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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O padre que não está compenetrado da grandeza do sacrifício da missa, jamais o oferecerá como deve. La Santa Messa Extraordinaria non è solo "un rito" di G. Corso.




Por Santo Afonso de Ligório


Todo o pontífice eleito dentre os homens é estabelecido a favor dos homens, para desempenhar as funções do culto divino, e oferecer dons e sacrifícios em expiação dos pecados. Oferecer sacrifícios, eis pois o fim para que Deus colocou o padre na sua Igreja; é propriamente a função dos sacerdotes da lei da graça, aos quais foi dado o poder de oferecer o grande sacrifício do Corpo e Sangue do próprio Filho de Deus; sacrifício supremo e perfeito, infinitamente acima dos sacrifícios antigos, que outro mérito não tinha outrora senão o de serem desse a sombra e figura. As vítimas que então se imolavam eram novilhos e bodes; hoje a nossa Vítima é o Verbo eterno feito homem.
Por isso mesmo, os sacrifícios da lei antiga não tinham poder algum; também o apóstolo os chama observâncias defeituosas e incapazes; o nosso, ao contrário, tem o poder de operar a remissão das penas temporais devidas ao pecado, e além disso — ao menos mediatamente, — de aumentar a graça e obter socorros mais abundantes àqueles por quem é oferecido.

O padre que não está compenetrado da grandeza do sacrifício da missa, jamais o oferecerá como deve. Nada fez de maior na terra Jesus Cristo. É a missa a ação mais santa e mais agradável a Deus que se pode realizar, tanto em razão da Vítima oferecida, que é Jesus Cristo, Vítima duma dignidade infinita, como em razão do sacrificador principal, que é o mesmo Jesus Cristo, a oferecer-se pela mão dos sacerdotes, como no-lo ensina o Concílio de Trento. E S. João Crisóstomo diz paralelamente: Quando virdes o sacerdote a oferecer o sacrifício, não penseis no padre, representai-vos antes a mão de Jesus Cristo que obra dum modo invisível.

Todas as honras que têm prestado a Deus os anjos com as suas homenagens, e os homens com as suas virtudes, austeridades, martírios e santas obras, não podem render a Deus tanta glória como uma só missa; porque todas as homenagens das criaturas são finitas, ao passo que a que se presta a Deus com o sacrifício dos nossos altares, é dum valor infinito, por lhe ser prestada por uma pessoa divina. Necessário é pois reconhecer com o Concílio de Trento que a missa é de toda as obras a mais santa e divina.

É pois o sacrifício da missa a obra mais santa e agradável a Deus, como acabamos de ver; é a obra mais capaz de aplacar a cólera de Deus contra os pecadores e abater as forças do inferno; é a obra que obtém graças mais abundantes para os homens na terra, e maior alívio para as almas do Purgatório; é finalmente a obra a que está ligada a salvação do mundo inteiro, segundo o pensamento de Sto. Odon, abade de Cluni. E Timóteo de Jerusalém diz que é à missa que a terra deve a sua conservação; a não ser ela, os pecados dos homens a teriam há muito aniquilado.

Segundo S. Boaventura, em cada missa faz o Senhor ao gênero humano um benefício não inferior ao que lhes dispensou, fazendo-se homem. O que é conforme com a célebre exclamação de Sto. Agostinho: Ó dignidade venerável a dos sacerdotes, entre cujas mãos o Filho de Deus encarna, como encarnou no seio da Virgem! De mais, não sendo o sacrifício do altar senão a aplicação e renovação do sacrifício da cruz, Sto. Tomás ensina que, para o bem e salvação dos homens, tem cada missa toda a eficácia do sacrifício da cruz. E S. João Crisóstomo escreveu: A celebração da missa tem o mesmo valor que a morte de Jesus Cristo na cruz. A Igreja plenamente confirma esta verdade, quando diz nas suas orações: Cada vez que se celebra no altar a memória deste sacrifício, renova-se a obra da nossa redenção. De fato, ajunta o Concílio de Trento, o mesmo Redentor, que se ofereceu por nós na cruz, é quem se oferece no altar por ministério dos sacerdotes.

Numa palavra, segundo a expressão do profeta Zacarias, é a missa o que há de mais excelente e belo na Igreja: Que há de bom, que há de belo, senão o pão dos escolhidos e o vinho que gera virgens? No sacrifício da missa, dá-se Jesus Cristo a nós, mediante o sacramento do altar, que é o fim e consumação de todos os outros sacramentos, como ensina o Doutor angélico. Razão tem pois S. Boaventura em chamar à missa o resumo de todo o amor divino e de todos os benefícios de que o Senhor há cumulado os homens. Eis por que o demônio sempre se tem esforçado por arrebatar ao mundo a santa missa por meio dos hereges, como por tantos outros precursores do Anticristo que, antes de tudo, cuidará de abolir e de fato abolirá, em punição dos pecados dos homens, o sacrifício do altar, segundo esta profecia de Daniel: Por causa dos pecados, ser-lhe-á dada força contra o sacrifício perpétuo. Grande razão tem pois o Concílio de Trento para exigir que os padres ponham todo o seu cuidado, em celebrar a missa com a máxima devoção e pureza de coração que seja possível.

