REINA Y MADRE DE LOS CONSAGRADOS
13 minutos atrás

“Depois do Concílio Vaticano II houve um movimento progressista litúrgico muito exagerado, que fez com que desaparecessem os tesouros da tradição como, por exemplo, o canto gregoriano. Tesouros que deveriam ser recuperados. Mas, como afirma o cardeal Joseph Ratzinger, deve ser recuperado principalmente o sentido sagrado da liturgia, a percepção de que a liturgia não é uma coisa nossa que nós fabricamos, que podemos recompor segundo os nossos gostos passageiros, mas é algo que se recebe, que nos é doado. Portanto as objetividades das reformas litúrgicas têm a sua importância. Creio que as chamadas do cardeal Ratzinger sejam muito importantes. Penso que o Concílio Vaticano II tenha feito uma boa constituição sobre a sagrada liturgia, a Sacrosanctum Concilium. Mas a atuação da reforma litúrgica não foi – sempre – à altura. Seria preciso voltar à essênciada Sacrosanctum Concilium”.
“Em todos os níveis de condução da Igreja, a unidade com Pedro e a solidariedade com ele não tiveram bons resultados este ano. [...] Já é tempo de atuar e de tomar partido com nosso santo Padre, quem é admiravelmente tranqüilo e coerente no cumprimento de todas suas tarefas. É uma grande bênção para nós a qualidade de seu ensinamento. [...] Estamos com Pedro, em solidariedade com nosso Bispos e sacerdotes. [...] Ponhamo-nos ao lado do Sucessor de Pedro, nosso Papa, neste tempo de desafios, aceitando com coragem nossa tarefa de construir em todas as partes a unidade e a solidariedade”, disse, numa conferência, diante de 90 Bispos, 8 Cardeais e 1000 Cavaleiros de Colombo, num momento em que boa parte da Igreja e mesmo do Clero deu as costas ao Santo Padre.
“Este dom por excelência foi longamente preparado por Deus na história da salvação. A sagrada eucaristia recapitula e coroa com efeito, uma multidão de dons de Deus feitos à humanidade depois da criação do mundo. Ela leva à sua realização o desígnio de Deus de estabelecer uma aliança definitiva com a humanidade. [...] Ela é um memorial vivo do dom que Jesus Cristo fez do seu corpo e do seu sangue para resgatar a humanidade do pecado e da morte e comunicar-lhe a vida eterna” (I, A).
“Para se dar ao mundo neste mistério da aliança, Deus conta com a Igreja, sua humilde ‘esposa’. Mesmo pobre e frágil por causa dos pecados de seus filhos, a Igreja compromete-se pela penitência e pela sagrada eucaristia, na renovação constante da graça do seu batismo. [...] ‘É grande este mistério’, exclama o apóstolo Paulo, pensando na união de Cristo e da Igreja, como modelo e o mistério do casamento sacramental (Ef 5,32) S. Ambrósio vê na eucaristia “a prenda nupcial” de Cristo à sua Esposa e na comunhão o beijo de Amor. E Cabasilas pode justamente observar: “ ‘Este mistério é grande’, diz o bem-aventurado Paulo para exaltar esta união. Porque é então o matrimónio tão exaltado quando o Esposo puríssimo desposa a Igreja como virgem. É aqui que Cristo “alimenta” o coro daqueles que o rodeiam, e é por este único sacramento que “nós somos carne da sua carne e ossos dos seus ossos” (Cabasilas, La vie en Christ, IV, 30, trad. M.H.Congourdeau, S.C. n.355, Paris, 1989, p.291). A eucaristia lança-nos na oferenda de Jesus. Não receberemos somente o Logos incarnado de maneira estática, mas somos envolvidos na dinâmica da sua oferenda” (II, A, c).
“O dom de Deus no banquete do amor, leva o compromisso da Igreja partilhar esse dom com a humanidade inteira, que é chamada a tornar-se Corpo e esposa de Cristo. A primeira homenagem da Igreja a este mistério é o de uma fé plena, admirativa e adoradora. Porque, ao mistério do dom eucarístico por excelência do mesmo Deus, deve corresponder o mistério de fé por excelência como adesão total e plena de gratidão da Igreja, unida à fé imaculada de Maria. A missão do Espírito Santo é justamente assegurar esta correspondência nupcial entre a atualização perpétua do mistério eucarístico e o acolhimento da Igreja que alimenta assim a esperança do mundo pelo seu testemunho” (II, B, a).
“A celebração eucarística torna presente Cristo no ato de adoração por excelência que é a sua morte sobre a cruz. Pelo seu ato de amor absoluto até à morte, Cristo volta para o Pai com a humanidade reconciliada e obtém para todos o Espírito de amor e de paz que anima a adoração da Igreja em espírito e verdade. Por ele, com ele e nele, é toda a Igreja que é adoradora, em nome da humanidade resgatada. O ato de adoração por excelência de Cristo e da Igreja realiza-se na oferenda do santo sacrifício in Persona Christi, Caput et Corpus, como diz S. Agostinho” (III, B).
Alcuni sacerdoti, religiosi e fedeli laici accomunati dalla particolare venerazione per la Sacra Liturgia, hanno dato vita ai Coordinamenti del Summorum Pontificum, auspicando in modo particolare che all'interno delle proprie diocesi, oltre ad un rinnovato senso liturgico e del sacro, si diffonda sempre più la celebrazione della forma straordinaria della liturgia romana, ad utilità di tutta la Chiesa e a concreto sostegno di un nuovo movimento liturgico che promuova in ogni ambito l'ermeneutica della riforma nella continuità. Al momento, sono stati costituiti i coordinamenti della Toscana (capitanato da Daniele Di Sorco) e della Lombardia. Sono in corso di costituzione i coordinamenti delle seguenti regioni: Emilia-Romagna, Sicilia , Puglia, Umbria e Marche. Altri Coordinamenti non ancora ufficializzati sono in preparazione. Tra breve saranno resi noti i riferimenti dei relativi Promotori. Le realtà interessate al progetto possono chiedere ogni informazione alla Segreteria generale scrivendo a info [@t] b16network [dot] com| Santa Messa Pontificale |







