ABADIA DE FONTGOMBAULT





  

Arquivo do blog

Artigos Junho 2007



    sexta-feira, 30 de novembro de 2012

    Santo Afonso Maria de Ligório : Sobre a Confissão freqüente

    UTILIDADE DA CONFISSÃO FREQÜENTE




    Sobre a Confissão freqüente
    Por
    Santo Afonso Maria de Ligório

    "A verdadeira dor não está em senti-la mas em querê-la
    Todo o mérito das virtudes está
    na vontade!"
    "Não falamos aqui das confissões das pessoas incursas em pecados mortais. Entretanto não deixaremos de dar muitos avisos concernentes às ocasiões próximas e às confissões sacrílegas. Mas queremos falar principalmente das confissões das almas timoratas, que amam a perfeição e procuram purificar-se cada vez mais das manchas dos pecados veniais.

    UTILIDADE DA CONFISSÃO FREQÜENTE

    Refere Cesário que um santo sacerdote mandou da parte de Deus a um demônio que lhe tinha aparecido, lhe dissesse o que mais o maltratava; e o
    inimigo lhe respondeu que nada o contrariava nem o desgostava tanto, como a confissão freqüente. - Mas ouçamos o que Jesus Cristo disse a Sta. Brígida: "Aquele que quer conservar o fervor, deve purificar-se freqüentemente com a confissão na qual se acuse de todos os seus defeitos e negligências em servir-me." - Cassiano ensina que a alma que aspira à perfeição, deve cuidar de ter uma grande pureza de consciência, porque assim é que se adquire o perfeito amor de Deus, que não se dá senão às almas puras; de sorte que o divino amor corresponde à pureza do coração.

    - É preciso, porém entender que nos homens, segundo o estado presente, esta pureza não consiste em uma isenção absoluta de toda a falta; porque, exceto nosso divino Salvador e sua divina Mãe, não houve nem haverá no mundo nenhuma alma sem suas manchas. Todos nós nascemos em pecado e caímos em muitas faltas, diz S. Tiago.

    - Consiste em duas coisas, que são
    velar atentamente para que não entre no coração nenhuma falta deliberada, por leve que seja, e ter cuidado de purificar-se imediatamente de qualquer falta que nele possa ter entrado.

    - Estes são justamente
    os dois bons efeitos que produz a confissão freqüente.

    Primeiramente, pela confissão freqüente, uma pessoa se purifica das manchas contraídas. - A este propósito, narra
    S. João Clímaco que um jovem, desejando corrigir-se da má vida, que levava no século, foi-se fazer religioso em certo mosteiro. Antes de recebê-lo, o abade quis prová-lo; e lhe disse que, se queria ser admitido, fosse confessar em público todos os seus pecados. Deveras resolvido a se entregar inteiramente a Deus, o jovem obedeceu; mas, enquanto expunha suas faltas diante da comunidade, um santo religioso que fazia parte desta, viu um homem de aspecto venerando, que a medida que o moço ia declarando seus pecados, os apagava de um papel que tinha na mão, onde estavam escritos; de sorte que, acabada a confissão, todos estavam apagados.

    -
    O que, neste caso, aconteceu visivelmente, sucede invisivelmente toda a vez que um se confessa com as devidas disposições.

    -
    A confissão, porém, além de purificar a alma de suas máculas, dá-lhe também força para não recair. - Segundo o doutor angélico, a virtude da penitência faz que a falta cometida seja destruída e também que não volte mais.

    - A tal propósito
    S.Bernardo refere um fato da vida de S. Malaquias.Uma mulher tinha o hábito de se impacientar e de se irritar a tal ponto que se tornara insuportável. S. Malaquias, ouvindo dela mesma que nunca se houvera confessado de tais impaciências,excitou-a a fazer uma confissão exata dessas faltas. Depois disto, tornou-se tão paciente e tão branda, que parecia incapaz de se enfadar por qualquer trabalho ou mau trato que a importunasse.É por isso que muitos santos, para adquirirem a pureza de consciência, costumavam confessar-se todos os dias. Assim praticavam Sta. Catarina de Senna, Sta. Brígida, a Beata Collecta, e também S.Carlos Borromeo, Sto. Inácio de Loiola e muitos outros. S. Francisco de Borgia não se contentava com uma só vez,confessava-se duas vezes por dia.

