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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Saudamos a http://www.unavocecuba.com/ que acaba de nascer e que contém excelentes artigos sobre a Missa Gregoriana e que a seguir veremos





 Exposición de los principales artículos en defensa de la Misa Tridentina.

Bula "Quo primum tempore" de 1570 (español)Carta "Quattuor abhinc annos" de la Congregación para el Culto Divino de 1984 (latín)Dictamen de la comisión cardenalicia de 1986Motu proprio "Ecclesia Dei adflicta" de 1988 (español)Carta de los cardenales Ottaviani y Bacci al papa Pablo VI sobre el Novus Ordo Missae. Breve Examen Crítico del Novus Ordo Missae El Cardenal Ferdinando Antonelli, miembro del Consilium, sobre la reforma litúrgicaImportantes precisiones de la Pontifica Comisión Ecclesia DeiMás sobre las importantes precisiones de la Pontifica Comisión Ecclesia DeiLa Misa Romana (explicación de las distintas partes de la Misa por Dom Gregori Maria)-La belleza y la espiritualidad de la misa en latín-El desarrollo de la Misa desde 1960-El caso de la misa en latín-La Gloria de la Canon Silencio-La historia del Rito Romano        -El Santuario católica y el Vaticano II-La Enciclopedia Católica sobre la Liturgia romana-El P. Pio de Pietrelcina: Siempre fiel a la Misa Tradicional.-Sacris Solemniis. Un recorrido por las ceremonias de la Misa: Historia, significado y actualidad de la forma extraordinaria del Rito Romano"-Atractivo de la Misa Tridentina". -La herejía antilitúrgica - Dom Prosper Guéranger.-Auto demolición – Entrevista con la Dra. Alice Von Hildebrand. -En pro de la Misa latina – Dietrich von Hildebrand -La Misa en Latín-Ritus romanus y ritus modernus-Vueltos hacia el Señor. El Altar Católico-La reforma de la Liturgia Romana-Una Reflexión sobre Summorum Pontificum y el Rol de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei, antes y después de septiembre de 2007 . Por Leo Darroch.-La Santa Misa y cómo participar en ella. Por San Francisco de Sales -"¡Resista, Maestro, resista!" Mons. Bertolucci, -El Cardenal Ratzinger, la Liturgia y el Misal de San Pío V -El sacrificio eucarístico. Dom Columba Marmion. -La Santa Misa – Dios con nosotros. Por el P. Mateo Crawey.
Exposición de los principales artículos en defensa de la Misa Tridentina.
Bula "Quo primum tempore" de 1570 (español)Carta "Quattuor abhinc annos" de la Congregación para el Culto Divino de 1984 (latín)Dictamen de la comisión cardenalicia de 1986Motu proprio "Ecclesia Dei adflicta" de 1988 (español)Carta de los cardenales Ottaviani y Bacci al papa Pablo VI sobre el Novus Ordo Missae. Breve Examen Crítico del Novus Ordo Missae El Cardenal Ferdinando Antonelli, miembro del Consilium, sobre la reforma litúrgicaImportantes precisiones de la Pontifica Comisión Ecclesia DeiMás sobre las importantes precisiones de la Pontifica Comisión Ecclesia DeiLa Misa Romana (explicación de las distintas partes de la Misa por Dom Gregori Maria)-La belleza y la espiritualidad de la misa en latín-El desarrollo de la Misa desde 1960-El caso de la misa en latín-La Gloria de la Canon Silencio-La historia del Rito Romano        -El Santuario católica y el Vaticano II-La Enciclopedia Católica sobre la Liturgia romana-El P. Pio de Pietrelcina: Siempre fiel a la Misa Tradicional.-Sacris Solemniis. Un recorrido por las ceremonias de la Misa: Historia, significado y actualidad de la forma extraordinaria del Rito Romano"-Atractivo de la Misa Tridentina". -La herejía antilitúrgica - Dom Prosper Guéranger.-Auto demolición – Entrevista con la Dra. Alice Von Hildebrand. -En pro de la Misa latina – Dietrich von Hildebrand -La Misa en Latín-Ritus romanus y ritus modernus-Vueltos hacia el Señor. El Altar Católico-La reforma de la Liturgia Romana-Una Reflexión sobre Summorum Pontificum y el Rol de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei, antes y después de septiembre de 2007 . Por Leo Darroch.-La Santa Misa y cómo participar en ella. Por San Francisco de Sales -"¡Resista, Maestro, resista!" Mons. Bertolucci, -El Cardenal Ratzinger, la Liturgia y el Misal de San Pío V -El sacrificio eucarístico. Dom Columba Marmion. -La Santa Misa – Dios con nosotros. Por el P. Mateo Crawey.

Foto della Messa solenne a Diano Borganzo (Imperia) la sera di venerdì 24 in onore dei Santi Cosma e Damiano da mons. Vicario Generale della Diocesi di Albenga-Imperia.

