dibujar líneas y trazar figuras, y vi como, en seguida, en la tierra, un hombre había levantado un plano, un dibujo. Vi la acción de los orgullosos espíritus planetarios en sus relaciones con esta construcción hacerse sentir hasta en las regiones más alejadas. Vi llegar hasta distancias inmensas el impulso dado para la preparación de todo lo que podía ser necesario y útil para la construcción y para la existencia de esta iglesia; vi allí concurrir a todo tipo de personas y de cosas, de doctrinas y de opiniones. Había en todo esto, algo de orgulloso, de presuntuoso, de violento y todo parecía tener éxito y me era mostrado en una multitud de escenas. Vi subir y bajar a los espíritus planetarios, los vi enviar rayos sobre las personas que construían el edificio. Todo se hacía según la razón humana.

Ana Catalina Emmerick, BeataAnne Catherine
Beatificada el 3 de Octubre, 2004

Mística alemana 1774-1824 Religiosa agustinaAlma víctima, ofreció enormes sufrimientos viviendo la Pasión de Nuestro Señor. Dios le concedió muchos dones místicos, entre ellos, visiones, estigmatización, locución, éxtasis, etc.
En los últimos años de su vida se sustentaba solamente de la Santa Eucaristía.
Fue exclaustrada a la fuerza por la invasión napoleónica. Inválida y estigmatizada, vivió la pasión de Jesucristo.
Escribió sobre la vida de Jesús. Algunos segmentos: -Nacimiento de Jesús-La Dolorosa Pasión de Nuestro Señor Jesucristo, (libro que inspiró a Mel Gibson a filmar «La Pasión»); -“La Vida de La Santísima Virgen María” y “La Vida de Nuestro Señor”.
-La Resurección
Sus revelaciones místicas eran tan detalladas que ayudaron a descubrir la casa de la Virgen en Efeso.

 

1.5 La Falsa Iglesia

«12 de noviembre de 1820. – Viajaba a través de una comarca sombría y fría y llegue a la gran ciudad (Roma). Vi allí de nuevo la gran y singular iglesia que se estaba construyendo; no había nada de santo en ella; vi aquello de la misma manera que veo una obra católica, eclesiástica, en la cual trabajan en común los ángeles, los santos y los cristianos; pero aquí la colaboración se hacía de otras maneras más mecánicas. (AA. III. 105)

Vi arriba dibujar líneas y trazar figuras, y vi como, en seguida, en la tierra, un hombre había levantado un plano, un dibujo. Vi la acción de los orgullosos espíritus planetarios en sus relaciones con esta construcción hacerse sentir hasta en las regiones más alejadas. Vi llegar hasta distancias inmensas el impulso dado para la preparación de todo lo que podía ser necesario y útil para la construcción y para la existencia de esta iglesia; vi allí concurrir a todo tipo de personas y de cosas, de doctrinas y de opiniones. Había en todo esto, algo de orgulloso, de presuntuoso, de violento y todo parecía tener éxito y me era mostrado en una multitud de escenas.

Vi subir y bajar a los espíritus planetarios, los vi enviar rayos sobre las personas que construían el edificio. Todo se hacía según la razón humana. (AA.III.105)

No vi ni un solo ángel, ni un solo santo cooperar en esta obra. Pero vi mucho más lejos, en el fondo, el trono de un pueblo salvaje armado de espadas, y una figura que reía y que decía: «Constrúyela todo lo sólida que quieras, nosotros la derrumbaremos» (AA.III.105)

(Vi) que se mina y se asfixia la religión tan hábilmente que no queda a penas más que un pequeño número de sacerdotes que no estén seducidos. No puedo decir como se ha hecho esto, pero veo la niebla y las tinieblas extenderse cada vez más. Sin embargo hay tres iglesias en las que no pueden pertrecharse: son las de San Pedro, la de Santa María Mayor y la de San Miguel. Ellos trabajan continuamente para demolerlas pero no lo consiguen. Todos trabajan para la demolición, incluso los eclesiásticos. Una gran devastación está próxima. (AA.III.122)

Vi muchas abominaciones con gran detalle; reconocí a Roma y vi a la Iglesia oprimida y su decadencia en el interior y en el exterior. (AA.III.159)

Vi sobre una verde pradera muchas personas, entre los cuales había sabios, reunirse aparte… (AA.III.156)

… y apareció una nueva iglesia en la cual ellos estaban reunidos. Esta iglesia era redonda con una cúpula gris y tantas personas afluían que yo no comprendía como ese edificio podía contenerlas a todas. Era como un pueblo entero.

