NOVO MOVIMENTO LITÚRGICO MISSA GREGORIANA EM PORTUGAL      http://3.bp.blogspot.com/-W-4uVf9h5Xc/Tc_Gol9vCwI/AAAAAAAAR_o/WN-tod4VGV0/s1600/brandmuller%2Bxi.JPG

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Circular sobre a Reverência aos Santos Sacramentos - Dom Antônio de Castro Mayer : Fixa-se assim numa Tradição Apostólica o hábito de manifestar, mediante a genuflexão e a postura ajoelhada, nossa fé viva na Divindade de Jesus Cristo, substancialmente presente no altar. Eis porque recebe o fiel a Sagrada Comunhão de joelhos.


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21 de novembro de 1970

Circular sobre a Reverência aos Santos Sacramentos

Retirada do livro "Dom Antônio de Castro Mayer - 1948-1988: Quarenta anos de episcopado"; constitui um exemplo frisante de aplicação a um caso concreto dos princípios estabelecidos na Pastoral "Aggiornamento" e Tradição. Suprimido no texto a parte de interesse meramente local.

UMA DAS muitas lamentações do Santo Padre, provocadas pela explosão do liberalismo sensual moderno, relaciona-se com o que há de mais fundamental na Doutrina Católica. Diz o Papa que hoje se põe em dúvida tudo, mesmo as verdades mais sagradas.

A angústia de Paulo VI deve ser para nós uma advertência, no sentido de que é mister redobrar nosso zelo, não venha a falhar a fé nas ovelhas que nos estão confiadas.

Cumpre, para tanto, notar que aquele ceticismo, de que fala o Papa, se dá não somente na ordem das idéias. Há muita dúvida e negação que se exprime na prática, no teor de vida, na maneira de proceder. O que quer dizer que devemos estar atentos, não nos deixemos levar por certas, assim chamadas, adaptações da Igreja ao homem de hoje, que, na realidade, entibiam o fervor dos fiéis, e lentamente os vão distanciando daquela fé viva que é indispensável à salvação: “Sine fide impossibile est placere Deo” (Hebr. 11, 6).

Ajoelhar-se, sinal de fé na Eucaristia

Feita a observação de modo geral, queremos, hoje, salientar apenas e brevemente o que convém à Sagrada Comunhão. Será o suficiente como ilustração do que vem a ser um “aggiornamento” falso.

Sabemos, caríssimos Sacerdotes, que, no Santíssimo Sacramento do Altar, está real, verdadeira e substancialmente presente o mesmo Jesus Cristo, Deus e Homem, nosso adorável Salvador, de fé se faz com a inteligência e com os lábios; mas, de maneira mais viva e habitual, através de nosso procedimento da Comunhão.

Na Igreja Latina, a fé viva na Presença Real se ostenta mediante a genuflexão e a postura genuflexa, quando se passa diante ou quando se está em presença da Santa Hóstia Consagrada, ou solenemente exposta, ou em reserva no sacrário. Semelhante atitude baseia-se na Sagrada Escritura. Nela, de fato, lemos que tal atitude é, no fiel, o sinal da adoração. Assim, são louvados os milhares de judeus que “não curvaram os joelhos diante de Baal” (ROM. 11, 4); e, a respeito do Deus verdadeiro, diz o Senhor em Isaías, que “a Ele se curvará todo joelho” (44, 23 – cf. ROM. 14, 11). Mais diretamente a Jesus Cristo, declara o Apóstolo que ao seu nome “dobra-se todo joelho, no Céu, na terra e nos infernos” (Fil. 2, 10). Aliás, era a maneira como externavam sua fé no Salvador aqueles que Lhe pediam algum benefício (cf. Mat. 17, 14; Marc. 1, 40). Na Santa Igreja, o costume de dobrar os joelhos diante do Santíssimo Sacramento, além da adoração devida a tão excelso Senhor, tenciona, outrossim, manifestar reparação pelas injúrias com que a soldadesca infrene ludibriou do misericordioso Salvador, após a flagelação e coroação de espinhos: “de joelhos diante d’Ele, d’Ele zombavam” (Mat. 27, 29).

Fixa-se assim numa Tradição Apostólica o hábito de manifestar, mediante a genuflexão e a postura ajoelhada, nossa fé viva na Divindade de Jesus Cristo, substancialmente presente no altar. Eis porque recebe o fiel a Sagrada Comunhão de joelhos. Não o faz o Sacerdote na Missa, porque ele aí está representando a pessoa de Jesus Cristo. “Agit in persona Christi”, faz as vezes de Cristo como sacrificador, ofício que de modo algum compete ao fiel. Fora da Missa, também o Sacerdote comunga de joelhos.

Não há por que deixar uso tão excelente

Não somente porque é um costume imemorial, com base na Bíblia Sagrada, como pela mesma natureza do ato, a genuflexão nos compenetra de humildade, leva-nos a reconhecer nossa pequenez de criaturas diante da transcendência inefável de Deus, e mais ainda, nossa condição de pecadores que só pela mortificação e a graça chegaremos a dominar nosso orgulho e demais paixões, e a viver como verdadeiros filhos adotivos de Deus, remidos pelo Sangue preciosíssimo de Jesus Cristo.

De onde, a substituição de semelhante costume piedoso por outro só poderia justificar-se, no caso de uma excelência superior tão grande que compensasse também o mal que há em toda mudança, como ensina Santo Tomás de Aquino (1.2.q.97,a.2) com relação aos hábitos que dão vida às leis. Fiel a esta doutrina do Aquinate, o II Concílio do Vaticano estabelece que não se devem introduzir modificações na Liturgia, a não ser quando verdadeiramente necessárias, e assim mesmo, manda que as novas fórmulas dimanem organicamente das já existentes (Const. “Sacrosanctum Concilium”, nº 23).

Ora, o novo modo de comungar não oferece a excelência que sua introdução está a pedir. De fato, comungar de pé é coisa que não apresenta a seu favor textos da Sagrada Escritura, não tem as vantagens espirituais que a postura de joelhos traz consigo, como acima observamos, e tem os inconvenientes de toda mudança, que relaxa em vez de afervorar os fiéis.

Por isso, deve-se conservar o hábito de comungar de joelhos. E no Bispado, comungar de joelhos foi sempre, e continua a ser determinação diocesana, que todos devem seguir. Tanto mais, que, interrogada a Sagrada Congregação para o Culto Divino, sobre se, com o novo “Ordo” se fazia obrigatória a Comunhão em pé, aquele Dicastério romano respondeu que, onde o costume é comungar de joelhos, esse costume “sem a menor dúvida” convém que seja conservado.

Em nenhum caso se admita a Comunhão na mão

Recomendamos, portanto, a todos os caríssimos Sacerdotes que exercem o ministério no nosso Bispado, que se atenham a esta disposição diocesana: só distribuam a Sagrada Comunhão aos fiéis ajoelhados, admitindo apenas exceções em casos pessoais, quando alguma enfermidade torna impossível, ou quase, o ajoelhar-se. Em caso nenhum se permite a Comunhão na mão.

Confissão individual e auricular

Devido a certos abusos que se vão generalizando, recordamos, no mesmo assunto da suma veneração que devemos à Santíssima Eucaristia, o dispositivo do Concílio de Trento, que exige, para a lícita recepção da Sagrada Comunhão, o estado de graça obtido através de Confissão sacramental (Ses. XIII, can. 11). Esta Confissão sacramental será individual e auricular, e nela se devem acusar todos os pecados graves cometidos após o Batismo, ou após a última confissão bem feita. É ainda o mesmo Concílio de Trento que declara ser de direito divino a obrigação de confessar todos os pecados graves, indicando o número e espécie de cada um deles, após diligente exame de consciência (Sés. XIV, can. 7). De onde, ninguém pode dispensar os fiéis de semelhante obrigação. E, nos casos absolutamente excepcionais, como os de epidemia, guerra ou semelhantes, em que se permite a absolvição dada em comum, sem ouvir antes a acusação de todos os pecados, ainda nestes casos, permanece a obrigação de submeter às Chaves todos e cada um dos pecados graves cometidos. De maneira que, aqueles que tiverem a ventura de superar a crise epidêmica ou bélica, estão obrigados SUB GRAVI a acusar em Confissão sacramental, mesmo os pecados dos quais já tenham obtido absolvição geral, devido às circunstâncias especiais em que se achavam. A tais casos não se pode assimilar o acúmulo de penitentes em dias festivos, ou de alguma solenidade. Não há moralista de boa lei que admita o valor da absolvição nestes últimos casos, e o Papa Bem-aventurado Inocêncio XI condenou os que opinavam em sentido contrário, dispositivo que Pio XII renovou.

As senhoras comunguem de cabeça coberta

Ainda sobre a recepção da Sagrada Comunhão mantenha-se o costume tradicional que manda às senhoras e moças que se apresentem com a cabeça coberta. Outro hábito imemorial, fundado na Sagrada Escritura (cf. 1 Cor. 11, 5 e SS.), que não deve ser modificado. São Paulo recorda a veneração e o respeito aos Anjos presentes na igreja, que as senhoras significam com o uso do véu. Nada mais belo, mais ordenado, mais encantador do que a mulher cristã que reconhece a hierarquia estabelecida por Deus, e manifesta externamente sua adesão amorosa a semelhante disposição da Providência.

A imodéstia no trajar e a nossa responsabilidade

Na mesma ordem de idéias, lembramos aos nossos caríssimos Sacerdotes que devem empenhar-se, a fundo, por conservar nos fiéis o amor à modéstia e ao recato, que os tornam menos indignos de receber os Santos Sacramentos.