Ecco alcune foto della Messe solenne celebrata a Diano Borganzo (fraz. di Diano Castello, Imperia) la sera di venerdì 24 in onore dei Santi Cosma e Damiano da mons. Vicario Generale della Diocesi di Albenga-Imperia.
processione d'ingresso

il coro


introitus



Gloria


Gloria

Epistola

Vangelo

Omelia

Credo


et incarnatus
incensazione


elevazione Ostia

elevazione Calice


Comunione



Ultimo Vangelo


Venerável Pio XII : Sobre o monte Calvário o Redentor teve aberto o lado, do qual fluiu seu sangue sagrado, que no decurso dos séculos mana como alagadora torrente, para purificar as consciências dos homens, expiar os seus pecados e distribuir-lhes os tesouros da salvação. Para a execução de tão sublime ministério são destinados os sacerdotes. Esses, de fato, não somente conciliam e comunicam a graça de Cristo aos membros do seu corpo místico, mas são também os órgãos de desenvolvimento do mesmo corpo místico, pois que eles devem dar sempre novos filhos à Igreja, educando-os, cultivando-os e guiando-os. Sendo eles os "dispenseiros dos mistérios de Deus" (1Cor 4,1), devem servir a Jesus Cristo com perfeita caridade e consagrar todas as suas forças à salvação de seus irmãos.

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA PIO XII

MENTI NOSTRAE

AO CLERO DO MUNDO CATÓLICO
SOBRE A SANTIDADE DA VIDA SACERDOTAL

A todo o clero,
em paz e comunhão com a Sé Apostólica 

 http://farm4.static.flickr.com/3315/3437373155_2c145b25b1_z.jpg
  http://discoverthefaith.files.wordpress.com/2007/12/holy_thursday_last_supper.jpg

II. A SANTIDADE NO MINISTÉRIO SAGRADO

54. Sobre o monte Calvário o Redentor teve aberto o lado, do qual fluiu seu sangue sagrado, que no decurso dos séculos mana como alagadora torrente, para purificar as consciências dos homens, expiar os seus pecados e distribuir-lhes os tesouros da salvação.
http://3.bp.blogspot.com/_1vrSlZyefjc/Sjw2j5pJjtI/AAAAAAAAAJY/dPhpvuKAiVU/s400/missa.jpgO sacerdote, dispenseiro dos mistérios de Deus

55. Para a execução de tão sublime ministério são destinados os sacerdotes. Esses, de fato, não somente conciliam e comunicam a graça de Cristo aos membros do seu corpo místico, mas são também os órgãos de desenvolvimento do mesmo corpo místico, pois que eles devem dar sempre novos filhos à Igreja, educando-os, cultivando-os e guiando-os. Sendo eles os "dispenseiros dos mistérios de Deus" (1Cor 4,1), devem servir a Jesus Cristo com perfeita caridade e consagrar todas as suas forças à salvação de seus irmãos. São eles os apóstolos da luz: por isso devem iluminar o mundo com a doutrina do evangelho, e ser tão fortes na fé que a possam comunicar aos outros, e seguir os exemplos e ensinamentos do divino Mestre, para poderem conduzir todos a ele. São os apóstolos da graça e do perdão; devem por isso consagrar-se totalmente à salvação dos homens e atraí-los ao altar de Deus, para que se nutram do pão da vida eterna. São os apóstolos da caridade: devem, portanto, promover as obras de caridade, tanto mais urgentes hoje, que cresceram enormemente as necessidades dos indigentes.
http://www.occesussex.co.uk/384_Jesus_Gives_Communion.jpgAs várias formas do apostolado moderno

56. O sacerdote deve esforçar-se ainda a fim de que os fiéis compreendam com justeza a doutrina da "comunhão dos santos", sintam-na e vivam-na; para este fim deve servir-se de obras tais como o "Apostolado litúrgico" e o "Apostolado da oração". Deve, do mesmo modo, promover todas as formas de apostolado que hoje, por especial necessidade do povo cristão, são de tanta importância e de tanta urgência. Esforce-se, assim, pela difusão do ensino catequético, pelo desenvolvimento e difusão da "Ação católica" e da "Ação missionária"; e, mediante o trabalho dos leigos, bem preparados e formados, dê incremento às iniciativas de apostolado social que o nosso tempo reclama. 
http://3.bp.blogspot.com/_QsV16KSX2NE/RvP4UC5J5zI/AAAAAAAAAD4/iXJo68bLPn8/s320/msgrandrade_elevation2.jpghttp://www.archconfraternity.com/images/Mass-for-Holy-Souls.jpgExercê-lo em união com Cristo