Sin embargo esta nueva iglesia se volvía cada vez más sombría y negra (al comienzo solo era gris) y todo lo que se hacía en ella era como un vapor negro. Estas tinieblas se extendieron fuera y todo el verdor se marchitó; varias parroquias de los alrededores fueron invadidas por la oscuridad y la sequedad, y el prado, a una gran distancia, se volvió como una sombría ciénaga.

Vi entonces varios grupos de gentes bien intencionadas corres hacia un lado de la pradera donde había todavía verdor y luz.

No puedo encontrar palabras para describir la acción terrible, siniestra, mortífera, de esta iglesia. Todo verdor se marchitaba, los árboles morían, los jardines perdían su aderezo. Vi, como se puede ver en una visión, las tinieblas producir su efecto a una gran distancia; por todo donde ellas llegaban, se extendía como una cuerda negra. No se lo que pasó con todas las personas que estaban dentro de esa iglesia. Era como si devorara a los hombres: se volvía cada vez más negra, semejaba totalmente al carbón de forja y se descamaba de manera horrible.

Tras esto (tras la horrible visión de la iglesia negra) fui, guiada por tres ángeles, a un lugar verdeante rodeado de muros, grande aproximadamente como el cementerio que está aquí ante la puerta;

Fui colocada allí como en una banqueta elevada. No sabía si estaba viva o muerta, pero tenía un gran vestido blanco. (AA.III.157)

El mayor de los tres me dijo: «¡Alabado sea Dios! Aquí todavía queda luz y verdor» entonces cayó del cielo, entre la iglesia negra y yo, como una lluvia de perlas brillantes y de piedras preciosas deslumbrantes…

Y uno de mis compañeros (uno de los tres ángeles) me ordeno recibirlas.

Después se fueron. No se si partieron todos; me acuerdo solamente que, en la gran ansiedad que me causaba la iglesia negra, no tuve el coraje de recibir las piedras preciosas. Pero cuando el Ángel volvió a mi, me preguntó si las había recogido y le respondí que no; entonces me ordeno hacerlo en seguida.

Entonces me incliné hacia delante y encontré todavía tres pequeñas piedras con las caras talladas como cristales. Estaban situadas por orden: la primera era azul, la segunda de un rojo claro, la tercera de un blanco brillante y transparente. Yo las llevaba a mis dos otros acompañantes que eran más pequeños que el primero, y, siempre marchando de aquí para allá, ellos las frotaban unas contra otras e hicieron surgir de ellas los más bellos colores y los más bellos rayos de luz que se extendieron por todo.

Allí a donde llegaban, el verdor renacía, la luz y la vida se propagaban. Vi también a un lado a la iglesia tenebrosa que se degradaba.

Después, de golpe, una gran multitud se extendió por el prado verdeante e iluminado, dirigiéndose hacia una villa luminosa.

Por el otro lado de la iglesia negra todo permanecía todavía en una noche sombría. (AA.III.156)

Quieren ellos ser un solo cuerpo en algo diferente que el Señor.

Se formó un cuerpo, una comunidad fuera del cuerpo de Jesús que es la Iglesia: una falsa Iglesia sin Redentor, en la que el misterio es no tener misterio. (AA.II.89)

Es cuando la ciencia se ha separado de la fe cuando nade esta Iglesia sin Salvador, las pretendidas buenas obras sin la fe, la comunión de los incrédulos teniendo la apariencia de virtud, en una palabra la anti-Iglesia cuyo centro está ocupado por la malicia, el error, la mentira, la hipocresía, la laxitud, los artificios de todos los demonios de la época. (AA.II.89)
DE:http://himmeltur.blogspot.com/

domingo, 13 de novembro de 2011

Pope Benedict: Charity, the fundemental gift


Pope Benedict XVI delivers his blessing during the Angelus prayer from his studio window overlooking St. Peter's Square at the Vatican, Sunday, Nov. 6, 2011.

"God summons every man to life and bestows on him a talent, while entrusting him with a mission", which is charity. Those were Pope Benedict XVI’s words before the Angelus in St Peter’s Square. The Pope reminded those gathered on Sunday that "Charity is the fundamental good that no one can fail to make use of and without which all the other gifts are in vain” before adding that only “by practicing charity, can we also take part in the joy of our Lord.”

During his address the Holy Father also underlined the fact that because our earthly existence is marked by impermanence our life should be lived as a “pilgrimage” and we should keep our eyes fixed on the ultimate goal, the God who created us.