Não nos esqueçamos de que, se a sociedade se paganiza, se ela foge da mentalidade cristã, como esta se define nas máximas evangélicas, não o faz sem a conivência e a cooperação das famílias católicas, e, portanto, em grande parte, por nossa culpa, de nós Sacerdotes. Ou por comodismo, que em nós cria aversão ao exercício de nossa função de orientadores do povo fiel, ou quiçá – PROH DOLOR! – por condescendência com a sensualidade reinante, somos remissos em declarar, sem rebuços, que as modas de hoje destoam gravemente da virtude cristã, e, mais ainda remissos somos, em usar da firmeza apostólica, ainda que suavemente exercida, para afastar dos Sacramentos a atmosfera sensual atualmente introduzida na sociedade pelas vestes femininas.

É com tristeza que sabemos de Sacerdotes na Diocese, e de outras pessoas com responsabilidade de orientação de almas que não tomam a menor medida no sentido de manter em torno dos Sacramentos, especialmente da Santíssima Eucaristia, o ambiente de pureza que Jesus Cristo exige de seus fiéis servidores. Por que todas as igrejas da Diocese não ostentam, em lugar bem visível, as disposições eclesiásticas no sentido de que as senhoras e moças não se apresentem no templo de Deus com vestes ajustadas, decotadas, de saias que não desçam abaixo dos joelhos, ou de calças compridas, estas últimas mais próprias do outro sexo? E por que não tomam todos os Sacerdotes medidas a fim de que com semelhantes trajes, não se apresentem aos Sacramentos as senhoras e moças, ou para recebê-los ou como madrinhas ou testemunhas? Seria o mínimo que se poderia pedir a quem está realmente interessado por que a adaptação de que tanto se fala, não seja uma profanação do Sagrado, com prejuízo pessoal, para o povo fiel e para a sociedade em geral.

Caríssimos Sacerdotes. O zelo pela Casa de Deus, bem como a caridade com o próximo, pedem, nos tempos atuais, maior atenção à maneira de vestir dos fiéis que o são e querem viver cristãmente. A Sagrada Escritura lembra que “as vestes do corpo, o riso dos dentes e o modo de andar de um homem fazem-no conhecer” (Ecli. 19, 27). E Pio XII comenta: “A sociedade, por assim dizer, fala com a roupa que veste; com a roupa revela suas secretas aspirações, e dela se serve, ao menos em parte, para construir o seu próprio futuro” (“Disc. e Radiomes.” Vol. 19, p. 578). Ninguém negará o valor objetivo desta observação do Papa Pacelli.

Uma medida simples e eficaz

Uma das ocasiões em que mais especialmente devemos aplicar a palavra da Escritura e a orientação pontifícia é quando dos casamentos. Todas as paróquias deveriam ter um folheto, breve e simples, onde se recordassem a natureza, a santidade e as qualidades do Matrimônio cristão, as disposições para recebê-lo frutuosa e dignamente, e mais as advertências quanto aos trajes como hão de se apresentar na igreja os noivos, as testemunhas e convidados. Tal folheto deveria ser entregue aos interessados no momento em que cuidam do processo matrimonial na igreja.

“Aggiornamento” que leva à perdição eterna

De fato, é preciso, caríssimos Sacerdotes, não perder de vista a finalidade colimada pelo Concílio, segundo declaração formal do Papa, como tivemos oportunidade de salientar em Nossa Carta Pastoral de 19 de março de 1966, ao comentar o Motu Próprio de Paulo VI, concedendo o jubileu pós-conciliar. O Concílio deseja que a Igreja renove sua face, mediante a santificação maior de seus membros. É nesse sentido que se há de entender o “aggiornamento” de que falava João XXIII. É mediante a santificação de seus filhos que a Igreja atrai ao suave jugo de Jesus Cristo os que se acham fora de seu grêmio. Assim declara o Papa, assim atesta a História da Igreja, assim testemunha a Sagrada Escritura. “Cum exaltatus fuero, omnia traham ad meipsum – quando Eu for exaltado da terra, atrairei todos os homens a Mim”. E o Evangelista explana que Jesus falava de sua morte (Jo. 12, 32-33). O “aggiornamento” é obra de penitência, de mortificação, de renúncia, à imitação do Divino Salvador que, pela ignorância e renúncia da Cruz, pelas humilhações e o isolamento do Calvário, atraiu a Si o mundo todo “Cum exaltatus fuero, omnia traham ad meipsum”.

Ora, caríssimos Sacerdotes, inúmeras mudanças, que se apresentam como outras tantas etapas do “aggiornamento”, tendem só a favorecer as comodidades da natureza humana decaída, e a diminuir o fervor da caridade para com Deus. Sob o título de dignidade humana reduzem o lugar devido a Deus na vida do homem, cuja autonomia é lisonjeada de todos os modos. Semelhante “aggiornamento” não se insere dentro da salutar Tradição católica. Nele o lugar da mortificação, da renúncia, é mais o de uma concessão a que dolorosamente, não se pode fugir, do que o de uma exigência positiva, como ensina o dogma do pecado original, ponto básico da Economia da redenção, a cuja amorosa adesão se há de conformar a vida cristã, que porá sua alegria na austeridade e penitência, com que o homem se prepara para a visão beatífica no seio de Deus.

Com o “aggiornamento” de que falamos, aliás, perde-se de vista a bem-aventurança futura, para se cuidar da prosperidade do conforto, da felicidade aqui na terra, como se o homem aqui tivesse sua moradia permanente.

Não é preciso mostrar como um tal “aggiornamento” constitui um escândalo, no sentido próprio da palavra, pois contribui para perder as almas.

Sejamos cautelosos com certas permissões

Caríssimos Sacerdotes. Estas nossas considerações, como facilmente podeis verificar, têm o valor perene que lhe confere a Tradição católica, de onde procedem. Valem por si. Contra elas, pois, não há aduzir o exemplo do que se possa realizar alhures. De fato, sabemos as razões que determinam as permissões peculiares de outras regiões, sempre na hipótese de que não se trate de abusos, mas de concessões. Sabemos, aliás, por confissão do próprio Cardeal Gut, Prefeito da Sagrada Congregação para o Culto Divino, que mais de uma vez, o Papa permitiu contra a vontade, certas práticas que ele mesmo, ele Papa, considera abusivas (1). O que quer dizer que devemos ser cautelosos ainda quando se trata de permissões dada pela mesma Santa Sé. Enfim, o que podemos dizer é que aqui não militam motivos que, talvez, justifiquem usos introduzidos em outras partes. O que talvez em outros lugares não seja censurável, aqui certamente é coeficiente de dessacralização.

(1) Transcrevemos as palavras do Sr. Cardeal Gut, a que nos referimos acima. São de uma entrevista que se encontra em “La Doc. Cath”, de 16 de novembro de 1969, p. 1048, col. 2: “(...) on a parfois Franchi lês limites, et beaucoup de prêtes ont simplement fait CE qui leur plaisait. Alors, CE qui est arrivé parfois, c’est qu’ils se sont imposés. Ces initiatives prises sans autorisation, on NE pouvait plus, bien souvent, lês arrêter, car cela s’etait répandu trop loin. Dans as grande bonté et as sagesse, le Saint-Pére a alors cede, souvent contre son gré”.

Quando Bartolucci chorou.

Do artigo de Paolo Rodari, do Il Foglio:
Cardeal Domenico Bartolucci celebrando missa prelatícia em Roma, no último dia 8, por ocasião da festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.
Cardeal Domenico Bartolucci celebrando missa prelatícia em Roma, no último dia 8, por ocasião da festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.
A música sacra da Igreja Católica sofreu uma grande revolução após o Concílio Vaticano II. Bartolucci relata: “Também Pio XII havia desejado convocar o Concílio. Assim o disse o Cardeal Achille Silvestrini, no décimo aniversário da morte do Cardeal Domenico Tardini. Ele se deu conta, porém, que os numerosos focos de rebelião presentes na Igreja poderiam começar um incêndio em Roma. Foi assim que o Papa João XXIII, depois do Sínodo Romano, convocou o Concílio. Sob o seu pontificado, a Capela Sistina pôde finalmente ser reconstituída. Eu mesmo apresentei um projeto de reforma geral e o Papa o aprovou integralmente. Obtivemos uma sede, o arquivo, um grupo fixo e assalariado de cantores adultos e especialmente a schola puerorum dedicada exclusivamente à formação dos nossos moços. O Papa João apreciava muito a Capela. No Natal, cantávamos em seu apartamento com os meninos diante do presépio. Com relação à liturgia, creio que ele não teria mudado nada, mas em seguida ele morreu. A reforma verdadeira e própria, com todas as mudanças, se deu sob Paulo VI”.
Sob o pontificado do Papa Montini e com o novo direcionamento litúrgico se verificou, de fato, a crise da música sacra. Bartolucci recorda ainda uma Páscoa em que voltou para casa em lágrimas. Disse: “Nos mandaram embora dizendo que a Sistina não deveria cantar, mas o povo. Foi uma revolução copernicana. O abandono do latim, que o próprio Concílio não desejava, na verdade, foi promovido por muitos liturgistas e assim todo o repertório tradicional do canto gregoriano e da polifonia, e, consequentemente, as schola cantorum, foram apontados como a causa de todo o mal. Ir ao povo havia se tornado lema, sem que se compreendesse as graves conseqüências dessa banalização dos ritos e da liturgia. Eu sempre me opus a isso e sempre defendi a necessidade da grande arte na Igreja, para sustento e benefício do próprio povo. Pensou-se que participar significasse cantar ou ler alguma coisa e assim se desprezou a sábia pedagogia do passado. Paradoxalmente, também o repertório dos cantos devocionais que o povo sabia e cantava desapareceu. Anos atrás, por exemplo, quando o povo assistia a uma missa por um morto, sabia cantar com devoção o Dies Irae, e recordo que todos se uniam para cantar o Te Deum ou as antífonas de Nossa Senhora. Hoje, dificilmente se acha alguém capaz de fazê-lo. Muitos hoje, felizmente, embora um pouco atrasados, começam a perceber o que aconteceu. Era necessário pensar naquela época, antes de proceder com tanta susposta sabedoria em favor de uma moda. Mas você sabe, na época todos renovavam, todos pontificavam. Felizmente, o Santo Padre está dando indicações muito precisas sobre a liturgia e esperamos que o tempo ajude as novas gerações”.
A Capela Sistina, depois do Concílio, no entanto, continuou a desempenhar uma importante atividade, pois Bartolucci quis promover suas execuções também em concertos. “Dei a volta ao mundo com a Sistina e nos concertos pude me sentir livre para programar as obras-primas que eram impossíveis de se realizar dentro da liturgia, in primis, as obras de Giovanni Pierluigi de Palestrina. Giuseppe Verdi o define como o “pai eterno” da música ocidental. Eu já disse isso uma vez em uma entrevista: “Palestrina é o primeiro patriarca que compreendeu o que significa fazer música; ele percebeu a necessidade de uma composição contrapontística vinculada ao texto, alheia à complexidade e aos cânones da composição flamenga. Não por acaso, o Concílio de Trento fixou o cânones da música litúrgica olhando para ele. Não há autor que respeite o texto sagrado como Palestrina. Eu, no que pude, tentei me referir a este mesmo espírito, à solidez do canto gregoriano e polifonia de Palestrina. Por isso pude continuar a escrever música, na esteira da tradição da Escola Romana”.
 DE:Fratres in unum