Fotos do Cardeal Franc Rodé em Ordenações Sacerdotais em Wigratzbad na Alemanha em 28 de Junho de 2008 para a Fraternidade Sacerdotal de S.Pedro





Hoy 7 de julio, festividad de los santos Cirilo y Metodio (obispos y confesores) y de san Fermín (obispo y martir) se celebra un cumpleaños muy especial. Se trata del tercer aniversario de la promulgación del Motu Proprio “Summorum Pontificum”. Es justo ahora, tal y como anunció el Papa Benedicto XVI en su carta de presentación del Motu a los Obispos, cuando deberá hacerse un primer balance de su aplicación (“Os invito, queridos Hermanos, a escribir a la Santa Sede un informe sobre vuestras experiencias tres años después de que entre en vigor este Motu Proprio. Si vinieran a la luz dificultades serias se buscarían vías para encontrar el remedio”). Nos consta que ya se han puesto en marcha los mecanismos oportunos para proceder a esta primera evaluación, y no ocultamos que esperamos con impaciencia e interés la valoración que puedan hacer algunos episcopados.
Recomendamos a todos nuestros lectores que festejen convenientemente esta fecha. Nuestra sugerencia, y por darle un adecuado toque de asturianía, es un brindis con la tradicional sidra champanada de nuestra tierra, endulzado convenientemente con unas “Princesitas” de La Playa, o unos bombones de Peñalba, según estén ustedes más próximos a Gijón o a Oviedo. Y a quienes sean propensos a las indigestiones o al ardor de estómago les recomendamos, una vez más, tener a mano un frasco de sal de frutas o de bicarbonato.