57. Recorde-se, entretanto, o sacerdote que o seu ministério será tanto mais fecundo, quanto mais estreitamente estiver ele unido a Cristo e for guiado no seu trabalho pelo espírito de Cristo. A sua atividade não se reduzirá, então, a um movimento e a uma agitação puramente naturais, que afadiguem o corpo e o espírito e exponham o próprio sacerdote a transviações ruinosas para si mesmo e a Igreja. Mas o seu trabalho e as suas fadigas serão fecundados e corroborados pelos carismas de graça que Deus nega aos soberbos, mas largamente concede àqueles que, trabalhando com humildade na "vinha do Senhor", não buscam a si mesmos e o próprio proveito (1Cor 10,33) mas a glória de Deus e a salvação das almas. Fiel, portanto, ao ensinamento do evangelho, não confie em si mesmo nem nas próprias forças, mas deposite a sua confiança no auxílio do Senhor: "Nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento" (1Cor 3,7). Quando for assim inspirado e organizado o apostolado, não poderá deixar de suceder que o sacerdote atraia a si, com força quase divina, o espírito de todos. Reproduzindo nos seus costumes e na sua vida como que uma viva imagem de Cristo, todos aqueles que o buscam como um mestre reconhecerão, movidos por íntima persuasão, que ele não pronuncia palavras suas, mas palavras de Deus, e que não age por virtude própria, mas por virtude de Deus. "Se alguém fala, sejam palavras de Deus; se alguém exerce o ministério, seja conforme a força que Deus der" (1Pd 4,11). No tender à santidade e no desempenhar-se, com suma diligência, do seu ministério, deve o sacerdote esforçar-se por representar Cristo tão perfeitamente, que possa com toda modéstia repetir a palavra do apóstolo das gentes: "Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo" (1Cor 4,16).

Vénerable Pie XII : L’ensemble du culte que l’Église rend à Dieu doit être à la fois intérieur et extérieur. Extérieur certes, car tel le requiert la nature de l’homme, composé d’une âme et d’un corps ; car la Providence divine a voulu que " par la connaissance des réalités visibles nous soyons attirés à l’amour des réalités invisibles ". " bien que les cérémonies ne contiennent en elles-mêmes aucune perfection, aucune sainteté, elles sont pourtant des actes extérieurs de religion, et par leur signification elles stimulent l’âme à la vénération du sacré, elles élèvent l’esprit aux réalités surnaturelles, nourrissent la piété, fomentent la charité, accroissent la foi, fortifient la dévotion, instruisent les âmes simples, font l’ornement du culte de Dieu, conservent la religion et distinguent les vrais chrétiens des faux et des hétérodoxes "


Encyclique MEDIATOR DEI


de Sa Sainteté le Pape PIE XII

SUR LA SAINTE LITURGIE

 

 


II. LA LITURGIE, CULTE INTÉRIEUR ET EXTÉRIEUR

C’est un culte extérieur

L’ensemble du culte que l’Église rend à Dieu doit être à la fois intérieur et extérieur. Extérieur certes, car tel le requiert la nature de l’homme, composé d’une âme et d’un corps ; car la Providence divine a voulu que " par la connaissance des réalités visibles nous soyons attirés à l’amour des réalités invisibles " (Missale Rom., Praef. Nativ.) ; car tout ce qui vient de l’âme s’exprime naturellement par le moyen des sens ; car ce ne sont pas seulement les individus, mais aussi la collectivité humaine, qui ont besoin de rendre leur culte à Dieu ; celui-ci doit être social ; ce qui est impossible si, dans le domaine religieux lui aussi, il n’existe pas d’assujettissements extérieurs et de manifestations extérieures ; c’est enfin le moyen d’attirer particulièrement l’attention sur l’unité du Corps mystique, d’en accroître le zèle, d’en corroborer les forces et d’en intensifier l’action : " bien que les cérémonies ne contiennent en elles-mêmes aucune perfection, aucune sainteté, elles sont pourtant des actes extérieurs de religion, et par leur signification elles stimulent l’âme à la vénération du sacré, elles élèvent l’esprit aux réalités surnaturelles, nourrissent la piété, fomentent la charité, accroissent la foi, fortifient la dévotion, instruisent les âmes simples, font l’ornement du culte de Dieu, conservent la religion et distinguent les vrais chrétiens des faux et des hétérodoxes " (I. Card. Bona, De divina psalmodia, cap. XIX, § 3, 1.)
Mais il est surtout culte intérieur