Photos of the Solemn Mass offered at St. Gabriel's in Stamford, CT. on the feast of the Epiphany.











The music for the Mass:

Prelude: Wie Schön leuchtet der Morgenstern (BuxWV 223) (Dietrich Buxtehude, c.1637-1707)
Mass for Four Voices (1641) (Claudio Monteverdi, 1567-1643) [with organ continuo]
Gregorian Mass of the Epiphany: Ecce advenit
Motet at the Offertory: Tribus miraculis (G.P. da Palestrina, c.1525-1594)
Motet at the Communion: Magi veniunt ab oriente (Jacobus Clemens non Papa, c.1510-1556)
Postlude: Wie Schön leuchtet der Morgenstern (BuxWV 223) (Buxtehude)

DE:new liturgical movement

Mentre a Parigi si svolge il 10 convegno teologico del Courrier de Rome con la partecipazione di alcuni relatori italiani tra cui il Dott. Alessandro Gnocchi proponiamo il suo intervento durante il Convegno di Studi cattolici tenutosi a Rimini nell'ottobre scorso.





  Ecco il programma del Convegno di Parigi:


Xe Congrès théologique
Courrier de Rome
en partenariat avec
l’Institut Universitaire Saint-Pie X et DICI
Paris 7, 8 et 9 janvier 2011
Maison de la Chimie
28, rue Saint-Dominique 75007 Paris

La Tradition, une solution à la crise de l’Eglise ?

Vendredi matin (9 h – 12 h)
I. A-t-on le droit de poser cette question ?
9 h. La Tradition, une solution à la crise ? (Abbé Alain Lorans)
II. Exemples historiques
10 h. La crise arienne (Abbé Laurent Biselx)
11 h. L’application du Concile de Trente (Abbé Nicolas Portail)

Vendredi après-midi (15 h – 18 h)
15 h. L’Eglise en France après la Révolution (Professeur Jean de Viguerie)
16 h. Saint Pie X et le modernisme (Abbé Claude Boivin)
17 h. Mgr Lefebvre et la crise post-conciliaire (Abbé Niklaus Pfluger)

Samedi matin (9 h – 12 h)
III. Application à la crise actuelle
9 h. La Tradition face à la pensée moderne (Abbé Jean-Michel Gleize)
10 h. Le Filioque et la crise dans l’Eglise – en hommage à Romano Amerio (Abbé François Knittel)
11 h. La place du Concile Vatican II dans le Magistère de l’Eglise (Don Davide Pagliarani)

Samedi après-midi (15 h – 18 h)
15 h. Art et Tradition (Dottor Francesco Colafemmina)
16 h. Un témoignage
17 h. Situation de l’Eglise aujourd’hui à Rome et dans le monde (Table ronde : abbé Emmanuel du Chalard, dottor Alessandro Gnocchi)

Dimanche matin : Messe pontificale célébrée par Mgr Bernard Fellay à Saint-Nicolas du Chardonnet (10h30)
Dimanche après-midi (15 h – 18 h)
15 h. Témoignage de la dottoressa Cristina Siccardi, auteur en Italie d’une vie de Mgr Lefebvre
16h30. Qu’est-ce que la Fraternité Saint-Pie X peut apporter à l’Eglise ? (Mgr Bernard Fellay)


Ejemplar: Primado belga oficiará Misa tradicional y establecerá oficialmente a la FSSP

Secretum Meum Mihi informa que el próximo 30 de enero, el Primado de Bélgica y Arzobispo de Bruselas, Mons. André-Joseph Leónard, celebrará la Santa Misa según el rito romano antiguo, en el marco del establecimiento oficial de la Fraternidad Sacerdotal San Pedro en Bélgica. Ver publicación original aquí: Summa Catholica

Ven. Pio XII : Jesús ruega por nosotros como nuestro Sacerdote; ruega en nosotros como nuestra Cabeza; nosotros le rogamos a El como a nuestro Dios... Reconozcamos, pues, tanto nuestras voces en El como su voz en nosotros... Se le ruega a El como Dios; ruega El como siervo; allí es el Creador, aquí un Ser creado en cuanto asume la naturaleza de cambiar sin cambiarse, haciendo de nosotros un solo hombre con El: Cabeza y Cuerpo»

http://s1.e-monsite.com/2009/05/05/01/65618855pie-xii-jpg.jpgPIO XII
"Mediator Dei"
Sobre la Sagrada Liturgia 



PARTE TERCERA
I. El Oficio Divino
EL OFICIO DIVINO Y EL AÑO LITÚRGICO
A) FUNDAMENTOS
172. El ideal de la vida cristiana consiste, en que cada uno se una íntima y continuamente a Dios. Por esto, el culto que la Iglesia rinde al Eterno, y que está recogido principalmente en el Sacrificio Eucarístico y en el uso de los Sacramentos, está ordenado y dispuesto de modo que por el Oficio Divino se extienda a todas las horas del día, a las semanas, a. todo el curso del año, a todos los tiempos y a todas las condiciones de la vida humana.
173. Habiendo ordenado el Divino Maestro: «Conviene orar perseverantemente y no desfallecer» (Luc. 18, 1), la Iglesia, obedeciendo fielmente esta advertencia, no cesa nunca de orar y nos exhorta con el Apóstol de los Gentiles: «Ofrezcamos, pues, a Dios sin cesar, por medio de El (Jesús), un sacrificio de alabanza» (Hebr. 13, 15).

B) HISTORIA

174. La Oración pública y colectiva, dirigida a Dios por todos conjuntamente, en la antigüedad sólo tenía lugar en ciertos días y a determinadas horas. Sin embargo, no sólo se oraba en las reuniones públicas, sino también en las casas privadas y a veces con los vecinos y amigos.

175. No obstante, pronto comenzó a tomar auge en las distintas partes de la cristiandad la costumbre de destinar a la Oración determinados momentos: por ejemplo, la última hora del día, cuando el sol se oculta y se encienden las luces; o la primera, cuando termina la noche, después del canto del gallo y al salir el sol. Otros momentos del día son indicados como más propios para la Oración por las Sagradas Escrituras, siguiendo las costumbres tradicionales hebreas y los usos cotidianos. Según los Hechos de los Apóstoles, los Discípulos de Jesucristo se reunían para orar en la hora tercera, cuando «fueron llenados todos del Espíritu Santo»; el Príncipe de los Apóstoles también, antes de tomar alimento, «subió a lo alto de la casa, cerca de la hora de sexta, a hacer oración»; Pedro y Juan «subían al Templo a la oración de la hora nona», y Pablo y Silas «a la media noche, puestos en oración, cantaban alabanzas a Dios».

176. Estas distintas oraciones, especialmente por iniciativa y obra de los monjes y de los ascetas, se perfeccionan cada día más y poco a poco son introducidas en el uso de la Sagrada Liturgia por la autoridad de la Iglesia.

C) NATURALEZA

177. El Oficio Divino es, pues, la oración del Cuerpo Místico de Cristo, dirigida a Dios en nombre de todos los cristianos y en su beneficio, siendo hecha por Sacerdotes, por los otros ministros de la Iglesia y por las religiosos para ello delegados por la Iglesia misma.

178. Cuáles deban ser el carácter y valor de esta Alabanza divina se deduce de las palabras que la Iglesia aconseja decir antes de comenzar las oraciones del Oficio, prescribiendo que sean recitadas «digna, atenta y devotamente».

179. El Verbo de Dios, al tomar la Naturaleza humana, introdujo en el destierro terreno el himno que se canta en el cielo por toda la eternidad. El une a Sí a toda la comunidad humana y se la asocia en el canto de este himno de alabanza. Debemos reconocer con humildad que «no sabiendo siquiera qué hemos de pedir en nuestras oraciones ni cómo conviene hacerlo, el mismo espíritu (divino) hace o produce en nuestro interior nuestras peticiones a Dios con gemidos que son inexplicables» (Rom. 8, 26). Y también Cristo, por medio de su espíritu, ruega en nosotros al Padre. «Dios no podría hacer a los hombres un don más grande... Ruega (Jesús) por nosotros como nuestro Sacerdote; ruega en nosotros como nuestra Cabeza; nosotros le rogamos a El como a nuestro Dios... Reconozcamos, pues, tanto nuestras voces en El como su voz en nosotros... Se le ruega a El como Dios; ruega El como siervo; allí es el Creador, aquí un Ser creado en cuanto asume la naturaleza de cambiar sin cambiarse, haciendo de nosotros un solo hombre con El: Cabeza y Cuerpo» (1).