Como não menos razão adverte no mesmo lugar, que é precisamente sobre os padres, que celebram com negligência e sem devoção, que recai a maldição anunciada por Jeremias: Maldito o que faz indignamente a obra do Senhor! Segundo S. Boaventura, celebra-se ou comunga-se indignamente, quando se chega ao altar com pouco respeito e consideração. Assim, para evitarmos essa maldição, examinemos o que deve fazer o padre antes, durante e depois da celebração da missa: preparação, antes de celebrar; respeito e devoção, enquanto celebra; ação de graças, depois de celebrar. São obrigações indispensáveis para o sacerdote. Segundo o pensamento dum servo de Deus, deveria a vida dum padre ser apenas uma preparação para a missa e uma ação de graças.


Fonte: A Selva – Sto Afonso de Ligório – págs: 62-63
Fonte: catolicosribeirao.blogspot.co

La Santa Messa Extraordinaria non è solo "un rito" di G. Corso



Le fotografie si riferiscono alla s. Messa solenne 
del 18 settembre a Silvi Paese (TE)

Non è solo un rito antico, bello, ricco di simboli, affascinante. No, la Santa Messa nella sua forma extraordinaria del rito Romano, è anche Vocazione per eccellenza, per chierici e laici; possiamo definirla patrimonio mondiale della spiritualità, una vera trasfusione di grazia. E’ quello che mi è accaduto quando ho assistito per la prima volta ad una Santa Messa tradizionale; Madrid, 8 Dicembre 2009: Tercer Monasterio de la Visitación de Santa María.
Da alcuni anni mi ero ormai già abituato a pregare in latino, senza neanche sapere perché e che cosa nella sua profondità io volevo trovare. Era già un po’ di tempo che sentivo parlare di questo ritorno del latino, della Messa tradizionale, ma avevo compreso ben poco di tutto ciò.
Così trovandomi a trascorrere alcuni giorni a Madrid, decisi di recarmi verso questo Monastero dove si celebra regolarmente la Santa Messa Tridentina da un Sacerdote dell’Istituto Cristo Re e Sommo Sacerdote . Ecco, del rito, dei gesti, degli inchini e dei tempi liturgici io non avevo capito quasi nulla; avevo invece percepito solo che fu una vera folgorazione. Si, la santa Messa durò poco più di un’ora, ma la mia percezione fu un istante di tempo; in effetti, la sensazione che io avevo provato fu quella di trovarmi nel non-tempo (Dio è presente infinito senza tempo, come spiega sant’Agostino), ovvero nella contrapposizione al secolo, contro la sua visibile percezione: quell’istante vissuto fu termine di paragone dell’eternità. Non avevo voglia di nessuna fuga mundi, nè avevo capacità visionarie o mistiche, ma vivevo, come molti Cattolici di oggi, in uno stato di anemia spirituale, con una fede a volte pallida quasi stanca.
Il senso del sacrificio della Vittima durante quella Messa mi fu reso vivissimo; non misi affatto in dubbio la verità della Messa nel suo Novus Ordo Missae, ma ebbi la capacità di carpire che il Vetus Ordo versava più degnamente i dovuti tributi al senso Sacrificale della Vittima. Quel concetto di Sacrificio della Vittima che si fonde con il Sacerdote durante la Messa, così egregiamente spiegato da Mons. Marcel Lefebfre “Più il sacerdote è unito a Dio e più il suo sacrificio è perfetto; più è unito alla vittima e più ugualmente il suo sacrificio è perfetto”, deve rimanere valido anche per il Novus Ordo, e purtroppo non è così. Se svisceriamo il suo significato etimologico, valutando anche l’aspetto puramente religioso-simbolico e di Tradizione della Chiesa, ilVetus Ordo Missae rappresenta meglio l’aspetto del Sacrificio, perché viene ad inquadrarsi in un contesto storico e spirituale più appropriato nel descrivere momenti cruciali dell’Antico e del Nuovo Testamento. E’ la storia che ci segna quotidianamente, con i simboli e segni; non possiamo campare con la testa fra le nuvole, è chiaro che l’uomo ha bisogno costantemente di punti di riferimento stabili, anche materiali, per raggiungere Dio, ecco perché la simbologia della Messa è necessaria, essi sono punti di appiglio per lo slancio verso il mistero; proprio come il Doctor Angelicus che con la sua via ex-motuvuole dimostrare l’esistenza di Dio: da ciò che vediamo muoversi possiamo risalire a Lui, al mistero.
Di fatto nessuno riesce a decifrare e a descrivere la capacità della santa Messa tradizionale nell’elargire grandi poteri spirituali in uno spazio così ristretto quale quello temporale, e questo ne testimonia la sua perenne validità e la sua origine sovrannaturale. Ci troviamo come l’Alighieri nel XXXIII canto del Paradiso, che con le nostre incapacità materiali tentiamo vagamente di voler raggiungere il mistero della Transustanziazione ("Oh abbondante grazia ond'io presunsi / ficcar lo viso per la luce etterna, / tanto che la veduta vi consunsi!").
Tutto crolla di fronte all’ineffabile Presenza, resta solo la fede che ho ritrovato in una forma rinnovata, anche più semplice dopo quella prima S. Messa Tridentina. Fede che non è l’oggetto di un’ignoranza popolare, ma condividere il mistero della Santa Messa così come si presenta.

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