Mais l’élément essentiel du culte doit être l’intérieur, car il est nécessaire de vivre toujours dans le Christ, de lui être tout entier dévoué, pour rendre en lui, avec lui et par lui, gloire au Père des cieux. La sainte liturgie requiert que ces deux éléments soient intimement unis, et elle ne se lasse jamais de le répéter chaque fois qu’elle prescrit un acte extérieur de culte. Ainsi, par exemple, elle veut " que ce que nous professons dans nos observances extérieures, s’accomplisse réellement dans notre intérieur " (Missale Rom., Secreta feriae V post Dom. II Quadrag.). Sans quoi, la religion devient assurément un formalisme inconsistant et vide. Vous savez, Vénérables Frères, que le divin Maître juge indignes du temple sacré et n’hésite pas à les en chasser, ceux qui croient honorer Dieu par le seul son de phrases bien construites et par des poses théâtrales, et se persuadent pouvoir assurer parfaitement leur salut éternel sans déraciner de leur âme leurs vices invétérés (cf. Mc VII, 6, et Isaïe, XXIX, 13).
L’Église veut donc que tous les fidèles se prosternent aux pieds du Rédempteur pour lui professer leur amour et leur vénération ; elle veut que les foules, à l’exemple des enfants qui, joyeux et chantants, allèrent à la rencontre du Christ le jour de son entrée à Jérusalem, chantent en chœur pour acclamer la gloire du Roi des rois et de l’Auteur souverain de tout bien, et pour lui témoigner leur reconnaissance ; elle veut que de leurs lèvres sortent des prières, tantôt de supplication, tantôt de joie et de louange, afin d’expérimenter, comme les apôtres au bord du lac de Tibériade, l’aide de sa miséricorde et de sa puissance ; ou bien, comme Pierre sur le mont Thabor, pour s’abandonner eux-mêmes et tous leurs biens, au Dieu éternel, dans les mystiques transports de la contemplation.

Venerable Pius XII : the priesthood of Jesus Christ is a living and continuous reality through all the ages to the end of time, since the liturgy is nothing more nor less than the exercise of this priestly function. Like her divine Head, the Church is forever present in the midst of her children. She aids and exhorts them to holiness, so that they may one day return to the Father in heaven clothed in that beauteous raiment of the supernatural.Exterior worship, finally, reveals and emphasizes the unity of the mystical Body, feeds new fuel to its holy zeal, fortifies its energy, intensifies its action day by day: "for although the ceremonies themselves can claim no perfection or sanctity in their won right, they are, nevertheless, the outward acts of religion, designed to rouse the heart, like signals of a sort, to veneration of the sacred realities, and to raise the mind to meditation on the supernatural. They serve to foster piety, to kindle the flame of charity, to increase our faith and deepen our devotion. They provide instruction for simple folk, decoration for divine worship, continuity of religious practice. They make it possible to tell genuine Christians from their false or heretical counterparts.


http://radiocristiandad.files.wordpress.com/2010/06/notredame4.jpg?w=545&h=408      http://1.bp.blogspot.com/_wgqHgcDm3Rw/TIqkCjsOckI/AAAAAAAABJc/5za5piMam_Q/s1600/sannio.jpg

 21. Liturgical practice begins with the very founding of the Church. The first Christians, in fact, "were persevering in the doctrine of the apostles and in the communication of the breaking of bread and in prayers."[23] Whenever their pastors can summon a little group of the faithful together, they set up an altar on which they proceed to offer the sacrifice, and around which are ranged all the other rites appropriate for the saving of souls and for the honor due to God. Among these latter rites, the first place is reserved for the sacraments, namely, the seven principal founts of salvation. There follows the celebration of the divine praises in which the faithful also join, obeying the behest of the Apostle Paul, "In all wisdom, teaching and admonishing one another in psalms, hymns and spiritual canticles, singing in grace in your hearts to God."[24] Next comes the reading of the Law, the prophets, the gospel and the apostolic epistles; and last of all the homily or sermon in which the official head of the congregation recalls and explains the practical bearing of the commandments of the divine Master and the chief events of His life, combining instruction with appropriate exhortation and illustration of the benefit of all his listeners.
http://www.introiboadaltaredei.info/wp-content/uploads/2009/01/liturgy2.jpg
22. As circumstances and the needs of Christians warrant, public worship is organized, developed and enriched by new rites, ceremonies and regulations, always with the single end in view, "that we may use these external signs to keep us alert, learn from them what distance we have come along the road, and by them be heartened to go on further with more eager step; for the effect will be more precious the warmer the affection which precedes it."[25] Here then is a better and more suitable way to raise the heart to God. Thenceforth the priesthood of Jesus Christ is a living and continuous reality through all the ages to the end of time, since the liturgy is nothing more nor less than the exercise of this priestly function. Like her divine Head, the Church is forever present in the midst of her children. She aids and exhorts them to holiness, so that they may one day return to the Father in heaven clothed in that beauteous raiment of the supernatural. To all who are born to life on earth she gives a second, supernatural kind of birth. She arms them with the Holy Spirit for the struggle against the implacable enemy. She gathers all Christians about her altars, inviting and urging them repeatedly to take part in the celebration of the Mass, feeding them with the Bread of angels to make them ever stronger. She purifies and consoles the hearts that sin has wounded and soiled. Solemnly she consecrates those whom God has called to the priestly ministry. She fortifies with new gifts of grace the chaste nupitals of those who are destined to found and bring up a Christian family. When as last she has soothed and refreshed the closing hours of this earthly life by holy Viaticum and extreme unction, with the utmost affection she accompanies the mortal remains of her children to the grave, lays them reverently to rest, and confides them to the protection of the cross, against the day when they will triumph over death and rise again. She has a further solemn blessing and invocation for those of her children who dedicate themselves to the service of God in the life of religious perfection. Finally, she extends to the souls in purgatory, who implore her intercession and her prayers, the helping hand which may lead them happily at last to eternal blessedness in heaven.
Andre Commodi - Messa di S. Ignazio di Loyola a 
Manresa
23. The worship rendered by the Church to God must be, in its entirety, interior as well as exterior. It is exterior because the nature of man as a composite of body and soul requires it to be so. Likewise, because divine Providence has disposed that "while we recognize God visibly, we may be drawn by Him to love of things unseen."[26] Every impulse of the human heart, besides, expresses itself naturally through the senses; and the worship of God, being the concern not merely of individuals but of the whole community of mankind, must therefore be social as well. This obviously it cannot be unless religious activity is also organized and manifested outwardly. Exterior worship, finally, reveals and emphasizes the unity of the mystical Body, feeds new fuel to its holy zeal, fortifies its energy, intensifies its action day by day: "for although the ceremonies themselves can claim no perfection or sanctity in their won right, they are, nevertheless, the outward acts of religion, designed to rouse the heart, like signals of a sort, to veneration of the sacred realities, and to raise the mind to meditation on the supernatural. They serve to foster piety, to kindle the flame of charity, to increase our faith and deepen our devotion. They provide instruction for simple folk, decoration for divine worship, continuity of religious practice. They make it possible to tell genuine Christians from their false or heretical counterparts."[27]