Ven. Pis XII : Jesus prays for us, as our Priest; He prays in us as our Head; we pray to Him as our God . . . we recognize in Him our voice and His voice in us . . . He is prayed to as God, He prays under the appearance of a servant; in heaven He is Creator; here, created though not changed, He assumes a created nature which is to be changed and makes us with Him one complete man, head and body."


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MEDIATOR DEI

ENCYCLICAL OF POPE PIUS XII
ON THE SACRED LITURGY
  

138. The ideal of Christian life is that each one be united to God in the closest and most intimate manner. For this reason, the worship that the Church renders to God, and which is based especially on the eucharistic sacrifice and the use of the sacraments, is directed and arranged in such a way that it embraces by means of the divine office, the hours of the day, the weeks and the whole cycle of the year, and reaches all the aspects and phases of human life.

139. Since the divine Master commanded "that we ought always to pray and not to faint,"[132] the Church faithfully fulfills this injunction and never ceases to pray: she urges us in the words of the Apostle of the Gentiles, "by him Jesus let us offer the sacrifice of praise always to God "[133]

140. Public and common prayer offered to God by all at the same time was customary in antiquity only on certain days and at certain Times New Roman. Indeed, people prayed to God not only in groups but in private houses and occasionally with neighbors and friends. But soon in different parts of the Christian world the practice arose of setting aside special Times New Roman for praying, as for example, the last hour of the day when evening set in and the lamps were lighted; or the first, heralded, when the night was coming to an end, by the crowing of the cock and the rising of the morning star. Other Times New Roman of the day, as being more suitable for prayer are indicated in Sacred Scripture, in Hebrew customs or in keeping with the practice of every-day life. According to the acts of the Apostles, the disciples of Jesus Christ all came together to pray at the third hour, when they were all filled with the Holy Ghost;[134] and before eating, the Prince of the Apostles went up to the higher parts of the house to pray, about the sixth hour;[135] Peter and John "went up into the Temple at the ninth hour of prayer"[136] and at "midnight Paul and Silas praying . . . praised God."[137]

141. Thanks to the work of the monks and those who practice asceticism, these various prayers in the course of time become ever more perfected and by the authority of the Church are gradually incorporated into the sacred liturgy.

142. The divine office is the prayer of the Mystical Body of Jesus Christ, offered to God in the name and on behalf of all Christians, when recited by priests and other ministers of the Church and by religious who are deputed by the Church for this.

143. The character and value of the divine office may be gathered from the words recommended by the Church to be said before starting the prayers of the office, namely, that they be said "worthily, with attention and devotion."

144. By assuming human nature, the Divine Word introduced into this earthly exile a hymn which is sung in heaven for all eternity. He unites to Himself the whole human race and with it sings this hymn to the praise of God. As we must humbly recognize that "we know not what we should pray for, as we ought, the Spirit Himself asketh for us with unspeakable groanings."[138] Moreover, through His Spirit in us, Christ entreats the Father, "God could not give a greater gift to men . . . [Jesus] prays for us, as our Priest; He prays in us as our Head; we pray to Him as our God . . . we recognize in Him our voice and His voice in us . . . He is prayed to as God, He prays under the appearance of a servant; in heaven He is Creator; here, created though not changed, He assumes a created nature which is to be changed and makes us with Him one complete man, head and body."[139]

Ven. Pius XII : Das Hochziel des christlichen Lebens besteht im engen und dauernden Anschluß eines jeden Menschen an Gott. Darum ist der Kult, den die Kirche dem Ewigen zollt, und dessen Kernstück vor allem im eucharistischen Opfer und im Empfang der Sakramente besteht, so angeordnet und eingeteilt, daß er im Breviergebet die Stunden des Tages, die Wochen sowie den ganzen Lauf des Jahres umfaßt und Rücksicht nimmt auf alle Zeiten und all die verschiedenen Lagen des menschlichen Lebens.

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 Pius XII
Mediator Dei



III. Breviergebet und Kirchenjahr



321. Das Hochziel des christlichen Lebens besteht im engen und dauernden Anschluß eines jeden Menschen an Gott. Darum ist der Kult, den die Kirche dem Ewigen zollt, und dessen Kernstück vor allem im eucharistischen Opfer und im Empfang der Sakramente besteht, so angeordnet und eingeteilt, daß er im Breviergebet die Stunden des Tages, die Wochen sowie den ganzen Lauf des Jahres umfaßt und Rücksicht nimmt auf alle Zeiten und all die verschiedenen Lagen des menschlichen Lebens.

Da der göttliche Meister das Gesetz aufgestellt hat: Man soll immer beten und nie müde werden132erlahmt die Kirche, treu dieser Ermahnung, nie im Gebet und richtet an uns die Aufforderung des Apostels: Durch ihn (Jesus) wollen wir Gott das Lobopfer darbringen ohne Unterlaß133

322. Das öffentliche und gemeinsame Gebet, das alle vereint zu Gott verrichten, war in der ältesten Zeit auf bestimmte Tage und festgesetzte Stunden beschränkt. Aber nicht nur in größeren Gemeinschaften wurde zu Gott gebetet, sondern auch in den einzelnen Familien, zuweilen im Verein mit Nachbarn und Freunden. Schon bald kam aber in verschiedenen Teilen der christlichen Welt der Brauch auf, besondere Zeiten für das Gebet festzulegen, so z. B. die letzte Stunde des Tages, wenn man bei der Abenddämmerung das Licht anzündete, oder die erste Stunde, wenn die Nacht zu Ende ging, d. h. nach dem Hahnenschrei und bei Sonnenaufgang. Weitere zum Gebet besonders geeignete Zeiten ergaben sich aus der Heiligen Schrift oder aus dem überlieferten Brauchtum der Juden und aus der Gewohnheit des täglichen Lebens. So waren nach der Apostelgeschichte die Jünger Jesu Christi um die dritte Stunde zu gemeinsamem Gebet versammelt, als sie erfüllt wurden vom Heiligen Geist134der Apostelfürst ging vor dem Essen zum Gebet ins Obergemach hinauf, um die sechste Stunde135Petrus und Johannes gingen zum Tempel hinauf zum Gebet der neunten Stunde136Paulus und Silas beteten und lobten Gott um Mitternacht137

Verschiedene dieser Gebetsübungen wurden dann vor allem unter dem Einfluß der Mönche und derer, die sich dem aszetischen Leben widmeten, im Laufe der Zeit immer mehr ausgebaut und allmählich durch kirchliche Bestimmungen auch in die eigentliche Liturgie aufgenommen.

323. So ist denn das sogenannte Stundengebet das Gebet des Mystischen Leibes Christi, das im Namen und zum Frommen aller Christen Gott dargebracht wird, wenn es verrichtet wird von den Priestern und von anderen Dienern der Kirche sowie von Ordensleuten, und zwar im ausdrücklichen Auftrag der Kirche.

324. Eigenart und Wert dieses Gotteslobes ergeben sich aus den Worten, mit denen nach dem Rat der Kirche das Stundengebet beginnen soll, und wo es heißt, daß es „würdig, aufmerksam und andächtig“ zu verrichten sei.

325. Das Wort Gottes hat bei seiner Menschwerdung in dieser irdischen Verbannung jenen Lobgesang eingeführt, der durch alle Ewigkeit in den Höhen des Himmels erklingt. Die ganze Menschheit verbindet er mit sich zur Einheit und läßt sie an diesem göttlichen Lobgesang teilnehmen. Worum wir richtig beten sollen, wissen wir ja nicht, so müssen wir demütig gestehen, aber der Geist selbst bittet für uns mit unaussprechlichem Seufzen138Doch auch Christus selbst fleht durch seinen Geist für uns zum Vater. „Ein größeres Geschenk hätte Gott den Menschen nicht gewähren können ... Es betet (Jesus) für uns als unser Priester, er betet in uns als unser Haupt; zu ihm wird gebetet von uns als zu unserem Gott ... Wir wollen also in ihm unsere eigenen Stimmen erkennen und seine Stimme in uns ... Es wird zu ihm gebetet in seiner Gottesgestalt, er betet in seiner Knechtsgestalt; dort ist es der Schöpfer, hier der Geschaffene, der, ohne Veränderung zu erleiden, die geschaffene Natur annimmt, um sie zu verwandeln und uns mit sich vereint zu einem Menschen, Haupt und Leib“139

Ven. Pio XII : Avendo il Divino Maestro comandato: «È necessario pregare sempre, senza stancarsi», la Chiesa, obbedendo fedelmente a questo ammonimento, non cessa mai di pregare, e ci esorta con l'Apostolo delle Genti: «Per suo mezzo [di Gesù] offriamo sempre a Dio il sacrificio di lode».

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PIO PP. XII


LETTERA ENCICLICA

MEDIATOR DEI

 «SULLA SACRA LITURGIA»


La divina Lode

L'ideale della vita cristiana consiste in ciò che ognuno si unisca intimamente a Dio. Perciò il culto che la Chiesa rende all'Eterno, e che è imperniato nel Sacrificio Eucaristico e nell'uso dei Sacramenti, è ordinato e disposto in modo che, con l'ufficio divino, si estenda a tutte le ore del giorno alle settimane, a tutto il corso dell'anno, a tutti i tempi e a tutte le condizioni della vita umana.

Avendo il Divino Maestro comandato: «È necessario pregare sempre, senza stancarsi», la Chiesa, obbedendo fedelmente a questo ammonimento, non cessa mai di pregare, e ci esorta con l'Apostolo delle Genti: «Per suo mezzo [di Gesù] offriamo sempre a Dio il sacrificio di lode».