Recalling Sunday’s Gospel Pope Benedict also continued on the theme  ...»

All’Angelus il Papa ricorda la parabola dei talenti: “Sarebbe da stolti pensare che questi doni siano dovuti, così come rinunciare ad impiegarli sarebbe un venir meno allo scopo della propria esistenza”

 
Pope Benedict XVI waves to faithful as he leaves his weekly general audience on November 9, 2011 at St Peter's square at The Vatican.

Nel Vangelo di oggi, la parabola dei talenti, Gesù ci invita a riflettere sui doni che abbiamo ricevuto e a come usarli per la crescita del Regno di Dio. E’ quanto ha sottolineato stamani Benedetto XVI all’Angelus aggiungendo che la Parola di Dio ci esorta alla sobrietà, alla vigilanza e ad una vita cristiana attiva e diligente. Il servizio di Amedeo Lomonaco:RealAudioMP3

Nella celebre parabola dei talenti - ricorda il Papa - Gesù racconta di tre servi ai quali il padrone, prima di partire per un lungo viaggio, affida le proprie sostanze. Due di loro fanno fruttare i beni ricevuti. Il terzo servo, invece, nasconde il denaro in una buca. Tornato a casa, il padrone si compiace dei primi due servitori e rimane deluso del terzo:
“Quel servo, infatti, che  ...»

Papst: „Nutzt die gottgegebenen Fähigkeiten zur Nächstenliebe“


Pope Benedict XVI waves as he leads the Sunday Angelus preyer in Saint Peter's Square at the Vatican November 13, 2011.

RealAudioMP3 Die gottgegebenen Fähigkeiten erkennen und zur Nächstenliebe einsetzen – dazu hat Papst Benedikt XVI. an diesem Sonntag aufgerufen. Mit dem „Gleichnis von den anvertrauten Talenten“ aus dem Matthäus-Evangelium veranschaulichte der Papst beim Angelus-Gebet, dass es gilt, aus eigenen Gaben klug Mehrwert zu ziehen – eine Lehre, die sich auch auf die aktuelle Wirtschaftskrise beziehen lässt, die Europa gerade erschüttert: In dem Gleichnis bekommen nämlich die Diener Lob, die das ihnen anvertraute Geld nach eigenen Fähigkeiten vermehren und ihrem Herren nachher mehr zurückgeben können, als sie erhalten haben. Dazu sagte der Papst den Pilgern auf dem Peterplatz:


„Mit diesem Gleichnis  ...»

काथलिक स्वयंसेवकों के कार्यों को बिना विकृत किये स्वीकारें




वाटिकन सिटी, 12 नवम्बर, 2011(ज़ेनित) संत पापा बेनेदिक्त सोलहवें ने कहा, " लोक प्राधिकारियों को चाहिये कि वे काथलिक स्वयंसेवकों के कार्यों को बिना विकृत किये स्वीकारें।"

संत पापा ने उक्त बातें उस समय कहीं जब उन्होंने यूरोपीय काथलिक स्वयंसेवी संगठनों के प्रतिनिधियों और धर्मोध्यक्षों को संबोधित किया।

संत पापा ने कहा कि " ईसाइयों को चाहिये कि वे सामाजिक कार्यों में सक्रिय हिस्सा लें और समाज को इस और अधिक मानवोचित  ...»

La „Angelus”, Papa comentează parabola talanţilor: ar fi o nesăbuinţă gândul că aceste daruri sunt datorate; renunţarea la folosirea lor înseamnă a nu urmări scopul propriei vieţi




(RV - 13 noiembrie 2011) În Evanghelia Liturghiei de azi, parabola talanţilor, Isus ne invită să reflectăm asupra darurilor sale pe care le-am primit şi asupra felului de a le folosi pentru creşterea Împărăţiei lui Dumnezeu. În alocuţiunea rostită duminică înainte de recitarea rugăciunii „Angelus” împreună  ...»

Un tesoro para enriquecer cada día

 
Pope Benedict XVI leads the Sunday Angelus prayer in Saint Peter's Square at the Vatican November 13, 2011.

Domingo, 13 nov (RV).- Como “un tesoro para enriquecer cada día” ha definido el Sucesor de Pedro y Obispo de Roma, los dones que el Señor depositó en nosotros, refiriéndose al Evangelio de la liturgia del domingo, en su saludo a los peregrinos de lengua española presentes en la oración mariana del Ángelus en la Plaza de San Pedro. De este  ...»