Venerable Pio XII : el culto divino pertenece no solamente al individuo, sino también a la colectividad humana, y por lo tanto, es necesario que sea social, lo que es imposible, incluso en el terreno religioso, sin vínculos y manifestaciones externas. Por último, es un medio que pone de relieve la unidad del Cuerpo místico, acrecienta sus santos entusiasmos, aumenta sus fuerzas e intensifica su acción, «si bien, en efecto, las ceremonias en sí mismas no contengan ninguna perfección o santidad, no obstante son actos externos de religión que, como signos, estimulan el alma a la veneración de las Cosas sagradas, elevan la mente a la realidad sobrenatural, nutren la piedad, fomentan la caridad, aumentan la fe, robustecen la devoción, instruyen aun a los más sencillos, adornan el culto de Dios, conservan la religión y distinguen a los verdaderos de los falsos cristianos y de los heterodoxos .

 "Mediator Dei"
Sobre la Sagrada Liturgia
20 de noviembre de 1947


La Liturgia, culto interno y externo

A) EXTERNO

33. Todo el culto que la Iglesia rinde a Dios debe ser interno y externo. Es externo, porque así lo reclama la naturaleza del hombre, compuesto de alma y cuerpo; porque Dios ha dispuesto que «conociéndolo por medio de las cosas visibles, seamos atraídos al amor de las cosas invisibles» (4). Además, todo lo que sale del alma es expresado naturalmente con los sentidos; y el culto divino pertenece no solamente al individuo, sino también a la colectividad humana, y por lo tanto, es necesario que sea social, lo que es imposible, incluso en el terreno religioso, sin vínculos y manifestaciones externas. Por último, es un medio que pone de relieve la unidad del Cuerpo místico, acrecienta sus santos entusiasmos, aumenta sus fuerzas e intensifica su acción, «si bien, en efecto, las ceremonias en sí mismas no contengan ninguna perfección o santidad, no obstante son actos externos de religión que, como signos, estimulan el alma a la veneración de las Cosas sagradas, elevan la mente a la realidad sobrenatural, nutren la piedad, fomentan la caridad, aumentan la fe, robustecen la devoción, instruyen aun a los más sencillos, adornan el culto de Dios, conservan la religión y distinguen a los verdaderos de los falsos cristianos y de los heterodoxos (5)».

B) INTERNO

1) Es elemento esencial.

34. Pero el elemento esencial del culto debe ser el interno: es necesario, en efecto, vivir siempre en Cristo, dedicarse por entero a El, a fin de que en El y por El se dé gloria al Padre.

2) Así lo exigen la Liturgia, Cristo y la Iglesia.

35. La Sagrada Liturgia exige que estos dos elementos estén íntimamente unidos, lo que no se cansa dé repetir cada vez que prescribe un acto externo del culto. Así, por ejemplo, a propósito del ayuno nos exhorta: «A fin de que lo que nuestra observancia profesa exteriormente se obre de hecho en nuestro interior» (6). De otra forma la religión se convierte en un ritualismo sin fundamento y sin sentido.