Le Ore canoniche

La preghiera pubblica e collettiva, rivolta a Dio da tutti insieme, nell'antichità aveva luogo soltanto in certi giorni e in certe ore. Tuttavia, si pregava non solo nelle pubbliche riunioni, ma anche nelle case private e talvolta coi vicini e gli amici. Ben presto, però, nelle varie parti della cristianità, invalse l'uso di destinare alla preghiera particolari tempi, per esempio l'ultima ora del giorno, quando il sole tramonta e si accende la lucerna; o la prima, quando termina la notte, dopo, cioè, il canto del gallo e al sorger del sole. Altri momenti del giorno sono indicati come più adatti alla preghiera dalla Sacra Scrittura, dal costume tradizionale ebraico e dagli usi quotidiani. Secondo gli Atti degli Apostoli i discepoli di Gesù Cristo si riunivano per pregare all'ora terza, quando «furono tutti riempiti di Spirito Santo»; il Principe degli Apostoli, poi, prima di prender cibo, «salì sul tetto per pregare circa la sesta ora»; Pietro e Giovanni «salivano al Tempio per la preghiera all'ora nona»; e Paolo e Sila «lodavano Dio a mezzanotte».

Queste varie preghiere, specialmente per iniziativa ed opera dei monaci e degli asceti, si perfezionano ogni giorno più, e a poco a poco sono introdotte nell'uso della sacra Liturgia per autorità della Chiesa.

L'Ufficio Divino è, dunque, la preghiera del Corpo Mistico di Cristo, rivolta a Dio a nome di tutti i cristiani e a loro beneficio, essendo fatta dai sacerdoti, dagli altri ministri della Chiesa e dai religiosi, a questo dalla Chiesa stessa delegati.

Quali debbano essere il carattere e il valore di questa lode divina si ricava dalle parole che la Chiesa suggerisce di dire prima di iniziare le preghiere dell'Ufficio, prescrivendo che siano recitate «degnamente, attentamente e devotamente».

Il Verbo di Dio, assumendo l'umana natura, ha introdotto nell'esilio terreno l'inno che si canta in cielo per tutta l’eternità. Egli unisce a sé tutta la comunità umana e se la associa nel canto di questo inno di lode. Dobbiamo con umiltà riconoscere che noi «non sappiamo quel che dobbiamo convenientemente domandare, ma lo Spirito stesso prega per noi con gemiti inesprimibili». Ed anche Cristo, per mezzo del suo Spirito, prega in noi il Padre. «Dio non potrebbe fare agli uomini un dono più grande . . . Prega [Gesù] per noi come nostro sacerdote; prega in noi come nostro Capo; è pregato da noi come nostro Dio . . . Riconosciamo dunque e le nostre voci in Lui e la sua voce in noi . . . Lo si prega come Dio, prega come servo: là il Creatore, qui un essere creato in quanto assume la natura da mutare senza mutarsi, facendo di noi un sol uomo con Lui: Capo e Corpo».

 

Ven. Pie XII: La forme idéale et essentielle de la vie chrétienne consiste pour chacun à se tenir uni étroitement et constamment à Dieu. C’est pourquoi le culte, que l’Église rend à l’Éternel, et qui est basé surtout sur le sacrifice eucharistique et l’usage des sacrements, est organisé et disposé de telle manière que, grâce à l’office divin, il s’étend aux heures du jour, aux semaines, à tout le cours de l’année, à toutes les saisons et aux diverses conditions de la vie humaine.


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Encyclique MEDIATOR DEI


de Sa Sainteté le Pape PIE XII

SUR LA SAINTE LITURGIE


III L’OFFICE DIVIN ET L’ANNÉE LITURGIQUE

I. L’OFFICE DIVIN…

La forme idéale et essentielle de la vie chrétienne consiste pour chacun à se tenir uni étroitement et constamment à Dieu. C’est pourquoi le culte, que l’Église rend à l’Éternel, et qui est basé surtout sur le sacrifice eucharistique et l’usage des sacrements, est organisé et disposé de telle manière que, grâce à l’office divin, il s’étend aux heures du jour, aux semaines, à tout le cours de l’année, à toutes les saisons et aux diverses conditions de la vie humaine.

Connaissant le précepte du divin Maître : " Il faut prier toujours sans jamais se lasser " (Lc, XVIII, l), l’Église s’est fidèlement conformée à cette invitation. Aussi ne cesse-t-elle jamais de prier, et elle nous exhorte à faire de même en se servant de ces paroles de l’Apôtre : " Par lui, Jésus, offrons sans cesse à Dieu une hostie de louange " (He XIII, 15).

La prière publique et collective, s’élevant vers Dieu de la part de tous en même temps, n’avait lieu, dans la plus ancienne antiquité, qu’à des jours et à des heures déterminés. Cependant, on lui adressait aussi des supplications, non seulement par groupes, mais aussi dans les demeures privées et parfois même avec le concours de voisins et d’amis. Assez vite, cependant, la coutume s’établit, dans les diverses parties du monde, de réserver à la prière des moments particuliers, par exemple, la dernière heure du jour, quand vient le crépuscule et qu’on allume les lampes ; la première aussi, quand la nuit touche à sa fin, après le chant du coq, au lever du soleil. D’autres moments de la journée se trouvent mentionnés dans la Sainte Écriture comme plus propres à la prière, soit d’après les traditions juives, soit conformément à l’usage de tous les jours. D’après les Actes des apôtres, les disciples de Jésus-Christ étaient réunis pour prier tous ensemble à la troisième heure, lorsqu’ils " furent remplis du Saint-Esprit " (cf. Act II, 1-15) ; le Prince des apôtres, avant de prendre son repas " monta sur la terrasse pour prier vers la sixième heure " (Ibid., X, 9) ; Pierre et Jean " montèrent au Temple à la neuvième heure pour prier " (Ibid., III, 1), et c’est " à minuit que Paul et Silas priaient pour louer Dieu " (Ibid., XVI, 25).

Ces diverses prières, grâce surtout à l’initiative et à la pratique des moines et des ascètes en général, se perfectionnèrent davantage dans la suite des temps et, peu à peu, l’Église les introduisit dans l’usage de la liturgie sacrée.

… est la prière continuelle de l’Église

Ce qu’on appelle l’" office divin " est donc la prière du Corps mystique du Christ adressée à Dieu, au nom et pour l’avantage de tous les chrétiens, par les prêtres et les autres ministres de l’Église ainsi que par les religieux délégués par elle à cet effet.

Ce que doit être le caractère et la valeur de la louange ainsi rendue à Dieu se découvre dans la parole que l’Église nous suggère avant de commencer la prière des diverses heures, en nous prescrivant de les réciter " dignement, avec attention et dévotion ".

Le Verbe de Dieu, en prenant la nature humaine, importa lui-même dans cette terre d’exil l’hymne qui, de tout temps, se chante dans les demeures célestes. Unissant à lui l’ensemble de la communauté humaine, il se l’associe dans ce cantique de louange. Nous devons le reconnaître humblement, " ce que nous devons demander dans nos prières, nous ne le savons pas ; mais l’esprit lui-même demande pour nous par des gémissements ineffables " (Rm VIII, 26). Le Christ lui aussi, par son esprit, supplie le Père en nous. " Dieu ne pourrait pas accorder de plus grand bienfait aux hommes… (Jésus) prie pour nous comme étant notre prêtre ; il prie en nous comme notre Chef ; nous le prions comme notre Dieu… Reconnaissons donc nos voix en lui et sa voix en nous… Il reçoit nos prières dans la forme de Dieu ; il prie dans la forme de serviteur ; créateur dans l’une, créé dans l’autre, il fait sienne, sans changer, la nature à changer, et de nous avec lui il fait un homme, la tête et le corps " (S. Augustin, Enarr. in Ps. LXXXV, n. 1).

Monseñor François Gayot, Arzobispo Emérito de Cap-Haitien (Haití) ha fallecido el pasado 16 de diciembre, a los 83 años de edad. Hay que dar gracias a Dios por estos Pastores que, hasta sus últimas fuerzas, han defendido la Fe y dado ejemplo de amor a la Iglesia y a su Sagrada Tradición.

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Ecco alcune foto della S. Messa cantata, celebrata in occasione della scorsa festa dell'Immacolata, celebrata a Genova nella chiesa parrocchiale dei Ss. Vittore e Carlo (via Balbi), alle 11.00, da padre Gabriele Maria Gallotti, della Fraternità della SS.ma Vergine Maria

Foto S. Messa dell'Immacolata a Genova

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Ecco alcune foto della S. Messa cantata, celebrata in occasione della scorsa festa dell'Immacolata, celebrata a Genova nella chiesa parrocchiale dei Ss. Vittore e Carlo (via Balbi), alle 11.00, da padre Gabriele Maria Gallotti, della Fraternità della SS.ma Vergine Maria,Si ringrazia Luca, del gruppo "Una Voce Genova", per le foto.
Come si noterà, le festività sono sempre feconde circostanze per il rifiorire delle celebrazioni anche quelle in rito antico. 
De:messainlatino.it

Wigilia Epifanii czyli czuwanie na Uroczystość Objawienia Pańskiego

5 stycznia, w warszawskim kościele pokamedulskim przy ul. Dewajtis 3, w Wigilię Epifanii, odbyło się czuwanie przed Świętem Objawienia Pańskiego zakończone Mszą św. odprawioną o po północy 6 stycznia, w dzień Uroczystości. Oficjum zostało odprawione w przedsoborowym rycie dominikańskim, zaś Msza św. w klasycznym rycie rzymskim.







DE:http://www.nowyruchliturgiczny.pl/

La Evolución de La Santa Misa de Siempre en el Mundo : Hemos sido capaces de evaluar, sobre un total de 1.444 lugares en el que celebramos la forma extraordinaria del rito romano: -340 Que tienen al menos una misa en los días de semana solamente; -313 Que tienen al menos un domingo de misa, pero con una forma irregular, no cada semana; -324 Ofrece misa todos los domingos, pero en un tiempo no "familia"; -Por último, 467 que ofrecen misa todos los domingos a la vez "familia".