    -
    Se os homens do mundo tem horror de aparecer com uma mancha no rosto diante de seus amigos, que se há de estranhar que as almas amigas de Deus procurem purificar-se cada vez mais, para se tornarem cada vez mais agradáveis aos olhos de Nosso Senhor.- De resto, não pretendemos aqui obrigar as religiosas que freqüentam a comunhão, a confessar-se toda a vez que comungam. Entretanto é conveniente que se confessem duas vezes ou ao menos uma vez por semana, e além disso quando houverem cometido alguma culpa com advertência.

    DO EXAME, DA DOR OU CONTRIÇÃO E DO BOM PROPÓSITO

    - Sabe-se que,
    para fazer uma boa confissão, três coisas se requerem: O exame de consciência, a dor de ter pecado, e o propósito de se corrigir.

    1.
    Quanto ao exame, aos que freqüentam os sacramentos, não é necessário que quebrem a cabeça em indagar todos os pormenores das faltas veniais. É preferível que se apliquem mais a descobrir as causas e raízes de seus apegos e de suas negligências.Digo isto para as religiosas que vão se confessar, com a cabeça cheia de coisas ouvidas na grade, e não fazem outra coisa que repetir, de cada vez, a recitação das mesmas faltas, como uma cantilena, sem arrependimento e sem propósito de emenda.Para as almas espirituais, que se confessam amiúde e tem cuidado de evitar os pecados veniais deliberados, o exame não exige muito tempo; pois não têm necessidade de indagar sobre as faltas graves, porque se a sua consciência estivesse sobrecarregada de um só pecado mortal, este se daria logo a conhecer por si mesmo. Quanto aos pecados veniais, se fosse plenamente voluntários, se manifestariam também de um modo sensível de pena que causariam; aliás não há obrigação de confessar todas as faltas leves que se tem na consciência, e por conseguinte também não há obrigação de fazer um exame exato e menos ainda de escrutar o número e circunstâncias, ou se recordar como e porque se cometeram.Basta declarar as faltas leves que pesam mais e são mais opostas a perfeição, e acusar as outras em termos gerais.

    -
    Quando não há matéria certa depois da confissão última, diga-se algum pecado da vida passada, de que se tenha mais dor, por exemplo: Eu me acuso especialmente de todas as culpas cometidas no passado contra a caridade, a pureza ou a obediência.

    - É bastante consolador o que sobre este ponto escreve
    S. Francisco de Sales: "Não vos inquieteis, se não vos lembrardes de todas as vossas faltinhas para confessá-las; porque assim como muitas vezes cais sem advertência, assim também muitas vezes vos levantareis sem percebê-lo; a saber, pelos atos de amor ou outros atos bons que as almas devotas soem fazer".

    2.
    É necessária, em segundo lugar, a dor ou contrição, e é o quese requer principalmente para obter a remissão dos pecados. As confissões mais longas não são as melhores, mas as em que há mais dor. O sinal de uma boa confissão, diz S. Gregório, não se acha no grande número de palavras do penitente, mas no arrependimento que demonstra.

    - De resto, as religiosas que se confessam amiúde e tem horror até as culpas veniais, desfazem as dúvidas se tem ou não verdadeira contrição. Quereriam, cada vez que se confessam, ter lágrimas de enternecimento; e como apesar dos seus esforços e de toda a violência que fazem, não podem tê-las, estão sempre inquietas sobre suas confissões. É preciso que se persuadam que a verdadeira dor não está em senti-la mas em querê-la.
    Todo o mérito das virtudes está na vontade. É por isso que Gerson, falando da fé, assegura que aquele que quer crer, algumas vezes tem mais mérito do que aquele que crê.