36. Vosotros sabéis, Venerables Hermanos, que el divino Maestro considera indignos del templo sagrado y expulsa de él a aquellos que creen honrar a Dios sólo con el sonido de frases bien construidas y con posturas teatrales, y están convencidos de poder proveer a su eterna salvación sin desarraigar de su alma sus inveterados vicios.

37. La Iglesia, por tanto, quiere que todos los fieles se postren a los pies del Redentor para profesarle su amor y su veneración; quiere que las multitudes, como los niños que salieron con gozosas aclamaciones al encuentro de Cristo cuando entraba en Jerusalén, saluden y acompañen, al Rey de reyes y al Sumo Autor de todas las cosas buenas con el canto de gloria y la acción de gracias; quiere que en sus labios haya plegarias, bien sean de súplica, bien de alegría y gratitud, con las cuales, lo mismo que los Apóstoles junto al lago de Tiberíades, puedan experimentar la ayuda de su misericordia y de su potencia, o como Pedro en el monte Tabor, se abandonen a Dios en los místicos transportes de la contemplación.

Dilma Rousseff, além de abortista, é mentirosa . Bispos se levantam contra o programa abortista do PT



Cretinice tem limites. A Dilma “faz[er] reunião com evangélicos e católicos” para “desmentir” o boato de que é contra o aborto (!!!) já ultrapassa todos os limites do tolerável. É escárnio puro e simples.

Todo mundo sabe que o PT é o partido mais abortista que já passou pelo governo deste Brasil. Todo mundo sabe que a Dilma não vê o menor problema moral no aborto e, segundo a própria candidata já disse, a única preocupação dela é que o aborto é uma “agressão ao corpo” [da mulher], que “dói” [na mulher] e que “deixa [a mulher] baqueada”. Está gravado! Vai de novo:




Agora, o enrolation da candidata se transformou em mentira cínica e escancarada. Como assim, “Dilma reafirmou que é contra o aborto”? Quando foi que esta senhora escondeu, alguma vez na vida, que é favorável, sim, ao assassinato de crianças indefesas? No próprio debate da CNBB, na semana passada, a sra. Rousseff disse com todas as letras que “as milhares de mulheres pobres” que abortam neste país “têm de ser protegidas”, e que ela afirmou “sempre que isso é uma questão de saúde pública”. De novo, está gravado. Eis o vídeo:




De que vale, portanto, a reunião da abortista notória do PT com “lideranças” católicas para “desmentir” o que ela sempre disse, clara e abertamente, até a semana passada, até nas TVs católicas? A posição do PT em geral e da sra. Rousseff em particular a favor do aborto é um fato público. Só não enxerga quem não quer. E, agora, na última semana antes do pleito, a candidata petista vem a público mentir descaradamente… é demais. Paciência tem limites. A ex-guerrilheira abortista e mentirosa precisa ser desmascarada. Gente deste naipe não tem condições de governar a Terra de Santa Cruz.

Só mais dois detalhes sobre esta reunião: a CNBB – graças a Deus! – não mandou representantes. Os senhores bispos tiveram a hombridade de não prestigiar a mentira escandalosa da sra. Rousseff. Em contrapartida, o Gabriel Chalita estava lá. Preciso comentar mais alguma coisa?

Que a Virgem Santíssima livre o Brasil da maldição do aborto.


Bispos se levantam contra o programa abortista do PT


Responsável pela publicação da carta "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus", Dom Luis Gonzaga Bergonzini, o Bispo de Guarulhos, fala sobre aborto e eleições 2010.



Dom Benedito Beni dos Santos é um dos bispos católicos que assinam o "APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS" que tem sido amplamente difundido pela sociedade em um ato de protesto contra àqueles que se comprometem com a legalização do aborto a todo custo pela sociedade brasileira.



Dom Emílio Pignoli faz pronunciamento em defesa da vida e em relação ao grave momento político nacional. "A Igreja não está de acordo com os programas do PT", diz.

Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras

quinta-feira, 30 de setembro de 2010


Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras




defesadavida | 23 de setembro de 2010
Bispo Diocesano de Assis faz pronunciamento em defesa da vida e em relação ao grave momento político nacional.

Bispo Diocesano de Assis
Presidente da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB
http://www.cnbbsul1.org.br/

Dom Luis: Vida, aborto e eleições 2010




defesadavida | 14 de setembro de 2010
Responsável pela publicação da carta "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus", Dom Luis Gonzaga Bergonzini, o Bispo de Guarulhos, fala sobre aborto e eleições 2010.

Dom Luis Gonzaga Bergonzini é o Bispo Diocesano de Guarulhos (SP).
http://www.cnbbsul1.org.br/

Pe. Berardo Graz: Vida, aborto e eleições 2010




defesadavida | 12 de setembro de 2010
O "Padre pela Vida" fala sobre defesa dos direitos naturais, aborto e eleições 2010.