 

La Evolución de La Santa Misa de Siempre en el Mundo

Relevamiento recogido por la Federación Internacional una Voce.
Frag. De Nota publicada en el Missalino Italia.

Jueves, 06 de enero 2011
Algunas cifras sobre la forma extraordinaria en el mundo
Que hemos recibido de Litúrgica Paix y ofrecer a nuestros lectores este interesante debate sobre las cifras de la forma extraordinaria en el mundo:
He aquí el texto de la Carta "176, 6 de enero de 2011:

Desde el verano pasado, los presupuestos han sido propuestas en los tres primeros años del motu proprio Summorum Pontificum. En la carta que acompaña al MP, el Santo Padre invitó a los obispos del mundo "para enviar a la Santa Sede un informe sobre vuestras experiencias tres años después de la entrada en vigor de este Motu Proprio. E 'en este espíritu, por ejemplo, la Federación Internacional Una Voce ha presentado recientemente su tercer informe anual a las autoridades del Vaticano.

Aprovechando el trabajo realizado el año pasado por nuestra editorial francesa Paix Liturgique Italia ofrece, a principios de 2011, un balance de estos tres años, que vio la liturgia tradicional de hacer su regreso en la vida de la Iglesia universal. Dejando de lado la cuestión de las celebraciones negado a los fieles, a menudo polémica, que ha decidido no tener en cuenta que las masas realmente celebra de acuerdo con el motu proprio Summorum Pontificum.

Nuestro estudio abarca 30 países, incluyendo aquellos en los que el catolicismo está arraigada. Esto no es un simple recuento, sino una clasificación de las celebraciones de la forma extraordinaria del Rito Romano en relación con su tiempo y su regularidad. Podemos definirla como una especie de evaluación de la aplicación de calidad mundial del Motu Proprio del 7 de julio de 2007.

La referencia elegida es el semanario misa dominical y se celebra en un momento propicio para las familias. De hecho, debido a que el desarrollo está en el corazón de la vida de los fieles, es importante para celebrarlo en momentos en que se puede asistir juntos en la familia. Y "por qué, a pesar de las diferencias culturales entre países, se consideró la franja horaria entre las 9 y 12 como el tiempo" familia "universal.

Nuestro estudio, que para el 14 de septiembre de 2010, al final del tercer aniversario de la entrada en vigor de la MP, las direcciones de los siguientes países: España, Portugal, Irlanda, Suiza, República Checa, Alemania, Italia, Gran Bretaña, Polonia , Francia, Benelux, Austria, Hungría, Canadá, Estados Unidos, México, Colombia, Chile, Brasil, Argentina, Australia, India, Filipinas, Nueva Zelanda, Sudáfrica, Gabón y Nigeria.

Para cada uno de estos países se han considerado por lo menos dos fuentes, incluyendo al menos un blog o página web local.

Hemos sido capaces de evaluar, sobre un total de 1.444 lugares en el que celebramos la forma extraordinaria del rito romano:
-340 Que tienen al menos una misa en los días de semana solamente;
-313 Que tienen al menos un domingo de misa, pero con una forma irregular, no cada semana;
-324 Ofrece misa todos los domingos, pero en un tiempo no "familia";
-Por último, 467 que ofrecen misa todos los domingos a la vez "familia".


Para hacer más eficaz la aplicación de la MP y reunirse con más generosidad a las necesidades de los fieles, este estudio sugiere que hay dar a la Misa de San Pío V o Tridentina un horario regular dominical y fiestas de precepto en los horarios que nos consideramos familiares de 9 a 12, pues así seria más fácil de aplicar el MP y sumado a que se daría mas difusión a la Santa Misa, según el Rito de San Pío V: la transformación de 340 misas celebradas durante la semana en la misa del domingo, la misa del domingo, pero no hacer 313 misas regulares semanal de los domingos, y, finalmente, pasar a un tiempo "familia" de la Misa 324 regulares Domingo celebra hoy en tiempos difíciles!

Mucho Obispos, consideran que la aplicación del Motu Propio fue para satisfacer las necesidades de los miembros de la FSPX, por el Santo padre tuvo la intención de recuperar para todo el conjunto de la Iglesia, el antiguo tesoro de la Santa Misa, según el Rito Tridentino. (Opinión: yo igualmente considero que el Santo Sacrificio de la Misa, según el Rito de San Pío V, fue conservado gracias a la tenaz lucha de Monseñor Marcel Lefevre y sin dicha lucha, hubiese sido imposible que este tesoro del Santo Sacrificio de la Misa, que tiene 2000 años de existencia frente a los 40 del Novus Ordus Missale, hubiese sido totalmente olvidado, si no hubiese sido por la constante lucha que llevo a cabo Monseñor Lefrevre y la FSPX, no olvidemos que la FSP (Fraternidad San pedro es un desprendimiento de la FSPX) y que el Movimiento Una Voce y Juventutem, si bien hoy no tienen ninguna relación o poca con la FSPX, surgieron de ella para luego desarrollarse en forma independiente en comunión con Roma pero aceptando ciertos aspectos de las Reformas Conciliares del V II, que la FSPX, sigue resistiendo pues considera que algunas de ellas como el Ecumenismo, o las concelebraciones, entre otras son contrarias al espíritu y la tradición bimilenaria de la santa Madre Iglesia. JL Ventrice.)


Igualmente la Fraternidad San Pío X, da a los fieles un servicio litúrgico mas regular y centrado en lo que UNA Voce llama Horarios familiares, más acorde a las necesidades familiares, que el resto de las comunidades que han comenzado a redescubrir el Rito Tridentino, a demás hay que reconocer también que estas nuevas comunidades tienen el estigma de la persecución o el rechazo bastante generalizado de Obispos, sacerdotes y religiosos, que obstinadamente siguen sosteniendo que la Misa Tridentina es Cismática. En que grave desobediencia y error caen estos hombres de la Iglesia.
Una Voce se propone para el año 2011 ponerse a trabajar en este sentido, este será uno de los pilares de la labor de Liturgique Paz en 2011: Para ayudar a reducir el retraso de la misa dominical celebrada en "miembros de la familia" veces la justa medida de aplicación de la caridad fraterna y Summorum Pontificum MP.

Finalmente, hago un comentario final, a toda esta nota, frag. Me parece que todos los Católicos que nos llamamos defensores de la Tradición y nos proclamamos defensores de la antigua Liturgia de san Pío V. Debemos unir esfuerzos y no hacer comparaciones entre las comunidades nuevas que van surgiendo con la aplicación de MP y los miembros de la FSPX. Eso creo yo es un enfrentamiento estéril, que en vez de fortalecer a la tradición la debilita, en la unión esta la fuerza, no en las fuerzas divididas, pues el enemigo es fuerte y poderoso y esta confiado, que el MP y la liberalización de la Santa Misa de san Pío X, terminara cuando concluya el reinado del Santo Padre Benedicto XVI, a el deseo un largo Reinado y fuerzas para lograr la tan ansiada reforma de la reforma, que lo que busca es poner a Cristo en el centro de la Iglesia y de la Liturgia y terminar con los sacerdotes showman. En fin Dios escuche la plegaria de su pueblo fiel. Particularmente hago votos por la unión de todos los miembros de la Iglesia que defendemos la Tradición sin distinciones de banderas. Les hago un recuerdo histórico, la evangelización del Japón en el siglo XVI fracaso en gran medida por los enfrentamientos que hubo entre Jesuitas y Franciscanos. No cometamos los mismos errores del pasado y luchemos todos juntos no solo por reinstaurar, al menos por ahora en pie de igualdad la Misa de Siempre con el Novus Ordus Missale, que este ultimo sea mas cristo lógico y menos dejado a la inventiva de sacerdotes díscolos como curas roqueros, floggeros, milongeros, y un largo etc... Y luego con el tiempo, que no es nuestro sino de Dios, se haga su voluntad y si es de Dios, que seguro lo es volvamos a restaurar la Misa de Siempre y no solo la Misa sino muchas de las enseñanzas del Catecismo de Trento y del Concilio Vaticano I, que fueron dejadas de lado para modernizar, agiornar, humanizar, acercar la Iglesia a los hombres y al mundo, terminar con el falso eucumenismo, preguntémosles a los miles de cristianos que sufren persecución violenta en el mundo, si da resultado el eucumenismo con los infieles y por ultimo nos en Occidente, somos víctimas de una persecución mas solapada, pero quizás hasta más letal que la de la violencia, pues adormecidas nuestras conciencias y entibiados nuestros corazones, aceptamos todas las innovaciones eclesiásticas, que a las conferencias episcopales se les vienen en gana, o que a cada curita se le ocurren y por ultimo aceptamos las leyes antinatura y anti vida que nos imponen los estados liberales masones unidos al socialismo-marxismo intelectualoide que se impuso en todos los ámbitos de las ciencias humanísticas. Pareciera que si uno no adhiere a esas falsas ideologías no esta acorde al mundo y recordemos que esas ideologías están condenadas por el magisterio tradicional de la Iglesia y también por muchas Encíclicas y magisterio de la Iglesia surgido desde el CVII en adelante, pero que pareciera ningún católico ya se detiene a leer o mejor dicho a formarse, si el pueblo de Dios estuviese bien formado, seguramente muchos abusos litúrgicos y muchas violaciones a la ley de Dios (Ley Natural) que los modernos estados hacen encontrarían mayor resistencia. Dios con nosotros. San Miguel Arcángel Proteja a la santa madre Iglesia con las huestes celestes, contra las fuerzas del maligno que no cesa en sus ataque certeros contra Nuestra Fe. La única y verdadera fe, fuera de ella no hay salvación. José Luis Ventrice. 
 