    - Mas
    S. Tomás ensinou a mesma coisa antes dele, falando precisamente da contrição. Diz ele que a dor essencial, necessária para a confissão, é a detestação do pecado cometido, e que esta dor não está na parte sensitiva, mas na vontade; visto que a dor sensível é um efeito do desprazer da vontade o que nem sempre está em nosso poder, porque a parte inferior nem sempre segue a parte superior.

    Assim, pois,
    toda a vez que, na vontade, a displicência da culpa cometida é acima de todos os males, a confissão é boa.

    -
    Abstende-vos, portanto, de fazer esforços para sentir a dor. - Falando dos atos internos, sabei que os melhores são os que se fazem com menor violência e maior suavidade, visto que o Espírito Santo ordena tudo com doçura e tranqüilidade.

    Pelo que, o santo rei Ezequias, falando do arrependimento que tinha de seus pecados, dizia
    sentir deles dor muito amarga mas em paz.

    Quando quiserdes receber a absolvição, fazei assim:
    No aparelhar-vos para a confissão, começai por pedir a Jesus Cristo e a Virgem das Dores uma verdadeira dor de vossos pecados; em seguida fazei brevemente o exame, como acima dissemos; e depois, para a contrição, basta que façais um ato como este: "Meu Deus, eu vos amo acima de todas as coisas; espero, pelos merecimentos do sangue de Jesus Cristo, o perdão de todos os meus pecados, dos quais me arrependo de todo o coração, por ter ofendido e desgostado a vossa infinita bondade, e os aborreço mais do que todos os males; e uno este meu aborrecimento ao aborrecimento que deles teve o meu Jesus no horto de Getsêmani. Proponho não vos ofender mais, com a vossa graça".Uma vez que tenhais querido pronunciar este ato com sinceridade, ide tranqüilamente receber a absolvição, sem temor e sem escrúpulo. - Sta. Teresa para tirar as angústias a este respeito, dava um outro bom sinal de contrição: "Vede, dizia ela, se tendes um verdadeiro propósito de não cometer mais os pecados que ides confessar. Se tendes este propósito, não duvideis de ter também a verdadeira dor".

    3.
    É necessário enfim o bom propósito. O propósito exigido para a confissão, para ser bom, deve ser firme, universal e eficaz.Primeiramente, deve ser firme. Há alguns que dizem: eu não quereria cometer mais este pecado; eu não quereria mais ofender a Deus. - Mas ai! este eu quereria denota que o propósito não é firme. Para que o seja, é necessário dizer com vontade resoluta: Não quero mais ofender a Deus deliberadamente.Em segundo lugar,deve ser universal, isto é, deve o penitente propor-se a evitar todos os pecados sem exceção. Isto, porém, só se entende dos pecados mortais.

    Quanto aos pecados veniais, basta, para o valor do sacramento, que o arrependimento e o propósito recaiam sobre uma só espécie de pecado; mas
    as pessoas mais espirituais devem propor se evitar todos os pecados veniais deliberados; e quanto aos indeliberados, visto que é impossível evitá-los todos, basta que se proponham fazê-lo quanto for possível.Em terceiro lugar, deve ser eficaz, isto é,capaz de determinar o penitente a empregar os meios necessários para não cometer mais as faltas de que se acusa, e especialmente a fugir das ocasiões próximas de recair. Por ocasião próxima se entende aquela em que a pessoa caiu muitas vezes em pecados graves, ou, sem justa causa, induziu outros a caírem.Neste caso não basta propor-se somente evitar o pecado, mas é necessário também propor tirar a ocasião, aliás as suas confissões serão todas nulas, embora receba mil absolvições; pois não querer remover a ocasião próxima de pecado grave já é por si culpa grave. E assim como temos demonstrado na nossa obra de teologia moral, quem recebe a absolvição sem o propósito de tirar a ocasião próxima, comete um novo pecado mortal de sacrilégio."