Pe. Berardo Graz é o coordenador da Comissão em Defesa da Vida CNBB - Regional Sul 1
http://www.cnbbsul1.org.br/
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Cari modernisti, adesso viene il bello! sono convinto di ciò che ho scritto, e cioè che con la creazione di un'Amministrazione Apostolica per i tradizionalisti, l'impero modernista sia destinato a sgretolarsi come l'impero sovietico.

  Mons. Gherardini circa la "questione lefebvriana"


Una gentile lettrice mi ha inoltrato una lettera di Mons. Brunero Gherardini circa il futuro della Fraternità San Pio X. Sono rimasto piacevolmente sorpreso nell'apprendere che questo dotto e autorevole teologo della gloriosa "scuola romana" conosca il blog “Cordialiter” e abbia letto l'entusiastico post su quel che avverrebbe nella Chiesa se la FSSPX venisse elevata ad Amministrazione Apostolica (o qualcosa di equivalente) per la cura dei fedeli tradizionalisti. Mons. Gherardini per il momento preferisce restare con i piedi per terra, e cercare una soluzione teologica ai colloqui dottrinali intavolati a Roma. Secondo lui non c’è problema teologico e di vita ecclesiale che non abbia nel concetto di “Tradizione” la sua soluzione. Se non si affronta il nodo del concetto di "Tradizione", c'è il rischio che il dialogo sia inconcludente. Accettare la tesi dei “contrasti apparenti”, costituirebbe la fine della Fraternità San Pio X, la quale, sempre secondo il pensiero gherardiniano, resterebbe irretita dalla vaporosa, inconsistente e disomogenea Tradizione vivente dei neomodernisti.

Presumo che il testo integrale della lettera di Mons. Gherardini verrà pubblicato nei prossimi giorni da altri blog tradizionalisti. Speriamo che possa arrivare sulla scrivania del Papa. È lui il Generale Supremo della Chiesa Militante; lui può decidere il modo in cui bisogna agire per tirar fuori la cristianità dalle sabbie mobili nelle quali l'hanno cacciata i neomodernisti, facendo perdere la fede (e forse l'anima) ad innumerevoli fedeli.

Coloro che si son “persi” (o volessero rileggere) il post citato nella sua lettera, possono trovarlo cliccando qui.

Cari modernisti, adesso viene il bello!


Nel post del 14 settembre ho ricordato i passi avanti fatti dal movimento tradizionale negli ultimi tre anni. Ma adesso viene il bello, ormai ci siamo quasi. La lotta contro il modernismo sta per giungere a un punto di svolta. Secondo quanto è trapelato qualche settimana fa, entro la prossima primavera si dovrebbero “tirare le somme” dei colloqui dottrinali intavolati a Roma tra i teologi del Vaticano e quelli della Fraternità San Pio X. Dopodiché verrà assegnato un nuovo status canonico alla FSSPX. Nel 2000, un autorevole esponente del Vaticano promise loro un'Amministrazione Apostolica, cioè una sorta di super diocesi indipendente dalle ordinarie diocesi. E' difficile pensare che questa proposta fosse stata fatta senza l'assenso preventivo del Papa. Il giorno in cui la Fraternità verrà eretta in Amministrazione Apostolica, quel giorno rappresenterà l'inizio della fine del modernismo. I priorati della FSSPX verranno presi d'assalto dai fedeli, fuori dai loro seminari si formeranno code chilometriche di giovani, intere comunità religiose chiederanno di federarsi con la Fraternità per entrare sotto la loro sfera d'influenza, Mons. Fellay lancerà una crociata della carità per poter finanziare l'acquisto di chiese, conventi, monasteri e soprattutto seminari abbandonati, molti preti diocesani chiederanno il “trasferimento” nell'Amministrazione Apostolica, sorgeranno scuole, università, ospedali, centri per anziani, case editrici, emittenti radiofoniche, e addirittura cittadelle della Tradizione.

Dopo il crollo del muro di Berlino, nei Paesi del Patto di Varsavia la gente si sollevò e accelerò la dissoluzione dei regimi totalitari comunisti, come avvenne nella Romania del “Conducător” Nicolae Ceauşescu. Trasformare la FSSPX in una “super diocesi autonoma” significa causare la dissoluzione del modernismo. Oggi la gente è stufa dei parroci modernisti (quelli che negano l'immutabilità del dogma, la Risurrezione di Cristo, l'esistenza dell'inferno, la gravità dei peccati mortali, e altre verità di Fede), saranno milioni i fedeli di tutto l'orbe cattolico che aderiranno all'Amministrazione Apostolica. Sarà come una “reazione a catena”: più fedeli, più vocazioni, più ordinazioni, nuove parrocchie, che a loro volta attireranno più fedeli, più vocazioni, più ordinazioni, ulteriori parrocchie, in un vero e proprio circolo virtuoso. In Francia, nel giro di una ventina d'anni, la maggioranza dei fedeli praticanti sarà legata alla Fraternità e ad altri gruppi tradizionali. Ormai i modernisti hanno un'età media di settant'anni e non hanno più rincalzi. Il loro impero si sta autodissolvendo.