DE:http://himmeltur.blogspot.com/

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Benedetto XVI : Erode è un personaggio che non ci è simpatico e che istintivamente giudichiamo in modo negativo per la sua brutalità. Ma dovremmo chiederci: forse c’è qualcosa di Erode anche in noi? Forse anche noi, a volte, vediamo Dio come una sorta di rivale? Forse anche noi siamo ciechi davanti ai suoi segni, sordi alle sue parole, perché pensiamo che ponga limiti alla nostra vita e non ci permetta di disporre dell’esistenza a nostro piacimento? Cari fratelli e sorelle, quando vediamo Dio in questo modo finiamo per sentirci insoddisfatti e scontenti, perché non ci lasciamo guidare da Colui che sta a fondamento di tutte le cose.


Benedetto XVI alla Santa Messa nella Solennità dell'Epifania del Signore (6 gennaio 2011)


OMELIA DEL SANTO PADRE BENEDETTO XVI

Mercoledì, 6 gennaio 2011

[Francese, Inglese, Italiano, Portoghese, Spagnolo, Tedesco]


Cari fratelli e sorelle,

nella solennità dell’Epifania la Chiesa continua a contemplare e a celebrare il mistero della nascita di Gesù salvatore. In particolare, la ricorrenza odierna sottolinea la destinazione e il significato universali di questa nascita. Facendosi uomo nel grembo di Maria, il Figlio di Dio è venuto non solo per il popolo d’Israele, rappresentato dai pastori di Betlemme, ma anche per l’intera umanità, rappresentata dai Magi. Ed è proprio sui Magi e sul loro cammino alla ricerca del Messia (cfr Mt 2,1-12) che la Chiesa ci invita oggi a meditare e a pregare. Nel Vangelo abbiamo ascoltato che essi, giunti a Gerusalemme dall’Oriente, domandano: “Dov’è colui che è nato, il re dei Giudei? Abbiamo visto spuntare la sua stella e siamo venuti ad adorarlo” (v. 2). Che genere di persone erano, e che specie di stella era quella? Essi erano probabilmente dei sapienti che scrutavano il cielo, ma non per cercare di “leggere” negli astri il futuro, eventualmente per ricavarne un guadagno; erano piuttosto uomini “in ricerca” di qualcosa di più, in ricerca della vera luce, che sia in grado di indicare la strada da percorrere nella vita. Erano persone certe che nella creazione esiste quella che potremmo definire la “firma” di Dio, una firma che l’uomo può e deve tentare di scoprire e decifrare. Forse il modo per conoscere meglio questi Magi e cogliere il loro desiderio di lasciarsi guidare dai segni di Dio è soffermarci a considerare ciò che essi trovarono, nel loro cammino, nella grande città di Gerusalemme.
Anzitutto incontrarono il re Erode. Certamente egli era interessato al bambino di cui parlavano i Magi; non però allo scopo di adorarlo, come vuole far intendere mentendo, ma per sopprimerlo. Erode è un uomo di potere, che nell’altro riesce a vedere solo un rivale da combattere. In fondo, se riflettiamo bene, anche Dio gli sembra un rivale, anzi, un rivale particolarmente pericoloso, che vorrebbe privare gli uomini del loro spazio vitale, della loro autonomia, del loro potere; un rivale che indica la strada da percorrere nella vita e impedisce, così, di fare tutto ciò che si vuole. Erode ascolta dai suoi esperti delle Sacre Scritture le parole del profeta Michea (5,1), ma il suo unico pensiero è il trono. Allora Dio stesso deve essere offuscato e le persone devono ridursi ad essere semplici pedine da muovere nella grande scacchiera del potere. Erode è un personaggio che non ci è simpatico e che istintivamente giudichiamo in modo negativo per la sua brutalità. Ma dovremmo chiederci: forse c’è qualcosa di Erode anche in noi? Forse anche noi, a volte, vediamo Dio come una sorta di rivale? Forse anche noi siamo ciechi davanti ai suoi segni, sordi alle sue parole, perché pensiamo che ponga limiti alla nostra vita e non ci permetta di disporre dell’esistenza a nostro piacimento? Cari fratelli e sorelle, quando vediamo Dio in questo modo finiamo per sentirci insoddisfatti e scontenti, perché non ci lasciamo guidare da Colui che sta a fondamento di tutte le cose. Dobbiamo togliere dalla nostra mente e dal nostro cuore l’idea della rivalità, l’idea che dare spazio a Dio sia un limite per noi stessi; dobbiamo aprirci alla certezza che Dio è l’amore onnipotente che non toglie nulla, non minaccia, anzi, è l’Unico capace di offrirci la possibilità di vivere in pienezza, di provare la vera gioia.

I Magi poi incontrano gli studiosi, i teologi, gli esperti che sanno tutto sulle Sacre Scritture, che ne conoscono le possibili interpretazioni, che sono capaci di citarne a memoria ogni passo e che quindi sono un prezioso aiuto per chi vuole percorrere la via di Dio. Ma, afferma sant’Agostino, essi amano essere guide per gli altri, indicano la strada, ma non camminano, rimangono immobili. Per loro le Scritture diventano una specie di atlante da leggere con curiosità, un insieme di parole e di concetti da esaminare e su cui discutere dottamente. Ma nuovamente possiamo domandarci: non c’è anche in noi la tentazione di ritenere le Sacre Scritture, questo tesoro ricchissimo e vitale per la fede della Chiesa, più come un oggetto per lo studio e la discussione degli specialisti, che come il Libro che ci indica la via per giungere alla vita? Penso che, come ho indicato nell’Esortazione apostolica Verbum Domini, dovrebbe nascere sempre di nuovo in noi la disposizione profonda a vedere la parola della Bibbia, letta nella Tradizione viva della Chiesa (n. 18), come la verità che ci dice che cosa è l’uomo e come può realizzarsi pienamente, la verità che è la via da percorrere quotidianamente, insieme agli altri, se vogliamo costruire la nostra esistenza sulla roccia e non sulla sabbia.


E veniamo così alla stella. Che tipo di stella era quella che i Magi hanno visto e seguito? Lungo i secoli questa domanda è stata oggetto di discussione tra gli astronomi. Keplero, ad esempio, riteneva che si trattasse di una “nova” o una “supernova”, cioè di una di quelle stelle che normalmente emanano una luce debole, ma che possono avere improvvisamente una violenta esplosione interna che produce una luce eccezionale. Certo, cose interessanti, ma che non ci guidano a ciò che è essenziale per capire quella stella. Dobbiamo riandare al fatto che quegli uomini cercavano le tracce di Dio; cercavano di leggere la sua “firma” nella creazione; sapevano che “i cieli narrano la gloria di Dio” (Sal 19,2); erano certi, cioè che Dio può essere intravisto nel creato. Ma, da uomini saggi, sapevano pure che non è con un telescopio qualsiasi, ma con gli occhi profondi della ragione alla ricerca del senso ultimo della realtà e con il desiderio di Dio mosso dalla fede, che è possibile incontrarlo, anzi si rende possibile che Dio si avvicini a noi. L’universo non è il risultato del caso, come alcuni vogliono farci credere. Contemplandolo, siamo invitati a leggervi qualcosa di profondo: la sapienza del Creatore, l’inesauribile fantasia di Dio, il suo infinito amore per noi. Non dovremmo lasciarci limitare la mente da teorie che arrivano sempre solo fino a un certo punto e che – se guardiamo bene – non sono affatto in concorrenza con la fede, ma non riescono a spiegare il senso ultimo della realtà. Nella bellezza del mondo, nel suo mistero, nella sua grandezza e nella sua razionalità non possiamo non leggere la razionalità eterna, e non possiamo fare a meno di farci guidare da essa fino all’unico Dio, creatore del cielo e della terra. Se avremo questo sguardo, vedremo che Colui che ha creato il mondo e Colui che è nato in una grotta a Betlemme e continua ad abitare in mezzo a noi nell’Eucaristia, sono lo stesso Dio vivente, che ci interpella, ci ama, vuole condurci alla vita eterna.

Erode, gli esperti delle Scritture, la stella. Ma seguiamo il cammino dei Magi che giungono a Gerusalemme. Sopra la grande città la stella sparisce, non si vede più. Che cosa significa? Anche in questo caso dobbiamo leggere il segno in profondità. Per quegli uomini era logico cercare il nuovo re nel palazzo reale, dove si trovavano i saggi consiglieri di corte. Ma, probabilmente con loro stupore, dovettero costatare che quel neonato non si trovava nei luoghi del potere e della cultura, anche se in quei luoghi venivano offerte loro preziose informazioni su di lui. Si resero conto, invece, che, a volte, il potere, anche quello della conoscenza, sbarra la strada all’incontro con quel Bambino. La stella li guidò allora a Betlemme, una piccola città; li guidò tra i poveri, tra gli umili, per trovare il Re del mondo. I criteri di Dio sono differenti da quelli degli uomini; Dio non si manifesta nella potenza di questo mondo, ma nell’umiltà del suo amore, quell’amore che chiede alla nostra libertà di essere accolto per trasformarci e renderci capaci di arrivare a Colui che è l’Amore. Ma anche per noi le cose non sono poi così diverse da come lo erano per i Magi. Se ci venisse chiesto il nostro parere su come Dio avrebbe dovuto salvare il mondo, forse risponderemmo che avrebbe dovuto manifestare tutto il suo potere per dare al mondo un sistema economico più giusto, in cui ognuno potesse avere tutto ciò che vuole. In realtà, questo sarebbe una sorta di violenza sull’uomo, perché lo priverebbe di elementi fondamentali che lo caratterizzano. Infatti, non sarebbero chiamati in causa né la nostra libertà, né il nostro amore. La potenza di Dio si manifesta in modo del tutto differente: a Betlemme, dove incontriamo l’apparente impotenza del suo amore. Ed è là che noi dobbiamo andare, ed è là che ritroviamo la stella di Dio.