    (Santo Afonso Maria de Ligório -
    A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo)

    Livros católicos

    Ebook cattolici

    Bibbia, Vangeli, Catechismo della Chiesa Cattolica, Storia della Chiesa

    Dizionari

    Preghiera

    Classici Cristiani

    • L'imitazione di Cristo di Tommaso da KempisEPUB MOBI HTML
    • L'imitazione di Maria di Edoardo CiccodicolaEPUB MOBI HTML
    • Trattato della vera devozione a Maria di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
    • Il segreto ammirabile del Santo Rosario di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
    • Il grande segreto per diventare santi di San Luigi Maria Grignion de MontfortEPUB MOBI HTML
    • Le Glorie di Maria di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
    • Del Gran mezzo della preghiera di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
    • La necessità della preghiera di Sant'Alfonso Maria de LiguoriEPUB MOBI HTML
    • I racconti di un pellegrino russoEPUB MOBI HTML
    • Filotea di San Giovanni di SalesEPUB MOBI HTML
    • I fioretti di San FrancescoEPUB MOBI HTML
    • Storia di un anima di Santa Teresa di LisieuxEPUB MOBI HTML
    • Esercizi Spirituali di Sant'IgnazioEPUB MOBI HTML
    • Trattato della vita spirituale di San Vincenzo FerreriEPUB MOBI HTML
    • Il castello interiore di Santa Teresa d'AvilaEPUB MOBI HTML
    • La nuvoletta del Carmelo di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
    • Maria Ausiliatrice col racconto di alcune grazie di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
    • Maraviglie della Madre di Dio di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
    • Specchio (o salutazione) della Beata Vergine Maria di Corrado da SassoniaEPUB MOBI HTML
    • E' Gesù che passa di San Josemaría Escrivá de BalaguerEPUB MOBI HTML
    • Opera Omnia - San Francesco d'AssisiEPUB MOBI HTML
    • Opera Omnia - Santa Chiara d'AssisiEPUB MOBI HTML
    • Meditazioni della Beata Madre Teresa di CalcuttaEPUB MOBI HTML
    • Madre Mia quanto sei bellaEPUB MOBI HTML
    • Con Maria la vita è bellaEPUB MOBI HTML
    • Con Maria verso GesùEPUB MOBI HTML
    • Il mio ideale Gesù figlio di Maria di p. Emilio NeubertEPUB MOBI HTML
    • L'anticristo di Vladimir Sergeevic SolovievEPUB MOBI HTML
    • Salita del Monte Carmelo di San Giovanni della CroceEPUB MOBI HTML
    • Maria e la sua armataEPUB MOBI HTML