Dobbiamo tener duro ancora pochi mesi e poi potremo finalmente assistere alla tanto sospirata “primavera della Chiesa”, alla “liberazione” di innumerevoli anime oppresse dal modernismo, alla propagazione del Corpo Mistico di Cristo, e quindi alla maggior gloria di Dio.
 

Risposta a una lettrice


Qualche giorno fa, una gentile lettrice del blog mi ha scritto un'e-mail circa il post intitolato “Cari modernisti, adesso viene il bello!” Ho pensato che forse anche altre persone si sono poste gli stessi quesiti, pertanto ho deciso di pubblicare gran parte della risposta.

Egregio fratello nella fede, ho letto il suo ultimo post sul blog Cordialiter.

Anche io spero che tutto quello che lei ha descritto si avveri veramente, ma non le sembra di esagerare? Crede forse che i modernisti se ne staranno con le mani in mano? [...]

Io credo che dovremmo molto pregare l'Immacolata affinché tutto vada per il verso giusto.

Un cordiale saluto

(lettera firmata)

Carissima,
                 […] Per quanto riguarda la sua e-mail di oggi, devo ammettere che a volte utilizzo un tono un po' “trionfalistico”, ma del tutto giustificato dalle condizioni attuali della Chiesa. […] Comunque, a parte i toni un po' “propagandistici” da me utilizzati, le confesso che sono convinto di ciò che ho scritto, e cioè che con la creazione di un'Amministrazione Apostolica per i tradizionalisti, l'impero modernista sia destinato a sgretolarsi come l'impero sovietico. [...] Se la FSSPX verrà eretta in Amministrazione Apostolica (o qualcosa di equivalente),  le ordinazioni sacerdotali aumenteranno in maniera esponenziale. Oggi molti giovani scartano la vocazione sacerdotale perché sono delusi dal cattivo esempio dei modernisti. Ma quando le parrocchie passeranno nelle mani dei tradizionalisti, le vocazioni aumenteranno considerevolmente, creando così un circolo virtuoso.

I modernisti resteranno con le mani in mano? Probabilmente cercheranno di mettere il bastone tra le ruote, ma se non hanno più rincalzi, quanto tempo potranno continuare a resistere all'avanzata della Tradizione? Loro diminuiscono sempre di più, noi invece aumentiamo. E' chiaro che ormai la sorte del modernismo è segnata. Del resto, osservando la storia, vediamo che anche gli eretici ariani sembravano sul punto di vincere, ma poi vennero sconfitti. La Chiesa non è una creatura umana, è il Corpo Mistico di Cristo, e nessuna eresia potrà mai avere il sopravvento. Porte inferi non praevalebunt! E' una promessa del Redentore Divino. Anche Diocleziano, gli iconoclasti, Lutero e Napoleone sembravano sul punto di annientare la Chiesa, ma loro adesso sono polvere, mentre il Corpo Mistico di Cristo continua a vivere. Il modernismo farà la stessa fine dell'eresia iconoclasta, scomparirà dalla faccia della terra mentre la Tradizione Cattolica continuerà a vivere.

Qualche compromesso non proibito dalla Teologia Morale io lo accetterei volentieri pur di ottenere un vantaggio utile al bene delle anime. Ma, lo dico francamente, non penso che qualcuno proporrà dei compromessi immorali, e quindi inaccettabili. [...]

Il movimento tradizionale diverrà una delle tante sensibilità della Chiesa? Io credo che non ci sia nulla di male se esistano varie sensibilità nella Chiesa Cattolica (pensiamo ai vari riti orientali), l'importante è che queste sensibilità non siano eterodosse. Il problema di oggi è che non pochi cattolici hanno aderito all'errore (pensiamo ad esempio a quelle persone che non credono più alla Presenza Reale e alla Risurrezione corporale di Cristo). Ma se il movimento tradizionale riuscirà ad espandersi, gli effetti positivi ricadranno anche su tutti gli altri cattolici. Molti sono caduti nell'errore solo perché i teologi eretici hanno insegnato loro che l'errore è una verità di fede. Quando i teologi fedeli alla Tradizione si saranno propagati, automaticamente diminuiranno i seguaci dell'errore.

Sono pienamente d'accordo con lei quando dice che dobbiamo pregare la Madonna. L'ora è grave, ma con l'aiuto della Mediatrice di tutte le grazie e Condottiera di tutte le vittorie, certamente vedremo il trionfo della Tradizione Cattolica. Coraggio! Non facciamoci prendere dal timore della reazione modernista! Se Dio è con noi, chi può essere contro di noi? [...]

Cordiali saluti in Cordibus Jesu et Mariæ.