Così ci appare ben chiaro anche un ultimo elemento importante della vicenda dei Magi: il linguaggio del creato ci permette di percorrere un buon tratto di strada verso Dio, ma non ci dona la luce definitiva. Alla fine, per i Magi è stato indispensabile ascoltare la voce delle Sacre Scritture: solo esse potevano indicare loro la via. E’ la Parola di Dio la vera stella, che, nell’incertezza dei discorsi umani, ci offre l’immenso splendore della verità divina. Cari fratelli e sorelle, lasciamoci guidare dalla stella, che è la Parola di Dio, seguiamola nella nostra vita, camminando con la Chiesa, dove la Parola ha piantato la sua tenda. La nostra strada sarà sempre illuminata da una luce che nessun altro segno può darci. E potremo anche noi diventare stelle per gli altri, riflesso di quella luce che Cristo ha fatto risplendere su di noi. Amen.

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Quais são as vantagens da posição ad orientem no altar, uma vez que eu a experimentei ao longo dos últimos dois anos? Posso pensar em dez logo de imediato: 1. O Santo Sacrifício da Missa é experimentado como tendo uma direção e enfoque teocêntrico. 2. Os fiéis são poupados do clerocentrísmo cansativo que até então tem tomado conta da celebração da Santa Missa nos últimos quarenta anos. 3. Mais uma vez se tornou evidente que o Cânon da Missa (Prex Eucharistica) é dirigido ao Pai, pelo sacerdote, no nome de todos. 4. O caráter sacrifical da Missa é maravilhosamente expresso e afirmado. 5. Quase que imperceptivelmente alguém descobre o acerto de se rezar silenciosamente em determinados momentos, de recitar determinadas partes da Missa suavemente e recitar outras de maneira musical. 6. Ela permite ao padre celebrante ter o benefício da santa modéstia. 7. Eu me vejo cada vez mais identificado com Cristo, o Eterno Sumo Sacerdote e Hóstia perpétua, na liturgia do santuário celestial, para além do véu, perante a Face do Pai. 8. Durante o Cânon da Missa, sou agraciado com um recolhimento profundo. 9. As pessoas se tornaram mais reverentes em seu comportamento. 10. Toda a celebração da Santa Missa ganhou em reverência, atenção e devoção. * * *

Cinco Anos “Ad Orientem”.

Dando um Passo
O dia 17 de dezembro de 2010 marcará o quinto aniversário da minha posição ad orientem perante o altar para o Santo Sacrifício da Missa. Comecei a oferecer a Santa Missa exclusivamente ad orientem no Mosteiro da Cruz Gloriosa, onde trabalhei por vários anos como capelão. Preparei a mudança no Advento de 2005 com uma catequese pastoral e mistagógica apropriada.
Depois Veio o Summorum Pontificum
Depois de 14 de setembro de 2007, o Summorum Pontificum facilitou bastante a celebração do rito tradicional da Santa Missa e, desde que assumi a minha missão em Tulsa, tenho oferecido a Forma Extraordinária diariamente, não tendo nenhum desejo e não vendo nenhuma necessidade, no contexto da vida monástica contemplativa, de celebrar na Forma Ordinária.
Não é um Retrocesso
Tendo dito isso, após cinco anos oferecendo a Santa Missa ad orientem, posso dizer que eu não quero nunca ter de voltar à posição versus populum. Quando viajo, entretanto, algumas vezes, sou obrigado a celebrar versus populum, especialmente, na Irlanda, na França e Itália; isso me deixa com um sentimento de inadequação extrema. Sofro do que posso descrever apenas como uma falta de pudeur sagrado, ou modéstia em face aos Santos Mistérios. Quando sou obrigado a celebrar versus populum, sinto visceralmente, como se fosse, que há, algo muito errado – teológica, espiritual e antropologicamente – com o oferecimento do Santo Sacrifício voltado em direção à congregação.
Dez Vantagens
Quais são as vantagens da posição ad orientem no altar, uma vez que eu a experimentei ao longo dos últimos dois anos? Posso pensar em dez logo de imediato:
1. O Santo Sacrifício da Missa é experimentado como tendo uma direção e enfoque teocêntrico.
2. Os fiéis são poupados do clerocentrísmo cansativo que até então tem tomado conta da celebração da Santa Missa nos últimos quarenta anos.
3. Mais uma vez se tornou evidente que o Cânon da Missa (Prex Eucharistica) é dirigido ao Pai, pelo sacerdote, no nome de todos.
4. O caráter sacrifical da Missa é maravilhosamente expresso e afirmado.
5. Quase que imperceptivelmente alguém descobre o acerto de se rezar silenciosamente em determinados momentos, de recitar determinadas partes da Missa suavemente e recitar outras de maneira musical.
6. Ela permite ao padre celebrante ter o benefício da santa modéstia.
7. Eu me vejo cada vez mais identificado com Cristo, o Eterno Sumo Sacerdote e Hóstia perpétua, na liturgia do santuário celestial, para além do véu, perante a Face do Pai.
8. Durante o Cânon da Missa, sou agraciado com um recolhimento profundo.
9. As pessoas se tornaram mais reverentes em seu comportamento.
10. Toda a celebração da Santa Missa ganhou em reverência, atenção e devoção.
* * *
Dom Mark Daniel Kirby é Prior do Mosteiro Beneditino Diocesano de Nossa Senhora do Cenáculo em Tulsa, Oklahoma.
Sua Excelência, Bispo Edward J. Slattery da Diocese Católica Romana de Tulsa estabeleceu o mosteiro em 2009 com a missão distintiva da Adoração Eucarística para a santificação dos sacerdotes.
DE:fratres in unum

Pope Benedict XVI celebrates Mass of the Epiphany

 
Pope Benedict XVI waves as he arrives to celebrate the Epiphany mass in Saint Peter's Basilica at the Vatican January 6, 2011.   



To the blare of trumpets, the Holy Father, Pope Benedict XVI processed to the High Altar of St. Peter’s Basilica on Thursday morning, where he celebrated the Mass of the Epiphany, assisted by two Cardinal Deacons, His Eminence Gianfranco Ravasi, who is President of the Pontifical Council for Culture, and His Eminence Walter Brandmuller, President emeritus of the Pontifical Committee for Historical Sciences.

The readings were from the Book of the Prophet, Isaiah, in which the Holy City of Jerusalem is exhorted to rise up in splendour and receive homage from all the kings and princes of the world; then the 71st Psalm which sings with joyful and certain expectation of the day in which all the Nations of the Earth shall adore the One, True God. A passage from the Epistle of Paul to Ephesians was read, which proclaims the universal salvific mission of Christ and the creation of the Gentiles as co-heirs in His kingdom, full members of His body; the Deacon chanted the Gospel, taken from St. Mark, which tells the story of the Magi who were the first Gentiles to worship God in the flesh.

In his homily, Pope Benedict said that the story of the wise men who followed the star reveals that the universe is not the result of chance, as some would have us believe.

“Contemplating it,” he said, “we are invited to read something profound: the wisdom of the Creator, the inexhaustible creativity of God, his infinite love for us.”

The Pope exhorted the faithful not to let our minds be limited by theories that, even if they are true so far as they go, and not in competition with the faith, can nevertheless bring us only so far.

“In the beauty of the world, in its mystery, its greatness and rationality,” said Pope benedict, “we cannot fail to read the eternal rationality; we can not help but be guided by it to the one God, Creator of heaven and earth.”

The great king, Herod, saw not with the eyes of reason, but with those of worldly power, who was disposed to do anything at all in order to assure his grip on it.

“Herod,” said the Holy Father, “is a character whom we do not like, whom we instinctively judge in a negative way for its brutality. But we should ask ourselves: maybe there is something of Herod in us? Perhaps we, too, on occasion, see God as a kind of rival? Perhaps we too are blind to his signs, deaf to his words, because we think they put limits on our lives and do not allow us to dispose of our existence howsoever we will?

“Dear brothers and sisters,” he continued, “when we see God in this way we end up feeling dissatisfied and unhappy, because do not we let ourselves be guided by Him who is the foundation of all things. We must remove from our minds and our hearts the idea of rivalry, the idea that giving space to God means imposing a limit for ourselves; we must open ourselves to the certainty that God is omnipotent love who takes nothing away - no threat, indeed, He is the only one capable of offering us the opportunity to live fully, to experience real joy.

After Mass, the Holy Father prayed the Angelus with the faithful gathered in St Peter’s Square, during which the Holy Father had greetings for the faithful in many languages, including English:

I greet all the English-speaking visitors gathered for this Angelus prayer. On this, the Solemnity of the Epiphany, the Church rejoices in the revelation of Jesus Christ as the light of all peoples. May the light of Christ’s glory fill you and your families with joy, strengthen Christians everywhere in their witness to the Gospel, and lead all mankind to the fullness of truth and life which God alone can give. Upon all of you, and in a special way upon the children present, I invoke the Lord’s abundant blessings!

Also at the Angelus, Pope Benedict offered special greetings to all the faithful of the Eastern Churches, which celebrate Christmas tomorrow, praying that the Goodness of God, manifest in Christ Jesus – the Word Incarnate – might strengthen all in faith, hope and love, and give comfort to those communities, which are at present facing trials.

The Holy Father as well recalled the work of the Pontifical Society of the Holy Childhood, which celebrates the World Day for Missionary Childhood each year on the Epiphany.

Noting that through parishes and schools throughout the world, there is a spiritual network of children and young people ready and willing to help their brothers and sisters in difficulty, the Holy Father said the children’s prayer and dedication is a real contribution to the mission of the Church.

Listen to Chris Altieri's report: RealAudioMP3