    Biografie di santi, Visioni, Profezie, Rivelazioni

    • La Misericordia Divina nella mia anima - Diario di Santa suor Faustina KowalskaEPUB MOBI HTML
    • L'Araldo del Divino Amore di Santa Gertrude di HelftaEPUB MOBI HTML
    • La vita di Maria della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
    • La Passione di Nostro Signore della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
    • Le visioni della Beata Anna Caterina EmmerickEPUB MOBI HTML
    • La Mistica Città di Dio di Suor Maria d'AgredaEPUB MOBI HTML
    • I sogni di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
    • Vita di Santa Margherita Maria Alacoque (scritta da lei stessa)EPUB MOBI HTML
    • I primi nove venerdì del mese - la grande promessaEPUB MOBI HTML
    • Diario di Santa Gemma GalganiEPUB MOBI HTML
    • Il diario della Beata Elisabetta Canori MoraEPUB MOBI HTML
    • Il diario mistico di Camilla BraviEPUB MOBI HTML
    • Diario di Louise Marguerite Claret De La ToucheEPUB MOBI HTML
    • Il libro della Grazia speciale - Rivelazioni di Santa Metilde di HackebornEPUB MOBI HTML
    • Le Rivelazioni di Santa Brigida di SveziaEPUB MOBI HTML
    • Amore per amore: diario di Suor Maria Costanza del Sacro CostatoEPUB MOBI HTML
    • Beata Marietta RubattoEPUB MOBI HTML
    • Beato Bartolo LongoEPUB MOBI HTML
    • Colui che parla dal fuoco - Suor Josefa MenendezEPUB MOBI HTML
    • Così lontani, così vicini - Gli angeli nella vita di Santa Gemma GalganiEPUB MOBI HTML
    • Cristo Gesù nella Beata Alexandrina da BalasarEPUB MOBI HTML
    • Il mistero del Sangue di Cristo - Suor Maria Antonietta PrevedelloEPUB MOBI HTML
    • Santa Gertrude Di Helfta di don Giuseppe TomaselliEPUB MOBI HTML
    • Vita della Serva di Dio Edvige CarboniEPUB MOBI HTML
    • Diario di Edvige CarboniEPUB MOBI HTML
    • Rimanete nel mio amore - Suor Benigna Consolata FerreroEPUB MOBI HTML
    • Il Sacro Cuore e il Sacerdozio. Biografia di Madre Luisa Margherita Claret de la ToucheEPUB MOBI HTML
    • Figlia del dolore Madre di amore - Alexandrina Maria da CostaEPUB MOBI HTML
    • Il piccolo nulla - Vita della Beata Maria di Gesu CrocifissoEPUB MOBI HTML
    • Beata Anna Schaffer: Il misterioso quaderno dei sogniEPUB MOBI HTML
    • Beata Chiara bosattaEPUB MOBI HTML
    • Beata Maria Candida dell'EucaristiaEPUB MOBI HTML
    • Fratel Ettore BoschiniEPUB MOBI HTML
    • Il cuore di Gesù al mondo di Suor Maria Consolata BetroneEPUB MOBI HTML
    • Madre Giuseppina BakhitaEPUB MOBI HTML
    • Beata Maria di Gesù Deluil-MartinyEPUB MOBI HTML
    • Serva di Dio Luigina SinapiEPUB MOBI HTML
    • Marie-Julie JahennyEPUB MOBI HTML
    • Marie Le ValleesEPUB MOBI HTML
    • I SS. Cuori di Gesù e di Maria. La salvezza del mondo, le loro apparizioni, promesse e richiesteEPUB MOBI HTML
    • La testimonianza di Gloria PoloEPUB MOBI HTML
    • Chiara Luce BadanoEPUB MOBI HTML
    • Madre Carolina VenturellaEPUB MOBI HTML
    • Madre SperanzaEPUB MOBI HTML

    Novissimi

    Patristica

    • Scritti dei primi cristiani (Didachè, Lettera a Diogneto, Papia di Gerapoli)EPUB MOBI HTML
    • I padri apostolici (S.Clemente Romano,S.Ignazio di Antiochia,Il Pastore d'Erma, S.Policarpo di Smirne)EPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: Scritti di Sant'AgostinoEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: Sant'Agostino, la città di DioEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: Sant'Agostino, le confessioniEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: Clemente Alessandrino,Sant'Ambrogio, Sant'Anselmo, San Benedetto,San Cirillo di GerusalemmeEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: San Giustino, San Leone Magno, Origene, Cirillo d'Alessandria, San Basilio, Atenagora di Atene, Rufino di Aquileia,Guigo il CertosinoEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: San Giovanni CrisostomoEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: San Gregorio di NissaEPUB MOBI HTML
    • I padri della chiesa: Quinto Settimio Fiorente TertullianoEPUB MOBI HTML
    • I padri del deserto: Evagrio Pontico, Sant'Antonio AbateEPUB MOBI HTML
    • I padri esicasti : La preghiera del Cuore,Gregorio il sinaita,Niceforo il solitario, San Barsanufio e Giovanni, Pseudo MacarioEPUB MOBI HTML

    Sacramenti e vita cristiana

    Altri libri

    • La Divina Commedia (Inferno, Purgatorio, Paradiso) di Dante AlighieriEPUB MOBI HTML
    • La storia d'Italia di San Giovanni BoscoEPUB MOBI HTML
    • I testimoni di Geova di Don Vigilio Covi